Tema: mercosul e os blocos econômicos (Alca e União Européia)



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UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO

PÓS-GRADUAÇÃO EM MARKETING INTERNACIONAL

UNIÃO EUROPÉIA





CAMILA MATTOS BARBOSA DOS SANTOS
CLAUDIA MONTEIRO GAZOLA DALBELLO
THIAGO CALIL

São Bernardo do Campo,

ABRIL/06
UNIÃO EUROPÉIA
Esta é a bandeira da Europa, símbolo não só da União Européia, mas também da unidade e da identidade da Europa em sentido mais lato. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.

O número de estrelas não tem nada a ver com o número de Estados-Membros. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade. Assim, a bandeira mantém-se inalterada, independentemente dos alargamentos da UE.





A União Européia (UE) é uma família de países democráticos europeus, empenhados num projeto comum de paz e prosperidade. Não se trata de um Estado que pretende substituir Estados existentes, nem se limita a ser uma organização de cooperação internacional. Na realidade, a UE é algo de único. Os Estados-Membros criaram instituições comuns a que delegam parte da sua soberania por forma a que as decisões sobre questões específicas de interesse comum possam ser tomadas democraticamente a nível europeu.

As raízes históricas da União Européia residem na Segunda Guerra Mundial. A idéia da integração européia surgiu para impedir que a morte e a destruição pudessem voltar a acontecer. Nos primeiros anos, os projetos de integração abrangiam apenas seis países e sobretudo em torno do comércio e da economia Atualmente a UE engloba 25 países e 450 milhões de pessoas e trata muitas questões de importância direta para a nossa vida quotidiana.

A Europa é um continente com muitas tradições e línguas diferentes, mas também com valores comuns como a democracia, a liberdade e a justiça social. A UE defende estes valores. Promove a cooperação entre os povos da Europa, defendendo a unidade mas preservando a diversidade e garantindo que as decisões são tomadas o mais perto possível dos cidadãos.

No mundo cada vez mais interdependente do século XXI, será cada vez mais necessário que os cidadãos europeus cooperem com os povos de outros países num espírito de curiosidade, abertura e solidariedade.
A UE ( União Européia ) é um bloco econômico, político e social de 25 países europeus que participam de um projeto de integração política e econômica. Os Estados-Membros da UE e ano da sua adesão:

1952 Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos

1973 Dinamarca, Irlanda e Reino Unido

1981 Grécia

1986 Portugal e Espanha

1995 Áustria, Finlândia e Suécia

2004 Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estônia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malta, Polônia e República Checa
A paz

A União Européia contribuiu ativamente para a reunificação da Alemanha, depois da queda do muro de Berlim, em 1989. A seguir à implosão do império soviético, em 1991, os países da Europa Central e Oriental, submetidos durante décadas ao autoritarismo do Pacto de Varsóvia, decidiram muito naturalmente que a matriz do seu futuro residia no seio da família das nações democráticas européias.


A segurança

A Europa do século XXI continua confrontada com riscos em matéria de segurança, um bem que nunca está garantido. Cada nova fase do desenvolvimento mundial traz consigo novas oportunidades, mas também novos riscos. A União Européia tem de trabalhar ativamente para preservar a segurança dos seus 15 — em breve, 25 — Estados-Membros. Deve trabalhar de forma construtiva com as regiões com que têm fronteiras: o Norte de África, os Balcãs, o Cáucaso e o Médio Oriente. Os trágicos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001, em Nova Iorque e Washington, despertaram a consciência da nossa vulnerabilidade quando o fanatismo e o espírito de vingança andam à solta.


A solidariedade econômica e social

A União Européia foi constituída com base em objetivos políticos, mas o que lhe assegurou o dinamismo e o sucesso foram os seus fundamentos econômicos — o mercado interno, formado por todos os seus Estados-Membros, e a moeda única, hoje utilizada por doze deles.


A população da União Européia constitui uma pequena percentagem da população mundial. Por isso, é necessário que os países que a compõem continuem a trabalhar em conjunto, para assegurarem o seu crescimento econômico e serem capazes de concorrer a nível mundial com as outras grandes economias. Isoladamente, nenhum país da União Européia tem dimensão suficiente para fazer valer os seus interesses na arena do comércio mundial. Para beneficiarem de economias de escala e conquistarem novos clientes, as empresas européias precisam de um mercado mais vasto do que os seus mercados nacionais. Foi por isso que a UE se empenhou arduamente na criação do seu mercado interno — eliminando os velhos entraves ao comércio e as burocracias que manietavam os operadores econômicos.
Como funciona a União Européia

A União Européia é mais do que uma confederação de Estados, mas não é um Estado federal. Na realidade, é algo de inteiramente novo e historicamente único. O seu sistema político tem vindo a evoluir constantemente ao longo dos últimos 50 anos e tem por base uma série de tratados — desde os que foram assinados em Paris e Roma na década de 50 até aos de Maastricht, Amsterdã e Nice, da década de 90.


Nos termos destes tratados, os Estados-Membros da União delegam parte da sua soberania nacional em instituições comuns, que representam tanto os interesses nacionais como os interesses comunitários.
Os tratados constituem o chamado «direito primário», que está na origem de um vasto corpo de «direito derivado», que tem incidência direta na vida quotidiana dos cidadãos europeus. Este último consiste, principalmente, em regulamentos, diretivas e recomendações.
Esta legislação, tal como as políticas comunitárias em geral, é o resultado de decisões tomadas por três instituições principais:


  • o Conselho da União Européia (que representa os Estados-Membros);

  • o Parlamento Europeu (que representa os cidadãos); e

  • a Comissão Européia (um órgão politicamente independente que representa o interesse geral dos europeus).

Este «triângulo institucional» só pode funcionar mediante uma cooperação estreita e numa base de confiança entre as três instituições. «Para o desempenho das suas atribuições e nos termos do presente Tratado, o Parlamento Europeu em conjunto com o Conselho, o Conselho e a Comissão adotam regulamentos e diretivas, tomam decisões e formulam recomendações ou pareceres» (artigo 249.° do Tratado CE).


A União Européia ( UE ) foi oficializada no ano de 1992, através do Tratado de Maastricht. Este bloco é formado pelos seguintes países : Alemanha, França, Reino Unido, Irlanda, Holanda (Países Baixos), Bélgica, Dinamarca, Itália, Espanha, Portugal, Luxemburgo, Grécia, Áustria, Finlândia e Suécia. Este bloco possui uma moeda única que é o EURO, um sistema financeiro e bancário comum. Os cidadãos dos países membros são também cidadãos da União Européia e, portanto, podem circular e estabelecer residência livremente pelos países da União Européia.

A União Européia também possui políticas trabalhistas, de defesa, de combate ao crime e de imigração em comum. A UE possui os seguintes órgãos : Comissão Européia, Parlamento Europeu e Conselho de Ministros.


A UE tem três sedes principais, a da Comissão Européia (braço executivo da UE), que fica em Bruxelas (Bélgica), a do Parlamento, que fica em Estrasburgo (França) e a do Banco Central, em Frankfurt (Alemanha).

As origens da UE encontram-se no Plano Schuman, de 1950, que conduziu o Tratado da Comunidade Européia do Carvão e do Aço (Ceca), em 1953. Formalmente, a organização surgiu com o Tratado de Roma, de 1957. A Comunidade Européia consolidou-se, objetivamente, como espaço estratégico ocidental no contexto bipolar da Guerra Fria.


O Tratado de Maastricht, de 1992, rebatizou a comunidade como União Européia. Esse tratado, que substituiu o de Roma, deflagrou a União Econômica e Monetária (UEM) e estabeleceu a meta de definição de políticas externa e de defesa comuns. A maioria de seus Estados-membros adotou uma moeda única , o euro, a partir de 1999. Suécia e Dinamarca optaram por não aderir ao euro. O reino Unido está revendo sua posição, mas por enquanto ainda não aderiu à moeda. A Grécia não cumpriu as condições para adotar o euro.


O EURO


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