Universidade federal do pampa unipampa



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4. AVALIAÇÃO

A avaliação institucional compreende a auto-avaliação do Curso e o acompanhamento de egressos.

A Comissão Própria de Avaliação da Universidade Federal do Pampa – CPA/UNIPAMPA – é um órgão colegiado permanente constituído pela Portaria nº 697, de 26 de março de 2010, que assegura a participação de todos os segmentos da comunidade universitária e da sociedade civil organizada. O papel primordial da CPA é a condução dos processos de avaliação internos da Instituição, de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP, conforme a lei do SINAES (10.861/2004). Considerando as características multicampi, a CPA/UNIPAMPA é constituída por: Comitês Locais de Avaliação (CLA) em cada campus e Comissão Central de Avaliação de toda a UNIPAMPA .

O Comitê Local de Avaliação (CPA) do Campus Bagé é composto por um representante docente, por um representante do corpo técnico-administrativo em educação, um representante discente e um representante da sociedade civil. As atribuições do Comitê Local de Avaliação são a de sensibilizar a comunidade acadêmica do respectivo Campus para os processos de avaliação institucional; de desenvolver os processos de auto-avaliação no Campus, conforme o projeto de auto-avaliação da Universidade e orientações da Comissão Central de Avaliação; organizar reuniões sistemáticas para desenvolver suas atividades; sistematizar e prestar as informações solicitadas pela Comissão Central de Avaliação.

A avaliação e a auto-avaliação do Curso seguem princípios e procedimentos previstos pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e, em conformidade com o Projeto Institucional (PI) e com o Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI), são compreendidas como processos contínuos que visam ao monitoramento das ações desenvolvidas e sua adequação à realidade, permitindo reformulações das práticas pedagógicas, bem como das concepções que fundamentam este documento. Visam também a aperfeiçoar e a melhorar a qualidade das ações e opções cotidianas, tornando a coordenação ciente das preocupações, demandas e problemas apresentados por alunos e professores.

A avaliação é planejada pela Comissão de Curso e executada por todos os envolvidos no processo – docentes e discentes. A síntese e a análise dos dados são feitas por comissão instituída para esse fim. Seguindo os padrões do INEP, compreende-se que esses ciclos sejam tri anuais. Como indicadores que permitem avaliar o Curso, é feito um levantamento dos seguintes itens:

• composição do quadro docente em termos quantitativos e qualitativos;

• produção intelectual docente;

• projetos e programas de pesquisa vinculados ao Curso;

• projetos e programas de ensino vinculados ao Curso;

• projetos e programas de extensão vinculados ao Curso;

• instalações físicas (existência e condições);

• equipamentos e recursos.

Prevê-se a participação de todos os envolvidos com o Curso nos processos de auto-avaliação e a utilização do levantamento de dados proposto a seguir para o replanejamento do Curso:

• reuniões periódicas da Comissão de Curso e do NDE, para se avaliarem a oferta do Curso e as demandas apresentadas pelos alunos;

• questionários a serem preenchidos pelos alunos, utilizando formulários online, com o objetivo de coletar dados para subsidiar a Comissão de Curso e o NDE em suas decisões;

• avaliação pelos discentes dos procedimentos e práticas pedagógicas, dos instrumentos de avaliação utilizados no Curso e a infraestrutura;

• debates, com a comunidade do Curso, com a finalidade de divulgar resultados dos dados coletados pelos diferentes instrumentos e determinar ações para melhoria contínua do Curso;

• ouvidoria, a ser disponibilizada na página do Curso, para que a comunidade pertencente ao Curso de Matemática possa se comunicar com a coordenação do mesmo;

• utilização dos resultados obtidos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), dentre outros.



Prevê-se que o egresso do Curso de Matemática da UNIPAMPA/Bagé tenha apoio permanente e estímulo à formação continuada através de sua participação em atividades de ensino e extensão promovidas pela Instituição, como o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Além disso, prevê-se o acompanhamento dos egressos do Curso de Matemática por meio de questionários ou entrevistas que possibilitem saber a área de atuação do egresso, as percepções sobre a formação recebida, divulgando possíveis atividades de formação continuada, entre outros.


5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CNE. Resolução CNE/CP nº 01/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002. Seção 1, p. 31. Republicada por ter saído com incorreção do original no D.O.U. de 4 de março de 2002. Seção 1, p. 8.
CNE. Resolução CNE/CP nº 02/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 4 de março de 2002. Seção 1, p. 9.
CNE. PARECER CNE/CP nº 3/2004. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 19/5/2004, Seção 1, p. 19
CNE. PARECER CNE/CES 1.302/2001. Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura. Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15.
CNE. RESOLUÇÃO CNE/CES 3, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. Publicado no Diário Oficial da União, Brasília, 25 de fevereiro de 2003. Seção 1, p. 13.
MEC. Portaria do MEC no. 2253 de 18 de outubro de 2001. Publicada no Diário Oficial da União em 19 de outubro de 2001 na Seção 1 – Pág. 18.
MEC. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Publicada no Diário Oficial da União em 15 de abril de 2004 na Seção – Pág. 03.
LDB, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999. Publicada no Diário Oficial da União em 28/ de abril de 1999.
UNIPAMPA, Universidade Federal do Pampa. Resolução Nº 5, de 17 de junho de 2010. Regimento Geral da Universidade.
UNIPAMPA, Universidade Federal do Pampa. Resolução Nº 29, de 28 de abril de 2011. Normas básicas de graduação, controle e registro das atividades acadêmicas.
UNIPAMPA, Universidade Federal do Pampa. Projeto Institucional Unipampa, de 16 de agosto de 2009.
6. APÊNDICES
APÊNDICE I - REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO

I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

  1. As atividades complementares do Curso de Matemática compreendem aquelas não previstas na matriz curricular do Curso, cujo objetivo seja o de proporcionar aos alunos uma participação em experiências diversificadas que contribuam para sua formação humana e profissional.

  2. O aluno deverá cumprir o mínimo de duzentas (200) horas de atividades complementares de graduação, no decorrer do Curso, como requisito para a colação de grau.

  3. Ao validar as 200 horas de atividades complementares de graduação o aluno terá os créditos correspondentes lançados no seu histórico escolar.

  4. O Coordenador do Curso de Matemática designará uma comissão para analisar os requerimentos dos alunos e registrar a carga-horária das atividades desenvolvidas pelos mesmos que forem consideradas válidas.

II - Das Atividades

  1. As atividades complementares de graduação classificam-se em 4 (quatro) grupos:

Grupo 1 - Atividades de Ensino

Grupo 2 - Atividades de Pesquisa

Grupo 3 - Atividades de Extensão

Grupo 4 – Atividades Culturais e Artísticas, Sociais e de Gestão.



GRUPO I: Atividades de Ensino

Entendem-se como passíveis de inclusão no grupo de Ensino, entre outras, as seguintes atividades:



  1. Componentes curriculares cursadas na UNIPAMPA ou em outras instituições de ensino superior, desde que aprovadas pela Comissão de Curso e não previstas na matriz curricular do Curso;

  2. Cursos nas áreas de informática e/ou língua estrangeira, realizados durante o Curso de Matemática;

  3. Componentes curriculares que constam na relação de componentes curriculares optativas do Curso de Matemática, desde que não tenham sido utilizadas para contabilizar as 150 horas de componentes curriculares optativas;

  4. Monitorias de componentes curriculares pertencentes ao Curso de Matemática, ou equivalentes;

  5. Participação em Projetos de Ensino da UNIPAMPA;

  6. Participação em Cursos de Aperfeiçoamento.

GRUPO II: Atividades de Pesquisa

Entendem-se como passíveis de inclusão no grupo de Pesquisa, entre outras, as seguintes atividades:



  1. Participação em projetos de pesquisa da UNIPAMPA, ou de outras instituições de ensino superior, ou de centros de pesquisa de nível equivalente ou superior, relacionados com os objetivos do Curso de Matemática;

  2. Publicação de artigo científico em revistas, jornais e/ou anais de congressos;

  3. Publicação de livro e/ou capítulo de livro.

GRUPO III: Atividades de Extensão

Entendem-se como passíveis de inclusão no grupo de Extensão, entre outras, as seguintes atividades:

1. Participação em projetos de extensão da UNIPAMPA, ou de outras instituições de ensino superior, ou de centros de pesquisa de nível equivalente ou superior relacionados com os objetivos do Curso de Matemática;

2. Estágios extra-curriculares;

3. Organizar e ministrar cursos e/ou minicursos;

4. Participação como ouvinte em eventos variados das áreas de Matemática, Educação Matemática e/ou áreas afins como: seminários, simpósios, congressos e semanas acadêmicas, palestras etc;

5. Apresentação de trabalhos em eventos variados das áreas de Matemática, Educação Matemática e/ou áreas afins como: seminários, simpósios, congressos e semanas acadêmicas;

6. Organização de eventos;

7. Participação como conferencista em conferências, palestras, mesas redondas etc;

GRUPO IV: Atividades Culturais e Artísticas, Sociais e de Gestão.

Entendem-se como passíveis de inclusão no grupo de Atividades Culturais e Artística, Sociais e de Gestão, entre outras, as seguintes atividades:



    1. Participação em atividades culturais em eventos;

    2. Organização e/ou participação em sessões de vídeos, exposições, grupos teatrais etc;

    3. Participação na organização de campanhas e outras atividades de caráter social.

    4. Premiação referente a trabalho acadêmico, de pesquisa, de extensão ou de cultura.

    5. Representação discente em órgãos colegiados;

    6. Representação discente em diretórios acadêmicos (DCE, UNE, DA, etc).

  1. Será considerado o máximo de 80 horas num mesmo grupo de atividades (ensino, pesquisa, extensão, cultural e artística, social e de gestão).

  2. Com base no Art. 105 da Resolução nº 29 de 28 de abril de 2011, o aluno deverá cumprir a carga horária mínima de 10% (dez por cento), ou seja, 20 horas, em cada um dos quatro grupos supracitados.

  3. O discente poderá realizar as atividades durante as férias.

  4. O aproveitamento da carga horária e os requisitos de comprovação seguirão os seguintes critérios:




ATIVIDADES DE ENSINO

Categoria

Subcategoria

Carga Horária Registrada

Documentação

Componentes curriculares do Ensino Superior

Áreas afins ao Curso

Carga horária do componente curricular.

(máximo de 60h na subcategoria)



Comprovante de que cursou o componente curricular e obteve aprovação.

Outras áreas

Carga horária do componente curricular.

(máximo de 60h na subcategoria)



Cursos de língua estrangeira

Qualquer idioma

15h por semestre cursado (máximo de 60h na categoria).

Comprovante de aprovação.

Cursos de informática

Cursos de informática

Carga horária do curso (máximo de 30h na categoria).

Comprovante.

Monitorias

Monitorias

20h por semestre de monitoria (máximo de 60h na categoria).

Declaração do orientador.

Projetos de ensino

Participação na equipe de trabalho

Carga horária definida no projeto (máximo de 60h na subcategoria).

Declaração do professor responsável pelo projeto.

Participação como público-alvo

Carga horária discriminada no certificado (máximo de 30h na subcategoria).

Certificado.

Cursos de aperfeiçoamento

Áreas afins ao Curso

Carga horária do curso (máximo de 60h na categoria)

Comprovante/

certificado.



Participação em programas institucionais

PIBID, PET ou equivalentes

Carga horária definida no programa

(máximo de 60h na categoria)



Certificado ou declaração do professor responsável

ATIVIDADES DE PESQUISA

Categoria

Subcategoria

Carga Horária Registrada

Documentação

Participação em pesquisa

Projeto de pesquisa registrado em Instituição

Carga horária definida no projeto (máximo de 60h na categoria).

Declaração do orientador.

Participação em grupo de estudos

Grupo de estudos registrado em Instituição

Carga horária definida pelo coordenador do grupo (máximo de 30h na categoria)

Declaração do coordenador do grupo.

Apresentação de trabalho de pesquisa em eventos.

Evento nacional

20h

Certificado de apresentação.

Evento internacional

30h

Publicação de artigo científico (ou com aceite final de publicação) em periódico especializado, com comissão editorial


Publicação nacional

60h

Cópia do trabalho ou carta de aceite.

Publicação internacional

60h

Trabalho completo publicado em evento

Evento nacional

40h

Cópia dos anais (publicação do trabalho)

Evento internacional

60h

Resumo expandido publicado em evento (na área ou áreas afins)

Evento nacional

30h

Cópia dos anais (publicação do resumo)

Evento internacional

40h

Resumo publicado em evento (na área ou áreas afins)

Evento nacional

20h

Cópia dos anais (publicação do resumo)

Evento internacional

30h

Publicação de artigo de opinião, assinado, em periódico de divulgação popular, jornal ou revista não-científica.

Áreas afins ao Curso

10h

Cópia do artigo.

Outras áreas

5h

Publicação de livro

Áreas afins ao Curso

60h

Cópia da capa do livro ou da folha de rosto que conste o(s) nome(s) do(s) autor(es).

Outras áreas

60h

Publicação de capítulo de livro

Áreas afins ao Curso

30h

Cópia da ficha catalográfica, do sumário e da página inicial do capítulo.

Outras áreas

30h

ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Categoria

Subcategoria

Carga Horária Registrada

Documentação

Participação em projetos de extensão

Projeto de extensão registrado em Instituição

Carga horária definida no projeto (máximo de 60h na categoria).

Declaração do orientador.

Estágios extracurriculares

Estágio não obrigatório em área afim ao Curso.

20h por semestre (máximo de 60h na categoria).

Contrato e atestado/certificado com descrição das atividades desenvolvidas.

Ministração de cursos e minicursos

Curso ministrado

1h por hora

ministrada

(validando-se

no máximo

20h/curso)


Comprovante/

certificado



Participação em eventos

Áreas afins ao Curso

Carga horária do evento (máximo de 60h na subcategoria)

Certificado/

Comprovante com carga horária (caso não conste a carga horária, anexar a programação do evento).



Outras áreas

50% da carga horária do evento (máximo de 40h na subcategoria)

Apresentação de trabalhos em eventos de extensão

Áreas afins ao Curso

20h (máximo de 60h na subcategoria)

Comprovante/

certificado.



Outras áreas

10h (máximo de 30h na subcategoria)

Organização de eventos

Eventos da UNIPAMPA

30h (máximo de 60h na subcategoria)

Comprovante/

certificado.



Eventos externos

20h (máximo de 30h na subcategoria)

Participação como conferencista (conferências, palestras, mesas-redondas)

Áreas afins ao Curso

20h (máximo de 40h na subcategoria)

Comprovante/

certificado.



Outras áreas

10h (máximo de 20h na subcategoria)

ATIVIDADES CULTURAIS E ARTÍSTICAS, SOCIAIS E DE GESTÃO

Categoria

Subcategoria

Carga Horária Registrada

Documentação

Atuação em atividades culturais

Eventos da UNIPAMPA

10h (máximo de 40h na subcategoria)

Comprovante e relato reflexivo.

Eventos externos

5h (máximo de 20h na subcategoria)

Participação em atividades culturais (expectador)

Eventos da UNIPAMPA

5h (máximo de 30h na subcategoria)

Comprovante e relato reflexivo.

Eventos externos

2h (máximo de 20h na subcategoria)

Comprovante (ingresso, ticket, etc.) e relato descritivo e crítico do evento.

Organização de atividades culturais

Eventos da UNIPAMPA

10h (máximo de 40h na subcategoria)

Comprovante

Eventos externos

5h (máximo de 20h na subcategoria)

Premiação referente a trabalho acadêmico, de pesquisa, de extensão, artístico, social, cultural ou de gestão.

Premiação

20h (máximo de 40h na categoria)

Comprovante

Organização de campanhas e outras atividades de caráter social

Organização de campanhas

10h (máximo de 40h na categoria)

Comprovante e relato reflexivo.

Trabalho social em escolas

Trabalho voluntário

20h por semestre (máximo de 60h na categoria)

Comprovante e relatório.

Representação em órgãos colegiados

Representação em órgãos colegiados

2h por reunião (máximo de 30h na categoria)

Comprovante/Ata

Representação em diretórios acadêmicos

Representação em diretórios acadêmicos

10h por semestre (máximo de 30h na categoria)

Comprovante/Ata

Atividade de iniciação à Gestão Acadêmica

Atividades realizadas em algum setor técnico-administrativo da universidade

20h por semestre. (máximo de 60h na categoria)

Certificado ou outro documento comprobatório do setor


III - DAS RESPONSABILIDADES DOS DISCENTES

  1. Caberá ao discente realizar as atividades complementares de graduação visando à complementação de sua formação como Licenciado em Matemática.

  2. Caberá ao discente requerer por escrito à Coordenação do Curso, via Secretaria Acadêmica, no período informado no Calendário Acadêmico da UNIPAMPA, a validação da carga horária cumprida em ACG em seu histórico escolar.

  3. O discente deverá anexar ao seu requerimento os comprovantes cabíveis, podendo a comissão responsável recusar a atividade se considerar em desacordo com as atividades previstas no quadro acima.

  4. Os documentos que o discente tiver interesse em manter consigo deverão ser apresentados em duas vias (original e cópia), sendo-lhe o original devolvido imediatamente após conferência da cópia.

IV - DISPOSIÇÕES FINAIS

  1. A Comissão do Curso de Matemática poderá alterar ou complementar este regulamento, desde que estas alterações não tragam prejuízos aos discentes que já realizaram ou estão realizando atividades complementares.

  2. Atividades não previstas neste regulamento e/ou sem comprovantes poderão ser contabilizadas desde que aprovadas pela Comissão do Curso de Matemática.

  3. Os casos omissos serão apreciados e deliberados pela Comissão do Curso de Matemática.

  4. Este Regulamento entra em vigor a partir da data de sua aprovação, revogando-se as disposições em contrário.


APÊNDICE II – NORMAS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
I – Atribuições e responsabilidades


  • Do professor coordenador do componente curricular TCC I:

- Oferecer aos alunos a oportunidade de refletir sobre as modalidades de pesquisa em Educação Matemática e em Matemática, bem como conhecer o que é um projeto de pesquisa, uma monografia, sua estrutura e as normas técnicas que regem sua escrita.

- Orientar os discentes na escolha do orientador levando em consideração a área de interesse de pesquisa dos mesmos e as respectivas áreas de formação e de pesquisa dos professores.

- Informar os alunos e os orientadores sobre a regulamentação do TCC.

- Esclarecer dúvidas de alunos e orientadores.

- Manter contato frequente com os orientadores e alunos para ciência das atividades que ambos estão desenvolvendo.

- Acompanhar o processo de avaliação dos discentes.

- Providenciar a substituição de orientador nos casos de impedimento definitivo e justificado.

- Organizar o cronograma do componente curricular prevendo a apresentação dos projetos, entrega dos mesmos e repasse para avaliação dos pareceristas.

- Organizar a atividade de apresentação dos projetos em sessão pública.

- Receber dos orientadores o projeto final, bem como a ficha de acompanhamento e avaliação do aluno.

- Submeter o projeto à avaliação de um parecerista.

- Registrar as atividades e avaliações correspondentes às etapas de TCC I.

- Repassar ao professor coordenador de TCC II os projetos aprovados em TCC I.


  • Do professor coordenador do componente curricular TCC II:

- Orientar os alunos com relação à redação de uma monografia e às normas técnicas que envolvem a escrita de um trabalho acadêmico.

- Manter contato com os orientadores e alunos para acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos.

- Informar os alunos e os orientadores sobre a regulamentação do TCC.

- Esclarecer dúvidas de alunos e orientadores.

- Acompanhar o processo de avaliação dos discentes.

- Providenciar a substituição de orientador nos casos de impedimento definitivo e justificado.

- Definir as datas e horários para a defesa pública das monografias, respeitando o planejamento dos orientadores, alunos e membros da banca.

- Definir os avaliadores em comum acordo com o orientador e compor as Bancas de Avaliação.

- Encaminhar questões administrativas referentes às defesas e divulgar as datas e locais das mesmas.

- Distribuir as monografias aos membros da banca com antecedência de 10 dias à data da defesa.

- Registrar as atividades e avaliações, bem como receber os exemplares finais (impressos e digitais) para encaminhamento à Coordenação de Curso, à biblioteca e aos membros da banca.


  • Do orientador:

- Auxiliar, orientar e avaliar o aluno em todas as etapas de elaboração do projeto e da monografia.

- Encaminhar um cronograma de orientações, assinado por ele e pelo aluno, ao professor coordenador.

- Manter contato com seu orientando, registrando a presença do mesmo nas atividades programadas de orientação.

- Acompanhar o orientando no cumprimento das correções em virtude das sugestões feitas pelo parecerista do projeto e pelos membros da banca de defesa.

- Respeitar os prazos definidos pelo coordenador do componente curricular para entrega ao mesmo das versões preliminares e definitivas do projeto e da monografia.

- Notificar por escrito aos professores coordenadores de TCC I e TCC II qualquer mudança de planejamento, bem como dificuldades enfrentadas no processo de orientação, principalmente aquelas relacionadas a plágio.

- Sugerir nomes para composição das bancas de defesa.

- Encaminhar o projeto para apreciação do Comitê de Ética em Pesquisa da Unipampa ou equivalente, quando o mesmo incluir pesquisa com seres humanos.

- Ser coresponsável pela observação dos aspectos éticos e legais na execução e redação do TCC, em relação a plágio, integral ou parcial, à utilização de textos sem a correta identificação do autor, bem como pela atenção à utilização de obras adquiridas como se fossem da autoria do orientando. (Parágrafo único do Art.121 da Resolução nº 29 de 28 de abril de 2011).

- Estar ciente dessa regulamentação.




  • Do aluno:

- Definir o tema do projeto em comum acordo com o seu orientador.

- Ser responsável pela observação dos aspectos éticos e legais na execução e redação do TCC, especialmente em relação a plágio.

- Elaborar e submeter o projeto nos prazos definidos pelo coordenador de TCCI e com anuência formal do orientador.

- Elaborar e submeter a monografia nos prazos definidos pelo coordenador de TCC II e com anuência formal do orientador.

- Comparecer às reuniões de orientação definidas em comum acordo com seu orientador.

- Comparecer em dia, hora e local determinados para apresentar o seu projeto de pesquisa.

- Comparecer em dia, hora e local determinados para apresentar e defender o seu TCC.

- Comunicar formalmente aos coordenadores das componentes curriculares TCC I e TCC II quaisquer alterações no planejamento, bem como dificuldades enfrentadas no processo de orientação.

- Autorizar a publicação de seu TCC na Biblioteca do seu respectivo Campus.

- Estar ciente dessa regulamentação.




  • Da Comissão de Curso:

- Deliberar sobre prazos para alteração de projetos aprovados em TCC I.

- Avaliar e deliberar sobre solicitações de mudança de orientador.

- Discutir e decidir sobre os casos omissos.

- Estar ciente dessa regulamentação.


II - Avaliação
De TCC I

A avaliação do rendimento do aluno em TCC I será feita com base no seu progresso enquanto pesquisador e na sua capacidade de divulgação escrita e oral dos resultados de sua pesquisa, inicialmente na forma de um projeto.

Os instrumentos de avaliação de TCC I serão:

- Uma ficha de acompanhamento e avaliação do aluno, a ser preenchida pelo orientador, conforme o modelo abaixo:





Ficha de Acompanhamento e Avaliação do Orientando

Orientador:

Aluno:


Título do Projeto:

Data

Nº de horas

Assuntos tratados

Assin. do

orientador



Assin. do aluno

Início

Término







































































































































































































AVALIAÇÃO

Comparecimento e rendimento nos encontros de orientação

Máximo de dois pontos

Capacidade de pesquisa e empenho na confecção do projeto

Máximo de dois pontos

Capacidade de redação e de organização de trabalho acadêmico

Máximo de dois pontos

Atenção às sugestões do orientador

Máximo de dois pontos

Apresentação oral do projeto

Máximo de dois pontos

TOTAL

Máximo de dez pontos

Local e data.

_________(Assinatura do orientador)______________

(Nome do orientador)






  • Um parecer do projeto realizado por professor indicado pelo coordenador do componente curricular, conforme os seguintes critérios:



Parecer do Projeto

Título do projeto:

Parecerista:



O projeto de pesquisa está redigido adequadamente?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em parte



Sugestões

Os objetivos estão claros?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em parte



Sugestões

A metodologia está adequada aos objetivos propostos?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em parte



Sugestões

O referencial teórico é pertinente ao desenvolvimento do tema?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em parte



Sugestões

O desenvolvimento do projeto é possível de acordo com o cronograma proposto?

( ) Sim ( ) Não ( ) Em parte



Sugestões

Atribua uma nota de cinco à dez para o projeto avaliado:

Local e data.

______(Assinatura do Parecerista)________

(Nome do Parecerista)


A avaliação final de TCC I será composta pela média aritmética das avaliações do orientador e do parecerista.


De TCC II

O desenvolvimento do projeto aprovado em TCC I culminará num trabalho monográfico que será avaliado por uma banca composta pelo orientador e por mais dois professores definidos pelo orientador e pelo coordenador do componente curricular.

A defesa oral do trabalho de conclusão será pública, com dia, horário e local divulgados no mural e no site do Curso de Matemática. As notas serão atribuídas em sessão secreta ao final da arguição do aluno e, logo a seguir, em sessão pública, será lida a ata da defesa, na qual constará a nota final do aluno.

Cada membro da banca atribuirá nota de 0 a 10,0 (zero a dez) para o trabalho escrito e nota de 0 a 10,0 (zero a dez) para a defesa oral, conforme os critérios descritos nas tabelas abaixo.

A nota parcial será a média aritmética dos valores totais atribuídos por cada avaliador no trabalho escrito e na apresentação oral. A nota final será a média aritmética das notas parciais atribuídas pelos membros avaliadores da banca.



Avaliação do Trabalho Escrito

Critérios

Valor

Consistência teórica (adequação do referencial teórico, qualidade das resenhas, nível de discussão, articulação entre os temas abordados).

2,0


Clareza metodológica (introdução, objetivos, conclusão, organização estrutural e condução do trabalho).

2,0

Relação teoria e prática (vinculação da análise à(s) teoria(s) apresentada(s);

qualidade/profundidade da análise).



2,0

Relevância e/ou viabilidade de execução

2,0

Respeito às normas da ABNT.

1,0

Ortografia e coerência gramatical

1,0

Total

10,0




Avaliação da Defesa Oral

Critérios

Valor

Relevância e clareza da apresentação do trabalho

2,0

Domínio do assunto

2,0

Tempo de apresentação

2,0

Desempenho na arguição

3,0

Uso adequado dos recursos audiovisuais

1,0

Total

10,0



III – Disposições Finais
Os casos omissos a este regulamento serão discutidos e deliberados pela Comissão do Curso de Matemática.

IV – Modelo de Capa

Segundo especificações do estabelecidas no Manual para Elaboração e Normalização de Trabalhos Acadêmicos – conforme normas da ABNT, disponibilizado pela UNIPAMPA, a capa é um elemento obrigatório que deverá conter centralizado os seguintes elementos:

- nome da Instituição (Universidade Federal do Pampa),

- nome do autor;

- título;

- subtítulo (se houver);

- natureza do trabalho;

- número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume);

- local (cidade onde deve ser apresentado);

- ano (da entrega).

Observação: As demais instruções sobre formatação dos Trabalhos de Conclusão de Curso estão no Manual para Elaboração e Normalização de Trabalhos Acadêmicos – conforme normas da ABNT, disponibilizado pela UNIPAMPA.



UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA


NOME DO AUTOR

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO (se houver subtítulo)

VOLUME N (se houver mais de um)

BAGÉ-RS, ANO




APÊNDICE III – REGRAS DE TRANSIÇÃO DE CURRÍCULO
Considerando a necessidade de adequação do currículo às novas demandas verificadas no decorrer deste semestre, algumas mudanças foram implementadas procurando assim constituir este novo currículo mais adequado aos objetivos do Curso.

A tabela abaixo apresenta os componentes curriculares e suas respectivas equivalências. Todo aluno ingressante a partir de 2014/1 deverá obrigatoriamente migrar para o novo currículo.


Tabela2 – Equivalência dos componentes curriculares do Currículo vigente em 2013/2 e do Currículo 2014/1:

CURRÍCULO 2013/2

CURRÍCULO 2014/1

COMPONENTE CURRICULAR

CH

COMPONENTE CURRICULAR

CH

Elementos de Geometria Analítica

60 h

Geometria Analítica

60 h

Aritmética

60 h

Álgebra I

60 h

Álgebra I

60 h

Álgebra II

60 h

Geometria Quantitativa I

60 h

Geometria Plana

60 h

Geometria Quantitativa II

60 h

Geometria Espacial

60 h

LEMA I ou LEMA II (*)

60h

LEF

60h

LEMA III

60h

LEM

60h

Tecnologias Aplicadas ao Ensino de Matemática

60h

SAMA

60h

Estágio I

90h

Estágio de Práticas Interdisciplinares

90h

Estágio II

90h

Estágio de Observação

90h

Instrumentação para o Ensino de Matemática I

60h

Instrumentação para o Ensino Fundamental

60h

Instrumentação para o Ensino de Matemática II

60h

Instrumentação para o Ensino Médio

60h

(*) Os alunos que já tiverem cursado LEMA I poderão optar em ficar no currículo antigo e cursar o LEMA II, ou se optarem trocar para o currículo novo terão equivalência para o LEF. Caso o aluno tenha cursado LEMA I e também LEMA II e opte por trocar para o currículo novo, essa última componente curricular contará como atividade complementar.



APÊNDICE IV – REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO DE MATEMÁTICA
CAPÍTULO I

DAS CONSIDERAÇÕES GERAIS

Art.1º -O presente Regimento regula e disciplina as atribuições e o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Matemática da UNIPAMPA - Campus Bagé.

Art.2º-O Núcleo Docente Estruturante (NDE), de que trata o presente Regimento, é o órgão consultivo, responsável pela construção, implantação, consolidação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) do Curso de Matemática da UNIPAMPA - Campus Bagé, segundo as recomendações da Resolução CONAES Nº 1 de 17 de junho de 2010.
CAPÍTULO II

DAS ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Art.3º -São atribuições do NDE do Curso de Matemática:

a) Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso definindo sua concepção e fundamentos, zelando pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em licenciaturas e outros pareceres e resoluções emanadas do CNE e MEC;

b) Estabelecer e contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do Curso;

c) Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo respeitando os eixos estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Licenciaturas e o Projeto Pedagógico do Curso;

d) Analisar os planos de ensino dos componentes curriculares ofertados pelo Curso de Matemática;

e) Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular e submetê-los à aprovação pela Comissão do Curso de Matemática;

f) Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do Curso e dos componentes curriculares ofertados, definidas na Comissão do Curso de Matemática, respeitando as diretrizes da Comissão Própria de Avaliação (CPA);

g) Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas ao Curso de Matemática;

h) Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso;

i) Propor os candidatos a coordenador e vice-coordenador do Curso para eleição à Comissão do Curso de Licencitura em Matemática;

j) Propor alterações de espaço designados ao Curso de Matemática;

k) Indicar à Comissão do Curso de Matemática o perfil dos docentes para concurso.


CAPÍTULO III

DA CONSTITUIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Art. 4º. O Núcleo Docente Estruturante:

a) Será constituído por no mínimo de 5 (cinco) professores e no máximo 8 (oito) professores pertencentes ao corpo docente que ingressaram em concurso vinculado ao Curso de Matemática e que ministram componentes curriculares regularmente no Curso;

b) Pelo menos 60% dos componentes do NDE devem possuir titulação acadêmica obtidas em programas de pós-graduação stricto sensu;

c) Todos os membros devem ter regime de trabalho integral com dedicação exclusiva na UNIPAMPA.

d) O NDE será presidido por um docente eleito por seus pares, com mandato de 18 (dezoito) meses, com possibilidade de recondução.

Art. 5º. A indicação dos componentes do NDE será realizada pela Comissão de Curso de Matemática, para um mandato de 3 (três) anos, com possibilidade de recondução.

Parágrafo 1º: Será fornecida Portaria aos membros do NDE pela reitoria da UNIPAMPA e/ ou Direção do Campus.

Parágrafo 2º: No caso de um membro do NDE não comparecer a 2 (duas) reuniões consecutivas e/ou 3 (três) ao longo de 1 (um) ano, sem justificativa, o Presidente do NDE deverá comunicar à Comissão do Curso de Matemática, e esta indicará um novo componente para substituí-lo.
CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Art.6º. Compete ao Presidente do NDE:

a) Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto, inclusive o de qualidade;

b) Representar o NDE junto aos órgãos acadêmicos e administrativos da UNIPAMPA;

c) Encaminhar as deliberações e propostas do NDE, aos setores competentes da UNIPAMPA;

d) Designar um integrante do NDE para secretariar e lavrar as atas das reuniões;

e) Indicar e apoiar representação e participação de integrantes do NDE em diferentes instâncias acadêmicas.


CAPÍTULO V

DAS REUNIÕES

Art. 7º - O NDE reunir-se-á, ordinariamente, por convocação do seu Presidente, 1 (uma) vez ao mês, no mínimo, e extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros.

Parágrafo 1º -As reuniões ordinárias do NDE serão estabelecidas para cada semestre curricular;

Parágrafo 2º -A pauta da reunião do NDE deverá ser encaminhada por seu Presidente no prazo mínimo de 2 (dois) dias antes da próxima reunião.

Art.8º - As decisões do Núcleo serão tomadas por maioria simples de votos com base no número de presentes em reunião formalmente agendada.
CAPÍTULO VI

DOS ENCAMINHAMENTOS

Art. 10º - As decisões aprovadas pelo NDE serão encaminhadas para conhecimento à Comissão de Curso de Matemática. Posteriormente a demais órgãos e comissões superiores da Instituição.
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 11º. Os casos omissos serão discutidos pelo NDE, encaminhados a Comissão do Curso de Matemática e, diante da limitação deste, pelo órgão superior, de acordo com o que dispõe o Regimento Geral.

Art. 12º. O presente Regimento entra em vigor após aprovação pela Comissão do Curso de Matemática da UNIPAMPA/Campus Bagé.

Art. 13º. Este regimento entra em vigor a partir desta data.

Bagé, 07 de maio de 2013.

APÊNDICE V – REGIMENTO DA COMISSÃO DE CURSO DO CURSO DE MATEMÁTICA

O Regimento da Comissão de Curso, aprovado pela Comissão Local de Ensino do Campus Bagé no dia 18 de julho de 2014, regula e disciplina as atribuições e o funcionamento da Comissão de Curso do Curso de Matemática – Licenciatura do Campus Bagé.


CAPÍTULO I

DAS CONSIDERAÇÕES GERAIS

Art.1º – O presente Regimento regula e disciplina as atribuições e o funcionamento da Comissão de Curso do Curso de Matemática – Licenciatura do Campus Bagé.
Art.2º- A Comissão de Curso, de que trata o presente Regimento, é o órgão deliberativo, e que tem por finalidade viabilizar a construção e implementação do Projeto Pedagógico de Curso (PPC), as alterações de currículo, a discussão de temas relacionados ao curso, bem como planejar, executar e avaliar as respectivas atividades acadêmicas do Curso de Matemática – Licenciatura do Campus Bagé, conforme recomendações do Art. 97 da Resolução Nº 05 de 17 de junho de 2010.
CAPÍTULO II

DAS ATRIBUIÇÕES DA COMISSÃO DE CURSO

Art. 3º- São atribuições da Comissão de Curso do Curso de Matemática – Licenciatura:

I – Deliberar sobre propostas de alterações do Projeto Pedagógico do Curso elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) definindo sua concepção e fundamentos, zelando pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso e outros pareceres e resoluções emanadas do CNE e MEC;

II – Estabelecer e contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

III – Zelar pela integração curricular interdisciplinar, horizontal e vertical, entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo respeitando os eixos estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Matemática - Licenciatura e pelo PPC;

IV – Analisar, propor e/ou deliberar sobre os planos de ensino dos componentes curriculares que integram a matriz curricular do Curso;

V – Analisar e deliberar sobre propostas de normativas internas do Curso, sejam elas, administrativas e/ou pedagógicas;

VI – Supervisionar e definir as formas de avaliação e acompanhamento do curso e dos componentes curriculares que integram a matriz curricular, definidas na Comissão do Curso de Matemática – Licenciatura, respeitando as diretrizes da Comissão Própria de Avaliação (CPA);

VII – Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de necessidades do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas ao Curso de Matemática – Licenciatura;

VIII – Deliberar sobre compra de equipamentos de acordo com as necessidades pertinentes ao ensino, pesquisa e extensão de acordo com as políticas públicas relativas ao Curso de Matemática – Licenciatura;

IX – Deliberar sobre as alterações de espaço físico designado ao Curso de Matemática – Licenciatura;

X – Deliberar sobre o perfil dos docentes para concurso;

XI – Avaliar o desempenho dos prováveis formandos para a concessão de Láurea Acadêmica de acordo com os critérios previstos na norma de outorga do Prêmio de “Láurea Acadêmica Destaque da Graduação”, do Curso de Matemática – Licenciatura.



CAPÍTULO III

DA COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO DE CURSO

Art. 5º. Compõem a Comissão de Curso:

I - o Coordenador de Curso;

II - os docentes que atuam no Curso;

III - representação discente eleita por seus pares;

IV - representação dos servidores técnico-administrativos em educação atuante no Curso, eleita por seus pares.



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