Orquestra nacional do porto



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Encontro07.08.2017
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Sábado, 19 Jul. Orquestra Nacional do Porto
21h30 Jin Wang, maestro

TAGV Jorge Moyano, piano


João Domingos Bontempo (1771-1842)

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

Concerto nº20 para Piano e Orquestra em Ré menor

(K.466)


  • Allegro

  • Romance

  • Allegro assai


Intervalo

Franz Schubert (1797-1828)

Sinfonia nº 3 em Ré



  • Adagio maestoso – Allegro com brio

  • Allegretto

  • Menuetto: Vivace

  • Presto vivace


ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO




Uma Nova Dimensão

A Orquestra Nacional do Porto prossegue a sua segunda temporada como formação sinfónica. Desde o primeiro de Outubro de 2000, Dia Mundial da Música, o crescimento tem implicado um enorme esforço financeiro e humano, justificado pelo exigente incremento dos padrões de qualidade e por objectivos evidentes: engrandecer o Porto, que beneficia deste instrumento indispensável à dignidade das cidades culturalmente evoluídas; e nobilitar a música nacional, tornando acessível ao público, em espectáculos de elevado nível, o vasto e esplêndido repertório da literatura musical, desde o clássico e dos alvores do romantismo até à actualidade.


De acordo com o diploma da sua criação, a actividade da ONP, ainda que centrada na cidade do Porto, deverá compreender digressões no país e no estrangeiro, gravação discográfica, videográfica, radiofónica e televisiva, e a encomenda e edição de obras novas. Deverá ainda constituir um dos pólos mais relevantes do desenvolvimento musical do País, por meio da execução regular do grande repertório nacional e internacional, da colaboração com prestigiadas instituições culturais, da ligação aos melhores circuitos artísticos estrangeiros, sem prejuízo do estímulo à criação e da promoção dos criadores portugueses.

No que diz respeito a estes últimos a programação da ONP incluiu, até ao fim de 2001, uma dezena e meia de compositores portugueses, abrangendo a história da nossa criação musical, do classicismo aos nossos dias: António Pinho Vargas, Carlos de Azevedo, Cláudio Carneiro, David de Sousa, Domingos Bomtempo, Fernando Lapa, Fernando Lopes-Graça, Filipe de Sousa, Francisco António de Almeida, Ivo Cruz, Joly Braga Santos, Luís de Freitas Branco, Mário Laginha; e estão encomendadas novas obras a Filipe Pires e Luís Tinoco. A ONP é dirigida por cinco maestros portugueses: Álvaro Cassuto, Cesário Costa, João Paulo Santos, Manuel Ivo Cruz e Osvaldo Ferreira. Convidámos onze pianistas: António Rosado, Artur Pizarro, Francisco José Monteiro, Luís Filipe de Sá, Luís Magalhães, Maria do Céu Camposinhos, Maria João Pires, Miguel Borges Coelho, Miguel Henriques, Pedro Burmester e Sequeira Costa. Cantaram connosco Ana Ester Neves, Elisabete Matos, Teresa Cardoso Menezes, para além dos cantores

que participam nas óperas co-produzidas com o Círculo Portuense de Ópera e o Coliseu do Porto. A ONP contribui, assim, para o lançamento de novos talentos, para a afirmação daqueles que iniciaram já uma carreira e prestigia-se com a presença dos que possuem projecção nacional e internacional.

Não pode a ONP esquecer o orgulho de tocar com nomes estrangeiros de primeiro plano internacional, como os pianistas Vladimir Viardo e Constantin Sandu, os violoncelistas Misha Maisky e Quirine Viersen,

a violinista Norma Chastain, ou a cantora Julia Varady; e de ser dirigida por Frédéric Chaslin, Harry Christophers, Martin André, Michael Zilm ou Neville Marriner, para além do maestro titular, Marc Tardue.

A ONP colabora regularmente com outras instituições de prestígio: para além do diálogo natural com a Casa da Música do Porto-2001, co-produziu com o Círculo Portuense de Ópera, o Coliseu do Porto, o Rivoli Teatro Municipal, o Teatro da Cornucópia, o Teatro Nacional de São Carlos, colabora com a RDP-Antena 2, com Festivais nacionais e internacionais e com o Concurso Internacional de Piano da Cidade do Porto, com



o Fantasporto e organizou óperas e concertos comemorativos, designadamente, em 2001, dos centenários de Bellini e de Verdi.
Desde o início do nosso primeiro ano sinfónico, temos provado, graças também ao público que enche as nossas salas, quanto a música é um entretenimento feliz. Os concertos são fonte inesgotável de emoções, enriquecem e inspiram o ser humano, renovam-lhe as energias, dão-lhe a experimentar uma outra e fascinante dimensão da existência. Parceiro fundamental, o interesse e apoio do público tem sido o melhor reconhecimento do tesouro artístico que a ONP tem para oferecer.

E a nova sala da Orquestra Nacional do Porto, no claustro maior do Mosteiro de S. Bento da Vitória, espaço de trabalho da maior dignidade e beleza, contribui seguramente para a afirmação da nossa personalidade musical, ao mesmo tempo que cria um lugar habitual, uma casa comum que músicos e espectadores podem referenciar como centro privilegiado de encontro. Que o nosso empenho seja valorizado pela vossa atenção, pela vossa fidelidade e pelo vosso apreço.



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