Spotlight segredos revelados



Baixar 1,77 Mb.
Página2/3
Encontro03.05.2017
Tamanho1,77 Mb.
1   2   3

SINOPSE

Spotlight – Segredos Revelados conta a impressionante história verídica da equipe de jornalismo investigativo do Boston Globe ganhadora do prêmio Pulitzer, “Spotlight”, que, em 2002, chocou a cidade e o mundo expondo o acobertamento sistemático da Igreja Católica de inumeráveis casos de pedofilia perpetrados por mais de 70 sacerdotes locais.

Quando o recém-nomeado editor do Globe, Marty Baron (Liev Schreiber), chega de Miami para assumir o cargo no verão de 2001, ele imediatamente instrui a equipe Spotlight a investigar mais a fundo a história de uma coluna sobre um padre local acusado de ter abusado sexualmente de dezenas de jovens paroquianos ao longo de 30 anos. Plenamente conscientes de que enfrentar a Igreja Católica em Boston terá repercussões importantes, o editor da Spotlight, Walter “Robby” Robinson (Michael Keaton), os repórteres Sacha Pfeiffer (Rachel McAdams) e Michael Rezendes (Mark Ruffalo) e o pesquisador, Matt Carroll (Brian d’Arcy James) começam a mergulhar no caso com mais profundidade.

À medida que consultam o advogado das vítimas, Mitchell Garabedian (Stanley Tucci), entrevistam adultos que foram molestados quando eram crianças e tentam conseguir que a Justiça lhes entregue os registros sigilosos dos casos, fica claro que a proteção sistemática da Igreja a padres abusadores sexuais chegava muito mais longe do que qualquer um poderia imaginar. Apesar da resistência ferrenha das autoridades eclesiásticas, incluindo o cardeal Law (Len Cariou), de Boston, o Globe publica sua denúncia arrasadora em janeiro de 2002, abrindo caminho para revelações similares em mais de 200 outras cidades de todo o mundo.

Apresentado pela Entertainment One Features, Spotlight – Segredos Revelados (Spotlight) é dirigido por Tom McCarthy e estrelado Mark Ruffalo, Michael Keaton, Rachel McAdams, Liev Schreiber, John Slattery, Stanley Tucci, Brian d’Arcy James e Billy Crudup. Escrito por Tom McCarthy e Josh Singer. O diretor de fotografia é Masanobu Takayanagi, o desenhista de produção é Stephen H. Carter. A figurinista é Wendy Chuck. Os produtores executivos são Jeff Skoll, Jonathan King, Pierre Omidyar, Michael Bederman, Bard Dorros, Tom Ortenberg, Peter Lawson e Xavier Marchand. Produzido por Michael Sugar, Steve Golin, Nicole Rocklin e Blye Pagon Faust.


SOBRE A PRODUÇÃO

Embora casos isolados de abuso sexual tivessem sido denunciados antes da investigação da Spotlight, a exaustiva reportagem de dados escrupulosamente corroborados pela equipe revelou o alcance dos crimes praticados pelo clero — e o envolvimento da Igreja para proteger seus sacerdotes do sistema de justiça penal — com uma precisão de detalhes nunca vistos até então.

Os produtores Nicole Rocklin e Blye Pagon Faust encabeçaram os esforços para transformar a história dramática da investigação de abusos sexuais do Boston Globe em um longa-metragem. “Achamos que era a coisa mais incrível que já tínhamos ouvido”, afirma Faust. “A Spotlight enfrentou uma instituição que tinha poder, dinheiro e recursos, e mostrou às pessoas que ninguém é intocável”.

Rocklin e Faust propuseram à Anonymous Content uma parceria para produzir o filme. “De imediato, sentimos que tínhamos que contribuir para levar esta jornada épica às telonas”, relembra o fundador e CEO da Anonymous, Steve Golin. “Spotlight – Segredos Revelados é uma história emocionante e, ao mesmo tempo, trata de um tema importante”.

O potencial de Spotlight – Segredos Revelados para inspirar progresso no mundo real também despertou o interesse da Participant Media. “Quando nossos amigos da Anonymous Content nos contaram que estravam desenvolvendo esta história, agarramos a oportunidade de ajudar a levá-la às telas”, explica Jonathan King, o vice-presidente executivo de cinema narrativo da Participant.

Para escreve o roteiro, Rocklin e Faust convidaram o aclamado diretor, roteirista e ator Tom McCarthy, diretor de títulos independentes aclamados como O Agente da Estação (The Station Agent), Win Win e The Visitor, além de ter sido indicado ao Oscar® com seu roteiro original para o longa-metragem de animação de grande sucesso de 2010, Up: Altas Aventuras (Up). McCarthy recrutou, por sua vez, Josh Singer, roteirista de West Wing. “Tom possui um talento extraordinário para revelar o lado humano no cerne de histórias complicadas”, afirma King.

McCarthy reagiu à saga em diversos níveis. “Achei fascinante ver como alguém de fora, Marty Baron, chega de Miami e, em seu primeiro dia no Boston Globe, introduz a ideia de se investigar um possível acobertamento da Igreja Católica. Foi algo muito ousado”.

Além disso, o trabalho da Spotlight oferecia a oportunidade de se criar uma carta de amor cinematográfica ao jornalismo investigativo. “Estou extremamente preocupado com a escassa presença atualmente do jornalismo investigativo de qualidade, comparado com o que tínhamos há 15 anos”, afirma McCarthy. “Vi este filme como uma oportunidade de mostrar através do exemplo: aqui temos o tipo tem impacto que se pode produzir quando se conta com um jornalismo bem financiado, feito por profissionais experientes. Ou seja, o que poderia ser mais importante do que o futuro das nossas crianças?”

McCarthy também trouxe uma perspectiva pessoal à história. “Eu fui criado como católico, então entendo muito bem a instituição, pela qual sinto grande admiração e respeito”, explica ele. “A história não pretende criticar a Igreja. E sim perguntar: ‘Como algo assim pôde acontecer?’ A Igreja perpetrou, e em alguns casos continua perpetrando, atos institucionais deploráveis, não só pelo abuso sexual de crianças, mas também pelo acobertamento desses abusos. Como esses abusos puderam ocorrer durante décadas sem que as pessoas se levantassem e dissessem alguma coisa?”

Como parte da diligência da equipe Spotlight, Singer e McCarthy passaram meses realizando entrevistas com jornalistas, vítimas e outros envolvidos na história.

“Fomos a Boston duas ou três vezes, entrevistamos várias vezes cada um dos repórteres envolvidos na história e achei que tínhamos acabado”, relembra Singer. “Mas a verossimilhança sempre foi fundamental para Tom. Ele vivia perguntando: ‘Mas e quanto aos jornalistas que trabalharam no caso Porter? E quanto aos advogado? Deveríamos falar com Jon Albano? Podemos falar com Eric MacLeish?’ Ele queria compreender essa história de todos os seus ângulos. Eu sempre adorei pesquisar, então, isso soou como música para os meus ouvidos. E, bem, que surpresa, foi exatamente quando extrapolamos o escopo de nosso grupo central que topamos com alguns dos detalhes mais inesperados dessa história. E esses são precisamente os elementos que creio que fazem com que a história pareça real e com bases sólidas”.

Singer, que se bacharelou pela Faculdade de Direito de Harvard, em Boston, pouco antes do início da investigação da Spotlight, tinha evitado, em geral, ler sobre o escândalo da Igreja. “Lembro que nos meus primeiros dias trabalhando em The West Wing, eu não queria ler nada sobre o tema nos jornais, porque a ideia de abusos sexuais por parte do clero era profundamente perturbadora. O que realmente me atraiu em Spotlight – Segredos Revelados foi que se tratava de uma história sobre os repórteres que descobriram esses abusos. Para mim, essa foi minha forma de enfocá-la. Ao seguir esses repórteres, os espectadores podem compreender o problema de uma forma mais acessível”.



A EQUIPE SPOTLIGHT

O chefe da Spotlight, Walter “Robby” Robinson, é interpretado no filme por Michael Keaton, que foi indicado a um Oscar® como protagonista no filme de 2014, Birdman: ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (Birdman: Or, The Unexpected Virtue of Ignorance). O ator, que cresceu em uma devota família católica, reproduziu os tiques de conduta do personagem da vida real com uma precisão desconcertante, segundo Robinson. “A primeira cena que vi foi um plano com Michael Keaton, e eu quase caí da cadeira, porque ele me interpretava com perfeição”, conta o aclamado jornalista investigativo. “Não só a minha voz e o meu semi-pseudo-sotaque de Boston, mas as minhas expressões faciais, meus gestos. Ele acertou tudo em cheio”.

McCarthy diz que já imaginava Keaton no papel em parte graças ao convincente desempenho do ator como o atormentado editor de notícias locais no drama jornalístico de Ron Howard de 1994, O Jornal (The Paper). “Curiosamente, The Paper também é um dos filmes favoritos de Robby Robinson. A exemplo de Robby, Michael é duro, amável, incrivelmente engraçado e encantador — e ele traz tudo isso ao papel desse jogador/treinador que guia a investigação”.

Trabalhando sob a direção de Robinson temos o repórter-astro Mike Rezendes, interpretado por Mark Ruffalo. O ator, que foi indicado a um Oscar® no papel do lutador David Schultz de Foxcatcher - Uma História que Chocou o Mundo (Foxcatcher), de 2014, recebeu o roteiro de Spotlight – Segredos Revelados do diretor McCarthy numa sexta-feira, leu-o naquela noite e, no dia seguinte, aceitou fazer o papel. “Imediatamente, eu senti que seria um filme importante”, relembra Ruffalo. “Há filmes que você faz por ‘eles’ e outros, como Spotlight – Segredos Revelados, que você faz por você mesmo. Há tantos pobres coitados por aí que sofreram de uma maneira brutal por culpa de uma instituição que sabia que aquilo era errado”.

Ruffalo acompanhou Rezendes durante várias semanas para moldar sua interpretação do obstinado repórter. “Quando conheci o Mike, ele estava cauteloso, o que não é de se surpreender; aí vem esse ator e o que ele pretende fazer? Nós fomos ao seu apartamento, depois jantamos e saímos para uma longa caminhada. Conversamos demoradamente e eu comecei a ter uma ideia de como ele era. Então, eu visitei a redação do Globe e passei cinco dias com o Mike antes de começarmos os ensaios. Quando começamos a rodar o filme, ele veio várias vezes ao set. Eu ficava um pouco nervoso em tê-lo lá, me vendo trabalhar, porque eu queria realmente lhe fazer justiça”.

À medida que ia conhecendo Rezendes melhor, Ruffalo descobria que tinha muito em comum com seu personagem da vida real. “Mike e eu somos outsiders”, comenta Ruffalo. “Nós dois viemos de um mundo que realmente não nos deu acesso aos empregos que queríamos. Éramos rebeldes, e nós dois fomos criados como católicos. Mike e eu abandonamos a Igreja porque vimos contradições entre seus ensinamentos e suas ações na arena pública”.

Ruffalo, o primeiro ator contratado para Spotlight – Segredos Revelados, trouxe sua profundidade característica para seu desempenho. “Quase mais do que qualquer outro ator atualmente, Mark possui a capacidade excepcional de se transformar fisicamente de um personagem a outro”, observa McCarthy. “Ele combina isso com uma interpretação emotiva, então, foi emocionante ver Mark construir o personagem de Mike Rezendes de forma sutil, sem nunca ser bombástica nem chamativa”.

Enquanto o personagem de Ruffalo se concentra nos aspectos legais da investigação, Sacha Pfeiffer, vivida por Rachel McAdams, se especializa em entrevistar as vítimas dos abusos sexuais do clero. “Sacha é muito inteligente”, afirma McAdams, que foi elogiada recentemente por seu desempenho na série da HBO, True Detective, após interpretações aclamadas pelo público em filmes como Sherlock Holmes e Diário de Uma Paixão (The Notebook), entre outros. “Ela e eu começamos a trocar e-mails, depois passamos para telefonemas e, finalmente, eu fui de trem de Nova York a Boston em um fim de semana e passei uma tarde com ela e seu marido”, relembra a atriz.

A maratona de entrevistas valeu a pena. “Eu fiz à Sacha todas as perguntas que me ocorreram”, afirma ela. “Até sobre os detalhes mais ínfimos: ‘Você usava relógio?’ Fosse o que fosse, ela me respondeu tudo o que eu queria saber”.

As conversas de McAdams com Pfeiffer sustentaram algumas das sequências mais comoventes do filme, quando a repórter encoraja gentilmente os sobreviventes dos abusos a contarem suas histórias. “Eu fiquei muito impressionada com como Sacha honrava as vítimas”, conta McAdams. “Ela me explicou mais ou menos assim: ‘Durante tantos anos, elas deixaram esse trauma de lado, sem jamais falar sobre o que tinha acontecido nem sequer admitir o que houve. E aí chego eu, telefonando para eles de repente no meio do dia e lhes pedindo que falassem sobre esses abusos, virando seu mundo de ponta cabeça’. Sacha me contou que ela não achava direito se limitar a fazer a entrevista e ir embora, explorando seu sofrimento e desparecendo tão rápido quanto surgiu. Então, até hoje, ela manteve contato com muitas das vítimas mesmo tanto tempo depois de publicadas suas histórias”.

McAdams percebeu o talento de Pfeiffer para extrair detalhes jornalisticamente valiosos de seus entrevistados. “Essas vítimas agora são homens adultos, trabalhadores, que não se sentem à vontade dividindo seus sentimentos com ninguém, muito menos uma repórter. Sacha é uma ouvinte extraordinária, é muito compassiva, mas também teve que pedir a esses homens que fossem muito específicos na linguagem que usavam para descrever suas experiências, de modo que suas histórias não se resumissem simplesmente à descrição de ‘vítimas de abusos’”.

McCarthy conheceu McAdams via Skype e percebeu, de imediato, o quanto a atriz era centrada e acessível. “Tanto Sacha quanto Rachel são muito francas”, afirma ele “São inteligente, mas nunca prepotentes, e Sacha tem uma facilidade para se comunicar, que Rachel também tem. O resultado foi maravilhoso quando vemos que Rachel, no papel de Sacha, é incansável sem chegar a ser uma chateação. Rachel tem uma forma maravilhosa de se conectar com as pessoas”.

Liev Schreiber dotou seu desempenho como Marty Baron, o editor executivo do Boston Globe, com uma determinação firme que Singer observou enquanto ainda fazia pesquisas para o filme. “Quando eu entrevistei o Marty em Washington, D.C., tinha uma nota em um Post-It em seu escritório que dizia: ‘Eu não sou simpático e carinhoso’. Marty não se importa se pode irritar alguém. Seu trabalho é conseguir a história”.

Schreiber, que foi recentemente indicado a um Emmy® por seu desempenho no papel-título da série policial dramática da Showtime, Ray Donovan, se sentiu instantaneamente atraído pelo caráter firme do personagem Baron. “Um dos aspectos mais emocionantes do filme para mim foi quanto eu tive a oportunidade de pegar um trem até Washington para conhecer Marty Baron”, conta Schreiber. “Foi um prazer poder passar tempo com ele e entender melhor os apertos pelos quais passam muitos jornais do país. Na verdade, essa é uma das razões pelas quais eu amo tanto esse roteiro — ele realmente está do lado dos jornais e dos jornalistas”.

“Marty e os demais jornalistas desta história são heróis para mim”, continua o ator. “Depois de falar com Marty, uma das coisas que eu percebi é que seu trabalho consome todo o seu tempo. Ele não se importava aonde a história o levaria. Marty gosta de uma boa luta, não se rende e estava disposto a enfrentar pessoas e organizações que intimidariam a qualquer a fim de chegar à verdade”.

Ben Bradlee Jr., ex-vice-editor geral do Globe, se entendeu facilmente com o ator que o interpreta nas telonas. “Quando eu soube que John Slattery tinha sido escalado para me interpretar, eu pensei imediatamente no patife que ele interpretava em Man Men. Eu gosto dos patifes. E gosto do John. Passamos muito tempo juntos. Ele é um cara sério e, sendo de Boston, temo sum interesse comum pelos Red Sox”.

McCarthy imaginava Slattery, um amigo de longa data, como a encarnação perfeita de Bradlee nas telas. “Assim como Ben, John é seco e franco e sem meias palavras”, afirma McCarthy. “É um homem másculo e possui uma arrogância em sua forma de trabalhar que fez com que John fosse perfeito para interpretar Ben”.

Slattery, conhecido por milhões de espectadores como Roger Sterling, o eloquente sócio da agência publicitária da série da AMC ganhadora do Emmy, curtiu o papel de Bradlee. “Bem é muito inteligente e uma força da natureza, portanto, me oferecia muito material de trabalho”, conta o ator. “Seria difícil exagerar o poder que a Igreja Católica possuía na cidade à época. Tinha a maior arquidiocese do país e cerca de 53% dos leitores do Globe eram católicos. Enfrentar a Igreja em Boston foi muito corajoso da parte do Bradlee”.

Como Slattery era de Boston, ele se sentiu completamente em seu elemento durante as filmagens em locações reais pela cidade, inclusive nas cenas rodadas no estádio Fenway Park, onde seu tio trabalhara durante décadas como funcionário dos Red Sox. Mas à medida que a história de Spotlight – Segredos Revelados se desenrola, seu personagem sofre com uma tremenda ansiedade. “Ben sente uma pressão cada vez maior enquanto a investigação se aprofunda”, explica Slattery. “Se você vai se arriscar tanto para reportar uma história tão importante e tão emotiva, e potencialmente tão prejudicial para a instituição da Igreja Católica, então, é bom você se assegurar de que tudo esteja 100% correto”.

A equipe da Spotlight se completa com o pesquisador de dados Matt Carroll, interpretado por Brian d’Arcy James. “Matt é o autodenomidado geek do grupo”, afirma James acerca de Carroll, que agora trabalha como cientista investigativo no Center for Civic Media do laboratório de Mídia do Massachusetts Institute of Technology (MIT). “Matt investiu sua paixão numa compilação de todos os dados sobre sacerdotes e incidentes ao longo de um período de 30 anos em planilhas de Excel. Então, ele os resumiu para ajudar a contar a história a partir do que os números lhe diziam”.

O áspero advogado Mitchell Garabedian, interpretado por Stanley Tucci, fornece informações inestimáveis à equipe Spotlight. “Ele se autoimpôs como objetivo de vida conseguir justiça para centenas de pessoas”, afirma Tucci. O ator nao9 chegou a conhecer Garabedian em pessoa, mas estudou horas de conferências de imprensa televisivas e outros materiais. “Se você pensar nas histórias que Garabedian ouviu, de crianças a pessoas de 80 anos que foram vítimas de abusos quando tinham oito anos de idade, mal posso imaginar os efeitos psicológicos que isso teve sobre ele. No entanto, ele foi incansável”.

Como podemos ver no filme, Garabedian demonstra ser um colaborador irascível quando o Globe finalmente entra em contato com ele em busca de ajuda. “Sem dúvida, ele não confia em ninguém”, afirma Tucci. “Há tantos subterfúgios, muitos acordos por baixo dos panos, muitas ligações entre a Igreja e os políticos e o departamento de polícia, que creio que Garabedian tem todo o direito de se sentir paranoico”.




A VERDADEIRA INVESTIGAÇÃO

Assim como se recriou em Spotlight – Segredos Revelados, o recém-contratado editor executivo Marty Baron põe em marcha a revolucionária investigação em seu primeiro dia de trabalho. O lacônico jornalista relembra de ter incensado a equipe Spotlight imediatamente após sua chegada, vindo do Miami Herald. “O Globe em 2001 era um tanto fechado”, afirma Baron, hoje editor executivo do The Washington Post. “Eles nunca tinham tido um editor que não tivesse sido criado em Boston”.

Baron conta que, em sua primeira reunião da redação, ele perguntou aos editores porque não se havia falado nada sobre uma coluna que havia sido publicada no fim de semana anterior, escrita por Eileen McNamara. “Ela escreveu que talvez nunca se soubesse a verdade acerca de uma série de alegações sobre abusos sexuais cometidos por um determinado padre. A Igreja dizia uma coisa e o advogado do querelante dizia outra completamente diferente. Eu levantei a questão sobre se poderíamos chegar à verdade”.

Walter “Robby” Robinson, atual editor-geral do Boston Globe, atribui a Baron ter sacudido a mentalidade da sua equipe ao pôr à prova a capacidade até então incontestada da Igreja para proteger do escrutínio públicos seus acordos com as vítimas de abusos dos sacerdotes. “Quando Marty Baron chegou a Boston, disse que deveríamos ir ao tribunal e solicitar que se levantassem os vetos à divulgação dos autos dos processos, porque o público tinha o direito de saber”, relembra Robinson. “Nós não estávamos acostumados a fazer esse tipo de coisa. Nosso trabalho na Spotlight consistia unicamente de trazer à luz casos de corrupção pública em que havia autos disponíveis para consulta e pessoas a quem entrevistar. Mas para esta investigação, tivemos que investigar a fundo e dar muitos telefonemas para obter informações sobre esse sacerdote, John Geoghan. Rapidamente descobrimos que não se tratava de um único sacerdote. Havia muitos padres implicados. Quando começamos a publicar em janeiro de 2002, já tínhamos confirmado que mais de 70 sacerdotes tinham abusado de crianças; que a Igreja tinha feito acordos para silenciá-los; e que, como parte desse acobertamento que já se estendia há décadas, os padres que abusavam de crianças eram transferidos a outras paróquias, onde muitas vezes reincidiam no abuso com outras crianças”.

Robinson se recorda com orgulho do impacto que a Spotlight seguiu causando. “Em 2002, publicamos quase 600 artigos sobre o abuso sexual de milhares de crianças por centenas de padres, não só em Boston, senão em todo o país. Como todos sabemos, lamentavelmente, esta história se estende, literalmente, por todo o mundo”.

Revisitar o escândalo da Igreja depois de todos esses anos suscita uma reação agridoce de Michael Rezendes, que ganhou o prêmio Pulitzer de 2003 de jornalismo investigativo juntamente com o restante da equipe Spotlight. “Todos os prêmios, os artigos e comentários elogiosos, e até este filme, têm uma emoção meio atenuada para nós”, conta ele. “Todos ainda conservamos recordações muito vívidas das pessoas que compartilharam suas experiências conosco, por isso, qual1quer felicidade que pudéssemos sentir fica em segundo plano diante do que essas vítimas de abusos sexuais do clero tiveram que enfrentar”.

Rezendes, que continua investigando a corrupção como parte da equipe Spotlight do Boston Globe, repassou ao corroteirista Singer dezenas de horas de materiais de sessões de entrevistas, mas nada o preparou para ver a história tomar forma diante das câmeras. “Mark guarda uma semelhança impressionante comigo como eu era em 2001, com o cabelo curto, sapatos sociais, camisas polos escuras, o jeans — em tudo”, diz ele. “Ele também fez um trabalho ótimo reproduzindo o modo como eu falava e caminhava”.

Desacostumada a se ver do outro lado do processo de entrevistas, a repórter da Spotlight Sacha Pfeiffer ficou maravilhada com a atenção de McAdams aos detalhes durante suas conversas prévias na pré-produção. “Rachel me perguntava: ‘Qual era o comprimento das suas unhas em 2001? Você almoçava na cafeteria do Globe ou levava o almoço de casa? Que tipo de sapato você usava? Você trocava de roupas quando saía para uma caminhada? O quanto daquilo você dividiu com sua família? O que o seu marido achava? Você alguma vez se sentiu frustrada?’”

Pfeiffer, que retornou ao Boston Globe em 2014 depois de seis anos com a emissora pública local de notícias, aprovou a preparação rigorosa da atriz. “Embora a maior parte dos espectadores que assistirão ao filme não tenham nenhuma ideia de como eu sou na realidade, Rachel queria ser o mais autêntica e historicamente precisa possível, porque o restante do elenco estava tentando recriar as vidas interiores das pessoas que interpretavam. E quando vi Rachel durante as filmagens, descendo as escadarias da Biblioteca Pública de Boston, eu pensei: ‘Sou eu’”.


RECRIANDO UMA REDAÇÃO DE 2001

Spotlight – Segredos Revelados começa e termina na redação do Boston Globe. Para recriar uma grande redação de um jornal metropolitano durante a época da mudança radical do jornalismo impresso ao jornalismo na web, o desenhista de produção Stephen H. Carter tirou medidas de todos os ambientes da sede do Globe, e as reproduziu em uma planta que recriava seus 120 cubículos em uma loja de departamento vazia da Sears nos arredores de Toronto. “A redação é uma das coisas que queríamos controlar bem de perto”, afirma Carter, que anteriormente havia trabalhado no vencedor do Oscar® de Melhor Filme, Birdman: ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (Birdman: Or, The Unexpected Virtue of Ignorance).

Além dos interiores filmados nas cercanias de Toronto, Carter teve a oportunidade de decorar várias cenas que foram rodadas na sede real do Boston Globe. “As prensas, a biblioteca — tudo isso acrescenta um valor incrível à produção que não poderíamos ter conseguido de outro modo que não fosse filmando lá mesmo”, afirma ele. “Todos do Globe nos deram um apoio excepcional ao longo de todo o projeto, então teria sido tolice não nos aproveitarmos dessa oportunidade”.

Adepto de uma cenografia baseada na realidade, Carter decorou a sala do editor executivo Marton Baron com um flamingo rosa historicamente preciso. “Eu fiquei muito impressionado com a fidelidade do set”, afirma Baron. “Quando deixei o Miami Herald para me juntar ao Globe, a equipe me deu um flamingo rosa de pelúcia, que eu coloquei na minha sala em Boston. O departamento de arte da Spotlight encontrou um boneco semelhante e o colocou no escritório de Liev. Aparentemente, o toque de rosa choque era um pouco chamativo demais, então, eles o puseram atrás de uma estante de livros. Então, ele estava presente em espírito na sala, mas não se via na tela”.

Um dos grandes desafios de para Carter e sua equipe foi conseguir equipamentos de informática apropriados para a época para decolar a redação. “Você não pensa em um filme ambientado 15 anos atrás como sendo uma obra de época, mas os escritórios de então eram diferentes do que se vê hoje em dia. Tivemos que nos policiar contra todo o tipo de anacronismo em potencial que hoje está presente por toda parte, para nos assegurarmos de que não acabariam nas telas”.

Por outro lado, observa ele, tecnologias que hoje são obsoletas eram consideradas de última geração em 2001. “Um Palm Pilot, por exemplo, é algo que hoje já não se vê, mas era o que se usava na época em que a história se passa. E monitores de tela plana eram algo relativamente novo nos computadores de mesa. Eram um artigo de luxo, então, o corpo de funcionários do Boston Globe usava esses monitores antigos de tubos de raios catódicos”.

CONCENTRANDO-SE NA SPOTLIGHT

Complementando os interiores com externas rodadas em locações reais de Boston durante o outono de 2014, McCarthy guiou toda a sua equipe na direção de um objetivo simples: “Queríamos que tudo fosse o mais real possível”, afirma ele. A designer de cabelos e figurinos Wendy Chuck (Crepúsculo/Twilight, Nebraska), por exemplo, criou caracterizações perfeitas para a época e para a ética de trabalho dos repórteres alienados quanto à moda. “A marca de uma grande designer é quando você deixa de perceber seu trabalho”, afirma McCarthy.

Trabalhando com o diretor de fotografia Masanobu Takayanagi (Silver Linings Playbook), McCarthy tomou Sidney Lumet e Robert Altman como modelos para a fotografia sem frescuras de Spotlight – Segredos Revelados. “Temos muitos movimentos de câmera porque estamos seguindo a ação, mas não queríamos que os planos se intrometessem, porque queríamos dar espaço”, diz McCarthy. “Confiávamos que o roteiro e os atores ganhariam o público”.

A estética simplificada permitiu a McCarthy se concentrar no fundamental. “Eu e todos aqueles com quem colaborei acabávamos voltando ao trabalho realizado pelos repórteres. O filme não pode ser adornado. Ele precisa ser direto e contar a história. Tem que ser correto. Então, foi o que tentamos fazer com a câmera e em todos os aspectos dos elementos da produção visual”.

Acima de tudo, McCarthy queria satisfazer os árbitros que teriam a última palavra quanto à autenticidade: os próprios repórteres da Spotlight. “Tentamos recriar tudo corretamente, não só no que se refere aos fatos e cifras, mas também em termos do seu conteúdo emocional”, explica McCarthy. “Queríamos que as pessoas que haviam passado por esta experiência assistissem ao filme e dissessem: ‘Sim, era assim mesmo’”.

Depois de assistir a um corte prévio do filme, os repórteres representados em Spotlight – Segredos Revelados deram sua aprovação coletiva ao filme. “Marty nos enviou um e-mail comentando o quanto era importante que as pessoas entendessem que o tipo de jornalismo que se vê em Spotlight – Segredos Revelados é fundamental para a nossa sociedade como norte-americanos”, comenta McCarthy. “Uma imprensa livre mantém instituições poderosas sob controle”.


O LEGADO DE SPOTLIGHT

Spotlight – Segredos Revelados pode ser visto com uma espécie de complemento a Todos os Homens do Presidente (All The President’s Men). Quando esse filme sobre a investigação de Woodward e Bernstein sobre o escândalo de Watergate foi lançado, em 1976, ele deu a Jason Robards um Oscar® por seu desempenho como o editor do Washington Post Ben Bradlee, pai de Ben Bradlee Jr., de Spotlight. Ele também inspirou uma nova geração de jornalistas a investigar instituições que outrora consideradas intocáveis. Em 2015, Spotlight – Segredos Revelados celebra as virtudes do jornalismo investigativo durante uma época em que muitos temem que o jornalismo de grande formato tenha sido relegado a um segundo plano diante de notícias transmitidas todas as 24 horas, fofocas de celebridades e títulos sensacionalistas na Internet pensados para atrair “cliques”.

Ao longo da última década e meia, muitos jornais encerraram suas atividades e jornalistas veteranos ficaram sem trabalho, observa a produtora Nicole Rocklin. “Com o corte radical dos orçamentos como os que se viram, quem terá recursos e pessoal para abordar históricas como essas? Se esses repórteres não tivessem dedicado anos de suas vidas a isso, a história teria vindo a luz? Então, na verdade, é aterrador que equipes investigativas como essa tenham desaparecido das redações de todo o país”.

McCarthy concorda: “Spotlight – Segredos Revelados se constitui em um perfeito exemplo daquilo que jornalistas profissionais de primeira são capazes de conseguir. Quero chamar a atenção para o quanto esse tipo de jornalismo é essencial, porque, para mim, esses repórteres são autênticos heróis”.

Quase 14 anos depois de suas revelações chocantes, as repercussões da investigação sobre os abusos do clero de Boston continuam repercutindo em todo o mundo e no seio da hierarquia católica. “A Igreja agora está prestando muita atenção às questões levantadas no nosso filme e uma boa parte das mudanças realizadas na instituição são consequência do trabalho realizado pela equipe Spotlight”, assegura o produtor Michael Sugar.

Jonathan King, da Participant Media, acrescenta: “A equipe Spotlight do Boston Globe revelou uma história importante que mudou o mundo e que se alinha perfeitamente com a nossa missão na Participant”. Visando fomentar um progresso ainda maior, a produtora montou um website com informações sobre iniciativas que os espectadores podem tomar relativas às questões levantadas no filme. Para saber mais, visite www.TakePart.com/Spotlight.

RESUMOS DE DADOS DA SPOTLIGHT


  • Em 2002, a equipe Spotlight publicou quase 600 artigos sobre abusos sexuais por parte de mais de 70 sacerdotes, cujos atos foram ocultados pela Igreja Católica.

  • Em dezembro de 2002, o cardeal Law renunciou ao posto na arquidiocese de Boston e foi transferido à Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma.

  • 249 sacerdotes foram acusados publicamente de abusos sexuais na arquidiocese de Boston.*

  • Até o ano de 2008, 1.476 vítimas tinham sobrevivido a abusos de sacerdotes na área de Boston.*

  • Em todo os Estados Unidos, 6.427 sacerdotes foram acusados de abusar sexualmente de 17.259 vítimas.*

  • Nos anos transcorridos desde a reportagem da Spotlight, foram descobertos casos de abuso sexual por parte de sacerdotes da Igreja Católica em 105 cidades norte-americanas e 102 dioceses de todo o mundo.*

*Fonte: www.bishop-accountability.org, um banco de dados compilado por Terry McKiernan.


EStaDOs UniDOS

1 Anchorage AK

2 Fairbanks AK

3 St. Michael [vila] AK

4 Stebbins AK

5 Mobile AL

6 Phoenix AZ

7 Tucson AZ

8 Yuma AZ

9 Los Angeles CA

10 Los Gatos CA

11 Monterey CA

12 Oakland CA

13 Orange CA

14 Sacramento CA

15 San Bernardino CA

16 San Diego CA

17 Santa Bárbara CA

18 Santa Rosa CA

19 Stockton CA

20 Denver CO

21 Bridgeport CT

22 Hartford CT

23 Wilmington DE

24 Miami FL

25 Palm Beach FL

26 Marietta GA

27 Savannah GA

28 Honolulu HI

29 Davenport IA

30 Dubuque IA

31 Farmington IA

32 Grand Mound IA

33 Chicago IL

34 Joliet IL

35 Peoria IL

36 Indianápolis IN

37 Conway Springs KS

38 Kansas City KS

39 Anchorage KY

40 Covington KY

41 Louisville KY

42 Nova Orleans LA

43 Fall River MA

44 Springfield MA

45 Wellesley MA

46 Worcester MA

47 Baltimore MD

48 Portland ME

49 Detroit MI

50 Grand Rapids MI

51 Collegeville MN

52 Greenbush MN

53 Onamia MN

54 St.Paul/Minneapolis MN

55 Cape Girardeau MO

56 Hannibal MO

57 Kansas City MO

58 St. Louis MO

59 Jackson MS

60 Billings MT

61 Helena MT

62 St. Ignatius [cidade/missão] MT

63 Raleigh NC

64 Fargo ND

65 Lincoln NE

66 Omaha NE

67 Manchester NH

68 Camden NJ

69 Mendham NJ

70 Gallup NM

71 Santa Fe NM

72 Albany NY

73 Brooklyn NY

74 Goshen NY

75 Nova York NY

76 Rochester NY

77 Rockville Centre NY

78 Cincinnati OH

79 Cleveland OH

80 Toledo OH

81 Baker City OR

82 Portland OR

83 Altoona PA

84 Filadélfia PA

85 Pittsburgh PA

86 Scranton PA

87 East Greenwich RI

88 Providence RI

89 Charleston SC

90 Marty Indian School (Marty) SD

91 Rosebud Indian Reservation (Rosebud) SD

92 Memphis TN

93 Nashville TN

94 Dallas TX

95 El Paso TX

96 Fort Worth TX

97 San Antonio TX

98 Richmond VA

99 Burlington VT

100 Briscoe Memorial [em Kent] WA

101 Seattle WA

102 Spokane WA

103 Yakima WA

104 Milwaukee WI

105 St. Francis WI


INTERNACIONAL

1 Berazategui, Argentina

2 Buenos Aires, Argentina

3 Morón, Argentina

4 Paraná, Argentina

5 Pilar, Argentina

6 Quilmes, Argentina

7 Salta, Argentina

8 Adelaide, Austrália

9 Ballarat, Austrália

10 Bass Hill, Austrália

11 Bathurst, Austrália

12 Bindoon, Austrália

13 Canberra, Austrália

14 Dandenong, Austrália

15 Goulburn, Austrália

16 Hobart, Austrália

17 Lancefield, Austrália

18 Melbourne, Austrália

19 Mildura, Austrália

20 Mittagong, Austrália

21 Morisset, Austrália

22 Mount Isa, Austrália

23 Neerkol, Austrália

24 Newcastle, Austrália

25 Perth, Austrália

26 Sydney, Austrália

27 Toowoomba, Austrália

28 Wagga Wagga, Austrália

29 Wollongong, Austrália

30 Hollabrunn, Áustria

31 Bruges, Bélgica

32 Flawinne, Bélgica

33 Ottré, Bélgica

34 Arapiraca, Brasil

35 Franca, Brasil

36 Mariana, Brasil

37 Rio de Janeiro, Brasil

38 Antigonish, Canadá

39 Chatham, Canadá

40 Igloolik, Canadá

41 Sherbrooke, Canadá

42 St. John’s, Canadá

43 Wilno, Canadá

44 Cottolengo, Chile

45 Maipú, Chile

46 Melipilla, Chile

47 Quilicura, Chile

48 Santiago, Chile

49 Santiago, Chile

50 Medellín, Colômbia

51 Rab, Croácia

52 Santo Domingo, República Dominicana

53 Londres, Inglaterra

54 Manchester, Inglaterra

55 Middlesbrough, Inglaterra

56 Preston, Inglaterra

57 Reading, Inglaterra

58 Caen, França

59 Saint-Jean-de-Maurienne, França

60 Berlim, Alemanha

61 Munich, Alemanha

62 Riekhofen, Alemanha

63 Ollur, Índia

64 Curracloe, Irlanda

65 Dublin, Irlanda

66 Gortahork, Irlanda

67 Kilnacrott, Irlanda

68 Letterfrack, Irlanda

69 Lota, Irlanda

70 Monageer, Irlanda

71 Wexford, Irlanda

72 Nairobi, Quênia

73 Ngong, Quênia

74 Cuacnopalan, México

75 Cidade do México, México

76 San Luis Potosí, México

77 Auckland, Nova Zelândia

78 Christchurch, Nova Zelândia

79 Feilding, Nova Zelândia

80 Hamilton, Nova Zelândia

81 Masterton, Nova Zelândia

82 Silverstream, Nova Zelândia

83 Akute, Nigéria

84 Kircubbin, Irlanda do Norte

85 Trondheim, Noruega

86 Ayacucho, Peru

87 Chimbote, Peru

88 Bontoc, Filipinas

89 Cebu City, Filipinas

90 Manila, Filipinas

91 Naval, Filipinas

92 Tubay, Filipinas

93 Poznań, Polônia

94 Edinburgh, Escócia

95 Rufisque, Senegal

96 Bo, Serra Leone

97 Brits, África do Sul

98 Cidade do Cabo, África do Sul

99 Comillas, Espanha

100 Grenada, Espanha

101 Soni, Tanzânia 

102 Mérida, Venezuela
SOBRE O ELENCO
MARK RUFFALO (Mike Rezendes) é um dos atores mais requisitados de Hollywood, atuando com igual desenvoltura tanto no teatro quanto no cinema, e tendo trabalhado com diretores como Ang Lee, Martin Scorsese, Michael Mann, Spike Jonze, David Fincher, Fernando Meirelles e Michel Gondry. Ruffalo foi indicado ao Oscar®, ao Globo de Ouro®, ao BAFTA e ao prêmio do Screen Actors Guild (Melhor Ator Coadjuvante) com seu desempenho como o falecido lutador olímpico David Schultz em Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo (Foxcatcher), a história verídica de John du Pont, que sofria de esquizofrenia paranoica. O filme também foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Dramático.

Ruffalo conclui recentemente as filmagens de Now You See Me: The Second Act, a sequência do sucesso Now You See Me. Ele reprisa o papel de Dylan Rhodes, contracenando com Woody Harrelson, Dave Franco e Jesse Eisenberg, bem como novos integrantes do elenco como Daniel Radcliffe e Lizzy Caplan. O filme tem lançamento previsto para 2016.

Recentemente, reprisou seu papel de Bruce Banner/ Hulk em Os Vingadores 2: A Era de Ultron (Avengers: Age of Ultron), a sequência de sucesso de The Avengers: Os Vingadores (The Avengers). Dirigido por Joss Whedon, o filme também trouxe de volta os coprotagonistas Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Chris Evans e Robert Downey Jr. Em seguida, será visto em Infinitely Polar Bear, coprotagonizado por Zoe Saldana. O filme é sobre um marido e pai bipolar, interpretado por Ruffalo, que deixa de tomar sua medicação e acaba perdendo o emprego e a sanidade, enquanto luta para preservar seu casamento. O filme teve sua estreia no Festival de Cinema de Sundance de 2014.

Foi indicado ao Globo de Ouro, ao Emmy Award e ao Screen Actors Guild no papel do ativista gay Ned Weeks no telefilme da HBO, The Normal Heart, baseado na peça homônima de Larry Kramer. Dirigido por Ryan Murphy e coestrelado por Julia Roberts e Matt Bomer, The Normal Heart narra a história de um ativista gay tentando conscientizar as pessoas para o HIV e a AIDS à época do início da crise da doença, em Nova York, nos anos de 1980. Além da indicação ao Globo de Ouro de Melhor Minissérie ou Telefilme, o projeto recebeu um total de 16 indicações Emmy, incluindo o de Melhor Telefilme.

Ele também foi visto este ano em Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again), coestrelado por Keira Knightley e Hailee Steinfeld. O filme é sobre uma aspirante a cantora de Nova York (Knightley), cuja sorte muda para melhor quando um produtor de discos decadente (Ruffalo) a descobre e os dois forjam um romance que mudará as vidas de ambos. O filme foi exibido em sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2013, onde a Weinstein Company adquiriu seus direitos de distribuição nos Estados Unidos.

Ruffalo foi indicado ao Oscar, ao Screen Actors Guild Award, ao BAFTA e ao Independent Spirit Award com seu desempenho no filme de Lisa Cholodenko, Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right). O filme, que também lhe valeu o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante do New York Film Critics Circle, foi exibido em sua estreia no Festival de Cinema de Sundance.

Em 2011, Ruffalo fez a sua estreia diretorial com O Enviado (Sympathy For Delicious), exibido em sua estreia no Festival de Cinema de Sundance, e honrado com o Prêmio Especial do Júri de Filme Dramático. O filme é coestrelado por Orlando Bloom e Laura Linney. Ele também coescreveu o roteiro do filme independente The Destiny of Marty Fine.

Ruffalo recebeu elogios da crítica em 2000 por seu desempenho no filme de Kenneth Lonergan, Conte Comigo (You Can Count on Me), coprotagonizado por Laura Linney e Matthew Broderick. O filme produzido por Martin Scorsese venceu o cobiçado Grande Prêmio do Júri de Melhor Filme na competição dramática e o prêmio de roteiro Waldo Salt Screenwriting Award do Festival de Cinema de Sundance de 2000.

Seus demais créditos cinematográficos incluem Terapia do Sexo (Thanks for Sharing), Truque de Mestre (Now You See Me), Ilha do Medo (Shutter Island), Tentação (We Don’t Live Here Anymore), Zodíaco (Zodiac), Vigaristas (The Brothers Bloom), Colateral (Collateral), De Repente 30 (13 Going On 30), Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind), Em Carne Viva (In the Cut), Margaret, Ensaio Sobre a Cegueira (Blindness), E Se Fosse Verdade (Just Like Heaven), Traídos pelo Destino (Reservation Road), A Grande Ilusão (All the King’s Men), Rede de Crimes (What Doesn’t Kill You), Minha Vida Sem Mim (My Life Without Me), A Última Fortaleza (The Last Castle), Códigos de Guerra (Windtalkers), XX/XY, Committed, Cavalgada com o Diabo (Ride With The Devil), Studio 54, Ladrões de Cofre (Safe Men), The Last Big Thing, A Fish in the Bathtub e Vizinho Amoroso (Life/Drawing).

Ruffalo começou a sua carreira como ator de teatro, onde chamou atenção inicialmente estrelando a montagem off-Broadway de This is Our Youth (que lhe valeu o prêmio Lucille de Melhor Ator). Também ganhou outros prêmios teatrais, incluindo um Drama-Logue Award e o Theater World Award. Em 2006, Ruffalo foi indicado ao Tony Award® por sua estreia na Broadway na remontagem do Lincoln Center Theater de Awake and Sing!, de Clifford Odets.

Ele fez a sua estreia teatral em Avenue A no The Cast Theater. Em 2000, Ruffalo foi visto na montagem off-Broadway de The Moment When, uma peça do autor premiado com o Pulitzer Prize e o Tony, James Lapine. Naquele mesmo ano, dirigiu a peça original de Timothy McNeil, Margaret, no Hudson Backstage Theatre, de Los Angeles.

Ruffalo também é um ativista em prol da conscientização acerca das mudanças climáticas e das fontes de energia renováveis. Em março de 2011, ele cofundou a Water Defense para conscientizar o público quanto ao impacto da extração de energia sobre a água e sobre a saúde pública. Ruffalo ajudou a lançar o The Solutions Project em 2012, como parte do seu plano de compartilhar ciência, negócios e cultura que demonstrem a viabilidade de energias renováveis.

Em parceria com The Solutions Project, Ruffalo colaborou recentemente com a piloto de corridas e ativista ambiental Leilani Münter para promover sua iniciativa “50 Planos para 50 Estados”. O plano serve como um guia de diretrizes para levar os Estados Unidos a 100% de uso de energia limpa e espera conseguir uma transição da tradicional energia obtida a partir dos combustíveis fósseis para energias alternativas como a solar, eótica e hidrelética em cada estado.

Um contribuinte regular do Guardian e do Huffington Post, Mark recebeu recentemente o prêmio Global Green Millennium de Liderança Ambiental e o Meera Gandhi Giving Back Foundation Award. Ele foi incluído pela revista Time em sua lista de “Pessoas Que Fizeram a Diferença” em 2011 e, dois anos depois, recebeu o The Big Fish Award da Riverkeeper, a organização defensora de águas limpas.

Atualmente, Ruffalo mora com a família em Nova York.
MICHAEL KEATON (Walter “Robby” Robinson) estrelou o ganhador do prêmio de Melhor Filme de 2015, Birdman: ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (Birdman: Or (The Unexpected Virtue of Innocence), que lhe valeu grandes elogios da crítica e do público no papel de Riggan, um astro de cinema outrora celebrado e hoje fracassado que luta para recuperar seu ego e sua carreira com a montagem de uma peça na Broadway. Keaton foi indicado a um Oscar® e venceu o Globo de Ouro, os prêmios Independent Spirit e National Board of Review de Melhor Ator. Ele recebeu muitas outras indicações e honrarias, incluindo o prêmio do Screen Actors Guild Award de Melhor Elenco.

Recentemente, Keaton concluiu as filmagens da cinebiografia de John Lee Hancock, The Founder, na qual interpreta Ray Kroc, o fundador da rede de fast food, McDonald’s. O filme é coestrelado por Linda Cardellini, Patrick Wilson e Nick Offerman.

Keaton se celebrizou inicialmente a nível nacional com a comédia de sucesso, Night Shift, seguida de papéis de protagonista em filmes populares como Mr. Mom, Johnny Dangerously e Dream Team.

Em 1998, Keaton ganhou o prêmio de Melhor Ator da National Society of Film Critics por seus desempenhos no drama Clean and Sober e em Beetlejuice, de Tim Burton. Ele voltou a colaborar com Burton interpretando o papel-título nos blockbusters Batman e Batman Returns.

Protagonizou também o aclamado drama verídico da HBO, Live from Baghdad, que lhe valeu uma indicação ao Globo de Ouro no papel do intrépido repórter da CNN, Robert Wiener. Também estrelou o thriller sobrenatural White Noise e o drama independente Game Six, exibido em sua estreia no Festival de Cinema de Sundance de 2005.

Keaton é membro da organização conservacionista sem fins lucrativos, American Rivers.


RACHEL McADAMS (Sacha Pfeiffer) criou uma série de desempenhos transformadores que a estabeleceram como uma das matrizes mais requisitadas e respeitadas de Hollywood. Recentemente, ela estrelou a segunda temporada de True Detective de Nic Pizzolatto. McAdams interpreta Ani Bezzerides, uma detetive do Departamento de Polícia do Condado de Ventura cuja ética inflexível a coloca em desacordo com os demais e o sistema ao qual ela serve. Ela coestrela com Colin Farrell, Taylor Kitsch e Vince Vaughn. A série estreou em 21 de junho de 2015, na HBO.

Nas telonas, McAdams pode ser vista contracenando com Jake Gyllenhaal e Forest Whitaker no drama de pugilismo de Antoine Fuqua, Southpaw. A história gira em torno de um lutador (Gyllenhaal) que tenta recapturar a glória perdida e se reconectar com um amor que ele perdeu (McAdams). A Weinstein Company lançou o filme em 24 de julho de 2015.

Ela, então, rodou Everything Will Be Fine, de Wim Wenders, ao lado de James Franco, Charlotte Gainsbourg e Robert Naylor. O filme diz respeito a um escritor chamado Tomas (Franco), que acidentalmente provoca a morte de uma criança enquanto dirige e passa os 12 anos seguintes examinando o efeito da tragédia em sua vida e em Kate, a mãe da criança (Gainsbourg). O filme estreou no Festival Internacional de Cinema de Berlim de 2015.

McAdams foi vista pela última vez em Aloha, de Cameron Crowe, coprotagonizado por Bradley Cooper e Emma Stone. A comédia romântica se centra em uma especialista em defesa que se apaixona por um piloto da Força Aérea depois que ele é designado para supervisionar o lançamento de um satélite de armas do Havaí. A Sony Pictures lançou o filme em 20 de maio de 2015.

Anteriormente, atuou em Meia-noite em Paris (Midnight in Paris), de Woody Allen, compartilhando uma indicação ao SAG de Melhor Elenco de Longa-Metragem com os colegas de elenco, Owen Wilson, Kathy Bates, Adrien Brody, Marion Cotillard, Carla Bruni e Corey Stoll. O filme também recebeu indicações ao Globo de Ouro de Melhor Filme - Musical ou Comédia, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro. Nesse mesmo ano, McAdams reprisou seu papel como Irene Adler em Sherlock Holmes: Jogo de Sombras (Sherlock Homes: A Game of Shadows), ao lado de Robert Downey Jr.

Seus créditos cinematográficos adicionais incluem A Most Wanted Man, dirigido por Anton Corbijn e coestrelado por Philip Seymour Hoffman, Robin Wright e Willem Dafoe; The Vow, dirigido por Michael Sucsy e coestrelado por Channing Tatum; About Time, dirigido por Richard Curtis e coestrelado por Domhnall Gleeson e Bill Nighy; To the Wonder, dirigido por Terrence Malick e coestrelado por Ben Affleck e Olga Kurylenko; Passion, dirigido por Brian De Palma e coestrelado por Noomi Rapace; Morning Glory, dirigido por Roger Michel e coestrelado por Diane Keaton e Harrison Ford; Sherlock Holmes, dirigido por Guy Ritchie e coestrelado por Robert Downey Jr.; The Time Traveler’s Wife, coprotagonizado por Eric Bana; The Family Stone, com Diane Keaton e Sarah Jessica Parker; Red Eye, dirigido por Wes Craven e coestrelado por Cillian Murphy; Wedding Crashers, com Owen Wilson, Vince Vaughn e Christopher Walken; Diário de Uma Paixão (The Notebook), dirigido por Nick Cassavetes e coestrelado por Ryan Gosling; e Mean Girls, com Tina Fey e Lindsay Lohan.

Em 2005, McAdams ganhou o prêmio ShoWest de Atriz Coadjuvante do Ano, bem como o de Atriz Revelação do Ano no Hollywood Film Awards. Em 2009, ela foi a Estrela do Ano da ShoWest.

McAdams nasceu e cresceu em uma pequena cidade nos arredores de London, Ontário. Envolvida com teatro desde a adolescência, ela se formou com honras em um bacharelado em Teatro pela Universidade de York.


LIEV SCHREIBER (Marty Baron) construiu um repertório de retratos profundos, humanos e muitas vezes crus que consagraram o astro no cinema, no teatro e na televisão. Ele coestrela com Jon Voight no papel-título da popular série aclamada da Showtime, Ray Donovan. Este poderoso drama familiar gira em torno do melhor mediador profissional de Los Angeles, que resolve habilmente os problemas complicados, controversos e confidenciais da elite da cidade. O desempenho arrebatador de Schreiber lhe valeu duas indicações aos Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator de Série Dramática Televisiva.

Os espectadores o verão em seguida ao lado de Tobey Maguire no filme de Ed Zwick, Pawn Sacrifice. Ele interpreta o soviético mestre do xadrez Boris Spassky, que enfrenta o campeão de xadrez norte-americano Bobby Fischer (Maguire). O ator também estrelará The Good Lord Bird, a adaptação cinematográfica do ganhador o prêmio National Book Award de 2013 escrito por James McBride. No filme, Schreiber interpreta o personagem da vida real John Brown, um abolicionista radical que une forças a Henry “Onion” Shackleford, um jovem escravo interpretado por Jaden Smith. Schreiber também produz o filme, juntamente com James McBride e Brian Taylor.

Recentemente, Schreiber concluiu as filmagens de A 5ª Onda (The 5th Wave), da Sony, a adaptação do romance de ficção científica de Rick Yancey dirigida por J Blakeson e coestrelada por Chloë Grace Moretz.

Seus créditos cinematográficos adicionais incluem The Butler, de Lee Daniels, Clear History, Fading Gigolo, The Reluctant Fundamentalist, Salt, X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine), Um Ato de Liberdade (Defiance), Repo Men, O Despertar de Uma Paixão (The Painted Veil), Sob o Domínio do Mal (The Manchurian Candidate), A Soma de Todos os Medos (The Sum of All Fears), Aconteceu em Woodstock (Taking Woodstock), Kate & Leopold, Goon, Every Day, Hamlet, Spring Forward, Hurricane – O Furacão (The Hurricane), A Walk on the Moon, The Daytrippers, Mixed Nuts e a trilogia de Wes Craven, Scream.

Na televisão, seu desempenho como Orson Welles em RKO 281, de Benjamin Ross, lhe valeu indicações aos prêmios Emmy e Globo de Ouro. Seus demais créditos televisivos incluem Lackawanna Blues, de George C. Wolfe, com S. Epatha Merkerson, e The Sunshine Boys, de John Erman, coestrelado por Woody Allen e Peter Falk. Como um dos maiores narradores de documentários, Schreiber emprestou sua voz a documentários esportivos como Mantle, :03 Seconds to Gold e A City on Fire: The Stories of the '68 Detroit Tigers, bem como às séries documentais da PBS, NOVA e Nature.

Em 2010, o ator recebeu sua terceira indicação ao prêmio Tony por seu desempenho em A View from the Bridge, de Arthur Miller, contracenando com Scarlett Johansson. No papel de Ricky Roma, na remontagem da Broadway de 2005 de Glengarry Glen Ross, de David Mamet, dirigida por Joe Mantello, Schreiber venceu seu primeiro prêmio Tony. Foi indicado mais uma vez ao Tony no papel de Barry Champlain na revival da Broadway de 2007 de Talk Rádio, de Eric Bogosian, dirigida por Robert Falls.

Schreiber também foi visto como protagonista na montagem do Shakespeare in the Park, do Public Theater, de Macbeth, coestrelada por Jennifer Ehle e dirigida por Moisés Kaufman. Seus créditos teatrais incluem ainda Otelo (Othello), Hamlet, Henry V e Cymbeline.

Em 2005, Schreiber fez sua estreia na direção de longa-metragem com Uma Vida Iluminada (Everything is Illuminated), adaptado do romance homônimo best-seller de Jonathan Safran Foer. O filme, estrelado por Elijah Wood e Eugene Hutz, foi reconhecido pela National Film Board como um dos 10 mais importantes do ano.



1   2   3


©livred.info 2017
enviar mensagem

    Página principal