[texto de abertura, versão resumida 19 linhas sem o título]



Baixar 23,93 Kb.
Encontro11.09.2017
Tamanho23,93 Kb.



LINK :
MAURO MOTA: 100 ANOS DE POESIA E CULTURA

Em 2011, transcorre a passagem do centenário de nascimento do escritor Mauro Mota, um nome de grande ressonância da cultura pernambucana do século 20 e gestor por catorze anos (1956-1970) do então Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, atual Fundação Joaquim Nabuco, que hoje tem a honra de abrigar seu acervo pessoal, doado pela família em 1990 e desde então preservado e disponibilizado pela Diretoria de Documentação.


Neste espaço virtual, Mauro Mota, ao longo de 2011, estará presente e vivo em suas múltiplas atividades intelectuais, artísticas e públicas. Aqui você acompanhará o que já preparamos (e ainda vamos preparar) para homenageá-lo, num misto de imperativo institucional e de prazerosa missão.
A passagem do seu centenário de nascimento é uma excelente oportunidade de revisitar sua obra, relê-la com o pluralismo que merece, e de apresentá-la às novas gerações de todo o Brasil.
Sejam bem-vindos ao universo poético e cultural de Mauro Mota. Acompanhemos seu itinerário de poeta enamorado do Recife, de pesquisador social, de jornalista e gestor público.

Perfil Biográfico
Escritor, jornalista, Bacharel em Direito, geógrafo, folclorista, gestor público de várias instituições culturais pernambucanas (foi, de 1956 a 1970, diretor-executivo do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, hoje Fundação Joaquim Nabuco), membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Pernambucana de Letras, professor de várias gerações, Mauro Mota, nascido em 16 de agosto de 1911, foi um homem múltiplo e um intelectual teluricamente ligado a Pernambuco e ao Recife, sua terra natal.
Desde sua juventude vocacionado para as Letras e as Humanidades, Mauro Mota estudou na Faculdade de Direito do Recife, onde bacharelou-se em 1937. Nessa época também já fazia jornalismo profissional, escrevendo para o Diário da Manhã e o Diario de Pernambuco, neste último tendo dirigido, de 1947 a 1959, o suplemento literário que revelou inúmeras vocações e marcou época no Estado.
Em 1954, tornou-se professor catedrático de Geografia no Instituto de Educação de Pernambuco, produzindo uma dissertação que se tornaria clássica e pioneira: O Cajueiro Nordestino, posteriormente publicada como livro. Dirigiu várias instituições culturais: a Fundaj, o Arquivo Público Estadual, o Departamento de Cultura da Secretaria de Educação e Cultura de Pernambuco e a Academia Pernambucana de Letras.
Mauro Mota casou-se pela primeira vez com Hermantine Cortez, com quem teve os filhos Roberto e Luciana. Viúvo, contraiu matrimônio com Marly Arruda, mãe de seus filhos Maurício, Sérgio, Eduardo e Teresa Alexandrina.
Faleceu no Recife em 22 de novembro de 1984, cercado da admiração e do respeito de confrades e amigos de todo o Brasil, especialmente os do Recife, cidade a que dedicou um amor incondicional como se testemunha em sua obra. Um cortejo fúnebre, como poucos já vistos na capital pernambucana, foi deixá-lo no Cemitério de Santo Amaro.


Cronologia

Um passeio virtual pelo tempo de Mauro Mota


A presença de Mauro Mota na Fundação Joaquim Nabuco: Inventário Documental: 1927-2010

Bases de Dados

Na base de dados Persona, constam 7.175 documentos sobre Mauro Mota de uma coleção de 21.475 itens existentes no Centro de Estudos e de Documentação da História Brasileira – Cehibra, dentre os quais correspondências, produção intelectual, recortes de jornais, documentos pessoais.


Na Base Fotos, constam 636 itens de um universo de 1.200 fotografias catalogadas.
Poemas da Juventude







©livred.info 2017
enviar mensagem

    Página principal