Projetos desenvolvimento dos Projetos



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  1. PROJETOS




    1. Desenvolvimento dos Projetos

Os projetos básicos e executivos deverão ser desenvolvidos pela CONTRATADA conforme Termo de Referência da licitação em questão. Ainda, conforme a Lei Federal n.º 12.462, de 5 de agosto de 2011, a CONTRATADA deverá respeitar normas relativas à:



  • Disposição final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos gerados pelas obras contratadas;

  • Mitigação por condicionantes e compensação ambiental, que serão definidas no procedimento de licenciamento ambiental;

  • Utilização de produtos, equipamentos e serviços que, comprovadamente, reduzam o consumo de energia e recursos naturais;

  • Avaliação de impactos de vizinhança, na forma da legislação urbanística;

  • Proteção do patrimônio cultural, histórico, arqueológico e imaterial, inclusive por meio da avaliação do impacto direto ou indireto causado pelas obras contratadas; e

  • Acessibilidade para o uso por pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

Os projetos básicos e executivos desenvolvidos de acordo com o Anteprojeto, apresentado pela PMP, bem como, todos os detalhes que se fizerem necessários serão apresentados pela CONTRATADA, os quais deverão ser submetidos ao Departamento de Edificação (DEDIF), da Secretaria de Obras Públicas (SEMOP), pertencente à PMP, para análise e aprovação.

Os projetos deverão reaproveitar ao máximo os materiais existentes, oriundos da desmontagem.

Além de visitar o local da obra, a proponente deverá realizar visita ao local onde estão armazenados os materiais, para verificação e elaboração de proposta.

O projeto deverá considerar que os respectivos acessos veiculares deverão inserir-se em um sistema de vias de serviços, pois os aspectos segurança e controle de acesso deverão ser maximizados ao extremo, tendo como visão principal o complexo esportivo.

A aprovação dos projetos em órgãos ou concessionárias pertinentes será de responsabilidade da CONTRATADA (exemplo: Projeto Legal de Arquitetura aprovado na Secretaria Municipal de Urbanismo da Prefeitura de Pinhais).

O Certificado de Vistoria de Conclusão de Obra (CVCO), as taxas e os emolumentos serão de responsabilidade da CONTRATADA.

O CVCO poderá ser liberado até a aceitação definitiva.

A CONTRATADA deverá encaminhar diretamente à FISCALIZAÇÃO, os projetos, estudos, croquis ou outros elementos técnicos necessários, para a devida aprovação.



    1. Acompanhamento Técnico


Promover a interface do autor do projeto com a obra, acelerando as necessárias decisões / soluções de problemas eventualmente surgidos. Diminuir dúvidas de projetos.

Promover os ajustes para adequação do projeto de implantação / arquitetura às condições específicas do local observadas no transcorrer da obra. Participar das decisões sobre alterações de especificações de materiais e/ou serviços que eventualmente se imponham.

Será de responsabilidade da CONTRATADA a execução do “AS BUILT” da obra.

Os desenhos de “AS BUILT” deverão estar em acordo com a obra e serviços executados no que se referem às dimensões, locações, identificações e especificações dos materiais e equipamentos introduzidos, alterados ou modificados durante os trabalhos.

Os desenhos devidamente corrigidos pela CONTRATADA deverão ser aprovados junto às concessionárias responsáveis.

Todas as interferências encontradas, e que não constem de desenhos fornecidos deverão ser levantadas e cadastradas, em cadernetas de campo.

“Em virtude da complexidade, alta especialização e especificações especiais para os projetos arquitetônicos e seus complementares do Complexo Velódromo, objeto desta licitação, devem ser consideradas sua execução, coordenação, consultoria especializada e acompanhamento sob responsabilidade direta dos autores do projeto”.

  1. ÁREA DAS INTERVENÇÕES, DIRETRIZES E MEMORIAL DO COMPLEXO VELÓDROMO




    1. Área Coberta Estrutura Metálica

Para a elaboração do quantitativo deve-se contemplar o projeto original da estrutura, cobertura e fechamento (metálico), o qual será implantado integralmente.



Área de construção aproximada: 9.500,00 m²


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Figura 10 - Vista geral da Pista de Competição, Arquibancada e Arena Central


      1. Arquibancada:

Readequação da arquibancada com a remoção e a realocação de assentos, criando, desta forma, áreas para cadeirantes e obesos, atendendo a atender a NBR 9050. Capacidade de 1.200 (um mil e duzentos) até 1.500 (um mil e quintos) espectadores, conforme projeto executivo. Caso seja possível, utilizar o excedente das cadeiras no Mezanino, acima da Área de Apoio.










Na entrada, deverá possuir rampas de acesso, externas à cobertura, dimensionadas para atender a NBR 9050 e ao CSCIP; e internamente, permitindo o acesso aos banheiros, abaixo da arquibancada.




      1. Pista de Competição:

Para a elaboração do orçamento deve-se contemplar o projeto original da pista do velódromo.


A pista de corrida deverá ser executada por uma empresa especializada. Deverá ser reconstruída a pista completa com acessos, guarda corpo e piso de madeira, incluindo o design de padrão internacional.

Deverá ser reaproveitada a estrutura de madeira existente, reparando as vigas existentes, sempre que necessário, montar a estrutura com as coordenadas exatas, entregar toda a madeira que falta para completar a estrutura, entregar e executar a camada da pista, entregar e fornecer a nova estrutura de acesso a pista,  reutilizar os vidros laterais da pista, entregar todas as ferramentas especiais necessárias (pregos, parafusos , etc.), pintar as linhas e “cote d' azur” correspondentes aos regulamentos da UCI, ter uma equipe de carpinteiros especializados e por fim, coordenar tudo até a entrega da obra completa.

O velódromo desmontado, proveniente de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, o qual deverá ser remontado, e se necessário feito algum reparo ou complementação, possui as seguintes dimensões:


  • Comprimento médio da pista: 250,00m (considerando a linha preta interna da pista)
  • Largura aproximada da pista: 7,00m para pista de ciclismo mais 6,50m para patinação de velocidade.


  • Dimensões internas: 100 x 40 m.

  • Dimensões das ripas do piso: 30 mm x 40 mm

  • Estrutura e pista: Madeira maciça Siberiana.

  • Angulação Máxima (curvas): 42 graus.

  • Angulação Mínima (retas): 12 graus.

  • Ondulações no piso: máximo 5 mm em 2 mm

O design, o planejamento e a construção demandam alto grau de especificação técnica e experiência.

A escolha do material da estrutura e piso da pista foi a “Madeira Maciça”. Pela qualidade final obtida, somente pisos de madeira são homologados para campeonatos internacionais. Não será permitida a utilização de “poly wood” ou compensados, pois a exposição destes materiais à umidade relativa da cidade de Pinhais-PR não é favorável. Não serão aceitos madeiras com fissuras ou rachaduras. Todo material à ser utilizado deverá ser de primeira qualidade e conforme especificações da UCI.



      1. Arena (região central da pista):

Deverá ser projetada com piso de madeira flutuante, com características de um espaço múltiplo-uso, atendendo a diversas atividades esportivas e culturais.

No centro da arena, deverá ser feita a demarcação de uma quadra poliesportiva, a qual deverá ter em seu entorno redes de móveis, presas à cobertura, para proteção da pista e divisão das demais atividades que ocorrerão concomitante.

O acesso à arena central deverá ser feita por túneis localizados abaixo da pista de competição. É importante que esse acesso seja feito através de escadas e de rampas, para facilitar o transporte de bicicletas ou outro dispositivo sobre rodas, ou no caso da utilização do espaço para eventos, pela questão da acessibilidade.

Na área central poderá ocorrer eventos comemorativos e culturais, devendo assim ter saídas compatíveis com os usos e os túneis deverão estar dimensionados de acordo com o item 7.1.6 da NPT 12, do CSCIP e demais itens pertinentes.



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Figura 11 - Vista geral da Área de Apoio e Sanitários para o Público


      1. Área de Apoio:




  • Oficina: 109,74m²;

  • Depósito: 109,74 m²;

  • Apoio: Área sem divisão interna, com a finalidade de suprir eventuais necessidades em competições e eventos – instalações temporárias. Deve possuir ventilação, iluminação e instalações elétricas de uso geral - 136,42 m²;

  • Vestiário Masculino: 43,64 m² contendo no mínimo 4 chuveiros, 5 mictórios, 3 vasos sanitários, 4 lavatórios, um banco e divisórias. O vestiário deverá ter banheiro Adaptado para Portador com Deficiência (PcD) masculino: contendo um vaso, um chuveiro e um lavatório (não contabilizados anteriormente) conforme NBR 9050;

  • Vestiário Feminino: 43,67 m² contendo no mínimo 4 chuveiros, 5 vasos sanitários, 4 lavatórios, um banco e divisórias. O vestiário deverá ter banheiro Adaptado para PcD feminino: contendo um vaso, um chuveiro e um lavatório (n ão contabilizados anteriormente), conforme NBR 9050;

  • Box: cada um com 20,92 m²;


  • Escada de acesso ao Mezanino (sobre os boxes);



  • Sala de controle: (som, ar, iluminação, alarme e etc) ao lado dos camarotes, dentro do mezanino;



  • Mezanino (Camarotes): Área sem divisão interna, com a finalidade de comportar os camarotes. Deverá possuir um guarda-corpo em alvenaria com h=1,10m, conforme projeto.


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