Um médico do trabalho, meu amigo, acabou por revelar, sem intenção, que o meu colega sofre de uma doença infecto-contagiosa gr



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Encontro30.10.2018
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Um médico do trabalho, meu amigo, acabou por revelar, sem intenção, que o meu colega, e amigo de ambos, sofre de uma doença infecto-contagiosa grave. Costuma almoçar todos os dias na cantina da empresa. Apesar de não me ter autorizado a revelação de qualquer informação, acabou por sugerir para ter muito cuidado com a partilha das casas de banho. Ontem um colega perguntou-me se sabia o que se passa com esse colega, na medida em que o tem achado muito abatido e amarelado. Divulgo ou não.
A empresa em que trabalho está sofrer várias remodelações, entre as quais o fecho da delegação do Norte. Neste momento estou a namorar com uma pessoa que está 3º ano de um curso superior e cujo projecto pessoal e profissional não passa por sair do país.. Dão-me a escolher uma de duas hipóteses: saída sem indemnização ou trabalhar na delegação de Berlim, com um contrato de permanência de três anos. Aceito ou não.
Há dois anos assinei um contrato de exclusividade, no qual era explícita uma cláusula que me impossibilita de divulgar quaisquer informações relativas tanto ao funcionamento, como procedimentos técnicos. Recentemente veiculam rumores da fragilidade económica do grupo e fala-se da possibilidade de despedimentos em massa no meu sector. Na semana passada fui contactado por uma empresa concorrente, que se encontra em franca expansão, e que me ofereceu o dobro do salário, com a condição de divulgação das informações que me comprometi a guardar. Aceito ou não.


Estudo de CASO
Encontro-me a liderar uma equipa técnica há uma semana. Esta equipa é constituída por dois técnicos, com formação intermédia (nível III), e quatro engenheiros técnicos, com idades compreendidas entre os 35 e 50 anos. A avaliação anual de desempenho do ano anterior demonstrou que a equipa que agora dirijo apresentou níveis de produtividade bastante satisfatórios, ainda que com algum atraso no cumprimento de prazos.
Apesar destes indicadores, o colega que anteriormente dirigia esta equipa foi promovido a director de recursos humanos, por serem apreciadas as suas qualidades de relacionamento e liderança. Do histórico da sua passagem pela equipa fica a capacidade de pôr fim, de forma hábil e consensual, a uma situação de jogo recorrente nos intervalos de almoço – situação interdita pelo regulamento interno da empresa.
Nesta última semana apercebi-me de que quatro elementos da equipa recuperaram o hábito de jogo anteriormente extinto. Estes elementos parecem assumir uma atitude provocatória, gerando mal-estar nos restantes elementos da equipa, causando, ainda, alguns atritos entre os quatro elementos jogadores.
Temo a possibilidade de uma recaída no desempenho profissional e a ocorrência de eventuais dívidas de jogo, à semelhança do que acontecera antes. Não gostaria que esta situação implicasse a actuação de hierarquias superiores, nem o desencadeamento de processos disciplinares.
Como poderei enquanto líder terminar com o comportamento de jogo e, simultaneamente, conseguir solidificar a minha liderança?.

ESTUDO DE CASO

Fui recentemente promovido a team leader da equipa onde trabalho como engenheiro há dois anos. Apesar de o director geral – Eng.º Teles da Silva - me ter informado das minhas novas funções, parece –me que mais ninguém foi informado, pois ninguém comentou o assunto comigo e todos me tratam como dantes, como se não tivesse essa função.

Optei por não assumir o papel de líder dos meus colegas, enquanto esta alteração não for explícita para todos, tendo sido repreendido pelo meu superior, por me “demitir das minhas funções”.

Clarifiquei com ele a situação e de facto ele informou a restante equipa.

Os problemas começaram aí:

- a Carla, engenheira, a exercer funções similares às minhas há 5 anos, demitiu-se. Tinha com ela uma boa relação, mas foi-se embora sem sequer se despedir.

- o Celso, técnico administrativo recusa-se a fazer a maioria das tarefas que lhe peço, pois diz que o Eng.º Teles dá-lhe muito serviço e por isso não tem tempo para mais nada, inclusive pôs o engenheiro estagiário para tirar fotocópias, sem me dar conhecimento.

- o João, amigo de longa data e colega de faculdade, entramos juntos para a empresa. Recusa-se a continuar a ter a mesma relação de amizade que tínhamos antes pois considera que não é possível separar a área profissional da esfera pessoal e diz que não quer ser o “amiguinho do chefe”.

O engenheiro Teles atribui-me cada vez mais responsabilidades e não tenho possibilidade de cumprir com todas as minhas tarefas, apesar de todos os dias voltar para a empresa depois de jantar e ficar até bastante tarde.

Gosto do trabalho de coordenar pessoas, mas às vezes penso que não vai ser possível coordenar esta equipa.

Como posso voltar a ter a boa relação que tinha com estes colegas e ser um bom líder?




ANÁLISE DE CASO

Fazia parte de uma pequena equipa de trabalho, liderada pelo Sílvio Abreu, que desenvolvia aplicações informáticas para diversos organismos públicos. Esta equipa era muito reconhe-cida tanto pela qualidade do seu trabalho, como pela coesão dos seus elementos. Para fazer face ao consequente aumento de pedidos, foi criada uma nova equipa. Os problemas come-çaram aí ...


Quando tudo fazia prever que o team leader da nova equipa fosse a Mafalda ou o Tiago, os mais velhos, experientes e competentes, o escolhido foi Francisco Amaral. A escolha surpreenderia a todos, não fosse ele um grande amigo do Sílvio Abreu.
Fui integrado na equipa do Francisco, juntamente com a Mafalda, Tiago e o Jorge. O am-biente está tenso. O Francisco transformou-se num líder desinvestido, mas, simultanea-mente, autoritário com a Mafalda e sedutor com os restantes elementos da equipa.
Na presença do Francisco, o Tiago apresenta-se cooperante, mas na sua ausência evita colaborar nas tarefas de grupo e assume uma postura individualista e crítica relativamente ao desempenho de todos, queixando-se, nomeadamente, das opções de liderança do novo team leader. A Mafalda demonstra claramente a sua revolta, atacando abertamente a postura do Tiago, mas, ao mesmo tempo, amplifica os conflitos e coloca-se facilmente numa posi-ção de vítima.
Consigo perceber o ponto de vista de todos, mas tenho-me sentido muito pressionado. Ainda há pouco tempo me senti desconfortável quando percebi que tinha sido o único a aceitar o convite do Francisco para jantar em casa deste. Gostaria que as coisas corressem melhor e sinto-me incomodado com a excessiva e constante valorização que o Francisco demonstra a respeito do meu trabalho a partir dessa data.
Que atitudes tomar para melhorar a qualidade de funcionamento da equipa.



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