Relatório final



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Encontro29.05.2017
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Participar do II Encontro Nacional de Educação, no período de 16 a 19 de junho de 2016, em Brasília (DF), organizado pelo Comitê Nacional em Defesa dos 10% do PIB para a Educação Pública Já!, envidando esforços para o envio de sindicalizados e de caravanas com demais trabalhadores e estudantes.” O item 4 foi aprovado nos grupos 1 (20/0/2), 2 (27/0/0) e 8 (25/0/1) e com a modificação “e que seja levado ao II ENE e aos Comitês Locais em Defesa da Educação Pública o debate sobre a criação de um Fórum Nacional, com delegados eleitos pela base, para estabelecer um Plano Nacional de Lutas em Defesa da Educação Pública.” pelo grupo 4 (8/0/9), ao final do texto do item. Após algumas intervenções questionando a criação de um outro fórum além do Comitê Nacional e uma possível fragmentação, foi posto em votação o item e o texto original foi aprovado por ampla maioria, com algumas abstenções, permanecendo “4. Defender no II ENE a elaboração de uma agenda de lutas em defesa da educação pública, organizada pelo Comitê Nacional em Defesa dos 10% do PIB para a Educação Pública Já! e articulada com demais entidades representativas dos trabalhadores da educação e do movimento estudantil.” Da discussão nos grupos, surgiram quatro propostas de inclusão, a saber: “Que os encontros Estaduais/Regionais sejam precedidos de avaliação do I ENE tendo como suporte o documento síntese (cartilha)” proposta pelos grupos 1 (16/1/5) e 2 (14/3/10); “Que os Encontros Estaduais/Regionais preparatórios ao II ENE sejam precedidos de avaliação do I ENE tendo como suporte os documentos produzidos pelo mesmo”, proposta pelo grupo 8 (24/0/0); Defender que o II ENE seja um evento de discussão e acúmulo que crie referências de atuação”, proposta pelo grupo 1 (10/3/10) e “Recomendar a renomeação de Comitê Nacional em Defesa dos 10% do PIB para a Educação Pública para Comitê Nacional em Defesa da Educação Pública, ampliando a participação das entidades estaduais comprometidas com as questões da Educação Pública.”, proposta minoritária pelo grupo 2 (10/15/1). O presidente esclareceu a plenária que tinha entendimento que as duas primeiras inclusões estavam superadas pela discussão anterior sobre o material que serviria de base às discussões nos encontros preparatórios do II ENE, sendo a compressão também da plenária. Passou-se então a apreciação da terceira inclusão proposta pelo grupo 1, a qual, colocada em votação, foi rejeitada pela maioria dos delegados com algumas abstenções. A quarta inclusão foi posta em votação após algumas intervenções e foi rejeitada pela maioria dos delegados também com algumas abstenções. Em seguida, o TR 13 foi colocado em votação como um todo e foi aprovado por ampla maioria, sem votos contrários e com seis abstenções. Passou-se à apreciação do TR 24 proposto pelo GTPE/ADUFPA Seção Sindical, que diz: “O 35º CONGRESSO do ANDES-SN delibera: 1 – Intensificar a organização dos docentes e a articulação com as entidades nacionais e locais, com as faculdades de educação das universidades federais, para que se construam estratégias que barrem essa política de formação de professores contemplada na Resolução 2/15 que privilegia os empresários da educação, desvaloriza o Magistério e ameaça a manutenção dos direitos dos professores brasileiros”. O presidente da mesa leu a situação nos grupos, sendo aprovado com modificação pelos grupos 1 (20/0/2), 2 (Sem registro), 4 (Sem registro), 7 (Sem registro) e 10 (Sem registro); remetido para plenária pelos grupos 3 (26/0/0), 5 (20/0/0), 8 (26/0/0) e 9 (19/0/0) e não foi discutido pelos grupos 6 e 11. O item 1 foi aprovado com modificações, sendo que a modificação proposta pelos grupos 1 (18/0/3), 2 (24/0/1) 10 (20/0/3) foi “Desenvolver ações articuladas com outras entidades ligadas à questão da formação de professores, visando enfrentar os impactos negativos da Resolução 2/2015 denunciando a visão tecnicista/pragmática da formação inicial, a desvalorização da carreira docente e a possibilidade de ampliação de repasse de verbas públicas para instituições privadas que oferecem cursos de formações de professores, bem como a ampliação do EaD no oferecimento desses cursos”; pelo grupo 4 (22/2/1) foi “Desenvolver ações articuladas com as Instituições de Ensino Superior e outras entidades ligadas a questões de formação de professores, visando enfrentar os impactos negativos da Resolução CNE/CP nº 02/2015 denunciando a visão tecnicista, pragmática da formação inicial, a desvalorização da carreira docente e a possibilidade de ampliação de repasse de verbas públicas para as instituições privadas que oferecem cursos de formação de professores, bem como a ampliação da EaD no oferecimento desses cursos” e pelo grupo 7 (22/0/0) foi “Aprofundar as discussões e análises no GTPE e nas Seções Sindicais, quando possível em articulação com as entidades nacionais e locais da área da educação acerca da política de formação de professores materializada na Resolução 02/2015 – CNE/CP, que privilegia a mercantilização da educação e aprofunda a desvalorização do magistério”. O presidente da mesa, após ler as modificações, explicou que iria colocar em votação a modificação proposta pelos grupos 1, 2, 10 e 4 como primeira proposta contra a proposta do grupo 7, que é bastante diferenciada. Explicou que caso vencesse a proposta dos quatro grupos, iria apreciar separadamente a inclusão de “às Instituições de Ensino Superior” como aprovado pelo grupo 4, e se ficaria “da Educação a Distância” ou “do Ensino a Distância”, complementou ainda que ficaria a modificação “CNE/CP uma vez que foi verificado que a resolução foi aprovada pelo Conselho Pleno do CNE. O professor Lisboa que integrava o grupo 7 explicou que o primeiro item que consta como inclusão também fazia parte da modificação desse item. Desse modo, o presidente da mesa releu a proposta de modificação do grupo 7 que era “Aprofundar as discussões e análises no GTPE e nas Seções Sindicais, quando possível em articulação com as entidades nacionais e locais da área da educação acerca da política de formação de professores materializada na Resolução 02/2015 – CNE/CP, que privilegia a mercantilização da educação e aprofunda a desvalorização do magistério. Desenvolver ações políticas e jurídicas (articuladas com outras atividades nacionais) que fortaleçam a luta para barrar e revogar tanto a política de formação de professores expressa na Resolução nº 02/2015 – CNE/CP quanto à política de reforma curricular da Educação Básica, materializada na proposta de uma Base Nacional Curricular Comum, de iniciativa do MEC e denunciando seu caráter tecnicista e pragmático sintonizado com os interesses imediatos do mercado e em detrimento aos interesses de formação humana da classe trabalhadora.”. Após as explicações e algumas falas, foi posto em votação o texto dos grupos 1, 2, 10 e 4 contra a proposta do Grupo 7 com a inclusão do outro item, sendo aprovado por ampla maioria a proposta do grupo 7, ficando a seguinte redação para o item “Aprofundar as discussões e análises no GTPE e nas seções sindicais, quando possível em articulação com as entidades nacionais e locais da área da educação, acerca da política de formação de professores materializada na Resolução 02/2015 – CNE/CP, que privilegia a mercantilização da educação e aprofunda a desvalorização do magistério. Desenvolver ações políticas e jurídicas (articuladas com outras atividades nacionais) que fortaleçam a luta para barrar e revogar tanto a política de formação de professores expressa na Resolução nº 02/2015 – CNE/CP quanto à política de reforma curricular da educação básica, materializada na proposta de uma Base Nacional Curricular Comum, de iniciativa do MEC e denunciando seu caráter tecnicista e pragmático sintonizado com os interesses imediatos do mercado e em detrimento aos interesses de formação humana da classe trabalhadora.” O presidente da mesa colocou em votação a prorrogação da plenária por mais 30 minutos, o que foi aprovado por ampla maioria. Na continuidade, passou-se a apreciação das inclusões propostas pelos grupos para o TR. A primeira inclusão proposta pelo grupo 7 foi incorporada e aprovada no item anterior. A segunda inclusão, proposta pelo grupo 1 (8/0/14): “Que o GTPE elabore material sobre a resolução 2/15, para subsidiar na luta contra a resolução 2/15.”, foi considerada superada pela aprovação do item anterior pela plenária. Ao iniciar a apreciação da terceira inclusão proposta pelo grupo 10 (sem registro de votação) que foi “Remeter ao GTPE o exame de proposta de Base Curricular Nacional, ora em processo de consulta pública, no sentido de permitir ao ANDES-SN tomar posição sobre a referida proposição”, o presidente da mesa lembrou que seria apreciado com as inclusões “d” e “e”, que foram trazidas do TR 12. Após algumas falas foram apresentados dois textos de compatibilização a partir da discussão sobre a Base Nacional Curricular Comum. O texto proposto pelo professor Roberto da ADUFMAT, que era “1. Que o ANDES-SN, somando-se a outras associações e entidades, refute publicamente a versão preliminar da BNCC, elencando os pontos gerais da proposta contrários às deliberações do ANDES-SN, denunciando a falta de debate real e efetivo sobre a questão, bem como a preocupante modificação dos rumos da educação básica brasileira, inserida ao longo do documento do MEC. 2. Que o ANDES-SN, sob a coordenação do GTPE, aprofunde as reflexões (gerais e específicas) sobre os elementos contidos na versão preliminar da BNCC”, o qual foi aprovado por ampla maioria com 2 votos contrários e 6 abstenções. A professora Carol da ADUNEB apresentou o item “Publicar nota crítica do ANDES-SN sobre a proposta de BNCC apresentada pelo MEC”, o qual foi aprovado por ampla maioria com algumas abstenções. Em seguida, o presidente da mesa colocou o TR como um todo em votação o qual foi aprovado por ampla maioria, sem votos contrários e com 2 abstenções. Em seguida, seria tratado o TR 45 proposto pelo professor Francisco José Duarte de Santana – Sindicalizado da APUB S. Sind: “O 35º CONGRESSO do ANDES-SN delibera: 1. Uma moção de repúdio a sindicalistas antiéticos que se assumem falsamente como vanguardas para disseminar justamente o sindicalismo chapa-branca. 2. Que o ANDES-SN deve lançar imediatamente as bases de um forte movimento contra o PLANO REAL em todo o território nacional. 3. Dar ampla divulgação do Caderno 26 do ANDES-SN para a categoria, às entidades sindicais, às acadêmicas, às institucionais, aos movimentos sociais ligados à educação (comitês locais em defesa da educação pública) e na mídia. 4. Que as Seções Sindicais promovam debates, utilizando o Caderno 26 do ANDES-SN como referência, sobre os documentos Pátria Educadora, PEC 395/14 e do PL 4362/12. 5. Reafirmar posição contrária à aprovação do PL 518/2009 que transfere a educação superior para o Ministério de Ciência e Tecnologia. 6. Lutar contra a aprovação da PEC 10/2014. 6.1 Realizar reunião conjunta entre GTPE e GTSSA para discutir o teor da PEC 10/2014 que propõe a criação do Sistema Único”. Entretanto, o presidente leu a situação nos grupos, e como o TR foi rejeitado em todos os grupos – Grupo1 (20/0/0), Grupo 2 (27/0/0), Grupo 4 (23/0/0), Grupo 7 (25/0/0) e Grupo 10 (24/0/2) –, que apreciaram, e não obteve 30% de votos em nenhum dos grupos, foi rejeitado pelo congresso, conforme regimento aprovado, não cabendo apreciação pela plenária. Informou que seria feito o intervalo, neste momento, e a plenária continuaria a partir das dezoito horas e trinta minutos. A mesa retomou os trabalhos as dezoito horas e cinquenta minutos, quando o presidente explicou que iniciaria a discutir a temática do GTPAUA, com o TR 17 proposto pela Diretoria do ANDES-SN, que é “O 35º CONGRESSO do ANDES-SN delibera: 1. Intensificar luta nacional e local, em unidade com os demais movimentos sociais, contra a matriz energética e ambiental imposta pelo governo federal – Código de Mineração, Código Florestal, Marco da Biodiversidade e PEC 215/2000. 2. Propor que as seções sindicais intensifiquem o debate sobre a matriz energética e ambiental imposta pelo governo federal – Código de Mineração, Código Florestal, Marco da Biodiversidade e PEC 215/2000, incluindo a questão da exploração das jazidas de xisto betuminoso no Brasil e seus danos ao meio ambiente e à saúde pública. 3. Pautar nos Encontros Regionais do ANDES/SN, em 2016, debates no formato inter-regional, em 2016, a matriz energética e ambiental (Código de Mineração, Código Florestal, Marco da Biodiversidade, Crise Hídrica e PEC 215/2000). 4. Participar das lutas nacionais e regionais em defesa da soberania alimentar (agroecologia camponesa, agricultura familiar, pesca artesanal) e contra a transgenia e agrotóxicos. 5. Realizar debate em conjunto com os movimentos sociais sobre o impacto socioambiental na regulamentação dos planos diretores das cidades e nas propostas de expansão dos espaços urbanos. 6. Defender, no interior da CSP-Conlutas, a intensificação dos debates sobre as questões socioambientais”. Leu a situação nos grupos, sendo que o TR foi aprovado com modificação pelos grupos 3 (24/0/2), 5 (21/0/2), 6 (19/0/2), 9 (20/0/0) e 11 (22/0/0); foi remetido para a plenária pelos grupos 2 (19/0/0), 4 (24/0/0), 7 (22/0/0), 8 (26/0/0) e 10 (19/0/0) e não foi discutido pelo grupo 1. O item 1 do TR foi aprovado pelos grupos 5 (22/0/1), 6 (19/0/2) e 11 (22/0/0) e aprovado com modificação pelos grupos 3 (23/1/3) e 9 (20/0/1). A modificação proposta pelo grupo 3 era apenas a alteração da palavra “matriz” energética por “política” energética. Como essa palavra apareceria em outros TRs, o presidente explicou que inicialmente colocaria isso em votação e que o resultado serviria para todos os outros itens. Colocado em votação, foi aprovado por ampla maioria, com alguns votos contrários e algumas abstenções a substituição para “política energética” em todo o texto. Em seguida, o presidente explicou que o grupo 9 propôs o acréscimo de texto ao final e, com isso, a supressão dos itens 2 e 3, e leu a proposta de modificação do grupo 9 “Intensificar a luta nacional e local, em unidade com os demais movimentos sociais, contra a política energética e ambiental imposta pelo governo federal – Código de Mineração, Código Florestal, Marco da Biodiversidade e PEC 215/2000, aprofundando o debate nas seções sindicais e nos encontros regionais do ANDES-SN”. Colocado em votação o texto original em contraposição à proposta de modificação do grupo 9, a qual venceu por ampla maioria, com alguns votos contrários e algumas abstenções, passou-se a apreciar o item 2, o qual foi aprovado pelos grupos 3 (24/0/2), 5 (22/0/1), 6 (19/0/2) e 11 (22/0/0), e suprimido pelo grupo 9 (20/0/1). O presidente informou que, como o item tinha sido aprovado em alguns grupos, mesmo após a votação anterior, iria colocar em votação o item original contra a supressão do item 9 e lembrou que deveria ser substituído no texto original a palavra matriz por política. Foi aprovado pela maioria dos delegados presentes a manutenção do item, ficando a redação desse item “2. Propor que as seções sindicais intensifiquem o debate sobre a política energética e ambiental imposta pelo governo federal – Código de Mineração, Código Florestal, Marco da Biodiversidade e PEC 215/2000, incluindo a questão da exploração das jazidas de xisto betuminoso no Brasil e seus danos ao meio ambiente e à saúde pública.” O item 3 foi aprovado pelos grupos 3 (24/0/2) e 11 (22/0/0); foi suprimido pelo grupo 9 (20/0/1) e aprovado com modificação pelos grupos 5 (16/0/4) e 6 (18/0/2), sendo que o texto de modificação do grupo 6 não constava no relatório do grupo, mas o presidente da mesa explicou que poderia ser apresentado agora na plenária por algum representante do grupo. Lembrou sobre a mudança do termo matriz e explicou que a modificação do grupo 5 era a retirada do primeiro “em 2016”, uma vez que estava repetido na redação do item. Como o item foi aprovado sem modificação por alguns grupos, o presidente colocou em primeira votação a manutenção do texto contra a supressão e depois caso não suprimido, o texto original contra a modificação. Venceu por ampla maioria, com alguns votos contrários e algumas abstenções, a manutenção do texto com a modificação proposta pelo grupo 5, ficando a redação final “3. Pautar nos encontros regionais do ANDES-SN, debates no formato interregional em 2016, a política energética e ambiental (Código de Mineração, Código Florestal, Marco da Biodiversidade, Crise Hídrica e PEC 215/2000).” Passou-se à apreciação do item 4, que foi aprovado pelo grupo 11, e aprovado com modificação pelos grupos 3 (22/1/3), 5 (16/0/4), 6 (10/5/4) e 9 (19/0/3). A proposta modificada pelo grupo 3 é “Participar das lutas nacionais e regionais em defesa da soberania alimentar (agroecologia camponesa, agricultura familiar, pesca artesanal) e contra a política de transgenia e agrotóxicos no setor.”, bem como a do grupo 5, mas nesse grupo houve o acréscimo do subitem “4.1 – Adentrar ao grupo de organizações sociais e científicas que promovem a "Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida”. A proposta modificada pelo grupo 6 é “Participar das lutas nacionais e regionais em defesa da soberania alimentar (agroecologia camponesa, agricultura familiar, pesca artesanal), incluindo o melhoramento genético e contra a política de transgenia e agrotóxicos no setor”, e a proposta modificada pelo grupo 9 é “Participar das lutas nacionais e regionais em defesa da reforma agrária popular e da soberania alimentar (agroecologia camponesa, agricultura familiar, pesca artesanal) e contra a transgenia e agrotóxicos”. Como todas as modificações apresentadas, exceto a inclusão de subitem tem como base o texto original, o presidente propôs apreciar cada uma das modificações separadamente. Colocou para a apreciação a modificação proposta pelo grupo 3 de incluir “política de” e “no setor”, como não houve inscritos, colocou em votação, que sem votos contrários e algumas abstenções, foi aprovada. Em seguida, colocou em apreciação o subitem proposto pelo grupo 5, o qual após algumas falas sobre a troca do termo adentrar e a proposição de membros do grupo 5 para que deixasse de ser subitem e passasse a ser novo item foi posto em votação, com a ressalva de que depois seria decidido se ficaria como subitem ou novo item, sendo aprovado pela maioria, com algumas abstenções, “Integrar o coletivo de movimentos sociais e entidades científicas, que promovem a "Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida"”. Em seguida, foi posta em apreciação a proposta do grupo 6, e após algumas intervenções sobre a transgenia e o melhoramento genético, o professor Márcio apresentou uma nova redação para a proposta que seria “com acesso ao avanço do melhoramento genético” no lugar de “incluindo o melhoramento genético”. O presidente colocou em votação a inclusão do texto como proposto pelo professor Márcio, o qual foi rejeitado. Em seguida, colocou em apreciação a proposta do grupo 9 e não tendo inscrições foi aprovada pela maioria com algumas abstenções. Em seguida, o presidente leu o texto compatibilizado pela plenária “Participar das lutas nacionais e regionais em defesa da reforma agrária popular e da soberania alimentar (agroecologia camponesa, agricultura familiar, pesca artesanal) e contra a política de transgenia e agrotóxicos no setor”, o qual foi aprovado pela plenária. Logo após, colocou em votação se o texto aprovado ficaria como subitem ou novo item, e a maioria dos delegados aprovou que o texto seja um novo item. Passou-se à apreciação do item 5, o qual foi aprovado pelos grupos 3 (24/0/2), 5 (22/0/1), 9 (20/0/0) e 11 (22/0/0) e foi modificado o termo “planos diretores das cidades” por “planos diretores municipais” pelo grupo 6 (17/4/3). O presidente colocou em votação o texto original contra a modificação do grupo 6, sendo a modificação aprovada pela ampla maioria dos delegados presentes, ficando a redação final do texto “Realizar debate em conjunto com os movimentos sociais sobre o impacto socioambiental na regulamentação dos planos diretores municipais e nas propostas de expansão dos espaços urbanos.” Passou-se à apreciação do item 6, e o presidente da mesa leu a situação dos grupos que foi aprovado nos grupos 3 (24/0/2), 5 (22/0/1), 6 (19/0/2) e 11 (22/0/0) e modificado pelo grupo 9 (22/1/0), com o seguinte texto: “Defender, no interior da CSP-Conlutas e Andes-SN, a intensificação dos debates sobre as questões socioambientais, relacionadas a exploração mineral, hídrica e do agronegócio, que vulnerabilizam os territórios das populações tradicionais (povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e pequenos agricultores). O presidente informou que iria colocar em votação a proposta original que foi aprovada por alguns grupos em contraposição à modificação. Houve várias intervenções contrárias a colocação do Andes-SN, uma vez que estamos no interior do ANDES-SN e sobre a restrição ou generalização da inclusão de grupos, de movimentos, de populações nas questões socioambientais. Após algumas intervenções, o presidente solicitou que algumas das pessoas que fizeram intervenções sentassem juntas e fizessem um texto de compatibilização para novos itens nesta TR. O presidente da mesa leu o texto de inclusão apresentado pelo grupo 5 (16/0/5) que era “Participar junto com as organizações e movimentos sociais que atuam em direção a outro modelo de cidade, diferente deste baseado na especulação imobiliária, que expropria e remove milhares de pessoas em diversos territórios urbanos no Brasil;” ser votado mais adiante, o que foi aceito pela plenária. Passou-se a apreciar a inclusão de e o texto apresentado pelos grupos 9 (22/0/1) e 11 (21/0/1) que era “Colaborar com organizações e movimentos sociais que atuam em direção a outro modelo de cidade, diferente deste baseado na especulação imobiliária, que expropria e remove milhares de pessoas em diversos territórios urbanos no Brasil”. Como os textos são semelhantes, exceto pelo seu início, o presidente da mesa colocou em votação a inclusão do item inicialmente e, caso o item fosse incluído, qual seria a redação final. Posto em votação, a inclusão do item foi aprovado por ampla maioria e várias abstenções. Em seguida, foi posta em votação a proposta de “participar junto” em contraposição a “colaborar com”, sendo essa última proposta de redação aprovada pela maioria. Desse modo, a redação final para o novo item ficou “Colaborar com organizações e movimentos sociais que atuam em direção a outro modelo de cidade, diferente deste baseado na especulação imobiliária, que expropria e remove milhares de pessoas em diversos territórios urbanos no Brasil”. Em seguida, passou-se a apreciar a próxima inclusão proposta pelos grupos 5 (16/0/5) e 9 (22/0/1), que era “Participar das lutas dos trabalhadores/as urbanos/as por trabalho, moradia e mobilidade urbana”, o qual foi aprovada por ampla maioria, com alguns votos contrários e várias abstenções. Passou-se, então, a apreciar a inclusão proposta pelo grupo 6 (18/0/3), que era “Apoiar a reforma agrária como estratégia de defesa socioambiental, já que a agroindústria que tem no Brasil, sua base no latifúndio é uma das grandes responsáveis pelos danos ao meio ambiente”, o qual após intervenções que pontuaram que a reforma agrária é algo mais do que uma estratégia de defesa socioambiental. Posto em votação, foi rejeitada por ampla maioria com algumas abstenções. Passou-se então a apreciar uma outra inclusão proposta pelo grupo 6 (16/0/5), que era “Apoiar plano de ocupações dos movimentos sociais, divulgar os assassinatos que ocorrem por causa da questão agrária e denunciar as atitudes dos componentes da bancada ruralista nocivas ao meio ambiente”, o qual, posto em votação, foi rejeitado por ampla maioria, com poucos favoráveis e várias abstenções. Passou-se a apreciar a inclusão proposta pelo grupo 11 (16/1/4), cujo texto é “Realizar debates e discussões em conjunto com os movimentos sociais e entidades sindicais sobre nanotecnologia e seus impactos sociais, ambientais e à saúde”, a qual foi posta em votação e foi rejeitada pela maioria dos presentes, com muitas abstenções. Na sequência, o presidente propôs que as duas próximas propostas de inclusão sejam discutidas juntas, pois são bastante semelhantes. Em seguida, leu a inclusão proposta pelo grupo 9 (22/0/1), cujo texto é “Apoiar as lutas de resistência aos impactos sociais e ambientais decorrentes de obras para megaeventos, como as feitas por ocasião das Olimpíadas de 2016” e pelo grupo 11 (21/0/1), cujo texto é “Apoiar as lutas de resistência aos impactos sociais e ambientais decorrentes de obras para megaeventos, como as realizadas por ocasião dos Jogos Olímpicos de 2016”. Após algumas intervenções sobre a redação, o presidente solicitou que fosse feito uma compatibilização a ser apreciada mais adiante. Nesse momento, o presidente retornou ao item 6 e leu o texto de compatibilização apresentado pelo professor Cunha, o qual era “Defender, no interior da CSP-Conlutas, a intensificação dos debates sobre as questões socioambientais rurais e urbanas, tais como as problemáticas mineral, hídrica, energética e do agronegócio, que vulnerabilizam territórios no campo e na cidade atingindo povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, camponeses entre outros” e, que posto em votação, foi aprovado por ampla maioria. A última proposta de inclusão apresentada pelos grupos 9 (22/0/1) e 11 (20/0/2) era “Adentrar ao grupo de organizações sociais e científicas que promovem a "Campanha Permanente contra os agrotóxicos e pela vida" foi considerada superada pela aprovação do novo item na discussão do item 4. Chegaram à mesa duas propostas de compatibilização para a inclusão referente aos megaeventos propostas pelos grupos 9 e 11, e o presidente passou a ler os dois novos textos: a proposta 1 era “

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