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Durante este desligamento, na carga pesada de dia útil, não se espera sobrecarga na transformação remanescente. Na perda de mais um transformador, espera-se sobrecarga da ordem de 26% no remanescente. Esta sobrecarga deverá ser aliviada com a elevação de geração das usinas do Pardo e controle de tensão no 138 kV de Araraquara de modo a reduzir o fluxo de potência reativa e a abertura sequencialmente dos circuitos 1 e 2 da LT 138kV Araraquara - São Carlos.
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-> DJ 8 - Interlagos 345kV


Durante este desligamento a eventual perda do TR-01 345/230kV de Interlagos acarreta a perda da LI 345kV Interlagos-Ibiúna C2.

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-> Sem restrições.
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-> Capacitor 3 Rio Verde.


Regime: Poderá se verificar dificuldade de controle de tensão na ausência das unidades geradoras de UTE Cuiabá.
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-> SÍNCRONO DE BRASÍLIA SUL


No período de carga pesada, recomenda-se manter o perfil de tensão o mais elevado possível no tronco de 230kV entre B. Alto e S. da Mesa.
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-> DISJUNTOR 138Kv - 6058 - SE JACAREPAGUÁ


Durante o desligamento do DJ 6058 138kV de Jacarepaguá a proteção da LT 138kV Jacarepaguá-Ari Franco será feita pelo DJ 138kV - 608.
Durante este impedimento o barramento 138kV de Jacarepaguá operará numa configuração de BARRA SIMPLES. A perda dessa barra ACARRETARÁ PERDA DE CARGA na área da LIGHT.
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-> Disjuntor 602 de Santa Cruz


Recomenda-se operar esta SE em barra simples.
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-> TR-1 BRASÍLILA GERAL 30MVA 230/34.5kV


Em regime, os transformadores remanescentes podem apresentar carregamento de até 85% do nominal.
Na perda de mais um transformador, os remanescentes poderão apresentar sobrecargas de até 5%.
Na perda simultânea do TR-4A e do TR-4B, que partilham o mesmo disjuntor, os remanescentes poderão apresentar sobrecargas acima de 50%, levando ao seu desligamento, com perda das cargas alimentadas por Brasília Geral.
Obs: O esquema de alívio do carregamento dos transformadores de Brasília Geral, que abre as linhas para a SE-08, atualmente não é eficaz, uma vez que aquela SE está interligada apenas a Brasília Sul.
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-> Indisponibilidade do conversor 8 de Foz e Ibiuna


Durante o desligamento de um conversor em Foz do Iguaçu, a potência máxima programável no Elo CC será de 5510 MW. A execução deste serviço está condicionada à liberação pela programação energética.
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-> Indisponibilidade do Disjuntor 8484 de Tijuco Preto


A perda da LI 345kV Tijuco Preto - Leste c2 implica no desligamento da LT 345kV Ibiuna - Tijuco Preto c1. Neste caso, recomenda-se isolar a linha defeituosa e retornar com a segunda para a operação.
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-> Desligamento da LI 345kV ITAPETI - MOGI c1


EM REGIME:

Sem problemas.


EM EMERGÊNCIA:

A perda do circuito remanescente pode implicar em sobrecarga de até 20% no ATR 345/230kV-500MVA da SE Itapeti. Neste caso, caso a contingência se caracterize como de longa duração, recomenda-se desligar a LT 230kV Itapeti - Mogi(Eletropaulo) para controle do carregamento do ATR citado.


A contingência apresentada aliada a medida proposta implica na elevação do carregamento da LI 345kV Guarulhos - Nordeste. Em caso de sobrecarga, recomenda-se a abertura da LI 345kV Ibiuna - Guarulhos - campinas no terminal de Ibiuna e fechamento no terminal de Campinas. Se esta medida for insuficiente para retirar a sobrecarga da linha, recomenda-se reduzir a potência do elo de corrente contínua de Itaipu sendo o fator de influência de 13%.
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-> -> TR.8b 345/138kV - Brasília Sul


EM REGIME:

Sem problemas


EM EMERGÊNCIA:

Na perda de mais uma unidade é esperada uma sobrecarga de cerca de 17 % nas remanescentes no peíodo de ponta. Verificando-se sobrecarga, reduzir o fluxo reativo pela atuação nos LTC dos transformadores.


OBS: Estes trafos suportam até 28% de sobrecarga por 4 horas.
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-> ATR2 345/230-225MVA de Itumbiara


ANÁLISE/MEDIDAS PREVENTIVAS PARA A OPERAÇÃO EM TEMPO REAL:
Condição normal:
Este desligamento não implica em restrição de tensão e carregamento para nenhum elemento do sistema.
Em contingência:
Análise da Perda de um outro ATR 345/230-225MVA da SE Itumbiara
A perda de um dos ATRs 345/230kV-225MVA da SE Itumbiara pode implicar em carregamento superior a 50% para o ATR remanescente. Nesta condição ocorre atuação do esquema de controle de emergência da SE Itumbiara, o qual abre a LT 230kV Itumbiara - Cachoeira Dourada e a LT 230kV Itumbiara - Paranaíba .

Considerando as condições atuais dos reservatórios das usinas de Itumbiara e Emborcação, o carregamento nos transformadores remanescentes deverá ser controlado até o valor nominal de cada uma das unidades, nos períodos de cargas média, leve e mínima. No período de ponta deverá ser monitorada a inequação indicada a seguir, para que a perda de uma unidade não acarrete a perda da remanescente:


1,91 I(atr1-itu) - 0,41 I(itu-cd) - 0,570 I(itu-par) < 490A
Onde:

I(atr1-itu)= corrente no ATR1 345/230kV-225MVA de Itumbiara, medida no lado de 345kV, para fluxo de potência ativa do 345kV para o 230kV;

I(itu-cd) = corrente na LT 230kV Itumbiara - Cachoeira Dourada, medida no terminal de Itumbiara, para fluxo de potência ativa neste sentido;

I(itu-par) = corrente na LT 230kV Itumbiara - Paranaíba, medida no terminal de Itumbiara, para fluxo de potência ativa neste sentido.

Caso haja violação da inequação anterior, recomenda-se redespachar as usinas de maior influência segundo os seguintes fatores:

Usina Fator(%)

C. Dourada 230kV -34

C. Dourada 138kV -13

Miranda -3

Serra da Mesa -5

Norte - Sul -5

Igarapava -2

Corumbá -1

I. Solteira 0

Itumbiara 1
Observação: Os fatores de influência são para variações em MW, portanto, para se considerar a variação de carregamento na inequação de corrente, é necessário multiplicá-la por 1,67.
Caso a contingência apontada anteriormente venha a ocorrer, recomenda-se redespachar Cachoeira Dourada, utilizando o mesmo fator apresentado para a inequação acima, de forma que o carregamento reduza para o limite de 4 horas (108% do valor nominal) e posteriormente para o valor nominal.
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-> REATOR 500kV ADRIANÓPOLIS


A influência da retirada do reator (136 Mvar) da SE 500 kV Adrianópolis é de cerca de 1% na tensão desta SE e de 0,5% em Itutinga 345 kV. Assim sendo, não são previstas dificuldades adicionais no controle de tensão da área Rio de Janeiro /Espírito Santo, quando da indisponibilidade deste equipamento.
No entanto, caso sejam detectadas condições atípicas que levem à elevação da tensão em Adrianópolis (500 e 345 kV), e no tronco de 345 kV que está interligado à Adrianópolis, além das medidas rotineiras como subexcitação de todas as máquinas e manobra dos reatores disponíveis, poderá ser necessário, manobrar o tape da transformação 500/345kV de Adrianópolis de maneira a reduzir a tensão no lado de 345 kV e elevar o perfil da tensão no lado de 500 kV , bem como proceder a abertura de um circuito da LT 500 kV Cachoeira Paulista - Adrianópolis e/ou um circuito da LT 345 kV Adrianópolis - Itutinga.
Poderá ainda ser necessária como medida adicional, a de sincronização de máquinas, por razões elétricas, em Luiz Carlos Barreto e Furnas, de forma a colaborar para o controle de tensão na área.
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-> Reator de Linha 73 Mvar - 500kV ARARAQUARA


REGIME:

1- Poderá se verificar dificuldade de controle de tensão em períodos de carga reduzida no sistema.


EMERGÊNCIA:

2- Risco de autoexcitação na usina de Marimbondo para rejeição total no 500kV da área Rio/ES.


RECOMENDAÇÃO:

-Operar com um mínimo de 4 reatores entre Marimbondo e Adrianópolis.


Caso no período de carga leve/mínima haja dificuldade do controle de tensão do sistema e se tenha esgotado todos os recursos disponíveis, recomenda-se retornar com este reator no menor intervalo de tempo possível para a operação. Até que se retorne com o reator para a operação, a LT 500kV Araraquara - Campinas poderá ser mantida desligada.
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-> Desligamento do Reator 3 do terminal de Tijuco Preto da LT 765kV Itaberá - Tijuco Preto c3


A ausência deste reator no terminal de Tijuco Preto provoca uma elevação de tensão da ordem de 1,5 a 2% na tensão deste barramento.

QUARTA-FEIRA, 20 DE FEVEREIRO DE 2002.


TR 230/13.8kV CAMACARI T5 N1 CH 00:00 às 24:00

DJ 500kV XINGÓ 15V6 N3 CH 08:00 às 16:00

DJ 345kV VOLTA GRANDE 5P4 N3 CM 00:00 às 24:00

DJ 400kV AGUA VERMELHA 52-15 N1 CS 00:00 às 16:30

BR 400kV SANTO ANGELO II N1 CS 07:30 às 17:00

RE 440kV BAURU 06 N1 CS 00:00 às 24:00

LT 440kV BOM JARDIM - TAUBATÉ N3 CS 23:00 às 24:00

LT 440kV JUPIÁ - T.IRMÃOS N3 CS 08:00 às 16:00

BR 440kV CAPIVARA 02 N3 CS 07:00 às 16:00(*)

TR 440/138kV ARARAQUARA TR-4 N3 CS 00:00 às 24:00

CP 13.8kV COXIPÓ (9,6 MVAr) 08 N4 EN 08:20 às 18:10

RE 500kV FASE RESERVA DO RE de P.DUTRA 3 N1 EN 00:00 às 24:00

RE 500kV SÃO LUIS II (fase reserva) 01 N3 EN 00:00 às 24:00

DJ 500kV V. DO CONDE 04 N3 EN 09:00 às 15:00

DJ 500kV TUCURUÍ 18 N3 EN 07:50 às 17:10(*)

TR 500/230kV SÃO LUIS II 01 N4 EN 08:00 às 16:00(*)

LI 230kV CABREUVA - E.SOUZA C.5 N1 EP 08:30 às 14:30

DJ 345kV INTERLAGOS 8 N1 EP 00:00 às 24:00

LI 345kV S. ÂNGELO - ITAPETI C.1 N1 EP 09:15 às 16:30

PT PAINÉIS GERAIS de LONDRINA N3 ES 08:00 às 17:00

DJ 500kV AREIA 1072 N1 ES 08:00 às 24:00(*)

CP 13.8kV CAMPOS 3, 4 e 5 N1 FU 00:00 às 24:00

CP 13.8kV RIO VERDE 3 N1 FU 00:00 às 24:00

CS 13.8kV B. SUL 1 N1 FU 00:00 às 24:00

RE 13.8kV B. GERAL 1 N1 FU 00:00 às 24:00

RE 13.8kV B. SUL 1 N1 FU 00:00 às 24:00

RE 13.8kV JACAREPAGUÁ 3 N1 FU 00:00 às 24:00

CP 13.8kV ADRIANÓPOLIS 5 e 6 N1 FU 00:00 às 24:00

RE 13.8kV JACAREPAGUÁ 1 N1 FU 00:00 às 24:00

DJ 138kV JACAREPAGUÁ 6058 N1 FU 00:00 às 24:00

DJ 138kV SANTA CRUZ 602 N2 FU 00:00 às 24:00

TR 230/34.5kV B. GERAL TR1 N1 FU 00:00 às 24:00

CC 300kV CONV. E DJS EM FOZ E IBIUNA 08 N1 FU 07:30 às 17:00

DJ 345kV TIJUCO PRETO 8884 N1 FU 00:00 às 16:15

TR 345/138kV B. SUL AT8B N1 FU 00:00 às 24:00

TR 345/230kV ITUMBIARA AT2 N1 FU 00:00 às 24:00

RE 500kV ADRIANÓPOLIS 5 N1 FU 00:00 às 24:00

RE 500kV RE LTARARAQUARA-CAMPINAS N1 FU 00:00 às 24:00

RE 750kV RE EM T.PRETO DA LT IA-TP 3 3 N1 FU 00:00 às 16:30

MQ 13.8kV USINA DE ITÁ 05 N2 GS 00:00 às 24:00

MQ 13.8kV J.LACERDA-A 04 N3 GS 00:00 às 24:00

MQ 18kV ITAIPÚ 60 HZ 13 N2 IB 01:00 às 16:30(*)

MQ 18kV ITAIPÚ 60 HZ 16 N2 IB 00:00 às 24:00(*)

MQ 18kV ITAIPÚ 60 HZ 13 N3 IB 16:30 às 21:30(*)

LI 500kV F.IGUAÇÚ 60HZ - ITAIPÚ C.1 N2 IB 07:00 às 16:30(*)
(*) pendente

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-> DJ 15V6 500 kV XINGÓ
Durante o desligamento do DJ 15G6 500 kV Xingó, perda da U.G. 6 acarretará a perda da LT 500 kV Paulo Afonso IV-Xingó.

Na situação de máximização de Fne recomenda-se que a máquina 6 esteja desligada

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-> Disjuntor 5P4 de Volta Grande


Recomenda-se utilizar o disjuntor de transferência para conectar o bay de LCBarreto. Durante o desligamento, todos os circuitos irão operar em barra simples, e o sistema comporta dinamicamente a perda do barramento de 345kV desta SE.

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-> Desligamento do Disjuntor 52-15 da SE Ribeirão Preto
A perda da UG05 ou UG06 leva ao desligamento da LT 440kV Água Vermelha - Ribeirão Preto. Neste caso, recomeda-se isolar a UG ou trafo elevador defeituoso e retornar com a LT 440kV Água Vermelha - Ribeirão Preto para a operação.

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-> Barra 2 de 440kV de Santo Ângelo
Em condições normais este desligamento mão implica me restrições para a operação do sistema.
- A perda do TR4 440-138kV leva ao desligamento do TR5 440-138kV;

- A perda da LT 440kV Santo Ângelo - Mogi Mirim III leva ao desligamento do ATR2 440/345kV-750MVA de Santo Ângelo;

- A perda da LT 440kV Santo Ângelo - Araraquara leva ao desligamento do ATR1 440/345kV-750MVA de Santo Ângelo;

- A perda da LT 440kV Santo Ângelo - Bom Jardim leva ao desligamento da LT 440kV Santo Ângelo - Embuguaçu.


Em todos estas contingências, recomenda-se isolar o elemento defeituoso e retornar com o elemento adjacente do vão imediatamente.

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-> Desligamento da LT 440kV Bom Jardim - Taubaté
A perda do TR 500/440kV de Taubaté faz com que a SE de Taubaté seja alimentada pelas linhas de 230kV, acarretando redução de 6% a 8% nas tensões no tronco 230kV S.José-Taubaté-Aparecida e nas cargas alimentadas pelo 138kV de Taubaté.
Para que nessa emergência não ocorra perda de carga por subtensão, recomenda-se, durante esse desligamento, manter desligado o reator de Taubaté e ligados os capacitores de Aparecida, São José dos Campos e Mogi. Deve-se controlar, ainda, em valores elevados, a tensão na barra de 230kV de Mogi, usando o LTC do transformador 345/230kV.
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-> LT 440kV Três Irmãos - Jupiá


Regime:

Não há problemas.


Emergências:

1) perda da LT 440 kV I. Solteira - Três Irmãos - poderá haver atuação do esquema de corte de geração na usina de T. Irmãos para evitar a sobrecarga no trafo 440/138kV-300 MVA desta usina.

2) Para que o sistema não fique com oscilações pouco amortecidas, recomenda-se as seguintes restrições na geração ligada ao 440kV da CTEEP:
-Geração de I.SOLTEIRA + A.VERMELHA < 3060MW
-Geração de TRÊS IRMÃOS + JUPIÁ(440+138kV) < 1800MW
-Geração de TAQUARUÇU + CAPIVARA + P.PRIMAVERA < 2080MW

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-> TR-4 440/138kV de Araraquara
Durante este desligamento, na carga pesada de dia útil, não se espera sobrecarga na transformação remanescente. Na perda de mais um transformador, espera-se sobrecarga da ordem de 26% no remanescente. Esta sobrecarga deverá ser aliviada com a elevação de geração das usinas do Pardo e controle de tensão no 138 kV de Araraquara de modo a reduzir o fluxo de potência reativa e a abertura sequencialmente dos circuitos 1 e 2 da LT 138kV Araraquara - São Carlos.

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-> LI 230kV Cabreúva - Edgard Souza
Em regime: Sem problemas
Em emergência: Na perda de mais um circuito não são esperadas sobrecargas nos circuitos remanescentes.

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-> DJ 8 - Interlagos 345kV
Durante este desligamento a eventual perda do TR-01 345/230kV de Interlagos acarreta a perda da LI 345kV Interlagos-Ibiúna C2.
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-> LI 345 kV Itapeti-Santo Angelo C1


Este desligamento não implica em restrições para a operação do sistema. O sistema suporta a perda do circuito remanescente.

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-> Sem restrições.

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-> Capacitor 3 Rio Verde.
Regime: Poderá se verificar dificuldade de controle de tensão na ausência das unidades geradoras de UTE Cuiabá.

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-> SÍNCRONO DE BRASÍLIA SUL
No período de carga pesada, recomenda-se manter o perfil de tensão o mais elevado possível no tronco de 230kV entre B. Alto e S. da Mesa.

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-> DISJUNTOR 138Kv - 6058 - SE JACAREPAGUÁ
Durante o desligamento do DJ 6058 138kV de Jacarepaguá a proteção da LT 138kV Jacarepaguá-Ari Franco será feita pelo DJ 138kV - 608.
Durante este impedimento o barramento 138kV de Jacarepaguá operará numa configuração de BARRA SIMPLES. A perda dessa barra ACARRETARÁ PERDA DE CARGA na área da LIGHT.

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-> Disjuntor 602 de Santa Cruz
Recomenda-se operar esta SE em barra simples.

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-> TR-1 BRASÍLILA GERAL 30MVA 230/34.5kV
Em regime, os transformadores remanescentes podem apresentar carregamento de até 85% do nominal.
Na perda de mais um transformador, os remanescentes poderão apresentar sobrecargas de até 5%.
Na perda simultânea do TR-4A e do TR-4B, que partilham o mesmo disjuntor, os remanescentes poderão apresentar sobrecargas acima de 50%, levando ao seu desligamento, com perda das cargas alimentadas por Brasília Geral.
Obs: O esquema de alívio do carregamento dos transformadores de Brasília Geral, que abre as linhas para a SE-08, atualmente não é eficaz, uma vez que aquela SE está interligada apenas a Brasília Sul.

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-> Indisponibilidade do conversor 8 de Foz e Ibiuna
Durante o desligamento de um conversor em Foz do Iguaçu, a potência máxima programável no Elo CC será de 5510 MW. A execução deste serviço está condicionada à liberação pela programação energética.

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-> Indisponibilidade do Disjuntor 8484 de Tijuco Preto
A perda da LI 345kV Tijuco Preto - Leste c2 implica no desligamento da LT 345kV Ibiuna - Tijuco Preto c1. Neste caso, recomenda-se isolar a linha defeituosa e retornar com a segunda para a operação.

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-> -> TR.8b 345/138kV - Brasília Sul
EM REGIME:

Sem problemas


EM EMERGÊNCIA:

Na perda de mais uma unidade é esperada uma sobrecarga de cerca de 17 % nas remanescentes no peíodo de ponta. Verificando-se sobrecarga, reduzir o fluxo reativo pela atuação nos LTC dos transformadores.


OBS: Estes trafos suportam até 28% de sobrecarga por 4 horas.

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-> ATR2 345/230-225MVA de Itumbiara
ANÁLISE/MEDIDAS PREVENTIVAS PARA A OPERAÇÃO EM TEMPO REAL:
Condição normal:
Este desligamento não implica em restrição de tensão e carregamento para nenhum elemento do sistema.
Em contingência:
Análise da Perda de um outro ATR 345/230-225MVA da SE Itumbiara
A perda de um dos ATRs 345/230kV-225MVA da SE Itumbiara pode implicar em carregamento superior a 50% para o ATR remanescente. Nesta condição ocorre atuação do esquema de controle de emergência da SE Itumbiara, o qual abre a LT 230kV Itumbiara - Cachoeira Dourada e a LT 230kV Itumbiara - Paranaíba .

Considerando as condições atuais dos reservatórios das usinas de Itumbiara e Emborcação, o carregamento nos transformadores remanescentes deverá ser controlado até o valor nominal de cada uma das unidades, nos períodos de cargas média, leve e mínima. No período de ponta deverá ser monitorada a inequação indicada a seguir, para que a perda de uma unidade não acarrete a perda da remanescente:


1,91 I(atr1-itu) - 0,41 I(itu-cd) - 0,570 I(itu-par) < 490A
Onde:
I(atr1-itu)= corrente no ATR1 345/230kV-225MVA de Itumbiara, medida no lado de 345kV, para fluxo de potência ativa do 345kV para o 230kV;
I(itu-cd) = corrente na LT 230kV Itumbiara - Cachoeira Dourada, medida no terminal de Itumbiara, para fluxo de potência ativa neste sentido;
I(itu-par) = corrente na LT 230kV Itumbiara - Paranaíba, medida no terminal de Itumbiara, para fluxo de potência ativa neste sentido.

Caso haja violação da inequação anterior, recomenda-se redespachar as usinas de maior influência segundo os seguintes fatores:


Usina Fator(%)

C. Dourada 230kV -34

C. Dourada 138kV -13

Miranda -3

Serra da Mesa -5

Norte - Sul -5

Igarapava -2

Corumbá -1

I. Solteira 0

Itumbiara 1


Observação: Os fatores de influência são para variações em MW, portanto, para se considerar a variação de carregamento na inequação de corrente, é necessário multiplicá-la por 1,67.
Caso a contingência apontada anteriormente venha a ocorrer, recomenda-se redespachar Cachoeira Dourada, utilizando o mesmo fator apresentado para a inequação acima, de forma que o carregamento reduza para o limite de 4 horas (108% do valor nominal) e posteriormente para o valor nominal.
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-> REATOR 500kV ADRIANÓPOLIS


A influência da retirada do reator (136 Mvar) da SE 500 kV Adrianópolis é de cerca de 1% na tensão desta SE e de 0,5% em Itutinga 345 kV. Assim sendo, não são previstas dificuldades adicionais no controle de tensão da área Rio de Janeiro /Espírito Santo, quando da indisponibilidade deste equipamento.
No entanto, caso sejam detectadas condições atípicas que levem à elevação da tensão em Adrianópolis (500 e 345 kV), e no tronco de 345 kV que está interligado à Adrianópolis, além das medidas rotineiras como subexcitação de todas as máquinas e manobra dos reatores disponíveis, poderá ser necessário, manobrar o tape da transformação 500/345kV de Adrianópolis de maneira a reduzir a tensão no lado de 345 kV e elevar o perfil da tensão no lado de 500 kV , bem como proceder a abertura de um circuito da LT 500 kV Cachoeira Paulista - Adrianópolis e/ou um circuito da LT 345 kV Adrianópolis - Itutinga.
Poderá ainda ser necessária como medida adicional, a de sincronização de máquinas, por razões elétricas, em Luiz Carlos Barreto e Furnas, de forma a colaborar para o controle de tensão na área.

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-> Reator de Linha 73 Mvar - 500kV ARARAQUARA
REGIME:

1- Poderá se verificar dificuldade de controle de tensão em períodos de carga reduzida no sistema.


EMERGÊNCIA:

2- Risco de autoexcitação na usina de Marimbondo para rejeição total no 500kV da área Rio/ES.


RECOMENDAÇÃO:

-Operar com um mínimo de 4 reatores entre Marimbondo e Adrianópolis.


Caso no período de carga leve/mínima haja dificuldade do controle de tensão do sistema e se tenha esgotado todos os recursos disponíveis, recomenda-se retornar com este reator no menor intervalo de tempo possível para a operação. Até que se retorne com o reator para a operação, a LT 500kV Araraquara - Campinas poderá ser mantida desligada.

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-> Desligamento do Reator 3 do terminal de Tijuco Preto da LT 765kV Itaberá - Tijuco Preto c3
A ausência deste reator no terminal de Tijuco Preto provoca uma elevação de tensão da ordem de 1,5 a 2% na tensão deste barramento.
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-> LI 500kV 60Hz FOZ-ITAIPÚ C.1


A EXECUÇÃO DESTE SERVIÇO ESTÁ CONDICIONADA À LIBERAÇÃO PELA PROGRAMAÇÃO ENERGÉTICA.
Em regime normal: Não foram verificadas sobrecargas.
Em emergência: Na perda de outro circuito da LI 500kV 60Hz FOZ-ITAIPÚ, podem ocorrer sobrecargas acima do admissível nos circuitos remanescentes.
Desta forma, durante este desligamento, recomenda-se limitar a potência de Itaipu 60Hz em 4900 MW.
Cabe observar que para este desligamento a tensão de 500 kV de Itaipu, bem como a tensão "VT", poderá ser reduzido para 100 % e 101 % respectivamente.



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