Servos dos servos de Cristo



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1 A Casa Editora Presbiteriana editou o livro do presbítero F. Martin, O Ofício de Presbítero (São Paulo, 1959). Mas, este encontra-se esgotado. Outro livro valioso, e deveria ser lido por todos os pastores e presbíteros, é de John Sittema, Coração de Pastor (São Paulo, Editora Cultura Cristã, 2004).

2 A.H. Newman, A Manual of Church History (Philadelphia, The American Baptist Publication Society, ed.rev., 1953), vol. 2, p. 568.

3 Wilson de Castro Ferreira, João Calvino (São Paulo, Casa Editora Presbiteriana, 1971), p. 16.

4 O historiador Tony Lane afirma que “a influência mais importante de Bucer aconteceu através de João Calvino, que passou os anos de 1538 a 1541 em Estrasburgo. Durante este tempo Bucer pôde influenciar seu pensamento em várias áreas chaves. E foi chamado com descupável exagero de ‘o pai do Calvinismo’.” Tony Lane, Pensamento Cristão – Da Reforma à Modernidade (São Paulo, Press Abba, 1999), vol. 2, p.12. Creio que esta declaração é um tanto que ambígua. É fato, que durante a sua estadia em Estrasburgo, Calvino recebeu influência de Martin Bucer, em sua teologia, todavia, sabemos que esta influência teve maior peso em sua eclesiologia, e talvez mais especificamente na liturgia. Se analisarmos os primeiros escritos de Calvino em comparação com os últimos, perceberemos que houve um desenvolvimento uniforme, sem maiores contradições. Uma leitura atenciosa da primeira edição das suas Institutas (1536) em comparação com a última (1559) comprovará que não houve mutação essencial no pensamento de Calvino, mesmo após o seu convívio com Bucer. Então o epítome concedido à Bucer de “pai do Calvinismo” é um exagero e uma impropriedade.

5 Este documento doutrinário é essencialmente calvinista. Os 39 Artigos de Fé serviu para preparar a abertura de um processo de divulgação do Calvinismo na Igreja Anglicana que culminaria na Assembléia de Westminster (1643-1648). B.B. Warfield, Studies in Theology in: The Works of. B.B. Warfield, pp. 483-511.

6 A maioria dos clérigos anglicanos relutam, ainda hoje, em adotar uma posição de consistência teologicamente reformada. Os teólogos anglicanos adotam a Via Média, ou seja, eles tentam conciliar tanto a teologia romana como a protestante, e formar um sistema doutrinário sincretista. Veja E.A. Litton, Introduction to Dogmatic Theology (London, James Clark &CO, LTD, 3ªed., 1960), pág. xi-xv.

7 Justo González, Visão Panorâmica da História da Igreja (São Paulo, Ed. Vida Nova, 1998), p. 70.

8 Guilherme Kerr, A Assembléia de Westminster (São José dos Campos, Editora Fiel, 1992), p. 9.

9 Para mais detalhes consulte o site http://www.opc.org/whatis.html#I .

10 Iain Murray, Preface in: Collected Writings of John Murray, vol. 1, p. xii.

11 Gordon H. Clark, Peter Speaks Today – A Devotional Commentary on First Peter (Philadelphia, Presbyterian and Reformed Publishing CO., 1967), p. 118

12 Somente os três primeiros são adotados oficialmente como documentos doutrinários, todavia, os demais são aceitos pelas igrejas reformadas/presbiterianas como fiel exposição das Escrituras. Todos estes livros são publicados pela Editora Cultura Cristã.

13 Héber C. de Campos, O Ser de Deus e os seus Atributos (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 1999), p. 351.

14 W.E. Roberts, O Sistema Presbiteriano (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 3ªed., 2003), p. 28.

15 W.E. Roberts, O Sistema Presbiteriano, p. 26-27.

16 Breve Catecismo de Westminster, perg./resp. 1.

17 Cosmovisão significa o modo como vemos e interpretamos o mundo em que vivemos. A cosmovisão cristã se propõe a responder questões cruciais como quem somos? Qual o sentido da vida? Para onde estamos indo? Como também a origem de todas as coisas e qual o seu significado existencial? Para um estudo mais amplo do Calvinismo indico a leitura de Abraham Kuyper, Calvinismo (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 2002).

18 Robert L. Reymond, A New Systematic Theology of the Christian Faith, (Nashville,Thomas Nelson Publishers, 2ªed.rev., 1997) pp. 902-903.

19 F. Martins, O ofício de presbítero, p. 142.

20 Constituição da IPB, cap. III, art. 14, alínea d.

21 William D. Mounce, The Anayitical Lexicon to the Greeek New Testament (Zondervan Publishing House, 1992), p. 389.

22 Herman Ridderbos, El Pensamiento del Apóstol Pablo (Grand Rapids, Libros Desafio, 2000), p. 592.

23 Rudolf Bultmann, Teologia do Novo Testamento (São Paulo, Editora Teológica, 2004), p. 540-541.

24 John R.W. Sott, O chamado para líderes cristãos (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 2005), p. 16.

25 Clemente de Roma in: Padres Apostólicos (São Paulo, Ed. Paulus, 1995), vol. 1, p. 53. Clemente cita o livro de Is 60:17 na versão grega do AT conhecida como Septuaginta.

26 Clemente de Roma in: Padres Apostólicos, vol. 1, p. 54-55.

27 Didaquê in: Padres Apostólicos, vol. 1, p. 358.

28 John Murray, Collected Writings: The Claims of Truth (Edinburgh, The Banner of Truth Trust, 1989), vol.1, p. 263.

29 Louis Berkhof, Teologia Sistemática, p. 591.

30 Herman Ridderbos, El Pensamiento del Apóstol Pablo, p. 594.

31 Herman Hoeksema, Reformed Dogmatics (Grandville, Reformed Free Publishing Association, 2005), vol. 2, pp. 276-277.

32 Nicholas L. Greendyk, A Specimen of Divine truths (Grand Rapids, Netherlands Reformed Book & Publishing Committee, 1998), p. 486.

33 Ronald Hanko, Doctrine according to Godliness – A Primer of Reformed Doctrine (Grandville, Reformed Free Publishing, 2004), p. 240.

34 J.I. Packer, Teologia Concisa (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 1999), p. 193.

35 A IPB não pratica a ordenação feminina. Cremos que as Escrituras, corretamente interpretadas, não nos autorizam a ordenar nossas irmãs ao ofício de presbítero. 1) A autoridade de governo é uma função ordenada somente aos homens; 2) Não há exemplos, nem prescrição para presbíteras na Bíblia. Veja o apêndice: A ordenação feminina.

36 A Constituição da IPB faz a seguinte declaração no cap. VIII. Seção 3ª. Art. 114 do Manual Presbiteriano. “Só poderá ser ordenado e instalado quem, depois de instruído, aceitar a doutrina, o governo e a disciplina da Igreja Presbiteriana do Brasil, devendo a Igreja prometer tributar-lhe honra e obediência no Senhor, segundo a Palavra de Deus e esta Constituição.”

37 John MacArthur, Jr., Pense Biblicamente (São Paulo, Ed. Hagnos, 2005), p. 244.

38 John Murray, Collected Writings: The Claims of Truth, vol.1, p. 263.

39 F. Martins, O ofício de presbítero, p. 109-113.

40 F. Martins, op.cit., p. 110.

41 F. Martins, p. 111.

42 F. Martins, p. 112.

43 F. Wilbur Gingrich & F.W. Danker, Léxico do N.T. Grego/Português (São Paulo, Ed. Vida Nova, 1993), p. 83.

44 Louis Berkhof, Teologia Sistemática, p. 590.

45 R.B. Kuiper, El Cuerpo Glorioso de Cristo (Michigan, T.E.L.L., 1985), p. 132.

46 C.S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples (São Paulo, Ed. ABU, 1997), 70.

47 John Murray, Collected Writings: The Claims of Truth, vol.1, p. 262.

48 Donald G. Barnhouse, Romans (Grand Rapids, Wm. Eerdmans Publishing Co., 1994), vol. 4, p. 57.

49 John R.W. Stott, O chamado para líderes cristãos, p. 32.

50 F.W. Gingrich & F.W. Danker, Léxico do N.T. Grego/Português (São Paulo, Ed. Vida Nova, 1993), p. 53

51 J.H. Thayer, Thayer’s Greek-English Lexicon of the New Testament (Grand Rapids, Associeted Publishers and Authors Inc., 1889), p. 138

52 Ibidem.

53 William D. Mounce, The Analytical Lexicon to the Greek New Testament (Grand Rapids, Zondervam Publishing House, 1992), p. 138

54 Louis Berkhof, Teologia Sistemática (Campinas, LPC, 1990), p. 591.

55 Eusébio de Cesaréia, História Eclesiástica (Rio de Janeiro, CPAD, 1999), Livro 2. Cap. 1, p. 47

56 John W.R. Stott, A Mensagem de Atos (São Paulo, Ed. ABU, 1994), p. 134

57 Charles R. Erdman, Atos dos Apóstolos (São Paulo, Casa Editora Presbiteriana, 1960), pp. 58-59

58 A Constituição da IPB faz a seguinte declaração no Cap. VIII. Seção 3ª. Art. 114 do Manual Presbiteriano. “Só poderá ser ordenado e instalado quem, depois de instruído, aceitar a doutrina, o governo e a disciplina da Igreja Presbiteriana do Brasil, devendo a Igreja prometer tributar-lhe honra e obediência no Senhor, segundo a Palavra de Deus e esta Constituição.”

59 Pedro Gilhuis, Servos Fiéis (Patrocínio, CEIBEL, 1976), pp. 55-56

60 Charles Hodge, Church Polity citado em Louis Berkhof, Teologia Sistemática (Campinas, LPC, 1994), p. 592.

61 John Lightfoot, Journal of the Proceedings of the Assembly of Divines (London, 1824), p. 115 citado por Brian Schwetley, A Historical and Biblical Examination of Woman Deacons (texto não publicado) consultado: www.reformedonline.com/view/reformedonline/deacon.htm em 07/03/2007.

62 Veja Francis S. Fiorenza & John P. Galvin, orgs., Teologia Sistemática Perspectivas Católico-Romanas (), vol 2, pp. 374-390.

63 Franz-Josef Nocke, Doutrina Específica dos Sacramentos in: Theodor Schneider, org., Manual de Dogmática (Petrópolis, Editora Vozes, 2002), vol. 2, p. 318.

64 Richard Bacon & W. Gary Crampton, Built upon the Rock: A Study of the Doctrine of the Church (Blue Banner Books, First Presbyterian Church of Rowlett, 1999, texto não publicado) disponível em: http://www.fpcr.org/blue_banner_articles/Built%20Upon%20the%20Rock.htm consultado 19/03/2007.

65 J.N.D. Kelly, I eII Timóteo e Tito – introdução e comentário (São Paulo, Ed. Vida Nova, 1986), p. 122.

66 Confissão de Fé de Westminster XXII.3

67 Confissão de Fé de Westminster XXII.4

68 Lewis B. Smedes, Moralidad y Nada Más (Grand Rapids, Wm. B. Eerdmans Publishong Co., 1997), p. 232.

69 Manual de Culto (São Paulo, Casa Editora Presbiteriana do Brasil, s./d.), pp. 60. Fiz algumas adaptações para atualizar o português numa linguagem mais simples.

70 James C. Hunter, O Monge e o Executivo – uma história sobre a essência da liderança (Rio de Janeiro, Editora Sextante, 2004), p. 25.

71 John R.W. Stott, O chamado para líderes cristãos, p. 9.

72 John R.W. Stott, O chamado para líderes cristãos, p. 102.

73 Algumas idéias foram adaptadas de Roberto A. Orr, Liderança (Anápolis, Asas de Socorro, texto não publicado, revisado 2003), p.46.

74 Adaptado de Roberto A. Orr, Liderança, p.46.

75 Adaptado de Roberto A. Orr, Liderança, p.27.

76 Extraído de www.monergismo.com/textos/dons_espirituais/presbitero_regente_schwertley.pdf

77 G.H. Kersten, Reformed Dogmatics (Grand Rapids, Wm.B. Eerdmans Publishing CO., 1983), vol. 2, p. 485.

78 Didaquê in: Patrística, vol. 1, p. 358.

79 Aceitando que Paulo tenha escrito 1 Coríntios na data de 55-56 d.C., os cristãos daquela igreja preservaram quase os mesmos problemas que o apóstolo havia reprovado. Everett F. Harrison, Introducción al Nuevo Testamento (Grand Rapids, TELL, 1980), p. 287.

80 Clemente Romano, Primeira Carta de Clemente aos Coríntios in: Patrística (São Paulo, Editora Paulus, 1995), vol. 1, pp. 50-65.

81 O texto usado por Clemente é a versão Septuginta, e não o original hebraico.

82 Clemente Romano, Primeira Carta de Clemente aos Coríntios in: Patrística, vol. 1, p. 53.

83 Carta aos Efésios, in: Patrística, vol. 1, p. 82.

84 Carta aos Magnésios, in: Patrística, vol. 1, p. 91.

85 Carta aos Magnésios, in: Patrística, vol. 1, p. 92.

86 Carta aos Magnésios, in: Patrística, vol. 1, p. 93.

87 Carta aos Filadelfienses, in: Patrística, vol. 1, p. 109.

88 Carta aos Filadesfienses, in: Patrística, vol. 1, p. 112.

89 Carta aos Esmirniotas, in: Patrística, vol. 1, p. 118.

90 Carta a Policarpo, in: Patrística, vol. 1, p. 123.

91 Henry Bettenson, Documentos da Igreja Cristã (São Paulo, ASTE, 2001), p. 30.

92 Henry Bettenson, Documentos da Igreja Cristã, p. 30, vide nota de roda-pé 9.

93 Henry Bettenson, Documentos da Igreja Cristã, p. 28.

94 Policarpo de Esmirna in: Patrística, vol. 1, p. 142.

95 Policarpo aos Filipenses in: Patrística, vol 1, p. 141. Veja 1 Tm 5:5-12 sobre “as verdadeiras viúvas”. Neste período os Pais da Igreja chamavam estas viúvas de “virgens”, por exemplo, Inácio encerrando a carta aos Esmirniotas declara que “saúdo as famílias de meus irmãos, com suas mulheres e filhos e as virgens chamadas viúvas.” Carta aos Esmirniotas in: Patrística, vol. 1, p. 120.

96 Justino de Roma, I e II Apologia in: Patrística (São Paulo, Editora Paulus, 1995), vol. 3, pp.82-83.

97 Ante-Nicene Fathers (Peabody, Hendriksen Publishers, 1994) vol. 8, pp. 611-612 in: CD-Room.

98 Para se ter acesso ao texto do concílio veja em http://www.newadvent.org/fathers/3803.htm (consultado 07/03/20, às 17:27 horas).

99 A.H. Newman, A Manual of Church History, vol. 1, pp. 293-294.

100 Não ignoro o problema textual da passagem. Todavia, como não é o propósito deste artigo discutir manuscritologia simplesmente assumirei a legitimidade do texto de 1 Co 14:33-35 como sendo original. Embora Gordon Fee negue que esta passagem pertença à autoria de Paulo, afirmando ser um acréscimo posterior, não há evidências suficientes para sustentar tal opinião. Gordon Fee, Primera Epistola a los Coríntios (Grand Rapids, Nueva Creación, 1994), pp. 791-798. Para James D.G. Dunn a negação da originalidade da passagem é motivada mais por uma questão hermenêutica do que por evidência textual; vide, James D.G. Dunn, A Teologia do Apóstolo Paulo (São Paulo, Editora Paulus, 2003), p. 664. Para maiores detalhes indico um criterioso estudo sobre o assunto em D. Carson, “Silent in the Churches”, in: John Piper, Wayne Grudem, eds., Recovering Biblical Manhood & Womanhood: A Response to Evangelical Feminism (Wheaton, IL, Crossway Books, 1991), pp. 141-145. Infelizmente a tradução publicada deste livro em português pela Editora Fiel omite este importante capítulo! Vide também, Augustus Nicodemus Lopes, Ordenação Feminina: O Que o Novo Testamento Tem a Dizer? in:Fides Reformata vol. II, número 1, jan-jun 1997, p. 74. Vide também, Simon Kistemaker, 1 Corintios (São Paulo, Editora Cultura Cristã, 2004), pp. 710-711.

101 Augustus Nicodemus Lopes, “Ordenação Feminina: O Que o Novo Testamento Tem a Dizer?” In: Fides Reformata vol. II, número 1, jan-jun 1997, p. 75.

102 James D.G. Dunn, A Teologia do Apóstolo Paulo, p. 667.

103 A submissão não faz parte da maldição, mas ela é ratificada por causa da desordem causada pelo pecado no relacionamento de nossos primeiros pais, e que toda a raça inevitavelmente herda. Adão foi criado para liderar. O fato de Deus criá-lo primeiro (Gn 2:4-8); de colocá-lo para reger toda a criação (Gn 2:15-17, 19-20); a sua esposa foi tirada dele, sendo sua dependente (Gn 2:21-22); e ao nomeá-la (Gn 2:23).

104 Augustus Nicodemus Lopes, “Ordenação Feminina: O Que o Novo Testamento Tem a Dizer?” In: Fides Reformata vol. II, número 1, jan-jun 1997, p. 76.

105 Herman Ridderbos, El Pensamiento del Apóstol Pablo (Grand Rapids, Libros Desafío, 2000), p. 596.

106 João Calvino, Pastorais: 1 Timóteo, 2 Timóteo e Filemon (São Paulo, Editora Paracletos, 1998), p. 94.

107 William Hendriksen, 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito (São Paulo, Editora Cultura Cristã, 2001), p. 169.

108 Princípios de Liturgia in: Manual Presbiteriano (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 1999).

109 Confissão de Fé de Westminster, XXIX. 5.


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