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MORMONISMO
FUNDADOR:
Joseph Smith Jr (1805-1844), fundou a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (SUD) em 1830, em Nova York, nos Estados Unidos da América. A sede dos Santos dos Últimos Dias se encontra em Salt Lake City, Utah. EUA.
ESCRITURAS:
O Livro de Mórmon, Doutrinas e Convênios, A Pérola de Grande Valor e a Bíblia .
DEUS:
Deus Pai existiu como homem para chegar a ser Deus. Teve corpo físico, assim como também uma esposa (mãe celestial). Não há trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são três deuses separados. Os homens dignos podem um dia chegar a ser deuses também.
JESUS:
Jesus é um Deus separado do Pai (Elohim). Ele foi criado como um filho espiritual pelo Pai e mãe no céu. É o irmão mais velho de todos os homens e seres espirituais. Seu corpo foi criado através da união sexual entre Elohim e Maria. Jesus foi casado. Sua morte na cruz não proveu a expiação completa por todos os pecados, mas propiciou a ressurreição para todos.
ESPÍRITO SANTO:
É um Deus separado do Pai e do Filho.
O Espírito Santo é uma substância líquida pela qual o pai exerce sua influência.
SALVAÇÃO:
Ressuscitados pela graça, mas salvos (exaltados à divindade) pelas obras, incluindo lealdade aos líderes, batismo por imersão, dizimar, ordenanças, matrimonio e cerimônias secretas no templo. Só há vida eterna para aquele que for da igreja Mórmon.
MORTE:
Finalmente quase todos irão a um dos três reinos celestiais separados, alguns obtendo a divindade. Os apóstatas e os assassinos irão para o reino das trevas.
OUTRAS CARACTERÍSTICAS:
O adepto do Mormonismo não pode beber álcool, tabaco, café ou chá. Batismo em nome dos mortos. Trabalho missionário gratuito. Visitas de casa em casa. Cerimônias secretas no templo somente para membros de boa reputação. Rede social muito extensa. As pessoas negras não tiveram acesso ao sacerdócio Mórmon e outros privilégios até 1978. Depois dessa data, não há mais restrição ao sacerdócio de pessoas negras.

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
FUNDADOR:
Charles Taze Russel (1852-1916), depois vieram Joseph F. Rutherford, Nathan Knorr e Fred Franzs. Começaram em Pensilvânia, Estados Unidos em 1879. A sede se encontra no Brooklyn, Nova York, EUA.
ESCRITURAS:
A Bíblia (Tradução do Novo Mundo).Todas as publicações atuais da Torre de Vigia. As revistas: A Sentinela e Despertai!, publicadas quinzenalmente.
DEUS:
Deus é uma pessoa, cujo nome exclusivo é Jeová. Não crêem na Trindade. Jesus foi o primeiro ser criado por Jeová.
JESUS:
Jesus é um deus. Antes de vir ao mundo, ele era o arcanjo Miguel. Jeová criou o universo por meio de Jesus. Quando Jesus estava na Terra, ele foi um homem que viveu perfeitamente. Depois de haver morrido numa estaca (não numa cruz), foi ressuscitado como espírito e seu corpo foi destruído. O homem Jesus não existe mais. Jesus não virá outra vez. Ele já veio invisivelmente em 1914, em espírito. Em breve haverá a Batalha do Armagedon, quando todos os que não são Testemunhas de Jeová perecerão.
ESPÍRITO SANTO:
É a força ativa invisível de Jeová. Não é pessoal.
SALVAÇÃO:
Ser batizado como Testemunha de Jeová. A maioria dos seguidores tem que ganhar a vida eterna na Terra, trabalhando de casa em casa. A salvação no céu está limitada aos 144 mil ungidos.
MORTE:
Os 144 mil viverão no céu como seres espirituais. O remanescente dos justos, a grande multidão viverá na Terra e obedecerá a Deus perfeitamente por 1000 anos. Depois, deverão suportar a prova final, quando Satanás for solto do poço do abismo.
OUTRAS CRENÇAS:
Reúnem-se aos domingos nos Salões do Reino. Os membros ativos são instruídos a distribuir literatura de casa em casa. Uma vez por ano celebram a Refeição Noturna. Só os ungidos podem participar. Não comemoram feriados nem aniversários. Não saúdam a bandeira, não prestam serviço militar, não aceitam transfusões de sangue. Crêem que a guerra do Armagedon em breve ocorrerá.

CATOLICISMO

A Bíblia católica possui mais livros que a bíblia evangélica – livros apócrifos (não foram escritos por deus)
Adoram aos santos e a Maria (isso é contra a palavra de Deus e os espiritos enganadores se disfarçam de santos para enganar os homens e afasta-los e Deus com isso. Só pode vir a Deus através de Jesus e não de Maria).
A Igreja Católica Romana também aceita as Escrituras como Palavra de Deus, mas não só as Escrituras. Ela acredita que as decisões da Igreja através dos seus concílios e do Papa, quando fala oficialmente (ex cathedra) em matéria de fé e de moral, são igualmente a palavra de Deus, infalível. É o que se chama de Tradição da Igreja. Sobre a autoridade da Igreja e do Papa e com isso mudaram a palavra de Deus na bíblia e criaram normas e doutrinas que não tem nada a ver como celibato para padres entre vários outros. Veja mais abaixo :


O VATICANO EM SEUS CONCÍLIOS ALTERA AS DOUTRINAS CRISTÃS
Os papas sempre desejaram uma linha de sucessão com S. Pedro, interpretando que Cristo edificou Sua Igreja sobre esse apóstolo. Para isso, embaralharam as palavras gregas 'Petra e Petros" (ver Mat. 16:18), fizeram uma péssima exegese e trapacearam na interpretação confundindo a Cristandade. "Petros" quer dizer fragmento de pedra e "Petra" significa rocha (que no texto e no contexto é Cristo. Jesus disse a Pedro: "Sobre ESTA "Petra" edificarei Minha Igreja" e não disse. Sobre ESSA pedra, "petros". Nenhum autor grego jamais empregou a palavra "petra" no sentido de "petros". (H. Liddel, Grek English Lexicon, in loco). Cristo edificou Sua Igreja sobre Si mesmo e não sobre Pedro.
EMBAIXO AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NAS DOUTRINAS CRISTÃS
1950 - “Decretaram" a Assunção de Maria.
1870 - Infalibilidade do papa.
1854 - Dogma da Imaculada Conceição.
1546 - acrescentaram livros apócrifos nas Sagradas Escrituras.
1229 - proibiram a leitura da Bíblia.
1215 - instituída a Transubstanciação.
1216 - iniciaram a "confissão auricular" (confissão de pecados aos padres).
1200 - instituíram a hóstia ao invés da Ceia do Senhor que Cristo deixou.
1190 - venda de indulgências, (perdão de pecados pôr dinheiro).
1184 - instituída a Inquisição. A Igreja faz milhares de vítimas.
1074 - "decretam" o celibato sacerdotal.
933 - instituem a "Canonização de santos".
830 - começam usar "água benta e ramos bentos".
783 - instituem o culto às imagens.
503 - "decretam" o Purgatório.
431 - instituído o Culto a Maria.
416 - iniciam pela primeira vez o Batismo infantil.
394 - substituem o Culto Cristão pôr missas.
325 - Imperador Constantino, a pedido de Eusébio de Nicomédia (um ariano), celebra o primeiro Concilio. (classificamos esse evento de gênesis do que viria a ser o Catolicismo)
320 - começam a usar velas nas Igrejas.
310 - instituído a "reza pêlos mortos".
O Estado do Vaticano para ser honesto, deveria selecionar os Santos que exibe nos Calendários, não mencionando como católicos os que viveram antes das alterações das doutrinas. São Genaro, pôr exemplo, tão festejado, viveu no 3.o Século e não podia supor que os papas iriam decretar as vendas de indulgências, a Transubstanciação, o Celibato, a inquisição e os dogmas de Maria. Se ele e centenas de outros, do Calendário estivessem entre nós, fariam opção pôr outras Igrejas Cristas, pois viveram a fé genuína tendo como regra os mesmos textos bíblicos que elas praticam.
Fica claro que a Igreja Católica não é legítima, pois os Santos, os "pais da Igreja" e os apóstolos jamais cultuaram Maria e as imagens, não ensinaram transubstanciação, purgatório nem foram Celibatários.
A infalibilidade sacramental da Igreja é preservada pelo seu principal instrumento de infalibilidade, o Papa. A infalibilidade que toda a Igreja possui, pertence ao Papa dum modo especial. O Espírito de verdade garante que quando o Papa declara que ele está ensinando infalivelmente como representante de Cristo e cabeça visível da Igreja sobre assuntos fundamentais de fé ou de moral, ele não pode induzir a Igreja a erro. Esse dom do Espírito se chama infalibilidade papal. Falando da infalibilidade da igreja, do Papa e dos Bispos, o Concílio Vaticano II diz: "Esta infalibilidade, da qual quis o Divino Redentor estivesse sua Igreja dotada... é a infalibilidade de que goza o Romano Pontífice, o Chefe do Colégio dos Bispos, em virtude de seu cargo... A infalibilidade prometida à Igreja reside também no Corpo Episcopal, quando, como o Sucessor de Pedro, exerce o supremo magistério" (Lúmen Gentium, nº 25) -



No dias de Lutero a Igreja Romana já pensava assim e assim pensa até hoje. Na prática, a Tradição está acima da Bíblia para o catolicismo. Já que cabe à Igreja transmitir e interpretar a Bíblia, com igual autoridade e infalibilidade, é a palavra da Igreja, em última instância, que tem valor. O escritor católico, acima referido, diz: O Vaticano II fez o que a Igreja docente sempre tem feito: expressou o conteúdo imutável da revelação, traduzindo-o para formas de pensamento do povo de acordo com a cultura de hoje. Mas esta "tradução do conteúdo imutável" não é como que vestir notícias velhas com linguagem nova. Como afirmou o Vaticano II: "Esta Tradição, oriunda dos Apóstolos, progride na Igreja sob a assistência do Espírito Santo. Cresce, com efeito, a compreensão tanto das coisas como das palavras transmitidas... no decorrer dos séculos, a Igreja tende continuamente para a plenitude da verdade divina, até que se cumpram nela as palavras de Deus". (Dei Verbum, nº 8).

A Igreja Católica traiu a Bíblia
Adicionando-lhe os apócrifos
Poucos sabem que em 1546, no Concílio de Trento, o clero católico adicionou à Bíblia sete livros apócrifos. Eles já vinham fazendo isso desde o século V, contudo, o reconhecimento oficial e definitivo desses livros por parte da Igreja Católica se deu a partir do século XVI.
A adição dos apócrifos à Bíblia se deu pela seguinte razão: Prover aos padres recursos para “provar” pela “Bíblia” que o Catolicismo é ortodoxo. Por exemplo, 2Macabeus, capítulo 12, versículos 40 a 46 diz que é certo rezar pelas almas dos mortos. E no capítulo 15, versículos 11-16 deste mesmo livro, consta que Onias e Jeremias, então já falecidos, intercediam a Deus em prol dos judeus. Ora, uma "Bíblia" assim era tudo que o clero católico precisava. Nenhum livro da Bíblia manda rezar pelos mortos, tampouco dizem que os mortos oram por nós; só 2Macabeus o faz; e o leitor não desconfia de nada? Ademais, se esse expediente sugerido por 2Macabeus 12. 40-46 produzisse algum efeito positivo, o tormento eterno para os ímpios deixaria de existir, visto que então esvaziaríamos o Inferno. Talvez alguns católicos tentem se defender dizendo que a religião deles não ensina a rezar pelos que estão no Inferno, mas sim, pelos que estão no purgatório. Porém, caso eles apresentem esse possível argumento, podemos replicar das seguintes maneiras:
Primeira: Se os católicos querem mesmo obedecer o que está escrito no capítulo 12 de 2Macabeus, devem rezar pelos que estão no Inferno, visto que este texto manda rezar pelos que haviam morrido na idolatria. E, como sabemos , até a “Igreja” Católica afirma que a idolatria é pecado grave que priva da comunhão com Deus e conduz ao Inferno (cf.: Catecismo da Igreja Católica, # # 57, 1447, 2097, 2112, 2132, 2289, 2380, 2534, 2567 e2779).
Segunda: Num panfleto católico intitulado Ele Enxugará Suas Lágrimas, em meu poder (no qual consta que o mesmo foi publicado “Com aprovação eclesiástica ” e, portanto, obra oficial dessa seita), podemos ler à página 2 a seguinte reza: “Senhor, lembrai-vos de nossos irmãos que morreram na esperança da ressurreição, e de todos aqueles que já partiram deste mundo! Acolhei-os junto de Vós, na luz da vossa face!” (Grifo nosso). Logo, o clero católico está ensinando a rezar por ”todos aqueles que já partiram deste mundo”, e isso inclui os que estão no Inferno, e não apenas os seus correligionários que, segundo pregam os clérigos católicos, padecem no purgatório.
Terceira: 1 e 2 Macabeus são livros históricos importantíssimos, porém, não são a Palavra de Deus e contêm vários equívocos. Uma prova a mais de que esse livro não é inspirado por Deus, é o fato de constar, no último capítulo de 2 Macabeus, um pedido de perdão por possíveis falhas que nele os leitores viessem a encontrar. Isto prova a humildade do autor, bem como a falta de inspiração divina. Ora, é claro que Deus não pede perdão. E, para que o leitor veja com seus próprios olhos que as coisas são assim, transcrevo a seguir, 2 Macabeus, último capítulo, versículos 38 e 39: “[...] Porei aqui fim à minha narração. E se ela está bem organizada e como convém à história, isso é também o que eu desejo; mas se pelo contrário foi escrita com menos dignidade, deve-se-me perdoar”. (Bíblia de versão católica, traduzida pelo Padre Antônio Pereira de Figueiredo, editada pela Novo Brasil Editora. Grifo nosso).
Outros tradutores católicos adotaram termos equivalentes ao "deve-se-me perdoar", constante da tradução de Figueiredo. Veja estes exemplos:
a) "[...] porei aqui fim à minha narração. Se está bem e como convém à história, isso é o que eu desejo; mas se, pelo contrário, é vulgar e medíocre, não pude fazer melhor" (2Macabeus, 15. 38-39 [Bíblia de versão católica, traduzida pelo Padre Matos Soares, op. cit.]);
b) "[...] finalizarei aqui a minha narração. Se ela está felizmente concebida e ordenada, era este o meu desejo: se ela está imperfeita e medíocre, é que não pude fazer melhor" (2 Macabeus, 15. 37-38 [Bíblia de versão católica, traduzida pelo Centro Bíblico Católico, Editora Ave Maria Lt.da])
A rigor, os apócrifos não foram citados por Jesus, e a mera citação não seria prova de inspiração divina, salvo se Cristo informasse estar citando a Palavra de Deus, usando termos mais ou menos assim: “Está escrito..., as Escrituras contêm..., assim dizem as Escrituras..., assim diz a Palavra de Deus...”. Portanto, para refutarmos o fato de o clero católico dizer que há citações dos apócrifos no Novo Testamento, não precisamos entrar no mérito dessa questão para provarmos a inconsistência desse “argumento”. Basta perguntarmos aos padres por que não adicionaram à Bíblia o livro apócrifo intitulado A Vida de Enoque, já que Judas o citou nos versículos 14 e 15 do livro de sua autoria que leva o seu nome?
Quando o Senhor Jesus nasceu, o Antigo Testamento já estava todo escrito. Os fatos históricos provam que na opinião popular, bem como na dos rabinos, os chamados apócrifos não eram parte integrante do que eles chamavam de Escritura. Uma prova disso é que até hoje, os judeus, por não crerem que Jesus é o Messias, não aceitam o Novo Testamento; e, como por tradição, os apócrifos nunca foram reconhecidos como canônicos, a Bíblia deles só contém o Antigo Testamento. E este é tal qual o das Bíblias protestantes.
O historiador Josefo deixou claro que nos seus dias, os livros tidos como sagrados pelos judeus, eram exatamente o que hoje constitui o Antigo Testamento das versões protestantes .
Os nomes dos livros apócrifos que os clérigos católicos adicionaram à Bíblia desde o século V até o século XVI, são 10:
1) III Esdras;
2) IV Esdras;
3) A Oração de Manassés;
4) Tobias;
5) Judite;
6) A Sabedoria de Salomão;
7) Eclesiástico (não confundir com Eclesiastes). Chama-se, também, A Sabedoria de Jesus, filho de Siraque;
8) Baruque;
9) I Macabeus;;
10) II Macabeus;
Além dos livros acima alistados, o Concílio de Trento decidiu por manter os acréscimos ao livro de Daniel, bem como ao livro de Ester.
Dos dez livros acima, aceitos pela Igreja Católica desde o século V, no século XVI ela removeu os três primeiros.
Originalmente, apócrifo significa oculto, mas passou a significar espúrio. Os apócrifos foram acrescentados às Escrituras Sagradas pela primeira vez, na tradução do Antigo Testamento, levada a efeito por 72 sábios em Alexandria, no Egito, por volta de 286 a.C.. Esta tradução, devido ao número de tradutores que nela trabalharam, tornou-se conhecida pelo nome de Septuaginta. Trata-se da tradução de todo o Antigo Testamento, para a língua grega. Este autor tem um exemplar deste valioso trabalho.
Há muitas obras apócrifas, das quais a “Igreja” Ortodoxa mantém as 14 que a Igreja Católica aceitou até o século XVI, e o Catolicismo as acima relacionadas. A Vida de Enoque,é um dos muitos exemplos que poderíamos dar.
Três livros foram removidos da Bíblia dos católicos no Concílio de Trento, mas infelizmente os demais continuaram lá.
É bem provável que em um próximo concílio os papas acrescentem à Bíblia, (ou removam dela) mais alguns apócrifos. Por que não? Se o fizeram em 1546, não poderão fazê-lo novamente?
No ano 405 d.C., Jerônimo traduziu a Vulgata e por ordem incluiu os apócrifos, mas recomendou que esses livros não deviam ser usados para fins doutrinários. Os apócrifos sofreram forte oposição, na qualidade de livros inspirados, por Júlio Africano, Atanásio, Jerônimo e muitos outros valores da igreja primitiva.
Uma vez que a Bíblia dos católicos, em relação à Bíblia dos evangélicos, tem sete livros a mais, como dois mais dois são quatro, ou os católicos acrescentaram algo à Bíblia ou os evangélicos tiraram algo da Bíblia. E, segundo Apocalipse 22.18-19, há alguém indo para o inferno por causa disso: ou os católicos, ou os evangélicos. Daí a necessidade de pesquisarmos bem, para ficarmos do lado certo, antes que seja tarde demais. Não podemos fazer vista grossa a isso, pois somar algo à Bíblia, ou subtrair dela alguma coisa é (usando jargão católico) “pecado grave” ou "pecado maior". Portanto, caro amigo católico, se você descobrir que nós, os evangélicos, diminuímos a Bíblia, considere-nos perdidos e esforce-se para nos tirar da perdição. Ajude-nos, por favor! E, se por outro lado, concluir que a Bíblia católica está adulterada, saia do Catolicismo já.
Chamamos Apócrifos ao que os católicos chamam Deuterocanônicos. Ora, o fato de os clérigos católicos terem arranjado até um nomezinho especial para estes livros, prova que eles sabem que estes livros não são como os demais livros da Bíblia. Eles sabem que estes livros têm história. Eles sabem que estes livros causaram polêmicas mil; tendo, pois, gerado acirrados debates através dos séculos, até mesmo entre os próprios clérigos católicos, por cujo motivo tiveram que canonizá-los mais de uma vez. Aliás, esta é a definição etimológica da palavra Deuterocanônico.

Igualando-a à tal de Tradição
Os papas não se apóiam só na Bíblia que eles adulteraram em 1.546 (e isso só, já faria grande diferença), mas também no que eles chamam de Sagrada Tradição. Esta e a Bíblia constituem, segundo dizem crer “um só sagrado depósito da Palavra de Deus”, (Catecismo da Igreja Católica, página 38 # 97). O que é a “Sagrada Tradição” à qual o clero católico freqüentemente recorre, quando é encurralado por um expositor da Bíblia? A bem dizer, nada mais é que o conjunto das tradicionais incoerências que constituem o Catolicismo; as quais, além de chocarem com a Bíblia, são autocontraditórias.
O fato de o apóstolo Paulo ter aconselhado os cristãos primitivos a conservarem “as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa” (2Ts 2.15) é, na opinião dos papas, prova irrefutável de que Deus nos legou a Bíblia e a Tradição. Porém, o que Paulo está dizendo é que a sã doutrina é tradição da Igreja, e que esta doutrina tradicional era transmitida nos seus dias, tanto oralmente, quanto por epístolas. Isto, e mais nada.
Dispomos de duas provas de que a chamada Tradição não é a Palavra de Deus:
1ª) Ela contradiz a Bíblia. Se Deus não é incoerente e a Bíblia é a Sua Palavra, tudo quanto colidir com a Bíblia não é a Palavra de Deus.
2ª) Já vimos que a Tradição é incoerente consigo mesma. Uma encíclica afirma o que a outra retrata. Ora, se ela é auto-incoerente, já não há necessidade de se argumentar a fim de provar que essa barafunda não vem de Deus, visto ser óbvio que Deus fala coisa com coisa, não é mesmo?

Pondo-a abaixo da tal de Tradição.
Na obra intitulada Os Erros ou Males Principais dos Crentes ou Protestantes, da editora O Lutador, lançada sob o IMPRIMATUR do Monsenhor Aristides Rocha, 7ª edição de 1957, afirma-se à página 26 o seguinte:“...Acima da Bíblia está a Tradição, isto é, a pregação de Jesus Cristo que não foi escrita ...” Cabe aqui uma curiosa pergunta: Por que as palavras de Cristo que não foram escritas valeriam mais do que as que estão registradas na Bíblia? Será que as doutrinas católicas dependem disso para se sustentar? Obviamente que sim.
O clero católico não pode sair pela tangente, alegando que “a literatura em questão não é oficial”, visto que os envolvidos na elaboração da mesma, bem como o Monsenhor Aristides Rocha (este era Bispo e, portanto, “infalível” também) que a sancionou, não foram sequer advertidos desse gravíssimo erro. Ou não é erro grave somar algo à Bíblia? E, neste caso, com a agravante afirmação de que tal adição é superior à Palavra escrita.
O Catolicismo está enquadrado em Mateus 15.6, onde o Senhor Jesus Cristo diz: “E assim por causa da vossa tradição, invalidastes a Palavra de Deus”.

Sujeitando-a às arbitrariedades dos papas
Quanto à interpretação
O fato dos papas alegarem que só eles e seus bispos podem fornecer a real interpretação da Sagrada Escritura, além de pretender tolher os padres, as freiras, os pastores evangélicos, os católicos leigos e outros de beberem diretamente na Fonte, tenta privar a Bíblia da autoridade que lhe é própria.

Quanto à leitura.
Pois em 1.229 d.C., o Papa de então proibiu ao povo a leitura da Bíblia - um absurdo!
Ainda hoje alegam que só a Igreja de Roma pode ler corretamente a Bíblia - veja o que diz certo site de apologética católica: "A Bíblia é o livro dela (da Igreja de Roma - ICR) e você não pode contestar isto. Ela (ICR) a preservou e só ela sabe o que significa. Ninguém mais tem qualquer direito a isto, ou qualquer autoridade para declarar o que os textos significam. O trabalho de traduzí-la, de imprimí-la, e editá-la, pertence estritamente a ela (ICR) e se ela não pode prevenir aqueles fora de sua jurisdição de mexer na Palavra, então ela tomará cuidado que seus próprios filhos evitem as falsas Bíblias.
Ou seja, os leigos não podem ler sozinhos e corretamente a Bíblia.

Quanto à tradução
Informamos no Capítulo 2, que durante muitos séculos os papas proibiram a tradução da Bíblia para os idiomas dos povos. A Edições Loyola (editora católica), publicou um livro que confessa que de fato isso ocorreu. Veja: “Convém lembrar que foi necessária a Reforma protestante, no século XVI, para que a Igreja católica romana permitisse a ‘popularização’ da Bíblia, tolerando que as Escrituras fossem lidas e estudadas em outras línguas vivas e não somente em latim” (“Preconceito Lingüístico”, de autoria do Doutor Marcos Bagno, 23 edição, abril de 2003, páginas 133-134).

Quanto às distorções.
As “explicações” que os papas dão das passagens bíblicas, não convencem aos que se dão ao trabalho de raciocinar. Os papas caluniam a Bíblia, dizendo que ela falou, o que jamais disse.

Negando-a sorrateiramente
Grandes apologistas norte-americanos, como John Weldon, John Ankerberg e Dave Hunt, denunciaram que a Igreja Católica pronunciou sobre a Bíblia assim: “As Escrituras são inerrantes, mas não em sua totalidade”.8 “Daí afirmarmos que a Bíblia é livre de erro naquilo que pertence à verdade religiosa revelada para nossa salvação. Não é necessariamente livre de erro em outros assuntos (por exemplo, ciências naturais)”.
A penúltima afirmação acima, diz que a Bíblia é inerrante, mas não em sua totalidade. Ora, se a Bíblia não é inerrante em sua totalidade, de inerrante ela não tem nada, pois inerrante não é o que erra pouco, mas sim, o que não contém erro algum. E, sendo assim, o clero católico não está falando coisa com coisa.
A última afirmação acima transcrita, também de autoria da Igreja Católica segundo Dave Hunt, diz que a Bíblia, embora livre de erro na área religiosa, se equivoca sobre ciências naturais. Ora, se isso fosse verdade, a Bíblia seria 100% suspeita; porque se Deus não pudesse ser infalível no âmbito científico, por que conseguiria sê-lo no campo religioso?
Como já sabemos, o Papa se proclama infalível. Logo ele é o infalível intérprete da falível Bíblia.
Deste modo está claro que a cúpula da Igreja Católica usa a Bíblia apenas para impressionar os desavisados. Que Deus se apiede deles e dos que neles confiam!
Como se toda essa traição à Bíblia não bastasse, o Frei Battistini induz suas vítimas a suspeitarem de nossas Bíblias, dizendo: “Nenhum protestante pode demonstrar que a sua Bíblia é a autêntica Palavra de Deus” (A Igreja do Deus Vivo, 33ª Edição /2001, Editora Vozes, página 20). Certamente esse Frei crê que a autêntica Palavra de Deus é a esdrúxula e autoritária “interpretação” imposta, que o Papa e seus bispos dão das “bíblias” por eles adulteradas. A essa esdrúxula interpretação, eles adicionam, como já informamos, a ridícula “Tradição” que, além de oficialmente nos ser apresentada pelo clero católico como tendo o mesmo peso da Bíblia (o que já é um gravíssimo erro), é, na prática, encarada como superior à Bíblia, como o confessou o Monsenhor Aristides Rocha, aludido em 4.1.3.


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