Proposta de atividades técnicas para 2007



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PROPOSTA DE ATIVIDADES TÉCNICAS PARA 2007

Ref: JANEIRO A DEZEMBRO DE 2007

Coordenador Geral:

Dr. Carlos José Duarte

OAB: 192241-SP.

Tel: 4821-4829 / 9843-4911.

JANEIRO A ABRIL DE 2007


  1. Início da elaboração e desenvolvimento de projetos educativos como o “Projeto de combate ao Piolho”, “Verminose combatida, Saúde defendida” e “Operação Cidade Limpa”. (em anexo)

  2. Realização de Mutirões de Saúde nos bairros mais afastados do município (em anexo).

  3. Fortalecimento de parcerias com as instituições privadas de ensino Universidade Metodista de São Paulo e Centro Universitário de Santo André.

  4. Através de convênio firmado com o Ministério da Saúde, houve a liberação de recurso para a reequipar o Centro de Reabilitação de Fisioterapia, melhorando a qualidade e o número de atendimentos realizados mensalmente.

  5. Recadastramento da população idosa do Município, visando o conhecimento da real população local e melhorar o atendimento em Saúde da mesma.

  6. Continuação dos projetos “Busca ativa de Tuberculose”, “Sorria São Paulo” e “Saúde Ativa”.

  7. Desenvolvimento de oficinas de atendimento em Saúde Mental com a realização de terapias em grupo em diversas faixas etárias.

  8. Adaptação do plano de trabalho às conjunturas atuais.

  9. Início do projeto de HPV



Avaliação do Cronograma Original do Projeto

ANO 3- JUNHO 2006/ JUNHO 2007.








Atividade

Realizado (R)

Não Realizado (NR)

Ano 3

J






Mes 1-12

Junho 2006



Junho

Desenvolvimento do projeto “busca Ativa de Tuberculose.

Parcialmente R






J

Desenvolvimento do Projeto Cloradores


R


Mês 5-6

OOutubro

NNovembro



Desenvolvimento do projeto de aplicação da vacina BG-ID para os funcionários do Município.


R







Realização do ABC nos bairros


R

Mês 7

Ddezembro

Desenvolvimento do projeto “Saúde Ativa”


R

Mês 8

2007


JJaneiro

Avaliar qualidade de vida da população mediante melhora da qualidade dos serviços de saúde.

R


Mês 9

FFevereiro

Realização do Multirões de Saúde

R

Mes

9-10-11-12



FFevereiro

M a Maio



Avaliação dos projetos realizados

R







Operação Cidade Limpa

R







Projeto de combate ao Piolho

R







“Verminose combatida, Saúde defendida”

Parcialmente R

Mês 10-11

Março

Abril


Início do projeto de combate ao piolho

R

Mes 11 –12

Abril

Maio


Fortalecimento de parcerias com instituições privadas.

Parcialmente R

Mês 12

MMaio

Entrega dos relatórios de atividades técnicas

NR

Mês 12

MMaio

Elaboração do Manual de Políticas Públicas

NR




Nome da Entidade

País/Departamento

Nome

Cargo

Endereço

Telefone

Correio electrônico

1. Prefeitura Municipal de Santo André

Secretaria de Saúde BRASIL

Célia Chaer

odontóloga

Praça IV Centenario n 1

Santo André

Tel: 44333058 Fax 44 33 3059


cadfchaer@santoandre.sp.gov.br


2. Gobierno de Buenos Aires

Buenos Aires ARGENTINA

Ricardo Paveto

Secretaría de Descentralización y Participación Urbana

Ciudad de Buenos Aires

0054 11-4702-9083

11-4783-9370

ripavet@yahoo.com.ar


3. Prefeitura de Mauá

Brasil








Av. João Ramalho, 205 - Vila Noemia - MAUÁ




saude@maua.sp.gov.br


4. Espiral, Entitat de Serveis

 Girona ESPAÑA

Joaquim de Toca

Presidenta

C/Rutlla,22 Girona 17002 Catalunya, España

00 34 97 2224256 Fax 34 972203069

espirals@espirals.org

jde_toca@uoc.edu 

5. Provincia de Milano

Azienda Sanbitaria Locale

Teresa Bambino

Dirigente

Psicóloga

Via Monte Grapa 40

Limbiate 20051

0299513851

fax 0299513860

noa_1@aslmi.mi.it


6. Prefeitura de São Paulo


BRASIL

Secretaria de Saúde

Fabiana Delbon

Coord. Álcool e Drogas

Psicóloga

Rua das Palmeiras 230

Apto 74 Santa Cecília – SP cep 01226-010

Cel (005511) 96009677

fdelbon@aol.com


7. A.S.L. CE/2 – AVERSA


ITALIA


Fabrizio Storace

Carla Tadeo

Oficina Projetos Especiais




0815001216

 starace.fabrizio@virgilio.it


8. Rio Grande da Serra

BRASIL


Carlos José Duarte

Coordenador Geral

advogado




55 11 48211145

cjdadvo@yahoo.com.br


9. El Bosque

Chile

Claudia Morales

psicóloga

Secretaria de Saúde

FONO 56 2 5401687

claudiam80@hotmail.com


10. Moron

ARGENTINA

Luis Disanto

psicólogo

Guatemala 4270 1er. piso, dpto "C", (C. 1425), Buenos Aires

54-11) 4826-4579


ldsanto@hotmail.com

luisdisanto@yahoo.com.ar

11. Trieste y Friuli Veneza Giulia

Italia

Cesare Zago


Diretore Área del Personale – Agencia Regionale della Sanitá

Piazzale S. Maria della Misericórdia ,15 cep 33100 Udine

0039 0432549- 111


cesarino.zago@sanita.fvg.it


12. Prefeitura Municipal de Rincão

BRASIL

Teresinha Ignes Servidone

prefeita

Rua sete de setembro 86 Centro CEP 14830-000

16 – 33951127


pref.rincao@itelefonica.com.br


13. Perito

ARGENTINA

Gustavo Hurtado

psicólogo

Yatay 120 T2-10B

54 11 49823831

ghurtado@fibertel.com.ar


14. Coord. Técnico

BRASIL

Eliane Guerra Nunes

médica

Rua do Bosque. 219

Santo André - 09040280

551181874172

elianeguerra@directnet.com.br



ANEXOS


PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO GRANDE DA SERRA

Estado de São Paulo


Mutirões
Foram realizados mutirões nos Bairros Sete Pontes, Praça da Bíblia e Vila São João Vila São João.

O publico alvo desta campanha, foram pessoas portadoras de Hipertensão Arterial e Diabetes, muito embora tenhamos feito atendimento a todos os munícipes que compareceram ao local.

Neste referido evento, contamos com a colaboração de uma equipe multiprofissional de nossa Secretaria de Saúde, como segue:

Enfermagem, Recepção, Serviço Médico, Agentes Comunitário de Saúde, Serviço Social, Vigilância Sanitária, Centro de Controle de Zoonozes.

As atividades realizadas foram:


  • Verificação de Pressão Arterial

  • Teste de Glicemia Capilar (exame de dextro)

  • Controle de peso e estatura

  • Consultas médicas

  • Cadastro de pacientes no Programa Hiperdia

  • Distribuição de folhetos explicativos

  • Distribuição de Preservativos

  • Realização de Palestras com os temas:

  • Planejamento Familiar

  • Prevenção de DST´s

  • Saúde Bucal

  • Prevenção à Dengue

  • Leptospirose

Foram atendidas 600 pessoas, (entre: Diabéticos, Hipertensos e atendimento Pediátrico) e realizados 50 cadastros no Programa Hiperdia.

A campanha foi considerada um sucesso, tendo em vista que conseguimos alcançar nosso objetivo, que era a buscativa de pessoas portadoras de Hipertensão e Diabetes que residem nos bairros onde realizamos o mutirão.

Nosso intuito é fazer esta busca em todos os Bairros, para que não falte atendimento a nenhum de nossos Munícipes, tendo em vista que temos varias pessoas portadoras de tais deficiências não fazem o devido tratamento, e além disso, fazer promoção à saúde e prevenção de doenças.

Sabemos que teremos que quebrar várias barreiras e lutarmos muito para conseguirmos alcançar todos nossos objetivos, mas com a participação de nossa equipe de profissionais e de toda à população conseguiremos fazer uma “Saúde” melhor. Foi um trabalho lindo, produtivo e um grupo coeso, maravilhoso, com grande ênfase na defesa do SUS.

Foi gratificante para todos nós estar trabalhando junto à comunidade. Sempre acreditamos que é possível desenvolver e avançar em grupo lutando pela região, isso só tem a ganhar todos. Aí está a prova, um trabalho sério, visando melhoria na Saúde de uma Cidade tão carente.

UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO

FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

CURSO BIOMEDICINA

DANIELLE ROSSI

PAOLA DE CARVALHO BRAGA

PRISCYLLA MIQUELIN MARTINKOSKI




Epidemiologia do Papilomavírus Humano na cidade de Rio Grande da Serra – SP, Brasil, determinada pelo diagnóstico colpocitológico e molecular - Orientação e Prevenção.

(projeto Piloto para aprovação)

Orientador: Prof. Flávio Buratti Gonçalves

Coorientador: Prof. Nilton de Oliveira Silva

SÃO BERNARDO DO CAMPO

2007

Objetivo
Avaliar a incidência e prevalência do Papilomavírus Humano (HPV) na cidade de Rio Grande da Serra – SP, tendo como participantes do projeto mulheres de diferentes faixas etárias, incluindo adolescentes, gestantes e mulheres casadas com ou sem sintomas aparentes de infecção por HPV. Esses parâmetros serão avaliados com o apoio da Merck S/A na doação da ‘’KOD High Fidelity Polymerase’’ (Kit de PCR) e através da realização da colpocitologia. Por isso dentre os nossos objetivos encontram-se a validação e a comparação desses métodos. Após a obtenção dos resultados, através de um programa de orientação, realizaremos a prevenção das pacientes visando minimizar o aparecimento de novos casos, além da reinfecção.

Introdução
O Papilomavírus Humano (HPV) é um DNA vírus exclusivamente intracelular que infecta células mitoticamente ativas para se estabelecer com o epitélio. É o causador do condiloma acuminado, também conhecido como crista de galo ou verruga venérea. Pode ainda ser responsável por doença subclínica e estar associado a lesões pré-malignas e mesmo a algumas neoplasias intra-epiteliais.

O HPV interage com nossas células através de vários estágios diferentes. O primeiro é a fase de incubação, que dura de duas semanas a oito meses ou mais (média de três meses). Esse é o tempo no qual se estabelece a interação célula-vírus sendo regulada por fatores locais (ex: tabagismo, falha do sistema imune, ou predisposição genética).

A infecção viral pode permanecer sem manifestação ativa da doença nas células basais, provavelmente na maior parte das pessoas expostas ao HPV. A doença ativamente revelada resultará numa expressão morfológica em células escamosas diferenciadas. Quando isso ocorrer, há uma fase de proliferação ativa que dura de três a seis meses.

Durante essa fase ocorrerão alterações no crescimento da camada basal, replicação viral nas camadas médias e efeitos citopáticos virais nas células superficiais que levarão ao início da formação dos condilomas.

Após a resposta das células B e T à infecção por HPV, segue uma fase de quiescência de três a seis meses. A maioria das lesões iniciais do HPV tende a regredir espontaneamente por provável resposta do sistema imunológico, mas o HPV ainda estará presente, só que em forma latente.

O vírus além de interferir na velocidade mitótica, parece interferir também na citocinética, especialmente nas lesões de baixo grau, ocorrendo multinucleação e atipias celulares atribuídas à poliploidização. As células desenvolvem halos perinucleares (coilocitose), acantose, atipia citológica, multinucleação e vacuolização citoplasmática.

Classicamente a infecção pelo HPV pode ser dividida em três formas distintas: clínica (aparecimento do condiloma, pode ser visto tanto pelo ginecologista quanto pelo paciente; sendo certo que se trata do menor percentual dos casos), subclínica (diagnosticada apenas com o uso do colposcópio após aplicação de ácido acético a 5%) e latente (apenas identificada através de hibridização molecular do DNA do HPV em indivíduos com tecidos clínica e colposcopicamente normais).

A anatomia patológica tem papel amplo no estudo do Papilomavírus humano, abrangendo as diversas áreas.

A colpocitopatologia consiste em um método de observação do epitélio dos diversos órgãos do trato genital inferior em vários aumentos, e o reconhecimento dos seus aspectos normais e anormais. Já na histopatologia o diagnóstico é feito através de biópsia da lesão, verificando as estruturas celulares. Na imuno-histoquímica pode-se detectar o revestimento protéico das partículas virais do HPV que se encontram nas lesões vistas na microscopia óptica em material incluído em parafina ou em preparados citológicos, sendo utilizados anticorpos policlonais contra antígenos específicos aos vários tipos de HPV. Não é o método de escolha devido a sua baixa sensibilidade. A microscopia eletrônica é utilizada para ampliar o entendimento sobre a relação do HPV com a célula hospedeira, restringindo-se a protocolos investigativos. Por fim, temos a biologia molecular que é de suma importância para o diagnóstico e orientação de conduta a ser tomada em pacientes com HPV. Os métodos atualmente disponíveis em biologia molecular são a hibridização in situ, a captura híbrida e o PCR.

No caso da PCR (reação em cadeia de polimerase) há uma grande sensibilidade devido ao seu potencial de amplificação de um segmento específico de DNA do agente investigado. Através de repetidos ciclos de desnaturação do DNA por calor (95°C), pareamento dos “primers“ específicos (40- 60°C) e atividade de polimerização da enzima DNA polimerase termorresistente (68- 75°C), geram-se milhões de fragmentos idênticos de DNA, que são visualizados sob iluminação ultravioleta, permitindo o diagnóstico. Posteriormente é feita a tipagem do vírus através da digestão com enzimas de restrição, fornecendo um padrão tipo-específico, ou através da hibridização com sondas específicas para cada tipo. Uma grande vantagem do método é a multiplicidade de materiais a partir dos quais se pode realizar a PCR.

Atualmente, a infecção genital pelo HPV é a doença sexualmente transmissível (DST) viral mais freqüente na população sexualmente ativa. No Brasil, alguns estudos utilizando a técnica de PCR encontraram diferentes taxas de prevalência em populações variadas. Em estudo de caso-controle realizado em São Paulo, por exemplo, observou-se presença de 17% de DNA-HPV no grupo controle e de 84% no grupo com câncer de colo uterino.

A história natural desta infecção não é bem conhecida em homens. Em mulheres, porém, um estudo com seguimento por 12 anos revelou que mais de 65% das infecções pelo HPV regridem espontaneamente, enquanto apenas 14% progridem até lesões displásicas.

Conseqüentemente a prevenção é o melhor a se fazer. O uso de preservativo pelo homem deve ser estimulado para evitar outras DST’s que possam estar associadas. O preservativo feminino poderia agir de forma mais eficaz por proteger uma maior área da genitália.

O papanicolau (citologia oncótica) e a colposcopia devem ser realizados periodicamente em mulheres com vida sexual constante ou naquelas que já foram sexualmente ativas no passado. Para as mulheres com idade acima dos 40 anos o exame deve ser feito a cada seis meses.

Aprovada pela ANVISA, a vacina preventiva contra quatro tipos de HPV já está no mercado, sendo indicada na população com idade entre 9 e 26 anos, que ainda não iniciaram a vida sexual; protege o organismo do vírus por cinco anos. Mas, especialistas no caso recomendam que mesmo com a chegada da vacina contra o HPV, a camisinha deve sempre ser utilizada, visto que são várias as doenças sexualmente transmissíveis.


Metodologia
1. A abordagem
Período: Fevereiro e Março de 2007.

A fase inicial do nosso trabalho consiste na conscientização da população estudada, inicialmente gestantes, adolescentes e mulheres casadas. Para isso pretendemos organizar um simples seminário de conscientização e sensibilização das pacientes. Segue os tópicos a serem abordados:



  1. O HPV e os principais tipos de lesões associados a ele;

  2. A importância da coleta e do diagnóstico, como forma de prevenção do câncer do colo uterino;

  3. Orientações sobre as condições apropriadas para a coleta do material;

  4. Importância dos resultados que serão entregues ao medico para o início de um trabalho de tratamento, orientação e prevenção.

É válido ressaltar que esse seminário dependerá da disponibilidade das pacientes em nos receber e de um local para que possamos realizar o evento. Caso contrário essa conscientização poderá ser feita pela distribuição de folhetos explicativos em alguns pontos estratégicos.

Existe, também, a possibilidade deste tipo de trabalho já estar sendo realizado pelos postos de saúde da região, como o programa de saúde da família. Neste caso podemos planejar uma orientação mais específica para os agentes da saúde, idealizadores do programa.

2. A coleta

Período: Abril a Julho de 2007.

Amostras: Para o exame citológico, sob visão direta do colo, deve-se obter todo o material da superfície do colo, além do canal endocervical e paredes vaginais. É fundamental a representação adequada da região da junção escamo – colunar (JEC). Os esfregaços deverão ser feitos não muito espessos, em lâmina identificada e fixada em álcool. Já para o diagnóstico molecular as amostras poderão ser secreções cervicovaginais, raspado de lesões, ou ainda amostras citológicas ‘’a fresco’.

População: Adolescentes que já tenham iniciado suas atividades sexuais, gestantes e mulheres casadas, totalizando um número amostral de 100 a 150.

Será estabelecido um cronograma para que nós, realizadoras do projeto, possamos, cerca de duas vezes por semana, comparecermos aos postos de saúde para o acompanhamento da coleta e para o transporte do material, de forma adequada, para o Laboratório de Análises Clínicas da Universidade Metodista de São Paulo, local de realização dos exames. A nossa presença no momento da coleta será importante, também, para realizarmos uma anamnese da paciente, pois informações específicas sobre hábitos sexuais, paridade, sinais clínicos, exames preventivos anteriores, entre outros, será importante para uma correlação clínica no momento do diagnóstico. Além disso, será elaborado um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido que deverá ser lido, compreendido e assinado pela paciente no momento da coleta. Neste termo constarão todas as etapas do projeto e os nossos objetivos. A amostra será processada, apenas, se tivermos a autorização da paciente.

3. Fase analítica

Período: Abril a Julho de 2007.

Local: Laboratório de Análises Clínicas da Universidade Metodista de São Paulo – Labmesp.

Concluindo a fase pré – analítica, iniciaremos o processamento das amostras. Os métodos de diagnóstico serão a colposcopia e a biologia molecular, pela reação em cadeia de polimerase (PCR).

Teremos o apoio da Universidade Metodista de São Paulo e da Merck S/A, que disponibilizarão materiais para a realização dos exames, incluindo corantes e reagentes básicos para citologia, kits de PCR (DNA polimerase, tampões, primers e mix de nucleotídeos), marcadores e reagentes para eletroforese, além dos equipamentos básicos como termocicladores e centrifugas que já fazem parte da planta de biologia molecular do laboratório. Contamos, também, com o apoio de alguns pesquisadores especialistas em virologia, para nos fornecer protocolos específicos, principalmente para o PCR.

Nós, realizadoras do projeto, estabeleceremos junto aos nossos orientadores, um fluxograma para realização de cada etapa.

4. Os resultados

Período: Agosto de 2007.

Todos serão descritos da forma adequada e assinados pelo responsável do setor. Em seguida serão entregues aos clínicos responsáveis pelas pacientes estudadas, para que este possa fazer a correlação clínica apropriada, indicando, assim, o melhor tratamento para paciente.



5. A orientação e prevenção

Período: Setembro e Outubro de 2007.

Novas palestras serão realizadas para orientação e prevenção das pacientes que participaram do projeto. Sabemos da relevância da infecção em termos de Saúde Pública. Por isso o final do nosso projeto consistirá em reforçar e conscientizar essas adolescentes e mulheres deste problema que acomete milhares de pessoas no Brasil, sendo uma das principais causas de câncer de colo de útero, e alerta-las da necessidade de realização de exames periódicos. Para aquelas de resultado positivo e importância clínica, orientá-las sobre a necessidade do tratamento correto e o retorno para o monitoramento da doença.

Além disso, é importante acompanha-las durante esses meses para avaliar o quanto dessas informações foram absorvidas e úteis para minimizarem o aparecimento de novos casos e de reinfecção.


Referências
- I Consenso Brasileiro de HPV, 1° edição, São Paulo-2000.

- Jornal do Cremesp, setembro-2006.

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO GRANDE DA SERRA

ESTADO DE SÃO PAULO


PROJETO OPERAÇÃO CIDADE LIMPA


Secretaria da Saúde
SÃO PAULO

2007
PROJETO COMBATE AO LIXO





  1. Introdução

O lixo é tecnicamente chamado de Resíduo Sólido. Conceituamo-nos como qualquer material quando seu proprietário ou produtor não o considera mais com o valor suficiente para conserva-lo; por outro lado, o lixo resulta da atividade humana por isso considerado inesgotável, é diretamente proporcional à intensidade industrial e o aumento populacional.

O acentuado crescimento populacional (principalmente urbano) e o desenvolvimento industrial e tecnológico, ocorrido no último século e acentuado após a 2ª guerra mundial, impuseram a criação de novas opções de consumo ao homem, gerando assim muitos problemas para o meio ambiente e consequentemente ao homem, dentre os quais os resíduos, que ocasionam a poluição do meio ambiente.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas e do IBGE 60 milhões de brasileiros não possuem saneamento básico e 16 milhões não possuem coleta de lixo.

Do ponto de vista sanitário, assinalamos que a importância do lixo como causa direta de doenças, não esta bem comprovada, porém como fator indireto, o lixo tem grande importância na transmissão de doenças através de vetores como moscas, mosquitos, baratas e roedores, que encontram no lixo alimento, abrigo e condições adequadas para proliferação.


2. Objetivos

- Conscientizar a população quanto à importância do assunto,

- Melhorar a qualidade de vida da população.
3. Materiais e Métodos
O projeto se iniciará com palestras de cunho orientativo para as dirigentes das escolas que deverão repassar as informações para os professores e conseqüentemente para os alunos.

A ação acontecerá dia 09 de abril de 2007 e contará com a participação dos alunos das escolas estaduais de Rio Grande da Serra e dos funcionários das Secretarias previamente citadas.

Serão utilizadas cerca de 2000 luvas, 2000 sacos plásticos por escola para a coleta do lixo nas proximidades de cada escola. Sendo que, para divulgação utilizaremos faixas que serão distribuídas em pontos estratégicos do município.

O trabalho será apresentado à população com publicação de notas no jornal local.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
James, Barbara Lixo e reciclagem / Barbara James; Tradução Dirce Carvalho de Campos; revisão técnica José Carlos Sariego. – São Paulo : Scipione, 1997. – (Coleção preserve o mundo).
Lima, Luia Mário Queiroz. Lixo Tratamento e Biorremediação. – São Paulo : Hemus, 1995.
Manual de Saneamento. 3ª ed. – Brasília : Ministério da Saúde : Fundação Nacional de Saúde, 1999
PHILIPPI JÚNIOR, Arlindo, org. Saneamento do Meio. São Paulo, FUNDACENTRO, Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública. Departamento de Saúde Ambiental, 1992.

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO GRANDE DA SERRA

Estado de São Paulo

Secretaria de Atenção à Saúde

Vigilância à Saúde

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO GRANDE DA SERRA

ESTADO DE SÃO PAULO

PROJETO EDUCACIONAL VERMINOSE COMBATIDA, SAÚDE DEFENDIDA.

Secretaria da Saúde e da Educação

SÃO PAULO



2007
PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO GRANDE DA SERRA

Secretária de Atenção à Saúde

Departamento de Vigilância à Saúde

PROJETO EDUCATIVO VERMINOSE COMBATIDA, SAÚDE DEFENDIDA.


1. Introdução
O controle das parasitoses intestinais (PI), não obstante uma série de medidas técnicas para este fim, não tem, nos países subdesenvolvidos, atingido o êxito obtido por aqueles de economia avançada. Uma série de fatores complexos, principalmente o custo financeiro de medidas técnicas – a exemplo de saneamento e uso de quimioterápicos – e questões pertinentes à participação da comunidade nos programas oficiais, têm contribuído para este insucesso (OMS, 1982).

As parasitoses intestinais possuem ampla distribuição geográfica, elevados índices de prevalência e, em alguns casos, morbidade significante.

No complexo ciclo das PI, a comunidade representa o elo mais importante deste ecossistema.

Por isso, nos programas de controle, a população deve não só ser informada, mas principalmente participar do processo de forma dinâmica "conscientemente engajada no planejamento, implementação, monitoração e avaliação" (OMS, 1982).

No que se refere ao processo saúde-doença, a cultura determina as atitudes e respostas que qualquer sociedade venha a apresentar, assim como é indispensável conhecer as diferentes modalidades desse fenômeno não só para promover a saúde na comunidade como para compreender os processos da doença.

De-Cid Peralta (1981), afirma que a educação é um dos fatores chaves para impulsionar o fomento de saúde e que "através de um conhecimento progressivo da capacidade individual para modificar e melhorar as condições que contribuem à morbidade, os indivíduos poderão adquirir maior interesse na mudança de seu comportamento, assim como de seu meio ambiente". Os indivíduos assim poderão "participar efetivamente no planejamento, implemento e avaliação de programas, contribuindo ativamente para prevenção e promoção" (OMS, 1982).

A Secretaria da Saúde, a Secretaria da Educação, juntamente com o Departamento de Vigilância à Saúde uniram-se em busca de dispensar informações sobre o assunto para a população, sendo assim, elaboraram o projeto educativo, visando conscientizar a comunidade de que a luta contra as PI depende de todo um processo de ação coletiva, no qual sua participação seria fundamental para o sucesso desse controle.

O projeto educativo foi organizado, para ser aplicado aos escolares e seus responsáveis. Será realizado nas Creches e EMEIs Municipais, sendo 03 (três) creches Municipais, com 262 (duzentas e sessenta e duas) crianças inscritas e, também, 06 (seis) EMEIs, onde estão matriculadas 1.410 (um mil quatrocentos e dez) crianças de 03 a 06 anos de idade.


2. Objetivos

  • Realizar exames coprocitológicos em todos os alunos matriculados em nossa rede de ensino,

  • Conscientizar a população quanto à importância do assunto,

  • Tratar, adequadamente em nossa rede de saúde, todas as crianças que apresentarem diagnósticos de verminose,

  • Melhorar a qualidade de vida da população.

3. Materiais e Métodos

Ao desenvolver o projeto educativo como forma de intervenção na transmissão das parasitoses intestinais, a equipe coordenadora do trabalho tinha também implícito que sua ação se desenrolaria em um processo de interação conjunta, com os demais participantes, em um esforço de despertar a análise critica do problema em questão. Essa equipe era multidisciplinar, uma vez que envolvia profissionais de várias áreas.

Inicialmente houve uma reunião com todos os membros da equipe, logo após, realizamos um levantamento de todo o material necessário e como o projeto se realizaria.

O mesmo terá início em Janeiro com a limpeza das caixas d`água das Creches e EMEIs Municipais, logo após será agendado uma reunião com os responsáveis pelas crianças que encontram-se na unidade educacionais, onde ofereceremos palestras educativas sobre o tema e explicaremos o projeto. O mesmo se iniciará na Creche e Emei localizada na Vila Lopes (Creche e Emei Padre Giuseppe Pisoni), seguido da Santa Tereza (Creche e Emei Vereador José Olímpio da Silva) e Centro (Pinguinho de Gente).

Haverá inicialmente, a coleta de uma amostra de fezes de cada criança, onde será enviada para análise no laboratório do Hospital Serraria, sendo enviada uma quantidade de 20 amostras por dia nas segundas, quartas e sextas-feiras, logo após a coleta, todas as crianças farão uso da medicação Mebendazol 5ml, duas vezes ao dia durante 3 (três) dias, ou Metronidazol, com doses de 5mg/Kg/dia divididas em 3 (três) tomadas iguais durante 10 (dez) dias.

Após a terapêutica medicamentosa, haverá a coleta da segunda amostra de fezes para as crianças que apresentarem resultado positivo na primeira amostra. Após esse segundo resultado, se for positivo, a criança será encaminhada para a unidade mais próxima de sua residência para uma avaliação médica e a mesma receberá o tratamento que o médico julgar necessário.

Os resultados obtidos serão analisados e apresentados em forma de tabelas e gráficos à Secretaria da Saúde, à Secretaria da Educação e à população com a publicação de uma nota sobre o trabalho no jornal local.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ORGANIZATION MONDIALE DE LA SANTÉ. Groupe Scientifique de Infections Intestinales à Protozoaires et à Helminthes, Geneve, 1982. Rapport. Geneve, 1982. (Series de Rapports Techiniques, 666).

DEL CID PERALTA, E. La educacion en el logro de una meta: salud para todos en el año 2.000. Bol.Ofic.sanit.panamer., 91:401-7, 1981.




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