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Hinduísmo
Introdução ao Hinduísmo
Denominação do conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas que surgiram na India, a partir de 2000 a.C. O termo é ocidental e é conhecido pelos seguidores como Sanatana Dharma, do sânscrito (língua original da India), que significa "a ordem permanente". Está fundamentado nos quatro livros dos Vedas (conhecimento), um conjunto de textos sagrados compostos de hinos e ritos, no Século X, denominados de Rigveda, Samaveda, Yajurveda e Artharvaveda. Estes quatro volumes são divididos em duas partes: a porção do trabalho (rituais politeístas) e a porção do conhecimento (especulações filosóficas), também chamada de Vedanta . A tradição védica surgiu com os primeiros árias, povo de origem indo-européia (os mesmos que desenvolveram a cultura grega) que se estabeleceram nos vales dos rios Indo e Ganges, por volta de 1500 a.C.

História do Hinduísmo


Segundo ensina o hinduísmo, os Vedas contêm as verdades eternas reveladas pelos deuses e a ordem (dharma) que rege os seres e as coisas, organizando-os em castas. Cada casta possui seus próprios direitos e deveres espirituais e sociais. A posição do homem em determinada casta é definida pelo seu carma (conjunto de suas ações em vidas anteriores). A casta à qual pertence um indivíduo indica o seu status espiritual. O objetivo é superar o ciclo de reencarnações (samsara), atingindo assim, o nirvana, a sabedoria resultante do conhecimento de si mesmo e de todo o Universo. O caminho para o nirvana, segundo ensina o hinduísmo, passa pelo ascetismo (doutrina que desvaloriza os aspectos corpóreos e sensíveis do homem), pelas práticas religiosas, pelas orações e pela ioga. Assim a pessoa alcança a “salvação”, escapando dos ciclos da reencarnação.

Prática de Fé do Hinduísmo


Nos cultos védicos, os pedidos mais solicitados aos deuses são vida longa, bens materiais e filhos homens. São várias as divindades. Agni é o pai dos homens, deus do fogo e do lar. Indra rege a guerra. Varuna é o deus supremo, rei do universo, dos deuses e dos homens. Ushas é a deusa da aurora; Surya e Vishnu, regentes do sol; Rudra e Shiva, da tempestade. Animais como a vaca, rato, e serpentes, são adorados por serem possivelmente, a reencarnação de alguns dos familiares. Existe três vezes mais ratos que a população do país, os quais destroem um quarto de toda a colheita da nação. O rio Ganges é considerado sagrado, no qual, milhares de pessoas se banham diariamente, afim de se purificar. Muitas mães afogam seus filhos recém-nascidos, como sacrifício aos deuses.

Sacerdócio do Hinduísmo


Os brâmanes (sacerdotes) criaram o sistema de castas, que se tornou a principal instituição da sociedade indiana. Sem abandonar as divindades registradas nos Vedas, estabeleceram Brahma como o deus principal e o princípio criador. Ele faz parte da Trimurti, a tríade divina completada por Shiva e Vishnu. De acordo com a tradição, Brahma teve quatro filhos que formaram as quatro castas originais: brâmanes (saídos dos lábios de Brahma), são os sacerdotes considerados puros e privilegiados; os xátrias (originários dos braços de Brahma), são os guerreiros; os vaicias (oriundos das pernas de Brahma), são os lavradores, comerciantes e artesãos; e sudras (saídos dos pés de Brahma), são os servos e escravos. Os párias são pessoas que não pertencem a nenhuma casta, por terem desobedecido leis religiosas. Estes não podem viver nas cidades, ler os livros sagrados nem se banharem no Rio Ganges.
As características principais do hinduísmo são o politeísmo, ioga, meditação e a reencarnação. Estima-se que atualmente existam mais de 660 milhões de adeptos em todo o mundo, com um panteão de 33 milhões de deuses e 200 milhões de vacas sagradas. Todo gado existente na India, alimentaria sua população por cinco anos, entretanto, a fome é devastadora no país por causa da idolatria.

Teologia do Hinduísmo


Tudo é deus, deus é tudo: o hinduísmo ensina, como no Panteísmo, que o homem está unido com a natureza e com o universo. O universo é deus, e estando unido ao universo, todos são deuses. Ensina também que este mesmo deus, é impessoal. Muitos deuses adorados pelos hindus são amorais e imorais.
O mundo físico é uma ilusão: no mundo tridimensional, designada de maya, o homem e sua personalidade não passa de um sonho. Para se ver livre dos sofrimentos (pagamento daquilo que foi feito na encarnação passada), a pessoa deve ficar livre da ilusão da existência pessoal e física. Através da ioga e meditação transcedental, a pessoa pode transceder este mundo de ilusões e atingir a iluminação, a liberação final. O hinduísmo ensina que a ioga é um processo de oito passos, os quais levam a culminação da pessoa transcender ao universo impessoal, no qual o praticante perde o senso de existência individual.
A lei do carma: o bem e o mal que a pessoa faz, determinará como ela virá na próxima reencarnação. A maior esperança de um hinduísta é chegar no estágio de se transformar no inexistente. Vir ser parte deste deus impessoal, do universo.

Verdades Bíblicas


Deus: Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc 12.29.
Jesus: Cremos no nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal de entre os mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus, Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.
Espírito Santo: Cremos no Espírito Santo como terceira pessoa da Trindade, como Consolador e o que convence o homem do pecado, justiça e do juízo vindouro. (Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11; I Co 12.1-12.)
Homem: Cremos na na criação do ser humano, iguais em méritos e opostos em sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao seu criador através dos seus atributos fisiológicos, naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa; e que o pecado o destituiu da posição primática diante de Deus, tornando-o depravado moralmente, morto espiritualmente e condenado a perdição eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.
Bíblia: Cremos na inspiração verbal e divina da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé para a vida e o caráter do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.
Pecado: Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus, e que somente através do arrependimento dos seus pecados e a fé na obra expiatória de Jesus o pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.
Céu e Inferno: Cremos no juízo vindouro, que condenará os infiéis e terminará a dispensação física do ser humano. Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna de gozo para os fiéis e na condenação eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13; Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.
Salvação: Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma, recebida gratuitamente, de Deus, através de Jesus, At 10.43; Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16.

JUDAISMO

FUNDADOR:

Abraão (Gn 12.1-3), cerca de 2000 a.C. no Oriente Médio. Existem três ramos principais do Judaísmo: ortodoxo, conservador e reformado, cada um com suas crenças.

ESCRITURAS:

O Tanach (Antigo Testamento), especialmente a Toráh (primeiros cinco livros do Antigo Testamento). O Talmude (explicação do Tanach). As Escrituras dos sábios, tais como, Maimónides, Rashi etc.
DEUS:

Deus é Espírito. Para os judeus ortodoxos, Deus é pessoal, Todo Poderoso, Eterno, Misericordioso. Para outros judeus, Deus é impessoal, incognoscível e definido de muitas maneiras. Não há Trindade.


JESUS:

Jesus é visto como um falso messias extremista ou como um bom rabi (mestre), que foi martirizado. Muitos judeus desconsideram Jesus. Os judeus (exceto os judeus messiânicos) não crêem que ele foi o Messias, o Filho de Deus que ressuscitou dentre os mortos. Os judeus ortodoxos crêem que o Messias vai restaurar o reino judaico e governará finalmente o mundo.


ESPÍRITO SANTO:

Alguns judeus crêem que o Espírito Santo é um outro nome para a atividade de Deus na terra. Outros dizem que é o amor de Deus.


SALVAÇÃO:

Alguns judeus crêem que a oração, o arrependimento e obediência a Lei são necessários para salvação. Outros crêem que a salvação seja o aperfeiçoamento da sociedade.

MORTE:

Haverá ressurreição física. Os obedientes viverão para sempre com Deus e os injustos sofrerão. Alguns judeus não crêem em vida consciente após a morte.


OUTRAS CARACTERÍSTICAS:

Reúnem-se nas sinagogas no sábado. Praticam a circuncisão. Vários dias santos e festivos, incluindo a Páscoa, Sukot, Janucá, Rosh Roshaná, Yom Kippur, Purim. Jerusalém é considerada a cidade santa.


OS JUDEUS NÃO ACEITAM E NÃO CREEM EM JESUS E NO NOVO TESTAMENTO

Meditação Transcedental

A segunda vinda de Cristo é aguardada com ansiedade pelos cristãos. Em seu sermão profético, em Mateus 24, Jesus fez várias advertências para os últimos dias. Disse Ele: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão no meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” (v. 4,5). Paralelamente à expectativa desse acontecimento, que é chamado de a “bem-aventurada esperança” (Tt 2.13), o cristão deve manter-se vigilante, para que não aceite um falso cristo no lugar do verdadeiro Cristo, chamado na Bíblia de o “Príncipe da Paz”.


Em Apocalipse 19.11 em diante, lemos sobre a majestade do Cristo verdadeiro em sua segunda vinda: “E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia, senão ele mesmo. E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus”.
Em seguida, trava-se a batalha do Armagedom (v. 17-21), e Cristo sai vitorioso. Satanás é preso e lançado no poço do abismo (Ap 20.1-3) e, por fim, tem início o reino milenial de Jesus Cristo: “... e reinaram com Cristo durante mil anos” (Ap 20.4).
Falsa promessa de paz mundial
Em cumprimento às palavras proféticas de Jesus sobre o surgimento dos falsos cristos, o jornal O Estado de São Paulo, em sua edição de 30 de agosto de 2002, publicou a seguinte manchete: “A paz mundial dá lucro. O guru dos Beatles que o diga”.
O maharishi (líder espiritual) Mahesh Yogi, famoso na década de 60 por ser o guru dos Beatles, tem um novo projeto: vai produzir a paz mundial e lucrar com isso.
Seu plano é o seguinte: construirá três mil “palácios da paz” em todo o mundo. Em cada palácio, centenas de seus seguidores estarão empenhados, em tempo integral, em “vôos iogues”, ou seja, versões avançadas de Meditação Transcendental. Os meditadores saltarão em torno do salão, sentados em posição de lótus. Essa prática, segundo Yogi, envia poderosas vibrações positivas que reduzem o estresse, o crime e a violência. Com centenas de pessoas fazendo vôo iogue em três mil lugares diferentes, a paz surgirá em todos os lugares.
Em 2001, após os ataques de 11 de setembro nos EUA, o maharishi informou que se algum governo lhe desse US$ 1 bilhão ele acabaria com o terrorismo e criaria a paz contratando 40 mil voadores iogues para começarem a saltar em tempo integral. Nenhum governo quis pagar para ver, o que claramente o irritou.
Embora irritado, ele não desistiu: “Vou implantar esses grupos, que criarão coesão em todos os países”. Por meio de títulos emitidos pelo País Global da Paz Mundial, fundado por ele como uma nação virtual sem um território real, Yogi pôs à venda títulos que pagarão juros de 6% a 7%. Um de seus seguidores, Sam Katz, explicou o plano: “cada Palácio da Paz será rodeado por uma fazenda de cultura orgânica para produzir alimentos que gerarão lucros que pagarão os detentores dos títulos”.
Acredite se quiser, mas o que é esse movimento conhecido como Meditação Transcendental?
O que é a meditação transcendental?
Meditação Transcendental (MT) é uma seita de origem hinduísta. A palavra transcendental significa “o que transcende ou ultrapassa as coisas sensíveis para atingir o âmago do ser a fim de conseguir paz e felicidade interior”.

Consiste numa técnica mental que leva a pessoa primeiramente a procurar se colocar em estado de relax ou distensão interior. O indivíduo tenta esquecer todas as realidades sensíveis e esvaziar a mente de todas as imagens materiais que habitualmente o distraem.


A maior parte de suas práticas e ensinos deriva do hinduísmo. Procura despistar a opinião pública ocidental de que não se trata de uma seita, mas apenas uma técnica de exercício mental. Para isso, a MT mudou sua personalidade jurídica para Ciência da Inteligência Criativa (CIC). Essa providência não surtiu efeito, pois o Tribunal Federal de New Jersey, em 1977, ainda assim reconheceu a CIC/MT como uma seita hinduísta.
O fundador
Seu fundador é conhecido pelo nome de Maharishi Mahesh Yogi. Mas Yogi nasceu em 1911, em Jabalpur, Madhya Pradesh, norte da Índia, com o nome de Madhya Brasad Warma. Freqüentou a Universidade e, com sucesso, formou-se em física, em 1942. Logo depois de diplomar-se, conheceu Swami Brahmananda Saraswati, Jagadguru e Bhagovan Shankaracharya, também conhecido como guru Dev, que se tornara um avatar sob os ensinamentos de Swami Krishanand Saraswati.
Durante a década seguinte, Yogi uniu-se ao guru e logo se tornou seu aluno mais importante. Com a morte do guru Dev, em 1953, Yogi se retirou para meditação nas montanhas do Himalaia, onde permaneceu por dois anos.
Em 1958, Yogi levou sua seita para a América e começou a ensinar em Los Angeles. Mais tarde, com adesão do grupo musical conhecido como os Beatles, a seita de Yogi experimentou grande crescimento.
O ritual de iniciação
A pessoa é convencida a encontrar-se a si mesma por meio do ritual de iniciação e isso se dá quando ela recebe o seu mantra.1 Normalmente, a pessoa não entende uma palavra do que vai repetir por várias vezes na língua sânscrita.
Na iniciação, a pessoa se posta diante de um altar com a figura do guru Dev. Então, a cerimônia tem início. O desenvolvimento consta de três fases. A saber:
Recitação de nomes
São nomes de mestres por meio dos quais o santo conhecimento dos mantras da MT tem passado. Todos os nomes são considerados como deuses e dignos de adoração. Reverentemente, são denominados de: “Redentor”, “Emancipador do mundo”, “Supremo mestre”, “O puro” e “Adornado com imensurável glória”. Esses títulos constituem verdadeira blasfêmia, pois pertencem exclusivamente ao Deus da Bíblia. O iniciante, entretanto, desconhece essa situação.
Oferendas
São 17 itens ao todo. Dentre eles, os mais oferecidos, freqüentemente: flores, frutas frescas e lenço branco novo.
“Ao oferecer um lugar aos pés de loto de Shri Guru Dev, me inclino”.
“Ao oferecer uma ablução aos pés de loto de Shri Guru Dev, me inclino”.
“Ao oferecer uma flor aos pés de loto de Shri Guru Dev, me inclino”.
“Ao oferecer luz aos pés de loto de Shri Guru Dev, me inclino”.
“Ao oferecer água aos pés de loto de Shri Guru Dev, me inclino”. Hinos de louvor e adoração
Os hinos são oferecidos ao guru Dev, considerado como deus na mesma glória dos outros deuses hindus, como, por exemplo, Brahma, Vishnu e Shiva. O iniciante é convidado a seguir o exemplo do seu guru e inclinar-se perante ele.
“Guru que está na glória de Brahma, guru que está na glória de Vishnu, guru que está na glória do grande Senhor Shiva, guru que está na glória da plenitude transcendental personificada de Brahma, ante o Shri Guru Dev, adornado de glória, me inclino”.
As crenças religiosas
Sendo a MT de natureza religiosa e ligada ao hinduísmo, sua teologia contrasta abertamente com o cristianismo. Vejamos os pontos conflitantes:
Deus
O ensino da MT diz que Deus é impessoal e faz parte da própria natureza. Doutrina classificada como panteísmo. Ou seja, Deus é tudo e tudo é Deus. Declara Yogi: “O divino transcendental, onipresente, é, por virtude de sua onipresença, o Ser essencial de todos nós. Forma a base de todas as vidas; não é outro senão o nosso próprio ser ou Ser. Deus é impessoal e mora no coração de cada ser. Tudo o que há na criação é manifestação do ser impessoal absoluto e não manifesto. Cada pessoa é, em sua verdadeira natureza, o Deus impessoal”.
O conceito de Deus e do homem na MT é completamente diferente do conceito oferecido pela Bíblia em relação a Deus e ao homem.
Deus é essencialmente distinto do homem, pois Deus é o Criador (Gn 1.1,26), enquanto o homem é apenas um ser criado. O salmista Davi exaltava a Deus por sua criação e reconhecia sua fragilidade como ser humano: “Tu reduzes o homem à destruição; e dizes: Tornai-vos, filhos dos homens [...] Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando” (Sl 90.3,10).
Por outro lado, Isaías fala da eternidade de Deus como um ser imutável: “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu entendimento. Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não têm nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão; mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão” (40.28-31).

Reencarnação


Após várias encarnações, com o propósito de se tornar espírito puro e alcançar esse estado, cessam os renascimentos. Com isso, a pessoa se liberta da lei do carma e entra em fusão com a divindade Brahma. Para a frustração dos que assim crêem, certo é que ninguém tem lembrança dos pecados cometidos em existências anteriores e, daí, não poder se arrepender e corrigir-se dos erros cometidos. A salvação no cristianismo foi trazida por Jesus (Jo 3.16-18,36;5.24). Para realizar a obra da redenção do homem, Jesus morreu por nós (Rm 5.8), levando em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro (1Pe 2.24) e, por fim, ressuscitou vitoriosamente e ascendeu aos céus, assentando-se à destra de Deus (At 1.9-11)
Jesus Cristo
Diz Maharishi Mahesh Yogi: “Como não entendo a vida de Cristo nem compreendo sua mensagem, não creio que realmente tivesse sofrido em alguma época de sua vida; nem mesmo pudesse sofrer [...] É lamentável que se fale de Cristo em términos de sofrimento [...] Aqueles que confiam na sua obra redentora por meio do sofrimento na cruz possuem uma interpretação equivocada da vida de Cristo e de sua mensagem”.
Como homem natural, não regenerado, Yogi não pode mesmo entender a vida e a obra de Cristo como Salvador e Senhor (1Co 2.14). A Bíblia declara que o propósito principal de Jesus ter vindo ao mundo foi salvar o mundo por sua morte na cruz. “... o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20.28). “Porque o Filho do homem veio para buscar e salvar o que se havia perdido”( Lc 19.10). “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1Tm 1.15).
Meditação bíblica
A meditação bíblica é diferente da meditação transcendental. Enquanto esta, como a própria palavra define, é ir além da própria consciência, a meditação bíblica não é voltada para o interior do homem, vai mais além.
Os homens de Deus do passado tiveram momentos de êxtase espiritual ao meditarem na grandeza do Deus, na grandeza dos seus feitos e na sua palavra escrita.
“Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, SENHOR, Rocha minha e Redentor meu!” (Sl 19.30).
“Meditarei também em todas as tuas obras, e falarei dos teus feitos” (Sl 77.12).
“Lembro-me dos dias antigos; considero todos os teus feitos; medito na obra das tuas mãos” (Sl 143.5).
“O coração do justo medita no que há de responder, mas a boca dos ímpios jorra coisas más” (Pv 15.28).
Como já expusemos, a MT é uma seita hinduísta e está familiarizada com literaturas como Vedas2 e Bhagavah-gita3 , mas interessada em fazer discípulos no mundo ocidental faz citação do Sl 1.2 para dar apoio à meditação. Entretanto, o Salmo em pauta indica outro tipo de meditação:
“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite”.
O objetivo da meditação bíblica é a comunhão com Deus: “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3.1,2). O meio usado é a palavra de Deus: “Medita estas coisas, ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos” (1Tm 4.15). E de modo racional: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12.1).
A paz sem preço
Os profetas bíblicos vaticinaram sobre o futuro rei do universo que traria paz verdadeira à humanidade, e gratuitamente: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos exércitos fará isso” (Is 9.6,7).
“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e agirá sabiamente, e praticará o juízo e a justiça na terra” (Jr 23.5).
Quando Jesus nasceu vieram os magos do Oriente a Jerusalém e foram à casa de Herodes perguntar pelo rei que traria a paz, dizendo: “Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo. E, entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra” (Mt 2.2,11).
Mais tarde, diante de Pilatos, Jesus não negou sua condição de rei: “Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade” (Jo 18.37). Mas Jesus explicou que o seu reino seria ainda futuro. Quanto a esse assunto, vejamos o que diz Apocalipse: “Os reinos do mundo vieram a ser de nosso SENHOR e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre” (11.15).


Taoísmo

Introdução


O Taoísmo se baseia no sistema politeísta e filosófico de crenças que assimilam os antigos elementos místicos e enigmáticos da religião popular chinesa, como: culto aos ancestrais, rituais de exorcismo, alquimia e magia.
A origem da filosofia do Taoísmo é atribuída aos ensinamentos do mestre chinês Erh Li ou Lao Tsé (velho mestre), um contemporâneo de Confuncio, nos anos 550 a.C., segundo o Shih-chi (Relatos dos Historiadores). Apesar de não ser uma religião mundialmente popular, seus ensinos têm influenciado muitas seitas modernas.

Fundação do Taoísmo

Como no Budismo, muitos fatos da vida de Lao Tsé são lendas. Uma delas é a questão dele já haver nascido velho. Supostamente, ele nasceu no sul da China em volta do ano 604 a.C. Ele tinha uma importante posição no governo, como superintendente judicial dos arquivos imperiais em Loyang, capital do estado de Ch'u.
Por desaprovar a tirania dos regentes de seu governo, Lao Tsé veio a crer e ensinar que os homens deveriam viver uma vida simples, sem honrarias ou conhecimento. Sendo assim, ele renunciou o seu cargo e foi para casa.
Para evitar a curiosidade de muitos, Lao Tsé comprou um boi e uma carroça, e partiu para a fronteira da província, deixando aquela sociedade corrompida para trás. Ao chegar lá, o policial, um de seus amigos, Yin-hsi, o reconheceu e não o deixou passar. Ele advertiu Lao Tsé que deveria escrever seus ensinamentos, e só assim poderia cruzar a fronteira na região do Tibete.

Tao te Ching — o Livro Sagrado

Segundo a história, Lao Tsé, agora com 80 anos, regressou após três dias com os ensinamentos escritos em um pequeno livro com aproximadamente 5.500 palavras. Ele o denominou de “Tao te Ching”, o “Caminho e seu Poder” ou o “Caminho e Princípios Morais”. Logo após, ele montou em um búfalo e partiu para nunca mais voltar. Lao Tsé foi canonizado pelo imperador Han entre os anos 650 e 684 a.C. Segundo a história, ele morreu no ano 517 a.C.
Uma das facetas do “Tao te Ching” é ensinar ao povo como resistir às terríveis calamidades comuns na China. Ele diz que a pessoa deve sempre permanecer em um nível baixo, sem nenhuma ambição, e sem desejar sobressair sobre qualquer circunstância, a fim de sobreviver.
O Taoísmo religioso (Tao Ciao) surgiu na dinastia do imperador Han, no século II. Tchuang-tseu, um discípulo de Lao Tsé e filósofo chinês, que morreu no princípio do século III, desenvolveu e proliferou os ensinamentos de seu mestre.Tchuang-tseu escreveu uma média de 33 livros sobre a filosofia de Lao-Tsé, que resultou na composição de 1.120 volumes, os quais formam o Cânon Taoísta. Ele acreditava que o “Tao-te-Ching” era a fonte da sabedoria e a solução para todos os problemas da vida.
Para compreender a filosofia do Taoísmo, vejamos o que Tchuang-tseu pronunciou quando sua esposa morreu:
“Como posso me comover com sua morte? Originalmente ela não tinha vida, nem forma, e nem força material. No limbo da existência e não-existência havia transformação, e a força material estava envolvida. A força material se transformou em forma, a forma em vida, e o nascimento em morte. Da mesma maneira que acontece com as estações do ano. Ela agora dorme na grande casa, o universo. Para eu estar chorando e pranteando, será mostrar minha ignorância do destino. Por isso eu me abstenho.”

Os Ensinos de Lao Tsé

O credo do Taoísmo é: “Sujeite-se ao efeito, e não busque descobrir a natureza da causa.”
O Taoísmo é uma religião anti-intelectual, que leva o homem a contemplar e se sujeitar às leis aparentes da natureza, ao invés de tentar compreender a estrutura destes princípios. A doutrina básica do Taoísmo se resume em uma forma prática, conhecida como as “Três Jóias”: compaixão, moderação e humilhação. A bondade, simplicidade e delicadeza também são virtudes que o Taoísmo busca aparentar às pessoas.
Os ensinos de LaoTsé eram, em parte, uma reação contra o Confucionismo humanístico e ético daquele tempo, o qual ensinava que as pessoas só poderiam viver uma vida exemplar, se estivessem em uma sociedade bem disciplinada, e que se dedicassem aos rituais, deveres e serviços públicos. O Taoísmo, por sua vez, enfatizava que as pessoas deveriam evitar todo tipo de obrigações e convívios sociais, e se dedicassem a uma vida simples, espontânea e meditativa, voltada à natureza. Por isso, o imperador Shi Huang Ti mandou queimar os livros de Confuncio.

Segundo os ensinamentos do Taoísmo, o Tao (caminho) é considerado a única fonte do universo, eterno e determinante de todas as coisas. Os taoístas crêm que quando os eventos e coisas são permitidas existir em harmonia natural com a força macro-cósmica, então existe paz.


Tao — Deus: Apesar do Taoísmo originalmente ignorar um Deus criador, os princípios do Tao eventualmente tem o conceito de Deus. LaoTsé escreveu: “Antes do céu e da terra existirem, havia algo nebuloso... Eu não sei o seu nome, e eu o chamo de Tao.”
Yin e Yang: Eles consideram também que tudo no mundo é composto pelos elementos opostos Yin e Yang. O lado positivo é o yang, e o negativo, o yin. Esses elementos transformam-se, complementam-se e estão em eterno movimento, equilibrados pelo invisível e onipresente Tao. Yang é a força positiva do bem, da luz e da masculinidade. Yin é a essência negativa do mal, da morte e da feminilidade. Quando esses elementos não estão equilibrados, o rítmo da natureza é interrompido com desajustes, resultando em conflitos. Eles ensinam que da mesma forma que a água se modela dentro de um copo, o homem deve aprender a equilibrar seu Yin e Yang, a fim de viver em harmonia com o Tao. O filme “Guerra nas Estrelas” foi baseado na filosofia taoísta, em que a força universal existe e as pessoas determinam se a usam para o bem, ou para o mal.
Esta filosofia vai contrária a Teologia Bíblica. Deus é onipotente e a fonte de todo o bem. Lúcifer, hoje Satanás, foi criado por Deus, e por isso tem limites quanto à sua autoridade e poder. Como fonte do mal, o Diabo se opõe ao reino de Deus. Ele não é, nunca foi, e nunca será igual ou se harmonizará em sua oposição à Deus.
Embora formulado há mais de 2.500 anos, o Taoísmo influencia a vida cultural e política da China até hoje. Suas manifestações mais populares são o chi-kung, arte de autoterapia; o wu-wei, prática da inação; ioga; acupuntura; e as artes marciais wu-shu ou kung-fu.
Artes Marciais — É ensinado nas artes marciais como: kung-fu, caratê, judô, aikidô, tai-chi-chuan e jujitsu, que o equilíbrio da pessoa com o Tao é estabelecido quando a “For&#Ioga — Apesar da ioga não referenciar ao Taoísmo, ela incorpora a mesma filosofia da “Força” como sustentador da vida e da estética. O Taoísmo professa a longevidade e a imortalidade física pela perfeita submissão à ordem natural universal, através da ioga, meditação, prática de exercícios físicos e respiratórios, dietas especiais e mágica.

O Misticismo e o Taoísmo

Culto aos Ancestrais

Rituais de Exorcismo

Alquimia

Magia
Culto aos ancestrais: para os chineses, a maioria dos deuses são pessoas que tiveram poder excepcional durante a sua vida. Por exemplo, Guan Di, que é o deus protetor dos negociantes, foi um general dos anos 200 d.C.


Rituais de exorcismo: o Taoísmo possui um sacerdócio hereditário, principalmente em Taiwan. Esses sacerdotes dirigem rituais públicos, durante os quais, eles submetem as orações do povo aos deuses. O sacerdote principal, que no momento da cerimônia se encontra em transe, se dirige a outras divindades, representando outros aspectos do Tao, em favor do povo. O Taoísmo enfatiza que os demônios devem ser aplacados com presentes, a fim de assegurar a passagem do homem na terra.

Alquimia: química da Idade Média e da Renascença, que procurava, sobretudo, descobrir a pedra filosofal e o elixir da longa vida. O imperador Shi Han enviou expedições navais para várias ilhas, a fim de descobrir a erva da imortalidade. O imperador Wu Tsung tomou medicamentos taoístas para eterificar seus ossos. Os chineses buscam o Taoísmo para fins de cura e livramento de espíritos maus.


Magia ou mágica: arte oculta com que se pretende produzir, por meio de certos atos e palavras, e por interferência de espíritos (demônios), efeitos e fenômenos contrários às leis naturais. Os discípulos de Lao Tsé diziam ter poder sobre a natureza e se tornaram advinhos e exorcistas.

O Taoísmo na Atualidade

Na atualidade, o Taoísmo está dividido em dois ramos: o filosófico e o religioso.
O Taoísmo filosófico é ateísta e se diz ser panteísta. Ele trata levar o homem a uma harmonia com a natureza através do livre exercício dos instintos e imaginações.
O Taoísmo religioso é politeísta, idólatra e exotérico, pois consulta os mortos. Ele teve início no segundo século, quando o imperador Han edificou um templo em honra a Lao Tsé, e o próprio imperador ofereceu sacrifícios à ele. Somente a partir do século VII é que o Taoísmo veio ser aceito como religião formal.

O Taoísmo religioso possui escritura sagrada, sacerdócio, templos e discípulos. Também crêem numa nova era que haverá de surgir e derrotará o sistema estabelecido. Com o tempo, o Taoísmo aderiu deuses ao sistema religioso, crença do céu e do inferno, e a deificação de Lao Tsé.


O Taoísmo pratica o que Paulo escreveu aos Romanos: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” A vida de virtudes éticas pode ser atrativa, mas falha quando se trata da natureza pecaminosa do homem. Respeitar as leis ou preservar a natureza é uma mordomia que o homem desenvolve para com a terra, mas nunca deve ser uma forma de devoção religiosa, acima do Deus Criador da natureza.
Antes do Comunismo tomar a China, para cada 11 chineses, um era taoísta. Suas práticas animistas tem diminuido na China, mas continua grandemente nas comunidades chinesas da Ásia. Apesar de não ser uma religião oficial nos Estados Unidos, seus princípios filosóficos são encontrados na maior parte das seitas orientais no Ocidente.

Atualmente, a religião conta com cerca de três mil monges e 20 milhões de adeptos em todo o mundo, sendo muito popular em Hong Kong, com mais de 360 templos.


As Verdades Bíblicas

Deus: Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt 6.24; Mt 28.19; Mc 12.29.


Jesus: Cremos no nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal de entre os mortos, e em sua ascensão gloriosa aos céus, Is 7.14; Lc 1.26-31; 24.4-7; At 1.9.

Espírito Santo: Cremos no Espírito Santo como terceira pessoa da Trindade, como Consolador e o que convence o homem do pecado, justiça e do juízo vindouro. Cremos no batismo no Espírito Santo, que nos é ministrado por Jesus, com a evidência de falar em outras línguas, e na atualidade dos nove dons espirituais, Jl 2.28; At 2.4; 1.8; Mt 3.11; I Co 12.1-12.


Homem: Cremos na criação do ser humano, iguais em méritos e opostos em sexo; perfeitos na sua natureza física, psíquica e espiritual; que responde ao mundo em que vive e ao seu criador através dos seus atributos fisiológicos, naturais e morais, inerentes a sua própria pessoa; e que o pecado o destituiu da posição primática diante de Deus, tornando-o depravado moralmente, morto espiritualmente e condenado à perdição eterna, Gn 1.27; 2.20,24; 3.6; Is 59.2; Rm 5.12; Ef 2.1-3.



Bíblia: Cremos na inspiração verbal e divina da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé para a vida e o caráter do cristão, II Tm 3.14-17; II Pe 1.21.
Pecado: Cremos na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus, e que somente através do arrependimento dos seus pecados e a fé na obra expiatória de Jesus o pode restaurar a Deus, Rm 3.23; At 3.19; Rm 10.9.
Céu e Inferno: Cremos no juízo vindouro, que condenará os infiéis e terminará a dispensação física do ser humano. Cremos no novo céu, na nova terra, na vida eterna de gozo para os fiéis e na condenação eterna para os infiéis, Mt 25.46; II Pe 3.13; Ap 21.22; 19.20; Dn 12.2; Mc 9.43-48.
Salvação: Cremos no perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita, e na eterna justificação da alma, recebida gratutitamente, de Deus, através de Jesus, At 10.43; Rm 10.13; Hb 7.25; 5.9; Jo 3.16.

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