Porto Alegre, 16 de janeiro de 2010



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Ospa abre a Temporada 2012 com concerto ao ar livre
Apresentação ocorre neste domingo (11/3), às 18h, no local onde será construída a Sala Sinfônica da Ospa, no Parque Harmonia
Neste domingo (11/3), a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre apresentará o Concerto de Abertura da Temporada 2012, às 18h, no terreno onde será construída a Sala Sinfônica, no Parque Harmonia (ao lado da Câmara de Veredadores). Apresentação com entrada franca contará com a presença do Governador do RS, Tarso Genro; secretário de Estado de Cultura, Assis Brasil; presidente da Ospa, Dr. Ivo Nesralla; presidente da Fundação Pablo Komlós, Professor Luiz Osvaldo Leite e diretor superintendente da Ospa, João Gastão Tellier Flores, entre outras autoridades.
– Estaremos no terreno da futura Sala Sinfônica como uma forma de marcar nosso território. Queremos que as pessoas conheçam esse local e se habituem com ele. É a casa da Ospa e é onde ocorrerão todos os concertos da Orquestra - explica o diretor artístico da Ospa, maestro Tiago Flores, que irá reger o espetáculo.
O Concerto de Abertura inicia com Capricho Italiano Op. 45, de um dos maiores compositores do Romantismo russo, P. I. Tchaikovski. É uma obra alegre, inspirada em festas carnavalescas italianas.
Na sequência, a Orquestra executa árias de ópera, com a participação do barítono Carlos Rodriguez e do tenor Juremir Vieira.
Abertura de Barbeiro de Sevilha e a ária de Fígaro, de Gioachino Rossini; Ária La Donna e mobile, da ópera Rigoletto, de Giuseppe Verdi; Una Furiva Lacrima, da da ópera “L’Elisir D’Amore, de Gaetano Donizetti; Recondita Armonia, da Ópera Tosca, de Giacomo Puccini; Intermezzo, da Ópera Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni; ária do Toreador, da ópera Carmen, de George Bizet; Ária Nessun Dorma, da Ópera Turandot, de Giacomo Puccini; e O Sole Mio, de Eduardo Di Capua prometem emocionar o público.

O Concerto se encerra com mais uma de Tchaikovski , Abertura de 1812. De caráter fortemente nacionalista, a obra comemora o fracasso da invasão francesa à Rússia, em 1812, e a consequente devastação do Império Napoleônico. Nesta última obra, haverá a participação da Banda do III Batalhão de Polícia do Exército.
SAIBA MAIS:
SALA SINFÔNICA

Por meio da Fundação Cultural Pablo Komlós, a Sala Sinfônica já conta com o apoio de empresas patrocinadoras, como Banrisul, Lojas Renner, SulGás,  Souza Cruz, Randon, Celulose  Irani e Habitasul, e os apoiadores  STIHL, Marcopolo e Pactum - através de Leis de Incentivo a Cultura, junto ao Ministério da Cultura e Governo do Estado do Rio Grande do Sul.


Além destas, há um comprometimento cada vez maior do empresariado, que vem aumentando, principalmente após o anúncio da nota de empenho da verba de R$ 20 milhões pelo Ministério da Cultura. A assinatura deste convênio, espera-se, deverá ocorrer nos próximos dias.  Além disso, o Governo do Estado também empenhou uma contrapartida de R$ 5 milhões.
Após as licitações para as obras de fundações, realizadas em dezembro de 2011, a empresa vencedora Serki já começou a trabalhar no terreno, montado o canteiro de obras. Nesta fase, é feito um novo estudo do solo para ver o tipo existente e profundidade da estaca, limpeza do terreno, topografia, instalação de luz e água, montagem das máquinas.


JUREMIR VIEIRA (TENOR)

Natural de Porto Alegre, Juremir Vieira estudou na Escola de Música da Orquestra Sinfônica de sua cidade, com Lory Keller. Cantou em diversas produções operísticas, tais como: Cosi Fan Tutte, de Mozart e La Bohème, de Puccini, além de vários oratórios de compositores como Beethoven, Gounod, Mendelsson, Mozart, Saint Saens, Vivaldi e Verdi.


Cantou em cidades como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Curitiba e Belo Horizonte, regido por David Machado, John Neschling, Roberto Tibiriçá, Isaac Karabtchevsky, Henrique Morelembaum e Luiz Fernando Malheiro. Em 1995, foi um dos vencedores do 5° Concurso Internacional de Canto Luciano Pavarotti, na Academia de Música da Philadephia, Estados Unidos.
Em 1996, mudou-se para Europa, onde se apresentou em diversos países como Bélgica, Áustria, França, Itália, Alemanha e Irlanda. Na Cia de Ópera do Teatro de St Gallen, Suíça, atuou como cantor fixo por 14 anos, interpretando diversos papéis, destacando-se as óperas: Norma, de bellini; Carmen, de Bizet;,Ernani, Nabucco e La Traviata, de Verdi; Cavaleria Rusticana, de Mascagni; Werther, de Massenet; Contos de Hoffmann, de Offenbach; Turandot, de Puccini; E. Onegin e Dama de Espadas, de Tchaikovsky e Zwerg, de Ziemlinsky.
Atualmente, ministra Masterclasses em varias cidades e participa , como professor convidado, de Festivais de Musica e oficinas de Canto Lírico.
CARLOS RODRIGUEZ (BARÍTONO)

Radicado na Europa de 1997 a 2003, graduou-se e pós-graduou-se nos cursos de performance em Ópera e Música de Câmara no Conservatório Superior de Música de Maastricht, na Holanda, e “Stage Training for Opera Singers” no Jeker Opera Studio, Holanda. Fez, também, masterclasses com Thomas Hampson (EUA), Luigi Alva (Peru) e Sir John Shirley-Quirck (Inglaterra), entre outros.


Em 1999, foi semifinalista do Concurso Internacional de Canto Mozart em Salzburg, na Áustria; e, em 2003, ganhou o terceiro prêmio no Concurso Internacional de Canto BidúSayãoem Belém do Pará. Em 2003, foi um dos fundadores do grupo Ópera de Bolso, apresentando a Flauta Mágica de W. A. Mozart nesse formato. Em 2006, ao lado da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, sob a regência de Antônio Carlos Borges Cunha, fez a estréia mundial da obra Recorrências, de Flávio Oliveira, composta especialmente para sua voz.
Em 2007, foi o curador da área de canto lírico do StudioClio. Em 2008, sob a regência do maestro Manfredo Schmidt, participou da abertura da temporada oficial do Teatro do SESI, cantando o solo de barítono na superprodução da obra Carmina Burana, de Carl Orff, aclamada pelo público e a crítica. Em 2010, sob a regência de Manfredo Schmidt, foi um dos solistas do concerto Os Maiores Mestres da Música Italiana, na abertura da temporada oficial da Orquestra de Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul. Em 2011, novamente sob a batuta de Borges Cunha, foi um dos solistas de Cortina Lírica, no Theatro São Pedro.

TIAGO FLORES (MAESTRO)

Tiago Flores é o atual diretor artístico da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul sob a orientação de Arlindo Teixeira, especializou-se em regência orquestral em São Petersburgo (Rússia) com Victor Fedotov. Participou de cursos, oficinas e festivais com Kurt Redel (Alemanha) e Lutero Rodrigues e venceu o concurso Jovens Regentes promovido pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Atuou à frente de orquestras do Brasil, Uruguai, Venezuela, México, Itália e Áustria. Foi diretor artístico da OSPA entre 1999 e 2001.


Regente da Orquestra de Câmara da ULBRA desde sua fundação, vem recebendo inúmeros elogios da crítica especializada, destacando-se como grande incentivador da nova música e tendo contribuído, em muito, para o reconhecimento do conjunto como um dos melhores do gênero no país. Recebeu o prêmio Melhores da Cultura 2005, conferido pela Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, e em 2006, no Festival de Cinema de Maringá, o prêmio de “Melhor Música” como diretor musical do filme “Sal de Prata”, do diretor Carlos Gerbase.
A OSPA é uma das fundações vinculadas à Secretaria de Estado da Cultura. Os concertos da Temporada 2012 são patrocinados pela Lei Federal de Incentivo a Cultura, Vonpar, Ipiranga, Gerdau, Souza Cruz e Brasília Guaíba. A realização é da OSPA, Fundação Cultural Pablo Komlós e Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
SERVIÇO:

O que: Concerto de Abertura da Temporada 2012

Quando: Domingo (11/3), às 18h

Onde: Parque do Harmonia - ao lado da Câmara dos Vereadores (local onde será construída a Sala Sinfônica da Ospa)

ENTRADA FRANCA
Programa:

P. I. Tchaikovsky: Capricho Italiano - Op. 45

Gioachino Rossini: da Ópera Barbeiro de Sevilha: "Abertura"

Gioachino Rossini: da Ópera Barbeiro de Sevilha: "Ária de Figaro"

Giuseppe Verdi: da Ópera Rigoletto: Ária La Donna e mobile..

Gaetano Donizetti: da ópera “L’Elisir D’Amore: Una Furiva Lacrima

Giacomo Puccini: da Ópera Tosca: Recondita Armonia...

Pietro Mascagni: da Ópera Cavalleria Rusticana: Intermezzo

George Bizet: Da Ópera Carmen – Ária do toreador

Giacomo Puccini: da Ópera Turandot: Ária Nessun Dorma

Eduardo Di Capua: O Sole Mio

P. I. Tchaikovsky: Abertura 1812
REGENTE: Tiago Flores – Diretor Artístico da Ospa
SOLISTAS: Juremir Vieira (Tenor) e Carlos Rodriguez (Barítono)
Participação da Banda do III Batalhão de Polícia do Exército Exército
OBS: Em caso de chuva, o Concerto será transferido para terça-feira (13/3), às 20h30, no Auditório Dante Barone (Assembléia Legislativa), com entrada franca.

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Raphaela Donaduce - jornalista

Coordenadora da Assessoria de Imprensa da Ospa

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