Regras da nataçÃo competitiva



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REGRAS DA NATAÇÃO COMPETITIVA

REGRA 1 - ORGANIZAÇÃO DAS COMPETIÇÕES

1.1 - A comissão organizadora designada pela entidade promotora, deve ter jurisdição sobre todas as matérias não consignadas nas regras com referência ao árbitro, juízes ou outros oficiais e deve ter poderes para adiar competições e fixar normas de acordo com as regras adotadas a fim de conduzir qualquer competição.

1.2 - Nos jogos olímpicos, campeonatos mundiais e copas do mundo, o bureau da FINA determina o número mínimo de oficiais para o controle das competições: árbitro (1), juiz de nado (4), partida (2), chefe dos inspetores de volta (2,1 em cada cabeceira), inspetores de volta (2 por raia, 1 em cada cabeceira) , anotador-chefe (1), anotador (1), banco de controle (2), corda falsa (1), anunciador (1).


Para todas as outras competições internacionais, a comissão organizadora deve designar o mesmo número ou um número menor de oficiais, sujeito a aprovação da autoridade regional, ou internacional apropriada. Quando o equipamento automático não funcionar, tal equipamento deve ser substituído por 1 chefe de cronometristas, 3 cronometristas por raia e 2 cronometristas adicionais.

1.3 - A piscina e o equipamento técnico para os jogos olímpicos e campeonatos mundiais devem ser inspecionados e aprovados antes do início da competição pelo delegado da FINA juntamente com um membro do comitê técnico de natação.

1.4 - Quando o equipamento sub-aquático de vídeo for utilizado pela televisão, o equipamento deve ser operado por controle remoto e não deve obstruir a visão ou o curso dos nadadores e não deve alterar a configuração da piscina ou escurecer as marcas determinadas pela FINA.

 

REGRA 2 -  OFICIAIS



2.1 - Árbitro Geral

2.1.1 -- O árbitro deve ter total controle e autoridade sobre todos os oficias, aprovar suas designações, bem como instruí-los a observar todos os regulamentos ou características especiais das competições. Ele deve fazer prevalecer todas as regras e decisões da FINA e deve decidir todas as questões relativas a realização efetiva do encontro, evento ou competição, cuja decisão final não esteja de algum modo especificada pelas regras.

2.1.2 - O árbitro pode intervir na competição a qualquer momento para assegurar-se que os regulamentos da FINA sejam observados e deve julgar todos os protestos relativos a competição em andamento.

2.1.3 - Quando a decisão dos juízes de chegada e os tempos registrados não concordarem, o árbitro determina a colocação. Equipamento automático quando disponível e operando, deve ser consultado de acordo com a SW.13.

2.1.4 - O árbitro deve assegurar-se de que todos os oficiais necessários estejam em seus postos para a condução da competição, ele pode apontar substitutos para qualquer oficial ausente, incapaz de atuar ou julgado ineficiente. Ele pode apontar oficiais adicionais se considerar necessário.

2.1.5 - No início de cada evento, o árbitro deve dar sinal aos competidores por uma série curta de apitos, convidando- -os a retirar todas as roupas, exceto calção ou maiô, seguido por um apito longo indicando que eles devem tomar suas posições no bloco de partida (ou no caso das provas de costas e revezamento medley, para cair na água imediatamente).


Um segundo apito longo deve fazer com que os nadadores de costas e revezamento medley tomem imediatamente a posição de saída. Quando os competidores e oficiais estiverem preparados para a saída, o árbitro deve fazer um gesto para o juiz de partida com um braço estendido, indicando que os competidores estão sob seu controle.

 

2.1.6 - O árbitro deve desclassificar qualquer nadador por violação das regras que ele mesmo observe ou quando lhe é comunicado por outro oficial autorizado.



2.2 - Juiz de Partida

2.2.1 - O juiz de partida deve ter controle absoluto sobre os competidores desde o momento que o árbitro os coloque sob seu comando até que a prova inicie. A partida deve ser dada de acordo com a 4.

2.2.2 - O juiz de partida deve notificar ao árbitro o competidor que atrasar a partida, desobedecer deliberadamente uma ordem ou por qualquer outra má conduta que aconteça na partida. Somente o árbitro pode desqualificar um competidor por tal atraso, desobediência deliberada ou má conduta. Tais desqualificações não devem ser contadas como partida falsa.

2.2.3 - O juiz de partida tem poderes para decidir se a partida esta correta, sujeito somente a decisão do árbitro. Se o juiz de partida considerar que a partida não esta correta, ele deve tornar a chamar os competidores após o sinal de partida ter sido dado, exceto após a saída falsa ter ocorrido, quando o juiz de partida não deve tornar a chamar os competidores após o sinal de partida ter sido dado.

2.2.4 - Para dar início a saída de uma prova, o juiz de partida deve tomar posição no lado da piscina, a distancia de aproximadamente 5 metros da borda de partida, onde os cronometristas possam ver ou escutar o sinal de partida e os competidores possam ouvir o sinal.

2.3 - Banco de controle. Deve reunir os competidores antes de cada prova.

 

2.4 - Chefe dos Inspetores de volta.



2.4.1 - O chefe dos inspetores de volta deve assegurar-se que os inspetores de volta cumpram com suas funções durante a competição.

2.4.2 - O chefe dos inspetores de volta deve receber a papeleta de ocorrência dos inspetores de volta se houver qualquer infração e deve apresentá-la ao árbitro imediatamente.

2.5 - Inspetores de volta

2.5.1 - Um (1) inspetor de volta deve ser designado para cada raia em cada extremo da piscina.

2.5.2 - Cada inspetor de voltas deve assegurar-se que os competidores realizem as viradas de acordo com as regras em vigor, iniciando desde o começo da última braçada antes do toque e terminando com a complementação da primeira braçada depois da virada. O inspetor de voltas na cabeceira de saída da piscina, deve estar certo de que os nadadores
cumpram com as regras de saída e de chegada com a complementação da primeira braçada. Os inspetores de voltas na cabeceira de chegada, devem assegurar-se que os competidores terminem sua prova de acordo com as regras em vigor.

 

2.5.3 - Nas provas individuais de 800 e 1500 metros, cada inspetor de voltas no lado oposto ao da saída deve anotar o número de voltas completadas em sua raia e manter o competidor informado no número de voltas restante s pela exposição dos "cartões de volta".



2.5.4 - Cada inspetor no extremo da partida deve dar um sinal avisando quando o nadador em sua raia tem duas voltas e mais 5 metros para nadar e terminar as provas individuais de 800 metros e 1500 metros. O sinal de aviso pode ser por apito ou sineta.

 

2.5.5 - Cada inspetor no extremo da partida determinará em provas de revezamento, se o competidor na saída esta em contato com a plataforma de saída quando o competidor anterior tocar a parede na chegada. Quando o equipamento automático que julga saída de revezamento estiver funcionando, deve ser usado de acordo com a 13.1.



2.5.6 - Inspetores de voltas devem anotar qualquer infração nas papeletas apropriadas, detalhando a prova, número da raia e a infração que deve ser comunicada ao chefe dos inspetores de voltas que deve imediatamente transmitir o ocorrido ao árbitro.

2.6 - Juiz de nado.

2.6.1 - Juízes de nado devem estar localizados em cada lado da piscina.

2.6.2 - Cada Juiz de nado deve assegurar-se que as regras relativas ao estilo designado para as provas estão sendo observadas e deve observar as viradas para auxiliar os inspetores de voltas.

2.6.3 - Juizes de nado devem comunicar qualquer infração ao árbitro nas papeletas apropriadas, detalhando a prova, número da raia e a infração.

2.7 - Chefe dos cronometristas.

2.7.1 - O chefe dos cronometristas deve designar onde sentarão todos os cronometristas e as raias pelas quais eles serão responsáveis, deverão ter três (3) cronometristas para cada raia. Deverão ter dois (2) cronometristas adicionais designados, um dos quais deve ser orientado para substituir um cronometrista cujo cronômetro não dispare ou pare durante a prova, ou quem por qualquer outro motivo não seja capaz de registrar o tempo.

2.7.2 -- O chefe dos cronometristas deve recolher de cada cronometrista um cartão da prova com o tempo anotado e se necessário inspecionar seus cronômetros.

2.7.3 - O chefe dos cronometristas deve anotar ou examinar o tempo oficial no cartão de cada raia.

2.8 - Cronometristas.

2.8.1 - Cada cronometrista deve tomar o tempo dos competidores na raia designada para ele, de acordo com a SW11.3, os cronômetros devem ser aferidos e aceitos pelo comitê organizador da competição.

2.8.2 - Cada cronometrista deve acionar seu cronômetro no sinal de partida e deve parar quando o competidor em sua raia tiver completado a prova. Cronometristas podem ser instruídos pelo chefe dos cronometristas para anotar tempos nas distâncias intermediárias em provas maiores do que 100 metros.

2.8.3 - Imediatamente após cada prova, os cronometristas em cada raia devem anotar os tempos de seus cronômetros no cartão, dando-o para o chefe dos cronometristas e se solicitado, apresentar seus cronômetros para inspeção. Eles não devem desmarcar seus cronômetros até receberem o sinal do chefe dos cronometristas ou do árbitro.

2.8.4 - A menos que um sistema de vídeo seja usado, poderá ser necessário usar o restante dos cronometristas, mesmo que o equipamento automático seja usado.


2.9 - Chefe dos Juízes de Chegada

2.9.1 - O chefe dos juízes de chegada deve designar cada juiz de chegada, sua posição e colocação a ser determinada.

2.9.2 - Após a prova, o chefe dos juízes de chegada deve recolher os boletins de resultados assinados por cada juiz de chegada e determinar o resultado e as colocações que serão enviadas diretamente ao árbitro.

2.9.3 - Quando o equipamento eletrônico é usado para julgar a chegada da prova, o chefe dos juízes de chegada deve levar a ordem do resultado de chegada registrada pelo equipamento após cada prova.

2.10 - Juízes de chegada

2.10.1 - Os juízes de chegada devem ser posicionados em lugares elevados em linha com a chegada onde eles terão em qualquer ocasião, uma visão clara do percurso e da linha de chegada, a menos que eles operem um sistema automático em suas respectivas raias com o pressionamento do botão de chegada no final da prova.

2.10.2 - Após cada prova, os juízes de chegada devem decidir e anotar a colocação dos competidores de acordo com as incumbências dadas a eles. Os juízes de chegada, diferentemente dos operadores do botão de chegada, não devem atuar como cronometrista na mesma raia.

2.11 - Cabine de controle

2.11.1 - O anotador-chefe é o responsável pela verificação dos resultados impressos no computador e pelos resultados de tempo e colocação em cada prova, recebidos do árbitro.

2.11.2 - Os anotadores devem controlar as retiradas de atletas após as séries eliminatórias e nas finais, anotar os resultados nos formulários oficiais, listar todos os novos recordes estabelecidos e acompanhar pontuações quando necessárias.

2.12 - Oficiais devem tomar suas decisões de forma autônoma e independente de qualquer outra pessoa, a menos que esteja previsto nas regras de natação.

REGRA 3 - SELEÇÃO DE SÉRIES E FINAIS

3.1 - Séries

3.1.1 - Os melhores tempos de todos os inscritos, obtidos em competições nos últimos doze (12) meses anteriores a prova. Devem ser apresentados em formulários de inscrição e relacionados pela ordem de tempos pela comissão organizadora. Nadadores que não apresentarem seus tempos, deverão ser considerados como os mais lentos e devem ser colocados no final da relação. Colocação de nadadores com tempos idênticos ou mais de um nadador sem tempo, deve ser decidido por sorteio. Nadadores devem ser colocados nas raias de acordo com os regulamentos fixados na SW3.1.2. Nadadores devem ser colocados em séries eliminatórias de acordo com os tempos submetidos da seguinte forma:

3.1.1.1 - Se há somente uma série eliminatória, ela deve ser selecionada como final e nadada durante a sessão final.

3.1.1.2 - Quando há duas séries eliminatórias, o nadador mais veloz deve ser selecionado na segunda série, o próximo mais veloz na primeira série, o próximo mais veloz na segunda série, o próximo mais veloz na primeira série, etc.

3.1.1.3 - Quando há três séries eliminatórias, o nadador mais veloz deve ser colocado na terceira série, o próximo mais veloz na segunda série, o próximo mais veloz na primeira série. O quarto nadador mais veloz deve ser colocado na terceira série, o quinto na segunda série, o sexto na primeira série, o sétimo mais veloz na terceira série, etc...

 

3.1.1.4 - Quando há quatro ou mais séries eliminatórias, as últimas três séries da prova devem ser selecionadas de acordo com a SW3.1.1.3 acima. A série precedente às três últimas eliminatórias deve consistir dos próximos nadadores mais velozes. A série precedente às quatro últimas eliminatórias, deve consistir dos próximos nadadores mais velozes, etc... As raias devem ser designadas em ordem decrescente de tempos, submetidos dentro de cada série de acordo com a norma esboçada na SW3.1.2 abaixo.



3.1.1.5 - Exceção: Quando há duas ou mais séries numa prova, deve haver um mínimo de três nadadores selecionados dentro de qualquer uma série preliminar, mas as retiradas subseqüentes podem reduzir o número de nadadores em cada série para menos de três.

3.1.2 - Exceto nas provas de 50 metros, a designação das raias deve ser: a raia de número 1 é a primeira da direita de quem vê a piscina de frente da cabeceira de partida. Coloca-se o melhor nadador ou equipe na raia do centro nas piscinas com um número impar de raias ou nas 3 ou 4 respectivamente, em piscinas que tenham 6 ou 8 raias. O nadador que tenha o segundo melhor tempo será colocado a sua esquerda de acordo com os tempos apresentados. Nadadores com os tempos iguais terão suas raias designadas por sorteio, segundo o processo mencionado acima.

3.1.3 - Quando são disputadas provas de 50 metros, elas podem ser nadadas de acordo com a comissão organizadora , saindo da extremidade normal de partida ou na extremidade da volta, dependendo da existência de um adequado equipamento automático, posição do juíz de partida, etc...A comissão organizadora deve avisar aos competidores da sua decisão antes do início da competição.

 

3.2 - Finais



3.2.1 - Quando não houver necessidade de séries eliminatórias, as raias devem ser designadas de acordo com a SW3.1.2 acima. Quando houver séries eliminatórias, as raias serão designadas de acordo com o determinado na SW3.1.2, baseado entretanto nos tempos estabelecidos em tais séries.

3.2.2 - Em provas onde os nadadores da mesma ou de diferentes séries tenham registrado tempos iguais até 1/100 de segundos, tanto para o oitavo lugar quanto para o décimo sexto, deverá haver uma nova disputa entre os mesmos para determinar qual nadador deve ir para a final. Esta disputa deve ser realizada pelo menos uma (1) hora depois que todos os nadadores envolvidos tenham completado sua série eliminatória.

3.2.3 - Quando um ou mais competidores desistem de uma prova final (A ou B), substitutos serão chamados em ordem de classificação nas séries. A prova ou provas devem ser realizadas e folhas suplementares devem ser emitidas detalhando as trocas ou substituições.

3.3 - Em outras competições, o sistema de sorteio pode ser usado para designar as posições nas raias.

 

REGRA 4 - A SAÍDA



4.1 - A saída nas provas de nado livre, peito e borboleta será dada com um mergulho. No apito longo do árbitro, os competidores devem subir no bloco de partida, com os dois pés na mesma distancia da parte dianteira ali permanecendo. Ao comando do juiz de partida "aos seus lugares", eles devem imediatamente tomar posição de partida com pelo menos um dos pés na parte dianteira do bloco de partida. Quando todos os competidores estiverem imóveis, o juiz de partida deve dar o sinal de partida (tiro, buzina, apito ou voz).

 

4.2 - A partida no nado de costas e revezamento medley deve ser dentro da água. No primeiro apito longo do árbitro, os nadadores devem imediatamente entrar na água. No segundo apito longo do árbitro, os nadadores devem retornar sem excessiva demora a posição de partida. Quando todos os nadadores tiverem assumido suas posições de saída, o juiz de partida deve dar o comando "as suas marcas". Quando todos os nadadores estiverem imóveis, o juiz de partida deve dar o sinal de partida.



4. 3 - Nos jogos olímpicos, campeonatos mundiais e outros eventos da FINA, o comando "take your marks" deve ser dado em inglês e a partida deve ser por múltiplos alto-falantes, montados em cada bloco de partida. O som desses alto- -falantes deve ser suficientemente alto, que a repetição do sinal dará o reconhecimento de uma saída falsa.

4.4 - O juiz de partida fará voltar os competidores na primeira saída falsa e relembrará a eles não saírem antes do sinal de partida. Após a primeira saída flasa, qualquer nadador saindo antes que o sinal de partida tenha sido dado, deve ser desclassificado. Se o sinal de partida soar antes que a desclassificação declarada, a prova deve continuar e o nadador ou os nadadores devem ser desclassificados após a conclusão da prova. Se a desclassificação for declarada antes do sinal de partida, o sinal não deve ser dado, mas os competidores restantes devem ser chamados de volta, lembrados pelo juíz de partida das penalidades e dada nova saída.

4.5 - O sinal para uma saída falsa deve ser o mesmo que o sinal de partida, mas repetido junto com a descida da corda de saída falsa.
Alternativamente, se o árbitro decide que a saída é falsa, ele deve soprar seu apito, o qual deve ser seguido pelo sinal do juiz de partida (repetido) e a descida da corda de saída falsa.

4.6 - Se um erro cometido por um oficial for seguido por uma falta cometida por um nadador, a falta do nadador é anulada.

 

REGRA 5 - NADO LIVRE



5.1 - Nado livre significa que numa prova assim denominada, o competidor pode nadar qualquer estilo, exceto nas provas medley individual ou revezamento 4 estilos, nado livre significa qualquer nado diferente do nado de costas, peito ou borboleta.

5.2 - Alguma parte do nadador tem que tocar a parede ao completar cada volta e no final.

 

REGRA 6 - NADO DE COSTAS



6.1 - Os competidores devem alinhar-se na água, de frente para a cabeceira de saída, com ambas as mãos colocadas nos suportes de agarre. Os pés, inclusive os dedos, devem ficar sob a superfície da água. Manter-se na calha ou dobrar os dedos sobre a borda da calha é proibido.

6.2 - Ao sinal de partida e quando virar, o nadador deve dar um impulso e nadar de costas durante o percurso, exceto quando executa a volta. A posição normal de costas pode incluir um movimento rotacional do corpo até, mas não ultrapassando os 90 graus. A posição da cabeça não é relevante.

6.3 - Alguma parte do nadador tem que quebrar a superfície da água durante o percurso, exceto quando é permitido ao nadador estar completamente submerso durante a volta e por uma distancia não maior que 15 metros após a saída e em cada volta. Neste ponto a cabeça tem que quebrar a superfície.

6.4 - Durante a volta, os ombros podem girar além da vertical para o peito após o que uma contínua braçada ou uma contínua e simultânea dupla braçada podem ser usadas para iniciar a volta. Quando o corpo tiver deixado a posição de costas, não pode haver mais pernada ou braçada que seja independente da ação contínua de volta. O nadador tem que retornar a posição de costas após deixar a parede.


Quando executar a volta, tem que haver o toque na parede com alguma parte do corpo do nadador.

6.5 --- Quando no final da prova, o nadador tem que tocar a parede na posição de costas.



 

REGRA 7- NADO DE PElTO



7.1 - A partida da primeira braçada após a saída e após cada virada, o corpo deve ser mantido sobre o peito e os ombros paralelos com a superfície da água.

7.2 - Todos os movimentos dos braços devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal, sem movimentos alternados.

7.3 - As mãos devem ser lançadas juntas para a frente a partir do peito, abaixo ou sobre a água. Os cotovelos deverão estar abaixo da água exceto para a última braçada. As mãos deverão ser trazidas para trás na superfície ou abaixo da superfície da água. As mãos não podem ser trazidas para trás além da linha dos quadris, exceto durante a primeira braçada após a saída e em cada volta.

7.4 - Todos os movimentos das pernas devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal, sem movimentos alternados.

7.5 - Os pés devem estar virados para fora durante a parte propulsiva da pernada. Não são permitidos movimentos em forma de tesoura, pernada vertical alternada ou de golfinho. É permitido quebrar a superfície da água com os pés, exceto seguido de uma pernada de golfinho.

7.6 - Em cada virada e na chegada da prova, o toque deve ser feito com as duas mãos simultaneamente, acima, abaixo ou no nível da água. Os ombros devem permanecer no plano horizontal até que o toque seja efetuado. A cabeça pode submergir após a última braçada anterior ao toque, contanto que quebre a superfície da água em qualquer ponto durante o último completo ou incompleto ciclo anterior ao toque.

7.7 - Durante cada ciclo completo de uma braçada e uma pernada, nesta ordem, parte da cabeça do nadador deve quebrar a superfície da água, exceto após a saída e após cada virada quando o nadador poderá dar uma braçada completa até as pernas e uma pernada enquanto completamente submerso. A cabeça tem que quebrar a superfície da água antes que as mãos virem para dentro na parte mais larga da segunda braçada.

 

REGRA 8 - NADO DE BORBOLETA



8.1 - O corpo deve ser mantido sobre o peito todo o tempo, exceto quando executa a virada. Os ombros devem estar em linha com a superfície da água a partir da primeira braçada, após a saída e após cada volta e deve permanecer nesta posição até a próxima volta ou final. Não é permitido girar para as costas em nenhum momento.

8.2 - Ambos os braços devem ser levados juntos à frente por sobre a água e trazidos para trás simultaneamente.

8.3 - Todos os movimentos dos pés devem ser executados de maneira simultânea. Movimentos simultâneos das pernas e dos pés, de cima para baixo, num plano vertical são permitidos, as pernas ou os pés não precisam estar no mesmo nível, mas movimentos alternados não são permitidos.

8.4 - Em cada virada e na chegada, o toque deve ser efetuado com ambas as mãos simultaneamente, acima, abaixo ou no nível da superfície da água. Os ombros devem permanecer na posição horizontal até que o toque seja efetuado.

8.5 - Após a saída e na volta, ao nadador é permitido uma ou mais pernadas e uma braçada sob a água, que deve trazê-lo à superfície.

 

REGRA 9 - NADO MEDLEY



9.1 - Nas provas de Medley individual, o nadador nada os quatro nados na seguinte ordem: borboleta, costas, peito e livre.

9.2 - Nas provas de revezamento Medley, os nadadores nadam os quatro nados na seguinte ordem: costas, peito, borboleta e livre.

9.3 - Cada estilo deve terminar com a regra aplicada à ele.

 

REGRA 10 - A PROVA



10.1 - O competidor nadando o percurso sozinho, deve nadar a distancia total para se classificar.

10.2 - O nadador deve terminar a prova na mesma raia onde começou.

10.3 - Em todas as provas, o nadador deve fazer contato físico com a borda de virada ou de chegada. A virada deve ser feita contra a borda da piscina e não é permitido andar ou tomar impulso no fundo da piscina.

10.4 - Ficar de pé durante a prova de nado livre ou durante o nado livre nas provas de Medley, não deve desclassificar o nadador, mas ele não poderá andar.

10.5 - Obstruir outros competidores, atravessando outra raia ou então interferindo de qualquer outra forma, será motivo de desclassificação do nadador infrator. Se a falta for intencional, o árbitro deverá relatar o fato a entidade promotora e a associação do nadador infrator.

10.6 - A nenhum competidor deve ser permitido usar ou vestir qualquer objeto adicional que possa ajudar sua velocidade, flutuação ou resistência durante uma competição (tais como: luvas, pés de pato, etc...). Óculos podem ser usados.

10.7 - Qualquer nadador que entre na piscina durante a realização de uma prova em que não esteja inscrito antes que todos os nadadores tenham completado sua prova, deve ser desclassificado da próxima prova em que estiver inscrito.

10.8 - Deverão ser quatro nadadores em cada equipe de revezamento.

10.9 - Nas provas de revezamento, a equipe de um competidor cujos pés perderam contato com o bloco de
partida antes do nadador anterior tocar na parede, será desclassificado, a menos que o competidor faltoso retorne ao ponto de partida na parede, mas não será necessário retornar ao bloco de partida.

10.10 - Qualquer equipe de revezamento deve ser desclassificada de uma prova, se um membro da equipe diferentemente do nadador designado para nadar aquela distância, entra na água quando a prova está sendo disputada, antes que todos os nadadores de todas as equipes tenham acabado a prova.

 

10.11 - Os membros de uma equipe de revezamento e sua ordem de competir devem ser designados antes da prova. Qualquer membro da equipe de revezamento pode competir numa prova somente uma vez. A composição de uma equipe de revezamento pode ser mudada entre as séries eliminatórias e as finais de uma prova, visto que isto é feito a partir da lista dos nadadores propriamente inscritos por um responsável nesta prova.


10.12 - Qualquer nadador tendo acabado sua prova ou sua distância numa prova de revezamento, deve deixar a piscina assim que possível sem obstruir qualquer outro competidor que não tenha ainda terminado sua prova. De outra maneira, o nadador faltoso ou sua equipe de revezamento devem ser desclassificados.

10.13 - Se uma falta tirar a chance de sucesso de um competidor, o árbitro terá o poder de permitir a ele, competir na próxima série ou se a falta ocorrer numa prova final ou na última série eliminatória, ele pode ordenar que a prova seja nadada outra vez.

 

REGRA 11 - REGISTRO DE TEMPO



11.1 - A operação do equipamento automático deve ser sob a supervisão de oficiais designados. Os tempos registrados pelo equipamento automático devem ser usados para determinar o vencedor, todas as colocações e o tempo para cada raia. Os resultados e tempos assim obtidos terão preferência sobre as decisões dos juízes e cronometristas. No caso de ocorrer defeito no equipamento automático ou que fique claramente indicado que houve uma falha no equipamento ou que um nadador tenha deixado de acionar o equipamento, a decisão dos juízes e o registro dos cronometristas são oficiais.

11.2 - Quando o equipamento automático é usado, os resultados devem ser registrados somente em centésimos de segundo. Quando cronometrar em milésimos de segundo, a terceira digital não deve ser registrada nem usada para determinar resultados ou colocações. No caso de tempo iguais, todos os nadadores que registrarem o mesmo tempo na casa


de centésimos de segundo, terão a mesma colocação.
Os tempos expostos nos painéis eletrônicos devem mostrar somente centésimos de segundo.

11.3 - Qualquer aparelho de tempo que seja usado por um oficial deve ser considerado cronômetro. Tais tempos


manuais devem ser tomados por três cronometristas designados e aprovados pela entidade dirigente no país em que estiver sendo realizada a competição. Todos os cronômetros deverão ser certificados como precisos pelo comitê controlador do
evento. Os tempos manuais devem ser registrados em décimos de segundos a centésimos de segundo.
Quando nenhum equipamento automático for utilizado, os tempos oficiais devem ser determinados da seguinte forma:

11.3.1 - Se dois dos três cronômetros registrarem o mesmo tempo e o terceiro discordar, os dois tempos iguais devem ser o tempo oficial.

11.3.2 - Se todos os três cronômetros discordarem, o cronômetro registrando o tempo intermediário deve ser o tempo oficial.

11.4 - Se um competidor for desclassificado durante ou depois de uma prova, tal desclassificação deverá ser registrada nos resultados oficiais, mas nenhum tempo ou colocação deve ser registrado ou anunciado.

11.5 - No caso de desclassificação de um revezamento, as passagens até a hora da desclassificação devem ser
registradas nos resultados oficiais.

11.6 - Todas as passagens de 50 e 100 metros devem ser registradas para os nadadores que iniciam o revezamento e devem ser publicadas nos resultados oficiais.



 

REGRA 12 - RECORDES MUNDIAIS



12.1 - Para recordes mundiais em piscina de 50 metros, as seguintes distâncias e estilos para ambos os sexos devem ser reconhecidos: Nado Livre: 50, 100, 200, 400, 800 e 1500 metros; Nado de Costas: 100 e 200 metros; Nado de Peito: 100 e 200 metros; Nado de Borboleta: 100 e 200 metros; Medley Individual: 200 e 400 metros; Revezamento Nado Livre: 4x100 e 4x200 metros; Revezamento Medley: 4xl00 metros.

12.2 - Para recordes mundiais em piscina de 25 metros, as seguintes distancias e estilos para ambos os sexos devem ser reconhecidos: Nado Livre: 50, 100, 200, 400, 800 e 1500 metros; Nado de Costas: 100 e 200 metros; Nado de Peito: 100 e 200 metros; Nado Borboleta: 100 e 200 metros; Medley Individual: 200 e 400 metros; Revezamento Nado Livre: 4x100 e 4x200 metros; Revezamento Medley: 4x100 metros.

12.3 - Os membros de uma equipe de revezamento devem ser da mesma nacionalidade.

12.4 - Todos os recordes devem ser efetuados em competição por equipe ou em tentativa individual contra o tempo, realizada em público e anunciada publicamente no mínimo três dias antes que a tentativa seja realizada.

12.5 - Nenhum artifício de controle de tempo é permitido, nem o uso de qualquer auxílio ou plano adotado para obter este efeito.

12.6 - O comprimento de cada raia do percurso deve ser certificado por um inspetor ou outro qualificado, apresentado pela entidade dirigente no país em que está situado.

12.7 - Recordes mundiais somente serão aceitos quando os tempos forem informados por equipamento automático oficial ou equipamento semi-automático oficial, no caso de mal funcionamento do equipamento automático oficial.

12.8 - Tempos iguais em centésimos de segundo serão reconhecidos como recordes iguais e os nadadores atingindo esses tempos iguais serão chamados de "Recordistas Juntos". Somente o tempo do vencedor de uma prova será reconhecido como recorde mundial. No caso de um empate numa tentativa de recorde, cada competidor que empatou deve ser considerado vencedor.

12.9 - 0 primeiro nadador num revezamento pode solicitar estabelecer um recorde mundial. Deve o primeiro nadador numa equipe de revezamento, completar seu percurso em tempo recorde de acordo com as normas estabelecidas e seu desempenho não será anulado por qualquer subseqüente desclassificação de sua equipe de revezamento por violações ocorridas após seu percurso ter sido completado.

12.10 - Um nadador numa prova individual pode estabelecer um recorde mundial numa distancia intermediária se ele, seu técnico ou dirigente, especificamente solicitar ao árbitro que seu desempenho seja anotado ou que o tempo numa distancia intermediária seja registrado pelo equipamento automático oficial. Tal nadador deve completar a distancia total prevista na prova para que seu recorde seja considerado na distancia intermediária.

12.11 - As solicitações para recordes mundiais devem ser efetuadas nos formulários oficiais da FINA pela autoridade responsável pela organização ou comissão organizadora da competição e assinado por qualquer representante autorizado da entidade dirigente no país do nadador, se constatado que todos os regulamentos tenham sido observados. O formulário de solicitação deve ser enviado para o secretário-honorário da FINA dentro de 14 dias após a atuação.

12.12 - Uma solicitação de homologação de um recorde mundial deve ser provisoriamente enviada por telegrama ou telex para o secretário-honorário da FINA dentro de 7 dias da atuação.

12.13 - A entidade dirigente no país do nadador deve enviar esta atuação por carta para o secretário-honorário da
FINA para informação e ação se necessário, para ssegurar que a solicitação oficial tenha sido submetida a uma autoridade apropriada.

12.14 - Ao receber o comunicado oficial, o secretário-honorário da FINA deve se comunicar imediatamente com o presidente da FINA ou seu representante. Recordes assim aprovados devem ser enviados pelo correio ao bureau em intervalos de 4 meses para ratificação. Todos os recordes assim ratificados podem então ser publicados e certificados e devem ser enviados para aquelas pessoas cujas solicitações foram aceitas.

12.15 - Nos Jogos Olímpicos, Campeonatos Mundiais e Copas do Mundo, solicitações para recordes recebidas 5 dias antes do começo das competições, podem ser aprovados pelo bureau da FINA e publicadas no programa das competições. Todos os recordes efetuados durante os jogos olímpicos, campeonatos mundiais e copas do mundo, podem ser aprovados pelo bureau da FINA durante aquelas competições.

12.16 - Se o procedimento da SW12.11 não tiver sido cumprido, a entidade dirigente no país do nadador, pode solicitar um recorde mundial na falta disto. Após investigação conveniente, o secretário-honorário da FINA é autorizado a aceitar tal recorde se a solicitação for tida como correta.

12.17 - Se a solicitação do recorde mundial for aceita, um diploma assinado pelo presidente e pelo secretário- honorário da FINA deve ser enviado pelo secretário-honorário para a entidade dirigente do país do nadador, para que esta o faça chegar até ele em reconhecimento a sua atuação, um quinto diploma de recorde mundial será expedido para todas as
entidades dirigentes cujas equipes de revezamento estabeleçam um recorde mundial. Este diploma será retido pela entidade dirigente.

 

REGRA 13 - PROCEDIMENTO ELETRÔNICO



13.1 - Quando um equipamento eletrônico é usado em qualquer competição, as colocações e os tempos assim determinados e as saídas das provas de revezamento, julgadas por tal equipamento devem ter preferência sobre a decisão dos juízes humanos e cronometristas.

13.2 - Quando o equipamento eletrônico registra a colocação e o tempo de cada competidor numa prova:

13.2.1- Registro do equipamento automático de tempos e colocações;

13.2.2 - Registro humano de tempos e colocações;

13.2.3 - Completa comparação de procedimento de colocação de tempos e lugares dados pelo equipamento automático, que devem ser os tempos e lugares oficiais.

13.3 - Quando o equipamento automático falha para registrar o lugar e/ou tempo de um ou mais competidores numa dada prova:

13.3.1 - Registro de todos os tempos e lugares aproveitáveis pelo equipamento automático.

13.3.2 - Registro humano de todos os tempos e lugares.

13.3.3 - O lugar oficial será determinado como se segue:

13.3.3.1 - Um competidor com o tempo e lugar registrados no equipamento automático deve conservar sua ordem relativa quando comparado com os outros competidores, tendo o tempo e lugar registrados no equipamento automático dentro daquela prova.

13.3.3.2 - Um competidor que não tenha um lugar registrado no equipamento automático mas tem o tempo no equipamento automático, estabelecerá sua ordem relativa, comparando seu tempo no equipamento automático com os tempos dos outros competidores registrados no equipamento automático.

 

13.3.3.3 - Um competidor que não tenha nem lugar nem tempo no equipamento automático, se estabelecerá sua ordem, de acordo com o tempo registrado no equipamento semi-automático ou pelos relógios digitais.



13.3.4 - O tempo oficial será determinado como se segue:

1 3.3.4.1 - O tempo oficial para todos os competidores que tem seu tempo assinalado no equipamento automático será aquele tempo.

13.3.4.2 - O tempo oficial para todos os competidores que não tem tempo assinalado no equipamento automático será o tempo humano dos 3 relógios digitais ou do equipamento semi-automático.

13.3.4.3 - Quando forem utilizados juízes de chegada sem os 3 cronômetros digitais, se o tempo humano se contradiz ao lugar oficial, o tempo oficial será igual ao tempo oficial daqueles competidores cujos tempos e lugares contradizem ao tempo humano ou ao equipamento semi-automático.


Este tempo será assinalado como "decisão do árbitro".

13.3.5 - Para determinar a ordem relativa de chegada de diferentes séries de uma prova, procede-se da seguinte maneira:

13.3.5.1 - A ordem relativa de todos os competidores será estabelecida comparando seus tempos oficiais.

13.3.5.2 - Se um competidor tem um tempo oficial que é empatado com o(s) tempo(s) oficial(ais) de um ou mais competidores, todos os competidores tendo aquele tempo devem estar empatados em sua ordem relativa de chegada naquela prova.

 

REGRA 14 - CARGOS



  • ANUNCIADOR

1. Calmo.

2. Preciso.

3. Conhecedor das regras.

4. Anunciar somente o autorizado.

5. Receber ordens somente do árbitro.

6. Informar as desclassificações.

7. Não opinar sobre os resultados.

8. Ligar e desligar o sistema de som.


  • JUIZ DE VOLTA

1. Levantar-se quando o nadador estiver 8m da parede. Permanecer de pé até que o nadador tenha completado a volta e efetuado a primeira braçada.

2. Verificar como usar os cartões.

3. Não colocar os cartões dentro da água.

4. Usar um sinal para indicar uma irregularidade. O sinal é para atrair a atenção do chefe do juiz de voltas.

5. Auxiliar os nadadores para sair da piscina, especialmente nos revezamentos.


  • CHEFE DO JUIZ DE VOLTAS

1. Sentar na lateral da saída e da volta, aguardando o sinal do juiz de voltas.

2. Informar ao árbitro geral.



  • OBRIGAÇÕES DO ÁRBITRO GERAL

1 . Verificar os equipamentos.

2. Verificar lista de juízes.

3.Autoridade total.

a) na condução do evento;

b) decisões que não estão nas regras;

c) pode anular qualquer decisão dos juízes;

d) pode desclassificar por qualquer violação da regra que tenha observado pessoalmente;

e) resolver qualquer protesto.

4. Conduzir reunião com treinadores.

5. Dar o sinal quando todos os juizes estiverem em posição.

6. Julgar todas as fases do evento.

7. Dar sinal para a sala de controle.

8. Avaliar os juízes.

9. Ultimo a deixar a piscina.



  • QUALIDADES DO ÁRBITRO GERAL

1. Conhecimento.

2. Experiência.

3. Alerta.

4. Justo.

5. Rápido.

6. Disciplinado.

7. Organizado.

8. Atitudes firmes.

9. Calmo.

10. Bom comunicador.



  • CRONOMETRISTAS

1. Verificar o funcionamento do cronômetro.

2. Ficar de pé um pouco atrás do bloco durante a saída e ao lado quando da chegada.

3. Repetir em cada volta.

4. Olhar somente a sua raia.

5. Anotar o tempo.


  • ENTRADA/SAÍDA

1. Entrada e saída ordenada.

2. Apresentação do árbitro geral e do juiz de partida.

3. Sinal para sentar.

4. No apito longo do árbitro geral, todos os juizes devem ficar de pé, exceto nas raias onde não há nadadores.



  • OBRIGAÇÕES DO JUIZ

1. Estar sempre atento.

2. Apresentar-se 1 hora - 1/2 hora antes.

3. Registrar-se.

4. Justo.

5. Honesto.

6. Conhecer as regras.

7. Esperto.

8. Aceitar críticas.

9. Atitudes firmes.


  • JUIZ DE PERCURSO

1. 2 de cada lado.

2. 1 para as raias 1 e 2 e 1 para as raias 3 e 4.

3. 1 para as raias 5 e 6 e 1 para as raias 7 e 8.

4. Olhar as voltas.

5. Caminhar ao lado ou um pouco atrás, dependendo do trilho da televisão.

6. Informar ao árbitro geral se houve alguma irregularidade ou prestar algum esclarecimento.



1. Verificar revólver/sinal eletrônico.

2. Verificar outra vez nos 50m.

3. Trabalhar num local elevado e com visão total da cabeceira de partida.

4. Anunciar quando necessário: "Pés atrás" ou "Podem descer".

5. Anunciar: "Esta é a segunda saída" depois que todos os nadadores estiverem de pé no deck.

6. Dar a saída igual para todos.

7. Trabalhar sempre junto com o árbitro.


  • CORDA FALSA

1. Checar o funcionamento da corda falsa.

2. Estar certo que a corda falsa cobre todas as raias, especialmente as raias 1 e 8.

3. Olhar a saída das provas e ouvir atentamente o sinal do juiz de partida e do árbitro.


  • BANCO DE CONTROLE

1. Estar certo das distribuições das séries e finais.

2. Colocar os nadadores sempre nas raias corretas.

3. Informar ao árbitro quando faltar algum nadador.

4. Aguardar o sinal para guiar os nadadores para as suas raias.

REGRA DA FINA 4.1

A partida nas provas de nado crawl, peito e borboleta será dada com um mergulho. No apito longo do árbitro, os competidores devem subir no bloco de partida, com os dois pés na mesma distância da parte dianteira ali permanecendo.

Ao comando do juiz de partida "aos seus lugares", eles devem imediatamente tomar posição de partida com pelo menos um dos pés na parte dianteira do bloco de partida. Quando todos os competidores estiverem imóveis, o juiz de partida deve dar o sinal de partida (tiro, buzina, apito ou voz).

 

REGRA 15 - MUDANÇAS NAS REGRAS



 

A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos-CBDA vem encaminhar a V.Sa., as alterações efetuadas nas Regras de Natação da FINA, durante o Campeonato Mundial em Perth - Austrália, com vigência a partir de 06 de março de 1998.



No que diz respeito ao item 3 do documento anexo encaminhado pela Diretoria de Arbitragem da CBDA, a Diretoria da Confederação, em reunião realizada em 13 de março de 1998, RESOLVEU:

  • NÃO HAVERÁ SAÍDA FALSA, as seguintes competições: Campeonato Brasileiro Absoluto Troféu Brasil de Natação; Campeonato Brasileiro Absoluto de Inverno - Troféu José Finkel; Campeonato Brasileiro Júnior de Natação - Troféu Júlio de Lamare e o Campeonato Brasileiro Júnior de Natação de Inverno - Troféu Dr. Tancredo de Almeida Neves.

  • TERÃO DIREITO A UMA SAÍDA FALSA, as seguintes competições: Campeonato Brasileiro Infantil de Natação de Inverno Troféu Ruben Dinard de Araújo; Campeonato Brasileiro Juvenil e Senior de Natação de Inverno - Troféu Prof. Daltely Guimarães; Campeonato Brasileiro Infantil de Natação - Troféu Maurício Bekenn; Campeonato Brasileiro Juvenil de Natação - Troféu Carlos Campos Sobrinho e o Campeonato Brasileiro Interfederativo Infanto-Juvenil de Natação - Troféu Chico - Piscina.

Os torneios regionais ficarão sob a responsabilidade dos respectivos Congressos, que deverão deliberar qual procedimento tomar para o próximo ano, permanecendo, para a temporada de 1998, o direito a uma saída falsa.



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