São objetivos usuais de banco de dados



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2 - Introdução a Bancos de Dados 4

Conceitos iniciais 4

Componentes de um Banco de Dados 4

Mapeamentos feitos por Bancos de Dados 4

3 - Perfil de Programação 6

Resumo 7


4 - ODBC e Jet 8

ODBC 8


O motor de banco de dados Jet 8

Generalidades 8

O modelo de segurança de Jet 8

O mecanismo de consultas Jet 9

O modelo dynaset 10

Dynasets e instantâneos 10

Data Access Objects 10

RDO e RDC 10

5 - Java e Acessos a Bancos de Dados 12

6 - Perfil de arquitetura 14

Resumo 15

7 - Arquitetura para computadores pessoais 16

Bancos de Dados de Arquivos Convencionais 16

Banco de Dados xBase 17

Bancos de Dados Access 18

8 - Arquiteturas tradicionais 19

Bancos de Dados com Arquivos Invertidos 19

Generalidades 19

Componentes físicos do ADABAS 19

Bancos de Dados Hierárquicos 20

Bancos de Dados em Rede 22

9 - Bancos de Dados Relacionais 23

Generalidades 23

Conceitos de Estruturas de Dados 23

Modelo relacional 26

Associação entre Entidades 26

Conceito 26

Chaves, Determinantes, Dependências 27

Integridade de dados 29

Manipulação de dados 29

SQL 29

Componentes estruturais dos BD Relacionais 32



Bancos de Dados DB2 32

Bancos de Dados Inteligentes 33

Procedimentos armazenados 33

Gatilhos 33

Esquemas de Bloqueio 33

10 - Bancos de Dados Orientados a Objeto 36

Conceito 36

Programação orientada a objeto 38

Instâncias e Persistência 38

O padrão ODMG 38

ODL 38

OQL 39


11 - Arquitetura do Sistema Estrela 40

Definições 40

Visão Centrada em Consultas 40

Desafios do processamento de Junções 42

Algoritmos para a Otimização do Processamento de Junções 42

Exemplo 43

12 - Sistemas OLAP 44

Definições 44

Exemplo de Aplicação 44

Histórico 46

Opções de Visualização 46

O Desafio das grandes massas de dados 48

Acrescentando mais uma dimensão 52

Dimensões Não Complementares 53

Solução do Problema nos Produtos OLAP 54

Abordagens Fundamentais OLAP 55

Conclusão 55

13 - Perfil de armazenamento 55

Resumo 56

16 - Perfil de Administração 57

Características 57

Transações 57

Cópia de segurança, recuperação e diários 58

Cópias de Segurança 58

Diários 58

Recuperação 59

Segurança 59

Concorrência 59

Níveis de bloqueio 60

Tipos de bloqueio 60

Execução dos bloqueios 60

Resumo 62

17 - O Perfil de Distribuição 64

Generalidades 64

Bancos de Dados Distribuídos 64

Arquitetura em Camadas 66

Arquitetura em três Camadas 67

20 - Bancos de Dados na Internet 68

A Internet e a WWW 68

CGI 68


GET e POST 69

API 69


Produtos de “middleware” e de “gateway” 69

21 - Bancos de Dados de Documentos 70

Histórico 70

Gerência de documentos: Pesquisa e Desenvolvimento 70

Serviços de Registro e Catalogação na WEB 70

Archie 70

Gopher 72

WAIS 72


Robôs, aranhas e formigas 72

23 - O Ambiente de BD Oracle 73

Histórico 73

Estruturas do BD 73

Esquemas 74

Processos em segundo plano, ou retaguarda, e Estruturas em memória 76

Estruturas de Memória 77

Interfaces de Programação 77

Acesso a Dados e Otimização 77

Gerenciamento Administrativo 77

Cópia de Segurança e Recuperação 77

Concorrência e Consistência 79

Bloqueio 79

Segurança 80

Oracle suporta “two phase commit” 80



2 - Introdução a Bancos de Dados




Conceitos iniciais


Um Banco de Dados pode ser considerado:

  • A soma de todos os dados que uma organização possui.

  • Uma coleção de dados, organizada logicamente e gerenciada sob um conjunto unificado de princípios, procedimentos e funcionalidades, que ajuda a garantir a aplicação consistente e a interpretação dos dados em toda a organização.

Um produto de banco de dados é um programa ou conjunto de programas que gerencia o armazenamento e a recuperação de um conjunto de dados, organiza-o logicamente e fornece aos usuários certas funcionalidades garantindo que os dados serão logicamente organizados e aplicados de maneira consistente.

Um Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados (SGBD) ou “Data Base Management System”, ou DBMS é um produto de banco de dados com capacidades superiores àquelas de simples armazenamento e recuperação de dados. Normalmente estes produtos executam operações de cópias de segurança e recuperação, gravação de diários de operações, controle de concorrência e bloqueios e mecanismos de segurança.

São objetivos usuais de bancos de dados:


  • Facilitar o fornecimento de informações aos usuários de um sistema.

  • Organizar dados que um sistema utiliza.

  • Controlar o armazenamento e a recuperação de dados.

  • Melhorar o rendimento de todo sistema e de sua mantenibilidade.

Um perfil de banco de dados é a definição de um conjunto de funções de suporte e descreve os diversos meios pelos quais diversos bancos de dados fornecem esse suporte.

Os perfis assim definidos podem ser:


  • Perfil de Programação

  • Perfil de Arquitetura

  • Perfil de Armazenamento

  • Perfil de Administração

  • Perfil de Distribuição



Componentes de um Banco de Dados


Para a existência de um Bancos de Dados é essencial a existência de três entidades :

  • Os arquivos físicos;

  • Um programa ou sistema gerenciador de Banco de Dados (DBMS ou SGBD);

  • Uma autoridade (pessoa ou grupo de pessoas) Administrador de Banco de Dados (DBA ou ABD).

O DBA deve implantar a política de administração de dados da direção da organização.

Mapeamentos feitos por Bancos de Dados


Um banco de dados realiza duas transformações lógicas ou mapeamentos :

* Mapeamento dos programas de aplicações no Banco de Dados lógico, que é a visão que o usuário tem dos dados. Esta visão recebe o nome de Banco de Dados Funcional.

Os Banco de Dados Funcionais são estabelecidos pelo DBA para cada usuário.

* Mapeamento do Banco de Dados lógico nos arquivos físicos. Banco de Dados lógico é a visão do DBA.




Os usuários dispõem de linguagens para comunicação com o Banco de dados (BD). Estas linguagens são as suas linguagens de programação ou linguagens hospedeiras. A linguagem do usuário deve incluir uma sub linguagem de dados, a chamada “Data Sub Language” ou DSL, voltada para os objetos e as operações dos bancos de dados. Esta DSL compreende a “Data Definition Language”, ou DDL, para definição dos objetos do banco de dados e a “Data Manipulation Language”, ou DML, que suporta a manipulação ou processamento desses objetos. Freqüentemente a DSL compreende também uma “Data Control Language”, ou DCL, para controlar a segurança e o acesso aos dados.




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