Universidade federal de juiz de fora faculdade de engenharia departamento de arquitetura e urbanismo



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AUR050_Projeto de Arquitetura e Urbanismo VIII Prof. LUCIANE TASCA



UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

FACULDADE DE ENGENHARIA

DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO



PLANO DE CURSO

PROJETO DE ARQUITETURA E URBANISMO VIII (AUR050)

Professora: LUCIANE TASCA


Carga Horária: 90 h/aula _ terças e quintas 10:00 às 13:00 hs

Número de Créditos: 6



1. EMENTA:

Projetos de recuperação e reciclagem. Áreas marginais e degradadas. Renovação ou reciclagem


2. PROGRAMA DA DISCIPLINA:

Integração de espaços marginais à cidade formal / Áreas degradadas e renovação urbana / Avaliação pós-ocupação dos edifícios e destinação destes para fins diferentes do projetado / Reciclagem e restauração / Metodologia de pesquisa para reciclagem de edifícios / Técnicas de projeto / Modificação de estruturas, novas instalações gerais e substituição de materiais / Temas sugeridos: RECICLAGEM DE EDIFÍCIOS/ RENOVAÇÃO URBANA DE ÁREA DEGRADADA, DETALHANDO OS EDIFÍCIOS.


3. TEMA PROPOSTO: RENOVAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA
4. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:

Discussões teóricas, aulas práticas, estudos de casos, exibições de vídeos, viagem (se possível) e elaboração de projeto arquitetônico e urbanístico e orientações



OBS: AS ORIENTAÇÕES CONTRIBUEM PARA A SOLUÇÃO DE DÚVIDAS POSSIBILITANDO MAIOR INTIMIDADE COM O PROCESSO DE CRIAÇÃO. PARA SEREM ORIENTADAS AS EQUIPES DEVERÃO ESTAR PRESENTES EM SALA DE AULA ATÉ ÀS 10:30 HS, LISTANDO SEUS NOMES NO QUADRO POR ORDEM DE CHEGADA. NÃO SERÃO ORIENTADAS AS EQUIPES QUE NÃO ESTIVEREM COMPLETAS ATÉ O HORÁRIO DETERMINADO. A AVALIAÇÃO DESTA ETAPA INCLUIRÁ A ANÁLISE DO DIÁRIO DE PROJETO, QUE DEVERÁ SER APRESENTADO JUNTAMENTE COM A APRESENTAÇÃO FINAL DO PROJETO INTEGRADO. ESTE DIÁRIO SERÁ O INSTRUMENTO DE CONTROLE DO ANDAMENTO DAS ORIENTAÇÕES E EXECUÇÃO DOS EXERCÍCIOS E DO PROJETO FINAL, DEVENDO ESTAR PRESENTE ÀS ORIENTAÇÕES, CONSTANDO DATA, ALUNOS PRESENTES, DÚVIDAS, AUXÍLIOS DIÁRIOS E ANDAMENTO DO PROJETO.
5. CONTEÚDO:

UNIDADE

01

TEORIAS E EXPERIÊNCIAS SOBRE PROJETOS URBANOS

  • CHOAY, F. El reino de lo urbano y la muerte de la ciudad. In: (Ed.). Visiones urbanas: Europa 1870-1933: La ciudad del artista, la ciudad del arquitecto. Madrid: Electa-CCCB, v.23-33, 1994.

  • KOOLHAAS, R. A Cidade Genérica. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2006.

  • PORTAS, N. El surgimiento del proyecto urbano. Perspectivas Urbanas / Urban Perspectives, n.3. 2003. Disponível em: http://urbipedia.net/index.php/El_surgimiento_del_proyecto_urbano_(Nuno_Portas)

  • VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de (org). A Lapa boêmia na cidade do Rio de Janeiro: um processo de regeneração cultural? Projetos e Intervenções e dinâmicas do lugar. In: Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. Barueri, SP: Manole, 2009. Cap 3. p.67 a 101.

  • ______________________________________________________________. Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura: um projeto de requalificação da antiga área portuária de Fortaleza – CE. In: Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. Barueri, SP: Manole, 2009. Cap 3. p.251 a 273.

  • VIRILIO, P. O Espaço Crítico e as Perspectivas do Tempo Real. Primeira parte: A Cidade Superposta. Rio de Janeiro: Editora 34. 1993 (TRANS) Pg. 07-21

UNIDADE

02

MICRO URBANISMO

Apresentação do conceito através de estudos de caso. Metodologia de projeto urbano em pequena escala. Desenvolvimento de um Projeto Urbano em microescala.

Projetos Parciais


UNIDADE

03

ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO EM PROJETOS URBANOS E

DIAGNÓSTICO TEÓRICO PRÁTICO

ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO: conceitos operativos; parâmetros urbanísticos a serem utilizados; programa; recorte; impactos esperados; justificativas.

DIAGNÓSTICO TEÓRICO PRÁTICO: sistema de fluxos; sistema de espaços (públicos, verdes, etc); preexistências urbanísticas; estrutura interna do projeto (acessos, pontos focais, linhas de força, visadas, etc ; usos (público, privado, etc); massa edificada (taxas de ocupação, gabaritos, etc); estratégias de projeto e implantação (operação urbana, viabilização, agentes, tempo, parcerias, acupunturas, etc)

ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO EM JUIZ DE FORA

a questão urbana em Juiz de Fora (desenvolvimento, desigualdade, ordem urbana) / evolução e morfologia urbana / patrimônio construído, grandes equipamentos urbanos e impactos ambientais / trânsito e sistema viário / bairros, tipologia edilícia e caracterização da paisagem urbana, vazios urbanos, áreas deterioradas e/ou em processo de obsolescência / uso, ocupação e valor imobiliário do solo urbano/ padrões sócio-econômicos


UNIDADE

04

PROJETO URBANO

Aproximação dos trechos da intervenção urbana a ser definida para cada grupo e desenvolvimento de um projeto urbano em nível de estudo preliminar, procurando explorar seus aspectos conceituais e funcionais, além do aprimoramento dos temas trabalhados nos exercícios projetuais anteriores.




6. ETAPAS E AVALIAÇÃO:

Instrumentos: Dinâmica de Grupo, Projetos Parciais e Projeto Final

Critérios: Modalidade de avaliação somatório totalizando 100 pts. Aquele que atingir 70 pts considera-se aprovado.

OBS: TODAS AS ATIVIDADES DESTA DISCIPLINA SERÃO EM GRUPOS DE 3 ALUNOS (SALVO MUDANÇAS NA FAE DE 01/2011




1ª AVALIAÇÃO

Projetos Urbanos Contemporâneos: Lições Possíveis

15 pts

2ª AVALIAÇÃO

Uma Rua e Microurbanismo

20 pts

3ª AVALIAÇÃO

Diagnóstico Teórico e Prático

25 pts

4ª AVALIAÇÃO

Projeto Urbano

40 pts


7. CRONOGRAMA DE AULAS:

AULA

DATA

CONTEÚDO


AGOSTO

1

09

Apresentação da Disciplina / Programa

2

11

UNIDADE 01: TEORIAS E EXPERIÊNCIAS SOBRE PROJETOS URBANOS

Inserção na Temática Contemporânea sobre Projetos Urbanos



3

16

Inserção na Temática Contemporânea sobre Projetos Urbanos

4

18

Dinâmica de Grupo de Análise de Projetos

5

23

1ª AVALIAÇÃO

Projetos Urbanos Contemporâneos: Lições Possíveis

Análise de Projetos com forma de apresentação livre, devendo constar de resumo a ser entregue a todos os grupos, além de fotos explicativas, referentes aos projetos escolhidos (serão sugeridos projetos para análise). VALOR 15 pts




6

25

7

30

UNIDADE 02: MICRO URBANISMO

Projetos Parciais

Exercício 01: UMA RUA

Desenvolvimento de um projeto de uma rua (A DEFINIR) em uma extensão de 80m com um cruzamento de vias e ponto de ônibus na via principal.

ENTREGA:


O trabalho será entregue em 1 prancha A1, com faixa de 5 cm na base inferior reservada para dados gerais do grupo e projeto: disciplina, autores, semestre/ano, dados do local da intervenção (endereço, cidade, área total). Deverão ser considerados os seguintes desenhos:

- Planta baixa – 1/100

- Seção transversal – 1/100

Os materiais e equipamentos utilizados deverão ser especificados na prancha.

AVALIAÇÃO: A avaliação desta etapa terá como critérios a adequação dos sistemas de infraestrutura no espaço projetual assim como a correta especificação de materiais. A representação gráfica também faz parte da avaliação.


SETEMBRO

8

01

Exercício 01: UMA RUA

9

06

Exercício 01: UMA RUA

10

08

Exercício 02: MICRO URBANISMO

Serão selecionados micro espaços urbanos de Juiz de Fora para o desenvolvimento de um projeto urbano considerando todos os elementos necessários para qualificá-lo.

ENTREGA:

O trabalho será entregue em 1 prancha A1, com faixa de 5 cm na base inferior reservada para dados gerais do grupo e projeto: disciplina, autores, semestre/ano, dados do local da intervenção (endereço, cidade, área total).

OBSERVAÇÕES

- A estruturação da apresentação gráfica terá como foco um público leigo, portanto, deverá ter caráter didático.

- Cada grupo deverá selecionar as reflexões urbanísticas da disciplina que sejam pertinentes para seu objeto de trabalho. Estas reflexões deverão constar em um breve texto a ser entregue em anexo ao trabalho (formato A4) – 1 página.

- A apresentação deverá ser focada na demonstração das melhorias feitas no local de intervenção, neste sentido é desejável utilizar os recursos gráficos para demonstrar a situação atual e a proposta.

CONTEÚDO

- breve parágrafo explicativo sobre a pertinência do sítio escolhido e o conceito norteador da intervenção;

- a escolha dos desenhos assim como a escala dos mesmos ficará a cargo da equipe de projeto. São impresncindíveis os seguintes desenhos:

- implantação mostrando a área selecionada em relação a área central da cidade (triângulo: Rio Branco, Independência e Getúlio Vargas);

- planta baixa (escala a ser definida de acordo com a área escolhida);

- corte – mínimo: 01 (escala a ser definida de acordo com a área escolhida);

- fotos originais do local escolhido;

- mínimo de 2 perspectivas gerais do projeto;

- fotoinserção da intervenção

AVALIAÇÃO;

A avaliação desta etapa terá como critérios:

- adequação das bases conceituais

- adequação dos sistemas de infraestrutura no espaço projetual e correta especificação de materiais e mobiliário

- apresentação e representação gráfica



11

13

Exercício 02: MICRO URBANISMO

12

15

Exercício 02: MICRO URBANISMO

13

20

2ª AVALIAÇÃO: UMA RUA E MICROURBANISMO

ENTREGA E APRESENTAÇÃO VALOR 20 pts



14

22

15

27

UNIDADE 03: ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO EM PROJETOS URBANOS E DIAGNÓSTICO TEÓRICO PRÁTICO

VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de (org). Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. Barueri, SP: Manole, 2009. Cap 1. p.01 a 51.


Estratégias de Intervenção

Sugestão de terreno: Terreirão do Samba



16

29

Visita técnica ao terreno

OUTUBRO

17

04

Estratégias de Intervenção em Juiz de Fora

Análise em conjunto e discussão sobre o terreno e entorno



18

06

Diagnóstico Teórico e Prático

19

11

3ª AVALIAÇÃO: Diagnóstico Teórico e Prático

ENTREGA E APRESENTAÇÃO VALOR 25 pts



20

13

UNIDADE 04: PROJETO URBANO

Orientação (em data show e/ou impresso)


APRESENTAÇÃO: programa, memorial descritivo, justificativa da proposta de intervenção/conceito, croquis, perspectivas, planta baixa (escala a partir do projeto em questão), corte (escala a partir do projeto em questão), maquetes eletrônicas, apresentação de vídeos, slides (desde que não contenham partes essenciais da apresentação e sim, material extra, tempo máximo 5 min para este tipo de apresentação) Formato A1 máximo de 4 pranchas.

AVALIAÇÃO: clareza nas explicitações conceituais no projeto; coerência entre programa e proposta; materialidade plástico-formal; aspectos de funcionalidade; materialidade técnica-construtiva; qualidade da representação gráfica do projeto e comunicação visual das pranchas; qualidade da apresentação oral, etc.



21

18

Projeto Urbano: Orientação

22

20

Projeto Urbano: Orientação

23

25

Projeto Urbano: Orientação

24

27

Projeto Urbano: Orientação

NOVEMBRO

25

01

Projeto Urbano: Orientação

26

03

Projeto Urbano: Orientação

27

08

Projeto Urbano: Orientação

28

10

Projeto Urbano: Orientação

15/11/11 FERIADO PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

29

17

4ª AVALIAÇÃO: Projeto Urbano

APRESENTAÇÃO / FECHAMENTO VALOR 40 pts



30

22




24

ENTREGA DAS NOTAS

DEZEMBRO


8. BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • LERNER, Jaime. Acunpuntura Urbana. Rio de Janeiro: Record, 2003.

  • MASCARÓ, Juan Luis (org). Infra-estrutura da Paisagem. Porto Alegre, RS: Masquatro Editora, 2008


9. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:


  • ACIOLY, Cláudio e DAVIDSON, Forbes. Densidade Urbana: um instrumento de planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.

  • ALEX, Sun. Projeto da Praça – convívio e exclusão no espaço público. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2008.

  • ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE JUIZ DE FORA. 2007. Base de Dados 2006. Centro de Pesquisas Sociais. Universidade Federal de Juiz de Fora. Juiz de Fora, 2006. Disponível em: http:// www.pjf.mg.gov.br

  • ARANTES, Otília, VAINER, Carlos e MARICATO, Ermínia. A cidade do pensamento único: desmanchando consensos. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.

  • ATLAS SOCIAL - JUIZ DE FORA: DIAGNÓSTICO. Prefeitura de Juiz de Fora: Gisele Machado Tavares (org). Juiz de Fora (MG): Prefeitura de Juiz de Fora, 2006. Disponível em: http:// www.pjf.mg.gov.br

  • BACON, Edmund N. Design of Cities. Londres: Thames and Huston Ltda. 1995.

  • BORJA, J. & CASTELLS, M. Planes Estratégicos: del Plan Territorial a los Proyectos Urbanos. In: Cadernos IPPUR/UFRJ. Ano XI, n.1 e 2. jan/dez 1997. p. 207-231. Rio de Janeiro: UFRJ/IPPUR, 1097.

  • BRASIL. ESTATUTO DA CIDADE. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: Lei n. 10.257, de julho de 2001, que estabelece diretrizes gerais de política urbana. Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 2002. Disponível em http://www.estatutodacidade.org.br

  • CALVINO, Ítalo. As Cidades Invisíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

  • CAMPOS FILHO, Cândido Malta. Cidades Brasileiras: seu controle ou o caos: o que os cidadão devem fazer para a humanização das cidades no Brasil. São Paulo: Studio Nobel, 1992.

  • CHOAY, F. El reino de lo urbano y la muerte de la ciudad. In: (Ed.). Visiones urbanas: Europa 1870-1933: La ciudad del artista, la ciudad del arquitecto. Madrid: Electa-CCCB, v.23-33, 1994.

  • CULLEN, Gordon. Paisagem urbana. Lisboa: Edições 70, 1983

  • DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São Paulo: PINI, 1990.

  • GOUVÊA, Luiz Alberto. Cidadevida. São Paulo: Nobel, 2008.

  • HERTZBERGER, Herman. Lições de Arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

  • JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

  • KOOLHAAS, R. A Cidade Genérica. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2006.

  • LIMA JUNIOR, Pedro de Novais. Uma estratégia chamada “planejamento estratégico”; deslocamentos espaciais e atribuição de sentidos na terapia do planejamento urbano. Rio de Janeiro: 7Letras, 2010.

  • _____________________________Ideologia e Representação do Espaço no Planejamento Estratégico de Cidades. In: Cadernos IPPUR/UFRJ. Ano XIV, n. 2. ago/dez 2000. p. 143-166. Rio de Janeiro: UFRJ/IPPUR, 2000.

  • LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

  • MACEDO, S. S.; SAKATA, Francine G. Parques urbanos no Brasil. São Paulo: Imprensa Oficial SP, 2003.

  • MARICATO, Ermínia. Brasil, cidades: alternativas para a crise urbana. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008

  • ___________________. Brasil 2000: qual planejamento urbano?. In: Cadernos IPPUR?UFRJ. Ano XI, n.1 e 2, jan/dez 1997. p113-130. Rio de Janeiro: UFRJ/IPPUR, 1997.

  • MACHADO, Denise B.P.; PEREIRA, Margareth S.; SILVA, Rachel C.M. Urbanismo em Questão. Rio de Janeiro: UFRJ/PROURB, 2003.

  • MASCARÓ, Lucia. Ambiência Urbana. Porto Alegre: Masquatro, 2005.

  • _________________. Vegetação Urbana. Porto Alegre, RS: Masquatro Editora, 2010

  • OLIVEIRA, Miriam Monteiro. Plano Estratégico e diretor de Juiz de Fora: modelos contraditórios ou complementares?. Dissertação (Mestrado em Planejamento Urbano e Regional). Universidade Federal do Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: 2006.

  • PENERAI, Philippe. Análise urbana. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2006.

  • PIÑÓN, Helio. Teoria do Projeto. Porto Alegre: Livraria do Arquiteto, 2006

  • PLANO ESTRATÉGICO DE JUIZ DE FORA. Diagnóstico Plano JF. Juiz de Fora. Disponível em: http:// www.jfservice.com.br/planojf.

  • PORTAS, N. El surgimiento del proyecto urbano. Perspectivas Urbanas / Urban Perspectives, n.3. 2003. Disponível em:http://urbipedia.net/index.php/El_surgimiento_del_proyecto_urbano_(Nuno_Portas)

  • PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Rio Cidade: o urbanismo de volta às ruas. IPLANRIO. Rio de Janeiro: MAUAD, 1996

  • PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA. Lei do Parcelamento do Solo, Código de Edificações, Lei de Uso e Ocupação do Solo. Juiz de Fora: IPPLAN/JF, 1987.

  • PREFEITURA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA. Lei n.9811/00. Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano. IPPLAN/JF, 2000. Disponível em: http:// www.pjf.mg.gov.br.

  • REZENDE, Vera. Planejamento Urbano e Ideologia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982.

  • ROBBA, Fabio; MACEDO, Silvio. Praças Brasileiras. São Paulo: EdUSP: Imprensa Oficial de São Paulo, 2003.

  • ROSSI, Aldo. Arquitetura da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

  • SÁNCHEZ, Fernanda. A reinvenção das cidades para um mercado mundial. Chapecó: Argos, 2003.

  • ____________________.Cidade espetáculo: política, planejamento e city marketing. Curitiba: Palavra, 1997.

  • SANTOS, Carlos Nelson F. dos. A cidade como um jogo de cartas. Niterói/São Paulo: Editora da Universidade Federal Fluminense/ Projeto Editora, 1988

  • SERRA, Josep Ma. ELEMENTOS URBANOS mobiliario y microarquitectura/ URBAN ELEMENTS furniture and microarchitecture. Barcelona: Gustavo Gili, 1996

  • SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à gestão urbanos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.

  • TASCA, Luciane. As contradições e complementaridades nas leis urbanas de Juiz de Fora: dos planos aos projetos de intervenção. Tese (doutorado) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional, 2010.

  • _______________. Juiz de Fora na Década de 90: a produção do ambiente construído urbano. Dissertação (Mestrado em Planejamento Urbano e Regional). Universidade Federal do Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: 2002.

  • TUAN, Yi-fu. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. São Paulo: Difel, 1980

  • VARGAS, Heliana Comin; CASTILHO, Ana Luisa Howard de (org). Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados. Barueri, SP: Manole, 2009.

  • VENTURI, Robert. Aprendendo com Las Vegas. São Paulo: Cosac & Naify, 2003

  • VIRILIO, P. O Espaço Crítico e as Perspectivas do Tempo Real. Primeira parte: A Cidade Superposta. Rio de Janeiro: Editora 34. 1993 (TRANS) Pg. 07-21

  • WALTER, Theodore D. Plan Graphics. New York: Van Nostrand Reinhold, 1990.

  • ZAERA-POLO, A. “Order out of Chaos,” in Architectural Design (AD) 64, no. 3, 1994, pp. 24-29. (Tradução)








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