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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
Campus Professor João David Ferreira Lima - TRINDADE
CEP 88040-900 - FLORIANÓPOLIS – SANTA CATARINA
Fone +55 (48) 3721-4075


PLANO DE ENSINO 2015.2
1 IDENTIFICAÇÃO:
Disciplina: CIN7130 Práticas em Arquivo Digital

Carga Horária: 54 H/A - 3 créditos (1 teóricos e 2 práticos)

Oferta: Disciplina Optativa do Curso de Graduação em Arquivologia.

Professor: Angel Freddy Godoy Viera, Dr Eng. e-mail: a.godoy@ufsc.br

e-mail da Disciplina: recinfor@gmail.com

URL: http://www.johuha.ufsc.br , http://rita.ufsc.br:8080/courseware


EMENTA:

Aborda conceitos e características de arquivo digital, sua organização e infraestrutura técnica.Trata dos formatos digitais, da digitalização de documentos, das políticas e projetos de preservação da memória digitais, nacionais e internacionais; Técnicas e instrumentos para o tratamento dos dados de mapas, fotografias, cartografias e demais documentos de imagens, sons e textos; Direitos autorais, propriedade intelectual e licenciamento de software.


2 OBJETIVOS:


2.1 Objetivo Geral:

Capacitar o aluno a compreender os conceitos e características de arquivos digitais, sua organização e infraestrutura técnica.


2.2 Objetivos Específicos:

2.2.1 Identificar os formatos digitais e suas características;


2.2.2 Compreender o processo de digitalização de documentos, políticas e projetos de preservação da memória digitais, nacionais e internacionais;

2.2.3 Compreender técnicas e instrumentos para o tratamento dos dados de mapas, fotografias, cartografias e demais documentos audiovisuais, de imagens, sons e textos;


2.2.4 Conhecer os aspectos de arquivos digitais relacionados a direitos autorais, propriedade intelectual e licenciamento de software.
3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
3.1 Arquivo digital

3.1.1 Conceitos

3.1.2 Características

3.2 Digitalização
3.2.1 Conceitos

3.2.2 Formatos digitais: características

3.2.3 Processo de digitalização de documentos

3.2.4 Políticas de preservação digital

3.2.5 Projetos nacionais e internacionais de preservação da memória digital

3.3 Tratamento de dados

3.3.1 Técnicas e instrumentos

3.3.2 Texto

3.3.3 Imagens

3.3.4 Mapas

3.3.5 Fotografias

3.3.6 Cartografias

3.3.7 Documentos sonoros

3.3.8 Documentos audiovisuais
3.4 Arquivos digitais e legislação
3.4.1 Direitos autorais

3.4.2 Propriedade intelectual

3.4.3 Licenciamento de software
4 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARELLANO, Miguel A. Preservação de documentos digitais. Ci. Inf., vol.33 n.2 Brasília May/Aug. 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-19652004000200002&script=sci_arttext>. Acesso em 20 abr. 2012.
BRUEBACH, Nils. Acesso eletrônico à informação arquivística: vantagens e potenciais das normas de descrição. Acervo, Rio de Janeiro (RJ), v.20, n.1/2, p. 39-46, jan. 2007. Número de chamada: 02 PeriódicoCED
CASTRO, Astréia de Moraes e; CASTRO, Andresa de Moraes e; GASPARIAN, Danuza de Moraes e Castro. Arquivos físicos e digitais. Brasília: Thesaurus, 2007. 192 p.
Conselho Nacional de Arquivos (Brasil). Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos.e-ARQ Brasil: Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos /Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos. 1.1. versão. - Rio de Janeiro : Arquivo Nacional, 2011.
FERREIRA, Miguel. Introdução à preservação digital: conceitos, estratégias e actuais consensos. Guimarães: Universidade do Minho, 2006.
FILIPPI, Patrícia de; LIMA, Solange F. de; CARVALHO, Vânia C. de C. Como tratar coleções de fotografias. 2. ed. São Paulo: Arquivo do Estado de São Paulo, 2002, 93 p. Disponível em: <http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf4.pdf>.
INNARELLI, Humberto C. Preservação de documentos digitais: confiabilidade de mídias de CD-ROM e CD-R. Campinas, UNICAMP, 2006. 169 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica). Universidade Estadual de Campinas, 2006. Disponível em:<http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000384479>.
INNARELLI, Humberto C. Preservação digital e seus dez mandamentos. IN: SANTOS, Vanderlei B. dos; INNARELLI, Humberto C.; SOUZA, Renato T. B. de Arquivística: temas contemporâneos: classificação, preservação digital, gestão do conhecimento. Distrito Federal: SENAC, 2007. p. 19-75.

LOPES, Luis Felipe D.; MONTE, Antônio C. A qualidade dos suportes no armazenamento de informações. Florianópolis: Visual Books, 2004. 104 p.


RONDINELLI, Rosely C. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: uma abordagem teórica da diplomática arquivística contemporânea. 4. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2005. 160 p.
SANTOS, Vanderlei B. dos; INNARELLI, Humberto C.; SOUZA, Renato T. B. de Arquivística: temas contemporâneos: classificação, preservação digital, gestão do conhecimento. Distrito Federal: SENAC, 2007. 224 p.
SEADLE, Michael. A social model for archiving digital serials: LOCKSS. Serialsreview, v.32, n. 2, 2006
THOMAZ, Katia P. Repositórios digitais confiáveis e certificação. Arquivística.net, Rio de janeiro, v.3, n.1, p. 80-89, jan./jun.2007. Disponível em: <http://arquivistica.net/ojs/include/getdoc.php?id=372&article=118&mode=pdf>. Acesso em: 20 abr. 2012.
THOMAZ, Katia P.; SOARES, Antonio J. A preservação digital e o modelo de referência Open ArchivalInformation System (OAIS). DataGramaZero, v. 5, n. 1, fev. 2004.Disponível em: <http://dici.ibict.br/archive/00000342/01/A_preserva%C3%A7%C3%A3o_digital_e_o_modelo_de_refer%C3%AAncia_Open_Achival_System.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2012.
WATERS, Donald J.; BECK, Ingrid. Do microfilme a imagem digital: como executar um projeto para estudo dos meios, custos e benefícios de conversão para imagens digitais de grandes quantidades de documentos preservados em microfilme. Rio de Janeiro: Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos: Arquivo Nacional, 1977. 35p. (Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, 49)
4.1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ARQUIVO NACIONAL (BRASIL) Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. 230p.
BELLOTO, Heloisa L. A terminologia das áreas do saber e do fazer: o caso da arquivística. Acervo, Rio de Janeiro, v.20, n.1/2, p. 47-56, jan. 2007.
BERALDO, V. Como racionalizar o otimizar sistemas de arquivos. São Paulo: Associação de Arquivistas de São Paulo; Arquivo do Estado, 2000. (Projeto Como Fazer, 8) Disponível em: <http://www.arqsp.org.br/?l=biblioteca&&keyword=ARQ-SP+Institucional>.

BRASIL. SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. Instrução normativa n. 01, de 17 de janeiro de 2011. Dispõe sobre os procedimentos para o desenvolvimento, a disponibilização e o uso de Software Público Brasileiro - SPB. Disponível em: <http://www.softwarepublico.gov.br/spb/download/file/in_spb_01.pdf>.


BRITO,Marilza. Metodologia para o tratamento de acervos arquivísticos. Memória da eletricidade, Rio de Janeiro, v.13, p. 5-6, 1990.
CASTRO, Astréa de Moraes, CASTRO, Andresa de Moraes e GASPARIAN, Danuza de Moraes e Castro. Arquivos Físicos e Digitais. Brasília: Thesaurus, 2007.
CASTRO, Astréia de Moraes e; CASTRO, Andresa de Moraes e; GASPARIAN, Danuza de Moraes e Castro. Arquivística - técnica, arquivologia - ciência. Brasília: ABDF, 1985- 2v.

CÔRTE, Adelaide Ramos et al. Avaliação de softwares para bibliotecas e arquivos: uma visão do cenário nacional. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Polis, 2002. 221 p.


HENDRIKS, Klaus B. Armazenagem e manuseio de materiais fotográficos. Rio de Janeiro: MinC / FUNARTE, 1997. (Cadernos técnicos de conservação fotográfica, 1).
INNARELLI, Humberto Celeste. Preservação digital e seus dez mandamentos. IN: SANTOS, Vanderlei Batista dos; INNARELLI, Humberto Celeste; SOUSA, Renato Tarciso Barbosa de. Arquivista: temas contemporâneos: classificação, preservação digital, gestão do conhecimento. Distrito Federal: SENAC, 2007, p 39 a 71d
KEELING, Raph. Gestão de projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2006.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação: com internet. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, c1999. 389p.
MALIN, A. M. B. Gestão da informação governamental: em direção a uma metodologia de avaliação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v.7, n.5, out. 2006. Disponível em: <http://www.dtz.org.br/out06/F_I_art.htm>. Acesso em 31/05/2010.
Manual Normativo de Arquivos Digitais – MANADAplicado à Fiscalização da Secretaria da Receita Previdenciária – SRP. Versão 1.0.0.2. Disponível em: <http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/Previdencia/MANAD/ManualNormativodeArquivosDigitaisV_1002%E2%80%93MANAD.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2012
MARCONDES,Carlos H.; KURAMOTO, Hélio; TOUTAIN, Lídia B. SAYÃO, Luís (org.). Bibliotecas digitais: saberes e práticas. 2. ed. Salvador: EDUFBA, Brasília: IBICT, 2006.
MARCONDES, Carlos H.; SAYÃO, Luis F. Documentos digitais e novas formas de cooperação entre sistemas de informação em C&T. Ci. Inf., Brasília, v. 31, n. 3, p. 42-54, set./dez. 2002.
MOURA, Dácio G.; BARBOSA, Eduardo F. Trabalhando com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais. Petrópolis: Vozes, 2006.
MUSTARDO, Peter; KENNEDY, Nora. Preservação de fotografias: métodos básicos para salvaguardar coleções. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1997. (Projeto conservação preventiva em bibliotecas e arquivos).
PAES, M. L. Gestão de documentos de arquivo. São Paulo: Associação de Arquivistas de São Paulo, 2005. 30p.
PHILLIPS, Joseph. Gerência de projetos de tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 449 p.
RIBEIRO, F. O acesso à informação nos arquivos. Coimbra: Fundação CalousteGulbenkian, 2003. 626p. (Textos universitários de ciências sociais e humanas).
ROBREDO, Jaime. Documentação de hoje e de amanhã: uma abordagem revisitada e contemporânea da ciência da informação e de suas aplicações biblioteconômicas, documentárias, arquivísticas e museológicas. 4. ed. revista e ampliada. Brasília: Edição de autor, 2005. 409p.
ROCHA, Claudia L.; SILVA, Margareth da. Padrões para garantir a preservação e o acesso aos documentos digitais. Acervo, Rio de Janeiro (RJ), v.20, n.1/2, p. 113-124, jan. 2007.
SANTOS, Vanderlei B. dos. Gestão de documentos eletrônicos: uma visão arquivística. 2. ed. rev. aum. Brasília: ABARQ, 2005. 223p.
SCHELLEMBERG, T. R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 6. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 388p.
TAMMARO, Anna Maria; SALARELLI, Alberto. A biblioteca digital. Brasília: Briquet de Lemos, 2008. 377p.
TAURION, Cezar. Software livre: potencialidades e modelos de negócio. Rio de Janeiro e São Paulo: Brasport, 2004. 282p.
TESSITORE, V. Como implantar centros de documentação. São Paulo: Arquivo de Estado; Imprensa Oficial do Estado, 2003. 52p. (Projeto Como Fazer, 9) Disponível em: <http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf9.pdf>.
5 METODOLOGIA

Aulas expositivas, com discussão de textos teóricos e relatos de experiências. Exercícios práticos individuais e em grupo no laboratório de informática; seminários.


6 AVALIAÇÃO

O desempenho dos alunos será avaliado a traves da média simples das avaliações escritas, trabalhos e atividades em sala.

Ao aluno que não comparecer às avaliações ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero). O aluno, que por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar avaliações previstas no plano de ensino (prova, seminários ou trabalhos), excluído as atividades em sala de aula que não poderão ser recuperadas, deverá formalizar pedido de avaliação à Chefia do Departamento do CIN, dentro do prazo de 3 (três) dias úteis. Conforme a Resolução do 017/Cun/97, de 30/09/97.

O aluno com freqüência suficiente (75% das aulas) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e 5,5(cinco vírgula cinco) poderá ao final do semestre, realizar uma prova de recuperação de todo o conteúdo. Para aprovar a disciplina o aluno deverá ter a frequência mínima de 75% das aulas e nota final 6,0.

Todos os trabalhos da disciplina deverão seguir a norma ABNT para trabalhos acadêmicos. Na avaliação dos trabalhos somente serão considerados os nomes dos participantes que constem dentro do trabalho, caso o trabalho seja entregue sem nome não será avaliado e se atribuirá nota 0 (ZERO).

Os trabalhos entregados fora do prazo ou seminários que são apresentados fora da data agendada, com previa autorização do professor da disciplina, terão uma redução de 5% por dia na nota atribuída e nota 0,0 (ZERO) após 8 (OITO) dias de atraso.

Atendimento extraclasse às segundas-feiras das 16:30h às 18:00h, sala 209, Bloco D, CED, realizar agendamento pessoalmente com o professor ou por e-mail para o atendimento.
7 CRONOGRAMA 2015.2

CIN7130 Práticas em Arquivo Digital




Aula

Data

Conteúdo programático

Atividades Previstas

01

13/08

Apresentação. Aula introdutória.

Apresentação do plano de ensino e da turma, definição de grupos de trabalho, registro no Courseware da Disciplina.

02

20/08

Arquivo digital. Documentos Digitais. Conceitos. Características.
Digitalização. Conceitos. Formatos digitais: características


BARBEDO, Francisco. Arquivos Digitais: da origem à maturidade. Cadernos BAD, V. 2, 2005.
CASTRO, Astréa de Moraes. Et al. Arquivos Físicos e Digitais. Brasília: Thesaurus, 2007. VI - Gerenciamento Arquivistico de Documentos (Digitais), p. 69 a 73.
CASTRO, Astréa de Moraes. Et al. Arquivos Físicos e Digitais. Brasília: Thesaurus, 2007. CRIAÇÃO DE SISTEMAS, p. 84 a 91.
TAMMARO, A.M. (2008). A produção do documento digital. p. 35 a 52.
JSTOR/Harvard Object Validation Environment (JHOVE). Disponível em:< http://www.dcc.ac.uk/resources/external/jhove2 >

03

27/08

Processo de digitalização de documentos.



TAMMARO, A.M. (2008). 0 processo de digitalização. p. 52 a 57.
CASTRO, Astréa de Moraes. Et al. Arquivos Físicos e Digitais. Brasília: Thesaurus, 2007. Criação e captura de documentos eletrônicos, p. 92 a 97.
CONARQ. RECOMENDAÇÕES PARA DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS

ARQUIVÍSTICOS PERMANENTES. Abril, 2010.



04

03/09

Digitalização. Políticas de preservação digital. Os dez mandamentos da preservação digital



INNARELLI, H.C. Preservação digital e seus dez mandamentos. 2007, p 39 a 71

05

10/09

Projetos nacionais de preservação da memória digital



CASTRO, Astréa de Moraes. Et al. Arquivos Físicos e Digitais. Brasília: Thesaurus, 2007. PRESERVACAO DE DOCUMENTOS ELETRONICOSCOM PRAZO LONGO DE RETENCA, p. 113 a 124.

Projeto Resgate - Centro de Memória Digital. Disponível em: < http://www.cmd.unb.br/resgate_index.php>


FRANÇA, Henrique E. Iniciativas de preservação da memória jornalística em suporte digital paralelos de ações consolidadas. Conference on Technology, Culture and Memory – CTCM. Strategies for preservation and information access. Disponível em: < http://www.liber.ufpe.br/ctcm/anais/anais_ctcm/5_Iniciat_jornalist.pdf >


06

17/09

Projetos internacionais de preservação da memória digital



DORNELES. Sânderson Lopes. MEMÓRIA E PRESERVAÇÃO DIGITAL DE DOCUMENTOS. Revista de Trabalhos Acadêmicos, Nº 01 - XII Jornada Científica - Campus Niterói – 2010. Disponível em: < http://revista.universo.edu.br/index.php/1reta2/article/view/259 >


07

24/09

Tratamento de dados. Técnicas e instrumentos. Texto. e-mail,


CASTRO, Astréa de Moraes. Et al. Arquivos Físicos e Digitais. Brasília: Thesaurus, 2007. p. 124 a 130
Web2Rights - the Project. Disponível em:< http://www.web2rights.org.uk/>

08

30/04

Tratamento de dados. Imagens. Fotografias.



LACERDA, Aline Lopes de. A fotografia nos arquivos:

produção e sentido de

documentos visuais. História, Ciências, Saúde. v.19, n.1, jan.-mar. 2012, p.283-302. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v19n1/15.pdf>
FILIPPI, Patrícia de; LIMA, Solange F. de; CARVALHO, Vânia C. de C. Como tratar coleções de fotografias. 2. ed. São Paulo: Arquivo do Estado de São Paulo, 2002, 93 p.
DESCRIPTIVE MODELS FOR PHOTOGRAPHIC

MATERIALS. SEPIA deliverable 5.1, Stockholm 26/27 April 2001. Disponível em: http://www.ica.org/download.php?id=625


FREY, F.S.,K. & REILLY, J.M. Digital Imaging for Photographic Collections Foundations for Technical Standards. Society for Imaging Science and Technology and the Rochester Institute of

Technology. 1999. Disponível em:< http://www.ica.org/download.php?id=626>



09

01/10

Avaliação 1





10

08/10

Tratamento de dados. Mapas. Cartografias.

KANTOR, IRIS. Notas sobre a construção da Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da Universidade de São Paulo. 1º. Simposio Brasileiro de Cartografia Histórica. Paraty, 10 a 13 de maio de 2011. Disponível em:
GOMES, Maria do Carmo Andrade e PARRELA, Ivana D. Produção, acumulação e trânsito dos mapas: uma análise comparativa dos acervos cartográficos do Arquivo Público Mineiro e do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte. 1º. Simposio Brasileiro de Cartografia Histórica. Paraty, 10 a 13 de maio de 2011. Disponível em: < https://www.ufmg.br/rededemuseus/crch/simposio/GOMES_MARIA_DO_CARMO_E_PARRELA_IVANA_D.pdf>
SIDCARTA (Sistema de Informação para Documentação Cartográfica: o Espólio da Engenharia Militar Portuguesa). Disponível em:
Projeto Biblioteca Virtual da Cartografia Histórica dos séculos XVI a XVIII. Disponível em: http://consorcio.bn.br/cartografia/projeto.html
Base de Cartografia. Disponível em: < http://catalogos.bn.br/scripts/odwp012k.dll?INDEXLIST=cartografia_pr:cartografia>

11

15/10

Tratamento de dados. Documentos sonoros.


SILVA, Sérgio Conde de Albite. preservação e o acesso de acervos fonográficos – relato de pesquisa. Arquivística.net (www.arquivistica.net), Rio de Janeiro, v.4, n. 2, p 35-58, ago./dez. 2008. Disponível em: < http://www.arquivistica.net/ojs/include/getdoc.php?id=506&article=207&mode=pdf >
SIQUEIRA, Marcelo Nogueira de. O DOCUMENTO VISUAL SOB A PERSPECTIVA ARQUIVÍSTICA: REFLEXÕES, ESTUDOS E PROPOSTAS DA CÂMARA TÉCNICA DE DOCUMENTOS AUDIOVISUAIS, ICONOGRÁFICOS E SONOROS DO CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS. III Encontro Nacional de Estudos da Imagem

03 a 06 de maio de 2011 - Londrina – PR. Disponível em: < http://www.uel.br/eventos/eneimagem/anais2011/trabalhos/pdf/MARCELO%20NOGUEIRA%20DE%20SIQUEIRA.pdf>




12

22/10

Tratamento de dados. Documentos audiovisuais


Training for Audiovisual

Preservation in Europe(TAPE). Audio and video carriers. 2008. Disponível em: http://www.ica.org/download.php?id=614


SILVA, Luiz Antonio Santana da e Madio, Telma Campanha de Carvalho. DOCUMENTAÇÃO AUDIOVISUAL NO FUNDO ELETROPAULO:

FORMAS DE TRATAMENTO E PROPOSTAS DE ACESSIBILIDADE. III SBA – Simpósio Baiano de Arquivologia

26 a 28 de outubro de 2011 – Salvador – Bahia.Disponível em: < http://www.arquivistasbahia.org/3sba/wp-content/uploads/2011/09/Silva-Madio.pdf >


13

29/10

Arquivos digitais e legislação. Direitos autorais. Propriedade intelectual



CASTRO, Astréa de Moraes. Et al. Arquivos Físicos e Digitais. Brasília: Thesaurus, 2007. VI - Gerenciamento Arquivistico de Documentos (Digitais). ESTRUTURA DA GESTAO DE ARQUIVOS DIGITAIS.Legislação, p. 75 a 81.

14

05/11

Licenciamento de software.

SANTOS, J. T. J. e TOUTAIN, L.M.B.B. AUTOMAÇÃO DE UNIDADES DE INFORMAÇÃO ARQUIVÍSTICA: O MODELO ALTERNATIVO DO SOFTWARE LIVRE. Inf. Inf., Londrina, v.12 , n. 2, jul. / dez. 2007. Disponível em: < http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/download/1770/1510 >
LAMPER. S.R. e FLORES. D. Os Sistemas de workflow em arquivística: a identificação dos modelos e a análise das ferramentas. Perspectivas em Ciência da Informação, v.15, n.3, p.216-232, set./dez. 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pci/v15n3/12.pdf >

15

12/11

Softwares de Gerenciamento Arquivistico de Documentos.

Atividade prática, pesquisa na Web.

16

19/11

Softwares de Gerenciamento Arquivistico de Documentos.

Atividade prática.

17

26/11

Softwares de Gerenciamento Arquivistico de Documentos.

Atividade prática.

18

03/12

Avaliação 2




19

10/12

Prova de Recuperação




Observação: Outras leituras poderão ser solicitadas durante o semestre. O cronograma poderá ser alterado conforme habilidades demonstradas pelos alunos.


Verificar quadro de horários de reserva do LABINFOR para a disciplina. Nessas datas as aulas serão no LABINFOR nos outros dias serão em sala de aula.

Início do semestre letivo 2015.2: 10/ago/2015



Fim do semestre letivo 2015.2: 12/dez/2015



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