Teatro no Pequeno Auditório de 8 a 10 de Fevereiro “A dama pé-de-cabra” é nova produção do Projéc~



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Nota à Imprensa | Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012


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Teatro no Pequeno Auditório de 8 a 10 de Fevereiro
“A dama pé-de-cabra” é nova produção do Projéc~

Em Fevereiro, o Projéc~ (estrutura de produção teatral do Teatro Municipal da Guarda) e a encenadora e actriz Antónia Terrinha apresentam na caixa de palco do Pequeno Auditório o espectáculo “A dama pé de cabra”. A peça ficará em cena entre 8 e 10 de Fevereiro com sessões às 21h30 e terá também apresentações para escolas nos dias 8 e 9 (às 14h30).

Trata-se de uma história do património cultural português, um dos mais maravilhosos contos da tradição oral portuguesa, aqui encenada e interpretada por Antónia Terrinha. A peça está baseada no conto homónimo escrito por Alexandre Herculano e publicado no livro “Lendas e Narrativas”.

«Mantendo a mesma linguagem, do texto original de Herculano, o público viaja no imaginário e língua de tempos idos, revivendo as nossas memórias colectivas enquanto povo e habitante desta Península; são as nossas mais ancestrais raízes que voltam à tona.

É uma belíssima história do nosso património cultural, onde a tradição e a lenda se misturam numa simbiose perfeita entre o onírico e o maravilhoso», refere no texto de apresentação a encenadora.

Antónia Terrinha começou o seu percurso no Teatro O Bando, tendo passado por outras companhias como A Comuna e a Cornucópia. Esteve ligada a projectos de teatro infantil, como actriz e como encenadora. Dirigiu com Cândido Ferreira a Companhia do Teatro Chaby Pinheiro da Nazaré e fundou a companhia “Teatro em Curso”. Participou também em filmes para cinema e televisão. Actualmente é uma das figuras da série “Pai à força”.

Esta é a 14ª produção do Projéc~ que até à data apresentou também “E outros diálogos” de João Camilo; “A Cozinha Canibal”, de Roland Topor, Na Colónia Penal, ópera de Philip Glass segundo conto de Kafka; “O Barão”, de Luís de Sttau Monteiro; “Eu queria encontrar aqui ainda a terra”, de António Godinho e Manuel A. Domingos; “Os Sobreviventes”, de Manuel Poppe, “Querido Monstro”, de Javier Tomeo, “São Francisco de Assis” e “Mundus Imaginalis num quadro de Van Gogh”, de Vicente Sanches, “Simplesmente Complicado”, de Thomas Bernhard, a peça radiofónica “Senhor Henri”, de Gonçalo M. Tavares, “The Dumb Waiter”, de Harold Pinter, “A Acácia Vermelha”, de Manuel Poppe e “D’ abalada” de Jorge Palinhos.
Música no Pequeno Auditório, dia 4

Paus: «Uma bateria siamesa, um baixo maior que a tua mãe e teclados que te fazem sentir coisas»

Os Paus são provavelmente uma das bandas portuguesas mais elogiadas pela crítica no ano que passou. O grupo actuará no Pequeno Auditório do TMG no sábado, dia 4 de Fevereiro, às 21h30. Apresentam o seu segundo disco, o primeiro de longa-duração, e definem-se como «Uma bateria siamesa, um baixo maior que a tua mãe e teclados que te fazem sentir coisas».


Depois da edição deste álbum de estreia, em Outubro de 2011, ter chegado ao 3º lugar do top de vendas, a banda foi recentemente confirmada para o Palco de Radiohead no Festival Optimus Alive.

Todos os músicos desta formação vêm de outros projectos de música moderna portuguesa de inspiração Indie como Linda Martini, Vicious Five ou If Lucy Fell.

Os Paus são Makoto Yagyu (baixo, teclados e voz), Joaquim Albergaria (meia bateria siamesa e voz), João Pereira (teclados e voz) e Hélio Morais (meia bateria siamesa e voz).
Música no Café Concerto, dia 3

O “Filho da Mãe”, Rui Carvalho apresenta-se no CC

O Filho da Mãe a.k.a. Rui Carvalho (ex If Lucy Fell) actua na sexta-feira, dia 3 de Fevereiro, no Café Co certo do TMG.

«Conheci-o noutras aventuras sónicas com os fabulosos If Lucy Fell, já o tinha topado, mas desta vez brinda-nos com um grande disco de guitarra clássica: "Palácio" - Um disco inquietante, de uma técnica e velocidade desconcertantes, frases lindíssimas desconstruídas como luz refractária em espelhos se tratasse. Genial e original de um grande poder de abstracção e obsessão de linhas de guitarra em movimento continuo em contextos e ambientes diferentes, ouve-se a rua, as gentes que passam, ouve-se Lisboa, o mar, o silêncio e todo um imaginário que por vezes nos deixa sem fôlego!», as palavras são de Tó Trips um dos Dead Combo que considera a estreia musical de Filho da mãe «uma nova pérola da musica Portuguesa».

O concerto tem entrada livre e início marcado para as 22h00.


Cinema no Pequeno Auditório, dia 2

Histórias de Shangai – Quem me dera saber” de Jia Zhang-Ke

O Cineclube da Guarda apresenta na próxima Quinta-feira, dia 2 de Fevereiro, com o apoio do TMG, o filme “Histórias de Shangai – Quem me dera saber”.

Trata-se de um documentário do realizador chinês Jia Zhang-ke, o mesmo que realizou "Plataforma", "O Mundo", "Still Life - Natureza Morta" e "24 City". Com este filme, Jia Zhang-ke volta a debruçar-se sobre o passado recente do seu país e na influência do comunismo nos dias de hoje.

A sessão está marcada para as 21h30, no Pequeno Auditório.
Pintura no Café Concerto, de 7 a 26 de Fevereiro

Eterna Harmonia” de Bruno Miguel

Bruno Miguel é um artista plástico guardense que estudou Artes Plásticas e Pintura e que apresenta no Café Concerto (CC) a exposição Eterna Harmonia. Na parede do CC vão estar expostos sete trabalhos que se enquadram no pós-impressionismo. Fascinado pela Natureza, o artista plástico, persegue nesta exposição valores específicos como a bidimensionalidade, a cor e a linha.

A exposição ficará patente entre 7 e 26 de Fevereiro no TMG e pode ser visitada no horário de funcionamento do CC. A entrada é livre.




Exposição na Galeria de Arte até 11 de Março
Ângelo de Sousa [1938- 2011]: Ainda as esculturas

O TMG tem patente Galeria de Arte a exposição “Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: ainda as esculturas”.

Ângelo de Sousa nasceu em 1938 em Moçambique e faleceu no Porto, a 29 de Março de 2011, onde viveu e trabalhou desde 1955. Em 1963 terminou o curso de Pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde exerceu funções de docente entre 1963 e 2000. Em 1995 tornou-se o primeiro Professor Catedrático de Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

As suas experiências escultóricas datam dos anos 50, mas é em 1966, primeiro com as folhas de acrílico e finalmente com as chapas de aço, que as esculturas tomam as formas que hoje prontamente identificamos com o seu nome. Em 1967 Ângelo de Sousa foi bolseiro do British Council na St. Martin's School of Fine Art. Durante a sua estadia em Londres, matura o seu interesse pela escultura e começa a trabalhar com fotografia e filme. Forma o grupo Os Quatro Vintes, em 1968, com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, desfeito em 1972, altura em que lhe é atribuído o prémio Soquil. Desde essa altura, Ângelo de Sousa afirma-se como um dos artistas mais inovadores na cena nacional, expondo desenhos, esculturas, pintura, fotografia e filme. Em 1993, a sua obra foi objecto de uma exposição antológica na Fundação de Serralves onde, em 2001, expôs os seus trabalhos de fotografia e filme. Em 2000 foi-lhe atribuído o prémio EDP. A Fundação Gulbenkian e a Cordoaria Nacional acolheram uma grande mostra da sua escultura em 2006. Estas últimas exposições representaram uma oportunidade para o autor rever as esculturas que vinha a projectar desde os anos 60.

“Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: Ainda as esculturas” ficará patente até 11 de Março e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.

Esta exposição tem os apoios: Studio Ângelo de Sousa, Artistas Unidos e Galeria Quadrado Azul.


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Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



Tel. 00351 271 205 240 • Fax. 00351 271 205 248

gci@tmg.com.pt

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