Teatro no Pequeno Auditório, dias 14, 15 e 16 de Março a nova aventura criativa do Projéc ~ chama-se “Finalmente” e estreia na próxima semana no tmg



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Nota à Imprensa | sexta-feira, 8 de Março de 2013

 

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Teatro no Pequeno Auditório, dias 14, 15 e 16 de Março

A nova aventura criativa do Projéc ~ chama-se “Finalmente” e estreia na próxima semana no TMG

 

Estreia a 14 de Março a nova aventura do Projéc~; chama-se “Finalmente [em quatro andamentos]” e é levada a cabo no âmbito do seu laboratório criativo, o Lab~. Foram desafiados quatro criadores guardenses a encenar, cada um deles, uma peça com o mesmo tema: o fim. ”. Quatro artistas, quatro pontos de vista, quatro abordagens criativas, o mesmo “Fim”. Daniel Rocha, Daniel Martins, João Louro e Élia Fernandes são os encenadores convidados.



 

Na história de Daniel Rocha há uma casa em construção e duas pessoas que não se conhecem, mas que se relacionam profissionalmente. Com eles ficaremos a saber mais sobre as estranhas errâncias do Fim.

O texto e encenação são de Daniel Rocha e a interpretação estará a cargo de Carla Morgado e Pedro Sousa.
Daniel Rocha iniciou-se na encenação em 2007 num curso promovido pelo Inatel e pelo TMG que teve como orientador Gil Nave. Desde esse curso, tem vindo a preparar pequenas encenações em contexto escolar e formativo. Tem colaborado, como actor e autor, em vários espectáculos do TMG, como o Julgamento e Morte do Galo do Entrudo.

 

No segundo andamento de “Finalmente” surge a trabalho de Daniel Martins. O criador guardense mostra que «… unicamente o infinito pode ter fim!», numa interpretação de Paulo Lisboa e Paula Costa com encenação de Daniel Martins e Tânia Maria.



 

Na versão de João Louro, o “fim” é «Um dia bem passado entre a vida e a morte nas viagens que se somem no trilho da sorte de cada homem e seu filho». O texto é de Galo Porno; a encenação é de João Louro; a interpretação de João Neca, Nuno Tavares, Carlos Morgado e Filipe Ruas; a música/sonoplastia tem a autoria de João Clemente, o vídeo de Mecca e a voz off de Américo Rodrigues.

João Louro nasceu na Guarda em 1979. É licenciado em Design Multimédia pela Universidade da Beira Interior. Entre 1996-2006 integrou várias peças como actor no Teatro Aquilo no qual colaborou também como cenógrafo, figurinista e em bandas sonoras. Posteriormente encenou “Gregoire” com texto de Galo Porno e realizou “Fado Citrino”.

 

O último andamento de “Finalmente” é o da criadora Élia Fernandes. A encenadora apresenta um excerto da obra ”O Fim” de António Patrício, peça estreada em 1909, integrando-se na estética teatral simbolista. Este trabalho conta com a interpretação de Teresa Mendonça e de Américo Rodrigues.



Élia Fernandes é co-fundadora do Aquilo-Teatro e da Associação Luzlinar. Como actriz participou em “Nana Ina Não…”, “O homem de V.W branco da minha juventude”, “A morte de príncipe”, “ A mão deslizante sábia no amor e deslizante” e “O amor a dois”. Desenhou figurinos e criou música original para várias peças. Encenou “Memória de sombras e de pedra”, “Duendes do lago”, “A menina do circo” e “Escolinha do mar” e “O amor está no ar”, entre outras.

 

Finalmente [em quatro andamentos]” fica em cena até sábado, dia 16 de Março, o espectáculo é para maiores de 16 anos.



 

Cinema no Pequeno Auditório, dia 20 de Março

Filme “Deste Lado da Ressurreição”, de Joaquim Sapinho

 

Na próxima quarta-feira, dia 20 de Março, o TMG apresenta o filme “Deste Lado da Ressurreição”, no Pequeno Auditório, às 21h30. “Deste Lado da Ressurreição” é uma longa-metragem do realizador português, Joaquim Sapinho (nascido no Sabugal).



Na história, Rafael é um ex-campeão de surf que testa os limites da vida nas ondas perigosas do Guincho até que o divórcio dos pais o faz fugir de tudo e de todos. A família nunca mais o voltou a ver até ao dia em que corre a notícia que ele está de regresso à praia e ao surf. A sua irmã Inês corre para o ver; o Guincho foi o último lugar onde a família deles viveu junta e feliz.

O filme é protagonizado por: Joana Barata, Pedro Sousa, Sofia Grilo e Pedro Carmo.



Artes Plásticas na Galeria de Arte até 17 de Março

Últimos dias da Exposição “Veias de Alcatrão”, de Baltazar Torres

Está patente na Galeria de Arte do Teatro Municipal da Guarda até ao próximo dia 17 de Março a exposição/instalação “Veias de Alcatrão” do artista plástico natural de Figueira de Castelo Rodrigo, Baltazar Torres.

Baltazar Torres nasceu em 1961. Vive e trabalha no Porto. Realizou a sua primeira exposição em 1988 e desde então tem mostrado regularmente a sua obra, construindo um percurso sólido tanto a nível nacional como internacional. A sua obra engloba pintura, escultura, desenho e instalação.
Expõe com regularidade na Galeria Mario Mauroner Viena e Salzburgo, na Áustria, e actualmente na Galeria Mário Sequeira, Braga, Portugal. Está representado em diversas colecções nacionais e internacionais.

“Veias de Alcatrão” será uma instalação inédita pensada para o espaço da Galeria de Arte do TMG, numa reflexão sobre a experiência da viagem, do território e da paisagem do início do Séc. XXI.

A exposição tem entrada livre e ficará patente na Galeria de Arte até 17 de Março; pode ser visitada de terça a sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h00, aos sábados das 15h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00 e aos domingos das 15h às 19h.

 

Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL

Tel. 00351 271 205 240 • Fax. 00351 271 205 248



gci@tmg.com.pt

www.tmg.com.pt

 
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