ProduçÃo de texto escolha um dos trechos



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PRODUÇÃO DE TEXTO

Escolha um dos trechos abaixo apresentados. Elabore um texto NARRATIVO, inserindo o trecho por você escolhido, de forma que o mesmo faça sentido em relação ao restante da narrativa.


a) Para mim, aquele fato era passado, morto e enterrado. Mas...
b) Era impossível julgar alguém que se encontrava naquela situação.
SOBRE A REDAÇÃO:
1. Estruture o texto da sua redação com um mínimo de 15 e um máximo de 20 linhas.

2. Faça o rascunho no espaço reservado.

3. Transcreva o texto do rascunho para a FOLHA DE REDAÇÃO que lhe foi entregue em separado.

4. Serão analisadas ortografia, pontuação, acentuação, coerência e coesão.





PORTUGUÊS

A linguagem dos chats não é tão absurda quanto parece, desde que seja usada na hora certa


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Para a geração que cresceu em frente ao computador, escrever por códigos é tão natural quanto falar. Abreviações como vc (você) e pq (porque) são usadas dezenas de vezes enquanto os internautas batem papo. As abreviações assustam os puristas do idioma. E até entre os viciados em internet há quem abomine esse linguajar. Um grupo do Fóruns PC’s, uma comunidade de discussão virtual, lançou a campanha “Eu Sei Escrever”, a fim de moralizar a língua portuguesa. A turma tem uma comunidade no Orkut destinada a combater o que ela chama de “analfabetismo virtual”.

Mas para a linguista Maria do Carmo Fontes, da PUC-SP, a linguagem de internet tem sua razão de ser. “Cada contexto vai permitir a criação de uma nova linguagem”, opina. “Se a ideia é ser mais ágil, é justo que se criem novas palavras e abreviações.” A linguista chama a atenção para os contextos: “internetês” só serve num chat ou numa mensagem de celular. Até em e-mail deve ser evitado.

“Em uma prova, o professor não está avaliando se você é rápido, mas seu conhecimento daquela matéria e, claro, a norma culta do português”, compara a professora, que já pegou diversas vezes alunos escrevendo “mais” no lugar de “mas” de tanto usar o símbolo + nas conversas virtuais.

Alguns jovens sabem quando usar cada linguagem. A estudante Mariana Carvalho de Oliveira Rodrigues, de 15 anos, toma cuidado para usar a norma culta até mesmo quando envia e-mail a sua mãe. As abreviações são usadas apenas nos sites de bate-papo e no celular. “Em e-mail para professores, o máximo que deixo escapar é um ‘vc’ ”, explica Mariana.

Marcelo Bergonzoni, de 19 anos, aluno de Publicidade, fica até cinco horas na frente do computador por dia. Ele faz trabalhos da faculdade, ouve música, checa o que está passando na TV e conversa com os amigos – tudo ao mesmo tempo. E ainda assim garante que não troca as bolas: escreve os textos acadêmicos perfeitamente enquanto bate papo com os colegas pelo Messenger. “Mas eu já vi, mais de uma vez, colega entregando trabalho com esse vocabulário de chat”, conta.

Para o professor de Português do Sistema Anglo de Ensino Eduardo Antônio Lopes, o temor em torno do internetês é um exagero. Em vez de inimigo, ele pode se tornar um aliado em sala de aula. “É uma oportunidade a mais que o professor tem para trabalhar a linguagem em sala de aula.” Sakw? (Ou melhor, sacou?).



Época. São Paulo. Editora.Globo, nº 383, p.72, 19 de setembro de 2005



01 - Assinale a alternativa INCORRETA a respeito do texto:

  1. A linguagem de códigos se popularizou com o acesso dos jovens à internet.

  2. O internetês é abominado tanto pelos puristas como pelos viciados em internet.

  3. O combate ao “analfabetismo virtual” é defendido por algumas pessoas.

  4. As opiniões são divergentes em relação à linguagem usada na internet.


02 - A respeito do que o texto afirma sobre variações linguísticas, é INCORRETO afirmar que:


  1. A linguagem da internet é aceitável dependendo da situação de uso.

  2. O aluno deverá usar adequadamente a norma padrão ao fazer uma prova.

  3. Os jovens, quando conscientes, sabem fazer uso adequado do internetês.

  4. O uso do idioma da internet revela que a pessoa desaprendeu o português.



03 - Observe:
“A turma tem uma comunidade no Orkut destinada a combater o que ela chama de analfabetismo virtual”. Infere-se que:
a) A turma aceita as escritas abreviadas.

b) A turma concorda com escritas em códigos.

c) A turma rejeita a forma abreviada e em código .

d) A turma alega que abreviações são traços culturais da nossa língua.



04 - Em: “Em uma prova , o professor não está avaliando se você é rápido , mas seu conhecimento sobre a matéria”...

Neste trecho, em relação ao termo em destaque é correto afirmar:



  1. O termo faz referência ao leitor e não ao estudante.

  2. É um termo dêitico às pessoas do discurso, pode ser usado como recurso para indicar a pessoa genérica.

  3. É um termo que não faz referência ao leitor e sim ao alocutário.

  4. É um termo dêitico às pessoas do discurso , pode ser usado em referência ao locutor.

05 - Os novos gêneros textuais, surgidos com a mídia eletrônica, como chats e e-mails, apresentam características próximas da modalidade oral. Marque a alternativa INADEQUADA a respeito da linguagem desses novos gêneros textuais:

  1. As abreviações decorrem da urgência do contexto comunicativo.

  2. O emprego de gírias reforça a integração do indivíduo no grupo.

  3. Os códigos usados revelam grande capacidade criadora dos usuários.

  4. A popularização do internetês ocasionou o fraco desempenho dos alunos.


06 - Em todas alternativas extraídas do texto, destacou-se um recurso modalizador responsável pela opinião do articulista na construção do texto . Exceto em:

a) ‘ Marcelo Bergonzoni garante que não troca as bolas

b) Alguns jovens dizem que sabem quando usar.

c). A estudante diz que toma cuidado para usar a norma culta.

d) As abreviações são usadas diversas vezes.

07 - Em todas as alternativas há formas verbais usadas corretamente, exceto:

a) Os jovens podem usar com coerência, as abreviações.

b) Os jovens poderiam escrever abreviações se tivessem conhecimento da forma culta.

c) Os jovem escrevem abreviações se conhecessem a forma culta.

d) Os jovens escreveriam abreviações se conhecessem a forma culta.
08 - Um mesmo indicador modal pode expressar modalidades diferentes. Em qual das alternativas o verbo modalizador dever expressa obrigatoriedade?
a) Deve haver mais jovens que saibam usar os códigos linguísticos.

b) Para isso, os jovens devem saber usar os códigos linguísticos.

c) Acho, que os jovens deveriam saber usar os códigos linguísticos.

d) O código linguístico deveria ser seguido por jovens .


09 - Em que alternativa o uso do futuro do pretérito do indicativo sinaliza probabilidade?

a) Disse que faria os trabalhos em códigos ,na próxima prova.

b) Chegaríamos por volta das oito horas.

c) Se observasse os tópicos da prova não faria o texto em códigos.

d) O ideal seria que todos escrevessem a língua padrão.


LITERATURA
10 – O trecho abaixo:
Quanto riso,oh! Quanta alegria! Mais de mil palhaços no salão! O arlequim está chorando pelo amor da colombina no meio da multidão... Eu sou aquele pierrô que te abraçou e te beijou, meu amor!”

Pertence a uma das composições de Zé Keti e nele estão presentes:



  1. Os membros do triângulo amoroso de todos os carnavais;

  2. Um personagem cujo estado de espírito contrasta com o sentimento no salão.

Em I e em II, respectivamente, escreveu-se sobre:




  1. riso + alegria + multidão; arlequim

  2. arlequim + colombina + pierrô; pierrô

  3. abraços + beijos + amores; colombina

  4. arlequim + colombina + pierrô; arlequim



11 – O trecho abaixo:
Texto I - “Eu me cerco, aqui, mire e veja. Isto não é o de um relatar passagens de sua vida, em toda admiração. Conto o que fui e vi, no levantar do dia. Auroras.

Certo. O senhor vê. Contei tudo. Agora estou aqui, quase barranqueiro. Para a velhice vou com ordem e trabalho. Sei de mim? Cumpro. O rio de São Francisco que de tão grande se comparece – parece é um pau grosso, em pé, enorme... Amável o senhor me ouviu, minha idéia confirmou: que o diabo não existir. Pois não? O senhor é um homem soberano, circunspecto. Amigos somos. Nonada. O diabo não há! É o que eu digo, se for ... Existe é homem humano. Travessia.”

1 - O narrador do texto I é:



  1. O personagem principal que revê sua vida dialogando com um interlocutor silencioso.

  2. Um dos personagens que narra os acontecimentos vividos por seu grupo.

  3. Um observador onisciente que interfere na anrração com seu comentários.

  4. Um observador onisciente que não interfere na narração.



12 (UFRS)

O artista inconfessável
Fazer o que seja é inútil.

Não fazer nada é inútil.

Mas entre fazer e não fazer

mais vale o inútil do fazer.

(...)

Mas fazer o inútil sabendo



que é inútil e que seu sentido

não será sequer pressentido,

fazer: porque ele é mais difícil

do que não fazer, e dificilmente

se poderá dizer

com mais desdém, ou então dizer

mais direito ao leitor Ninguém

que o feito o foi para ninguém.

( João Cabral de Melo Neto)
A partir do poema podemos dizer corretamente que o que mais vale para o artista é:


  1. nada fazer, uma vez que jamais será compreendido por ninguém.

  2. fazer de forma mais inútil possível, para que jamais venha a ser compreendido.

  3. não fazer o inútil, embora seja mais difícil.

  4. fazer o inútil cujo significado não será nem mesmo pressentido.


13 - Leia o seguinte trecho com atenção:

Iniciamos a jornada sentimental, seguindo as regras estabelecidas. Os cavalos pisavam tão macio, tão macio que pareciam estarem calçados de sapatilha. A rigor não pisavam. Faziam cafuné com as patas delicadas ao longo do caminho.

(Oliveira,Raymundo Farias de.”Na madrugada do silêncio”. Linguagem Viva,nº 142.SP)
O confronto das frases “ Os cavalos pisavam” e “ A rigor não pisavam” concretiza:


  1. um reforço.

  2. uma indecisão.

  3. uma ironia.

  4. um desmentido.


INGLÊS

The following text refers to questions 01 to 03:



A READER’S BEST FRIEND (by Matthew Philips)

A month ago, 8-year-old Connor Schultz could read 45 words a minute.

Today he’s up to 93. The reason? A 4-year-old longhaired dachshund named Ruby who, once a week, visits Connor’s school in Schenectady, New York, and sits with him while he reads aloud. She doesn’t judge or correct him, and Connor has an audience he feels comfortable reading to.

Ruby is one of 16,000 certified therapy dogs participating in reading assistance programs at schools and libraries across America, as educators have begun tapping into the claming effect dogs have on us. _____ word spreads and test scores improve, requests for visits from therapy dogs have been pouring in. “We get calls every day,” says Ursula Kemp, president of New Jersey’s Therapy Dogs International. And Utah-based Intermountain Therapy Animals has close to 1,300 dogs registered in its reading-assistance program.



Newsweek (adapted)

14 - According to the text

    1. Connor likes to read in front of large audiences.

    2. school children can improve their reading speed with the help of certain trained dogs.

    3. more than 1,000 dogs are interested in taking reading lessons at Intermountain Therapy Animals.

    4. only certified dogs can judge and correct reading mistakes.



15 - The connector that correctly fills in the blank in the text is:

    1. as

    2. only if

    3. although

    4. in addition to


16 - The meaning of the expression “tap into” in the text is

  1. to accept or choose something that is being offered or suggested.

  2. to remember what has to be done now or in the future.

  3. to make use as much as possible of the ideas and experience that a group of people has.

  4. to try to deal with a difficult problem.





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