Orquestras e maestros



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ORQUESTRAS E MAESTROS

JOVEM ORQUESTRA PORTUGUESA

A Jovem Orquestra Portuguesa (JOP) é uma iniciativa da Orquestra de Câmara Portuguesa, sob a direção artística de Pedro Carneiro, e apresenta-se em 2015 pela quinta temporada consecutiva, nos Dias da Música, no Centro Cultural de Belém.

A JOP é composta por 120 músicos de todo o Portugal Continental e Ilhas, e é a primeira Orquestra Portuguesa associada da EFNYO (European Federation of National Youth Orchestras / Federação Europeia de Orquestras Nacionais Juvenis), assumindo-se como um projeto ambicioso, que tem por objetivo reunir os melhores e servir de embaixadora da excelência da juventude nacional, na Europa e no Mundo.

Na Temporada de 2012/2013 o patrocínio da Linklaters foi renovado e alargou-se à parceria com a Guildhall School de Londres. A JOP ingressou na EFNYO, passando a proporcionar aos jovens músicos portugueses intercâmbios com orquestras congéneres e participação em festivais europeus, como em 2014 no de Kassel, em que atuou ao lado de agrupamentos como a Orquestra de Jovens da União Europeia.

Em 2015, a JOP volta à Alemanha para se estrear no Young Euro Classic, no prestigiado Konzerthaus Berlin.

A JOP tem como visão valorizar o trabalho artístico da juventude portuguesa, servir de embaixadora da excelência e da identidade nacionais e inspirar o público através da integridade e da alegria das suas atuações.

A missão da JOP é criar e manter em funcionamento uma orquestra juvenil dedicada a músicos provenientes de todo o território nacional, escolhidos em audição, pela excelência, pelo talento e pelo potencial, projetando na Europa e no Mundo o saber fazer português num ambiente de intercâmbio internacional.

A Jovem Orquestra Portuguesa foi lançada em 2010 com o apoio exclusivo da Linklaters e, desde então, tem vindo a crescer e a aumentar a sua atividade.


ORQUESTRA ACADÉMICA METROPOLITANA

A Orquestra Académica Metropolitana (OAM) estreou-se em 1993, na sequência da criação da Academia Nacional Superior de Orquestra – uma instituição única no país, destinada a formar músicos profissionais nas áreas de Instrumento e Direção de Orquestra. Desde o seu início, a OAM é orientada por Jean-Marc Burfin, seu maestro titular.

Constituída inicialmente por menos de 30 elementos, a OAM é hoje uma formação sinfónica englobando cerca de 70 músicos. Com uma temporada que se estende por cada ano letivo, a OAM mantém uma atividade regular de ensaios e concertos, apresentando-se não só na área metropolitana de Lisboa como também noutras localidades do país.

Com largas centenas de concertos realizados, abarcando um repertório que vai do barroco à música do século xx, a OAM tem executado obras de compositores tão representativos como Bach, Haydn, Mozart, Beethoven, Brahms, Schubert, Mendelssohn, Mahler, Ravel, Debussy, Milhaud, Bartók, Hindemith, Stravinsky e Varèse, entre outros.

Para além do seu maestro titular, a OAM é habitualmente dirigida pelos alunos do Curso Superior de Direção de Orquestra. Muitos dos concertos contam com a presença de maestros convidados, tais como Jean-Sébastien Béreau, Pascal Rophé, Robert Delcroix e Brian Schembri.

A OAM possibilita ainda aos alunos da Academia a apresentação regular a solo com orquestra. Teve, ainda, o privilégio de tocar com vários solistas de renome como António Rosado, Gerardo Ribeiro, Paulo Gaio Lima, Liliane Bizineche, Francine Romain, Miguel Borges Coelho, Artur Pizarro, François Leleux e, num concerto humorístico, com o quarteto italiano Banda Osíris.

Entre as suas deslocações, a OAM participou no Porto 2001 Capital da Cultura, num encontro internacional de orquestras de jovens onde tocou o War Requiem, de Britten. Fez várias digressões pelos Açores e esteve no VII Ciclo Internacional de Orquestras Universitárias, em Saragoça, e subiu ao palco do Theâtre de la Monnaie, em Bruxelas. Na presente temporada tem agendado seis programas diferentes, participando ainda nos concertos da Orquestra Sinfónica Metropolitana, nomeadamente nos Dias da Música em Belém.

A Academia Nacional Superior de Orquestra é uma instituição única no país, pela forma como interliga a formação com a prática musical. Especificamente destinada a preparar músicos profissionais nas áreas de Instrumento e de Direção de Orquestra, o ensino ministrado baseia-se num acompanhamento individual especializado, na prática de música de câmara e numa componente teórica complementar, sendo a Orquestra Académica Metropolitana o eixo central da formação destes jovens músicos. Os resultados pedagógicos são bem evidentes pelo número de alunos premiados em concursos de renome, pelas admissões dos estudantes aqui formados nas melhores escolas internacionais e pela alta taxa de empregabilidade destes jovens quando chegam ao mercado de trabalho.


JEAN-MARC BURFIN

Jean-Marc Burfin entra em 1983 para o Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, onde obtém, em junho de 1987, e por unanimidade do júri, o 1.º prémio de Direção de Orquestra na classe de Jean-Sébastien Béreau depois de ter feito os seus estudos nos Conservatórios de Nancy, Metz, Estrasburgo e Reims.

Durante as masterclasses que frequenta é encorajado pelos seus mestres Franco Ferrara, Charles Bruck, Pierre Boulez e Vitaly Kataev. Diplomado pela Academia de verão do Mozarteum, em Salzburgo, é convidado para dirigir a Orquestra do MIT de Boston em 1984, ao lado de Lorin Maazel.

Na sequência de um seminário internacional em Fontainebleau, é notado por Leonard Bernstein e em julho de 1987 convidado para dirigir a Orquestra de Paris.

Em 1990/1991 recebe uma bolsa franco-soviética para aperfeiçoamento dos seus conhecimentos do repertório russo com Alexandre Dmitriev, no Conservatório Rimski-Korsakov de São Petersburgo.

No Concurso Internacional de Jovens Diretores de Orquestra de Besançon em 1991 foi finalista laureado, e recebeu um prémio especial da Orquestra da Rádio-Televisão de Moscovo através do seu Diretor Vladimir Fedosseiev.

Jean-Marc Burfin dirigiu várias orquestras, tanto em França como no estrangeiro (Colónia, Lamoureux, Pays de la Loire, Poitou-Charentes, Picardie, Filarmónicas de Potsdam e Württembergische de Reutlingen, Sinfónica de Oviedo, entre outras). Foi Diretor Artístico da Orquestra Metropolitana de Lisboa durante a temporada de 2003/2004.

Gravou um CD na editora Naxos, consagrado à obra de Vincent d’Indy.

Pedagogo reconhecido, é um dos raros maestros em atividade a ensinar direção de orquestra. Atualmente é professor na Academia Superior de Orquestra e Maestro Titular da Orquestra Académica Metropolitana.


ORQUESTRA DE CÂMARA PORTUGUESA

Aclamado pela crítica internacional como um dos mais originais músicos da atualidade, Pedro Carneiro assegura a direção artística da Orquestra de Câmara Portuguesa (OCP), onde lidera um grupo excecional de virtuosos instrumentistas, representantes da mais nova geração de talentos musicais.

Em pouco tempo, a OCP atingiu um elevado patamar de performance artística, confirmado pelo público e pela crítica. A OCP trabalhou já em ensaio com compositores como Emmanuel Nunes e Sofia Gubaidulina. E além de ter colaborado com solistas nacionais e internacionais, como Jorge Moyano, Cristina Ortiz, Sergio Tiempo, Arnaud Thorette, Bruno Borralhinho, Dmitri Makhtin, Alexandrina Pendatchanska, Elina Vähälä, Diemut Poppen e Adrian Florescu, durante a última temporada apresentou-se também com notáveis solistas, como Geir Draugsvoll, Gary Hoffman, Filipe Pinto-Ribeiro e Heinrich Schiff.

O Centro Cultural de Belém acolheu a OCP primeiro como Orquestra Associada, e depois como Orquestra em Residência, colocando o desafio do Concerto Inaugural da Temporada 2007-2008, que se renovou em 2010/2011. A presença nos Dias da Música em Belém tem sido uma constante, abrindo espaço a jovens solistas e maestros convidados pela OCP, como Pedro Amaral, Pedro Neves, Luís Carvalho, Alberto Roque e José Gomes.

A OCP está a criar um ensemble de excelência e apresenta-se como um espaço de valorização dos seus músicos e plataforma de lançamento de novos intérpretes, promovendo a sua integração no mercado de trabalho musical europeu.

O virtuosismo das suas atuações é reflexo do empenho e do rigor que envolve a preparação de cada programa, com um mínimo de dez ensaios e a presença de um ou mais ensaiadores convidados, de reconhecido mérito nacional e internacional, como Alejandro Oliva, Norberto Gomes, Andrew Swinerton, Charles Neidich, José Augusto Carneiro, Adrian Florescu, Aníbal Lima e Heinrich Schiff.

A RTP 2 e a Antena 2 são os parceiros media da Orquestra, para a promoção e para a gravação dos concertos, tendo sido transmitido várias vezes pela RTP2 o documentário O Nascimento de Uma Orquestra, onde se descreve a constituição da OCP, desde as audições dos músicos até à estreia em 2007.

O Município de Portimão juntou-se à OCP, como parceiro institucional, nos anos 2009 e 2010, e ainda em 2009, a OCP abriu o 1.º Festival das Artes, organizado pela Fundação Inês de Castro, em Coimbra. Desde então apresentou-se em Castelo Branco, Vila Viçosa, nos festivais de Alcobaça, Leiria e Paços de Brandão e nos concertos de Natal de Lisboa.

A internacionalização da OCP deu-se em 2010 no City Festival of London, com excelente receção pelo público e quatro estrelas no The Times.

A OCP é um projeto com credibilidade e pertinência social e cultural, que nasce de uma ação genuína de cidadania proativa, estando também a levar à prática diversos projetos de responsabilidade social: O meu amigo toca na OCP, OCPsolidária, OCPzero e OCPdois.

A Linklaters Portugal é o primeiro patrocinador privado na história da OCP, para um período de três anos, ao apoiar o lançamento da OCPzero – uma nova orquestra de jovens estudantes de música.

Já em 2011, a consultora Everis Portugal, SA juntou-se à Orquestra de Câmara Portuguesa, para o desenvolvimento de um plano estratégico de gestão.


PEDRO CARNEIRO

Na sua tripla atividade como instrumentista, chefe de orquestra e compositor, Pedro Carneiro tem vindo a cativar plateias por todo o mundo. Estudou piano, violoncelo e trompete desde os cinco anos de idade. Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian no Guildhall School of Music and Drama, onde terminou a sua licenciatura com a distinção Head of Department Award.

Seguiu também os cursos de direção de orquestra de Emilio Pomàrico, na Accademia Internazionale della Musica, em Milão. Aclamado internacionalmente como um dos maiores percussionistas da atualidade, apresenta-se regularmente como solista convidado de algumas das mais prestigiadas orquestras internacionais, como: Filarmónica de Los Angeles, Orquestra Sinfónica de Seattle, Orquestra Nacional BBC de Gales, Orquestra Filarmónica de Helsínquia, Orquestra Sinfónica da Rádio Finlandesa, Orquestra Sinfónica da Islândia, Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfónica MDR de Leipzig e orquestras de câmara Inglesa, Sueca e de Viena – sob a direção de maestros como Gustavo Dudamel, Oliver Knussen, John Neschling, Christian Lindberg, entre muitos outros.

Tocou, em estreia absoluta, mais de uma centena obras, e trabalha regularmente com prestigiados instrumentistas, orquestras e compositores, assim como com os quartetos Tokyo, Shanghai, Chilingirian, New Zealand e Latinoamericano. Em particular, a sua colaboração estreita com o quarteto Arditti está fixada em dois registos discográficos. Carneiro compõe para teatro, para dança e para cinema. Da sua extensa discografia, destaca-se a monografia de Xenakis (2004) e dois discos concertantes no selo germânico ECM (New Series).

Apresenta-se regularmente como chefe de orquestra (por vezes dirigindo a partir do teclado da marimba) em diversas orquestras nacionais, como a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra do Algarve e Fundação Orquestra Estúdio, e internacionais, como a Orquestra Sinfónica da Estónia, sendo maestro convidado no Round Top Festival, no Texas, EUA e no FEMUSC (Festival de Música de Santa Catarina, Brasil).

Premiado no prémio Jovens Músicos, 1997, prémio Maestro Silva Pereira, 1997, Park Lane Young Artists Auditions, 1998, em Londres, prémio da Hattori Foundation for Young Musicians, 2001, em Londres, Medalha de Honra da Cidade de Setúbal, 2011 e prémio Gulbenkian Arte, 2011.

É cofundador e diretor artístico da Orquestra de Câmara Portuguesa e da Jovem Orquestra Portuguesa.
ORQUESTRA DE SOPROS DA METROPOLITANA

A Orquestra de Sopros da Metropolitana, dirigida pelo maestro Reinaldo Guerreiro, desafia-se em programas que permitem mostrar ao público a qualidade dos seus jovens intérpretes. As sonoridades estendem-se por diversos períodos e diferentes géneros, fazendo de cada concerto uma verdadeira celebração da música. Incluindo também alguns alunos mais avançados do Conservatório da Metropolitana, esta formação tem base na Escola Profissional Metropolitana (EPM), cuja criação veio ultrapassar uma necessidade há muito sentida nesta área artística. A EPM proporciona um programa pedagógico que junta disciplinas específicas de música com todas as outras necessárias a uma candidatura à universidade e/ou acesso imediato ao mercado laboral. Como característica inédita no plano nacional, os alunos da EPM têm a vantagem de fazer a formação em contexto de trabalho, de nível profissional, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, interagindo igualmente com as outras formações da Academia Nacional Superior de Orquestra e do Conservatório de Música da Metropolitana. A formação tem tocado em alguns dos mais importantes palcos nacionais, merecendo os elogios tanto da crítica como do público.


ORQUESTRA GULBENKIAN

Foi em 1962 que a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente, no início constituído apenas por 12 elementos (Cordas e Baixo Contínuo), originalmente designada por Orquestra de Câmara Gulbenkian. Esta formação foi sendo progressivamente alargada, contando hoje a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) com um efetivo de 66 instrumentistas, que pode ser pontualmente expandido de acordo com as exigências dos programas executados.

Esta constituição permite à Orquestra Gulbenkian a abordagem interpretativa de um amplo repertório que abrange todo o período clássico, uma parte significativa da literatura orquestral do século xix e muita da música do século xx. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas tradicionais, nomeadamente a produção orquestral de Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Mendelssohn ou Schumann, podem assim ser dadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efetivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respetiva arquitetura sonora interior.

Em cada temporada, a Orquestra realiza uma série regular de concertos no Grande Auditório Gulbenkian, em Lisboa, em cujo âmbito tem tido ocasião de colaborar com alguns dos maiores nomes do mundo da música (maestros e solistas), atuando igualmente em diversas localidades do País, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora.

No plano internacional, por sua vez, a Orquestra tem vindo a ampliar gradualmente a sua atividade, tendo até agora efetuado digressões na Europa, na Ásia, em África e nas Américas. Na presente temporada, a Orquestra Gulbenkian regressou a Paris, para um concerto na Salle Pleyel com o pianista Abdel Rahman el Bacha.

No plano discográfico, o nome da Orquestra Gulbenkian encontra-se associado às editoras Philips, Deutsche Grammophon, Hyperion, Teldec, Erato, Adès, Nimbus, Lyrinx, Naïve e Pentatone, entre outras, tendo esta sua atividade sido distinguida desde muito cedo com diversos prémios internacionais de grande prestígio.

Entre os últimos projetos discográficos, refira-se a primeira gravação mundial do Requiem de Salieri e um registo com obras de Ligeti, Kodály e Bartók, ambos sob a direção de Lawrence Foster e editados sob a chancela da Pentatone. Mais recentemente, a Orquestra Gulbenkian lançou um disco dedicado ao público juvenil – Pedro e o Lobo, de Prokofiev, O Carnaval dos Animais, de Saint-Saëns, Guia da Orquestra para Jovens, de Britten –, sob a direção de Joana Carneiro.

Desde a temporada de 2002-2003, Lawrence Foster é o responsável pela direção artística do agrupamento, acumulando as funções de maestro titular. Claudio Scimone, que ocupou este último cargo entre 1979 e 1986, foi nomeado em 1987 maestro honorário, enquanto Simone Young e Joana Carneiro detêm os títulos de maestrina convidada principal e maestrina convidada desde as temporadas de 2007-2008 e 2006-2007, respetivamente.


PEDRO NEVES

Pedro Neves é maestro titular da Orquestra do Algarve e da Orquestra Clássica de Espinho. A sua personalidade artística é marcada pela profundidade, pela coerência e pela seriedade da interpretação musical. Atualmente é doutorando na Universidade de Évora, sendo o seu objeto de estudo as seis sinfonias de Joly Braga Santos.

Pedro Neves é convidado regularmente para dirigir as orquestras Gulbenkian, Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfónica Portuguesa, Metropolitana de Lisboa, Filarmonia das Beiras, da Cidade de Joensuu (Finlândia).

No âmbito da música contemporânea tem colaborado com o Sond’arte Electric Ensemble, com o qual realizou estreias de vários compositores portugueses e estrangeiros. Desta colaboração destacam-se digressões ao Japão e à Coreia do Sul. Em dezembro de 2012 colaborará com Remix Ensemble Casa da Música.

É fundador da Camerata Alma Mater, que se dedica à interpretação de repertório para orquestra de cordas.

Pedro Neves iniciou os seus estudos musicais na sua terra natal, na Sociedade Musical 12 de abril, com a qual mantém uma ligação até aos dias de hoje. Estudou violoncelo com Isabel Boiça, Paulo Gaio Lima e Marçal Cervera, respetivamente no Conservatório de Música de Aveiro, na Academia Nacional Superior de Orquestra em Lisboa e na Escola de Música Juan Pedro Carrero em Barcelona. No que diz respeito à direção de orquestra estudou com Jean Marc Burfin, Emilio Pomàrico e Michael Zilm.


ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA

A Orquestra Metropolitana de Lisboa estreou-se no dia 10 de junho de 1992. Desde então, os seus músicos asseguram uma intensa atividade na qual a qualidade e a versatilidade têm presença constante, permitindo abordar géneros diversos, proporcionando a criação de novos públicos e a afirmação do caráter inovador do projeto AMEC | Metropolitana, de que esta orquestra é a face mais visível.

Nos programas sinfónicos, jovens intérpretes da Academia Nacional Superior de Orquestra juntam-se à Metropolitana, cuja constituição regular integra já músicos formados nesta escola, sinal da vitalidade da ponte única que aqui se faz entre a prática e o ensino da música. Este desígnio, que distingue a identidade da Metropolitana, por ser exemplo singular no panorama musical internacional, complementa-se com a participação cívica, a qual se traduz na apresentação frequente em concertos de solidariedade e em eventos públicos relevantes. Cabe-lhe, ainda, a responsabilidade de assegurar uma programação regular junto de várias autarquias das regiões Centro e Sul, para além de promover iniciativas de descentralização cultural por todo o país.

Desde o seu início, a Metropolitana é referência incontornável do panorama orquestral nacional.

Um ano após a sua criação, apresentou-se em Estrasburgo e em Bruxelas. Deslocou-se depois a Itália, à Índia, à Coreia do Sul, a Macau, à Tailândia e à Áustria. Em 2009 tocou em Cabo Verde, numa ocasião histórica em que, pela primeira vez, se fez ouvir uma orquestra clássica no arquipélago. No final de 2009 e no início de 2010, efetuou uma digressão pela China. Mais recentemente, por ocasião do seu vigésimo aniversário, a Metropolitana regressou à capital belga.

Tem gravados 11 CD – um dos quais disco de platina – para diferentes editoras, incluindo a EMI Classics, a Naxos e a RCA Classics.

Ao longo destas duas décadas, colaborou com inúmeros maestros e solistas de grande reputação no plano nacional e internacional, de que são exemplos os maestros Christopher Hogwood, Theodor Guschlbauer, Michael Zilm, Arild Remmereit, Nicholas Kraemer, Lucas Paff, Victor Yampolsky, Joana Carneiro e Brian Schembri ou os solistas Monserrat Caballé, Kiri Te Kanawa, José Cura, José Carreras, Felicity Lott, Elisabete Matos, Leon Fleisher, Maria João Pires, Artur Pizarro, Sequeira Costa, António Rosado, Natalia Gutman, Gerardo Ribeiro, Anabela Chaves, António Menezes, Sol Gabetta, Michel Portal, Marlis Petersen, Dietrich Henschel, Thomas Walker e Mark Padmore.

A direção artística da Orquestra Metropolitana de Lisboa é, desde julho de 2013, assegurada pelo maestro e compositor Pedro Amaral.


LEONARDO GARCÍA ALARCÓN

Leonardo García Alarcón nasceu em La Plata, na Argentina, onde frequentou a Universidade Nacional e foi aluno de piano de Leticia Corral e Susana Romé. A partir de 1997 estudou na Europa com o cravista Christiane Jaccottet no Conservatório de Genebra. Completou a sua formação teórica no Centro de Música Antiga de Genebra. Foi membro do Ensemble Elyma e assistente do maestro Gabriel Garrido antes de fundar o agrupamento Cappella Mediterranea.

Investigador apaixonado pela voz, explora continuamente os ideais estéticos próprios da música barroca latina. Investiu na recuperação e na direção de obras como a ópera Ulisse all’ Isola di Circe, de Zamponi, estreada em 2006 com o ensemble Clematis, ou Il Diluvio Universale, de M. Falvetti, estreada em 2010 no Festival d’Ambronay com o Coro de Câmara de Namur e o ensemble Cappella Mediterranea.
É maestro residente do Centre Culturel de Rencontre d’Ambronay e diretor artístico e maestro principal do Coro de Câmara de Namur. Também em 2010, decidiu instalar o ensemble Cappella Mediterranea na região Ródano-Alpes, desenvolvendo paralelamente uma relação artística estreita com o meio-soprano Anne Sofie Von Otter.

No domínio da formação de jovens músicos, é professor da classe de Maestro al Cembalo e da classe profissional de canto barroco do Conservatório Superior de Música de Genebra. Colabora também com estruturas de inserção profissional como as Academias de Ambronay e de Aix-en-Provence.


ORQUESTRA SINFÓNICA METROPOLITANA

Espelho da mais-valia que representa a transversalidade do projeto da AMEC / Metropolitana, a Orquestra Sinfónica Metropolitana (OSM) é a formação constituída pelos músicos da Orquestra Metropolitana de Lisboa e pelos melhores elementos da Orquestra Académica Metropolitana, juntos em concerto para dar corpo ao grande reportório sinfónico. Esta formação vinha já obtendo resultados visíveis, aplaudidos quer pela crítica especializada quer pelo público que assistia às apresentações. Mas assumiu recentemente o nome que lhe é merecido: Orquestra Sinfónica Metropolitana (OSM).

Foi escolhida pelo Centro Cultural de Belém como orquestra residente em três edições do festival Dias da Música em Belém, estatuto que representa um desafio e também uma importante plataforma de exposição a novos públicos que sempre acorrem a esta iniciativa. Na temporada passada, a Orquestra Sinfónica Metropolitana desafiou-se com a 5.ª Sinfonia de Gustav Mahler, num concerto dirigido por Michael Zilm, uma das presenças importantes e habituais nas programações da Metropolitana. E, em maio de 2010, apresentou uma nova produção de A Sagração da Primavera, de Stravinsky, com coreografia de Olga Roriz e com direção musical de Cesário Costa. Em 2011, a OSM voltou a Mahler, para tocar a sua nona sinfonia, entre outros programas. Haydn, Mozart, Beethoven e Poulenc foram os compositores escolhidos para a passada temporada, em concertos que tiveram as participações do Coro Sinfónico Lisboa Cantat, e de solistas como Anna Samuil, António Rosado, Raquel Camarinha, Valérie Bonnard, João Rodrigues e Job Tomé. No final de 2013, sob a direção do maestro Emílio Pomàrico, a OSM juntou-se às celebrações que assinalaram o centenário do nascimento do compositor britânico Benjamin Britten, no palco do Grande Auditório do CCB.
PEDRO AMARAL

Nascido em Lisboa, em 1972, Pedro Amaral, compositor e maestro, é um dos músicos europeus mais ativos da nova geração. Inicia os estudos em composição como aluno privado de Lopes-Graça, a partir de 1986, ao mesmo tempo que prossegue a sua formação musical geral, no Instituto Gregoriano (1989/91). Ingressa depois na Escola Superior de Música de Lisboa onde conclui o curso de composição na classe do professor Christopher Bochmann, em 1994. Instala-se em Paris, onde estuda com Emmanuel Nunes no Conservatório Superior, graduando-se com o primeiro prémio em Composição por unanimidade do júri. Estuda ainda direção de orquestra com Peter Eötvös (Eötvös Institute, 2000) e Emilio Pomàrico (Scuola Civica de Milão, 2001).

Paralelamente à sua formação musical prática, prossegue os estudos universitários na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris, obtendo, em 1998, Mestrado em Musicologia Contemporânea com uma tese sobre Gruppen, de K. Stockhausen – com quem trabalha como assistente em diferentes projetos – e, em 2003, um doutoramento com uma tese sobre Momente e a problemática da forma na música serial.

Em maio de 2010, estreou em Londres a sua ópera O sonho, a partir de um drama inacabado de Fernando Pessoa. Unanimemente aplaudida pela crítica, a obra foi interpretada por um prestigioso elenco de cantores portugueses acompanhados pela London Sinfonietta sob a direção do compositor, tendo sido apresentada em Londres e em Lisboa.

Como compositor e/ou maestro, Pedro Amaral trabalha regularmente com diferentes ensembles e orquestras, nacionais e estrangeiros. Foi maestro titular da Orquestra do Conservatório Nacional (2008/09) e do Sond’Ar-Te Electric Ensemble (2007/10). Desde o ano letivo de 2007/2008, é Professor Auxiliar da Universidade de Évora (Composição, Orquestração e disciplinas afins). Desde julho de 2013, Pedro Amaral é diretor artístico e pedagógico da AMEC / Metropolitana.
ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA

Criada em 1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos e tem vindo a desenvolver uma atividade sinfónica própria, incluindo uma programação regular de concertos, participações em festivais de música nacionais e internacionais.

No âmbito de outras colaborações, destaque-se a sua presença nos seguintes acontecimentos: 8.º Torneio Eurovisão de Jovens Músicos transmitido pela Eurovisão para cerca de 15 países (1996); concerto de encerramento do 47.º Festival Internacional de Música e Dança de Granada (1997); concerto de Gala de Abertura da Feira do Livro de Frankfurt; concerto de encerramento da Expo 98; Festival de Música Contemporânea de Alicante (2000); e Festival de Teatro Clássico de Mérida (2003).

Colabora regularmente com a RTP através da transmissão dos seus concertos e óperas pela Antena 2, designadamente a realização da tetralogia O Anel do Nibelungo, transmitida na RTP2, e da participação em iniciativas da própria RTP, como o prémio Pedro de Freitas Branco para Jovens Chefes de Orquestra, o prémio Jovens Músicos-RDP e a Tribuna Internacional de Jovens Intérpretes.

No âmbito das temporadas líricas e sinfónicas, a OSP tem-se apresentado sob a direção de notáveis maestros, como Rafael Frühbeck de Burgos, Alain Lombard, Nello Santi, Alberto Zedda, Harry Christophers, George Pehlivanian, Michel Plasson, Krzysztof Penderecki, Djansug Kakhidze, Milán Horvat, Jeffrey Tate e Iuri Ahronovitch.

A discografia da OSP conta com dois CD para a etiqueta Marco Polo, com as sinfonias números 1, 3, 5 e 6, de Joly Braga Santos, as quais gravou sob a direção do seu primeiro maestro titular, Álvaro Cassuto, e Crossing Borders (obras de Wagner, Gershwin e Mendelssohn), sob a direção de Julia Jones, numa gravação ao vivo pela Antena 2.

No cargo de maestro titular, seguiram-se José Ramón Encinar (1999/2001), Zoltán Peskó (2001/2004) e Julia Jones (2008/2011); Donato Renzetti desempenhou funções de primeiro maestro convidado entre 2005 e 2007.
JOÃO PAULO SANTOS

Nascido em Lisboa em 1959, João Paulo Santos concluiu o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional desta cidade na classe de Adriano Jordão. Trabalhou ainda com Helena Costa, Joana Silva, Constança Capdeville, Lola Aragón e Elizabeth Grümmer. Na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian aperfeiçoou-se em Paris com Aldo Ciccolini (1979/84).

A sua carreira atravessa os últimos 40 anos da biografia do Teatro Nacional de São Carlos, onde principiou como corepetidor (1976), função que manteve durante a permanência em Paris. Seguiu-se o cargo de maestro titular do coro (1990-2004), desempenhando atualmente as funções de diretor de Estudos Musicais e diretor Musical de Cena.

O seu percurso artístico distingue-se, essencialmente, em três áreas. Estreou-se na direção musical em 1990 com a ópera The Bear (William Walton), encenada por Luís Miguel Cintra, para a RTP. Desde então tem dirigido obras tão diversas como óperas para crianças (Menotti, Britten, Henze, Respighi), musicais (Sondheim), concertos e óperas nas principais salas nacionais. Estreou em Portugal, entre outras, as óperas Renard (Stravinski), Hanjo (Hosokawa), Pollicino (Henze), Albert Herring (Britten), Neues vom Tage (Hindemith), Le Vin herbé (Martin), e The English Cat (Henze), cuja direção musical foi reconhecida com o Prémio Acarte 2000. Colabora com compositores portugueses, destacando-se a estreia absoluta de obras de António Chagas Rosa, António Pinho Vargas, Eurico Carrapatoso e Clotilde Rosa.

Na qualidade de pianista, apresenta-se a solo, em grupos de câmara e em duo, nomeadamente com a violoncelista Irene Lima e com o violinista Bruno Monteiro. Concertos e recitais por todo o País com praticamente todos os cantores portugueses preenchem regularmente o seu calendário artístico.

A recuperação e a reposição do património musical nacional ocupam um lugar significativo na sua carreira de músico, sendo responsável pelas áreas de investigação, de edição e de interpretação de obras dos séculos xix e xx. São exemplos as óperas Serrana, Dona Branca, Lauriane e O Espadachim do Outeiro, que já foram levadas à cena no Teatro Nacional de São Carlos e no Centro Cultural Olga Cadaval.

Fez inúmeras gravações para a RTP (rádio e televisão) e gravou discos abrangendo um repertório diverso, desde canções do Chat Noir aos clássicos, como Saint-Saëns e Liszt passando por Erik Satie, Martinů, Poulenc, Luís de Freitas Branco ou Jorge Peixinho.

Quer como consultor quer na direção musical, é frequentemente convidado a colaborar em espetáculos de prosa encenados por João Lourenço e por Luís Miguel Cintra.



ENSEMBLES
ALIS UBBO ENSEMBLE

O Alis Ubbo Ensemble é uma formação recente no panorama cultural português que pretende explorar diversos trilhos artísticos, incluindo a interação de várias formas de arte, assim alcançando uma audiência generalizada e transversal. A primeira apresentação realizou-se no Jardim das Oliveiras, no CCB, com o grupo rodeado de crianças, que escutaram uma versão das Quatro Estações, de Vivaldi, para quarteto de cordas, com narração e apresentação de ilustrações, tendo como pano de fundo o rio Tejo.

A designação deste agrupamento homenageia Lisboa: Alis Ubbo é uma das primeiras denominações da cidade. Em cerca de 1200 a. C., os Fenícios fundaram uma colónia com o nome de Alis Ubbo que, em fenício, significa “porto seguro", "enseada amena". A colónia estendia-se da colina onde hoje se situam o Castelo e a Sé, até ao rio, que chamavam Daghi / Taghi ("boa pescaria" em fenício).

O Alis Ubbo Ensemble já participou em concertos promovidos pela Antena 2, tendo também gravado para esta estação de rádio e para a RTP. Em abril de 2013 estreou-se nos Dias da Música em Belém, executando, com sucesso o Quinteto de Cordas de A. Bruckner. Regressou a este importante festival no mês de maio do ano passado. No início de 2014 atuou pela primeira vez no Museu Calouste Gulbenkian, num programa em colaboração com o ilustrador Manuel San-Payo, com assinalável sucesso. Esta formação também já se estreou nos Coliseus, de Lisboa e do Porto, e ainda na Meo Arena, em Lisboa, colaborando em concertos de Músicas do Mundo e no projeto Música em Degradé – Da Ópera ao Rock.

Ainda em 2014 foi a formação escolhida para participar no concerto de abertura do Ciclo de Música no Convento dos Capuchos, produzido pela Câmara Municipal de Almada, e também nos Clássicos na Rua, iniciativa promovida pela EGEAC, apresentando programas dedicados ao tango, estreando peças dos compositores portugueses Luís Cipriano, Lino Guerreiro, Tiago Derriça e Miguel Sobrado Curado.

Apesar de recente, o Alis Ubbo Ensemble já teve o privilégio de partilhar o palco com personalidades artísticas tão marcantes como Ana Bela Chaves, Mário Laginha, João Paulo Santos, Nuno Inácio, Nuno Silva, Sandra Medeiros, Ricardo Parreira, Teresa Macedo e ainda com os fadistas Hélder Moutinho, Pedro Moutinho e Camané. Colaborou também com o escritor José António Abad Varela e com os ilustradores Emilio Urberuaga e Manuel San Payo.


AMARCORD WIEN

É difícil categorizar os Amarcord Wien. Apesar de estarem profundamente enraizados na tradição clássica, a abordagem à música deste grupo tem ido além desses limites. O seu princípio-base é o de criar arranjos que constantemente procurem novas formas para interpretar, compreender e comunicar a música, independentemente das tradições, e sem pruridos de se desviarem do manuscrito original, até a transformarem em “Amarcord”. Isto resulta numa experiência musical não adulterada que surge antes da dedicação à partitura, combinada com a típica sonoridade de Amarcord, transparente, incorrigivelmente lúdica, esporadicamente improvisada, tudo aliado a uma perfeição técnica sem paralelo. Fundado em 2000, o ensemble tem sido aclamado em todo o mundo.

O Amarcord Wien já foi convidado a atuar em prestigiadas salas de espetáculos e em festivais de todo o mundo, como o Vienna Mysikverein, Vienna Konzerthaus, Schwetzinger e Ludwigsburger Festpiele, Festival Internacional de Música de Istambul, St. Petersburg Philharmonie, Festpielhaus Baden-Baden, Konzerthaus Berlin, Sala de Concertos de Xangai ou Festival de Lucerna. Entre muitos outros locais, o ensemble já tocou em Paris, Bratislava, Munique, Milão, Veneza e Santander.

Até hoje o gravou cinco CD. Amarcord Wien plays Astor Piazzola (2003), Amarcord Wien Pictures at an Exhibition (2004) e Satie (2005). Em 2009 lançaram o CD Mahler Lieder com a meio soprano Elizabeth Kulman, graças ao qual foram distinguidos com o prémio Toblacher Komponierhäuschen 2010 e o prémio Pasticchio da Rádio Austríaca.

A este disco sucedeu-se um CD de celebração do 10.º aniversário do ensemble, Bon Voyage, lançado no início de 2011. O seu mais recente CD é outra gravação com Elisabeth Kulman, intitulado Wer wagt mich zu höhnen? Ein Ständchen für Richard Wagner und Giuseppe Verdi, e foi lançado em junho de 2014.
CAMERATA ATLÂNTICA

A Camerata Atlântica é um projeto musical idealizado pela violinista venezuelana Ana Beatriz Manzanilla, sua diretora artística. Constituída por excelentes músicos profissionais, que se dedicam a interpretar com as maiores fidelidade e dedicação estilos e épocas musicais diversos, através de sessões de trabalho individual e de ensaios coletivos, a Camerata tem a flexibilidade de poder ser alargada em número de instrumentistas dependendo do repertório que seja planificado interpretar.

A escolha dos seus elementos tem sido feita através duma rigorosa seleção de músicos das melhores orquestras do País que reúnam não só qualidade instrumental e artística como a entrega a um projeto que exige deles as melhores preparação e disponibilidade, uma entrega total dos músicos para alcançar a melhor música.

Depois do seu concerto inaugural em novembro de 2013, a Camerata Atlântica gravou um DVD promocional com obras de compositores de América Latina. Apresentou-se com grande sucesso nos Dias da Música 2014 no Centro Cultural de Belém, no Festival Internacional de Música de Leiria, no Festival de Música de Ourique, na Festival Experience da Universidade de Lisboa e no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, no marco dos Prémios Jovens Músicos 2014.





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