Servos dos servos de Cristo



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A opinião dos reformadores

Martinho Lutero

Ulrich Zwínglio

João Calvino
A posição dos Puritanos
2. Um exame exegético da ordenação feminina

A ausência de mulheres em At 6:1-6

O serviço de Febe em Rm 16:1-2

A igualdade espiritual em Gl 3:28
O silêncio das mulheres em 1 Co 14:33-35

O texto100onde Paulo exige o silêncio das mulheres na igreja de Corinto envolve o contexto que explica e regula o uso do dom de profecia no culto.

Mas o que as mulheres da igreja de Corinto não poderiam falar? Augustus Nicodemus Lopes sugere a seguinte interpretação

Paulo tem em mente um tipo de “fala” pelas mulheres nas igrejas que implique em uma posição de autoridade eclesiástica sobre os homens crentes. Elas podiam falar nos cultos, mas não de forma a parecer insubmissas, cf. v.34b. No contexto imediato Paulo fala do julgamento dos profetas no culto (v. 29), o que envolveria certamente questionamentos, e mesmo a correção dos profetas por parte da igreja reunida. Paulo está possivelmente proibindo que as mulheres questionem ou ensinem os profetas (certamente haveria homens entre eles) em público. Se elas tivessem dúvidas quanto ao que foi dito por um ou mais profetas, as casadas entre elas deveriam esclarece-las em casa, com os maridos (se crentes, naturalmente), cf. vs.35.101


Paulo estava realmente ordenando um silêncio absoluto para as irmãs da igreja Corinto? Elas deveriam entrar caladas e saírem mudas da participação do culto? Deveriam compor um auditório passivo? Em que sentido elas poderiam participar do culto?

O preceito do silêncio era exclusivo as mulheres casadas, ou a todas as mulheres? A opinião de James Dunn é que “a severa instrução, provavelmente, não era dirigida a todas as mulheres, mas às esposas.”102 Em outras palavras, o homem seria autoridade somente sobre a sua mulher, e não sobre todas as mulheres. Esta conclusão de Dunn é contextualmente infundada, pois, Paulo não está simplesmente fazendo prescrições acerca da vida no lar, mas estipulando princípios litúrgicos e do governo para a Igreja de Deus.

O preceito do silêncio era apenas circunstancial, ou para todas as épocas? Poderíamos fazer a mesma pergunta da seguinte forma, o mandamento do silêncio era somente para a igreja de Corinto, ou para todas as igrejas? Deve ser discutido sobre a pontuação do verso 33 diz “como em todas as igrejas dos santos”. O mandamento do apóstolo não era situacional. A afirmação de “conformidade com a lei” (14:34b) aponta para um preceito que havia sido padronizado para o correto relacionamento entre o homem e a mulher. A palavra “lei” aqui usada por Paulo não signifique todo o ensino do Antigo Testamento. Mas, é provável que ele estivesse pensando, por causa do contexto, [especificamente na ordenança do governo do homem sobre a mulher. Em 1 Co 11:3 Paulo declara que “quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo”. Fazendo eco a ratificação103 que Deus fez para Adão e Eva após a Queda, quando disse “o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará” (Gn 3:16b). A unidade da Igreja não permitia que a igreja de Corinto se rebelasse contra uma prática estabelecida (14:33b). A igreja de Corinto não poderia se insurgir contra a autoridade apostólica de Paulo (14:36-38). Augustus Nicodemus Lopes observa que “Paulo está estabelecendo um princípio permanente para as igrejas, e não apenas fazendo jurisprudência teológica local.”104

No conceito Paulino homem e mulher recebiam privilégios em igualdade, mas continuam exercendo diferentes funções. Herman Ridderbos comenta que “a comunhão com Cristo não anula a distinção natural entre a mulher e o homem, nem termina com a posição de liderança do homem no que diz respeito a mulher.”105


A mesma exigência das mulheres em 1 Tm 3:11

1. Elas eram as diaconisas?


2. Elas eram as esposas dos diáconos?

João Calvino comentando esta passagem declara que “sua referência aqui é às esposas tanto dos bispos quanto dos diáconos, pois elas devem ser auxiliadoras de seus esposos no desempenho de seus ofícios, coisa que só podem fazem se o seu comportamento for superior ao das demais esposas.”106


3. Elas eram as verdadeiramente viúvas?

William Hendriksen observa que

a explicação mais simples do modo como Paulo, sem haver ainda terminado a exposição dos requisitos para o ofício de diácono, interpõe uma poucas observações sobre as mulheres, é que ele considera essas mulheres como assistentes dos diáconos, socorrendo os pobres e necessitados, etc. Essas são mulheres que prestam um serviço auxiliar, desenvolvendo ministérios para os quais as mulheres se acham melhor adaptadas. Aqui novamente nos referimos a nossa explicação de 1 Timóteo 5:9.107
O propósito do critério das viúvas em 1 Tm 5:9-10
3. Um exame teológico da ordenação feminina
O princípio da autoridade
A submissão feminina

A submissão é uma benção que muitas mulheres nestes tempos pós-modernos rejeitam. A sociedade cada vez mais competitiva tem estimulado os casais a entrar nesta louca avalhance de medição de forças, em vez de buscar uma vivência complementadora. O tema submissão como papel feminino é considerado descontextualizado, senão antiquado, para mente feminina do século XXI. O movimento feminista, que tem afetado parte da Igreja, dita as regras do que é politicamente correto na sociedade, constrangendo os cristãos se posicionarem. Apesar dos cânones pós-modernos irem contra a Palavra de Deus, devemos manter firme, a nossa convicção de que a Escritura Sagrada é a nossa única regra de fé e prática. O princípio bíblico determina uma relação onde o homem deve exercer a sua liderança no lar e na sociedade. Mas, para conferirmos se estamos falando a mesma linguagem quando usamos a palavra "submissão" vamos esclarecer que:


1. Submissão não significa que a mulher é inferior ao homem. É notório que há muitas mulheres mais capazes do que os homens. Existe um grande número de mulheres que são mais inteligentes, dinâmicas, organizadas e etc. Todavia, as suas virtudes e dons devem ser usados para potencializar as virtudes dos maridos e estimular a sua liderança.

2. Submissão não significa que a mulher deve anular a própria maneira de pensar. Se ela fizer isto, estará sendo insubmissa pela omissão do seu papel como auxiliadora.


3. Submissão não significa que as mulheres devem desistir de influenciar os homens. Muitas vezes, nós maridos estamos errados, mesmo que sinceramente errados, a companheira não pode omitir a sua opinião, nem desistir de se esforçar em demonstrar no que a liderança do marido poderá prejudicar toda a família.
4. Submissão não significa que elas devem render-se a toda exigência dos homens. A mulher não é um objeto do seu esposo, pelo contrário, Deus a criou em igualdade de valor, e deve ser respeitada em suas opiniões, necessidades, anseios, sentimentos e limitações.

Mas, o que significa submissão? Submissão é aceitar a liderança masculina, auxiliando-o, e respeitando a sua autoridade em todas as esferas da sociedade. A autoridade que pertence ao homem não é imposta à mulher, mas deve ser conquistada pelo exercício responsável dos seus deveres. As quatro principais responsabilidades masculinas para que a mulher possa sentir segurança em seguir e submeter-se a ele são:


1. Liderança. O homem deve ser alguém que tem iniciativa, firme decisão, coragem e envolvimento no processo que lidera.
2. Protetor. A esposa necessita sentir-se confiante que o seu marido se esforçará para prover segurança, tendo boas intenções na liderança do lar.
3. Amoroso. A submissão está no coração da mulher, e é pelo coração que o marido atraí e lidera a sua companheira. O amor masculino é o fator que fará com que a esposa sinta prazer em ser submissa.
4. Provedor. É neste ponto que algumas esposas têm encontrado dificuldade em ser submissas aos seus maridos. Quando o homem se acomoda, e desiste de ser o provedor do seu lar, a mulher por necessidade da circunstância não se omite. Todavia, as esposas em vez de assumirem este papel devem exigir dos seus esposos o exercício da sua responsabilidade.

O casal para que consiga viver a harmonia liderança e submissão precisa:


1. Fortalecer um clima de compatibilidade no casamento.
2. Viver a prática da mutualidade entre os cônjuges.
3. Manter o sentimento de cumplicidade do lar.
Uma abordagem hermenêutica do Igualitarismo
Uma abordagem hermenêutica do Diferencialismo

Mas qual é a relação que Deus estabeleceu para o homem e a mulher? Podemos resumir didaticamente esta relação em quatro proposições:


1. Homens e mulheres são iguais em valor diante de Deus.
2. Homens e mulheres têm diferente papéis no lar, na igreja e na sociedade.
3. Homens e mulheres têm funções complementares.
4. Homens em tudo têm a primazia de autoridade.

Bonnidell Clouse, ed., Mulheres no Ministério (editora mundo cristão).

John W. Robbins, ed., The Church Effeminate, pp. 212-233.

Augustus Nicodemus, “Ordenação Feminina” in: Fides Reformata, vol. II, número 1, 1997, pp. 59-84.

Nancy Pearcey, Verdade Absoluta, pp. 363-390.

Theodor Schneider (org.), Manual de Dogmática, vol. 2, pp. 321-323



Apêndice II

As sobras dos elementos da Ceia do Senhor
Os diáconos são encarregados da preparação antecipada da Ceia do Senhor. Esta é uma honra que estes servos de Deus têm diante da igreja local. Devem zelar para que os elementos sejam apropriados tanto em qualidade, como o corte do pão e a distribuição do cálice, e ainda a disposição na mesa. Todavia, após o término do culto, eles são responsáveis pelas sobras dos elementos da Ceia. A pergunta é: o que fazer dos elementos que sobraram?

Não há uma prescrição clara quanto a este assunto. Nos Princípios de Liturgia108 [capítulo VII - Administração da Ceia do Senhor] lemos que no art.17 “os elementos da Santa Ceia são pão e vinho, devendo o Conselho zelar pela boa qualidade desses elementos.” Isto significa apenas que o Conselho supervisiona o preparo e uso dos elementos para que sejam corretamente escolhidos com qualidade. Não há menção quanto às sobras.

É quase impossível estabelecer uma regra absoluta quanto ao assunto. Devemos nos orientar por um princípio geral, isto é, que o preparo, o manuseio, e o eliminar dos elementos devem evitar qualquer superstição, erro doutrinário, ou a prática da veneração do pão e do cálice, antes, durante ou após a celebração da Ceia do Senhor, atribuindo-lhes algum poder inerente, ou valor permanente. A Confissão de Fé de Westminster declara que

Os elementos exteriores deste sacramento, devidamente consagrados aos usos ordenados por Cristo, têm tal relação com o Cristo Crucificado, que, verdadeiramente, embora só num sentido sacramental, são às vezes chamados pelos nomes das coisas que representam, a saber, o corpo e o sangue de Cristo; se bem que, em substância e natureza, conservam-se verdadeiro e somente pão e vinho, como eram antes.109


Há diferentes práticas adotadas pelas igrejas evangélicas:

  1. Muitos guardam as sobras, tanto do pão como do cálice, para a próxima realização da Ceia. O problema é que quando a celebração seguinte demora, ou sendo realizada mensalmente, os elementos podem não ter a mesma qualidade, por causa da fermentação, decomposição, ou até mesmo por serem inaproveitáveis por causa da sua inadequada preservação.

  2. Em alguns casos há diáconos que após o culto, enterram
    as sobras do pão e do cálice. Mas, isto apenas aumenta a ignorância e
    piora o misticismo irracional que, diga-se de passagem, é uma herança do
    catolicismo romano.

  3. Há aqueles que jogam no lixo as sobras da Ceia. O fato de se jogar fora pode ser por não querer aproveitar os elementos, porque uma vez cortados não é possível aproveita-los para uma refeição posterior. Mas, corre-se o risco fazê-lo pelo mesmo motivo daqueles que preferem enterrar.

Esta confusão é desnecessária, mas ofende a consciência de alguns amados e sinceros irmãos que não foram corretamente instruídos sobre a natureza da Ceia do Senhor. Eis alguns motivos desta comum confusão:



  1. Por serem instruídos sem base nas Escrituras a divinizar o pão e o
    cálice
    inconscientes da heresia que estão praticando.

  2. Por esquecerem que o pão e cálice são meros símbolos, e que não
    há nenhuma mutação essencial nos elementos. Apenas a presença
    espiritual manifesta-se durante a Ceia nos alimentando com graça (por isso,
    é um meio de graça). Os elementos da Ceia não se tornam (transubstanciação), nem contém (consubstanciação) o corpo físico de Cristo. Embora separados do uso comum, continuam sendo o que sempre foram, o pão e cálice; não sofrem nenhuma mutação substancial, mas apenas representam uma realidade espiritual presente durante a correta celebração da Ceia. Cristo está presente espiritual e não fisicamente.

  3. Por confundirem que o importante na Ceia são as palavras, o ato, e o
    momento da celebração da comunhão
    nada acrescentando, nem permanecendo nos elementos de modo que devem ser considerados como objetos de veneração.

Algumas recomendações pastorais sobre "as sobras da Ceia":



  1. Não alimente o sentimento pelos elementos como se eles fossem o próprio Cristo! Não podemos cair no sutil erro da idolatria como o fazem os romanistas.

  2. No manuseio dos elementos não os vulgarize. Este é o outro extremo, também praticado por ignorância. Não devemos brincar com aquilo que é sério. O símbolo [pão e vinho] mesmo quando não usado na Ceia não deve ser banalizado, se separado para este fim.

  3. Não há nenhum problema em se comer as sobras do pão e beber
    resto do cálice, porque após o término do culto, eles se limitam a ser
    apenas o que sempre foram, pão e vinho, porque após a celebração
    perderam o seu significado e eficácia espiritual como meio de graça.

  4. Se os diáconos resolverem dar as sobras dos elementos para as
    crianças (o que acontece em alguns lugares), deve-se inevitavelmente, com clareza, ensina-las que aquilo que elas estão comendo não é a Ceia do
    Senhor
    (nem permiti-las brincar de Santa Ceia), mas apenas as sobras do pão e do cálice. Isto deve ser feito, de modo que, seja evitado escândalos, uma concepção errada, e a confusão na mente dos infantes que ainda não possuem discernimento da seriedade da Ceia do Senhor.

A minha real preocupação com este artigo não é com as sobras dos elementos da Ceia, mas com o pressuposto teológico. A crença modela o comportamento. Então, não é apenas durante a Ceia que manifestamos a nossa convicção de fé, mas após o seu término quando vamos nos desfazer das sobras dos elementos. Infelizmente, um expressivo número de igrejas locais são absurdamente incoerentes quanto a este assunto! Mesmo aqueles que durante a Ceia confessam que ela é apenas um mero memorial (zwinglianos), ou, ainda outros que crêem que embora sendo um símbolo representa o corpo e o sangue, a presença de Cristo é somente espiritual, e não física (calvinistas); entretanto, após a Ceia acabam por negar o seu credo com ransos do romanismo. Com isto, não somente negamos a nossa doutrina na prática, mas desonramos o ensino do nosso Senhor.




Livros recomendados para leitura posterior
Os livros selecionados aqui são indicações de leitura para o contínuo crescimento do presbítero em seu ofício. O presbítero é um discípulo de Cristo, e nunca pode deixar de ser um aprendiz. O hábito da leitura é saudável como um recurso deste amadurecimento na fé cristã.
1. Manual Presbiteriano (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 1999).

. Addy Félix de Carvalho, Código de Disciplina da IPB – Interpretação e Comentários (São Paulo).

. A.A. Hodge, Confissão de Fé Westminster Comentada (São Paulo, Ed. Puritanos, 1999).

. W.H. Roberts, O Sistema Presbiteriano (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 2003).

. Abraham Kuyper, Calvinismo (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 2002).

. John MacArthur, Jr., Pense Biblicamente (São Paulo, Ed. Hagnos, 2005).

. Duane E. Spencer, TULIP: Os Cinco Pontos do Calvinismo (São Paulo, Editora Parácletos).

. Paulo Anglada, Calvinismo: As Antigas Doutrinas da Graça (São Paulo, Ed. Os Puritanos).

. Terry Johnson, A Doutrina da Graça na Vida Prática (São Paulo, Editora Cultura Cristã).

. John Benton e John Peet, As Doutrinas da Graça (São Paulo, Editora Cultura Cristã).

. Michel Horton, As Doutrinas da Maravilhosa Graça (São Paulo, Editora Cultura Cristã).

. Thomas Witherow, A Igreja Apostólica – Que significa isto? (São Paulo, Editora Os Puritanos, 2005).

. John Han Hum Oak, Chamado para acordar o leigo (São Paulo, Editora Cultura Cristã, 2006).

. Thomas K. Ascol, ed., Amado Timóteo (São José dos Campos, Editora Fiel, 2005).

. Richard Baxter, O Pastor Aprovado (São Paulo, PES, 1996).

. Peter White, O Pastor Mestre (São Paulo, Ed. Cultura Cristã, 2003).

. John MacArthur, Jr., Redescobrindo o Ministério Pastoral (Rio de Janeiro, CPAD, 1998).

. F. Solano Portela, et al., Disciplina na Igreja – Uma Marca em Extinção (São Paulo, Editora Os Puritanos, 2001).

. Nancy Pearcey, Verdade Absoluta (Rio de Janeiro, CPAD, 2006).


Referência bibliográfica
Doutrina

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Sites

. www.monergismo.com


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