Teatro no Grande Auditório, dia 1 de Junho Companhia João Garcia Miguel traz “Romeu e Julieta” ao tmg



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Nota à Imprensa | Sexta-feira, 25 de Maio de 2012

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Teatro no Grande Auditório, dia 1 de Junho

Companhia João Garcia Miguel traz “Romeu e Julieta” ao TMG

Aquela que é, seguramente, a mais célebre obra de William Shakespeare, “Romeu e Julieta”, estará em cena na caixa de palco do Grande Auditório do TMG na próxima sexta-feira, dia 1 de Junho, às 21h30, na versão sempre original e electrizante da Companhia João Garcia Miguel.

 

Romeu e Julieta são duas vítimas, quase inexplicáveis de um grande amor. Para eles tudo se conjugou em contrariedade, como se não existisse lugar para o seu amor no mundo em que viviam. É uma estranha metáfora, esta, de não existir lugar para o amor no mundo, e de todas as forças se conjugarem para de forma consciente e, também inconsciente, para a sua limitação. Romeu e Julieta tiveram uma noite de amor tão extraordinária que lhes custou a vida.


«Fazer um Romeu e Julieta, no actual momento, foi um erro infantil, com o qual nos deliciámos e sofremos, uma vez mais. Fazer teatro nos dias que correm é um erro que atenta contra a vida daqueles que o fazem. Aliás, os fazedores de teatro são Romeus e Julietas, tal é a paixão que os move e os riscos que correm. Contudo o mundo precisa mais do que nunca de gente apaixonada por aquilo que faz, de pessoas apaixonadas pela vida e por aquilo que trazem diariamente ao mundo. É de um grande conjunto de desordens, de pequenas desordens criativas, espalhadas por todos os lados da vida, espalhados em todos os momentos do dia, que precisamos mais do que nunca; que outra coisa se pode esperar daqueles que se dedicam a criar e a recriar o mundo senão: erros infantis?», escreve a propósito desta versão de Shakespeare João Garcia Miguel, o encenador e director da companhia.
A peça, classificada para maiores de 12 anos, conta com a interpretação de David Pereira Bastos e Sara Ribeiro; a música e vídeo são de Rui Gato; os figurinos são de Steve Denton e o desenho de luz é de Luis Bombico.
Na Galeria de Arte, às 18h00, no dia 2 de Junho

Inauguração da exposição de Mário Cesariny

No sábado, dia 2 de Junho, o Teatro Municipal da Guarda inaugura, pelas 18h00, na Galeria de Arte, a exposição “Visto a esta luz”, do artista plástico português Mário Cesariny, por muitos considerado o expoente máximo do surrealismo na pintura em Portugal. Esta exposição ficará patente até 29 de Julho e é apresentada no âmbito de uma parceria com a Fundação Cupertino de Miranda. A fundação assumiu nos últimos anos de vida do artista plástico uma relação de grande proximidade e amizade. Nesta exposição procura dar-se uma visão global da sua obra no contexto da Colecção da Fundação Cupertino de Miranda. A exposição é comissariada por António Gonçalves.


Mário Cesariny nasceu em Lisboa em 1923- 2006. Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio. Estudou também música com Lopes Graça. Posteriormente frequentou o primeiro ano do curso de Arquitectura da ESBAL. Participou nos encontros do “Café Herminius” e aderiu ao Neo-realismo, do qual se vem a desligar em 1946. No ano de 1947 conhece André Breton e é nesse mesmo ano que participa na fundação do “Grupo Surrealista de Lisboa”, do qual se afasta em 1948, vindo a formar um novo grupo “Os Surrealistas”. Com este participa na 1.ª Exposição dos Surrealistas.
«Ao longo da exposição encontram-se alguns dos seus objectos que adquirem uma particularidade e mesmo uma aura que os retira do sentido do objecto escultórico e do ready-made. Apresentam-se antes com encontros de sentidos muito apurados, enquanto relações poéticas. Resultam de uma abordagem de vivência com o quotidiano e salientam-se pela sua simplicidade. É uma prática constante a dos objectos que vão sendo encontrados, e que Mário Cesariny vai revelando, quer pela articulação que estabelece entre eles, quer pela importância que lhes dá no seu dia-a-dia, quando os remete para o seu espaço particular, em específico o seu quarto e ali os vai mistificando e desmitificando, como se lhes fosse encontrando uma consideração, uma poética», escreve António Gonçalves a propósito desta exposição.
A exposição pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
Música Nova no Pequeno Auditório, dia 2 de Junho

A eletrónica e toy piano de Joana Sá

A ‘Música Nova’ de Joana Sá vai estar no Pequeno Auditório do TMG a 2 de Junho. A pianista, improvisadora e compositora, apresenta "Through this looking glass", uma peça para piano preparado, toy piano, eletrónica, utensílios e mobile. A artista inspirou-se no imaginário onírico e surreal de Lewis Carrol para este espectáculo, marcado para as 21h30.


“Through this looking glass” é uma peça com fortes componentes cénicas e performativas, trabalhando a relação da música com a poesia. A peça divide-se em duas partes distintas: 1ª- “13 mini(cre)atures for robert schumann” e a 2ª – “liberdade é pouco. o que desejo ainda não tem nome”. Na travessia para «o outro lado deste espelho», as criaturas encontradas são feitas de sons e lógicas musicais diferentes num mundo sonoro bizarro e hipnotizante.

«Joana desliza para dentro, por baixo, por entre, para fora do piano como quem procura as lógicas e entranhas escondidas, esquecidas de uma eventual e possível infância deste instrumento que se tornou, pela sua carga histórica, de uma ‘seriedade’ quase intocável. Afinal, o piano pode. E pode o pianista também». Refere o texto de apresentação deste espectáculo.


No Pequeno Auditório, dia 6 de Junho
OfiCena 2 apresenta exercício final: “O que há dentro de mim?”

Na quarta-feira, dia 6 de Junho, as nove jovens que frequentaram a OfiCena2 – Oficina de expressão dramática e musical durante os últimos seis meses no TMG vão apresentar o exercício final no Pequeno Auditório, às 21h30. A OfiCena 2 teve a orientação de Élia Fernandes e Victor Afonso, do Serviço Educativo do TMG. Durante esta oficina de longa duração (com periodicidade semanal), as jovens participaram em muitos jogos dramáticos, de expressão e de movimento, numa dinâmica de colaboração e entreajuda. O grupo chegou a participar, com uma animação própria, no desfile de Carnaval “Julgamento e Morte do Galo do Entrudo” e, nas últimas semanas, ensaiou a peça “O Que Há Dentro de Mim?”, de Edson André Thomassim. Esta peça oscila entre o teatro e o movimento e aborda questões prementes relacionadas com a juventude e as suas múltiplas dimensões. Uma peça que, de forma metafórica, transmite as preocupações próprias da vida de adolescentes. Destas adolescentes e de todas as outras.

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Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



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