Pontos importantes o império Universal Romano-Cristão



Baixar 2,83 Mb.
Página2/3
Encontro26.07.2018
Tamanho2,83 Mb.
1   2   3
novo conjunto de valores pelos quais os seres humanos deveriam reger as suas vidas, defendendo a:

  • Igualdade entre os homens

  • Caridade e fraternidade

  • Humildade

  • Condenação de todo e qualquer tipo de opressão, injustiça e violência

  • Paz

  • O Cristianismo teve uma rápida difusão por todo o Império Romano.

  • A expansão desta religião deveu-se a um conjunto de quatro fatores:

  1. A

    rede de estradas e a unidade linguística romanas, que facilitaram a circulação dos ideais cristãos;



  2. A existência de comunidades judaicas, um pouco por todo o Império, que acolhiam bem esta religião por ser também monoteísta;

  3. O descontentamento e a insatisfação da população romana que tinha conhecimento das desigualdades sociais existentes;

  4. Os valores defendidos pelo Cristianismo eram sinónimos de esperança para os povos oprimidos;



  • Os cristãos nunca aceitaram o culto imperial, rejeitavam os deuses romanos e não se identificavam com os comportamentos imorais em que a sociedade romana estava mergulhada.

  • No entanto, o Cristianismo começou a ser fortemente perseguido pelo poder político devido:

  • Ao seu sentido totalitário e universalidade da sua doutrina, que defendia a existência de um Deus Único e em que todos eram considerados iguais, independentemente do sexo, raça ou classe;

  • O caráter exclusivo e messiânico, isto é, anunciador de uma nova ordem espiritual, em que todos tinham de ser seus crentes;

  • A tendência para a não-integração social das suas comunidades de fiéis;

  • A recusa total quanto a prestar culto a qualquer outra divindade, incluindo o culto ao Estado e ao Imperador.



  • A partir do séc. II, as perseguições aos cristãos atingiram grande violência. Aqueles que não abandonassem a sua crença seriam punidos, lançados às feras no coliseu.

  • As catacumbas eram o único local de refúgio dos cristãos. Aí praticavam as cerimónias de culto e de enterramento dos mortos.



  1. O triunfo do Cristianismo

  • O número de seguidores do Cristianismo foi aumentando e atingindo pessoas de camadas sociais superiores.

  • Consciente desta situação, o Imperador Constantino publicou, no ano 313, o Édito de Milão, que decretava a liberdade religiosa em todo o Império.

  • No entanto, ainda na época do Imperador Constantino, iniciou-se uma polémica em torno das questões doutrinais do Cristianismo. Ario, pai de Alexandria, negava a Cristo, a condição de filho de Deus. Esta doutrina de Ario ficou conhecida como Arianismo e deu origem à primeira dificuldade doutrinal, após a legalização do Cristianismo.

  • Constantino, querendo resolver este problema [e receando uma rutura entre Cristãos no Império], convocou em 325, o I Concílio Ecuménico, que teve uma importância especial, uma vez que, recentemente, a perseguição aos cristãos havia sido terminada.

  • Em 380, Teodósio I através do Édito de Tessalónica, impôs o Cristianismo como religião oficial e única do Estado Romano. Mas, foi no Concílio de Constantinopla, em 381, que a questão do Arianismo foi ultrapassada.

  • Verificamos que o poder espiritual da igreja sobrepôs-se e substituiu o poder imperial desfeito e deu continuidade ao seu legado político-cultural no império fragmentado pelos Bárbaros.



  1. Sinais de uma nova geografia política: presença dos Bárbaros1 no império

  • O império Romano começou a dar sinais de enfraquecimento do séc. II.

  • A corrupção e a dissolução dos costumes eram notórias nas elites. Entre os magistrados, eram constantes as rivalidades e ambição pelo poder. Como a sucessão dos imperadores não estava legislada na sua hereditariedade, era motivo para assassinatos, golpes de Estado, revolta de generais e anarquia militar, desde o séc. I.

  • Esta instabilidade foi aproveitada para tentativas de independência das províncias mais rebeldes e por parte dos povos bárbaros, que tentavam pequenas investidas de saque e razia nas terras do império. Estes problemas associados a outros, descontentavam a plebe.

  • A tetrarquia militar, marcava o inicio das reunificações e divisões administrativas do império que haveriam de terminar com a divisão definitiva do império, em 395, em Império Romano do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente, com capital em Constantinopla.

  • Contudo, estas divisões, não evitaram os ataques bárbaros.

  • A partir do ano 476, pressionados pelos Hunos, os germanos são forçados a transpor as fronteiras romanas, dando início a vagas de invasões que se prolongaram por vários séculos, atingindo toda a Europa – era o fim do Império Romano do Ocidente.



  • N
    Após a vaga de invasões, os germanos organizaram-se em reinos, que alteraram por completo o mapa político da Europa. Surgem assim:

    • Reino franco – (atual França)

    • Reino visigodo e suevo – (Península Ibérica)

    • Reino ostrogodo – (Península Itálica)

    • Reino anglo-saxão – (Grã-Bretanha).


    ovo Mapa Político





1   2   3


©livred.info 2017
enviar mensagem

    Página principal