Paz na terra!” No pensamento do poderoso exército das trevas, satanás colocou a idéia de que haverá paz na terra, sim, mas apenas por meio da ação do homem, não de Deus



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INTRODUÇÃO

No horizonte do universo, uma nuvem assustadora forma-se com incrível rapidez. Sobre a Terra, nosso planeta, partícula infinitesimal desta imensa obra do Pai, também descem sombras e dela sobem densos rolos de fumo.

Poucos percebem estas nuvens. Poucos são os que não se deixaram cegar pela fumaça negra de Satanás, que ameaça matar toda a vida humana. A bem da verdade, a maioria dos indivíduos, deste monumental mar humano de seis bilhões de pessoas, está completamente cega. Parte nada vê! Parte nada sente! Parte nada compreende! Parte nada sabe, ou nem quer saber!

Há apenas dois pequenos grupos antagônicos, ferozmente armados, há séculos, ambos buscando o controle do mundo. De um lado, os filhos dos homens, o exército negro, cujo comando tem origem no poder das trevas. De outro lado, o povo santo, os filhos de Deus, cuja comandante maior é Nossa Senhora. Ambos se armam agora “de unhas e dentes”, para a batalha final.

O que está em jogo, na verdade, não é a posse da terra, nem das riquezas, tampouco o poder para governar sobre tudo e todos, como a aparência pode sugerir. O que está em disputa é a posse eterna das almas, única coisa que interessa a ambos: ao inferno e ao Céu!

Embora a grande batalha seja a nível espiritual, é na terra e no plano físico que ela se torna visível, imprimindo seus reflexos sobre toda a humanidade. É interessante saber, ambos os exércitos pregam: “Paz na terra!”

No pensamento do poderoso exército das trevas, satanás colocou a idéia de que haverá paz na terra, sim, mas apenas por meio da ação do homem, não de Deus. Para isso, prega a criação de um estado poderoso, tirânico e ditatorial, um novo império romano, a globalização, cujo comando único será dado ao filho dileto de Lúcifer: o anticristo!

No pensamento do pequeno exército da luz, a materna Comandante incute a certeza absoluta de que existe, sim, a possibilidade de haver paz duradoura em toda a terra: basta seguir a Lei de Deus, trilhar os Seus caminhos e todos alcançaremos a vida em plenitude, com o iminente retorno glorioso de Jesus!

Há, porém, uma terceira força, monumental e indestrutível, que é como o “fiel da balança” entre ambos. Ela determina os rumos da batalha. Ela define quem perde ou quem ganha terreno. Ela é a verdadeira e única “Fonte de Poder”. As trevas buscam eclipsá-la! O exército da Luz busca manter-lhe a chama acesa. Esta fonte de poder se chama Sagrada Eucaristia!

De fato, do cantinho humilde dos sacrários brota uma luz que não tem fim. É dali que verte o poder infinito. Dela nos vem a Vida Eterna! E ambos os exércitos sabem disso. Mais, ou menos Eucaristia na terra: quem tiver o controle sobre ela, será o vencedor. É sobre esta força infinita que falaremos!


O autor

VISÃO 1: Na noite de 12/12/2000, dormi pouco. Quase ao amanhecer, tive um sonho com visão intuitiva. Em alguns flashes, desde a capa até as fotos e desenhos internos, sintetizamos as linhas gerais do tema central.

Sonhei que acabava de entrar em um enorme salão, com duas paredes divisórias. Assim que entrei pela porta principal, por sinal muito LARGA, (1) (explicações abaixo) uma voz me segredou ao ouvido:


A “IGREJA MODERNA”!

a) O INTERIOR DA IGREJA: Havia ali uma grande quantidade de pessoas, repartidas em diversos grupos e em diversos cantos, mas não havia comando único. A bem da verdade, era uma bagunça total. Alguns grupos cantavam, mas sempre cantos diferentes uns dos outros. Uns faziam gestos, outros não! Uns rezavam alto, outros baixo, afinal ninguém se entendia.(2)

As pessoas estavam divididas em alas ou grupos antagônicos, à direita, à esquerda e ainda nos cantos do salão; entretanto, mesmo agrupadas, nem todas rezavam ou cantavam olhando para a mesma direção, como é de costume. É que, embora estivessem dentro de um grupo, umas se achavam de frente, outras de costas ou de lado. Afinal nenhum grupo era uniforme.(3)

Na sala maior, à direita da entrada, bem em frente, preenchendo um dos cantos, havia uma espécie de elevado com apenas dois degraus, semelhante a um palco de teatro (4) , onde uma pessoa comandava aquele grupo, que era o maior de todos. Entretanto, esta pessoa não tinha rosto (5). Era apenas uma figura que falava, com um certo comando sobre os ouvintes. Sobre o palco, havia uma pequena mesa, tipo mesa de cozinha, (6) sem qualquer utensílio em cima, que servia não como altar de Sacrifício, mas apenas como parte da decoração do palco, do “teatro”. Dentro daquele grupo maior, muitas pessoas, embora nos bancos, estavam voltadas de costas para a pessoa sem rosto e olhavam para o fundo da sala.(7) Naquele espaço havia apenas cadeiras comuns e nenhum genuflexório, como seria o certo.

Á direita deste grande grupo, um outro menor, no canto oposto e, portanto, ao lado do palco, voltava-se em posição de ver de lado o palestrante sem rosto; este grupo cantava, ou rezava algo diferente dos demais. Pareciam até mesmo ignorados pelas pessoas do grupo maior. A impressão era de que um grupo não ouvia o outro, embora a sala fosse a mesma. Este pequeno grupo parecia assustado ou com medo.(8) Neste espaço havia bancos claramente definidos, como na Igreja Católica de verdade, com genuflexórios e tudo.

À minha esquerda, um pequeno grupo de pessoas, mais coeso, mais unido, estava de pé, todos sisudos e sérios, vestindo negro, como se fosse um coral cantando todos a mesma canção. Era, entretanto, algo muito diferente e parecia até contrário ao que cantava o grupo menor, da sala à direita.(9) Isto é, se cantavam para um Deus, ele não era bem o mesmo.

No meio das duas salas (9) havia um largo corredor, no qual eu estava naquele momento como observador – pois não me foi dado estar em nenhum grupo, ou me identificar com algum deles. Ali tinha início aquela porta larga, terminando numa portinha bem ESTREITA (10). Por ali pouca gente saía ou entrava. Acho mesmo que apenas uma pessoa passou por ali naquele tempo. Ainda pelo corredor, muitas pessoas passeavam como turistas, (11) de bonés, shorts e máquinas fotográficas nas mãos, andando despreocupadas, rindo e conversando até sem respeito algum, como se ali não fosse um lugar de oração. Talvez fizessem até pouco caso de quem lá estava, como se aquela nem fosse uma casa de oração. Em síntese, embora as cenas me fossem mostradas num conjunto, aparentemente elas não aconteciam todas ali, pois uns pareciam nem ver os outros, estando todos no mesmo ambiente.

Observei também que, na parte maior do grande salão, não havia nenhuma janela, apenas as duas portas já citadas, para entrar ou sair. Na parte esquerda e menor, ao fundo, havia uma espécie de buraco na parede, que dava para o infinito, isto é, se alguém quisesse sair por ali, cairia no abismo. Enfim, as pessoas que estavam na divisão à esquerda não tinham outra saída, senão usando as duas portas da nave principal.

Confesso que me senti angustiado naquele ambiente e resolvi sair pela porta estreita. Mal estava na rua, do outro lado da grande sala – pois só a tinha visto por dentro -, senti vontade de retornar ao salão e confirmar se aquilo tudo era verdade, observando agora por outro ângulo, como para ver bem de perto a cena, de todos os lados e assim poder descrever bem. Para ter certeza de tudo. Sim, era verdade! A descrição era exatamente aquela. As pessoas todas continuavam lá, gritando, cantando, rezando e fazendo gestos ou passeando, rindo e filmando, em meio àquela confusão total. Também o “sem rosto” continuava falando. (Agora estes estavam à minha esquerda!).

EXPLICANDO os pontos: (Siga a ordem dos números no texto supra)

1) e 10) Significam aquela passagem do Evangelho: muitos podem entrar nesta “igreja moderna” e confusa, e até mesmo sair dela, pois sua porta é larga, entretanto quase ninguém consegue se salvar através dela pois a entrada do céu é muito estreita;

2) Significa a verdadeira confusão que há hoje dentro da própria Igreja Católica, toda dividida em alas, onde todos sempre querem ter razão em tudo, até mesmo atacando-se furiosamente e onde ninguém mais ouve, todos querem dar palpite, desde os grupos de leigos até mesmo o baixo clero e o alto clero purpurado. A desunião e a desordem são gerais!

3) Significa os milhares de seitas que se originaram a partir da Igreja Católica, começando pelos protestantes luteranos, todas tentando achar o caminho, mas sem unidade de comando, sem base e sem fundamento, portanto sem ser igreja de verdade, muito menos a Igreja da Verdade.

4) Significa que no palco desta igreja moderna - que deveria ser de fato um altar – já não se celebra de forma correta a Santa Missa, apenas se representa um teatro, ou seja, alguma coisa de mentira ou não verdadeira, isto é, inventada pelo homem, como é a fria ceia protestante.

5) A pessoa sem rosto, dirigindo o grupo maior, deveria referir-se ao Pedro. Ele, porém, aparece sem rosto, para deixar claro que esta falsa igreja bagunçada que se forma já não mais é comandada por ele, um Papa verdadeiro. Trata-se aqui do falso papa, ainda nas sombras, mas comandando tudo por trás, devendo em breve mostrar a sua cara.

6) Significa não o altar de Sacrifício Eterno da Santa Missa, mas a simples mesa de cozinha da ceia comum. Sobre ela não há utensílios, pois nada que dali procede pode ser ofertado a Deus; apenas o Sacrifício da Eterna Aliança tem valor de remissão infinito. Naquela mesa serve-se apenas e simbolicamente pão comum, nada mais!

7) Este grupo maior da direita significa a Igreja Católica com maior número de membros. Significa também que, mesmo dentre os que dizem seguir esta Igreja, muitos dão as costas para ela e para o Pedro, assim como darão depois as costas ao falso papa, quando este, por um certo tempo, tomar de assalto o trono de Pedro.

8) Significa todos aqueles que hoje são perseguidos e marginalizados na Igreja, por não seguirem as orientações desta falsa igreja moderna que nos tentam impingir. Eis por que parecem amedrontados e perplexos!

9) Significam os ortodoxos, que se desviaram da Igreja Católica, persistindo até hoje em seu caminho de rebeldia. (Ver que a sua Igreja não tem fundamento, conforme a descrição da parte externa).

10) Estreita é a porta que conduz ao céu e entrar nele através desta falsa igreja “moderna”, mais difícil ainda, quase impossível.

11) Os “turistas” e os pequenos grupos dentro daquele imenso salão eram todos os evangélicos, mas principalmente os protestantes, que não sendo igreja tentam criar a sua própria, a partir da mudança da fisionomia da Igreja Católica, moldando-a ao seu gosto. O jeito turista de se comportarem, estilo americano e colorido, revela bem seu rompante auto-suficiente, o seu “amar a si mesmo e as coisas acima de tudo, pois deuses somos nós”. Deste modo, sem terem compromisso com a verdade de Jesus – do qual usam apenas o nome -, mas sim com a sua própria verdade, tirando uma foto aqui, outra lá, eles apenas “passeiam” por aí, fingindo ser “igreja”. Deve-se dizer que são apenas seitas e, desta forma, não têm espaço na nave principal, se não voltarem à unidade sob Pedro. E porque não têm uma igreja definida, têm sido eles os artífices principais desta “igreja moderna” e pessoal. Infelizmente, aos poucos, vão moldando a Igreja Católica ao seu gosto particular e protestante. Uma igreja, sim, “moderna”, mas que também a fazem mundana e depravada. Eis o chapéu que querem nela colocar, como veremos agora, ao descrevermos....


b) A PARTE EXTERIOR DA IGREJA: Continuando a visão...

Voltei-me então e tornei a sair pela porta estreita, começando a contornar aquele pavilhão pela direita dele, até chegar bem a sua frente. Pude assim observar a fachada completa da construção, agora pelo lado de fora, pois até então apenas vira o que acontecia dentro dela.

Pasmem, eu estava diante da Basílica de São Pedro, simbolizando a Igreja Católica. Mas o edifício não parecia estar construído no Vaticano e sim noutro lugar qualquer, meio obscuro, como se fosse em Londres, em dia de “fog” (mistura de neblina com poluição), típico daquela cidade. (No fim deste livro virá a explicação para esta fumaça, na visão 2).

A basílica estava edificada sob um bloco monolítico, de granito vermelho, que lhe servia de fundamento. A Rocha (Jesus) ficava ao meu lado direito e elevava-se do chão até uns três metros de altura. A partir daí, erguiam-se as colunas do frontal, exatamente igual à construção original, isto é, a parte da basílica, não os muros que circundam a Praça de São Pedro.

Olhei aquela imensa construção, mas percebi haver algo de errado. E disse: “Lá dentro está tudo diferente. Há ainda muitos outros grupos e nem todos estão neste lado direito do templo. É preciso construir a outra parte, a fim de caberem todos...”

Então, como se aquilo fosse apenas uma tela e não uma construção real, peguei um lápis e comecei a desenhar uma outra igreja , ao lado esquerdo da basílica, mesmo sem ter idéia alguma de como iria ficar. Era como se mão invisível conduzisse forçadamente a minha.

Neste momento, ouvi muitas vozes de pessoas irritadas e até mesmo furiosas ao meu lado, gritando: “Não pode construir aí! É proibido! Não pode!” Mas continuei “construindo”, sem me importar com nada e mesmo sem ser interrompido! À medida que eu estava ligado e absorto na construção da outra igreja, ouvi aquelas mesmas pessoas rindo de mim, ou de outra coisa, mas na hora não liguei para o fato.

Quando terminei a construção desta outra Igreja, a voz me disse:


A IGREJA ORTODOXA!

Mas, observando, percebi alguns detalhes intrigantes:

1) Por mais que me esforçasse, não havia conseguido traçar o desenho do bloco de granito do fundamento e a construção ficava como que pendurada no ar, apenas grudada na parede da nave de São Pedro. Quer dizer, aquela igreja não tinha fundamento, não tinha base, pois não estava edificada sobre a Rocha única e verdadeira: Jesus!

2) Erguia-se entre ambas as construções uma alta e fina coluna de trevas, semelhante a uma tábua negra separando-as. Essa divisão se impunha contra a minha vontade e não a conseguia retirar ou apagar, por mais que tentasse. Estas trevas coincidiam com o “corredor” interno. Significam as trevas que separam as diferentes denominações cristãs.

3) O templo que eu acabava de edificar não tinha portas nem janelas, apenas aquele buraco lateral, já citado, que dava para o abismo. Internamente, porém, existe a única porta da tal igreja. Mas todos somente entram ou saem dela, passando pela porta da Igreja Católica.

4) Notei que nas duas Igrejas, tanto na católica quanto na ortodoxa, não havia lugar para pequenos grupos nem para os “turistas”, que estavam lá dentro. Eram como “penetras” transitando por um corredor escuro. Compreende-se então que eles apenas “se fazem” igreja. Não são igreja e nada há que os identifique com as duas anteriores. Sua doutrina é tão deformada, é tão destituída de base, que na verdade não tem espaço próprio: querem apenas ocupar o espaço dos outros. Por outro lado, se a minha visão apontava para o protestantismo americano, era para identificar a sua forma arrogante de ser. Exemplo: eles nada sabem de futebol, nem têm tradição, entretanto mandam na Fifa e, à custa do seu sujo dinheiro, ditam regras neste esporte. Pode?

Quando terminei a construção e mesmo à medida que eu construía, constatei, estarrecido, que a cúpula da basílica de São Pedro aparentemente ia se esvaziando. Era como se o material utilizado na construção da igreja ortodoxa ao lado fosse “vazando” de uma cúpula para a outra. Significa o esvaziamento que houve na Igreja Católica, com o cisma do Oriente e hoje com os evangélicos. Aí também entendi por que as pessoas que antes me criticavam por construir ali, agora estavam rindo: é porque elas haviam notado o derretimento da cúpula da basílica ; de fato, o rombo se parecia com alumínio derretido ou lata amassada – e as pessoas pareciam felizes com isso.

Percebido o estrago, imediatamente tentei reparar a cúpula da basílica, refazendo o desenho da curvatura original – devo dizer que sou um péssimo desenhista –, e por mais que eu tentasse, o desenho não ficava perfeito. Eu lutava desesperadamente contra a força daquela mão, entretanto, pouco a pouco, foi aparecendo uma nova cúpula toda torta. Então percebi um chapéu diferente, igual ao dos bispos protestantes, sem a Cruz em cima, colocado meio de lado e pendendo à direita sobre as colunas da basílica. E a voz me disse: “O chapéu do Tio Sam! O chapéu protestante”. (Não a cartola do Tio Sam, mas igual ao chapéu de Dom Bosco). Ficou assim!

Estava terminada aquela construção estranha. Ainda no sonho, numa visão intuitiva, percebi a ligação perfeita, a simbologia incrível entre toda aquela imensa, estranha construção externa e capenga e a triste situação - e mesmo o caos - reinante em seu interior. Como você viu, um retrato mais real impossível. Pelo desenho da capa se pode verificar a verdadeira face da Igreja de Jesus Cristo, nos dias de hoje. Ao seu lado, uma igreja ortodoxa tentando manter-se de pé, porém sem o conseguir, porque não está construída sobre a Rocha de Jesus e encontra-se longe da unidade. Uma coluna de trevas as mantém afastadas. Para voltar a ser Igreja, ela só tem uma saída: romper aquela barreira de trevas e voltar pela única porta que existe, à unidade sob Pedro. Se quiser sair por outra porta, espera-a o abismo. De outro lado, a protestante, que se diz igreja, mas não é, vagando pelo corredor de trevas, sem compromisso algum com a verdade de Jesus, mas apenas com a sua própria, tentando imprimir na face da Igreja Católica esta sua verdade. Eis aí o chapéu negro da sua doutrina deformada, que tentam nos colocar: o “chapéu protestante” da minha visão. Diz-se chapéu, porque ele muda a “face”, a “aparência” de quem o usa.
Algumas observações da maior importância, pois deixam claro:

1) Dentro da Igreja, onde se achavam os católicos, havia largos espaços vazios, prova de que há lugar para todos os cristãos apenas dentro dela; (ver figura 1)

2) Na parte exterior, pelo desenho se nota, a igreja ortodoxa não fica na sombra do eclipse, pois é profecia atual de que eles permanecerão fiéis à Eucaristia até o fim;

3) Pela sombra atingindo a cúpula da Basílica de São Pedro, nota-se que ficam nas sombras 2/3 partes dela, proporção correspondente à cúpula infiel que decretou a morte do Sacrifício da Eterna Aliança, e fazem parte deste horrendo “chapéu protestante”;

4) Esta 1/3 parte da cúpula que permanece iluminada significa os poucos membros do alto clero que ainda permanecem ou permanecerão fiéis;

5) O resto do corpo da Basílica permanece iluminado, porque o restante do povo, ou não se importa com isso, ou não deseja, ou não participa deste monstruoso processo. Destruir a Eucaristia é desejo apenas da cúpula: se esta prega o erro, a base segue fielmente.



6) Quando a igreja ortodoxa também cair e quando parte dos evangélicos acolher a doutrina da verdade, restará apenas uma IGREJA, a de Pedro, firmada sobre a rocha indestrutível de Jesus Cristo. A partir daí, nunca mais haverá igrejas penduradas nela, nem seita alguma para lhe mudar a face.
É sobre este assunto que iremos falar neste livro. Sobre a forma como o exército das trevas está, aos poucos, conseguindo MUDAR A FACE da Igreja Católica, Apostólica e Romana, Una e Santa, transformando-a nesta “igreja moderna”, racionalista, mundana, podre, carcomida, suja, cega, odiosa, perversa e perseguidora dos bons. Esta igreja que nada tem a ver com a de Nosso Senhor Jesus Cristo e sim com a igreja de satanás. Para criar a “igreja” dele, é preciso matar a nossa. E quase o farão, por causa do...

ECLIPSE DO “SOL”!

Ouçam, de início, o que o divino Arcanjo disse ao profeta Daniel: “Aqui estou para fazer-te compreender o que deve acontecer nos últimos dias; pois esta visão diz respeito a tempos longínquos(Dn 10,14).“Ouvi um santo que falava, a quem outro santo respondeu: quanto tempo durará o anunciado pela visão a respeito do holocausto perpétuo, da infidelidade destruidora e do abandono do santuário e do exército calcado aos pés? Respondeu: duas mil e trezentas noites e manhãs. Depois disso o santuário será restabelecido” (Dn 8,13). Ouçam agora as Palavras de Jesus: “Quando virdes a abominação da desolação de que falou o profeta Daniel (9,27), que o leitor entenda bem (...) (Mt 24,15). O que é preciso o leitor entender?
Temos estudado, pesquisado e até compreendido alguma coisa sobre o Apocalipse de São João. Há, entretanto, um outro livro-chave para se entender fatos já acontecidos, outros que estão acontecendo hoje e fatos ainda para acontecer. Os dois livros completam-se. Referimo-nos ao livro do profeta Daniel, mais especificamente aos capítulos 7 a 12, no dito “Pequeno Apocalipse”, onde o profeta cita diversas vezes a chamada “Abominação da Desolação” e tantas outras o “Holocausto Perpétuo”. O próprio Jesus menciona estas palavras em Mateus 24,15 e refere-se também a uma grande tribulação que haveria naquele tempo, exatamente por causa desta coisa abominável que surgiria... nos “últimos tempos”, isto é, hoje! Sim, isso está de fato acontecendo! Quantos sabem?
Na verdade, esta palavra é o indicativo principal, é o CENTRO de toda uma diabólica trama, iniciada há muitos anos pelo inferno e ainda hoje em curso, executada por homens maus, na verdade as mais perversas criaturas que jamais existiram na terra. Elas estão hoje vivas e agindo ocultamente. Seu objetivo é claro: destruir o “holocausto perpétuo”, ou seja, a Sagrada Eucaristia, instituída por Jesus, substituindo-a pela “abominação desoladora”, isto é, um culto sem valor nenhum para Deus.
Dizemos sem valor nenhum, porque trata-se de um falso culto inventado por homens demoníacos, a molde dos cultos protestantes, portanto falho e humano, exatamente para substituir aquele, divino, e de valor infinito. Mais claro ainda: o Sacrifício Divino da Santa Missa, celebrado sempre por Jesus, o Sacerdote Eterno, está sendo gradualmente substituído pela simples celebração ritual humana, quando na verdade vai um valor infinito entre ambos. Significa, em tese: o homem colocando-se no lugar de Deus, abolindo uma lei divina, ou seja, o homem tentando transformar em coisa banal e mesmo sem valor nenhum, aquilo que Deus estabeleceu como o mais Sagrado e o mais perfeito, além de Eterno e indestrutível.
Dizemos também o centro de tudo, porque é exatamente esta abominação citada o “pivô” que desencadeará a “grande tribulação” predita por Daniel (também Ap 7,14), e que levará ao cumprimento integral de todas as profecias apocalípticas previstas por ambos os livros, o de Daniel e o de São João. Quando este homem perverso de hoje tiver a inaudita coragem de dar sua última “estocada” no Santo Sacrifício, derrubando este Dogma Sagrado da nossa fé católica, haverá uma tão grande explosão da Santa e Justa Ira do Pai, que não só a terra, mas o universo inteiro tremerá de pavor e espanto. Na verdade, esta será a ÚLTIMA investida, será o último grande pecado, a última grande maldade que o homem fará contra o seu Deus. Será o desafio supremo de uma mísera criatura ao Criador de todas as coisas. O Pai, literalmente, esmagará a todos os que tiverem a coragem de assim O desafiar. (E estes maus terão, sim, esta coragem!).
GUERRA AOS SANTOS: Para melhor ligar os “tempos”, comparemos os dois livros. Ambos fazem diversas citações que se identificam e se relacionam, e podemos ter uma noção de como e quando tudo aconteceria. Daniel diz em 9,21: “Tinha visto este chifre fazer guerra aos santos e levar-lhes vantagem, até o momento em que veio o ancião, quando foi feita justiça aos santos do Altíssimo..” . E o de São João diz em 13,7: “Foi-lhe dado também fazer guerra aos santos e vencê-los. Quer dizer: o poder do anticristo - o “chifre” - combaterá os santos, isto é a Igreja Católica, e lhe será permitido, de certo modo, vencê-la, até o momento em que Deus fará justiça vingando o Seu povo. E mais...
Daniel diz em 8,23-24: “No fim do reinado deles, quando estiver cheia a medida dos infiéis, um rei surgirá cheio de crueldade e de fingimento. Seu poder aumentará, nunca porém por si mesmo. Fará monstruosas devastações, terá êxito nas suas empresas, exterminará os poderosos e o povo dos santos”. Ora, isso é claro e cristalino, este “rei cruel e fingido” é de fato o anticristo, que se apresentará ao mundo, fingida e malignamente, com toda a sorte de sinais e prodígios enganadores (II Tes 2,9). Ele receberá todo poder necessário de satanás e dos 10 grandes do mundo (os chifres) (Ap 17,13) – leia-se a última reunião da ONU em Nova York, em 02/09/2000 - para vencer o povo santo. O objetivo primeiro do filho dileto de satanás é destruir a Igreja Católica! Mas, deixemos isso bem claro: tanto o poder que satanás transfere ao anticristo, quanto a autoridade que recebe dos grandes deste mundo, acontecem unicamente porque Deus assim o permite (Dn 8). E o Pai o permite, apenas porque nós não amamos o suficiente a Santa Missa, o Sacrifício Divino e Eterno, deixando gradualmente morrer em nossos corações a luz celestial que brota de seu esplendor INFINITO.
Nós seremos vencidos, ao preferimos não acreditar no tremendo PODER que brota dos sacrários. Nós seremos vencidos, porque estaremos, por um tempo, privados das Santas Missas e da Sagrada Eucaristia em toda a terra, como veremos a seguir. Somente seremos vencidos, porque os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da Luz (Lc 16,8) e nós, católicos, burra ou cegamente, acabamos permitindo, dia após dia, década após década, que esses filhos das trevas quase destruíssem o nosso maior tesouro. Tesouro mais valioso que o Universo inteiro, pois é o único a nos dar a Vida Eterna. Continuemos comparando os textos:
Quem é esta criatura horrenda que de tal forma se coloca sob o domínio do mal? Daniel, em 7,3-8, também descreve quatro animais: 1) Leão com asas de águia e coração humano; 2) urso, “que devora carne”; 3) Pantera com asas e quatro cabeças a quem foi dado o império; 4) Um animal medonho, com 10 chifres e boca que proferia palavras arrogantes; Também São João assim o descreve em Ap. 13, 1 e 7: A fera que eu vi, era semelhante a uma pantera: os pés como os de urso, as fauces como um leão... e foi-lhe dado o poder de fazer guerra aos santos e os vencer. Esta fera também tinha 10 chifres e foi-lhe dado o poder de proferir blasfêmias e arrogâncias. Tudo “bate” perfeitamente!
Ambos os textos referem-se à mesma situação. Contudo, enquanto o texto de Daniel deixa transparecer quatro seres diferentes, o texto de São João inclui a todos, em uma mesma e terrível pessoa: a do anticristo! É ele quem de fato incorpora todas estas características malignas, ou seja, blasfêmia, arrogância, astúcia e mentira, fingimento e dissimulação. Eis que ele já age por trás dos bastidores mundiais há muitos anos, sem sabermos quem é este homem, tampouco a monstruosidade que nele habita. Devagar, mas seguramente, o mundo vai se ajoelhando aos seus pés malignos. Então, quando acontecer o dia da “Declaração Mundial”, ele se mostrará ao mundo com a sua horrenda face e cruel ferocidade. Aí será tarde para muitos! Para os que não se preparam contra suas investidas, com as armaduras que Deus nos deu: a Fé e a Oração! Maria e a EUCARISTIA!
Mas, quem tem coragem de se colocar assim, sob as ordens do mentiroso príncipe das trevas? São muitos os seus servidores, desde os voluntários, até os cegos e bons, por ele manipulados. Entre os primeiros, encontram-se a franco-maçonaria, a “sinagoga de satanás”, ou seja, os que se dizem judeus mas não são (Ap 2,9), mais os 10 grandes blocos econômicos do mundo (Ap 13,1). Juntam-se neste caldo satânico, a máfia internacional e o comunismo militante. O alvo é o mesmo: a Eucaristia!
Sintetizando, são eles os promotores da Nova Era, esta religião de satanás e uma variada plêiade de sequazes que lhes servem, formando em conjunto o monstro descrito no Apocalipse 13, como a primeira fera ou besta. Entre os segundos, encontra-se a mais perigosa, solerte, fingida e astuciosa claque, eu diria até satânica, sabidamente dentro da própria Igreja Católica, citada no mesmo livro como a segunda besta, que recebe ordens da primeira. Para implementar o plano dos primeiros, estão até bem intencionados, conforme está muito claro no Masterplan (Fone 0xx51-341-0769); muitos deles cegos, verdadeiros títeres, manipulados ardilosamente para executar o plano supremo de satanás: erguer a abominação no Templo Santo e ser adorado como se fosse um “deus”!
Por que colocamos esta situação? Fazemos isso para ressaltar a ligação entre os dois livros, sem deixar qualquer dúvida ao leitor e para estabelecer os parâmetros que ligam a abominação da desolação à pessoa do anticristo e seus sequazes, que agiriam no Final dos Tempos, ou seja: o nosso tempo! Ao eliminarem o sacrifício perpétuo, estarão quebrando a força do povo santo para só então o vencer. Tudo muito fácil de compreender! Mesmo assim, certamente muitos não entenderam, não é mesmo? Tentaremos estabelecer alguns conceitos, para o leitor compreender mais claramente o que está acontecendo hoje.
VEJAMOS ALGUNS PONTOS: Há muito tempo que satanás tenta destruir a Igreja Católica e, para isso, tem feito todos os esforços possíveis e inimagináveis. Foi, talvez, com a soma furiosa do pensamento conjunto de todo o inferno, reunido em dezenas de conciliábulos satânicos, que apenas há uns 150 anos o maligno finalmente descobriu – apenas, porque Deus assim o permitiu - onde estava a força do povo santo, que ele tanto odiava, isto é, onde residia este “poder de expiação”, capaz de sustentar toda a Igreja e dar-lhe tanta força, tornando-a indestrutível: estava na...
SAGRADA EUCARISTIA!
Ali residia toda a força, digo de novo, TODA A FORÇA deste povo objeto de seu ódio. Em “La Sallete”, em 1846, Nossa Senhora nos advertia deste ataque do maligno, quando disse claramente no 9º arcano: “No ano de 1864 serão desencadeados do inferno Lúcifer com um grande número de demônios: eles abolirão a fé pouco a pouco, mesmo nas pessoas consagradas a Deus. Cegá-las-ão de tal forma que, salvo por graça particular, estas pessoas tomarão o espírito destes anjos maus. Muitas casas religiosas perderão completamente a fé e perder-se-ão muitas almas”. Quem deu ouvidos à Nossa Senhora? Quase ninguém! Entretanto...
Assim que a Divina Sabedoria, por aquela época, permitiu ao inferno a descoberta desta força, o demônio e seus sequazes trataram de “bolar” um plano de ataque à Igreja, desenvolvido em várias frentes. Primeiro, tratou de atacar aos sacerdotes, de forma violenta e maligna, , os ministros de Deus, de modo a tornar fracos, tíbios e mesmo infiéis um grande número deles. A par disso, começou a infiltrar no “alto clero” pessoas que chegaram a ocupar - e ainda hoje ocupam - altos cargos na hierarquia, pessoas com grande poder de decisão, de modo a promover devagar e sub-repticiamente, as mais diversas heresias dentro da Igreja. Para tanto, começou a introduzir nos seminários pessoas fanáticas e falsamente convertidas, que conseguiram ocupar estes cargos e, verdade seja dita, só um tolo ou alguém particularmente interessado poderá negar que estas pessoas realmente existam. Podemos afirmar com toda segurança que a maioria dos seminários católicos de hoje, de todas as ordens do clero, indistintamente, está completamente fora dos parâmetros mínimos de decência.
No final do século passado, quando satanás fez aquele desafio a Deus, retratado na visão do Papa Leão XIII, ele possuía no pensamento a forma correta de destruir a Igreja e por isso mesmo teve tamanho desplante. Deus sabia muito bem dos desígnios desta perversa criatura, tanto quanto tinha certeza de que a EUCARISTIA, na SANTA MISSA, sozinha, é infinitamente mais poderosa do que todo o inferno junto, mesmo que multiplicado por milhões de vezes. Eis por que Deus concedeu ao demônio não apenas os dez anos solicitados, mas todo este século XX e também TODO o poder sobre as almas das pessoas que ele conseguisse conquistar. E que poder conseguiu! Vejamos em que consiste esta abominação? Qual o projeto inicial e qual o seu alcance ? Eles já conseguiram:
a) Fazer com que milhares de sacerdotes largassem a batina para viver uma vida civil. Calcula-se que só no Brasil perdemos em torno de oito mil sacerdotes; uma tragédia! Sem padres, há menos santas missas! Sem missas, não há Eucaristia! Sem Eucaristia, o povo enfraquece... e morre! Morre porque não há confissões! Sem confissões, há sacrilégios... etc.

b) Fazer com que (segundo Nossa Senhora) 2/3 deles não acreditem mais na presença viva e real de Cristo na Eucaristia; um desastre! Mesmo que o padre não acredite, a Transubstanciação acontece, porque é o Espírito Santo Quem a realiza. Tal só não ocorre, se ele muda as palavras da consagração. Infelizmente, se o padre não acredita, muitas graças se perdem!

c) Fazer com que 97% dos padres, bispos e cardeais – também segundo mensagens de Nossa Senhora - já não levem mais uma vida santa, ficando assim enfraquecidos espiritualmente e incapazes de conduzir o rebanho; um caos! Sem pastores santos, quem conduz o povo santo?

d) Fazer com que a chamada dessacralização entrasse no “templo santo”, ou seja, no coração do homem e na Igreja, eliminando de forma progressiva e sistemática os objetos de culto e os gestos exteriores de piedade, como as genuflexões e até a persignação, matando com isso a fé; terrível! Sem as demonstrações públicas de fé, também o culto interior morre!

e) Retirar o Santíssimo, primeiro para cantos escondidos da Igreja, ou encerrando-O atrás de grades como um criminoso e mesmo colocando-O para FORA das Igrejas, qual uma coisa qualquer, mesmo em capelinhas especialmente edificadas, porque, dizem malignamente, “Ele é muito importante”; puro cinismo! Que tipo de “rei” é este, escondido num canto? Que “deus” é este, se não é Rei e centro dos corações?

f) Fazer a todos esquecerem da confissão ANTES da Eucaristia - ler I Cor 11,28 -, obtendo com isso que se cometam bilhões de sacrilégios, somados em absolutamente todas as filas da Eucaristia no mundo inteiro, para aumento do poder de satanás; verdadeira loucura! Isso é como acender uma vela para Deus... e colocá-la no pedestal do diabo!

g) Fazer com que o Santíssimo Sacramento fosse banalizado, escarnecido, blasfemado, esquecido e mesmo vilipendiado, por milhares de pessoas, até mesmo muitos “católicos”, que já não Lhe dão o mínimo valor, pois até estes blasfemam diariamente contra Ele; escárnio! Se destroem o pilar principal, como firmar o edifício sobre os pilares secundários?

h) Atiçar entre os cristãos de todo o mundo acaloradas discussões sobre a forma de receber a Eucaristia, não os deixando perceber que toda forma ou fórmula pertence à Igreja, que recebeu este poder de Jesus; enquanto isso ninguém fala em CONFISSÃO. Satanás a odeia porque, segundo São Bernardo, é a coisa que mais lhe tira a posse das almas. Se brigamos pelo secundário, como adquirir consenso sobre o principal?

i) Alterar o rito da Santa Missa, introduzindo conceitos errôneos e mesmo palavras erradas, como é o caso da frase “derramado por todos” como se fez dizer na nova missa, em vez de “derramado por muitos”(Mt 26,28), coisas que a modificam no rito e até na essência. Se mudam a fórmula de um remédio, como querer que ele cure? Neste caso, torna-se veneno!

j) Introduzir nas Igrejas, durante as Santas Missas, certos ritos exóticos e estranhos, a pretexto de uma tal de “inculturação”, elementos que não só a descaracterizam mas a tornam um rito abominável. Em nosso país, o Brasil, somos todos e acima de tudo brasileiros, não importa a cor nem a raça. O que importa, como Igreja, é que o nosso credo seja único. E se o credo é único, segue-se o rito também único, conforme costume do povo brasileiro. Querer forçar o retorno aos ritos tribais antigos de 200 anos atrás, significa discriminar uma raça e fazer pouco caso de um povo. De fato, isso é como pretender adorar a Deus, usando um rito pagão! Abominável!

k) Levar as Espécies Consagradas para serem utilizadas em rituais de culto a Lúcifer, em “missas negras” e nas consagrações ao diabo; um crime hediondo! Que Deus tenha pena destas pobres almas!

l) Fazer com que as mulheres católicas adentrassem as igrejas vestidas de homem, coisa abominável a Deus (Deut. 22,5); finalmente, que elas fossem buscar a Jesus Eucarístico trajando jeans colante e de corte baixo e ainda usando roupas transparentes e sensuais, mostrando os detalhes das peças íntimas... Isso é abominação diante do Senhor!

m) Conseguir que alguns sacerdotes católicos preguem que a ceia dos protestantes e a nossa Sagrada Eucaristia têm o mesmo valor.Completa heresia! Por coisas bem menos graves, centenas de pessoas foram excomungadas da Igreja através dos séculos; hoje, porque muitos não mais obedecem ao Pedro e sim aos protestantes, tudo vale para alguns frios, os quais , embora tenham fama de estar vivos, estão mortos (Ap 3,1). Falta apenas...

n) Negar publicamente o dogma da presença Viva e Real de Cristo nas Sagradas Espécies, a última lançada a ser desferida contra o Senhor, transformando o Banquete Eucarístico dos católicos num simples ritual de ceia comum, conforme o pobre ideário protestante - para deleite de satanás – , coisa que será feita proximamente pelo falso papa, ou pelo anticristo depois. Este será o supremo crime do homem!


Como vimos, o pavoroso príncipe das trevas não descansa. Ele persegue seus objetivos com pertinácia incrível e avança de forma assustadora, ele e seus sequazes, escondidos dentro e fora da Igreja Católica, sobre este nosso Tesouro maior. Tudo faz para desacreditar ou até mesmo descaracterizar e destruir a Santa Missa, a Sagrada Eucaristia, para nos tornar cada vez mais frágeis e indefesos diante das suas insídias e da avalanche do mal. Ele sabe, enfim, que sem a Eucaristia, em pouco tempo o mundo inteiro passará para seu domínio, absoluto e tirânico. Por que isso acontece?
EXPLICANDO MELHOR: “A Santa Missa é o sacrifício cotidiano, a oblação pura que é oferecida ao SENHOR, em toda a parte, do nascer ao por do sol. O Sacrifício da Missa, renova o Sacrifício consumado por Jesus sobre o Calvário...” (pg 800 16ª edição - Livro do MSM). Ora, a verdadeira essência da SANTA MISSA, o verdadeiro cerne do Santo “Sacrifício Eterno”, o âmago mais profundo deste incrível mistério está na Sagrada Eucaristia. É exatamente NELA que se concentra, em síntese, a maior, a mais completa, a mais incrível e poderosa “força de expiação” dos pecados da humanidade. Ela é como uma barreira intransponível, um dique portentoso, um escudo de proteção, não apenas das almas, mas de toda a terra com tudo que nela existe.
De fato, somente Deus foi capaz de fazer algo tão perfeito, forte e valioso, porque quando a instituiu, deu TUDO de Si. A Eucaristia é TUDO. Afinal, trata-se da presença viva e real de Deus Mesmo em nosso meio, para aqui ficar até a consumação dos séculos. É verdadeiramente um DEUS que se oferece em cada Santa Missa, em sacrifício expiatório permanente, renovando o mistério incrível da Cruz. Esta, afinal, é a prova suprema do AMOR: dar a vida por nós numa Cruz e depois permanecer VIVO em nosso meio!
Na verdade, aliada às nossas simples, míseras e singelas orações, aos nossos pequenos sacrifícios diários, a perpetuação do Sacrifício da Cruz é o corolário supremo da nossa fé. A Eucaristia é o coração da Igreja! A Santa Missa é o nosso SOL, a nossa VIDA. Ela é a ÚNICA FORÇA capaz de aplacar a divina ira, contra esta podre e corrompida humanidade pecadora. Sem a presença de Jesus Eucarístico em nosso meio, DEUS PAI já nos teria eliminado da face da terra há muito tempo, porque não há misericórdia que resista a tantos crimes e tantos sacrilégios, como os cometidos hoje.
Perguntamos: Terá Deus mudado Sua Justiça e afrouxado em Seus preciosos desígnios? Vejamos alguns exemplos do Antigo Testamento, a título de ilustração:

1) Por um único crime de estupro, deixou matar 25 mil homens da tribo de Benjamim (Jz 20,46); se para cada estupro que acontece hoje, Deus fizesse o mesmo, nem mesmo havendo vida em outros planetas sobrariam homens suficientes para aplacar a ira divina.

2) Pelo simples orgulho de Davi em realizar um recenseamento do povo, sem a ordem do Senhor, Deus mandou uma peste que matou 70 mil pessoas em apenas uma semana ( II Sam 24,15). Se para cada ato maquiavélico de um governante da terra, Deus tomasse hoje a mesma atitude, nem nas estrelas, se nelas houvesse vida, achar-se-iam homens suficientes para expiar com a vida tantas faltas. E vai por aí.

3) Por causa do sexo animalesco e homossexual, Deus destruiu Sodoma e Gomorra fazendo chover fogo do céu. Que deveria fazer com o mundo de hoje, se estamos pior? Queimar a terra inteira? Aguardem para breve!

4) Se pela simples murmuração, Deus mandou serpentes contra o Seu povo, quantas cascavéis per capita haveria no mundo? E vai por aí...
Por que hoje as coisas mudaram? Unicamente porque as Santas Missas, celebradas diariamente em todo o mundo, do nascer ao pôr do sol, aplacam a santa ira de Deus e satisfazem por nós a justiça divina. É incrível como as pessoas estão cegas em relação a esta verdade incontestável. Duvidam que o mundo pode desabar em poucos dias, se eliminarem todas as Santas Missas e a Eucaristia? Então, tentem!
As pessoas poderão perguntar: como eliminar a Santa Missa? Como acabar com a Sagrada Eucaristia, se nela se concentra toda a nossa crença? Quem fará isso? Onde e como se fará isso? Por que fazer isso? E mil e uma perguntas mais! (Triste mesmo, é que muitos não vêem nada!).
Nossa Senhora explica sabiamente no livro do MSM (Padre Gobbi) na pg 811: Acolhendo a doutrina protestante, se dirá que a Missa NÃO É UM SACRIFÍCIO, mas somente a “santa ceia”, ou seja, a recordação do que JESUS fez na última ceia. Assim, será suprimida a celebração da Santa Missa. Nesta abolição do sacrifício cotidiano, consiste o HORRÍVEL SACRILÉGIO, cometido pelo anticristo, cuja duração será de aproximados três anos e meio, isso é 1290 dias”.

PROTESTANTIZAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA: Por que a Mãe refere-se à doutrina protestante? Porque os evangélicos, em geral, não aceitam o que para nós é um Dogma de Fé: a presença Viva e Real de Cristo na Eucaristia, ao qual chamam de “ceia”, pois são incapazes de perceber a imensa diferença entre o Mistério Supremo do nosso firme e inarredável crer: “é o Meu Corpo” e “é o Meu Sangue”, contra o mísero “representa”, isto é, “simboliza”, que a falsa idéia deles traduz. Assim, na celebração deles, a ceia é apenas um simples ritual de confraternização comum entre irmãos, uma espécie de ágape simbólico, uma festinha entre amigos, sem o valor do Sacrifício Eterno que nós católicos lhe atribuímos, conforme Jesus ensinou.


Imaginem se Jesus, naquela 5ª Feira Santa, alguns minutos antes da Sua Suprema Angústia, pouco antes de sofrer o pavoroso tormento da Cruz, haveria de estar com espírito para “confraternizar” com os Seus apóstolos, sendo homem e, portanto, sujeito a dores? Ou para fazer uma “festinha de despedida”, quem sabe entre gargalhadas? Seria como acusá-lO de sadismo! Ora, Jesus, já naquele momento, sofria interiormente tormentos indizíveis como homem-Deus, por tudo o que haveria de passar na dolorosa Paixão!
Assim, para aquele momento supremo, Ele somente poderia estabelecer a celebração de um Sacrifício Supremo, como prova de Seu infinito Amor. Para nos deixar como memorial da Paixão que nos resgataria, não como lembrança de uma festinha de despedida. Eis por que Ele terminou dizendo: “Fazei isso em Minha memória”! Assim, só não entende quem não quer. Como vemos, são centenas as divergências doutrinárias que nos separam e opostos os sentimentos de fé que ambos expressamos, de modo a tornar quase impossível a aproximação entre nós. (Isso em termos humanos; no plano divino, em tempo Deus a fará... pondo fogo em todos nós!).

Pelas palavras de Jesus, dia virá em que teremos “um só rebanho e um só Pastor”. Isso, de fato, se realizará um dia, mas pelo fogo do Espírito Santo. Quer dizer, humanamente falando, é hoje impossível alcançar este objetivo. Principalmente se esta união dos “rebanhos (,) se fizer fora da verdade ou à custa do sacrifício da verdade e fora da unidade sob Pedro. Se assim fosse, ela não seria obra do Espírito de Deus, mas do espírito das trevas. Essa forma de fazer “ecumenismo”, à custa da destruição da Igreja Católica, é o diabo quem o ensina.


Vemos, então, que tudo isso tem a ver com o “falso ecumenismo” , em relação aos nossos irmãos evangélicos. Eis que o demônio os ensina: “Tudo bem, que haja ‘um só rebanho e um só pastor’, desde que o “pastor” seja eu a doutrina a minha! Nós, os católicos, temos antes que renegar o nosso precioso Dogma de Fé, da presença viva e Real de Cristo na Eucaristia, (entre outros) para então eles se juntarem a nós(?). Ora, seria literalmente demolir com toda a nossa fé! Seria como jogar na lata de lixo toda a história milenar da Igreja Católica e, literalmente, declarar o diabo como vencedor absoluto. Significaria dar a eles, “nossos irmãos” que tanto nos odeiam, a prova mais cabal e perfeita de que fomos nós quem sempre estivemos errados. Ademais, se fizéssemos isso, eles não cumpririam de forma alguma a sua parte no pacto; antes, quereriam que o “papa” dessa nova “igreja” fosse um de seus “pastores” - quem sabe, para avacalhar de vez, já que usam sacerdotisas, uma “papisa”, quem sabe a Rainha da Inglaterra? Além do mais, eles ficariam rindo de nossa estupidez. Como somos tolos!
Não é apenas uma questão doutrinária o que nos separa deles, pois eles não têm de fato doutrina nenhuma de origem divina, nem jamais foram, nem jamais serão conduzidos pelo Espírito Santo. O interesse único dos artífices deste conluio satânico é exclusivamente subjugar, destruir a Igreja Católica, única detentora da Fonte da Verdade, em nome de satanás, e provar que Lutero teve um precursor chamado Jesus Cristo! Assim, na verdade, nunca, jamais, em tempo algum, nós poderemos ceder um só milímetro neste pseudo-ecumenismo, neste falso conluio, pois seria o mesmo que apostatar da nossa fé, abraçar a maldição e contrair o direito à ruína eterna de nossas almas. Gritemos alto: “Nossos dogmas de fé são inegociáveis!” Nossa fé, milenar e apostólica, não é moeda de troca! Nossa Igreja não é instrumento de traição e vilania! Afinal, ela já existia havia quase 1500 anos antes de Lutero haver nascido e apostatado da verdade. Tampouco nossa alma pode servir de joguete para satanás, como eles querem. Se eles quiserem perder-se percam-se sozinhos! A única forma de união possível é o retorno de todos eles à casa paterna como filhos pródigos! É impossível, pois, compactuar com todas as suas mentiras!
Como exemplos destas mentiras, JAMAIS poderemos nos curvar perante àqueles que negam o Mistério da Transubstanciação; negam o primado de Pedro e a sua infalibilidade em questões doutrinárias; não aceitam a doutrina do Purgatório nem do Inferno; não aceitam a mediação da Igreja entre Deus e os homens; negam alguns dos sacramentos como fonte de graças; negam a Tradição e a Revelação; negam a contrição e a remissão dos pecados; negam o próprio pecado original e sistematicamente negam a intercessão e o papel fundamental de Maria. Afinal, recusam tudo aquilo que constitui o verdadeiro cerne da doutrina da Verdade: negam também a doutrina salvadora da Cruz e do sofrimento que nos leva ao céu, entre outros. Afinal, sua crença é muito boa para se VIVER... mas é horrível para nela MORRER.
De tal forma eles dilaceraram a Doutrina de Cristo, quase podendo-se dizer tratar-se realmente de uma outra religião. Fica-lhes, na essência, apenas seu “Jesus”, pobre, fraco e morto. E este “Jesus” deles simplesmente não existe! Jesus Cristo é um Deus da Verdade e da Vida, não um deus da divisão e da discórdia. Quem foi que discordou e dividiu? Quem seguiu a Lutero! Então a “Verdade e a Vida” não estão com eles. Os tempos mudaram, a Igreja Católica caminhou entre ventos e tempestades, mas jamais saiu do caminho da verdade. Seus rumos sempre sofreram a correção do Espírito Santo, que a acompanha desde sempre e para sempre, pois as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
Sejamos claros: se tiram da Doutrina de Jesus todos os mistérios, como dizer que têm uma religião? Sem mistério, não há crença. Se não há nenhum mistério em sua crença, onde tudo é explicado de forma racional e espúria, tudo é farsa. Para quê um Deus então? Ora, acreditar em Jesus até o diabo acredita. Porém, a doutrina de Jesus contém muitos mistérios. E mais: numa crença sem mistérios, para quê fé? Sem FÉ, na origem divina de uma revelação - pois transcende ao intelecto humano -, tudo não passa de simples leis racionais. Enfim, se não há mistérios e se a razão explica toda a sua doutrina, então tudo não passa de “modernismo”, classificado pelo Papa São Pio X como “seita” e, ainda, “a síntese de todas as heresias”. Se aceitam tal podridão doutrinária, são apenas fantoches nas mãos de satanás!
Vamos, então, abrir os olhos de nossos irmãos separados. Eles não podem fugir desta verdade incontestável sobre a Eucaristia pela Bíblia. O Evangelho de João, 6 dá a todos os que rejeitaram a Sagrada Eucaristia uma lição ímpar. Que disse Jesus? “Eu Sou o Pão da Vida! Vossos pais no deserto comeram o maná e morreram. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra, todo aquele que dele comer. Eu Sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que Eu hei de dar, é a Minha Carne para a salvação do mundo (...) Em verdade, em verdade Eu vos digo: se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o Seu Sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue tem a Vida Eterna e Eu o ressuscitarei no último dia. Pois a Minha Carne é verdadeiramente uma comida e o Meu Sangue é verdadeiramente uma bebida. Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue, permanece em Mim e Eu nele.(...) Este é o Pão que desceu do céu. (...) Quem come deste pão viverá eternamente (48,58)
Pergunto: como é que eles explicam esta passagem? Jesus é muito claro: quem NÃO COMER DE SUA CARNE, MORRERÁ! Acaso eles comem? Não! Comem pão comum! E como querem garantia de salvação? Sim, o pão que eles servem em suas “ceias” é exatamente igual ao maná que nossos pais comeram no deserto e morreram (Jo 6,49). Ora, se eles não acreditam na presença viva e real de Cristo na Eucaristia, o alimento que o Pai marcou com Seu selo (Jo 6,27) e que perdura até a vida eterna, todos estão “mortos, mas pensam que vivem” (Ap 3,1), pois alimentam-se apenas de simples pão. Enfim, para quê ceia? Confraternizem, com um abraço! Quem sabe, um beijo na boca? Para que se incomodar com uma bisteca de pão qualquer?
Tem mais! Jesus continua a ensinar a esta gente incrédula e racionalista, e em seguida lhes dá outra lição. Que disseram alguns dos discípulos de Jesus? “Isto é muito duro! Quem o pode admitir?”(60) Ao que Jesus lhes retrucou: “Isso vos escandaliza?” Sim, escandalizou a muitos daqueles falsos discípulos, tanto que muitos se retiraram e já não andavam com Jesus (66). Antes não foi diferente, e não o é agora! Também os evangélicos, discípulos de Lutero, fizeram e fazem o mesmo. Eles negam este Mistério profundo. A Eucaristia os escandalizou e por isso a abandonaram. A doutrina da Carne e do Sangue de Jesus, como alimento de Vida Eterna, foi muito dura para suas farisaicas concepções, para sua doutrina racionalista e seu falso evangelho da prosperidade e do comodismo. Eis que todos foram iludidos pelo diabo. Agora, seu orgulho é grande demais para admitirem o erro e voltar atrás. Alias, a bem da verdade, eles nem querem isso, pois julgam-se vencedores e estão felizes assim! Mas, um aviso a eles: esta é exatamente aquela pseudo-euforia que antecede a morte! Duvidam?
Já os católicos, neste mesmo episódio, foram os que ficaram com Jesus, assim como atestam as palavras de Pedro. Quando viu alguns de Seus falsos discípulos O abandonarem, Jesus perguntou aos doze: “Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-Lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Só Tu tens Palavras de Vida Eterna. E nós cremos e sabemos que Tu és o Santo de Deus. Jesus acrescentou: não vos escolhi Eu todos os doze? Contudo, um de vós é um demônio”. (Quantos destes há na Igreja Católica de hoje?)
Quem ficou com a “Palavra”, com o banquete da “Vida Eterna” e com a única garantia da salvação? Os católicos que ficaram com Pedro! Os “outros”, hoje discípulos de Lutero, Calvino, Zwinglio & os outros 40 mil de hoje, deixaram a Jesus, porque seus corações de pedra não conseguiram aceitar a doutrina da verdade, que os teria podido salvar. Preferem a mentira da sua “ceia” de brincadeira, sua confraternização de mentirinha, e querem também nos fazer engolir essa pílula venenosa! Ora, acaso o pãozinho de padaria que servem nas suas frias “ceias” lhes dará a Vida Eterna? Não! Isso lhes dará apenas um túmulo de podridão! Pergunta-se mais: o que são todos estes que combatem a Santa Eucaristia, senão verdadeiros Judas Iscariotes? Que são, senão demônios vivos, todos os algozes de Jesus eucarístico? Que são, senão fracos e doentes e mortos todos aqueles que não se alimentam do Corpo e do Sangue de Jesus ou se alimentam mal como alguns “católicos”? (Infelizmente a maioria faz isso!)
PERFÍDIA E MALIGNIDADE: A Alteração da Santa Missa! Estes dois adjetivos acima são até amenos para definir os adversários da nossa Sagrada Eucaristia. Católicos todos, compreendamos: o maciço ataque deles foi feito em muitas frentes. Vejamos como o demônio tem conseguido sobre nós grandes vitórias, através dos anos, com vistas a destruir este nosso precioso Bem, usando para isso, insidiosamente, a doutrina protestante. Deixemos claro que não nos referimos, absolutamente, aos evangélicos e protestantes que professam a doutrina de seus pais, embora errada, sem entretanto atacar aos católicos, mas especificamente àqueles artífices do mal que usam do protestantismo – diga-se, do pior do protestantismo herético, para nos fazer iguais - ,que em seu orgulho querem apenas sentir o gosto de derrotar a Igreja Católica e provar sua força. O poder do dinheiro lhes dá esta ilusão!
Para começar, pasmem, eram protestantes todos os seis assessores do famigerado cardeal dito “católico”, Annibale Bugnini, maçom conhecido, ingresso na seita em 23/04/1963, com o codinome “Buan”. Bugnini, que já fora expulso pelo Papa João XXIII da cátedra da Sagrada Liturgia, foi incumbido de coordenar a reforma litúrgica pós-conciliar e confeccionar a nova Ordem da Missa. Ainda hoje é um furioso adversário da Eucaristia. Quem o incumbiu de tão delicada tarefa foi o também cardeal maçônico Jean Vilot, então secretário de Paulo VI e posterior assassino de João Paulo I, conforme foi assim denunciado no livro Em Nome De Deus, do jornalista americano David Yalopp (aliás, nunca contestado). Em 10/67, a proposta daquele grupo maçônico e protestante para a Santa Missa católica foi submetida ao Sínodo dos Bispos. Dos 187 votantes, 105 foram contra; 78 a favor e 4 não se posicionaram. Portanto, pelo voto, estava desaprovada a “nova missa”, porque teriam sido necessários para aprová-la 94 votos favoráveis, no mínimo, e faltaram 16! (Explicações maiores no livro Tempos do Fim – Editora Myrian – fone 0xx51-341-0769 – Parte desse texto resumido do livro) De qualquer forma, o elevado número de bispos que votaram a favor da proposta – 78 -, mesmo para aquela época, já era preocupante. Quem de nós, católicos, tomou ciência disso, ou rezou o suficiente para que o mal não avançasse mais?
Para surpresa geral, em 03/04/1969, o Papa Paulo VI aprovava a “nova missa”, “em caráter experimental”, porque o assunto nem sequer fora ainda submetido ao Júri das Conferências Episcopais, como era de norma. Insurgindo-se contra esta fraude, alguns cardeais liderados pelo cardeal Alfredo Ottaviani, escreveram ao Papa lembrando que o resultado da votação havia sido desfavorável à sua implementação (mesmo que em caráter experimental) e lembrando que, da forma como estava posta, “por uma série de equívocos”, estava sendo dada excessiva ênfase ao aspecto “ceia” e “memorial”, em vez de “renovação incruenta do sacrifício do Calvário”. Lembrava, ainda, que as três finalidades da Missa haviam sido alteradas: 1) Não havia distinção entre o “Sacrifício Divino” e sacrifício humano; 2) Pão e vinho são transformados apenas espiritualmente e não substancialmente; 3) A presença real de Cristo nunca é lembrada e afinal, a crença nisso é implicitamente repudiada. Mas é só o começo!
Outra parte da Santa Missa, ardilosamente alterada para diminuir as graças a ela inerentes, diz respeito às santas palavras pronunciadas por Jesus na consagração do vinho em Seu Preciosíssimo Sangue. Disse Jesus: “Isto É o Meu Sangue, o Sangue da Nova e Eterna Aliança, que é derramado por muitos”(Mt 26,28). Ora, como dizem os sacerdotes hoje? “...derramado por TODOS...”. Eis mais uma fraude monumental. Jesus de fato não derramou Seu Sangue pelos que querem deliberadamente se perder (só se perde quem quer). Tampouco o derramou pelos demônios, como absurdamente chegou a se aventar. Assim, eles podem interpretar de duas formas: 1) Se Jesus morreu para a remissão de todos, logo, todos se salvarão, independente de serem bons ou maus - o que não é verdade! 2) Se Jesus não remiu a todos, logo eles poderão facilmente dizer que o Sacrifício d’Ele foi em vão, isto é, Jesus faliu em sua tarefa - o que também não é verdade. Como vemos, continuam agindo os odiosos fariseus. E como não temos agora Jesus de forma humana, para lhes dar aquelas sapientíssimas respostas, ficamos dizendo: “Ah é, é!?”
Mas a fraude ainda não estava toda consumada. Agindo de forma insidiosa e malévola, os planejadores de satanás foram adiante. Vendo que, por ser novidade, esta “nova missa” iria acabar sendo adotada em todo o mundo, passando primeiro do “caráter experimental” para o “definitivo e obrigatório”, um grupo de cardeais obrigou o Papa Paulo VI a consultar por votação, a cada bispo do mundo, o assunto da comunhão na mão. Dos 2.115 votos, 58% foram frontalmente CONTRA, 15% deles aceitariam adotar sob certas restrições e apenas 27% disseram aceitar assim como estava. Portanto, rejeitada a proposta!
Apesar disso, o maligno e seus sequazes conseguiram que se consumasse esta prática desaprovada pela maioria. Como vimos, o verdadeiro Magistério da Igreja tradicional deu-lhe voto contrário, não porque representasse uma afronta ao Santíssimo, mas por romper com uma tradição milenar que sempre trouxera bons resultados. Não se pode negar que, embora conseguida fraudulentamente, a prática da comunhão na mão é norma e fórmula válida e a ninguém é dado o direito de criticar quem assim procede. Igualmente, a ninguém é dado o direito de dizer: “Jesus não gosta que se comungue na mão”, porque o vidente tal falou, ou porque o santo X disse. Para que estes procedimentos venham a ser Igreja, somente se a Igreja assim o decretar!
Em defesa do Papa Paulo VI, temos de esclarecer o seguinte, como prova clara de que já naquele tempo o Papa era perseguido e cerceado. Muitas mensagens têm dado conta do imenso sofrimento deste papa, nas mesmas mãos satânicas que calaram João Paulo I e que hoje subjugam João Paulo II. Consta que Paulo VI, ao perceber os erros da “nova missa”, elaborou um documento em favor da Missa de São Pio V, a chamada Missa Tridentina, para publicá-lo “Urbi et Orbi”. Que aconteceu então? Os seus demoníacos assessores redigiram um outro documento, quase igual na aparência, mantendo, entretanto, as mudanças deles, entregando-o ao Papa que assinou sem ler novamente. Quando percebeu o engano, chegou a desejar a morte. A partir daí, deixou-se “morrer” nas mãos dos seus algozes; segundo consta, administravam-lhe doses excessivas de medicamentos e isto o acabou levando a óbito.
ABRIMOS outro parêntesis: Como o leitor percebe claramente, não estamos condenando a verdadeira Igreja, Mestra e Mãe, sempre pronta e atenta para corrigir o menor desvio doutrinário, a Igreja que é hoje absolutamente fiel ao Pedro – e só a ele. (a frase seguinte está confusa). Referimo-nos apenas à gente que “está dentro da Igreja da Verdade, mas nunca foi Igreja de verdade”. É sobre estes monstros que está suspensa hoje a espada vingadora do Senhor.
COMO ORIENTAÇÃO para os católicos, especificamente quanto ao fato da comunhão na mão: é sabido que algumas Conferências Episcopais, como é o caso no Brasil - a CNBB - conseguiram do Vaticano a autorização para adotar esta prática. Desse modo, cada fiel deve se ater exatamente à orientação do Bispo da sua diocese, pois essa é uma norma válida no Brasil e ela não pode ser afrontada sob pena de rebeldia. Para mudá-la, se alguém estiver insatisfeito, é preciso percorrer os caminhos legais da Igreja, segundo as normas vigentes. Não há, pois, outra forma. Temos antes de tudo e sempre ser Igreja. Afinal, é preciso levar em conta que todos os seus possíveis erros sempre foram corrigidos em tempo! Não se tiram pedaços da Igreja: deve-se consertá-la. Afinal, ela será a primeira a ressurgir das trevas, a Jerusalém Celeste! Então todos os grupos, os falsos, os pedaços, cairão fora. Restará apenas um corpo inteiro e são!
Católicos: sejamos sábios pelo menos uma vez. Não nos deixemos enganar pelos filhos das trevas que já nos prejudicaram tanto. Não discutamos agora esta questão de formas ou fórmulas, neste momento terrível, no auge da monumental crise que atravessamos. Quem deseja que nos digladiemos mutuamente é o diabo. Afinal, de que nos adiantará brigarmos uns com os outros se, maldade ou não, se errada ou não, a forma já foi aprovada pelo Papa VI? Se não há mais tempo para reverter a situação, para que discutir? Diante do medonho quadro que hoje se nos descortina, só nos resta nos unir e rezar! Então rezemos e não discutamos mais! Por favor, sejamos sábios! Pelo menos uma vez?
Pensemos um pouco! São Paulo é muito claro em relação a estes procedimentos humanos. Ouça! “Se em Cristo, estais mortos aos princípios deste mundo, porque ainda vos deixais impor proibições como se vivêsseis no mundo? Não pegues! Não proves! Não toques! Proibições estas que se tornam perniciosas pelo uso que delas se faz, e que não passam de doutrinas e normas humanas. Elas podem, sem dúvida, dar a impressão de sabedoria, enquanto exibem culto voluntário, de humildade e austeridade corporal. Mas não tem nenhum valor real, e só servem para satisfazer a carne” (Col 2,20-23). É preciso dizer mais alguma coisa? Sim, seja sábio! Que o leitor se fixe nos pontos negritados e tire pessoalmente as suas conclusões. Quem for sábio, compreenderá! Importa, de fato mesmo, é não deixar de se alimentar. É alimentar-se dignamente com a alma limpa! Jesus quer estar sempre conosco e quer apenas o nosso coração, a nossa alma. Só isso! O resto vem do homem, vem do mundo e não conta! Afinal, por que é tão digníssima e santa a boca que blasfema e tão amaldiçoada a maravilhosa mão que abençoa? Com qual se peca mais: mão ou boca?
GOLPE MORTAL: Desaparecimento da Confissão! Outro perverso objetivo já conseguido pela mesma claque monstruosa é o desaparecimento da confissão individual, em muitos lugares substituída pela confissão comunitária, ou para maior alegria de satanás, por confissão nenhuma. Ora, jamais partiu da verdadeira igreja semelhante disparate. O católico sabe perfeitamente que estar em estado de graça, para poder receber dignamente a Jesus, pressupõe uma confissão muito bem feita. Pressupõe não comungar, de forma alguma, se estiver em estado de pecado grave. Comungar desta forma é cometer um pecado ainda maior, verdadeiro sacrilégio. Diz Nossa Senhora que em nenhuma Igreja a comunhão é feita sem alguns sacrilégios. E se você quiser uma resposta bíblica para isso, leia em I Cor 11, 22-34. Deve ser lido, pelo menos mil vezes por todos, tanto católicos quanto evangélicos. Até a entenderem!
Assim, de forma perversa, mais um enorme salto para a destruição da Eucaristia foi dado. Muitas pessoas acham que rezando um simples ato de contrição antes da comunhão, ficam autorizadas a receber o Santíssimo, mesmo estando com a alma carregada de pecados mortais. E pior: até certos pastores, que já não se confessam mais e também porque têm verdadeira ojeriza do confessionário, chegam a pregar autorizando este procedimento, afirmando que a própria comunhão perdoa pecados graves. Pregam que um simples ato penitencial feito no início da Santa Missa já é suficiente para purificar a alma das faltas maiores. Ora, pregar que uma comunhão sacrílega perdoa sacrilégios seria o mesmo que acolher a tese absurda de que, para curar um paciente envenenado, seria preciso multiplicar por mil uma dose já letal do mesmo veneno. Terrível!
Exatamente como Nossa Senhora disse na primeira mensagem oficial deixada em Garabandal: “Padres, bispos e cardeais, estão indo pelo caminho da perdição, levando para o inferno com eles milhares de almas”. Ensinar, mesmo apenas insinuando, mesmo conhecendo o fato sem esclarecê-lo, é abrir a possibilidade de estarem ambos condenados, pastor e ovelha, pois o inferno está cheio de sacrílegos que até se confessam, sim... mal! São os que levam até à morte o “seu pecado de estimação”!
RETARDAR A 1ª COMUNHÃO: Alongar excessivamente a catequese! Da mesma forma, em relação às crianças. Os malévolos defensores da tese da comunhão tardia escondem-se por trás do pérfido princípio, de que ‘é preciso primeiro que a criança compreenda a profundidade de tão grande mistério’(?), quando na verdade nunca, ninguém, jamais, criatura humana nenhuma – portanto nem eles - será capaz de compreender este mistério de fé perfeitamente. E tanto desconhecem, que criam tais normas. Sim, isso é norma da Igreja, mas norma perversa, feita por perversos; nós, desatentos, engolimos tudo como doce veneno.


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