Plano de disciplina



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PLANO DE DISCIPLINA:

LABORATÓRIO DE INTERPRETAÇÃO CÊNICA III


CÓDIGO:

TEA30021


CURSO/DEPARTAMENTO:

Licenciatura em Teatro/Departamento de Artes



CARGA-HORÁRIA:

80h


PRÉ-REQUISITOS:

Laboratório de Interpretação Cênica II



CRÉDITOS:

4

PROFESSOR: Luiz Daniel Lerro¹

VIGÊNCIA/PERÍODO:

2015-1

¹Doutor em Artes Cênicas – Universidade de Bolonha (UNIBO – Itália) e Universidade Federal da Bahia (UFBA).

EMENTA

Construção de partituras de ação. Precisão. Memória. Equilíbrio. Oposição. Modos contemporâneos na construção da cena a partir dos princípios de Jerzy Grotowski, Peter Brook, Artaud e outros teatrólogos da atualidade.



OBJETIVOS

Propiciar a experiências com métodos contemporâneos de criação cênica, seus fundamentos, princípios e aplicabilidades.



CONTEÚDO PROGRAMÁTICO




  1. O movimento Arte Pobre – conceito, princípios filosóficos e elementos técnico-expressivos.

  2. Teatro Rico e Teatro Pobre.

  3. Artaud e a crueldade tal qual um ato de disciplina máxima do ator consigo mesmo.

  4. Grotowski e o Teatro das 13 Filas.

  5. A poética do Teatro Pobre – “Príncipe Constante” (1965) e “Apocalypis com Figuris” (1968-1969).

  6. A via negativa no processo educacional do ator grotowskiano.

  7. A Pedagogia stanislavskiana dos Sentimentos e a Pedagogia grotowskiana da Sensação.

  8. As proposições parateatrais – Teatro das Fontes, Transculturalismo e Projetos Especiais.

  9. A arte como veículo – os cantos vibracionais e as práticas ritualísticas tradicionais no processo educacional do performer.

  10. Disciplina e Espontaneidade – coniunctio oppositorum do ato total.

  11. Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards – as fronteiras entre a cena, o ator e o espectador.




ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

a) Método: aulas teórico-expositivas, leituras em classe, discussões em classe, prática de atividades laboratoriais, análise de vídeos, documentários (em DVD ou diretamente na rede internet: Youtube, Vimeo, etc.) e imagens iconográficas.

b) Recursos: sala de aula, lousa, biblioteca, apresentações; acesso à internet; som estéreo; data show.


AVALIAÇÃO

O processo de AVALIAÇÃO é sistêmico. Portanto, não se concentra somente na etapa final, mas também durante os encontros. No processo de AVALIAÇÃO considerei: a) frequência/horário; b) participação em sala de aula e nos projetos; c) motivação e interesse; d) leitura de bibliografia básica. Seminário teórico/prático com entrega de 1 (um) relátorio de pesquisa = 25 pontos; Participação em sala de aula, nos projetos, motivação e interesse = 25 pontos; Frequência/Horário = 25 pontos; Leitura de bibliografia básica = 25 pontos.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR

I – BÁSICA
ARTAUD, Antonin. O Teatro e seu duplo. São Paulo, Max Lomonad, 1987.

BARBA, Eugenio e Savarese, Nicola. Arte Secreta do Ator. Campinas.UNICAMP/HUCITEC, 1995.

BROOK, Peter – A Porta Aberta. Rio de Janeiro, Civ. Brasileira,1999.

GROTOWSKY, Jerzy. Em Busca de Teatro pobre. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1970.


II – COMPLEMENTAR
BONFITTO, Matteo. O Ator Compositor. São Paulo, Perspectiva; 2002.

CORRÊA, José Celso Martinez – Primeiro Ato. São Paulo, Ed. 34, 1998.

MEYERHOLD, V. Textos teóricos. Madrid, DEE, 1992.

NEWLOVE, Jean. Laban for Actor and dancers. New York, Routledge, 1995

VALENZUELA, José Luis. Antropologia teatral y Acciones Físicas. Buenos Aires, INT. 2000.

ROUBINE, Jean-Jacques. A linguagem da encenação teatral. Zahar, Rio de Janeiro, 1998.

RYNGAERT, Jean-Pierre. Introdução à análise do teatro. Martins Fontes, São Paulo, 1995.

RYNGAERT, Jean-Pierre. Ler o teatro contemporâneo. Martins Fontes, São Paulo, 1998









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