RecuperaçÃo semestral (1º semestre – 2011) Literatura – henrique landim



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TEXTO I
O Humanismo foi u período marcado pelo bifrontismo, ou seja, pela sobrevivência de instituições medievais (feudalismo, teocentrismo), aliadas a antecipações renascentistas (mercantilismo, antropocentrismo e valores burgueses).


TEXTO II
Meu amor, tanto vos amo,

que meu desejo não ousa

desejar nenhuma cousa.
Porque, se a desejasse,

logo a esperaria;

e, se eu a esperasse,

sei que vos anojaria.

Mil vezes a morte chamo,

e meu desejo não ousa

desejar-me outra cousa.

(Conde Vimioso)






TEXTO III
“O homem é a medida de todas as coisas” (Protágoras)


TEXTO IV

(Disponível em http://3.bp.blogspot.com/ Acesso em 10 maio de 2011)



Com base na leitura de todos os textos acima podemos afirmar corretamente:




  1. Que o texto IV está completamente de acordo com o texto I e III.

  2. Que o texto III poderia ser reescrita da seguinte maneira: o homem é quase a medida de todas as coisas no humanismo (visão bifrontista).

  3. Que o texto II lança mão da medida nova, isto é, o uso de versos decassílabos.

  4. A sonoridade do texto II o deixa preso a um instrumento musical, característica herdada do movimento anterior ao Humanismo.

  5. Que é possível observarmos uma visão bifrontista no texto II.

10 (FUVEST) Leia os textos que seguem.





Texto I - Mar português

Ó mar salgado, quanto do teu sal


São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Fernando Pessoa

Texto II

Em tão longo caminho e duvidoso
Por perdidos as gentes nos julgavam,
As mulheres co’um choro piedoso,
Os homens com suspiros que arrancavam.
Mães, esposas, irmãs, que o temeroso
Amor mais desconfia, acrescentavam
A desesperação e frio medo
De já nos não tornar a ver tão cedo.

Camões


A partir dos trechos e de seus conhecimentos de Os Lusíadas, assinale V ou F.





  1. O texto II pertence ao episódio “O velho do Restelo”, de Os Lusíadas, em que Camões indica uma crítica às pretensões expansionistas de Portugal, nos séculos XV e XVI.

  2. Apesar das diferenças de estilo, tanto o texto de Camões quanto o de Fernando Pessoa indicam uma mesma idéia: a de que o caráter heróico das descobertas marítimas exige e justifica riscos e sofrimentos.

  3. fato de Camões, em Os Lusíadas, lançar dúvidas sobre a adequação das conquistas ultramarinas – o assunto principal do poema – contrapõe-se ao modelo clássico da epopéia.

  4. Ainda que abordem uma mesma circunstância histórica e ressaltem as mesmas reações humanas, o texto de Fernando Pessoa e o episódio “O velho do Restelo” chegam a conclusões diferentes sobre a validade das navegações portuguesas.

11 Procure ler com bastante atenção todos os itens abaixo e procure julgá-los em V ou F:


  1. A imagem do trovador no Humanismo passou a ser ainda mais valorizada do que no Trovadorismo.

  2. A poesia no Humanismo se desvinculou da música e passou a explorar a musicalidade própria do interior das palavras.

  3. No Humanismo nasceu a poesia palaciana, forma poética que adotou a medida velha, isto é, as redondilhas.

  4. A visão de mundo expressa em algumas produções poéticas do Humanismo é a bifrontal.

12 Leia o poema de Camões:





Sete anos de pastor Jacó servia

Labão, pai de Raquel, serrana bela;

Mas não servia ao pai, servia a ela,

E a ela só por premia pretendia.


Os dias, na esperança de um só dia,

Passava, contentando-se com vê-la;

Porém o pai, usando de cautela,

Em lugar de Raquel lhe dava Lia.





Vendo o triste pastor que com enganos

Lhe fora negada a sua pastora,

Como se a não tivera merecida,
Começa de servir outros sete anos,

Dizendo: _ Mais servira, se não fora

Para tão longo amor tão curta a vida!

Camões


Marque a alternativa V ou F.


  1. O texto faz referência a uma passagem bíblica, o que demonstra a capacidade do poeta em se utilizar da intertextualidade para fazer arte.

  2. Há marca da imagem do amor sem limites, já que Jacó trabalharia incansavelmente para alcançar a pessoa amada, e isso se afirma na conclusão do poema “Para tão longo amor tão curta a vida!”.

  3. A forma livre do poema coloca Camões a frente dos autores de sua época, os quais se utilizavam de modelo fixo, principalmente o soneto.

  4. O poema está em formato de soneto, o que demarca o formalismo e o perfeccionismo do Classicismo.

13 A estrofe abaixo fora retira da obra Os Lusíadas, de Camões, publicada em 1572, leia-a juntamente com o texto seguinte e faça o que é pedido:




TEXTO I
Nesta frescura tal11 desembarcavam

Já das naus os segundos Argonautas12,

Onde pela floresta se deixavam

Andar as belas Deusas, como incautas13.

Algumas doces cítaras tocavam,

Algumas harpas e sonoras flautas14,

Outras com os arcos de ouro se fingiam

Seguir os animais, que não seguiam15.

(Os Lusíadas, Camões. IX, 64).


TEXTO II
Os Lusíadas é considerado o maior poema épico da língua portuguesa. Constituído de dez cantos que se distribuem nas seguintes partes: proposição (I, 1-3), invocação (I, 4-5), dedicatória (I, 6-18) narração (I,19 a X, 144) e epílogo (X, 145-156). Além dessa rígida estrutura forma a obra ainda soma 1102 estrofes, em oitava-rima (ABABABCC). Ao todo temos 8816 versos decassílabos.


As informações acima nos permitem afirmar que:




  1. A rígida estrutura forma da obra associa-se a uma concepção de universo típica do Classicismo, o antropocentrismo.

  2. O texto I emparelha-se a concepções teocêntricas, sobretudo em função da presença das “Deusas”.

  3. O comportamento desatento das deusas do texto I nos mostra o seu alto grau de ingenuidade.

  4. O livro Os Lusíadas distancia-se da estética classicista, principalmente por ter uma rígida estrutura formal.

  5. Os versos seguintes são metrificados corretamente da seguinte maneira: Nes / ta fres / cu / ra tal / de / sem / barcavam ] Já / das / naus / os / se / gun / dos / Ar / go / nautas.

14 Procure ler com bastante atenção o soneto de Camões transcrito abaixo para responder os itens abaixo:




Eu cantarei de amor tão docemente,

por uns termos em si tão concertados16,

que dois mil17 acidentes namorados18

faça sentir ao peito que não sente.


Farei que amor a todos avivente19,

pintando mil segredos delicados,

brandas iras, suspiros magoados,

temerosa20 ousadia e pena ausente21.




Também, Senhora, do desprezo honesto22

de vossa vista branda e rigorosa23,

contentar-me-ei dizendo a menor parte.
Porém, para cantar de vosso gesto24

a composição25 alta e milagrosa,

aqui falta saber, engenho e arte26.

(Camões)


Considere o poema e marque, para as afirmativas abaixo, (V) Verdadeira, (F) Falsa:




  1. Nos versos “Brandas iras [...] / temerosa ousadia [...]” há a presença de hipérbole.

  2. O racionalismo se apresenta pelo fato do poeta não se deixar abandonar pelo fluxo do sentimentalismo que mesmo aparecendo no poema, é exercido e controlado pela razão.

  3. No final do poema o eu-lírico põe em dúvida a sua capacidade de criação (“...para cantar ... aqui falta saber, engenho e arte”), reflexão metapoética do texto.

  4. Na última estrofe o eu-lírico faz uma forte crítica à vaidade feminina (“... de vosso gesto...”).

15 Avalie com bastante atenção o soneto abaixo e faça o que é pedido:




Tanto de meu estado me acho incerto

que em vivo ardor tremendo estou de frio;

sem causa, justamente choro e rio,

o mundo todo abarco e nada aperto27.


É tudo quanto sinto, um desconcerto28;

da alma um fogo me sai, da vista um rio;

agora espero, agora desconfio,

agora desvario, agora acerto29.




Estando em terra, chego ao Céu voando30;

numa hora acho mil anos, e é jeito

que em mil anos não posso achar uma hora.
Se me pergunta alguém por que assim ando,

respondo que não sei; porém suspeito

que só porque vos vi, minha Senhora.

(Camões)


Julgue as asserções abaixo em V ou F:




  1. A sensação de que a vida é incerta e instável provoca reações extremadas no eu poético, que se mostra assolado por conflitos enumerados nas três primeiras estrofes (“ardor”, “frio”, “choro”, “rio”).

  2. Apenas no primeiro verso do segundo quarteto podemos ver a ideia de desassossego existencial.

  3. A figura de linguagem mais usada em todo o soneto é a comparação, notada em quase toda a segunda estrofe.

  4. Não se pode relacionar de maneira alguma o último terceto com o movimento literário do Trovadorismo (1189-1434).

16 Avalie com bastante atenção o soneto abaixo e faça o que é pedido:




Tanto de meu estado me acho incerto

que em vivo ardor tremendo estou de frio;

sem causa, justamente choro e rio,

o mundo todo abarco e nada aperto31.


É tudo quanto sinto, um desconcerto32;

da alma um fogo me sai, da vista um rio;

agora espero, agora desconfio,

agora desvario, agora acerto33.




Estando em terra, chego ao Céu voando34;

numa hora acho mil anos, e é jeito

que em mil anos não posso achar uma hora.
Se me pergunta alguém por que assim ando,

respondo que não sei; porém suspeito

que só porque vos vi, minha Senhora.

(Camões)


A leitura do soneto nos permite afirmar corretamente que:




  1. A sensação de que a vida é incerta e instável provoca reações extremadas no eu poético, que se mostra assolado por conflitos enumerados nas três primeiras estrofes (“ardor”, “frio”, “choro”, “rio”).

  2. Apenas no primeiro verso do segundo quarteto podemos ver a ideia de desassossego existencial.

  3. A figura de linguagem mais usada em todo o soneto é a comparação, notada em quase toda a segunda estrofe.

  4. Não se pode relacionar de maneira alguma o último terceto com o movimento literário do Trovadorismo (1189-1434).

  5. O texto se relaciona ao Classicismo principalmente em função da métrica usada em todas as estrofes (a medida velha).

17 Poderíamos reescrever a frase de Protágoras da seguinte maneira no Humanismo: o homem é quase a medida de todas as coisas. Disserte sobre isso.


18 Analise com bastante cuidado os textos abaixo para se fazer o que é pedido:




TEXTO I

CONSTRUÇÃO

(Chico Buarque)


Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou pra descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão feito um pacote flácido35

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

[...]



TEXTO II
A literatura amplia o nosso universo, incita-nos a imaginar outras maneiras de concebê-lo e organizá-lo. [...] Ela nos proporciona sensações insubstituíveis que fazer o mundo real se tornar mais pleno de sentido e mais belo. [...] A vida em si é terrivelmente desprovida de forma. Dessa ausência, resulta o papel da arte: a função da literatura é criar, partindo do material bruto da existência real, um mundo novo que será mais maravilhoso, mais durável e mais verdadeiro do que o mundo visto pelos olhos do vulgo. Ora, criar um mundo mais verdadeiro implica que a arte não rompe sua relação com o mundo. (TODOROV, Tzvetan. A literatura em perigo. Rio de Janeiro: Difel. 2009, p. 23-66)

Com base nos dois textos diga o que é a Literatura. Ainda procure falar sobre a construção do texto I, quase todo terminado com palavras proparoxítonas, por que o artista faz uso dessas palavras? Qual é a sua relação com o texto?

19 Leia o fragmento abaixo e faça o que se pede:
UMA RUA

(Macário e Satã de braços dados)
Satã: Estás ébrio36? Cambaleias.

Macário: Onde me levas?

Satã: A uma orgia. Vais ler uma página da vida cheia de sangue e de vinho-que importa?

Macário: É aqui, não? Ouço vociferar a saturnal lá dentro.

Satã: Paremos aqui. Espia nessa janela.

Macário: Eu vejo-os. É uma sala fumacenta. À roda da mesa estão sentados cinco homens ébrios. Os mais revolvem-se no chão. Dormem ali mulheres desgrenhadas37, umas lívidas38, outras vermelhas Que noite!

Satã: Que vida! não é assim? Pois bem! escuta, Macário. Há homens para quem essa vida é mais suave que a outra. O vinho é como o ópio, é o Letes do esquecimento... A embriaguez é como a morte. . .

Macário: Cala-te. Ouçamos.

(Obras Completas de Álvares de Azevedo; Org. Homero Pires; Rio de Janeiro; Companhia Editora Nacional; 1942)


Classifique o fragmento acima em algum dos gêneros literários. Disserte.

20 Procure ler com bastante atenção o soneto abaixo e responda o que é pedido:




Longe do estéril turbilhão da rua,

Beneditino39, escreve! No aconchego

Do claustro40, na paciência e no sossego,

Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua41!


Mas que na forma se disfarce o emprego

Do esforço; e a trama viva se construa

De tal modo, que a imagem fique nua.

Rica mas sóbria, como um templo grego.




Não se mostre na fábrica o suplício42

Do mestre. E, natural, o efeito agrade.

Sem lembrar os andaimes do edifício:
Porque a Beleza, gêmea da Verdade.

Arte pura, inimiga do artifício,

É a força e a graça na simplicidade.

(Olavo Bilac)



Diga qual é a métrica do poema acima (faça a metrificação de pelo menos da primeira estrofe) em sua resposta e procure dizer sobre o que o poema refere-se (fala).


21 Leia os textos abaixo e faça o que é pedido:




Texto I


Texto II
As armas e os barões assinalados
Que, da ocidental praia lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Trapobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram.

(Os Lusíadas, Camões. I, 1-3).




Em que sentido as produções culturais acima nos revelam uma visão antropocêntrica? Disserte.


Bons estudos!!

1 A expressão “funcionário público” ganha função adjetiva para criticar o clientelismo político.

2 Fica evidente a crítica ao caráter bajulatório, sugerindo uma ação subserviente e subalterna do poeta parnasiano.

3 Diz-se da correção e pureza no falar e escrever; castiço.

4 Forma lingüística reprovada pelos puristas.

5 Essas expressões sugerem uma crítica uma crítica do poeta ao Romantismo.

6 Qualquer das substâncias de um extenso grupo encontrado nos vegetais, em geral nitrogenadas, heterocíclicas, básicas, com pronunciada ação fisiológica sobre os animais.

7 Ao acaso, sem rumo.



8 Refere-se ao pênis (“pica”) do sujeito lírico;

9 Ânus;

10 Testículos;

11 Neste lugar tão fresco quanto foi descrito anteriormente, isto é, nas estrofes anteriores.

12 Grandes navegadores lendários. Liderados por Jasão, embarcam na nau Argos e foram até os confins da Cólquida, em busca do Vazp de Ouro (pele dourada de um carneiro). A perífrase insinua que os portugueses são os novos argonautas.

13 Como se estivessem desprevenidas; como se ignorassem a iminente chegada dos portugueses.

14 Flautas.

15 Belo jogo vocabular para intensificar a idéia de que as ninfas simulavam caçar, porque, na verdade, estavam esperando os navegantes.

16 Harmoniosos;

17 Inúmeros;

18 Manifestações amorosas;

19 Todo esse verso diz: farei que o amor anime a todos;

20 Tímida;

21 Saudade;

22 Desprezo honesto: porte altivo e sereno;

23 Empregou-se a antítese para caracterizar o olhar da mulher amada;

24 Feição, semblante;

25 Perfeição;

26 A expressão “com engenho e arte” diz: com talento e técnica;

27 A sentença “abarco e nada aperto” diz: tento abraçar e nada alcanço;

28 Desarmonia;

29 Todo o verso quer dizer: ora enlouqueço...ora sou sensato;

30 Note que este verso, que contém uma antítese, refere-se à tradicional dualidade entre o corpo (“estado em terra”) e a alma / pensamento (“chegando ao Céu voando”);

31 A sentença “abarco e nada aperto” diz: tento abraçar e nada alcanço;

32 Desarmonia;

33 Todo o verso quer dizer: ora enlouqueço...ora sou sensato;

34 Note que este verso, que contém uma antítese, refere-se à tradicional dualidade entre o corpo (“estado em terra”) e a alma / pensamento (“chegando ao Céu voando”);

35 Sem firmeza, consistência ou rigidez; mole

36 Bêbado;

37 Emaranhar, despentear (os cabelos).

38 Pálido;

39 Monge da Ordem de São Bento.

40 Nos edifícios de conventos (e em certas catedrais), galeria com arcadas abertas que circunda um pátio interno, ger. Quadrangular.

41 Todas essas expressões se referem ao esforço exercido na construção de um poema;

42 Torturar, afligir, molestar, magoar.





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