Teatro no pequeno auditório, dia 14 de dezembro



Baixar 22,74 Kb.
Encontro11.09.2017
Tamanho22,74 Kb.

Nota à Imprensa | Sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Teatro no pequeno auditório, dia 14 de dezembro

Yerma”, da Companhia João Garcia Miguel


No próximo dia 14 de dezembro, quinta feira, o Teatro Municipal da Guarda apresenta no pequeno auditório pelas 21h30 o espetáculo “Yerma”, apresentado pela Companhia João Garcia Miguel. "Yerma" é o novo trabalho do encenador João Garcia Miguel com a interpretação é de Miguel Borges e Sara Ribeiro e a participação de Lula’s, Miguel Lopes, Miguel Moreira, Raquel Matos, Jorge Reis e Laura Gonçalo.


Trata-se de um projecto de teatro performativo a partir da reescrita do poema dramático homónimo, datado de 1934, de Federico García Lorca, onde o tema específico da esterilidade de um casal é descrito segundo uma perspectiva feminina – expondo um ambiente de mistério e poesia próprio da cultura da Europa do Sul.
Nesta obra, Federico Garcia Lorca mostra-nos a dor e o poder da impotência em múltiplas dimensões: a impotência das regras estabelecidas perante o espírito e a vontade individual, a impotência dos laços sociais perante a animalidade e as forças que se ocultam no nosso corpo, a impotência das palavras e dos acordos de convivência humanos que resultam invariavelmente em violência e rupturas profundas; e também o seu reverso: a impotência do indivíduo perante as forças da lei e da moral. É para lá das fronteiras da impotência, num território desconhecido, que se gera a violência onde se movem forças livres em oposição. Os universos interiores de Yerma e Juan, o seu marido, parecem destinados a destruírem-se, como uma alegoria do fim das coisas. O seu desentendimento descobre tensões entre o marido e o amante, entre o pai, a mãe e o filho, entre a mãe e a mulher casada, tensões interiores que precipitam o fim das suas vidas, cujo sentido maior se perdeu. Essa alegoria do fim das coisas é um jogo de morte, onde esta surge como um gesto de defesa, contra a fatalidade, contra a impossibilidade de concretizar sonhos.
Música no Café Concerto, dia 12 de dezembro

João Afonso e Rogério Pires trazem “Buganvília” ao CC

Na próxima quinta feira, dia 12 de dezembro, o TMG apresenta no Café Concerto “Buganvília” de João Afonso e Rogério Pires. O espetáculo tem início marcado para as 22h00 e tem entrada livre.

A Buganvília é canção que traduz o estado de espírito para uma viagem musical e cultural de dois músicos;

um encontro entre dois amigos, que cruzam universos musicais partilhados por uma grande empatia.

A marca autoral de ambos e a comum valorização da palavra cantada tornam-se mais nítidas no formato

intimista deste concerto: apenas vozes e guitarras.

A Buganvília é um carril de arte que Rogério Pires com a sua forma delicada e sensível aborda a

obra de João Afonso, cantando a língua portuguesa, transportando-nos por um ”coral de missangas”

vividos e imaginados por ambos. São viagens partilhadas de canções de “Missangas” a “Outra Vida” e

sensações que só uma verdadeira sintonia, como a deste recital musical, nos consegue aportar.

Trata-se do último espetáculo no TMG no âmbito do Outonalidades 2013 – Circuito Português de Música ao Vivo.
No Pequeno Auditório, em dezembro

Abertas as inscrições para Workshop de Eletroaústica

Estão abertas as inscrições para o Workshop de Eletroacústica [em ambiente Pure Data] que o Conservatório de Música de São José da Guarda e o Teatro Municipal da Guarda organizam no pequeno auditório do TMG sob a orientação do músico João Pais, entre 16 e 19 de dezembro. A atividade decorrerá entre as 10h e as 13h e entre as 14h30 e as 17h30 nos referidos dias.

Os interessados deverão inscrever-se no Conservatório até à próxima quarta feira (11 de dezembro). O valor da inscrição é de 45 euros para o público em geral e de 40 euros para alunos e professores do Conservatório. Esta iniciativa é limitada a 15 participantes.

No final do workshop, no dia 19, haverá uma apresentação final ao público, pelas 21h30, no pequeno auditório e com entrada livre.


João Pais nasceu em Lisboa em 1976. Começou os seus estudos musicais nas classes de piano e violino. Iniciou os seus estudos de composição com Evgueni Zoudilkine, continuando-os com Christopher Bochmann e António Pinho Vargas na ESML e Jeremy Dale Roberts no Royal College of Music (Londres). Entre 2002 e 2005 estudou na Escola Superior de Música de Friburgo com Mathias Spahlinger, Mesías Maiguashca e Orm Finnendahl, como bolseiro da FCT. Entre 2003 e 2004 foi tutor do estúdio de música eletrónica da mesma escola.

Participou em seminários de composição com Emmanuel Nunes e Salvatore Sciarrino, entre outros (Paris, Darmstadt, Szombathély) e de direção coral. Estudou direção coral com José Robert.

Juntamente com os seus colegas Diana Ferreira e Luís Antunes Pena fundou e dirigiu entre 1997 e 2001 o festival Jornadas Nova Música em Aveiro.

Com Alberto C. Bernal e Johannes Kreidler desenvolve o projeto Endphase, focando os temas da improvisação e música conceptual com meios eletrónicos. A sua música foi tocada na Europa e Ásia.

Presentemente vive e trabalha em Berlim.
Exposição, na galeria de arte

Gelo”, de Paulo Brighenti, com obras que questionam



a visibilidade, o tempo e a perda

Está patente na Galeria de Arte do TMG, até ao próximo dia 29 de Dezembro, a exposição “Gelo”, de Paulo Brighenti. Trata-se de uma exposição que reúne obras sobre papel realizadas ao longo do ano de 2013 e que, refere o autor, «que questionam a visibilidade, o tempo e a perda».

Paulo Brighenti nasceu em 1968 em Lisboa. Vive e trabalha na capital. Expõe regularmente desde finais dos anos 90. Em 2002 Ganhou o Prémio de Desenho da Fundação Arpad Szenes- Vieira da Silva, Lisboa.

Em 2013 realizou as seguintes exposições: Chama Dupla, Galeria Baginski, Lisboa; Colecção António Cachola, MEIAC, Badajoz; Eclipse, Galeria do TMJB, Almada; Osso, Galeria Fonseca e Macedo, Ponta Delgada, Açores; A grande fogueira, Appleton Square, Lisboa. Natura, Casa Museu Nogueira da Silva, Braga.

A exposição ficará patente até ao final do ano e poderá ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



Tel. 00351 271 205 240 • Fax. 00351 271 205 248

gci@tmg.com.pt

www.tmg.com.pt



©livred.info 2017
enviar mensagem

    Página principal