PrevençÃo e consequências dos agravos resultantes da violência contra mulher em uma comunidade de baixo índice de desenvolvimento humano



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PREVENÇÃO E CONSEQUÊNCIAS DOS AGRAVOS RESULTANTES DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER EM UMA COMUNIDADE DE BAIXO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Tamires Feitosa de Lima¹; Verônica Maria da Silva Mitros ²; Karla Patrícia Bianca Silva Nogueira ³; Cibelly Ariadne Simplicio de Jesus 4; Samira Valentim Gama Lira5


  1. Discente da Universidade de Fortaleza – UNIFOR. Email: tamiresfeitosa02@hotmail.com. CPF: 604.996.273-18.

  2. Discente da Universidade de Fortaleza – UNIFOR. Email: veronicamitros@yahoo.com.br. CPF: 605. 733. 743 – 33.

  3. Discente da Universidade de Fortaleza – UNIFOR. Email: biankanogueira007@hotmail.com. CPF: 044.605.003-29.

  4. Discente da Universidade de Fortaleza – UNIFOR. Email: c.ariadne15@gmail.com. CPF: 064.682.873-83.

  5. Docente da Universidade de Fortaleza – UNIFOR. Email: samiralira@unifor.br. CPF: 996.817.303-72.

Descritores: Prevenção. Consequências. Violência.

Eixo Temático 6: Redes de Atenção à Saúde.

INTRODUÇÃO

A violência trata-se de um fenômeno de definições e conceitos variados. Os dicionários de língua portuguesa, por exemplo, trazem a violência como uma característica de quem é violento, pelo qual faz uso da força e poder contra alguém ou contra a si mesmo a fim de causar-lhe dano (MOREIRA, 2012).

Dentro de sua complexidade, apresenta, ainda, tipologias e naturezas diversificadas, porém a violência contra mulher, em especial, é reconhecida como um grave problema de saúde pública perante a sociedade e vem gerando discussões mundialmente, tendo em vista as consequências e impactos que reproduzem (ROSA et al, 2013).

Segundo Moreira et al (2008), existem dois grupos de fatores, um condicionante e outro precipitantes da violência. Os fatores condicionantes são aqueles caracterizados pela prática de ações de desigualdade de gênero e econômica, submissão feminina, machismo e discriminação do sexo feminino, enquanto os fatores precipitantes estão relacionados com o uso de álcool e/ou drogas, estresse e ciúmes, que é um fator que pode desencadear situações de agressão.

Outros fatores presentes em nossa sociedade como pobreza, a desigualdade social e o desemprego também são considerados desencadeadores e agravantes sociais da violência contra mulher. Diante desse contexto, ressalta-se as consequências em torno dessa prática que podem interferir na qualidade de vida e ocasionar prejuízos a saúde física, sexual e psicológica das mulheres, podendo até ser fatais (RIBEIRO; COUTINHO, 2011).

Com propósito de atuar no enfrentamento da violência contra mulher, existe uma Rede de Apoio e Proteção à Mulher que tem o compromisso de prevenir, apoiar, proteger e impedir que atos de violência continuem ocorrendo. Dentro de sua articulação, a mulher pode recorrer ao auxílio de serviços como estabelecimentos de saúde, forças policiais, centros de referências e defensorias jurídicas, que devem estar capacitados para acolher a mulher em situação de violência (FERNANDES; GAIA; ASSIS, 2014; FONSECA, RIBEIRO, LEAL, 2012).

Esse acolhimento deve está focado nas prevenções das complicações do ato violento, pois muitas tipologias geram consequências que podem perdurar a vida toda, sendo imprescindível um profissional para atuar nesse momento.

Desde a criação da Lei nº 11.340/06 (Maria da Penha), marco na legislação brasileira que teve o propósito de enfrentar a violência contra a mulher no país, ocorreu uma redução significativa dos casos de violência, porém apesar dos avanços com a criação da lei e com a existência de uma rede de apoio e proteção para a mulher, percebe-se, ainda, a mulher inserida constantemente em situação de violência, destacando uma realidade de índices que permanecem preocupantes (FERNANDES; GAIA; ASSIS, 2014; FONSECA, RIBEIRO, LEAL, 2012).

Considerando que muitos casos de violência existentes não são identificados e acompanhados de forma eficaz, surgem questionamentos a respeito das fragilidades em torno da rede. Segundo Moreira et al (2008), a ausência de capacitação dos profissionais que compõe os serviços em detectar mulheres em condições de violência, por exemplo, pode ser um dos motivos da invisibilidade desses casos, que repercute na subnotificação do caso.

Dessa forma, é de extrema relevância que os profissionais estejam aptos a reconhecer os sinais corporais e comportamentais causados pela violência, além de seus agravos na saúde da mulher para que as ações de apoio, proteção e acompanhamento dentro da rede possam ser efetivas. Portanto, esse estudo teve como objetivo identificar as medidas preventivas e consequências dos agravos resultantes da violência contra a mulher.



METODOLOGIA

Trata-se de uma pesquisa descritiva de abordagem quantitativa, realizada em uma comunidade de baixo índice de desenvolvimento humano no município de Fortaleza, Ceará, em 2016. As participantes do estudo foram mulheres com idade maior que 20 anos, que residiam no domicílio investigado, que fossem mãe ou matriarca (provedora financeira e/ou de cuidados da família) e que aceitassem participar da pesquisa.

A coleta de dados foi realizada no mês de maio de 2016, por meio de um sorteio, no qual foi selecionado um bairro do município de Fortaleza, suas ruas e os números das casas. Em cada rua, seguimos pelos dois lados da mesma, onde se visitou uma casa sim e a outra não em ambos os lados. Nos casos em que nenhuma mulher foi encontrada na residência sorteada ou que não aceitasse participar da pesquisa, conforme os critérios de inclusão, pulamos para a casa seguinte, continuando a alternância a partir da última casa visitada. Quando chegou ao fim da rua, foi realizado um novo sorteio para determinar o lado que iriamos seguir. Até atingirmos o número proposto de 20 mulheres. Cabe salientar, que a pesquisa ainda está em andamento onde outros bairros estão sendo pesquisados.

Como instrumento de coleta de dados utilizamos um questionário que abordava questões acerca dos dados sociodemográficos, fatores de prevenção dos atos violentos e sobre suas consequências. Após a coleta dos dados, realizamos a análise, onde os dados dos questionários foram inseridos em um banco com a utilização do programa SPSS (StatisticalPackage for the Social Sciences) – versão 16.0, e em seguida foram analisados conforme a literatura.

A pesquisa obedeceu a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde publicada no Diário Oficial da União que revoga a Resolução 196/96, ou seja, aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos (BRASIL, 2012). E foi aprovada no Comitê de ética em pesquisa da Universidade de Fortaleza com o parecer no 1.508.566.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As participantes da pesquisa foram mulheres que tinham naturalidade em Fortaleza (50,0%) e no interior (10,0%), idade menor que 45 anos (60,0%), união estável (35,0%), escolaridade maior ou igual a 8 anos (80,0%), com renda familiar de até 1 salário mínimo (60,0%), eram do lar (35,0%), católica (80,0%), de cor parda (45,0%) e todas as participantes tinham pelo menos 1 filho.

No questionário aplicado foram descritos diversos tipos e formas de violência contra mulher e, do total de participantes, 12 mulheres (60%) afirmaram que sofreram algum tipo de violência no ano de 2015.

O estudo aponta os dados que caracterizam os atos violentos sofridos por mulheres como os fatores desencadeadores, a reação das mulheres em situações de violência e os problemas gerados a sua saúde após serem agredidas.

Ao serem questionadas sobre os fatores que desencadearam os atos de violência e, levando em consideração que mais de um fator pode provocar essas situações, apresentam-se os seguintes percentuais: do total de entrevistadas que afirmaram já ter sofrido violência, quatro delas (33,3%) citaram o alcoolismo como motivo do ato violento; duas mulheres (16,6%) apontaram o machismo; a ignorância foi citada por quatro entrevistadas (33,3%); cinco mulheres (41,6%) relataram que o motivo de terem sofrido violência, foi o ciúme do agressor; duas entrevistadas (16,6%), ainda, afirmaram que o motivo foi o uso de drogas e seis mulheres (50%) disseram que os atos violentos que sofreram foram desencadeados por outro fator não querem citá-lo.

Com relação aos fatores que ocasionam os atos violentos, o uso de álcool e/ou outras drogas pelo agressor influenciou em vários dos casos citados. São dois problemas de saúde pública, que estão agregados, sendo eles fortes fatores de risco para o surgimento de situações de violência. Vieira, et al (2014) considera-se que o uso de álcool e/ou outras drogas aumentam o risco da violência contra mulher, tendo em vista as mudanças de humor, que interferem ativamente no caráter e temperamento do usuário, quando consumidas de forma excessiva.

Além dos inúmeros prejuízos que o uso de álcool e drogas trazem ao organismo dos usuários, destaca-se a facilidade em gerar conflitos, ocasionando, em muitos casos, o rompimento de uma família. Desta forma, torna-se perceptível a importância das ações preventivas contra o uso de álcool e/ou outras drogas, que consequentemente, auxilia no combate a violência contra mulher (VIEIRA et al, 2014).

O ciúme foi citado como fator, podendo ser considerado um sentimento de posse e de domínio que o homem tem sobre a mulher, assim querendo mantê-la exclusivamente dele. Portanto, o ciúme exagerado, que pode se caracterizar como aquele que interfere no comportamento, na liberdade e que quer manter o controle sobre a mulher influencia no relacionamento e, consequentemente, pode resultar em atos violentos. Os casos se manifestam através de situação de desconfiança, proibições com relação a amizades, as roupas e a sair de casa e a partir do momento que a mulher desobedece, em muitos casos, é punida (ZANCAN; WASSERMANN; LIMA, 2013).

O machismo também foi apontado, por algumas mulheres, como o fator que desencadeou a violência, visto que é a recusa por parte do homem de ter os mesmos direitos e deveres das mulheres, gerando o sentimento de superioridade ao gênero feminino. As situações de violência surgem, a medida que os homens acreditam que as mulheres devem ser submissas a eles, desta forma, quando não demonstram obediência, são alvo de agressões que perpassam todas as naturezas da violência. Ações de valorização da mulher e de incentivo a igualdade de gêneros devem ser implementadas dentro da rede, com objetivo de reduzir as desigualdades de gênero, consequentemente o machismo enraizado (MOREIRA et al, 2008).

O estudo aponta, ainda, o modo como as mulheres reagiram às situações de violência, considerando também que várias reações podem ter ocorrido diante de um ato violento. Três mulheres (25,0%) disseram que sua reação foi desabafar com outra pessoa sobre o ocorrido e outras três (25,0%) disseram que reagiu com insultos. Todas as mulheres (100%) que afirmaram ter sofrido violência, negaram a utilização de algum estabelecimento de saúde, ligação para o disque 180 ou contatação de centros de referência, em função do ato. Duas mulheres (16,6%) contataram as forças policiais; uma mulher (12,0%) reagiu violentamente a situação, enquanto nove das mulheres (75,0%) afirmaram que não fizeram nada em resposta à agressão.

Segundo Fonseca, Ribeiro e Leal (2012), a manifestação das mulheres após sofrer violência é de medo, vergonha, sentimento de culpa, decepção, sofrimento, assim mostrando-se passivas ao ato.

As reações das mulheres após os atos violentos foram variadas, apenas uma pequena parcela buscou o auxílio de algum serviço da Rede de Proteção e Apoio as Mulheres em situação de violência, enquanto a maioria não relatou nenhum tipo de reação.

Resultados que despertam questionamentos em torno do que levam as mulheres a mascararem os atos e permanecerem nessa situação. Zancan, Wassermann e Lima (2013) afirmam que a maioria das mulheres submetem-se a esse tipo de situação por questões que envolvem medo, vergonha, ameaças, dependência financeira e até pelos próprios filhos. Rosa, et al (2013) trazem que fatores como religião, cultura, valores morais, chantagem emocional, esperança que o agressor mude, isolamentos e negação social também contribuem para que a mulher se mantenha em situações de violência.

Destaca-se que o silêncio da mulher, identificado na ausência da busca por apoio, segundo Schraiber e Oliveira (2008), pode ser resultado, ainda, de más experiências anteriores, em que o profissional tenha duvidado, descredibilizado ou até julgado a mulher como culpada, situações que revelam-se práticas comuns.

Em relação as consequências ocasionadas pelos atos violentos, considerando que várias dos seguimentos podem ocorrer ao mesmo tempo, quatro (40,0%) afirmaram que o ato resultou em problemas de saúde como dor de cabeça (25,0%); obter problemas respiratórios e dificuldade de respirar (25,0%); ocorrer hipertensão arterial e problemas cardíacos (25,0%); problemas de insônia e pesadelos após o ato (25,0%); sofrer de ansiedade e nervosismo (75,0%); problemas de mudanças de humor, irritabilidade, chorar mais do que o habitual e vontade de chorar sem motivo (25,0%).

Segundo Fonseca, Ribeiro e Leal (2012), todas as consequências resultantes da violência são danosas à saúde da mulher, porém as mais compreendidas pelas mulheres são o trauma, o desamor e insensibilidade, que podem ser caraterizadas por problemas como a ansiedade, o nervosismo, mudanças de humor, irritabilidade e distúrbios de sono.

Segundo Moreira, et al (2008), a violência contra mulher reflete no aumento dos casos de suicídios, do uso de álcool e/ou drogas, incidência de dores de cabeças e problemas gastrointestinais, além disso em sofrimento metal ocasionado pelo não enfrentamento da mulher a situação de violência vivida, pois muitas mulheres se mostram silenciosas por opressão e medo. Ainda há a existência de problemas tardios causados pela violência como hipertensão arterial e problemas cardíacos.

Para o enfrentamento da violência contra mulher e prevenção de agravos a saúde é importante que as mulheres saibam da existência de uma Rede de Proteção e Apoio, para que assim não se mostre vulnerável à violência. Além da atuação de profissionais que estejam aptos e sensibilizados a realizar as atividades propostas, há a carência de um trabalho em equipe multiprofissional, reconhecendo o papel interdisciplinar dentro de uma rede de proteção à violência.

Ademais, vê-se a necessidade de estratégias de enfrentamento por parte da rede de apoio e proteção como, por exemplo, a maior divulgação por meio de mídia com o objetivo de a mulher ter conhecimento sobre os seus direitos para que se sinta protegida e que saiba que pode contar com vários serviços que trabalham juntos para sua qualidade de vida, livre de violência e ações de educação em saúde com o intuito de minimizar os fatores de risco que coloquem a mulher em situação de violência (FONSECA; RIBEIRO; LEAL, 2012; FERNANDES; GAIA; ASSIS, 2014).

CONCLUSÃO

O presente estudo indicou que diversos fatores estão relacionados a violência contra mulher, que vão desde o consumo de álcool e/ou outras drogas por parte do agressor, até agressões causadas por sentimentos de ciúmes, ignorância, machismo. Através do estudo foi perceptível, ainda, as reações das mulheres após os atos, onde prevalece a inércia e a imparcialidade. Dentre as principais consequências geradas pela violência contra mulher destacaram-se os problemas de ansiedade, nervosismo, mudanças de humor e irritabilidade.

A pesquisa demonstra a importância e a necessidade do enfrentamento da violência contra a mulher, através de ações preventivas de proteção realizadas pelos serviços da rede de apoio a violência como, por exemplo, ações de valorização da mulher, educação em saúde sobre reconhecimento de fatores de risco e o incentivo ao diálogo.

Além disso, alerta-se para os profissionais que compõe a rede de proteção para o fortalecimento e manutenção de suas ações, em busca de proporcionar um apoio e proteção à mulher adequando e minimizando as consequências geradas pelos atos violentos.



REFERÊNCIAS

FERNANDES, G. B.; GAIA, V. O.; ASSIS, C. L. Estratégias de enfrentamento da violência de gênero em mulheres de Ji-Paraná (RO). Mudanças- Psicologia da Saúde, Rondônia, v. 22, n. 2, p. 1-14. Jul./Dez. 2014.


FONSECA, D.H.; RIBEIRO, C.G.; LEAL, N.S.B. Violência Doméstica Contra a Mulher: Realidades e Representações Sociais. Psicologia & Sociedade, João Pessoa, v. 24, n. 2, p.307-3014. 2012.

MOREIRA, S. N. T. et al. Violência física contra a mulher na perspectiva de profissionais de saúde. Revista Saúde Pública, Natal, v. 42, n. 6, p. 1053-1059. 2008.

MOREIRA, R. R. A designação de violência em dicionários de língua. Fragmentum, Rio Grande do Sul, n. 33, p. 40-48. Abr./ Jun. 2012.

RIBEIRO, C. G.; COUTINHO, M. L. L. Representações sociais de mulheres vítimas de violência doméstica na cidade de João Pessoa-PB. Psicologia e Saúde, Paraíba, v. 3, n.1, p. 52-59. Jan./jun. 2011.


ROSA, D. O. A. et al. A violência contra a mulher provocada por parceiro íntimo. Femina, Belo Horizonte, v. 41, n. 2, p. 81-87. Mar./Abril. 2013.
SCHRAIBER, L.B. OLIVEIRA, A.F.P.L. Romper com a violência contra a mulher: como lidar desde a perspectiva do campo da saúde. Athenea Digital, v.14, p. 229-236, 2008.
ZANCAN, N.; WASSERMANN, V.; LIMA, G. Q. A Violência Doméstica a Partir do Discurso de Mulheres Agredidas. Pensando famílias, Rio Grande do Sul, v. 17, n.1, p. 63-76. 2013.
VIEIRA, L.B. et al. Abuso de álcool e drogas e violência contra as mulheres: denúncias de vividos. Revista Brasileira de Enfermagem, Rio de Janeiro, v. 67, n.3, p. 366-372. Mai./jun. 2014.
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