Teatro de 7 a 10 de Março no tmg “Fragas”, a 15ª produção do Projéc~ estreia quarta-feira



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Nota à Imprensa | Sexta-feira, 2 de Março de 2012


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Teatro de 7 a 10 de Março no TMG
“Fragas”, a 15ª produção do Projéc~ estreia quarta-feira

Estreia já na próxima semana, a 15ª produção do Projéc~ (a estrutura de produção teatral do TMG). Chama-se "Fragas", é a partir de poemas de Miguel Torga, e tem a encenação de João Neca. O espectáculo estará em cena de quarta a sábado (7 a 10 de Março) no Grande Auditório do TMG. A nova produção do Projéc~ conta a história de um relacionamento de mãe e filho entre fragas.

Com a interpretação de Sílvia Brito e António Rebelo e com a música original de Marcos Cavaleiro e a cenografia e desenho de luz de João Cachulo. Esta é a primeira encenação profissional do guardense João Neca. Licenciado em Estudos Artísticos, com especialização em Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e o Mestrado em Estudos Artísticos na mesma universidade, o jovem encenador trabalhou com O Bando em “Pedro e Inês”. Mas o seu envolvimento com o Teatro começou muito mais cedo. Aos 5 anos estreou-se num grupo de teatro amador, o já extinto Teatro à Vela. Mais recentemente dedicou-se à escrita, dramaturgia e encenação de vários espectáculos, entre 2008 e 2011, no grupo de teatro “Gambozinos e Peobardos”.
«Os laços de amor, mesmo os mais fortes, os de uma Mãe, duram para sempre?

Pode um simples ser humano rejeitar o que o seu corpo criou e alimentou, alguém que a sua alma adorou durante anos, o seu sangue que não lhe corre nas veias?

Conseguirá o tempo, imperador dos homens, romper as maiores raízes que o coração uniu?

O Homem nem sempre nasce bom e a sociedade, boa ou má, nem sempre corrompe.

Um filho de um jogo contemporâneo fugiu para bem longe das primitivas e jubiladas acções enformadas de honra e dignidade», conta o texto de João Neca que apresentação o espectáculo.

Fragas é a 15ª produção do Projéc~. Até à data a estrutura de produção teatral do TMG apresentou: “E outros diálogos” de João Camilo com encenação de Luciano Amarelo; “A Cozinha Canibal” de Roland Topor com encenação de Américo Rodrigues; “Na Colónia Penal”, ópera de Philip Glass, segundo conto de Kafka e com encenação de Américo Rodrigues; “O Barão” de Luís de Sttau Monteiro com encenação de Fernando Marques; “Eu queria encontrar aqui ainda a terra” de António Godinho e Manuel A. Domingos com encenação de Luciano Amarelo; “Os Sobreviventes” de Manuel Poppe com encenação de Américo Rodrigues; “Querido Monstro” de Javier Tomeo com encenação de José Neves, “São Francisco de Assis” e “Mundus Imaginalis num quadro de Van Gogh” de Vicente Sanches com encenação de Américo Rodrigues, “Simplesmente Complicado” de Thomas Bernhard com encenação de Américo Rodrigues, a peça radiofónica “Senhor Henri” de Gonçalo M. Tavares com José Neves, “The Dumb Waiter” de Harold Pinter com encenação de Fernando Marques; “A Acácia Vermelha” de Manuel Poppe com encenação de Valdemar Santos; “D’abalada” de Jorge Palinhos com encenação de Luciano Amarelo; e “A dama pé de cabra” de Alexandre Herculano com encenação de Antónia Terrinha.


Exposição na Galeria de Arte até 11 de Março
Últimos dias para ver Ângelo de Sousa [1938- 2011]: Ainda as esculturas

O TMG tem patente Galeria de Arte a exposição “Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: ainda as esculturas”.

Ângelo de Sousa nasceu em 1938 em Moçambique e faleceu no Porto, a 29 de Março de 2011, onde viveu e trabalhou desde 1955. Em 1963 terminou o curso de Pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde exerceu funções de docente entre 1963 e 2000. Em 1995 tornou-se o primeiro Professor Catedrático de Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

As suas experiências escultóricas datam dos anos 50, mas é em 1966, primeiro com as folhas de acrílico e finalmente com as chapas de aço, que as esculturas tomam as formas que hoje prontamente identificamos com o seu nome. Em 1967 Ângelo de Sousa foi bolseiro do British Council na St. Martin's School of Fine Art. Durante a sua estadia em Londres, matura o seu interesse pela escultura e começa a trabalhar com fotografia e filme. Forma o grupo Os Quatro Vintes, em 1968, com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, desfeito em 1972, altura em que lhe é atribuído o prémio Soquil. Desde essa altura, Ângelo de Sousa afirma-se como um dos artistas mais inovadores na cena nacional, expondo desenhos, esculturas, pintura, fotografia e filme. Em 1993, a sua obra foi objecto de uma exposição antológica na Fundação de Serralves onde, em 2001, expôs os seus trabalhos de fotografia e filme. Em 2000 foi-lhe atribuído o prémio EDP. A Fundação Gulbenkian e a Cordoaria Nacional acolheram uma grande mostra da sua escultura em 2006. Estas últimas exposições representaram uma oportunidade para o autor rever as esculturas que vinha a projectar desde os anos 60.

“Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: Ainda as esculturas” ficará patente até 11 de Março e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.

Esta exposição tem os apoios: Studio Ângelo de Sousa, Artistas Unidos e Galeria Quadrado Azul.


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Para mais informações, contactar:

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Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

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