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A missão de Paulo junto aos Gentios



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3.2. A missão de Paulo junto aos Gentios

Por dois anos, Paulo continuou a pregar e a ministrar para os gentios em Roma Os versículos finais indicam um tempo bem sucedido e rentável de seu ministério. Neste período, Paulo pregou e modelou o evangelho como uma fiel testemunha e um homem preso a Cristo. Seu exemplo ilustrado para a igreja foi de uma testemunha fiel, no julgamento e sofrimento, algo do qual eles iriam precisar quando estourou a grande perseguição de Nero sobre os cristãos. As cartas de Paulo, escritas neste momento, nos fala sobre seu ministério. Ele converteu muitos. Em Filemon 1:10 ele afirma: "Rogo-vos por meu filho, Onésimo, cujo pai tornei-me na minha prisão." Onésimo era um exemplo do fruto da pregação de Paulo. Muitos dos colaboradores de Paulo o visitaram em Roma, recebendo instruções e mensagens para as igrejas.

O cooperação de Timóteo a Paulo foi um exemplo de como ele continuou seu ministério para as igrejas enquanto estava em Roma. "Espero no Senhor Jesus que em breve vos mandarei Timóteo, para que também eu esteja de bom ânimo, sabendo de vossos negócios. Porque a ninguém tenho de igual sentimento, que sinceramente cuide do vosso estado. Porque todos buscam o que é seu, e não o que é de Cristo Jesus. Mas bem sabeis qual a sua experiência, e que serviu comigo no evangelho, como filho ao pai. De sorte que espero enviar-lo assim que tenha provido a meus negócios. Mas confio no Senhor, que também eu mesmo em breve irei ter convosco”. (Filipenses 2:19-24).49
4. Primeiras epístolas da prisão de Paulo
Não é certo, mas é provável que Paulo escreveu, em Roma, as chamadas Epístolas da Prisão, ou seja, Efésios, Filipenses, Filemom e Colossenses.
5. Roma e mais além
Atos 28:30,31: "Então Paulo ficou dois anos inteiros na sua própria habitação que alugara, e recebia todos quantos vinham vê-lo. Pregando o reino de Deus, e ensinando com toda a liberdade as coisas pertencentes ao Senhor Jesus Cristo, sem impedimento algum”.

Lucas concluiu seu livro observando que Paul passou dois anos preso em sua casa. Paul ficou esperando que seus acusadores viessem e fizessem acusações formais. Lucas não nos diz o que aconteceu em defesa de Paulo ou, até mesmo, se os judeus vieram e o acursaram formalmente. Se ele ofereceu alguma defesa, esta teria sido a mesma que fez em Cesareia.

É mais provável, que Paulo tenha sido libertado antes de Julho de 64 d.C., quando Nero falsamente prendeu e acusou os Cristão de atearem fogo a Roma. Paulo teria, então, viajado por mais dois anos antes de sua última prisão e martírio.

Os últimos versículos resumem o tema principal do livro. Paulo estava na prisão. Ele estava sofrendo por causa do evangelho, mas a palavra de Deus continuou a se propagar. Atos termina com a palavra "sem impedimento algum".


CONCLUSÃO
A última terça parte do livro de Atos refere o ministério de Paulo em Jerusalém e a sua viagem a Roma. Embora Deus tenha prometido a Paulo que ele chegaria a Roma, ele chegou lá através de muitos problemas, fadiga e armadilhas. Atos termina com Paulo na prisão em Roma testemunhando o evangelho.
RESUMO
Embora advertido que sofreria se voltasse a Jerusalém, Paulo retornou com a coleta das igrejas dos Gentios. Paulo foi preso no templo e manifestou sua defesa perante o Sinédrio. Eles estão divididos. Paulo, então, fez a sua defesa perante Félix, Festo e Herodes Agripa e, em todo momento, eles concordaram que ele não infrigiu nenhuma lei Romana. Paulo não era um herege ou um agitador romano. Paulo, então, viajou para Roma. Ao chegar a Roma, evangelizou os judeus e depois de ser rejeitado, voltou-se para os Gentios. O livro de Atos termina com Paulo na prisão em Roma.



MÉTODO INDUTIVO: [Extrair informação do texto bíblico]

Textos de referencia. Como outros textos influenciam a nossa leitura do texto?

1.1 (etc.)




Explicação de informações importantes no texto:

-Palavras-chave e definições:

-Observações gramaticais: (estrutura das frases, leituras variantes)

-Figuras de linguagem: (comparações, associações, representações)

-O texto, explícita ou implicitamente, diz alguma coisa sobre Deus e sobre a salvação?

-Método de tradução utilizado:

-Há diferenças entre as versões da Bíblia? Quais são elas?

-Autoria humana. Como podemos saber?

-Em que ocasião o homem foi solicitado a escrever?

-Público original para leitura. Por que eles leriam o texto?

-Contexto geográfico:

-Contexto social e cultural:

-Contexto histórico:

-Contexto religioso:

-Em suas próprias palavras, o que o texto diz e qual o significado?


Comentários:



EXPLICAÇÃO EXPOSITIVA. Em ordem cronológica, identificar os principais ensinamentos do texto em estudo.

1.

2.



3.

(outros)


CONSIDERAÇÕES LITERÁRIAS

-Gênero literário: (evangelho, história, leis, parábola, poesia, profecia, provérbio, etc).

-Como o texto está relacionado aos outros textos vizinhos?

-Como o texto se relaciona ao tema do capítulo e de qual livro provem?


MÉTODO ANALÍTICO. Qual é a tese principal, antítese, síntese e sincretismo do texto?


MÉTODO DEVOCIONAL DE ESTUDO. Como o texto ajuda a adorar Deus, a confessar os pecados, dar graças a Ele e a servi-lo?

Lição 8. Questões
1. Poque Paulo retornou para Jerusalém?

2. Porque Paulo foi até o Templo?

3. Paulo estava errado ao retornar para Jerusalém? Cite exemplos com base nas Escrituras.

4. Qual foi a defesa de Paulo para o Sinédrio? Porque Lucas incluiu isso no livro de Atos?

5. Paulo era culpado de alguma coisa dentro das leis romanas?

6. Quais foram os versículos do Velho Testamento que Paulo citou no final do livro de Atos?

7. Porque é significativa a menção de Lucas ao dizer que Paulo pregou o reino de Deus?

8. Quanto tempo Paulo permaneceu em Roma?

9. Descreva a influencia de Paulo em Roma?

10. Qual é a ultima palavra citada no livro de Atos? Descreva o seu significado.



BIBLIOGRAFIA:
- Beasley Murray, G.K., Baptism in the New Testament, Eugine, Wipford & Stuck, 2006

- Bruce, F.F., The Book of Acts, Grand Rapids, Michigan, Eerdmans, 1988.

- Bruce, F.F., Paul, Grand Rapids, Michigan, Eerdmans, 2000.

- Blomberg, Craig L., Jesus and the Gospels, Nashville, Tennessee, Broadman and Holmes, 1997.

- Carson, D.A. and Moo, Douglas, An Introduction to the New Testament, Grand

- Rapids, Michigan, Zondervan, 2005.

- Conybeare, W.J. and Howson, J.S., The Life and Epistles of Saint Paul, Grand Rapids, Michigan, Eerdmans 1949.

- Donnelley, Edward, Unpublished Lectures, The Life of Paul, Trinity Pulpit, Montville, New Jersey, No publishing date.

- Eadie, John, Galatians, Electronic Copy, Accordance Bible Software.

- Ferguson, E, Evangelical Dictionary of Theology, Edited by Walter A Elwell, Grand Rapids, Michigan, Baker Books, 14th printing 1999.

- Green, Michael, Thirty Years that Changed the World, Grand Rapids, Michigan, Eerdmans, 2004.

- Hendrickson, William, Survey of the Bible, Grand Rapids, Michigan, Evangelical Press, 1977.

- Jervell, J., Luke and the People of God, Minneapolis, Augsburg Publishing House,1972.

- Johnson, Dennis E. The Message of Acts, Phillipsburg, New Jersey, Presbyterian and Reformed, 1997.

- Marshall, I Howard, Editor, Witness to the Gospel, David Peterson, Grand Rapids, Michigan, Eerdmans, 1998.

- Marshall, I Howard, Acts, Tyndale New Testament Commentaries, Grand Rapids, Michigan, Eerdmans, Reprint 2000.

- O’Brien, P.T., Gospel and Mission in the Writing of Paul, Grand Rapids, Baker Books, 2001.

- Pollock, John, The Apostle, A Life of Paul, Colorado Springs, Colorado, David C. Cook, 1985.

- Ridderbos, St. Paul’s Epistle to the Galatians, Grand Rapids, Michigan, Eerdmans, 1953.

- Stalker, James, Life of Paul, Uhrichsville, Barbour and Company Inc., 1994.

- Squires, Witness to the Gospel, nota de rodapé a ser inserida.

- Taylor, William M, Paul the Missionary, New York and London, Harper and Brothers, 1881.

- Whyte, Alexander, The Apostle Paul, Cincinnati, Jennings and Graham, sem data de publicação.

APÊNDICE 1: Estrutura dos tópicos e Cronologia da vida de Paulo
Paulo é a figura central no livro de Atos e sua vida nos ajuda a datar o livro. O que será mostrado a seguir foi retirado de um artigo muito útil: "A Vida e as Epístolas de Paulo" de John A. Battle Ph.d. pelo " Western Reformed Seminary" (www.wrs.edu). O artigo é apresentado na íntegra, mas eu mudei a formatação.

Para se entender e apreciar a vida de Paulo devemos nos familiarizar com o contexto geral dos tópicos e com as datas dos eventos importantes. A descrição mostrada a seguir foi retirada de Frank J. Goodwin, A Harmony of the Life of St. Paul (A Harmonia da vida de Paulo). Datas foram alteradas com base nas evidencias que seguiremos e a data da escrita de Gálatas foi ajustada. Os alunos devem estar familiarizados com essa descrição.

Eventos da cronologia de Paulo:
1. Início da vida de Paulo na sua primeira viagem missionária

- Conversão - 36 d.C.

- Em Damasco e Arábia, 36-38 d.C.

- Fuga de Damasco, primeira visita a Jerusalém, 38 d.C.

- Em Tarso e nas regiões da Síria e Cilícia, 38-45 d.C.

- Um ano em Antioquia com Barnabé, 45-46 d.C.

- Segunda viagem a Jerusalém com doações ("visita pela fome"), 46 d.C. verão / outono.
2. Primeira viagem missionária - 47 d.C. -primavera/verão – 48 d.C. verão / outono.

- Em Antioquia "um longo tempo", 48 d.C. -outono – 49 d.C. primavera / verão.

(Talvez Gálatas, foi escrito em Antioquia, 49 d.C. [data inicial]).
3. Terceira visita a Jerusalém, o Concílio, Verão de 49 d.C.
4. Segunda viagem missionária, 49 d.C. verão – verão de 51 d.C.

- I Tessalonicenses, escritas em Corinto, 50 d.C.

- 2 Tessalonicenses escritas em Corinto, 50 d.C.

(Talvez Gálatas foi escrito em Corinto, 50 d.C. [data intermediária]).

- Quarta visita a Jerusalém
5. Terceira viagem missionária, 51d.C. -outono e 54 d.C. -primavera.

-Gálatas foi escrito em Éfeso, em algum momento em 51-53 d.C. [ultima data; tradicional].

- I Coríntios escritas em Éfeso, 53 d.C.

- 2 Coríntios escritas em Macedónia, 53 d.C. -outono.

(Talvez Gálatas foi escrito em Corinto, do inverno/primavera de 54 d.C. [data mais recente]).

- Romanos foi escrito em Corinto, 54 d.C. -inverno/primavera.


6. Quinta visita a Jerusalém, Paulo apreendido no templo, verão de 54 d.C.
7. Prisão em Cesareia, em 54 d.C. - verão e em 56 d.C. -verão.
8. Viagem a Roma, 56 d.C. -outono – 57d.C. -primavera.

9. Primeira prisão romana - 57 d.C. -Primavera – 59 d.C. -primavera.

- Efésios foi escrito em 57 ou 58 d.C.

- Colossenses escritas em 57 ou 58 d.C.

- Filemon escritas em 57 ou 58 d.C.

- Filipenses escritas em 58 ou 59 d.C.
10. Entre a primeira e a segundo prisão romana, aprox. 59 d.C. - aprox. 64 ou 67 d.C.

- I Timóteo escritas em Macedónia

- Tito escritas em Éfeso
11. Segunda prisão romana, aprox. 64 ou 67 d.C.

- 2 Timóteo escritas em Roma, 64 ou 67 d.C.


12. Morte de Paulo, aprox. 64 ou 67 d.C.
Chaves para a cronologia de Paulo

Para se descobrir quando os vários eventos ocorreram na vida de Paulo, devemos correlacionar os tempos mencionados em Atos e nas Epístolas, o período de tempo necessário para as várias viagens, as estações do ano quando a navegação era possível e os sincronismos do tempo encontrado na história secular e na arqueologia. Há três ligações primárias entre a vida de Paulo e a história secular que nos permite delinear sua cronologia na estrutura dos tópicos. Esses três sincronismos fornecem a estrutura pela qual a cronologia da vida de Paulo pode ser trabalhada. Mesmo assim, algumas das datas são aproximadas, e outras são incertas.


Imperadores Romanos: Augusto 30 a.C. – d.C. 14, Tibério 14-37 d.C., Calígula 37-41d.C., Cláudio 41-54 d.C. e Nero 54-68 d.C.
1. Fuga de Paulo de Damasco, 37-40 d.C. (Atos 9:19-25).

- Aretas, era o rei de Damasco (2 Coríntios. 11:32-33) Aretas IV, o tetrarca, rei dos Nabateus em 9 a.C., aprox. d.C. 40. Damasco era controlada diretamente por Roma desde 62 a.C., provavelmente a região foi dada a Aretas pelo Imperador.

- 1.4 Calígula em 37 d.C. Enquanto que as moedas de Augusto, Tibério e Nero estavam lá, não havia porém nenhuma de Calígula ou Cláudio. Assim Aretas tinha o controle de Damasco 37 d.C. - aprox. 40.

- Fuga de Paulo ocorreu três anos depois de sua conversão (Gl. 1:18).


2. Proconsulado de Gálio na Acaia, 51-52 d.C. (Atos 18:12-17)

- Em 44 d.C. o Imperador Cláudio devolveu Acaia para o Senado, e a província foi administrada através de um propretor com o título de procônsul. Os procônsules governariam apenas com um mandato de um ano.

- É provável que Gálio tenha ocupado esse cargo em 49 d.C. ou depois disso, desde que seu irmão Seneca estivesse mais favorável nesta época.

- As inscrições de Delfos mencionam uma data mais antiga. Mencionam Gálio como procurador na vigésima sexta proclamação de Cláudio como imperador, o que teria sido na primeira metade de 52 d.C. Assim Gálio poderia ter permanecido neste posto no ano de 51-52 d.C. ou de 52-53 d.C.

- Para um estudo mais detalhado dessa inscrição ver Adolph Deissmann, Paulo, App. 1,

"A Procuradoria de L. Junius Gallio", pág. 261-86, especialmente pág. 276; também Kirsopp Lake, – Primórdios do cristianismo, 5:460-64.

- Paulo já tinha estado em Corinto em sua segunda viagem missionária, aproximadamente um ano e meio (Atos 18:11).


3. Adesão de Festo como procurador da Judéia, 56 d.C. (Atos 24:27)

- O procurador anterior, Felix, tinha sido nomeado por Cláudio em 52 d.C. Depois de Nero ter se tornado imperador em 54 d.C. Félix caiu em desgraça e foi julgado por Nero em Roma. Seu poderoso irmão, Palas, o ajudou temporariamente (ver Josefo, Antiguidades dos Judeus 20:08:09).

- Um pouco mais tarde Nero o removeu do cargo e o substituiu por Festo (ver Eusébio, Historia Eclesiástica 2:22:1).

- Para obter um resumo sobre a carreira de Felix e Festo, (ver, F.F.Bruce, História do Novo Testamento, pág. 343-47).

- Evidências recém-descobertas mencionam uma data mais antiga nessas inscrições. Uma moeda do quinto ano de Nero apresenta a gravação dos nomes dos cônsules para o ano de 58 d.C., com uma inscrição dizendo que era o terceiro ano de Festo.

Portanto, o primeiro ano de Festo teria sido 56 d.C. Paulo estava preso em Cesareia por dois anos naquela época (Atos 24:27).

- 1.5 Ver Jack Finegan, Cronologia do NT, New ISBE, 1:691a. Ele menciona esta moeda como uma "nova evidência micrográfica, descoberta por J. Vardaman". Observe que F.F. Bruce (Historia do NT, 345-346) menciona a moeda a partir de 59 d.C., mas diz que isso marcou a mudança da cunhagem da moeda, com Festo ainda começando em 59 d.C.


APÊNDICE 2: O Espirito Santo na história da redenção e os Atos
O trabalho do Espírito Santo em Atos é muitas vezes mal compreendido. E com frequencia também se afirma que a obra do Espírito Santo em Atos é normativa para a Igreja hoje.

Através das Escrituras, podemos perceber que quando Deus se revela de alguma forma nova, ele está dando autenticidade aos profetas e às suas mensagens com sinais e prodígios. E estes sinais e prodígios refletem a mensagem nova e lhe dão testemunho.

Podemos ver isso na libertação de Deus de Israel através de Moisés. Nesta libertação ele mesmo se revelou para o Egito e para outras nações com poderosos sinais no evento das 10 pragas. No Monte Sinai, Deus se revelou e entregou a lei a Israel. A revelação foi acompanhada por trovões e relampagos. O sinal corresponde também à natureza da revelação, a lei, que traz uma maldição acompanhada de escuridão e terror.

Depois de Israel chegar na terra, a obra de Deus já não precisava mais de autenticação e, portanto a frequência e a natureza dos sinais diminuiram. Novos sinais ocorreram com a vinda dos profetas, o que representou uma nova etapa na história da redenção. Deus deu autenticidade para os ministérios proféticos de Elias e Eliseu através de milagres. Uma vez que o caminho dos profetas ficou estabelecido, os sinais começaram a desaparecer novamente.

A próxima grande revelação ocorreu com a vinda de Cristo e o estabelecimento do

Reino. O ministério de Jesus era acompanhado por quaisquer sinais, e o proposíto deles era a manutenção da natureza do ministério de Cristo. Jesus curou, perdoou, ressuscitou, tudo isso apontando para a vinda do Reino na graça e na misericórdia.

Os apóstolos foram o estágio final do Apocalipse. Enquanto Cristo continuava a revelar e a estabelecer seu Reino por meio deles, o Espírito testemunhava a verdade da obra de Deus. A revelação de Deus nesse periodo foi completada com a morte do último Apóstolo.

Neste momento, o cânon foi fechado, não houve mais revelações novas e assim a espetacular obra do Espírito Santo havia terminado. O Espírito Santo continuou ainda a trabalhar na Igreja, (a conversão era a sua maior obra), mas o seu trabalho já não era mais de uma forma exterior e visível. Esse período terminaria quando Cristo veio pela segunda vez.



No momento da segunda vinda de Jesus, a vontade de Deus mais uma vez se revelou aos homens. Neste trabalho final, Deus fez a revelação do seu filho juntamente com seus últimos sinais, ou seja, a destruição do antigo céu e da terra e a construção do novo céu e da nova terra.

1 O nome "Witness to the Gospels" - Testemunho dos Evangelhos será abreviado para WttG a partir deste ponto.


2


3 Para mais detalhes de como esses temas se repetem em cada seção, consultar Squires WttG p. 17-37.

4 Para a importância do Reino de Deus, em Atos lição 2 e Atos 1:3, 8:12, 14:22, 19:8, 20:25, 28:23, 31.

5 Sugestão: faça uma leitura das festas e interprete-as à luz do derramamento do Espírito no dia de Pentecostes.

6 Para uma melhor discussão sobre o significado bíblico e teológico de Pentecostes ver Johnson, "The Message of Atos", página 53-70.


7 Lucas menciona a existência de pessoas vindas de Roma e Lucas salienta isso dizendo que todo o conjunto do livro de Atos fala da viagem e da propagação da Igreja de Jerusalém até Roma.

8 Para mais detalhes sobre discursos – ver WTTG, p. 257-354.

9 Isto levanta um ponto importante: As obras de Deus nunca estão sozinhas, e devem ser sempre explicadas pela palavra de Deus. Quando Deus trabalha sem a palavra, podemos interpretá-la de erroneamente o que Deus faz. Precisamos da palavra de Deus para podermos entender as suas ações. A palavra de Deus e as suas obras devem sempre andar juntas. E quando estão separadas acabam por gerar confusão.

10 A afirmação de que a morte e ressurreição do Messias estava de acordo com o plano de Deus se tornaria um pensamento padrão apologético para os judeus que afirmavam que Jesus não poderia ser o Messias porque ele foi vergonhosamente crucificado. Paulo se valeu desse mesmo pensamento em seu sacerdócio aos judeus.

11 Neste sermão Pedro relata a relação entre Cristo e o Espírito de três formas: Primeiro introduziu o trabalho do Espírito, segundo, ele falou de Cristo, e terceiro, ele vincula a obra do espírito com a de Cristo afirmando que foi Jesus quem derramou o espírito.

12 Para uma discussão mais completa sobre o uso de Lucas dessas passagens do servo. Ver Johnson, "The Espirit and the Servant", pág. 32-52.

13 Em Atos 3:17, Pedro disse aos governantes que fizessem isso na ignorância, já que é difícil entender o verdadeiro significado da afirmação. Pecados cometidos na ignorância poderiam ser perdoados no Velho Testamento, porém os pecados cometidos intencionalmente não poderiam ser perdoados.

14 Marshall na pág. 82 – notas de rodapé -J. Jeremais, "Jerusalém in the Time of Jesus", (Londres) 1969, Pág. 83.

15 Isto é o cumprimento da promessa de João, que os discípulos realização uma obra maior do que Cristo.


16 Para outros pequenos resumos Veja Atos 6:7, 9:31, 12:24 e 19:20.


17Em oposição a Bruce (Atos 74), que argumenta que Jesus tinha dinheiro em comum e isso era um exemplo dessa maneira de viver. Essa idéia comum também é encontrada em Atos 4:32, um segundo resumo da vida da Igreja nos Atos.

18 O Sinédrio era o Conselho Supremo dos Judeus e era composto por três grupos: os anciãos, que eram os chefes leigos da comunidade, os escribas, que eram advogados, provenientes dos fariseus (c.f. Gamaliel) e os governantes, que eram provenientes dos sacerdotes. Os governantes foram: Ananias sumo sacerdote de 6-14 d.C. que, embora deposto pelos romanos, ainda manteve o seu título e seu poder (Lucas 3:2); Caifás, seu genro, sumo sacerdote de 18-36 d.C.; e a família do sumo sacerdote que ocupou outros cargos importantes no Templo. Marshall (99) comenta que o poder estava concentrado nas mãos de poucas famílias.

19 Os Fariseus tinham uma crença geral na ressurreição (ver Atos 21). Vários comentaristas observam que eles teriam sido afetados pelo milagre dos homens sendo retirados da prisão. Eles também observam que Saulo, seu discípulo, não teria reagido da mesma maneira.

20 Notas de Taylor (11), na qual Estevão parece ter compreendido as implicações do Evangelho de uma forma mais profunda do que os outros discípulos.

21 Para mais detalhes ver (WTTG 288).

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23 A igreja de Jerusalém tinha o hábito de enviar homens para investigar o trabalho de pregação. Barnabé, posteriormente, foi enviado para investigar a Igreja de Antioquia e Pedro fez um relatório à Igreja sobre sua experiência com Cornélio.

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