Tropas de assalto Sigla de Sturm Abteilung



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SA Tropas de assalto Sigla de Sturm Abteilung. Organização paramilitar nazi, nascida dos chamados serviços de segurança do partido. Usavam camisa castanha e chegam a contar em 1931 com cerca de 4,5 milhões de membros, quando as forças armadas regulares estavam reduzidas a 100 000 membros apenas. A organização que começa por ser liderada por Ernst Rohm adoptava a faceta mais anticapitalista e revolucionária dos nazis, tornando-se inconveniente depois de 1933, quando Hitler passou a chanceler e precisava de aliar-se com o chefe do Exército, Hidenburgo, e com os grandes industriais e homens de negócios, enquanto as SA falavam na necessidade de uma segunda revolução. Daí a chamada noite das facas longas de 30 de Junho de 1934, quando são decapitados pelas SS os chefes das SA, transformadas a partir de então em organização desarmada e sem qualquer importância na dinâmica do regime.

S
á, Luís Viana
Político e universitário português. Deputado e dirigente do PCP. Doutor em ciência política pelo ISCSP. Foi docente de várias universidades privadas e da Universidade Aberta.

1976 Introdução à Teoria do Estado

Lisboa, Editorial Caminho, 1976.

1992 Eleições e Igualdade de Oportunidades

Lisboa, Editorial Caminho, 1992.

1987 Soberania e Integração na C. E. E.

Lisboa, Editorial Caminho, 1987.

1994 As Regiões, a Europa e a Coesão Económica e Social

Lisboa, Edições Cosmos, 1994.

1994 O Lugar da Assembleia da República no Sistema Político

Lisboa, Editorial Caminho, 1994.

1997 A Crise das Fronteiras.Estado, Administração Pública e União Europeia

Lisboa, Editorial Cosmos, 1997. A primeira parte da dissertação de doutoramento, apresentada em Novembro de 1995 e discutida em Janeiro de 1997.

Sá, Victor

1969 A Crise do Liberalismo e as Primeiras Manifestações das Ideias Socialistas em Portugal (1820-1852)

(dissertação de doutoramento), Lisboa, Edições

Seara Nova, 1969.



Saavedra Fajardo, Diego de

Autor da razão de Estado cristã

Idea de un Principe Politico-Christiano. Representado en Cien Empresas

Mónaco, Nicolao Enrico, 1640.


Sabato, Larry J., PAC Power. Inside the World of Political Action Commitees, Nova York, W. W. Norton, 1985.
Saber. Segundo as classificações clássicas, o

saber desdobra-se em três categorias:

-o saber pelo saber;
-o saber-agir;
Saber pelo saber Há, em primeiro lugar, o saber
puro que os gregos designavam por sophía e os

Saber-agir Segue-se o saber-agir, que os gregos chamaram phronesis e os romanos prudentia, entendido como a praxis, como a ciência que tende para a acção, para o agir e, logo, para o honestum e que hoje tem

paralelo nas ciências que tratam da realidade referida



Saber-fazer Finalmente, o saber-fazer, que

os gregos chamaram tekne e os romanos ars, um saber


Saber certoe fundamentado no cientismo, 27, 158
Saber, acreditar, poder BIROU, 10, 81
Sabine, George Holland

1937

A History of Political Theory




[1ª ed., 1937], Hinsdale, Dryden Press, 1981 [trad. cast. Historia de la Teoria Politica, México, Fondo de Cultura Economica, 1965; trad. port. História das Teorias Políticas, São Paulo, Editora




Fundo de Cultura, 1964]


Sabóia A família de Sabóia, instituída no século XI, numa região alpina, actualmente integrada na França, foi alargando as suas possessões para o sul; nos finais do século XIV, Nice; no século XV, o Piemonte e Monferrato; em 1416, o Imperador fê-los duques de Sabóia; no século XVI, começam a recuar, sendo quase totalmente ocupados pela França, mas apoiados pelos espanhóis, recuparam os domínios italianos e em 1562 já estabelecem a capital em Turim. A região alpina donde foi originária a casa de Sabóia, foi anexada por Napoleão em 1796, tornando-se num departamento francês até 1814; nesta data foi restituída aos antigos soberanos; pelo Tratado de Turim de 24 de Março de 1860, voltou a integrar-se em França, depois de

plebiscito.


Sabotagem Do fr. saboter, de sabot, tamanco, o objecto utilizado por alguns operários para paralisar máquinas. Contudo, a expressão foi utilizada pela primeira vez pela Industrial Workers of the World, os wobblies, organização fundada em Chicago no ano de 1905.
Sabourin, Paul, L’État-Nation face aux Europes, Paris, Presses Universitaires de France, 1994.
Sabugosa, Conde da (1854-1932) António Maria José de Melo César de Meneses, conde de (1854-1932). Membro do grupo dos Vencidos da Vida. Diplomata. Mordomo da casa real.

Embrechados

1908.
Sacchi, Bartolomeu (1421-1481) Em De optimo cive considera como sabedoria ou sapiência, aquilo a que Cícero chamava prudentia, entendendo-a como o conhecimento das coisas divinas e humanas, a primeira de todas as virtudes, e por assim dizer uma nascente donde emanam todos os princípios do recto viver. No fundo, uma síntese entre poder e sabedoria.
Sacco-Vanzetti O caso, ocorrido entre 1920 e 1927, constitui uma espécie de affaire Dreyfus norte-americano. Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti eram dois emigrantes italianos, de tendências anarquistas. Presos em 1921 sob a acusação de no anterior terem assassinado uma pessoa durante um assalto à mão armard no Massachusets. As dúvidas quanto às provas recolhidas levam a um grande movimento de solidariedade em torno destes anarquistas, considerados perseguidos pela discriminação étnica e ideológica, não faltando manifestos de intelectuais, manifestações em Roma, bombas em Paris e greves gerais no Uruguai. Acabam por ser executados na cadeira eléctrica em Agosto de 1927. Mas em 1961, novos testes balísticos parecem ter comprovado a culpabilidade de Sacco.

Sacerdotium/ Imperium

A partir do século XI, surge um conflito entre o Imperium e o papado, o Sacerdotium, quando este passa a reclamar poderes temporais, em nome da subordinação da ordem terrena à ordem divina, defendendo uma monarquia papal universal. Invoca-se inclusive uma apócrifa Doação de Constantino, segundo a qual este Imperador cedeu ao Papa a metade ocidental do Império. O conflito vai prolongar-se pelos séculos XII, XIII e XIV, principalmente quando, com os Hohenstaufen, primeiro, se dá a divisão entre os guelfos e os guibelinos, e depois, entre o próprio papa e os vários reis. Numa primeira fase, o conflito teórico dá-se apenas entre os adeptos do poder temporal do papa, os hierocratas, que defendiam a superioridade da Igreja sobre os governantes temporais, e os anti-hierocratas ou antiteocratas, partidários do Imperador, entre os quais se contam autores como João de Paris, Marsílio de Pádua, William de Ockham ou Dante Alighieri. Contudo, a partir do século XIII, com a emergência dos reinos, a res publica christiana, deixou de ser apenas uma diarquia, passando a surgir a tricotomia sacerdotium, imperium, regna. Destacam-se então os autores marcados pelo renascimento do direito romano que, considerando que os reis são imperadores no seu próprio reino, tratam de praticar a imitatio imperii. Mas é também na altura que, com São Tomás de Aquino, se procura uma media via, onde a Igreja passa a dispor de uma auctoritas superlativa que não absorveria a potestas civilis, apenas podendo intervir no poder temporal quando tal fosse necessário para a realização dos seus fins espirituais.


Sacor, Grupo Um dos principais grupos económicos portugueses anteriores a 1974. Começa a partir da refinaria de Cabo Ruivo e alarga-se à refinaria de Matosinhos. Domina a Cidla e a Nitratos de Portugal.
Sacralização do Poder Como refere Jules Monnerot, com o Renacimento, tentou transformar‑se a política numa arte que lembra a medicina: o político como médico é, ao mesmo tempo, um homem que sabe, um homem que escolhe e um homem que actua. Resta saber, continuando a citar o mesmo autor, se, a partir de então, essa tendência humana para a sacralização do político não foi mais
Georges Balandier "a homologia do sagrado e

do político só o é na medida em que estes dois

conceitos são regidos por uma terceira noção que os

Legendre "substituto monoteísta". Com efeito o poder político dos reis foi moldado à imagem e semelhança do Imperador romano, enquanto pontifice

único, dando‑se, deste modo uma "transferência para o



Eric Weil salienta que "a sociedade moderna define‑se, como todas as sociedades modernas, pelo seu sagrado, no sentido formal do termo, por aquilo que não é discutido, mas forma o plano de toda a discussão". Como a este respeito salienta Balandier "manifestam o poder enquanto força, associada às forças que regem o universo e nele alimentam a vida, e enquanto potência de dominação. Associam a ordem do mundo, imposta pelos deuses, e a ordem da sociedade, instaurada pelos antepassados do princípio ou pelos fundadores do Estado. O ritual garante a manutenção do segundo... Esta solidariedade do sagrado e do político, que faz com que os actos que lesam o poder ( mas não os seus detentores) sejam sacrílegos, apresenta formas diversas consoante os regimes políticos; deixa o sagrado em primeiro plano no caso das sociedades sem Estado, faz prevalecer a dominação exercida sobre os homens e as coisas no caso das sociedades estatais". Outro autor como Leslie White refere mesmo que o Estado e a Igreja não passam de dois aspectos do mecanismo político do Estado tradicional. O Estado tem como missão garantir "a integridade do sitema socio‑cultural de que é uma parte" e quer conservar "o sistema como um todo". Kelsen Quer libertar o Estado e o Direito daquilo que designa pela "névoa metafísica", que os considera como algo de "sagrado na sua origem ou na sua ideia". Pretende um "conhecimento do Estado isento de elementos ideológicos e, portanto, liberto de toda a metafísica e de toda a mística". Para ele, "ao separar‑se com toda a clareza a teoria do Estado da política ‑ como Ética e Técnica social ‑ de um lado, e a ciência natural e a sociologia naturalista, por outro lado, realiza‑se o postulado da pureza do método"
Heusch, Luc, «Pour une Dialectique de la Sacralité du Pouvoir», in Le Pouvoir et le Sacré, Bruxelas, Annales du Centre d’Étude des Réligions, 1962.

Lenharo, Alcir, Sacralização da Política, 2ª ed., Campinas, Editora Papirus, 1986. Sacralização do

poder, 55, 351.

Sacramento, Francisco do Santíssimo (1610-1689)

Carmelita português. Membro do partido do conde de Castelo Melhor.

Epitome Único da Dignidade de Grande, e Mayor Ministro da Puridade, e da sua Muyta Antiguidade e Excellencia

Lisboa, 1661.


Sacramento, Mário Emílio de Morais (1920-1969)

Médico de Aveiro. Ensaísta. Ligado ao partido comunista. Organiza o I Congresso Republicano de Aveiro.




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