Projeto vale do rio pardo minas gerais e bahia estudo de impactos ambientais



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SUL AMERICANA DE METAIS S/A - SAM

PROJETO VALE DO RIO PARDO

MINAS GERAIS E BAHIA

ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS (EIA)


MÓDULO 14 - RELATÓRIO TÉCNICO COMPLEMENTAR 03

RELATÓRIO DE VALORAÇÃO DE CAVIDADES

OS

Tramitação

Via

Data

1VNNS004-OS-00001

1VNNS004-TR-000215

01

JUNHO / 2012


SUL AMERICANA DE METAIS S/A - SAM

PROJETO VALE DO RIO PARDO

MINAS GERAIS E BAHIA

ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS (EIA)


MÓDULO 14 - RELATÓRIO TÉCNICO COMPLEMENTAR 03

RELATÓRIO DE VALORAÇÃO DE CAVIDADES


JUNHO DE 2012
ÍNDICE


1 - INTRODUÇÃO 15

2 - ÁREA DE ESTUDO E CONTEXTO ESPELEOLÓGICO 16

2.1 - Área de Estudo 16

2.2 - Contexto Espeleológico 22

2.3 - Enfoque local e regional 28

2.3.1 - Enfoque local 28

2.3.2 - Enfoque regional 29

3 - RESULTADOS 31

3.1 - Diagnóstico Geoespeleológico 31

3.1.1 - Introdução 31

3.1.2 - Procedimentos metodológicos 31

3.1.2.1 - Mapeamento 32

3.1.2.1.1 - Método tradicional 32

3.1.2.1.2 - Mapeamento a laser 33

3.1.2.1.2.1 - Equipamento 34

3.1.2.1.2.2 - Metodologia de campo 38

3.1.2.1.2.3 - Tratamento de dados 39

3.1.2.1.3 - Análise espeleométrica 43

3.1.2.1.4 - Análise litológica e estrutural 45

3.1.2.1.5 - Análise morfológica 45

3.1.2.1.6 - Análise hidrológica 48

3.1.2.1.7 - Análise de depósitos clásticos 48

3.1.2.1.8 - Análise paleontológica 49

3.1.3 - Contexto geológico-geomorfológico 49

3.1.3.1 - Contexto geológico regional 49

3.1.3.2 - Contexto geológico local 51

3.1.3.3 - Contexto geomorfológico regional 53

3.1.3.4 - Contexto geomorfológico local 54

3.1.3.5 - Inserção das cavernas no contexto geológico-geomorfológico 55

3.1.4 - Descrição das cavernas 56

3.1.4.1 - Caverna 008 56

3.1.4.2 - Caverna 039 58

3.1.4.3 - Caverna 045 61

3.1.4.4 - Caverna 046 62

3.1.4.5 - Caverna 050 64

3.1.4.6 - Caverna 052 65

3.1.4.7 - Caverna 053 67

3.1.4.8 - Caverna 059 69

3.1.4.9 - Caverna 071 72

3.1.4.10 - Caverna 072 73

3.1.4.11 - Caverna 090 76

3.1.4.12 - Caverna 099 78

3.1.4.13 - Caverna 110 81

3.1.4.14 - Caverna 112 84

3.1.4.15 - Caverna 117 86

3.1.4.16 - Caverna 121 87

3.1.4.17 - Caverna 124 89

3.1.4.18 - Caverna 126 91

3.1.4.19 - Caverna 130 92

3.1.4.20 - Caverna 134 94

3.1.4.21 - Caverna 135 95

3.1.4.22 - Caverna 144 98

3.1.4.23 - Cavidade 150 99

3.1.4.24 - Cavidade 151 101

3.1.4.25 - Cavidade 152 103

3.1.5 - Análise dos Resultados 107

3.1.5.1 - Espeleometria 107

3.1.5.2 - Inserção das cavernas na paisagem 113

3.1.5.3 - Aspectos litológicos e estruturais 118

3.1.5.4 - Morfologia e Feições 124

3.1.5.4.1 - Morfologia 124

3.1.5.4.2 - Feições 127

3.1.5.5 - Hidrologia 133

3.1.5.6 - Depósitos clásticos e orgânicos 135

3.1.5.7 - Depósitos químicos 137

3.1.5.8 - Aspectos espeleogenéticos 138

3.1.5.9 - Registros paleontológicos 140

3.1.5.10 - Aspectos estéticos, religiosos, cênicos e visitação 141

3.1.6 - Considerações finais 141

3.2 - Diagnóstico bioespeleológico 141

3.2.1 - Introdução 141

3.2.2 - Invertebrados 144

3.2.2.1 - Procedimentos Metodológicos 144

3.2.2.2 - Resultados 150

3.2.3.2.1 - Caracterização das cavidades 150

3.2.3.2.2 - Considerações sobre a fauna inventariada 159

3.2.3.2.3 - Análises 179

3.2.3.2.4 - Considerações finais 185

3.2.3 - Quirópteros 185

3.2.3.1 - Procedimentos Metodológicos 185

3.2.3.2 - Resultados 189

3.2.3.2.1 - Dados secundários 189

3.2.3.2.2 - Dados primários cavidades 195

3.2.3.3 - Espécies ameaçadas, migratórias, bioindicadoras e de valor sanitário e econômico 208

3.2.3.4 - Considerações finais 209

3.3 - Diagnóstico arqueológico 209

3.3.1 - Introdução 209

3.3.2 - Procedimentos metodológicos 210

3.3.3 - Levantamento de dados secundários 212

3.3.3.1 - Breve caracterização histórica e pré-histórica 212

3.3.3.2 - Sítios pesquisados em trabalhos anteriores 212

3.3.3.2.1 - Sítios registrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos - IPHAN 212

3.3.3.2.2 - Sítios registrados na Barragem do Rio Vacaria 213

3.3.3.2.3 - Patrimônio associado a áreas de formações ferríferas 213

3.3.3.3 - Levantamento de dados primários 215

3.3.3.3.1 - Ocorrências arqueológicas 215

3.3.3.3.2 - Caverna 039 215

3.3.3.3.3 - Caverna 072 216

3.3.3.3.4 - Considerações Finais 219

4 - VALORAÇÃO DAS CAVIDADES 220

4.1 - Classificação das cavidades quanto ao grau de relevância 220

4.1.1 - Classificação das cavidades em grau de relevância máxima 220

4.1.2 - Classificação das cavidades em grau de relevância alta, média e baixa 227

4.1.2.1 - Chave de classificação do grau de relevância de cavidades naturais subterrâneas 227

4.1.2.1.1 - Importância sob o enfoque regional 228

4.1.2.1.1.1 - Importância acentuada 228

4.1.2.1.1.2 - Importância significativa 249

4.1.2.1.1.3 - Importância baixa 254

4.1.2.1.2 - Importância sob o enfoque local 254

4.1.2.1.2.1 - Importância acentuada 254

4.1.2.1.2.2 - Importância significativa 261

4.1.2.1.2.3 - Importância baixa 268

4.2 - Resumo da valoração das cavidades 268

4.3 - Conclusões 270

5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 272

6 - GLOSSÁRIO 281

ANEXOS 285

ANEXO 01 (RTC 03) - FICHAS DE GEOESPELEOLOGIA DAS CAVERNAS 287

ANEXO 02 (RTC 03) - MAPAS DAS CAVERNAS 289

ANEXO 03 (RTC 03) - ESTUDO PALEONTOLÓGICO 291

ANEXO 04 (RTC 03) - LOCALIZAÇÃO DAS CAVIDADES NO MAPA DE GEOLOGIA LOCAL DO COMPLEXO MINERÁRIO 293

ANEXO 05 (RTC 03) - LISTA DE ESPÉCIES (TROGLÓBIOS) 295

ANEXO 06 (RTC 03) - PLANILHA DE DADOS DAS COLETAS (QUIRÓPTEROS) 297

ANEXO 07 (RTC 03) - MAPA DE LOCALIZAÇÃO DAS CAVIDADES VALORADAS NO COMPLEXO MINERÁRIO 299




Quadros


QUADRO 2.1 - Cavidades naturais subterrâneas alvo do presente estudo de relevância 19

QUADRO 2.2 - Cavidades naturais subterrâneas consideradas como referência pelo estudo 20

QUADRO 2.3 - Cavernas em diamictito registradas por SPOLARE (2005) no Cadastro Nacional de Cavernas do Brasil (CNC) da Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE, 2010; 2011; 2012) 22

QUADRO 2.4 - Registro da Caverna Mocororô em metadiamictito, identificada no Cadastro Nacional de Cavernas do Brasil (CNC) da Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE, 2010) 23

QUADRO 2.5 - Registro da Caverna do Mocororô em Metadiamictito identificada na Região em Estudo na Base de Dados Geoespacializados das Cavernas do Brasil do CECAV (2012) 24

QUADRO 2.6 - Cavidades (exceto Caverna do Mocororô) mais próximas da área de estudo, registradas na Base de Dados Geoespacializados das Cavernas do Brasil (CECAV, 2012) 25

QUADRO 2.7 - Cavidades regionais identificadas na etapa de prospecção do Projeto Vale do Rio Pardo 27

QUADRO 2.8 - Cavidades menores que cinco metros identificados na área do complexo minerário 27

QUADRO 3.1 - Cavernas com topografia a laser 34

QUADRO 3.2 - Cavidades estudadas na amostra local 107

QUADRO 3.3 - Caverna do Mocororô, estudada de forma a compor a amostra regional 108

QUADRO 3.4 - Cálculos espeleométricos para as cavidades da amostra local e da amostra regional 108

QUADRO 3.5 - Dados espeleométricos de cavidades do Quadrilátero Ferrífero, usada para fins de comparação (PILÓ & AULER, 2006 apud AMPLO, 2009). 111

QUADRO 3.6 - Comparação entre os dados espeleométricos de amostra de cavidades do Quadrilátero Ferrífero e das 25 cavidades estudadas na amostra local da área do complexo minerário da Sul Americana de Metais. 113

QUADRO 3.7 - Classificação das 25 cavidades estudadas quanto aos padrões morfológicos, em planta, definidos para a área de estudo 125

QUADRO 3.8 - Sítios espeleológicos amostrados quanto à bioespeleologia 144

QUADRO 3.9 - Recursos tróficos presentes nas cavidades estudadas no complexo minerário do Projeto Vale do Rio Pardo. 152

QUADRO 3.10 - Registros dos táxons troglomórficos nas cavidades do Projeto Vale do Rio Pardo 179

QUADRO 3.11 - Riqueza absoluta (S = período seco; U = período úmido; C = comuns às duas campanhas; T = total) e resultado da análise de abundância (% de espécies que apresentam abundância alta para o período seco = S e úmido = U) para as cavidades estudadas no Projeto Vale do Rio Rio Pardo. As corres representam riqueza alta (vermelha), média (laranja) e baixa (amarela) 179

QUADRO 3.12 - Lista de dados secundários para o norte de Minas Gerais (TAVARES et al., 2010) 190

QUADRO 3.13 - Lista de cavidades e afloramentos analisados no estudo 195

QUADRO 3.14 - Lista de espécies coletadas nas cavidades 199

QUADRO 3.15 - Lista de espécies coletadas em rede na área das cavidades 199

QUADRO 3.16 - Índices de dominância de Simpson (D), diversidade de Shannon (H’) e equitabilidade de Pielou (J) 205

QUADRO 3.17 - Matriz de Similaridade (Bray-Curtis) 205

QUADRO 3.18 - Sítios Arqueológicos registrados na área de estudo e entorno 213

QUADRO 3.19 - Sítios Arqueológicos identificados na área de estudo e entorno 213

QUADRO 3.20 - Sítios arqueológicos 215

QUADRO 4.1 - Quadro resumo dos atributos na classificação da cavidade como de relevância máxima 221

QUADRO 4.2 - Quadro resumo dos atributos considerados na classificação das cavidades como de importância acentuada sob o enfoque regional 229

QUADRO 4.3 - Parâmetros espeleométricos das cavernas no enfoque regional 247

QUADRO 4.4 - Parâmetros espeleométricos das cavernas no enfoque regional 248

QUADRO 4.5 - Quadro resumo dos atributos considerados na classificação das cavidades como de importância significativa sob o enfoque regional 250

QUADRO 4.6 - Quadro resumo dos atributos considerados na classificação das cavidades como de importância acentuada sob o enfoque local 256

QUADRO 4.7 - Quadro resumo dos atributos considerados na classificação das cavidades como de importância significativa sob o enfoque local 262

QUADRO 4.8 - Síntese da relevância das cavernas do complexo minerário (Bloco 8) 268




Figuras


FIGURA 2.1 - Localização do complexo minerário (Bloco 8) da Sul Americana de Metais nos municípios de Grão Mogol e Padre Carvalho, norte de Minas Gerais 14

FIGURA 2.2 - Prospecção espeleológica realizada na área do complexo minerário (Bloco 8) e seu entorno de 250 metros. 15

FIGURA 2.3 - Localização das cavernas analisadas no contexto regional 19

FIGURA 2.4 - Cavidades mais próximas da área de estudo, registradas na Base de Dados Geoespacializados das Cavernas do Brasil (CECAV, 2012) 24

FIGURA 2.5 - Ocorrência do Grupo Macaúbas Meridional, com a localização das cavernas deste estudo. Adaptado e interpretado a partir de UHLEIN & CHAVES (2001), Províncias Espeleológicas do CECAV (2012) e Projeto Espinhaço (MOURÃO & GROSSI-SAD, 1997). 28

FIGURA 3.1 - Exemplo do processo de digitalização de mapa espeleológico no software AutoCAD2. As linhas de trena (em verde), sobrepostas ao croqui de campo, dão embasamento à digitalização 31

FIGURA 3.2 - Laser Scanner Zoller Frohlich modelo Z+F IMAGER 5006h 33

FIGURA 3.3 - Imagem da nuvem de pontos de uma leitura realizada no interior da caverna 072 - complexo minerário 35

FIGURA 3.4 - Processamento dos dados no Software LFM Register 37

FIGURA 3.5 - Processamento dos dados no Software RiscanPRO, nuvens de pontos registradas 38

FIGURA 3.6 - Processamento dos dados no Auto CAD Civil 3 D 39

FIGURA 3.7 - Geração do sólido a partir da interpolação da nuvem de pontos 39

FIGURA 3.8 - A figura “A” representa o sólido com a definição do plano de corte longitudinal, já na “B” está o sólido recortado 40

FIGURA 3.9 - Princípio da continuidade e descontinuidade 42

FIGURA 3.10 - Padrão morfológico definido por PALMER (1991) para cavidades em carbonato. 44

FIGURA 3.11 - Padrões morfológicos planimétricos para as cavernas em rochas ferríferas da região de Carajás, Pará: a) Câmaras Irregulares e b) Retilínea (PILÓ & AULER, 2009). 44

FIGURA 3.12 - Padrões morfológicos planimétricos para as cavernas em rochas ferríferas da região de Apolo, na Serra do Gandarela, Quadrilátero Ferrífero-MG: a) Retilínea; b) Espongiforme; c) Abrigo (AMPLO, 2009). 45

FIGURA 3.13 - Padrões morfológicos identificados nas cavidades descritas por CARMO et al. (2011a): a) Irregular, b) Retilíneo e c) Abrigo. 45

FIGURA 3.14 - Formações do Grupo Macaúbas e localização da Área de Estudo (modificado de PEDROSA-SOARES et al., 2010) 48

FIGURA 3.15 - Coluna estratigráfica do Grupo Macaúbas (PEDROSA-SOARES et al., 2007) 50

FIGURA 3.16 - Distribuição das projeções horizontais, por classes de tamanho, das cavernas estudadas na amostra local 107

FIGURA 3.17 - Distribuição das projeções horizontais das cavernas estudadas para a amostra local 107

FIGURA 3.18 - Volume das cavidades da amostra local 108

FIGURA 3.19 - Distribuição das cavernas de acordo com sua posição na vertente 112

FIGURA 3.20 - Perfil esquemático da inserção das cavidades na paisagem 112

FIGURA 3.21 - Distribuição das cavernas em relação à unidade de relevo local 113

FIGURA 3.22 - Distribuição das cavidades em relação às litologias sob as quais estão inseridas 117

FIGURA 3.23 - Ocorrência das estruturas mais comuns nas cavernas da região 120

FIGURA 3.24 - Diagrama de rosetas dos azimutes dos condutos das cavidades presentes nas bordas do corpo mineralizado. As setas vermelhas indicam as direções preferenciais. 121

FIGURA 3.25 - Diagrama de rosetas dos planos das fraturas e falhas do complexo minerário. As setas vermelhas indicam as direções preferenciais. 121

FIGURA 3.26 - Distribuição dos padrões morfológicos em planta definidos para as 25 cavidades estudadas 123

FIGURA 3.27 - Exemplos das morfologias em planta definidas para as cavernas da área de estudo. 124

FIGURA 3.28 - Exemplo de seção triangular nas cavernas 039, 045 e 99, respectivamente 124

FIGURA 3.29 - Distribuição em relação ao piso das cavidades 125

125

FIGURA 3.30 - Exemplo de piso aplainado identificado nas Cavernas 110 e 059 respectivamente 126



FIGURA 3.31 - Ocorrência das feições morfológicas nas cavernas estudadas 126

FIGURA 3.32 - Exemplo de canalículos nas porções distais da caverna 112 129

FIGURA 3.33 - Exemplo de pilar na Caverna 072, segregando a cavidade. 130

FIGURA 3.34 - Distribuição dos processos hidrológicos observados 132

FIGURA 3.35 - Distribuição dos depósitos clásticos e orgânicos observados 135

FIGURA 3.36 - Ocorrência de depósitos químicos nas cavernas estudadas 136

FIGURA 3.37 - Fichas bioespeleológicas utilizadas nas atividades de campo 145

FIGURA 3.38 - Número de cavidades com presença dos diferentes tipos de substratos orgânicos 151

FIGURA 3.39 - Número de morfoespécies registrado para cada cavidade com indicação dos táxons recorrentes em ambos os inventários (vermelho) 178

FIGURA 3.40 - Curva de acumulação de espécies considerando a totalidade das cavidades estudadas: período seco (acima, n=33); período úmido (abaixo, n=30) 179

FIGURA 3.41 - Dendrograma da análise de similaridade da fauna das 27 cavidades estudadas no período seco (índice de similaridade de Jaccard; coeficiente de correlação = 0,7188) 181

FIGURA 3.42 - Dendrograma da análise de similaridade da fauna das 27 cavidades estudadas no período úmido (índice de similaridade de Jaccard; coeficiente de correlação = 0,7459) 182

FIGURA 3.43 - Percentual de Riqueza por Guilda Alimentar 195

FIGURA 3.44 - Diversidade de guildas alimentares por cavidade 196

FIGURA 3.45 - Riqueza por cavidade 199

FIGURA 3.46 - Riqueza por cavidade e por sazonalidade 200

FIGURA 3.47 - Abundância relativa (n/N) 201

FIGURA 3.48 - Abundância absoluta por cavidade 201

FIGURA 3.49 - Similaridade entre as cavidades estudadas (Bray-Curtis) 204

FIGURA 3.50 - Riqueza estimada (Jackknife 1) e riqueza observada (SObs) 206

206

FIGURA 3.51 - Ficha de levantamento arqueológico 209



FIGURA 4.1 - Chave de classificação do grau de relevância de cavidades naturais subterrâneas 225



EMPRESA RESPONSÁVEL PELO ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS

Razão social:

BRANDT MEIO AMBIENTE LTDA.

http:

www.brandt.com.br

CNPJ:

71.061.162/0001-88

Diretor Operacional:

Sergio Avelar

CTF no IBAMA nº 197484

Nova Lima / MG - Alameda do Ingá, 89 - Vale do Sereno - 34 000 000 - Nova Lima - MG

Tel (31) 3071 7000 - Fax (31) 3071 7002 - bma@brandt.com.br



RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELO ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS

Técnico

Formação / Registro Profissional

CTF no IBAMA

Responsabilidade no EIA

Flavia Pellegatti Franco

Bióloga

CRBIO 56138-4D



2391369

Levantamento bioespeleológico

Valoração bioespeleológica das cavernas



Dr. Francisco Sekiguchi Buchmann

Geólogo / Paleontólogo

Professor doutor da Universidade Estadual Paulista



-

Estudo Paleontológico Complementar com foco na ocorrência de Paleotocas

Lília Senna Horta

Bióloga

CRBIO 13071-4D



268012

Coordenação e integração dos estudos de valoração espeleológica.

Marcelo Henrique Marcos

Biólogo CRBio 030809/04-D

218759

Levantamento de campo estação seca do complexo e das cavidades e dos seus respectivos relatórios

Ricardo França Silva

Estudante de Biologia.

01781009

Levantamento de quirópteros.

Rodrigo Remigio Liberal

Geógrafo / Espeleólogo

CREA MG 120070/D



5455583

Prospecção espeleológica, topografia de cavidades.

Yuri Okawara Stávale

Geógrafa / Espeleóloga

CREA MG 111896/D



4770224

Revisão do diagnóstico de geoespeleologia.

PRODUÇÃO GRÁFICA

Gustavo Freitas

Assistente de produção

Leonardo Ferreira

Assistente de produção

Eli Lemos

Gerenciamento / edição

Auxiliares de campo

Bioespeleologia

Msc. Denis Rafael Pedroso

Biólogo


Msc.Marco Cesar Silveira

Biólogo




COORDENADORES RESPONSÁVEIS PELO RELATÓRIO TÉCNICO COMPLEMENTAR 03

Técnico

Formação / Registro Profissional

CTF no IBAMA

Responsabilidade

Lília Senna Horta

Bióloga

CRBIO 13071-4D



268012

Coordenação e integração dos estudos de valoração espeleológica.



ASSINATURAS E RUBRICAS DOS COORDENADORES DO MÓDULO 6

Responsável Técnico

Assinatura

Rubrica

Lília Senna Horta







As ART’s e CTF’s dos Coordenadores do RTC 03 do Estudo de Impactos Ambientais (EIA) podem ser encontradas no Anexo 03 do Módulo 1 do EIA.





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