Área do conhecimento: Arqueologia Palavras-chave: Antracologia, anatomia, coleta 1 introduçÃO



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PROCEDIMENTOS DE COLETA E TRATAMENTO DE MATERIAL BOTÂNICO

ROSA, Lívia

FERREIRA, André

GIONGO, Claudia

livia_rosa92@hotmail.com
Evento: Congresso de Iniciação Científica

Área do conhecimento: Arqueologia
Palavras-chave: Antracologia, anatomia, coleta
1 INTRODUÇÃO
O estudo e a interpretação de madeira carbonizada em contexto arqueológico é uma importante fonte de informações culturais e paleoecológicas (SCHEEL et al. 1996a, 1996b; SCHEEL-YBERT 2001a, 2004). Em sítios arqueológicos, eles estão relacionados ao testemunho de paleoincêndios e diversos aspectos da atividade humana (SCHEEL-YBERT, 2000). Entretanto o resgate destes dados depende da identificação das amostras através da comparação com materiais de referência de boa qualidade. O objetivo do trabalho é a coleta do material e o tratamento dos mesmos em laboratório.
2 MATERIAIS E MÉTODOS (ou PROCEDIMENTO METODOLÓGICO)
As saídas para a coleta do material botânico, vem sendo realizadas desde junho de 2009, nas proximidades de sítios arqueológicos da região de Rio Grande/RS. As coletas serão realizadas nas imediações de sítios no período de Julho à Outubro, uma vez ao mês. O material coletado é então trazido para o laboratório, onde passa por diversas etapas de tratamento, como secagem do material à temperatura ambiente, medição e pesagem antes e depois da queima, e em seguida, são embalados individualmente em papel alumínio identificado e levado à mufla para a carbonização. A carbonização é feita em forno mufla a uma carbonização é feita em forno mufla a uma temperatura entre 400 e 500ºC durante 30 a 60 minutos é o geralmente aconselhado na literatura (PEARSALL, 2000). Após a carbonização, as amostras devem ser organizadas de forma a facilitar seu acesso e consulta. Por isso, são utilizadas caixinhas ou tubos plásticos conservados em caixas, onde constam uma etiqueta com o nome da espécie e o número de referência.
3 RESULTADOS e DISCUSSÃO
O uso de coleções de referência implica em aumentar a diversidade de amostras já existentes, e de fato esta é a melhor forma de aprender a reconhecer as espécies. Além disso, todo material coletado no campo deve sempre ser acompanhado pela coleta de alguns ramos com material fértil (flores e/ou frutos), de forma que possa ser ampliado o número de amostras dos mesmos também.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
No momento não há resultados, mas espera-se que as coletas sejam satisfatórias, de maneira que a diversidade de amostras já existentes, possa ser ampliada.
REFERÊNCIAS
PEARSALL, D.M., 2000. Paleoethnobotany:A handbook of procedures. 2Nd edition. San Diego: Academic Press. 700p.
SCHEEL-YBERT, R.,2000. Vegetation stability in the southastern Brazilian coastal area from 5500 to 1400 14C yr BP deduced from charcoal analysis. Review of paleobotany and palynology, v 110, p. 111-138, 2000.
SCHEEL-YBERT, R.,2004. TEORIA E MÉTODOS EM ANTRACOLOGIA.1.CONSIDERAÇÕES TEÓRICAS E PERSPECTIVAS;2 - TÉCNICAS DE CAMPO E DE LABORATÓRIO. Arquivos do Museu Nacional, Rio de Janeiro, v.62, n.4, p.343-356.



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