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7.12. METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA
EMENTA: História e memória social. As finalidades do ensino de História na sociedade brasileira contemporânea. A transposição didática da história e a construção da compreensão e explicação histórica. Relação entre a construção da noção de tempo e espaço e leitura do mundo pela criança. Otrabalho com as fontes históricas . Objetivos e conteúdos programáticos de históriados anos iniciais do Ensino Fundamental. Planejamento, seleção e avaliação em história. Análise crítica do material didático.

Indicações Bibliográficas


BURKE, P. A escola dos annales 1929-1989: a revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1997.
CAMARGO, D. M. P. de.; ZAMBONI, Ernesta. A Criança, novos tempos, novos espaços: a história e a geografia na escola. Em Aberto, Brasília, v.7, n. 37, p. 25-30, jan./mar. 1988.
CARDOSO, C. F. S. Uma introdução à história. São Paulo: Brasiliense, 1988.
CITRON, S. Ensinar a história hoje: a memória perdida e encontrada. Lisboa: Livros Horizonte, 1990.
HOBSBAWN, E. A história de baixo para cima. In: HOSBAWN, E. Sobre história. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
HOSBAWN, E. A outra história -algumas reflexões. In: KRANTZ, F. A outra história: ideologia e protesto popular nos séculos XVII a XIX. Rio de Janeiro: Zahar, 1988. p. 18-33.
HUNT, Lynn. Apresentação: história, cultura e texto. In: HUNT, L. A nova história cultural. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
LE GOFF, J. História e memória. São Paulo: Unicamp, 1992.
McLAREN, P. A vida nas escolas: uma introdução à pedagogia crítica nos fundamentos da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
NADAI, E. A escola pública contemporânea: os currículos oficiais de história e o ensino temático. Revista Brasileira de História, São Paulo, v.6, n.11, p.99-116, set.1985/fev.1986.
NILDECOFF, M. T. A Escola e a compreensão da realidade. São Paulo: Brasiliense, 1982.
PENTEADO, H. D. Metodologia de ensino de história e geografia. São Paulo: Cortez, 1991.
SCHMIDT, M. A. O uso escolar do documento histórico. Caderno de História: Ensino e Metodologia, Curitiba, n. 2. 1997.
THOMPSON, E. P. A miséria da teoria. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.


7.13. METODOLOGIA DO ENSINO DE GEOGRAFIA
EMENTA: Concepções de Geografia -a Geografia como Ciência. Compreensão do espaço reduzido pela sociedade (espaço relacional). Aspectos teóricos -metodológicos de ensino da geografia. Objetivos e finalidades do Ensino da Geografia na Proposta Curricular do Curso de Formação de Docentes da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, atendendo as especificidades do Estado do Paraná (quilombolas, indígenas, campo e ilhas). Relação entre conteúdos, método e avaliação. Os conteúdos básicos de Geografia na Educação Infantil e Anos Iniciais. Diferentes tendências da Geografia. Bibliografia e concepção de Geografia como ciência. Análise crítica e elaboração de recursos didáticos para Educação Infantil e Anos Iniciais. Análise crítica dos livros didáticos dos Anos Iniciais.

Indicações Bibliográficas


ALMEIDA, R.; PASSINI, E. O espaço geográfico, ensino e representação. São Paulo: Contexto, 1991.

ALMEIDA, R. D. de. Do desenho ao mapa. São Paulo: Contexto, 2003.


ARCHELA, R. S.; GOMES, M. F. V. B. Geografia para o ensino médio: manual de aulas práticas. Londrina: UEL, 1999.
ANDRADE, M. C. de. Uma geografia para o século XXI. Campinas: Papirus, 1994.
ANDRADE, M. C. de. Geografia ciência da sociedade. São Paulo: Atlas, 1987.
CARLOS, A. F. A. (org.). A geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999.
CARLOS, A. F. A. (org.) O lugar no/do mundo. São Paulo: Hucitec, 1996.
CARVALHO, M. I. Fim de século : a escola e a geografia. Ijuí : Unijuí, 1998.
CASTRO,I. et al (org.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.
CAVALCANTI, L. de S. Geografia e práticas de ensino. Goiânia: Alternativa, 2002.
CAVALCANTI, L S. Geografia, escola e construção do conhecimento. Campinas: Papirus, 1998.
CASTROGIOVANNI, A. C. (org.). Geografia em sala de aula, práticas e reflexões. Porto Alegre: Ed. UFRS, 1999.
CASTROGIOVANNI, A. C. Ensino de geografia práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 2002.
CHRISTOFOLETTI, A. (org.). Perspectivas da geografia. São Paulo: Difel, 1982.
CORRÊA, R. L.; ROSENDAHL, Z. Introdução à geografia cultural. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
CUNHA, M. I. da. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1995. EDWARDS, V. Os sujeitos no universo da escola. São Paulo : Ática, 1997.
FORQUIN, J. C. Escola e cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.
FOUREZ, G. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das ciências. São Paulo: Unesp, 1995.
FRIGOTTO, G. Trabalho: educação e tecnologia: treinamento polivalente ou formação politécnica? Educação e Realidade, Porto Alegre, n. 14, p. 17-28, jan./jun. 1985.
FREIRE, P. Pedagogia da esperança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
GADOTTI, M. Pedagogia da terra. São Paulo: Peirópolis, 2000.
GIANSANTI, R.; OLIVA, J. Temas da geografia do Brasil. São Paulo: Atual, 1999.
GUIMARÃES, R. et al. Geografia: pesquisa e ação. São Paulo: Moderna, 2000.
GONÇALVES, C. W. P. Os (des)caminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 1999.
GOMES, P. C. da C. Geografia e modernidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,1997.
GOODSON, Y. Currículo: teoria e história. Petrópolis: Vozes, 1995.
HAESBAERT, R. Territórios alternativos. Niterói: EDUFF; São Paulo: Contexto, 2002.
KOZEL, S.; FILIZOLA, R. Didática da geografia: memórias da terra -o espaço vivido. São Paulo: FTD, 1996.
LACOSTE, Y. A geografia: isso serve, em primeiro lugar para fazer a guerra. Campinas: Papirus, 1988.

MORAES, A. C. R. Geografia : pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1987.


MORAES, A . C. R. Geografia crítica: a valorização do espaço. São Paulo: Hucitec, 1984.
MORAES, A . C. R. Ideologias geográficas. São Paulo: Hucitec, 1991.
MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. (org.). Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1994.
MOREIRA, R. O círculo e a espiral (a crise paradigmática do mundo moderno). Rio de Janeiro: Cooautor, 1993.
NIDELCOFF, M. T. A escola e a compreensão da realidade: ensaios sobre a metodologia das ciências sociais. São Paulo: Brasiliense, 1986.
OLIVEIRA, A. U. Para onde vai o ensino da geografia? São Paulo: Contexto, 1989.
OLIVEIRA, A. U. (org.). Reformas no mundo da educação: parâmetros curriculares e geografia. São Paulo: Contexto, 1999.
PASSINI, E. Y. Alfabetização cartográfica e o livro didático. Belo Horizonte: Lê, 1994.
PEREIRA, R. M. A. Da geografia que se ensina à gênese da geografia moderna. Florianópolis: UFSC, 1993.
QUAINI, M. A construção da geografia humana. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
RUA, J.; WASZKIAVICUS, F.A; TANNURI, M. R. P.; PÓVOA NETO, H. Para ensinar geografia : contribuição para o trabalho com 1o e 2o graus. Rio de Janeiro: Access, 1993.
SANTOS, M. Por uma outra globalização. Rio de Janeiro: Record, 2000.
SANTOS, M. A natureza do espaço técnica e tempo razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.
SANTOS, M. Técnica, espaço e tempo: o meio técnico científico informacional. São Paulo: Hucitec, 1996.
SANTOS, M. Por uma geografia nova. São Paulo: Hucitec, 1986.
SANTOS, M. Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, 1988.
SANTOS, M. A construção do espaço. São Paulo: Nobel, 1986. SANTOS, M. O espaço interdisciplinar. São Paulo: Nobel, 1986.
SANTOS, M. Espaço e método. São Paulo: Nobel, 1985.
SAVIANI, D. Escola e democracia. São Paulo: Cortez, 1986.
SILVA, A. C. da. De quem é o pedaço? espaço e cultura. São Paulo: Hucitec, 1986.
SILVA, A. O espaço fora do lugar. São Paulo: Hucitec, 1988.
VESENTINI, J. W. Para uma geografia crítica na escola. São Paulo: Ática, 1992.
STRAFORINI, R. Ensinar geografia: o desafio da totalidade-mundo nas séries iniciais. São Paulo: Annablume, 2004.
SOUZA, J. G. de; KATUTA, Â. M. Geografia conhecimentos cartográficos. São Paulo: Editora UNESP, 2001.

PONTUSCHKA, N. N.; OLIVEIRA, A. U. de (org.) Geografia em perspectiva. São Paulo: Contexto, 2002.


VLACH, V. Geografia em construção. Belo Horizonte: Lê, 1991.

    1. METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS

EMENTA: O Ensino de Ciências e a construção de uma cultura científica que possibilite ao cidadão comparar as diferentes explicações sobre o mundo. A energia para a vida e a inserção do homem no contexto do universo. Aprendizagem integrada de ciências como possibilidade para a ompreensão das relações ciências, sociedade, tecnologia e cidadania. A construção dos conceitos científicos. O pensamento racional e o pensamento intuitivo na aprendizagem de ciências. O papel dos professores, das famílias e das comunidades na aprendizagem formal e informal de ciências.


Indicações Bibliográficas
ASTOLFI, J. P . A Didática das ciências. Campinas: Papirus, 1990.
DELIZOICOV, D. Metodologia do ensino de ciências. São Paulo: Cortez, 1990.
GASPARIN, J. L. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. Campinas: Autores Associados, 2005.
HARLAN, J. D.; RIVKIN, M. S. Ciências na educação infantil: uma abordagem integrada. Porto Alegre: Artmed, 2002.
TRINDADE, D. F.; TRINDADE, L. dos S. P. Educação e ciências. São Paulo: Madras, 2004.


7.15 METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE

EMENTA: O papel da arte na formação humana, como conhecimento, como trabalho, como expressão. Estudos das diferentes concepções de arte. Conhecimento, trabalho e expressão, sua relação com o ensino. Estudo das tendências pedagógicas – Escola Tradicional, Nova e Tecnicista - com ênfase nos marcos históricos e culturais do ensino da arte no Brasil. Conhecimento teórico e prático dos elementos formais e de composição das artes visuais, da música, da dança e do teatro e sua contribuição na formação dos sentidos humanos desde a Educação Infantil e Anos Iniciais. Abordagens metodológicas para o ensino de artes. A atividade artística na escola: fazer e apreciar a produção artística. As atividades artísticas como instrumental para a Educação Infantil e Anos Iniciais.


Indicações Bibliográficas - Artes Visuais
ALMEIDA, A. B. de. A educação estético-visual no ensino escolar. [s.l.]: Livros Horizonte, 1980.
APARICI, R.; GARCÍA MATILLA, A. Lectura de imágenes. Madrid: Ediciones de la Torre, 1998.
ARNHEIN, R. Arte e percepção visual. São Paulo: Pioneira / USP, 1986.
ARRUDA, J. Projeto educação para o séc. XXI. S. Paulo: Moderna, 2002.
BARBOSA, A. M. T. Arte - educação no Brasil: das origens ao modernismo. São Paulo: Perspectiva, 1978.
BARBOSA, A. M. T. A imagem no ensino da arte. São Paulo: Perspectiva, 1991.
BERGER, John. Modos de ver. Lisboa: Edições 70, 1972.
BLIKISTEIN, I. Kaspar Hauser ou a fabricação da realidade. São Paulo: Cultrix, 1991.
BOSI, A. Reflexões sobre a arte. São Paulo: Ática, 1985.
BRASIL. Lei n 9394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da. Educação Nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília 248, p.2783-27841, 23 dez. 1996.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros curriculares nacionais (1 a 4 Série): Arte. Brasília, 1997. v. 6

CHEVALIER, J. Dicionário de símbolos mitos, sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, números. 16. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001.


ORDI, C. et al. Para filosofar. São Paulo: Scipione, 1999.
COSTA, C . Questões de arte: o belo, a percepção estética e o fazer artístico. 2. ed. reform. São Paulo: Moderna, 2004.
COSTELLA, A. F. Para apreciar a arte: roteiro didático. São Paulo: SENAC/ Mantiqueira, 1997.
CUMMING, R. Para entender a arte. São Paulo: Ática, 1996.
CURITIBA. Secretaria Municipal da Educação. Currículo básico: uma contribuição para a escola pública brasileira. Curitiba, 1998.
DERDYK, E. Formas de pensar o desenho. São Paulo: Scipione, 1989.
DONDIS, D. A. La sintaxis de la imagem: introducion al alfabeto visual. Barcelona: Gustavo Gili, 1976.
FEITOSA, C. Explicando a filosofia com a arte. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
FUSARI, M. F. D. R.; FERRAZ, M. H. C. D. T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1992.
FUSARI, M. F. D. R. Metodologia do ensino de arte. São Paulo: Cortez, 1993.
GARCEZ, L. Explicando a arte brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
GOMBRICH, E. H. A História da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Cientificos, 1999.
HERNÁNDEZ, F. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
KUENZER, A. Z. Ensino de 2 . grau: o trabalho como princípio educativo. São o Paulo: Cortez, 1985.

KUENZER, A. Z. Ensino médio e profissional: as políticas do estado neoliberal. São Paulo: Cortez, 1997.


MICLETHWAIT, L. Para a criança brincar com arte: o prazer de explorar belas pinturas. São Paulo: Ática, 1997.
OSTROWER, F. Universos da arte. Rio de Janeiro: Campus, 1987.
OLIVEIRA, J. Explicando a arte: uma iniciação para entender e apreciar as artes visuais. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
PARANÁ. Secretaria de Estado de Educação. Superintendência de Educação. Departamento de Ensino de Primeiro Grau. Currículo básico para a escola pública do Paraná. Curitiba, 1990.
PARSONS, M. J. Compreender a arte. Lisboa: Editorial Presença, 1992.
PORCHER, L. (org.). Educação artística: luxo ou necessidade? São Paulo: Summus, 1982.
SCHLICHTA, C. A. B. D.; TAVARES, I. M.; TROJAN, R. M. Educação artística. Curitiba: Módulo, 1996.
SCHLICHTA, C. A. B. D. Conteúdo, metodologia e avaliação do ensino de artes. Curitiba: UFPR/ NEAD, 2002.
STRICKLAND, C. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.
TAILOR, J. C. Aprender a mirar: una introducion a las artes visuales. Buenos Aires: Ediciones La Isla, 1985.
VIGOSTKI, L. S. La imaginación y el arte em la infancia. México: Ediciones Hispanicas, 1987.
WOODFORD, S. A arte de ver a arte: introdução à história da arte da universidade de Cambridge. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
Indicações Bibliográficas - Música
ALFAYA, M.; PAREJO, E. Musicalizar: uma proposta para vivência dos elementos musicais. São Paulo: Musimed, 1987.
BENNET, R. Uma breve história da música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros curriculares nacionais: 1a a 4a Série: Arte. Brasília, 1997. v. 6 CANDE, R de. História universal da música. São Paulo: Martins Fontes, 1994. v.1 e 2
CUNHA, S. R. V. da. (org.). Cor, som e movimento: a expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança. Porto Alegre: Mediação, 1999.
CURITIBA. Secretaria Municipal da Educação. Currículo básico: uma contribuição para a escola pública brasileira. Curitiba, 1988.
FUCKS, R. O discurso do silêncio. Rio de Janeiro: Enelivros, 1991.
GAINZA, V. H. La iniciación de los niños. Buenos Aires: Ricordi Americana, 1964.
GAINZA, V. H. Fundamentos, materiales y técnicas de la educación Musical. Buenos Aires: Ricordi Americana, 1977.
HOWARD, W. A música e a criança. São Paulo: Summus, 1984.
JEANDOT, N. Explorando o universo da música. São Paulo: Scipione, 1990. JELEN, L. O mundo maravilhoso da música. São Paulo: Melhoramentos, 1997.
KATER, C.; LOBÃO, P. Musicalização através da canção popular brasileira: propostas de atividades criativas para o uso na escola. São Paulo: Atravez, 2001. v. 1.
MENUHINE, Y.; CURTIS, W. A música do homem. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, Lisboa: Dinalivro, 1997.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação. Departamento de Ensino de Primeiro Grau. Currículo básico para a escola pública do Paraná. Curitiba, 1990.
PINHAIS. Secretaria Municipal de Educação. Proposta curricular. Pinhais, 2000.
POGUE, D.; SPECK, S. Música clássica.. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
PORCHER, L. (org). Educação artística: luxo ou necessidade? São Paulo: Summus, 1977.
SADIE, S. Dicionário Grove de música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS. Secretaria Municipal de Educação. Currículo básico para a escola pública municipal de São José dos Pinhais. São José dos Pinhais, 1995.
SOLTI, G. O mundo maravilhoso da música. São Paulo: Melhoramentos,1997.
SCHLICHTA, C. A. B. D.; TAVARES, I. M.; TROJAN, R. M. Educação artística. Curitiba: Módulo, 1996.
SCHLICHTA, C. A. B. D. Conteúdo, metodologia e avaliação do ensino de artes. Curso de Pedagogia. Curitiba: UFPR/ NEAD, 2002.
SHAFER, M. O ouvido pensante. São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 1991.
SNYDERS, G. A escola pode ensinar as alegrias da música? São Paulo: Cortez, 1992.
VIGOTSKI, L. S. Psicologia da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
YEHUDI, M.; DAVIS, C. W. A música do homem. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1990.

Indicações Bibliográficas - Teatro


AMARAL, A. M. Teatro de formas animadas. São Paulo: USP, 1993.
AMARAL, A. M. O ator e seus duplos, máscaras, bonecos, objetos. São Paulo: Senac, 2002.
BERTHOL, M. História mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva,2000.
BIASOLI, C. L. A. A formação do professor de arte: do ensaio à encenação. Campinas: Papirus, 1999.
BOAL, A. 200 exercícios e jogos para o ator e o não-ator com vontade de dizer algo através do teatro. 10. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
BORBA, E.; SAVASSE, N. A arte secreta do ator: dicionário de antropologia teatral. São Paulo: Unicamp, 1995.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros curriculares nacionais: (1a a 4a série); Arte. Brasília, 1997. v. 6.

BRANDÃO, J. Teatro grego: origem e evolução. São Paulo: Ars Poética, 1992.


CAMARGO, R. G. A sonoplastia no teatro. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Artes Cênicas, 1986.
CARVALHO, Ê. J. C. História e formação do ator. São Paulo: Ática, 1989.
CARVALHO, E. J. O que é ator. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1992.
COURTNEY, R. Jogo, teatro & pensamento. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1980.
CUNHA, S. R. V. da. (org.). Cor, som e movimento: a expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança. Porto Alegre: Mediação, 1999.
CURITIBA. Secretaria Municipal da Educação. Currículo básico: uma contribuição para a escola pública brasileira. Curitiba, 1988.
GASSNER, J. Mestres do teatro. 3. ed. São Paulo: Perspectiva/ USP, 1974. v. 1.
JAPIASSU, R. Metodologia do ensino de teatro. São Paulo: Papirus, 2001.
KOUDELA, I. D. Jogos teatrais. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 1998.
MACHADO, M. C. A aventura do teatro. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.
MACHADO, M. Teatro IV. 6. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1998.
MACHADO, N. J. Ensaios transversais: cidadania e educação. São Paulo: Escrituras, 1997.
MAGALDI, S. Iniciação do teatro. São Paulo: Buriti, 1965. PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação. Departamento de Ensino de Primeiro Grau. Currículo básico para a escola pública do Paraná. Curitiba, 1990. PINHAIS. Secretaria Municipal de Educação. Proposta curricular. Pinhais, 2000.
PORCHER, L. (org.). Educação artística: luxo ou necessidade? São Paulo: Summus, 1977.
REVERBEL, º Um caminho do teatro na escola. 2. ed. São Paulo: Scipione, 1997.
ROUBINE, J. J. A linguagem da encenação teatral. Rio de janeiro: Jorge Zahar, 1998.
SANTOS, V. L. B. dos. Brincadeira e conhecimento: do faz-de-conta à representação. Porto Alegre: Mediação, 2002.
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS. Secretaria Municipal de Educação. Currículo básico para a escola pública municipal de São José dos Pinhais. São José dos Pinhais, 1995.
SPOLIN, V. Improvisação para o teatro. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1992.
VIGOTSKI, L. S. Psicologia da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

Indicações Bibliográficas - Dança


BOUCIER, P. História da dança no ocidente. São Paulo: Blume, 1981.
BRIKMAN, L. Linguagem do movimento corporal. São Paulo: Summus, 1989.
CAMINADA, E. História da dança: evolução cultural. Rio de Janeiro: Sprit, 1999.
CORTÊS, G. P. Dança Brasil: festas populares. Belo Horizonte: Leitura, 2000.
CUNHA, S. R. V. da. (org.). Cor, som e movimento: a expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança. Porto Alegre: Mediação, 1999.
FERREIRA, S. (org.). O ensino das artes: construindo caminhos. Campinas: Papirus, 2001.
FUX, M. Dança, experiência de vida. São Paulo: Summus, 1983.
GARAUDY, R. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1979.
GELB, M. O aprendizado do corpo. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
HASELBACH, B. Dança, improvisação e movimento: expressão corporal na educação física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1989.
LABAN, R. V. Domínio do movimento. São Paulo: Summus, 1978.
LAIRD, W. As danças de salão. Porto: Civilização, 1994. MENDES, M. G. A dança. São Paulo: Ática, 1985.
OSSOMA, P. A. A educação pela dança. São Paulo: Summus, 1988.

7.16. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

EMENTA: O movimento humano e sua relação com o desenvolvimento dos domínios motor, cognitivo e afetivo - social do ser humano. Desenvolvimento motor e aprendizagem motora. A Educação Física como componente curricular. A cultura corporal de movimentos: ação e reflexão. A criança e a cultura corporal de movimentos: o resgate do lúdico e a expressão da criatividade.


Indicações Bibliográficas
ALMEIDA, P. N. de. Educação lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. São Paulo: Loyola, 1987.
BORGES, C. J. Educação física para a pré-escola. Rio de Janeiro: Sprint, 1987.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da educação física. São Paulo: Cortez, 1992.
COSTA, V. L. M. Prática da educação física no primeiro grau: modelo de reprodução ou perspectiva de transformação? São Paulo: IBRASA, 1987.
DARIDO, S.C.; RANGEL, I. C. A. Educação física na escola: implicações para a prática pedagógica. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005.
DIEM, L. Brincadeiras e esportes no jardim de infância. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1981.
FREIRE, J. B.; SCAGLIA, A. J. Educação como prática corporal. São Paulo: Scipione, 2003.
GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. C. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2001.

GUERRA, M. Recreação e lazer. Porto Alegre: Sagra, 1982. G


UISELINI, M. ª Educação física na pré-escola. Brasília: SEED/MEC, 1982. MAGILL, R. A.

Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 1984.


MEDINA, J. P. S. Educação física cuida do corpo e “mente”: bases para a renovação e transformação da educação física. Campinas: Papirus, 1989.
TANI, G.; MANOEL, E. de J.; KOKUBUN, E.; PROENÇA, J. E. de. Educação física escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. São Paulo: USP, 1988.


7.17. PRÁTICA DE FORMAÇÃO (ESTÁGIO SUPERVISIONADO)

EMENTA: Sentidos e significados do trabalho docente. Pluralidade cultural, as diversidades, as desigualdades e a educação. Condicionantes da infância e da família no Brasil e a organização da educação. A ação docente, as práticas pedagógicas e a formulação da didática na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Fundamentos teórico-metodológicos da pesquisa.


Indicações Bibliográficas
ALMEIDA. J. S. de. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 93, 1995.
CANDAU, V. M. O bom professor e sua prática. Campinas: Papirus, 1995.
CUNHA, L. A. Educação e desenvolvimento social no Brasil. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.
DAVIS, C.; ESPÓSITO, Y. L. Papel e função do erro na avaliação escolar. São Paulo: Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 74, p. 71-75, 1990.
ENGUITA, M. F. A ambigüidade da docência: entre o profissionalismo e a proletarização. Revista Teoria e Educação, Porto Alegre. n. 4, p.41-60, 1991.
FAZENDA, I. Um desafio para a didática: experiências, vivências, pesquisas. São Paulo: Loyla, 1991.
FREITAS, H. C. L de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. Campinas: Papirus, 1996.
FRIGOTTO, G. O enfoque da dialética materialista histórica na pesquisa educacional. In: FAZENDA, I. Metodologia da pesquisa educacional. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2001.
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8. AVALIAÇÃO ESCOLAR


Pensar a avaliação na proposta do Curso de Formação de Docentes – Normal, em nível médio, cuja organização curricular toma como princípios o trabalho, a cultura, a ciência e a tecnologia, é um desafio. Ao mesmo tempo apresenta-se como uma possibilidade de mudança dos processos avaliativos norteados por teorias pedagógicas não críticas. É um desafio porque exige fundamentalmente a compreensão teórica dos princípios curriculares que embasam a proposta do curso, e, sobretudo, outra prática pedagógica. Prática aqui entendida não como ação cotidiana, mecânica e repetitiva, porém como práxis.

Por outro lado, ter o trabalho como princípio educativo e como princípio pedagógico na Proposta de Organização Curricular do Curso de Formação de Docentes – Normal, em nível médio, significa assumir que o trabalho, tanto na sua forma ontológica, quanto histórica, é produção humana e elemento de mediação da relação homem homem e homem-natureza. Alem disto, é o princípio do trabalho e da tecnologia, entendida como construção histórico-social, integrados ao da ciência e da cultura, que nesta proposta contextualiza as ações metodológicas que perpassam a prática do professor, em relação ao desenvolvimento do processo ensino e aprendizagem e, portanto, do processo de avaliação da aprendizagem dos alunos.

Nesta perspectiva, é importante assinalar que a avaliação da aprendizagem se reveste de outro sentido, quando integrada aos pressupostos da proposta pedagógica que considera o aluno como sujeito histórico, capaz de estabelecer relações entre o conhecimento apreendido e o mundo do trabalho, a qual se distancia de uma avaliação concebida numa matriz teórica tradicional e positivista.

A partir deste conjunto de idéias, o pano de fundo para rearticularmos as ações de caráter teórico-metodológicos válidas para a avaliação escolar é o de nos questionarmos: Que avaliação pratica a escola? Que concepções norteiam esta prática? Que avaliação deve nortear as ações da escola numa perspectiva histórico-social e dialética.

Para tanto, há que se situar inicialmente a sociedade na qual está inserida a escola, para que possamos compreender e contextualizar melhor as suas práticas avaliativas e, assim, estabelecer relações com estas mesmas práticas. É fato que vivemos numa sociedade capitalista e, por assim ser, a escola não é alheia a ela, haja vista que as suas práticas pedagógicas e o processo de avaliação da aprendizagem se expressam pelas determinações de adaptação à estrutura organizativa desta sociedade, considerando que “capitalista é aquela sociedade cujo objetivo fundamental é produzir para acumular, concentrar e centralizar capital. Não são, portanto, as necessidades humanas, individuais ou coletivas, a prioridade e nem as pessoas” (FRIGOTTO, 1996).

Portanto, as ações que se revestem deste caráter se explicitam quando o professor considera o aluno como “indivíduo” que pode e deve, com o seu próprio esforço, buscar as suas alternativas de aprendizagem, de vida, de empregabilidade, visando sempre o mercado de trabalho. No âmbito desta compreensão, as ações pedagógicas orientadas por esta concepção de mundo e de homem, e a prática da avaliação escolar se configuram uma dimensão marcadamente autoritária, de controle, tal como exige esta sociedade. A avaliação vista neste enfoque passa a ser um instrumento disciplinador, classificatório e de ensino e avaliação escolar já aqui assinalada anteriormente, ou seja, aquele discriminatório.

No entanto, se nos remetermos à perspectiva que considera o aluno não como um indivíduo, mas como “sujeito histórico”, capaz de estabelecer relações entre os modos como o homem produz a sua existência e o mundo do trabalho através do conhecimento, certamente a prática do professor será outra diversa e distante de ser utilizada como instrumento disciplinador, classificatório, discriminatório e excludente.

Assumir esta postura diferenciada confere outro sentido ao processo de avaliação escolar, com seus profissionais assumindo um posicionamento pedagógico diferente, o qual orienta as suas ações a partir de uma perspectiva crítica de educação, e assim desvelando para o aluno a sua condição de sujeito histórico, capaz de atuar a favor da transformação da sociedade capitalista, podendo-se afirmar que “a escola que persegue uma pedagogia com base nesses princípios não é somente uma escola ativa, é também viva e criadora. A escola viva e criadora não pretende desenvolver competências como mecanismos de adaptação à realidade dada...” (RAMOS, 2004).

Neste sentido, a escola deve ser propositiva, em relação à concepção assumida em seu Projeto Político Pedagógico, incentivando nos alunos a capacidade de pensar criticamente a realidade e, a partir dela, construir explicações possíveis, estabelecer relações que lhes dê a condição de atuar política e produtivamente de modo a transformar a realidade.

Pode-se concluir reafirmando que caminhar nesta perspectiva significa abandonar ações e práticas avaliativas revestidas de caráter autoritário e discriminatório ainda presentes no cotidiano da escola, para assumir uma avaliação formativa, inclusiva, isto é, que não legitime o autoritarismo e, integrada às práticas pedagógicas, priorize a especificidade dos processos formativos dos alunos.

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DA PROPOSTA DE
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
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Institui diretrizes Curriculares para a Formação de Docentes da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, em nível médio, na modalidade Normal.
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BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução no 1: Dispõe sobre os institutos superiores de educação. 30/09/1999.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução no 2: dispõe sobre os programas especiais de formação pedagógica de docentes, 26 de junho de 1997.
Diário Oficial da União, Brasília, 15 jul., 1997.
BRZEZINSKI, I. A formação e a carreira de profissionais da educação na LDB 9.394/96: possibilidades e perplexidades. In: BRZEZINSKI, I. (org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997. p. 141-158
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FRIGOTTO, G. A produtividade da escola improdutiva. São Paulo: Cortez, 1984.


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FRIGOTTO, G. A formação e a profissionalização do educador: novos desafios. In: GENTILI, P.; SILVA, T. T. da. Escola S.A: quem ganha e quem perde no mercado educacional do neoliberalismo. Brasília: CNTE, 1996.
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