When did you last see your father



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QUANDO VOCÊ VIU SEU PAI PELA ÚLTIMA VEZ?


Dirigido por Anand Tucker
Estrelado por

Colin Firth Jim Broadbent Juliet Stevenson



Seleção Oficial do International Film Festival de Toronto em 2007


Publicidade da Costa Leste IHOP

Jeff Hill

Jessica Uzzan

853 7th Ave, 3C

Nova York, NY 10019

212-265-4373 tel

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Ziggy Kozlowski

110 S. Fairfax Ave, #310

Los Angeles, CA 90036

323-634-7001 tel

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Distribuidor

Sony Pictures Classics

Carmelo Pirrone

Leila Guenancia

550 Madison Ave

Nova York, NY 10022

212-833-8833 tel

212-833-8844 fax



Visite o site oficial: www.whendidyoulastseeyourfathermovie.com



Sinopse Curta
Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez? (When Did You Last See Your Father?) É uma exploração agressiva do relacionamento entre pai e filho, conforme Blake Morrison precisa lidar com a doença terminal de seu pai Arthur e sua iminente morte. As lembranças de Blake de tudo o que foi divertido, constrangedor e irritante sobre sua infância e adolescência se misturam com cenas enternecedoras e emocionantes do presente, conforme ele luta para ficar de bem com seu pai, e sua história de conflito e aprende a aceitar que os pais nem sempre são responsáveis por seus filhos.
Dirigido por Anand Tucker (Hilary e Jackie), de um roteiro escrito por David Nicholls, adaptado do livro de Blake Morrison de mesmo nome, o filme é estrelado por Colin Firth, Jim Broadbent, Juliet Stevenson, Gina McKee, Claire Skinner, e Matthew Beard.

Sinopse Longa_________ __
Arthur Morrison (Jim Broadbent), e sua esposa Kim (Juliet Stevenson) são médicos da mesma especialidade no coração de Yorkshire Dales, Inglaterra. Eles têm dois filhos, Gillian (Claire Skinner), e seu irmão mais velho Blake (Colin Firth). Blake é um escritor bem estabelecido de quarenta anos de idade, casado, com dois filhos e que tem que enfrentar a doença terminal de seu pai.
O filme começa durante uma viagem de família durante o verão no final dos anos cinqüenta. Arthur pega o acostamento para passar na frente de todos os outros carros que estão presos num engarrafamento para chegar primeiro numa corrida, e um Blake com oito anos de idade e o resto da sua família estão completamente envergonhados. É a primeira de muitas lembranças que ilustram a atitude de Arthur perante a vida e seu orgulho de conseguir alguma coisa sem objetivo. Esses episódios da infância também apresentam Beaty (Sarah Lancashire) e sua filha, Josie. Logo se torna bem claro que Beaty e Arthur são bem mais que somente amigos e Josie tem toda a chance de ser filha de Arthur. O Blake adulto se esforça para descobrir a verdade sobre Josie, e ao fazer isso, descobre os parâmetros interessantes do casamento de seus pais.
A essência desse relacionamento entre pai e filho é mais explorada através de lembranças da adolescência de Blake – um feriado em família, um desajeitado casinho com a babá – onde o envergonhado e introvertido Blake é constantemente esmagado pelas maneiras galanteadoras de seu pai e sua necessidade de ser o centro das atenções. Também existem lembranças ternas e alegres; de Arthur ensinando Blake a dirigir, uma viagem para acampar na chuva, e Arthur dizendo adeus para Blake quando ele foi para a faculdade. No presente, se torna claro que Arthur ainda domina seu filho já crescido, uma dinâmica na qual Blake já se conformou mas que contraria bastante sua esposa Kathy (Gina McKee).
Quando ele e sua família encaram a realidade do câncer de Arthur, Blake se vê forçado a se reconciliar com seu passado. As recordações de Blake são entremeadas com cenas intransigentes e de partir o coração do declínio e submissão de Arthur para com a doença que o está matando. É irônico que a batalha de Arthur contra sua falta de saúde corre paralela à luta de Blake para ficar de bem com seu pai, mas existe uma inevitabilidade humana com que todos nós podemos nos identificar. É apenas depois da morte de Arthur; somente depois que as lágrimas caem que Blake finalmente consegue ficar em paz com suas lembranças.

Elenco
Colin Firth Blake Morrison

Jim Broadbent Arthur Morrison

Juliet Stevenson Kim Morrison

Gina McKee Kathy Morrison

Elaine Cassidy Sandra

Claire Skinner Gillian

Matthew Beard Jovem Blake Morrison (14 anos de idade)

Bradley Johnson Jovem Blake Morrison (8 anos de idade)

Sarah Lancashire Beaty
Equipe
Anand Tucker Diretor

David Nicholls Roteirista


Baseado no livro de Blake Morrison
Elizabeth Karlsen Produtora

Stephen Woolley Produtor

Laurie Borg Co-produtor

Lizzie Francke Produtora Executiva

Tessa Ross Produtora Executiva

Gary Smith Produtor Executivo

Paul White Produtor Executivo

Howard Atherton Diretor de Fotografia

Trevor Waite Editor

Alice Normington Designer de Produção

Caroline Harris Figurinista

Barrington Pheloung Música Original

Christine Blundell Maquiadora e Estilista de Cabelos



A Produção

Publicado pela primeira vez em 1993, o livro de Blake Morrison When Did You Last See Your Father? é um extraordinário retrato da vida em família, e um honesto e comovente relato da vida e morte de seu pai. O livro se tornou um campeão de vendas ganhando os prêmios J R Ackerley Prize e o Esquire / Volvo / Waterstone’s Non-Fiction Book Award, e inspirando toda uma geração de memórias confessionais.


Blake Morrison explica: “Eu nunca imaginei que escreveria um livro sobre meu pai, mas quando ele ficou doente eu meio que entrei em choque e me peguei fazendo anotações diárias como forma de lidar com isso. Conforme eu ia escrevendo, comecei a recuperar memórias da minha infância, as quais se mostraram terapêuticas na hora de encarar a morte de meu pai. Eu mostrei as anotações para alguém que pensou que elas poderiam interessar aos outros, com isso, uma coisa que começou completamente particular acabou se tornando um livro”.
O poder da história está na extrema franqueza, uma característica a qual Blake reconhece que poderia não ter existido caso ele não escrevesse o livro quando seu pai estava morrendo. Ele explica: “Minhas regras normais de censura não estavam no lugar. Eu estava tão desorientado com tudo o que estava acontecendo que acabei falando tudo”.
Quando a produtora Elizabeth Karlsen leu o livro ficou totalmente cativada por ele: “Eu pensei que era completamente maravilhoso, um livro realmente bonito, que me cativou totalmente e que a história universal funcionaria muito bem nas telas do cinema”, diz Elizabeth. Infelizmente ela descobriu que o livro já havia sido escolhido como tema de uma produção. “Achei que essa história tinha acabado ali”, conta Elizabeth. No entanto, algum tempo depois, Elizabeth começou a imaginar o que teria acontecido com o livro. “Esses assuntos que ficam na sua cabeça”, ela conta, “são impossíveis de não voltar a eles”. Para sua felicidade, ela descobriu que a produção não havia vingado e, juntamente com o produtor veterano Stephen Woolley, fechou de imediato com o livro para sua empresa, a Number 9 Films.
Sua primeira ação foi pedir para David Nicholls, roteirista da série de TV Cold Feet, para que fizesse o roteiro. Ele havia lido o livro quando foi publicado pela primeira vez, uns dez anos atrás, e ficou fascinado por sua brutal honestidade. Desde então ele nutria um desejo de adaptar o livro para as telas de cinema.
David conta: “Eu achei o livro incrivelmente comovente. Ele lida com um assunto que quase não foi mencionado antes, com tanta honestidade, franqueza e detalhes. Tenho um enorme respeito por Blake por ele ser tão emocionalmente honesto. Ele literalmente ‘cuspiu tudo o que estava dentro dele’ nesse livro. É o que o torna tão atraente”.
O roteirista e os produtores estavam bem cientes das dificuldades de adaptar esse livro em particular para um roteiro. Apesar de ter um extraordinário relacionamento como tema central, a história é muito impressionista e secundária, e não se presta naturalmente para uma narrativa. David explica: “O problema de se adaptar as memórias de alguém para o cinema é que a vida real tende a não seguir a linha de um filme – início, meio e fim. O maior desafio tem sido se manter verdadeiro ao conteúdo do livro enquanto impomos o formato certo, e extraímos os detalhes que funcionam bem nas telas de cinema”.
David continua: “No filme, nós tentamos repetir a sensação que se tem do processo pelo qual Blake passa conforme ele vai escrevendo suas memórias – no início enfurecidas pelo falso-moralismo de seu pai, por sua afetação, por sua constante necessidade de estar em evidência, no caminho para aceitar todas essas qualidades e finalmente encontrar a paz com a lembrança de seu pai, e isso, independente de suas exasperantes qualidades, o fazia ser um homem atraente e carismático. O que é extremamente comovente no livro, e o que espero ter conseguido alcançar na adaptação, é a jornada de Blake do ressentimento com seu pai até a aceitação de suas lembranças, e essa é uma jornada bastante ponderosa”.
“Apesar de ser trágico que o pai morra, e que Blake experimente tamanha perda e confusão em seu lamento”, observa Elizabeth, “também, é a real celebração de uma vida – e de um relacionamento”.
Com um roteiro sendo feito, os produtores voltaram sua atenção para achar o diretor correto para o projeto, e descobriram que eles dividem a mesma visão comum do filme com o diretor Anand Tucker. “Ele realmente me comoveu, e eu quis fazer. Fo simples assim” lembra Anand. “Foi um daqueles momentos únicos… David escreveu um roteiro muito bonito e que também é divertido, comovente e terno. Existe alguma coisa muito atrativa na vida real, e a forma com que Blake foi tão honesto sobre o que acontece quando uma pessoa está morrendo. Isso foi essencial para preservar essa verdade, e, com sorte, isso permitirá que o público experimente suas próprias emoções através desse filtro que é o personagem, e se movimente por eles sem que se sintam expostos”.
Elizabeth conta: “Nós chamamos Anand para dirigir o filme porque achamos que ele era a pessoa perfeita para o material. Ele mostrou com o brilhante Hilary e Jackie (Hilary e Jackie) o quão capaz ele é em lidar com uma narrativa íntima e emocional sem fazer a história ficar diminuta ou as imagens mundanas. Ele é um verdadeiro cineasta, que consegue pegar uma história pessoal e elevá-la a um nível altíssimo de visual e emoção”.
Chegando ao projeto com seu próprio entusiasmo e perspectiva, Anand trabalhou junto com David para dar forma ao roteiro de filmagem. David fala: “Anand se envolveu com o material de uma forma sensível e poética”. Blake se sentiu seguro com a dedicação de Anand para com a autenticidade devido as várias perguntas que ele fez. Blake lembra: “Eu tenho um enorme respeito por Anand Tucker como diretor. Eu tive que aceitar que um livro e um filme são coisas bem diferentes e que o filme tinha que funcionar de forma diferente, mas eu confiei em Anand desde o início que ele iria encontrar um meio termo para expressar tanto o humor quando a tristeza. Eu sabia que ele estaria atento ao poder emocional do material. O que era específico para mim e para minha família não é tão importante, o que é fundamental é transmitir os elementos essenciais dos relacionamentos numa família, e tenho certeza que o filme irá honrar isso”.

A Família Morrison
No centro dessa história está o retrato firme do relacionamento entre pai e filho. Blake explica Arthur Morrison e seu relacionamento com ele: “Eu amava meu pai, mas ele era um homem difícil. Ele era dominador e o resto da família, eu, minha mãe e minha irmã, vivíamos à sua sombra. No entanto, ele tinha uma personalidade extraordinária e era muito carismático”. Ele continua: “Muitos pais querem que seus filhos sigam suas pegadas e isso, com certeza, era uma verdade para meu pai. Era seu sonho que eu assumisse a profissão da família. Infelizmente, eu não tinha interesse algum em ser médico, então eu o desapontei. Ao mesmo tempo, quando ele viu que eu estava indo muito bem no campo que escolhi como escritor, acredito que ele sentiu algum orgulho”.
Nos papéis centrais de Blake Morrison, o filho, e Arthur Morrison, o pai, os cineastas tiveram muita sorte em conseguir a primeira escolha de atores para os personagens, dois dos melhores atores ingleses, Colin Firth e Jim Broadbent. Elizabeth fala: “Nós tínhamos esperança de que, por causa do roteiro ser tão poderoso e Anand um diretor de tanto talento, esse seria um projeto que eles não poderiam recusar... Nós ficamos muito felizes que os dois tenham resolvido aceitar os papéis”.
“Eu vi uma história que era simplesmente irresistível em sua honestidade”, diz Colin, sobre sua decisão de aceitar o desafio de um personagem autobiográfico. “Eu conhecia o livro, e amei desde o momento em que o li por várias razões diferentes. Eu não reagi somente a honestidade e descrição comovente dos relacionamentos tratados no livro, eu também reagi ao sabor dos anos 60 e 80, lavar o carro em um domingo, armar uma barraca debaixo de uma tempestade, colocar remédio em seus machucados e também o que é ser um adolescente, desesperado para ser levado a sério. Desde os pequenos detalhes até a força principal do material, a coisa toda bateu. Quando eu vi o roteiro contido e resumido de forma tão bela de David Nicholls, dirigido por Anand Tucker, eu soube que isso era algo que eu queria fazer”.
Apesar do entusiasmo dele em assumir o papel de Blake, Colin explica: “No início eu achei o personagem de Blake difícil de ser feito, simplesmente porque todos os outros personagens eram descritos de forma tão vívida, principalmente a figura ponderosa de Arthur, e sempre existe uma certa nebulosidade em um personagem na primeira pessoa. Contudo, existe uma extraordinária força na forma como Blake passa por tudo isso internamente”. Não é a primeira vez que Colin assume o desafio de interpretar uma pessoa real, e ele explica: “O que é importante é você capturar o espírito da pessoa. Você precisa partir dos detalhes e se concentrar nisso”.
Sobre o relacionamento entre pai e filho que o filme explora, Colin comenta: “Acho que Blake admira muito seu pai. Não acho que as coisas seriam tão difíceis para ele caso isso não acontecesse. Ele se sente oprimido pela força de seu pai e não envergonhado por suas imperfeições. Ele sente inveja da facilidade que seu pai tem em lidar com as pessoas e sua habilidade de conseguir atenção. Isso atinge a todos de forma muito forte, eu acho... O relacionamento conflituoso que todos nós temos com nossos pais, as pequenas maneiras que seu pai tem de te levar ao limite. Você pode ser uma pessoa de sucesso de 45 anos de idade, mas basta você voltar para casa e em dez minutos você volta a ser um adolescente grosseiro novamente – com apenas uma simples palavra”.
Anand fala: “Colin é um ator maravilhoso. Esse é um papel muito difícil de ser interpretado por ser bem passivo. A jornada de Blake é mais interior, na qual ele reflete sobre seu passado, então você está vendo um homem pensando. Isso é muito difícil para um ator interpretar de forma convincente, mas Colin tem a rara habilidade de se manter imóvel e ainda assim convencer bastante”. Dada a universalidade da história, era essencial escalar um ator para fazer o papel de Blake com o qual o público simpatizasse. Anand continua: “o que acontece com Colin é que você se preocupa com ele desde o momento em que ele aparece na tela, mesmo que ele esteja irritado e sendo desagradável, ele tem essa humanidade essencial nele”.
Elizabeth concorda: “Nós precisávamos escalar um ator com o qual o público pudesse se identificar por causa da familiaridade da história. Acontece que ele também é encantador, divertido, inteligente, trabalha de forma bem focada, com isso, trabalhar com ele foi um enorme prazer”.
O ganhador do Prêmio da Academia, Jim Broadbent também reagiu ao roteiro com muito entusiasmo. “Esse papel é um presente”, diz ele. “Eu fiquei comovido pela forma como o relacionamento entre Blake e Arthur foi mostrado. Blake Morrison em seu livro, e depois no roteiro de David, assumiu uma visão totalmente imparcial do relacionamento entre pai e filho, mas ao mesmo tempo ele conseguiu ser completamente emocional. Eles descreveram um relacionamento totalmente afetivo, apesar de todas as dificuldades”.

Jim reconhece de imediato que Arthur é um personagem bem intrigante de ser feito, e confiou na clara e detalhada descrição feita no livro e no roteiro para capturar a essência desse homem: “Ele é um personagem extremamente complexo. Ele é divertido, mas ao mesmo tempo rude e desagradável, teimoso, mas ainda assim, encantador e agradável. A combinação de todas essas características fazem de Arthur um personagem fascinante”.


Sobre o relacionamento entre Blake e Arthur, Jim comenta: “Existe uma grande porção que ressoa no relacionamento de Blake com seu pai que é muito universal. Acho que vemos um arco do relacionamento que muitos de nós já experimentaram de Blake ainda criança que idolatra seu pai como um herói, passando pelo adolescente que se ressente com ele tanto quando se envergonha, e depois um adulto que começa a respeitá-lo e, ao entende-lo melhor, volta a amá-lo. A diversão está nos detalhes que Blake escreveu a respeito, e que David capturou para o roteiro que permite que nos identifiquemos com o material”.
“Jim é simplesmente um ator extraordinário”, comenta Elizabeth, que já trabalhou com ele várias vezes antes em filmes como Laura, A Voz de uma Estrela (Little Voice) e Traídos pelo Desejo (The Crying Game). “Ele é capaz de capturar a alma de cada cena e isso parece acontecer sem nenhum esforço da parte dele. Ele vai direto ao ponto certo do personagem”. Ela continua: “Jim tem uma estrutura quase de camaleão. Ele realmente usa seu corpo no seu trabalho o que permite que ele retrate Arthur com diferentes idades de forma bastante convincente”. Anand concorda: “Jim é uma força da natureza. Acho que seu segredo é que ele pensa sobre a cena antes dele chegar a locação, mas na hora da filmagem ele age totalmente de impulso e ele tem essa rara confiança e habilidade que permite que a cena simplesmente ‘aconteça’...”
Blake Morrison ficou encantado pelo fato de Jim Broadbent ter sido escalado para fazer o papel de seu pai. “É difícil de imaginar qualquer outra pessoa para interpretar meu pai tão bem quanto Jim Broadbent. Apesar dele não ser fisicamente parecido, ele conseguiu atingir brilhantemente seu tom de voz, e o mais importante, ele conseguiu capturar o espírito do homem”.
Escalada para fazer o papel da mãe de Blake, a esposa de Arthur, Kim, a renomada atriz de teatro Juliet Stevenson, respondeu com entusiasmo a familiaridade da história. “É sobre a dinâmica da família – do amor ao ódio, e todas as nuances que existem no meio”. Ela também gostou do desafio de interpretar uma mulher em várias idades diferentes. Ela conta: “Eu estava ansiosa em explorar esses diferentes capítulos de uma vida”. Ela continua: “Eu senti um enorme senso de responsabilidade ao fazer o papel de mãe de alguém – uma pessoa icônica na vida da maioria das pessoas – mas é uma responsabilidade boa porque estou encantada em descobrir a essência de quem foi a mãe de Blake... Quando descobrir, poderei então tomar minhas próprias decisões sobre como interpretá-la”. Para ajudar nesse processo, Juliet procurou ajuda em um dos outros livros de Blake Morrison, Things My Mother Never Told Me, para aprender mais sobre essa personagem a qual ela foi escolhida para interpretar.
Sobre o relacionamento com Arthur e seus filhos, Juliet fala: “Acho que ela amava Arthur, e ele a adorava, mas acredito que houvesse um tipo de distanciamento interno da parte dela com relação a Arthur, em grande parte por causa das infidelidades dele que ela teve que enfrentar durante seu casamento. Acho que, provavelmente, ela canalizou sua paixão para os filhos. Acho que ela se sensibiliza com o enorme efeito que Arthur tem sobre Blake e é por isso que ela sempre está lá tentando manter as coisas calmas, ser a mediadora entre eles. Ela se sensibiliza até mesmo com os melindres de um Blake adulto com relação ao seu pai. Sua função ainda é proteger seu filho do que seu pai pode fazer com ele, mesmo ele já sendo um adulto”.
Atuar ao lado de Colin e Jim tem sido uma ótima experiência para Juliet. “Acho Colin um ator maravilhoso. Ele é muito flexível e nós dividimos um interesse pela dinâmica entre os personagens. Tem alguma coisa bem de menino nele, então foi muito fácil me sentir maternal com relação a ele”. Ela continua: “Jim também é um ator maravilhoso. Ele vem com uma enorme bagagem. Sua performance é extremamente rica em detalhes apesar de parecer sem esforço”.
Juliet personificou tudo o que os cineastas estavam procurando para o papel de Kim. Elizabeth observa: “Nós precisávamos de alguém com uma presença sólida – assim como alguém que pudesse fazer a passagem das idades. Precisávamos de alguém que o público pudesse acreditar que passaria por tudo aquilo com Arthur por todos aqueles anos. Ele é um personagem adorável, mas ele é um transgressor e nós precisávamos de alguém que o público acreditasse que estaria lá passando por tudo e ainda assim amá-lo. Juliet é uma excelente atriz e sabíamos que ela seria capaz de conseguir isso, que ela poderia conduzir esse nível de graciosidade e maturidade emocional”.
Anand acrescenta: “Eu vi alguma coisa em Juliet muito próxima da impressão que tive de Kim”. Esse é um elemento importante para Anand já que ele está interessado na qualidade essencial de um ator.
Trabalhar com Anand tem sido uma experiência maravilhosa para Juliet. “Anand é glorioso no set de filmagem. Ele é cheio de um entusiasmo sereno e tem um amor pelo trabalho que é realmente incrível. Ele faz escolhas bastante criativas e interessantes. Ele está tirando o material de uma biografia e levando para algo mais poético e não tem medo de usar essa linguagem e está filmando isso de uma forma bem interessante”.
No papel do Blake adolescente, os cineastas ficaram muito felizes quando escalaram a ‘descoberta’ da diretora Priscilla John, Matthew Beard. Apesar de Matthew atuar na televisão e em produções teatrais desde que tinha cinco anos de idade, Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez? (When Did You Last See Your Father?) é seu primeiro filme para cinema. Anand fala: “Eu assisti a várias fitas de teste e Matthew se destacou. Ele me comoveu! Ele é um jovem muito inteligente e que já passou por uma drama familiar próprio, ele mostrou uma habilidade de realmente entender o material. Ele também vem a ser um ótimo ator e um jovem adorável”. Matthew ficou muito feliz em ser chamado para fazer o papel e reconheceu o Blake adolescente que ele interpreta em muitas pessoas de sua idade: “Ele é um adolescente típico – e apesar dele ter um pai dominador que impõe suas opiniões – ele ainda consegue ver os dois rindo juntos”.
Arrematando o resto da família Morrison, está Gina McKee fazendo o papel da esposa de Blake, Kathy, que fala sobre o projeto: “Era um roteiro lindamente escrito, ilustrando os relacionamentos nessa família de forma rude e comovente, mas ainda assim divertida. Eu senti uma grande quantidade de apoio ao projeto e fiquei muito feliz em fazer parte disso”. Claire Skinner faz o papel de Gillian, a irmã de Blake: “Era uma história maravilhosa – e todos podem se identificar com ela. Ter que lidar com a extraordinária experiência de ter que falar adeus a seu pai e ainda assim ter que sair e comprar leite. Acho que essa é a beleza da história. Ela lida com a normalidade da vida – e da morte”.




A Filmagem
Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez? (When Did You Last See Your Father?) foi filmado em sete semanas em locações em Londres, Sussex, em Derbyshire por cinco semanas e em sets de filmagem construídos no Twickenham Studios por mais duas.

Os realizadores foram encarregados com a enorme tarefa de representar três eras – os anos 50, 60 e os 80 – mas a visão compartilhada, o comprometimento e os talentos do diretor de fotografia Howard Atherton, da designer de produção Alice Normington, da figurinista Caroline Harris, e da maquiadora e estilista de cabelos Christine Blundell pavimentou o caminho para um filme com um visual maravilhoso.


Anand já trabalhou com Alice em vários outros filmes antes e fala: “Nós desenvolvemos um tipo de taquigrafia profissional e entendemos um ao outro”. Eles sentaram juntos bem no início do projeto e trabalharam a forma como eles queriam representar cada período. Uma abundância de material de referência fotográfica dado por Blake Morrison ajudou a uniformizar seus desenhos e garantir um ótimo grau de autenticidade.
Locações como o Liberal Club em Londres para a Cerimônia de Premiação; o famoso Goodwood Motor Circuit em Sussex, onde Arthur envergonha sua família ao ultrapassar a todos presos no trânsito; o pitoresco Petworth Park, onde o Blake criança flagra Arthur no carro com Beaty; a bela praia de West Wittering, onde Arthur ensina Blake a dirigir; e Brighton, para o jogo de Golf Maluco. As locações em Derbyshire incluiram dois Lodges; Cromford e Weston, o qual serviu como locação para The Grange, a casa da família Morrison.
Em resumo, David diz: “O filme é sobre um relacionamento comum entre pai e filho e toda a ansiedade, sofrimento, constrangimento e emoções desse relacionamento. O fator rotineiro da história e sua extrema franqueza farão, assim espero, do filme uma experiência emocional e atrativa”.


O Elenco

Colin Firth – (Blake)

Um ator de teatro britânico com treinamento clássico, Colin Firth é um veterano nas telas de cinema, televisão e teatro, com uma impressionante bagagem profissional que já se estende por mais de duas décadas. A versatilidade de Firth tem disso reconhecida tanto em dramas quanto em comédias, ganhando aclamação da crítica e prêmios, incluindo indicações ao Screen Actors Guild, uma indicação ao Emmy, e várias indicações ao BAFTA. Firth está tendo um ano particularmente fértil, com quatro filmes programados para lançar nesse verão e vários outros em fase de pós-produção.


“Then She Found Me” fala de uma professora em uma crise da meia idade que volta a ter contato com sua mãe biológica enquanto faz malabarismos em um relacionamento com seu ex-marido, interpretado por Matthew Broderick, e um novo interesse, interpretado por Firth. “Then She Found Me” foi comprado para ser lançado pela Thinkfilm seguindo do International Film Festival de Toronto. O filme foi lançado em Nova York e em Los Angeles em 25 de abril, com lançamento mais aberto em 9 de maio.
Em junho, Firth pode ser visto estrelando o filme da Sony Classics “Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez? (When Did You Last See Your Father?)”. Firth e Jim Broadbent ilustram o complexo relacionamento entre pai e filho nesse filme, o qual é baseado no livro de memórias campeão de vendas de Blake Morrison. O filme foi exibido no Festival de Toronto de 2007. O filme lançou nos Estados Unidos em 6 de junho e foi lançado na Inglaterra em 2007.
Em julho, Firth pode ser visto no filme da Universal Pictures “Mamma Mia! – O Filme” (Mamma Mia), uma adaptação cinematográfica do musical de sucesso do grupo ABBA. O elenco inclui Meryl Streep, Pierce Brosnan, Stellan Skarsgard e Amanda Seyfriend. “Mamma Mia! – O Filme” (Mamma Mia) lançou nos cinemas em 18 de julho.
Firth, recentemente, encerrou a produção de “Genova” (Genova) dirigido por Michael Winterbottom. Firth estrela o filme ao lado de Catherine Keener, o qual é uma história de mistério e terror sobre duas garotas americanas e seu pai britânico que se mudam para a Itália depois que sua mãe morre.
Também com futuro lançamento, a comédia romântica “Marido por Acaso (The Accidental Husband) estrelada por Uma Thurman e dirigida por Griffin Dunne.
Firth terminou a produção do filme de Robert Zemeckis, “A Christmas Carol”, a versão em animação em 3-D do conto clássico de Charles Dickens estrelado por Jim Carrey e Gary Oldman. O filme está com lançamento previsto para o ano de 2009. Ele também encerrou a produção de “East Virtue”, baseado na peça de teatro de Noel Coward. Firth atua ao lado de Jessica Biel e Ben Barnes nesse filme.
Em 2005, Firth estrelou o filme “Nanny McPhee – A Babá Encantada” (Nanny McPhee) escrito, e também estrelado por Emma Thompson. Ele também participou do controverso filme de Atom Egoyan “Verdade Nua” (Where the Truth Lies) ao lado de Kevin Bacon. O filme foi exibido em competição no Cannes International Film Festival de 2005 e no International Film Festival de Toronto.
Em 2004, Firth trabalhou no filme de sucesso da Universal / Working Title “Bridget Jones: No Limite da Razão” (Bridget Jones: The Edge of Reason). Firth repetiu seu papel como ‘Mark Darcy’ ao lado de Renee Zellweger e Hugh Grant no filme, o qual é baseado no livro campeão de vendas de Helen Fielding. O filme quebrou vários recordes de bilheteria internacionalmente e arrecadou mais de 250 milhões de dólares em bilheteria mundial.

Em 2004, Firth atuou no filme indicado ao Oscar “Moça com Brinco de Pérola” (Girl With A Pearl Earring) ao lado de Scarlett Johanssen. Baseado no livro campeão de vendas de Tracy Chevalier, Firth fez o papel do artista do século 17 Johannes Vermeer. “Moça com Brinco de Pérola” (Girl With A Pearl Earring) foi exibido no Telluride Film Festival, no Toronto Film Festival, no Hollywood Film Festival, no London Film Festival e no San Sebastian Film Festival. O filme ganhou o L’Hitchcock D'Or e o L'Hitchcock d'Argent no Dinard Festival of British Films. Firth foi indicado para um European Film Award por sua performance nesse filme.

Em 2003, Firth participou do filmed a Universal “Simplesmente Amor” (Love Actually), escrito e dirigido por Richard Curtis, de “Quatro Casamentos e um Funeral” (Four Weddings and a Funeral), “Um Lugar Chamado Notting Hill” (Notting Hill). Ele atuou no filme juntamente com um extraordinário grupo de atores que incluíam Hugh Grant, Emma Thompson, Liam Neeson, Laura Linney e Keira Knightly. Na época desse lançamento, “Simplesmente Amor” (Love Actually) quebrou o recorde de maior bilheteria de abertura de uma comédia romântica britânica em todos os tempos na Grâ-Bretanha e na Irlanda, e foi a maior abertura da história da Working Title Films.

Em 2002, Firth foi visto atuando ao lado de Rupert Everett, Reese Witherspoon e Judi Dench no filme da Miramax Film, “Armadilhas do Coração” (The Importance of Being Earnest). Antes disso, Firth atuou no filme indicado ao Prêmio da Academia "Shakespeare Apaixonado” (Shakespeare In Love) dirigido por John Madden. Firth fez o papel de ‘Lord Wessex’ o cruel marido de ‘Violet De Lesseps’, papel de Gwyneth Paltrow.


Em 1996, Firth atuou no filme com várias indicações ao Oscar, "O Paciente Inglês” (The English Patient), ao lado de Kristen Scott Thomas e Ralph Fiennes. Seus outros créditos em filmes incluem o thriller de Marc Evans “Trauma”, “Tudo que uma Garota Quer” (What a Girl Wants), “Hope Springs”, "Fofocas de Hollywood” (Relative Values), "Terras Perdidas” (A Thousand Acres), com Michelle Pfeiffer e Jessica Lange, “Apartamento Zero” (Apartment Zero), "Tempo de Inocência” (My Life So Far), "The Secret Laughter of Women", o filme de Nick Hornby "Febre de Bola” (Fever Pitch), "Três Amigas e uma Traição” (Circle of Friends), "Um Jogo de Sedução” (Playmaker), e o papel título no filme de Milos Forman “Valmont, Uma História de Seduções" (Valmont) ao lado de Annette Benning.
Para a televisão, Firth é um mentiroso no papel que lhe deu destaque em 1995, quando ele fez o papel de “Sr. Darcy” na adaptação da BBC do clássico “Orgulho e Preconceito” (Pride & Prejudice), pelo qual ele recebeu uma indicação ao BAFTA como Melhor Ator e foi agraciado com o National Television Award como Ator Mais Popular. A mais recente aparição de Firth na televisão foi em 2006 no aclamado filme para TV da BBC “Born Equal” dirigido por Dominic Savage (“Out of Control”). O filme, o qual foi filmado com diálogos improvisados, fala sobre um abastado homem de negócios (Firth) que luta para ajudar os menos afortunados e se vê sugado para dentro da vida deles. Em março de 2004, Firth foi o apresentador da lendária série da NBC “Saturday Night Live”. Ele foi indicado ao Emmy Award em 2001 como Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação no filme da HBO aclamado pela crítica "Conspiração” (Conspiracy) e também recebeu o Royal Television Society Best Actor Award e uma indicação ao BAFTA por sua performance em "Tumbledown". Seus outros créditos na televisão incluem "Windmills on the Clyde: Making Donovan Quick", "Donovan Quick", "The Widowing of Mrs. Holroyd", "Deep Blue Sea", "Reféns” (Hostages), e a mini-série "Nostromo". Sua estréia nos palcos de Londres foi na produção de Another Country da West End no papel de Benett. Ele então foi escolhido para fazer o papel de Judd na adaptação para cinema de 1984 atuando ao lado de Rupert Everett.
Firth é um patrocinador ativo do Oxfam International, uma organização dedicada a lutar contra a pobreza e assuntos relacionados com injustice pelo mundo. Ele é o co-diretor do Café Progreso da Oxfam, uma rede de cafeterias fundada com a intenção de criar uma justa chance de negócios para as cooperativas na Etiópia, Honduras e Indonésia. Em 2006, Firth foi votado “European Campaigner of the Year” pela União Européia.
Firth mora em Londres, Inglaterra com sua esposa Livia e seus filhos.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Marido por Acaso - The Accidental Husband (2008)

  • Then She Found Me (2008)

  • Mamma Mia! – O Filme - Mamma Mia (2008)

  • A Christmas Carol (2007)

  • St. Trinians (2007) * US Release date TBA *

  • Nanny McPhee – A Babá Encantada - Nanny McPhee (2005)

  • Simplesmente Amor - Love Actually (2003)

  • O Diário de Bridget Jones - Bridget Jones’s Diary (2001)



Jim Broadbent - (Arthur)

Jim Broadbent tem construído com sucesso uma lista impressionante de créditos no cinema, na televisão e no teatro para se tornar um dos atores britânicos mais amados, reconhecidos e líderes. Jim recebeu extraordinários elogios da crítica por seu papel em Iris (Iris) (2001) ganhando o Prêmio da Academia e um Globo de Ouro como Melhor Ator Coadjuvante. No mesmo ano, Jim ganhou o BAFTA de Melhor Ator Coadjuvante por seu papel ao lado de Nicole Kidman no filme de Baz Luhrman Moulin Rouge – Amor em Vermelho (Moulin Rouge!) (2001)
Alguns de seus créditos mais importantes incluem o filme de Mike Leigh O Segredo de Vera Drake (Vera Drake) (2004), Bridget Jones no Limite da Razão (Bridget Jones: Edge of Reason) (2004) e I O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones Diary) (2001), o filme de Martin Scorcese Gangues de Nova York (Gangs of New York) (2002) e o altamente elogiado filme de Leigh Topsy Turvy – O Espetáculo (Topsy Turvy) (1999), pelo qual Broadbent ganhou o prêmio de Melhor Ator no Venice Film Festival.
Entre seus outros tantos créditos podemos citar os filmes de Terry Gilliam Os Bandidos do Tempo (Time Bandits) e Brazil – O Filme (Brazil); os filmes de Mike Newell The Good Father e Um Sonho de Primavera (Enchanted April); o filme de Neil Jordan Traídos pelo Desejo (The Crying Game); o filme de Woody Allen Tiros na Broadway (Bullets Over Broadway); os filmes de Richard Loncraine Ricardo III (Richard III) e The Gathering Storm; Laura – A Voz de uma Estrela (Little Voice) de Mark Herman; Bright Young Things de Stephen Fry; o filme de Frank Coraci Volta ao Mundo em 80 Dias (Around The World In 80 Days); e a adaptação para as telas de cinema Feira das Vaidades (Vanity Fair) de Mira Nair.

Seus créditos mais recentes incluem Hot Fuzz (2007), Art School Confidential (2006) e As Crônicas de Nárnia – O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Chronicles of Narnia) (2005). Atualmente eles está filmando Coração de Tinta (Inkheart), a adaptação do livro infantil campeão de vendas de Cornelia Funke da New Line, dirigida por Iain Softley.


Na televisão, Jim ganhou uma indicação ao BAFTA TV por The Young Visitors (2003) assim como indicações ao Globo de Ouro e ao Emmy Nominations pelo clássico da HBO The Gathering Storm (2002). Recentemente, Jim fez uma participação em The Street (2006) para a BBC e em Longford (Longford) (2006) para a HBO / Channel 4.
Tendo começado sua carreira como um assistente de gerente de palco no Regent Park Open Air Theatre, seus maiores créditos no teatro incluem o filme de Richard Eyre The Government Inspector, The Pillowman, e recentemente Theatre of Blood, todos par a o Royal National Theatre. Outros créditos importantes incluem Habeas Corpus de Sam Mendes para o Donmar Warehouse e The Recruiting Officer de Max Stafford Clarke para o Royal Court Theatre.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Hot Fuzz (2007)

  • Moulin Rouge – Amor em Vermelho - Moulin Rouge (2001)

  • Topsy-Turvy – O Espetáculo - Topsy Turvy (1999)

  • Laura – A Voz de Uma Estrela - Little Voice (1998)

  • Tiros na Broadway - Bullets Over Broadway (1992)


Juliet Stevenson - (Kim)

Juliet Stevenson é uma das mais respeitadas atrizes de sua geração. Ela é mais conhecida por sua atuação ao lado de Alan Rickman no filme de Anthony Minghella Um Romance do Outro Mundo (Truly Madly, Deeply), uma performance que deu a ela o Evening Standard Film Award de Melhor Atriz. Seus créditos em filmes mais recentes incluem o filme de Anthony Minghella Invasão de Domicílio (Breaking and Entering), Confidencial (Infamous), Red Mercury, A Previous Engagement, Adorável Julia (Being Julia), O Segredo de Mona Lisa (Mona Lisa Smile), O Herói da Família (Nicholas Nickleby), Food For Love, e Driblando o Destino (Bend It Like Beckham). Juliet participou como uma das três mulheres que dividem o mesmo nome e a mesma tendência sanguinária no filme de Peter Greenaway Afogando em Números (Drowning by Numbers). Outros créditos no cinema incluem Ladder of Swords, o filme de David Jones O Processo (The Trial), o filme de Howard Davies The Secret Rapture, e a adaptação de Douglas McGrath de Emma (Emma) de Jane Austen.
Apesar de Juliet ter ganhado fama por causa de seu trabalho no cinema e na televisão, ela é antes de mais nada uma atriz de teatro. Depois de estudar no Royal Academy of Dramatic Art, Juliet se tornou membro da companhia teatral Royal Shakespeare Company onde rapidamente ela passou dos papéis pequenos para os principais, estrelando Measure for Measure, As You Like It, e Les Liaisons Dangereuses. Juliet se juntou ao National Theatre onde ela solidificou sua posição como uma das melhores atrizes britânicas de teatro em produções como Yerma, Hedda Gabler, Burn This, e Death and the Maiden; uma performance na qual ela ganhou algumas das melhores críticas e também o Laurence Olivier Award e o Time Out Award como Melhor Atriz. Ela fez sua estréia nos palcos americanos na produção de Los Angeles de Scenes From An Execution em 1993, pelo qual ela foi premiada com o LA Drama Critics Circle Award como Melhor Atriz.
Sua carreira na televisão decolou em 1978 quando ela fez uma participação na popular série de TV baseada nos livros de Catherine Cookson, The Mallens. Outros trabalhos memoráveis na televisão incluem Life Story / The Race for Double Helix, Living With Dinosaurs, o qual recebeu um Emmy Award como Melhor Filme Infantil para Televisão, A Doll’s House, The Politician’s Wife, pelo qual ela recebeu uma indicação ao BAFTA, Cider With Rosie, Trial by Fire, The Road from Coorain, The Pact, Hear the Silence, The Snow Queen, e mais recentemente como Annie Pierrepoint, ao lado de Timothy Spall, em O Lavrador de Almas (Pierrepoint).
Juliet ela foi premiada com um CBE em 1999.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Um Romance de Outro Mundo - Truly Madly Deeply (1991)

  • Driblando o Destino - Bend It Like Beckham (2002)

  • O Herói da Família - Nicholas Nickleby (2002)


Gina McKee – (Kathy)

Gina McKee (Kathy) é mais conhecida por seus papéis nos filmes dramáticos para a televisão Our Friends In The North e The Lost Prince para a BC, e na versão da ITV de The Forsyte Saga. Por sua performance como Mary em Our Friends In The North, Gina ganhou três prêmios como Melhor Atriz – o BAFTA, o Royal Television Society Award, e o Broadcasting Press Guild Award.
Sua incrível performance no filme de grande sucesso de bilheteria, Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill), como a deficiente física Bella chamou a atenção do público internacional. Seus créditos mais recentes no cinema incluem o futuro lançamento Desejo e Reparação (Atonement), Scenes Of A Sexual Nature, Mirror Mask, Mickybo And Me, Divinos Segredos (The Divine Secrets of the Yaya Sisterhood), Um Crime de Paixão (The Reckoning), The Zookeeper, e There’s Only One Jimmy Grimble. Antes disso, seus créditos incluem Conversas de Mulheres (Woman Talking Dirty), Wonderland, pelo qual ela recebeu o British Independent Film Award como Melhor Atriz, A Perda da Inocência (The Loss of Sexual Innocence), Crupiê – A Vida em Jogo (Croupier), e Naked.
Para a televisão, Gina recentemente filmou Tsunami: The Aftermath, uma mini série para a HBO que se concentra em um grupo de personagens fictícios envolvidos nos desgastantes dos dias seguintes ao tsunami que devastou a costa da Tailândia dois anos atrás. Seus outros créditos na televisão incluem Lewis, The Lavender List, The Baby War, Dice, The Passion, Mothertime, Beyond Fear, Os Caçadores de Tesourosa (The Treasure Seekers), Element of Doubt, Chest, e Brass Eye.
No teatro, Gina emprestou seus talentos para, entre outras, as produções The Exonerated, Aristocrats, Old Times, e Five Kinds of Silence
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Scenes of a Sexual Nature (2006)

  • Um Lugar Chamado Notting Hill - Notting Hill (1999)

  • Crupiê – A Vida em Jogo - Croupier (1998)


Elaine Cassidy - (Sandra)

Elaine Cassidy é mais conhecida por seu seus papéis em O Fio da Inocência (Felicia's Journey) de Atom Egoyan, pelo qual que recebeu indicações tanto para o Golden Satellite quanto para o Genie Award como Melhor Atriz, e em Disco Pigs (Disco Pigs) de Kirsten Sheridan, ao lado de Cillian Murphy. Seus créditos mais recentes em filmes para o cinema incluem The Truth, The Bay of Love And Sorrow, e no filme de Alexandro Almonaber Os Outros (The Others).
Elaine começou a atuar aos cinco anos de idade, tendo feito sua estréia em uma produção escolar de Pinóquio (Pinocchio). Aos treze anos de idade, ela estrelou o curta-metragem de Geraldine Creed The Stranger Within Me, e em 1996 ela fez sua estréia no cinema no filme da diretora The Sun, The Moon and The Stars, pelo qual ela foi indicada para a categoria de Most Promising Actress no Geneva Film Festival.
Os créditos mais recentes de Elaine na televisão incluem The Ghost Squad e Fingersmith. Outros créditos em televisão incluem Uncle Adolf, Watermelon, The Lost World, Mission Top Secret, e Glenroe.
Nos palcos, ela já atuou em The Night of Dolls, The Children of Lir, Annie and the Witches, Much Ado About Nothing, The Sound of Music, Alice in Wonderland, e Charlie and the Chocolate Factory. Mais recentemente Elaine pode ser vista no papel de Abigail em ‘The Crucible’ de Arthur Miller, no Gielgud Theatre de Londres.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Os Outros - The Others (2001)

  • Disco Pigs - Disco Pigs (2001)



Claire Skinner – (Gillian)

Claire Skinner (Gillian) é uma atriz britânica muito versátil que trabalha no cinema, televisão e no teatro. Seus créditos no cinema incluem o filme de Tim Burton A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (Sleepy Hollow), The Escort, ID, O Retorno de um Nativo (Return of the Native), Juventude Incontrolável (Clockwork Mice), Naked e Life Is Sweet, ambos para o diretor Mike Leigh.
Na televisão, Claire pode ser vista mais recentemente em The Trials of Tony Blair, Um Homem de Família (The Family Man), Class of 76, A Murder Is Announced, O Vingador (Murphy’s Law), Life Begins, The Booze Cruise, Trevor’s World of Sport, The Genius of Mozart, Bedtime, Swallow, e Perfect Strangers. Seus créditos anteriores na televisão incluem Second Sight, A Dance To The Music Of Time, The Peter Principle, The Wingless Bird, Brass Eye, Coogan’s Run, Chef, e Two Golden Balls.
No teatro, Claire estrelou A Winter’s Tale de Nicholas Hytner, and Otelo (Othello) e The Glass Menagerie de Sam Mendes, pelo qual ela recebeu o London Critic’s Circle Best Actress Award, o Time Out Best Actress Award, e uma indicação ao Olivier Award como Melhor Atriz Coadjuvante. Seus outros créditos no teatro incluem The Importance of Being Earnest de Nicholas Hytner, Measure for Measure de Trevor Nunn, Invisible Friends, Talking Steps, Othello, e The Revengers Comedies, todos para Alan Ayckbourn.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • O Diário de Bridget Jones - Bridget Jones’s Diary (2001)

  • A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça - Sleepy Hollow (1999)

  • Naked (1993)


Matthew Beard (Blake)

A primeira aparição de Matthew Beard na televisão foi aos cinco anos de idade no Touch of Frost da YTV. Esse foi o começo de uma década de participações na televisão e no teatro o que poderia ser motivo de muita inveja para outros atores em busca de trabalho – e com o dobro de sua idade!


Seus trabalhos na televisão incluem papéis como ator convidado em Onde Mora o Coração (Where the Heart Is), Fat Friends, e The Royal. Ele fez o papel do jovem Paul Morel em Sons and Lovers, ao lado de Hugo Speer e Sarah Lancashire, e fez o papel de Sam Eustace em The Eustace Brothers, ao lado de Ralph Little e Neil Morrissey. Ele fez o papel principal, Tom, em Um Anjo para May (An Angel for May), e mais recentemente ele fez o papel do jovem Tom em Johnny and the Bomb.
Seus trabalhos no teatro incluem Shane em Brassed Off, Peter em The Railway Children, e Rodney em Everyday Heroes.
Matthew também é presença constante no programa de rádio da BBC Play for Today com papéis em Keeping the Feast, Distant Whispers, War Zone, e A Winters Tale.
Matthew mora em Sheffield, e tem três irmãs menores. Ele é representante de classe em sua escola e encantou sua família quando conquistou 11 estrelas A em seu GCSE (General Certificate of Secondary Education) e 3 A em seu AS (Advanced Subsidiary).
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez - And When Did You Last See Your Father? (2007)



Os Realizadores
Anand Tucker (Diretor)

Depois de dois anos como diretor do carro-chefe da BBC, The Late Show, Anand Tucker se juntou a Oxford Films onde ele fez muitos documentários, incluindo um marcante perfil de Anne Rice, o qual deu a ele um BAFTA em 1993.


Seu primeiro drama, Saint Ex, estrelado por Bruno Ganz como Antoine de St Exupery, escritor de O Pequeno Príncipe. Ele então dirigiu Hilary & Jackie (Hilary and Jackie), o qual recebeu indicações para Emily Watson e Rachel Griffiths, antes de fundar a Archer Street Films e ser o produtor do filme premiado Moça com Brinco de Pérola (Girl With A Pearl Earring).
Seu ultimo filme, estrelado por Clare Danes, Steve Martin e Jason Schwartzmann, baseado na adaptação de Martin de seu próprio livro, estreou como Exibição de Gala no Toronto Film Festival de 2005. A Buena Vista lançou o filme para aclamação da crítica em outubro de 2005.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez - And When Did You Last See Your Father? (2007)

  • A Garota da Vitrine - Shopgirl (2005)

  • Hilary & Jackie - Hilary and Jackie (1998)



Elizabeth Karlsen (Produtora)

Elizabeth Karlsen começou sua carreira na produção de filmes independentes em Nova York, trabalhando com diretores como Bill Sherwood, Zbigniew Rybczinski, Jim Jarmusch e Jean-Baptiste Mondino. Ela retornou para Londres na metade dos anos 80 para trabalhar como Chefe de Produção para a empresa britânica líder na distribuição e produção de filmes independentes Palace Pictures, chefiada por Stephen Woolley e Nik Powell. Lá, ela supervisionou produções como Perigosamente Harlem (A Rage in Harlem) de Bill Duke, estrelado por Danny Glover, Robin Givens e Forest Whittaker, o qual foi apresentado na competição principal do Festival de Cannes; o filme de À Procura do Destino (The Miracle), estrelado por Beverly D’Angelo; o filme de David Leland Luta Decisiva (The Big Man), estrelado por Liam Neeson; o filme de Stephen Gyllenhaal Terra d’Água (Waterland), e o filme de terror de grande sucesso de Richard Stanley Hardware. Ela co-produziu o filme de Neil Jordan Traídos pelo Desejo (The Crying Game), o qual foi indicado para seis Prêmios da Academia incluindo Melhor Filme e deu a Jordan o Oscar de Melhor Roteiro.
Ela continuou a produzir para a Scala Productions de Woolley e Powell onde seus créditos incluem o filme de Terence Davies The Neon Bible, o qual estreou na competição principal do Festival de Cannes; o filme de Mark Herman Laura – A Voz de uma Estrela (Little Voice), o qual recebeu indicações para seis Globos de Ouro incluindo Melhor Ator (o qual Michael Caine acabou ganhando), e uma indicação ao Prêmio da Academia para Brenda Blethyn como Melhor Atriz. O filme também foi indicado para seis Prêmios da Academia Britânica incluindo Melhor Filme. Seus outros créditos incluem o filme de Angela Pope Falsa Moral (Hollow Reed) e o filme de Mark Herman Purely Belter, o qual teve sua estréia no Sundance Film Festival e no Director’s Fortnight do Festival de Cannes. Falsa Moral (Hollow Reed) ganhou o Audience Award no Dinard Film Festival, e Maggie Smith e Judie Dench, as estrelas do lançamento de 2004, Ladies In Lavender, foram indicadas para a categoria Melhor Atriz no European Film Academy Awards por suas atuações.
Seu mais recente créditos em produção Mrs Harris, estrelado por Annette Bening e Ben Kingsley estreou no Toronto Film Festival em setembro de 2005, e foi indicado a um total de 12 Emmy e três Globos de Ouro incluindo Melhor Atriz e Melhor Mini-Série ou Filme Feito para Televisão, dois SAG Awards, um PGA Award, e Elizabeth recebeu o Women’s Image Network Award por Outstanding Made For Television Movie. Em 2006 ela produziu Sixty Six, estrelado por Eddie Marsan e Helena Bonham Carter para a Working Title Films.
Depois de uma longa parceria com Stephen Woolley sob a bandeira a Palace e Scala eles fundaram a Number 9 Films com cede em Londres, a qual foi premiada como uma das mais procuradas empresas de desenvolvimento de filmes no Reino Unido em 2005. Os lançamentos mais recentes da Number 9 Films incluem o filme de estréia de Woolley como diretor Stoned – A História Secreta dos Rolling Stones (Stoned), estrelado por David Morrissey, Paddy Considine e Leo Gregory; o filme de Neil Jordan Café da Manhã em Plutão (Breakfast on Pluto), estelado por Liam Neeson e Cillian Murphy; e o filme com múltiplas indicações do Emmy de Phyllis Nagy Mrs Harris para a HBO.
As futures produções da Number 9 Films incluem o filme de Peter Straughan How To Lose Friends and Alienate People, adaptado do livro campeão de vendas de Toby Young, e estrelado por Simon Pegg; o filme de Julian Schnabel Edith and the Lonely Doll, escrito por Caroline Thompson (A Noiva-Cadáver (The Corpse Bride), Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands)); We Want Sex, uma comédia social passada durante a greve de 1968 na Ford, escrita por Billy Ivory; e o filme de Miguel Arteta Together.


Filmografia – Filmes Selecionados


  • How to Lose Friends and Alienate People (2008)

  • Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez - And When Did You Last See Your Father? (2007)

  • Ladies in Lavender (2004)

  • Traídos pelo Desejo - The Crying Game (1992)

  • Laura – A Voz de uma Estrela - Little Voice (1998)

  • Neon Bible (1995)



Stephen Woolley (Produtor)

Stephen Woolley passou a vida envolvido com filmes e a realização deles. Sua carreira começou em 1976 no Screen on the Green Cinema em Londres onde ele picotava os ingressos, vendia sorvete, projetava os filmes e ajudava a gerenciar o cinema. Depois de trabalhar com o The Other Cinema, ele programou, subseqüentemente foi dono de seu próprio cinema, o The Scala, o qual recebeu elogios pela sua programação variada, original e alternativa. Em 1982, Woolley criou a Palace Video em parceria com Nik Powell, lançando filmes como Eraserhead e Mephisto. Completamente estabelecida no ramo do cinema, um ano depois a Palace adquiriu, comercializou e distribuiu algo como 250 filmes independentes e europeus desde The Evil Dead, Diva, e Merry Christmas, Mr Lawrence até Harry e Sally – Feitos um para o outro (When Harry Met Sally).
Durante esse período, a carreira de Stephen como produtor floresceu, com uma ampla diversidade de filmes aclamados pela crítica e de grande sucesso incluido Absolute Beginners, estrelado por David Bowie, Ray Davies, Patsy Kensit e James Fox, e a comédia sobre dança indicada ao Globo de Ouro Sol, Praia e Amor (Shag), estelara por Bridget Fonda. Também Scandal, estrelado por Joanne Whalley-Kilmer, John Hurt e Bridget Fonda atraiu aclamações fenomenais da crítica e foi um sucesso enorme de bilheteria nos dois lados do Atlântico. Outras produções da Palace incluem Luta Decisiva (The Big Man), estrelada por Liam Neeson e Joanne Whalley-Kilmer; Perigosamente Harlem (A Rage in Harlem), com Forest Whitaker e Danny Glover, e The Pope Must Die, estrelado por Robbie Coltrane. Stephen também atuou como produtor executivo no primeiro e Segundo filmes do diretor Richard Stanley, Hardware e Devil Dust, assim como em Terra d’Água (Waterland), estrelado por Jeremy Irons, e no filme de Terence Davies The Neon Bible.
Café da Manhã em Plutão (Breakfast on Pluto), estrelado por Cillian Murphy e Liam Neeson, serviu como continuação a parceria de longa data de Stephen com o diretor Neil Jordan, a qual começou com A Companhia dos Lobos (The Company of Wolves) em 1983. Suas outras parcerias com Jordan incluem À Procura do Destino (The Miracle), Nó na Garganta (The Butcher Boy), Lance de Sorte (The Good Thief), o filme indicado ao Oscar Fim de Caso (The End of The Affair), Michael Collins – O Preço da Liberdade (Michael Collins), Entrevista com o Vampiro (Interview With A Vampire), e o filme ganhador do Prêmio da Academia Traídos pelo Desejo (The Crying Game), pelo qual Stephen foi premiado como Produtor do Ano pela Producer’s Guild of America em 1992. Stephen também produziu o filme de Jordan indicado ao Oscar Mona Lisa (Mona Lisa). Ele também possui mais de 20 créditos como produtor executivo, incluindo Falsa Moral (Hollow Reed), Amor em Jogo (Fever Pitch), Purely Belter, e Laura – A Voz de uma Estrela (Little Voice).
Stephen foi até pouco tempo presidente do comitê de filmes da BAFTA, onde ele trabalhou por dez anos e foi fundamental na liderança para uma nova era de modernização e sucesso para a British Academy. Ele também foi membro da American Academy.
Em 2005, Stephen fez sua estréia na direção com o filme Stoned – A História Secreta dos Rolling Stones (Stoned), estrelado por Leo Gregory, Paddy Considine, e David Morrisey. Os futuros projetos de Stephen como produtor incluem How To Lose Friends and Alienate People, estrelado por Simon Pegg, escrito por Peter Straughan, e que será dirigido por Bob Weide.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • How to Lose Friends and Alienate People (2008)

  • Quando Você Viu Seu Pai Pela Última Vez - And When Did You Last See Your Father? (2007)

  • Stoned – A História Secreta dos Rolling Stones - Stoned (as Director) (2005)

  • Traídos pelo Desejo - The Crying Game (1992)

  • Escândalo - Scandal (1989)

  • A Companhia dos Lobos - The Company of Wolves (1984)



Blake Morrison (Autor do livro original)

Blake Morrison nasceu em Skipton, Yorkshire. Seus livros incluem duas coleções de poesia, Dark Glasses e The Ballad of the Yorkshire Ripper; duas memórias campeãs de vendas, When Did You Last See Your Father? e Things My Mother Never Told Me; um livro sobre Gutenberg, uma coleção de histórias e ensaios e um livro infantil.
Blake co-editou The Penguin Book of Contemporary British Poetry; com Andrew Motion, e com o ator e diretor Barrie Rutter, ele adaptou várias peças para a companhia de teatro Northern Broadsides. Ele também escreveu três livretos, trabalhando ao lado de Gavin Bryars, Atom Egoyan e Robert Lepage.
Antigo editor literário da Observer and Independent aos domingos, atualmente ele é professor de Creative and Life Writing no Goldsmiths College, Londres. Seu último livro é um romance, South of the River, publicado em março de 2007.
David Nicholls (Roteirista)

David Nicholls estudou Drama e Inglês na Bristol University, antes de se mudar para Nova York, onde ele estudou para ser ator na American Musical and Dramatic Academy.
Voltando para Londres, David trabalhou como ator por oito anos, atuando em várias peças teatrais e passando muitos anos na Royal National Theatre. Depois de um tempo trabalhando como editor de roteiros de televisão, ele começou a trabalhar em tempo integral como roteirista em 1999.
Os créditos de David como roteirista de televisão incluem episódios da série de TV de grande sucesso Cold Feet, assim como da série original Rescue Me , e I Saw You. Seu recente trabalho para a televisão, uma versão moderna de Muito Barulho por Nada (Much Ado About Nothing) para a BBC TV, recebeu aclamações da crítica e uma indicação ao BAFTA como Melhor Drama. Seu mais recente trabalho para o canal da BBC, After Sun, foi ao ar em setembro de 2006.
O primeiro crédito no cinema de David foi como co-roteirista (ao lado do diretor Warchus) na adaptação cinematográfica de Simpático (Simpatico) de Sam Shepard, a qual foi estrelada por Nick Nolte, Jeff Bridges, Albert Finney e Sharon Stone. Ele também escreveu dois romances campeões de vendas, Starter For Ten e The Understudy. Ele, então, adaptou Starter for Ten para o cinema e o filme foi estrelado por James MacAvoy.
Os projetos atuais de Davis incluem um terceiro romance, uma versão para o cinema de The Understudy, e uma nova comédia romântica para a Dreamworks.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Starter for 10 (2006)

  • Simpático - Simpatico (1999)

  • Cold Feet (T.V.) (1997)


Howard Atherton (Diretor de Fotografia)

Os créditos de Howard Atherton incluem o filme de Adrian Lyne Lolita (Lolita), Proposta Indecente (Indecent Proposal), e Atração Fatal (Fatal Attraction); o filme de Michael Bay Bad Boys (Bad Boys); o filme de Ridley Scott Chuva Negra (Black Rain) (fotografia adicional); o filme de Richard Benjamin Minha Mãe é uma Sereia (Mermaids); e o filme de Stephen Sommers Tentáculos (Deep Rising).


Outros de seus créditos recentes incluem o filme de Q Mark The Legend of Simon Conjurer; o filme de Charles Sturridge Lassie; o filme de Brian W Cook Color Me Kubrick: A True…ish Story; o filme de Stefan Schwartz The Abduction Club; e Linhas Cruzadas (Hanging Up) de Diane Keaton.
Howard também trabalhou na televisão, recebendo uma indicação ao Emmy por Outstanding Achievement in Cinematography pelo filme de Charles Sturridge As Viagens de Gulliver (Gulliver’s Travels).
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Bad Boys - Bad Boys (1995)

  • Proposta Indecente - Indecent Proposal (1993)

  • Chuva Negra - Black Rain (1989)

  • Atração Fatal - Fatal Attraction (1987)



Trevor Waite (Editor)

Trevor Waite trabalhou tanto para a televisão quanto para o cinema, trabalhando extensivamente para o diretor Michael Winterbottom em filmes como A Festa Nunca Termina (24 Hour Party People), Riqueza Perdida (The Claim), With Or Without You, Encontros e Desencontros (Wonderland), Desejo Você (I Want You), Bem-Vindo a Sarajevo (Welcome to Sarajevo), Paixão Proibida (Jude), O Beijo da Borboleta (Butterfly Kiss), e Bola pra Frente (Go Now), pelo qual ele ganhou o BAFTA de Melhor Edição.
Recentemente, ele editou o filme de Jeremy Brock Lições de Vida (Driving Lessons), o filme de Kevin Spacey Uma Vida Sem Limites (Beyond The Sea), o filme de Marcus Adams O Caminho do Mal (Octane), e o filme de Shane Meadows Era Uma Vez Uma Família (Once Upon A Time In The Midlands).
Como editor na Thames TV, Trevor cortou inúmeros dramas e documentários, incluindo Hollywood, uma série com 13 partes sobre a história da indústria de filmes americana, e o ganhador do Emmy Chaplin Desconhecido (Unknown Chaplin). Seus mais recentes créditos na televisão incluem Prime Suspect 7: The Final Act, The Girls Who Came To Stay, e Bloodlines.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Lições de Vida - Driving Lessons (2006)

  • Era Uma Vez Uma Família - Once Upon a Time In The Midlands (2002)

  • A Festa Nunca Termina - 24 Hour Party People (2002)



Alice Normington (Designer de Produção)

Alice Normington trabalhou anteriormente com Anand Tucker em Hilary & Jackie (Hilary and Jackie), e no documentário Saint-Ex. Seus outros créditos no cinema incluem o filme de Alek Keshishian Amor e Outros Desastres (Love and Other Disasters); o filme de John Madden A Prova (Proof); o filme de Marc Mudden Miranda (Miranda); o filme de Mike Barker The James Gang; e Tale of A Vampire de Shimako Sato.
Na televisão, Alice ganhou o BAFTA como Melhor Designer de Produção por seu trabalho no filme de Tim Fywell The Woman in White, e recebeu indicações para o BAFTA pela adaptação para a televisão do romance campeão de vendas de Zadie Smith White Teeth, e pelo filme de Julian Jarrold Grandes Esperanças (Great Expectations). Seus outros créditos na televisão incluem o filme de Sara Sugarman Very Annie Mary, e The Secret World of Michael Fry de Mar Munden.
Filmografia– Filmes Selecionados


  • The James Gang (1997)

  • Hilary & Jackie - Hilary and Jackie (1998)

  • A Prova - Proof (2005)


Caroline Harris (Figurinista)

Os créditos de Caroline Harris incluem Ripley Under Ground; O Devorador de Pecados (The Order); Coração de Cavaleiro (A Knight’s Tale); O Corpo (The Body); O Marido Ideal (An Ideal Husband); Ainda Muito Loucos (Still Crazy); Crupiê – A Vida em Jogo (Croupier); A Governanta (The Governess); Trazido pelo Mar (Swept From The Sea); E=mc2; Othello (Othello); Sonhos de Uma Noite de Inverno (A Midwinter’s Tale); e Antes da Chuva (Before The Rain).


Na televisão, seus créditos incluem Stealing Lives, Iron Jawed Angels, (pelo qual ela recebeu uma indicação por Excellence in Costume Design pelo Costume Designers Guild), e Very Annie Mary, pelo qual ela recebeu um Emmy por Outstanding Costumes for a Miniseries.
Filmografia – Filmes Selecionados


  • Crupiê – A Vida em Jogo - Croupier (1998)

  • Ainda Muito Loucos - Still Crazy (1998)

  • Coração de Cavaleiro - A Knight’s Tale (2001)



Christine Blundell (Maquiagem e Estilista de Cabelos)

Christine Blundell ganhou um Prêmio da Academia por Melhor Maquiagem (dividido com Trevor Proud) por seu trabalho no filme Mike Leigh Topsy-Turvy – O Espetáculo (Topsy Turvy), assim como um BAFTA, pelo mesmo filme. Ela trabalhou extensivamente com Mike Leigh em filmes como Life is Sweet, Naked, Segredos e Mentiras (Secrets & Lies), Garotas de Futuro (Career Girls), Agora ou Nunca (All Or Nothing), e Vera Drake (vera Drake), pelo qual ela recebeu uma indicação ao BAFTA por Melhor Cabelo e Maquiagem.
Seus créditos recentes incluem Instinto Selvagem 2 (Basic Instinct 2), Doom – A Porta do Inferno (Doom), O Jardineiro Fiel (The Constant Gardener), Closer – Perto Demais (Closer) (para Natalie Portman), Volta ao Mundo em 80 Dias (Around the World In 80 Days), To Kill A King, 7 Anos no Tibet (Seven Years In Tibet) (para David Thewlis), Ou Tudo Ou Nada (The Full Monty), Hackers – Piratas de Computador (Hackers), e ID.
Na televisão, ela trabalhou em Bertie and Elizabeth, e Lady Chatterley.
Filmografia – Filmes Selecionados

  • Ou Tudo Ou Nada - The Full Monty (1997)

  • Em Busca da Terra do Nunca - Finding Neverland (2004

  • Closer – Perto Demais - Closer (2004)

  • 007 Cassino Royale - Casino Royale (2006)







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