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LPLB / Inverno a2001


mec • Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná

Vestibular de inverno 2001

1a Prova: Redação / Língua Portuguesa / Literatura Brasileira / Língua Estrangeira Moderna e Biologia

08 / julho / 2001

Assinatura: _______________________________________________________________________________

Instruções

01) Confira seus dados impressos na capa desse caderno de provas, em seguida assine.



02) O caderno de prova deverá conter 02 (duas) questões de Redação, 15 (vinte) questões de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira (numeradas de 01 a 15) , 10 (dez) de Língua Estrangeira Moderna (numeradas de 16 a 25) e 15 (quinze) de Biologia (numeradas de 26 a 40).

03) A duração da prova será de 3h30min (três horas e trinta minutos). Ao final, haverá mais 15 (quinze) minutos para a marcação no cartão-resposta.

04) A interpretação das questões é parte integrante da prova, não sendo, portanto, permitidas perguntas aos Fiscais.

05) A prova é INDIVIDUAL, sendo vedada a comunicação entre os candidatos durante sua realização.

06) Será eliminado o candidato que utilizar material de consulta ou qualquer sistema de comunicação.

07) Em cada questão, há somente uma resposta correta. Para facilitar, posteriormente, o preenchimento do cartão-resposta, você poderá marcar, no modelo abaixo, a letra da alternativa que considera correta, antes de transcrevê-la para o cartão-resposta. Nesse quadro, poderá haver rasuras.

08) Ao receber seu cartão-resposta, aja da seguinte forma:

a) verifique se os dados pré-impressos estão corretos;

b) assine no local indicado;



c) pinte, preenchendo-o por inteiro, com a caneta fornecida pela CAFCV, o campo correspondente à alternativa que considera correta em cada questão;

d) não o amasse, nem dobre.



01  14  27  40  53 

02  15  28  41  54 

03  16  29  42  55 

04  17  30  43  56 

05  18  31  44  57 

06  19  32  45  58 

07  20  33  46  59 

08  21  34  47  60 

09  22  35  48  61 

10  23  36  49  62 

11  24  37  50  63 

12  25  38  51  64 



13  26  39  52  65 




REDAÇÃO 01

Em entrevista à Veja de 24/01/01, o consultor Robert Wong, um dos mais destacados caçadores de talentos no Brasil, fala sobre os profissionais e o mercado de trabalho.

Baseando-se no seguinte trecho da entrevista, redija uma carta (entre 6 e 10 linhas) a ele, posicionando-se. Argumente, concordando ou não com tal ponto de vista. Ao encerrar a redação da carta, não assine nem se identifique.
Veja – Em que setores da economia o jovem deve apostar?

Wong – Temos de aprender a valorizar o que é nosso. Nunca seremos Primeiro Mundo em automóveis, computadores e telecomunicações, porque a distância tecnológica em relação aos japoneses, europeus e americanos é muito grande. Mas há três setores em que o Brasil tem vocação para liderar: negócios ligados à área agrícola, ao turismo e à mineração. Nesses, vale a pena apostar.






































Redação 02

Em uma reportagem sobre o consumo no Brasil nos últimos anos, a revista Veja de 04/04/01 apresentou o seguinte quadro:

O ESTILO DE CADA UM

Estudos feitos pelas empresas Gessy Lever e Arezzo mostram o que o consumidor mais compra

NOS GRANDES CENTROS... NAS CIDADES MENORES

Produtos industrializados e enlatados • Produtos naturais

Detergente líquido e sabão em pó • Sabão em barra e alvejante

Margarina • Manteiga

Cremes com finalidade específica • Colônias desodorantes

Azeite de oliva e cereais • Biscoito e café

Alimentos semiprontos e congelados • Farinha e preparados de milho

Sapatos com brilho, coloridos e de salto alto • Sapatos mais clássicos



Utilize esses dados em um texto, de 06 a 10 linhas, cujo tema seja a comparação entre as características do consumidor brasileiro da capital e do interior. Ao encerrar a redação, não assine nem se identifique.



































Língua Portuguesa

Texto de referência para as questões de 01 a 05



Declaro que Auschwitz [maior campo de concentração nazista na 2ª Guerra Mundial] é a manifestação extrema de uma atitude que ainda prospera em nosso meio. Ela se revela no tratamento dispensado às minorias nas democracias industriais; na educação, inclusive na educação de perspectiva humanitária, que em geral consiste em transformar jovens maravilhosos em cópias apagadas e convencidas de seus professores; torna-se manifesta na ameaça nuclear, no aumento constante do número e da potência de armas mortais e na disposição de alguns pretensos patriotas a dar início a uma guerra perto da qual o Holocausto encolheria e se tornaria insignificante. Ela se mostra na destruição da natureza e das culturas “primitivas”, sem que se dê a menor atenção àqueles cuja vida fica, assim, privada de significado; na colossal vaidade de nossos intelectuais, na sua crença de que sabem precisamente o que a humanidade necessita e nos seus esforços implacáveis para recriar as pessoas à sua própria e triste semelhança; na megalomania infantil de alguns de nossos médicos que chantageiam os seus pacientes com o medo, mutilam-nos e depois os perseguem com elevadas contas; na falta de sentimento de muitos pretensos pesquisadores da verdade que torturam sistematicamente os animais, estudam o seu desconforto e recebem prêmios por tal crueldade. No meu entender, não existe nenhuma diferença entre os carrascos de Auschwitz e esses “benfeitores da humanidade”.

Feyerabend, Paul. Adeus à Razão, 1987.


Questão 01

Através da leitura do texto, podemos concluir que a “atitude” citada pelo autor no início do texto pode melhor ser definida como:

A) desumanidade.

B) ódio.


C) desânimo.

D) compaixão.

E) apatia.

Questão 02

Assinale a alternativa correta em relação ao texto.

A) Os médicos a que o autor se refere são os mesmos que trabalhavam em Auschwitz.

B) Os intelectuais a que o autor se refere sabem exatamente o que a humanidade necessita.

C) Os pesquisadores a que o autor se refere recebem prêmios somente por torturarem sistematicamente os animais.



D) Os pretensos patriotas a que o autor se refere demonstram disposição de começar uma guerra de proporções catastróficas.

E) Os jovens maravilhosos a que o autor se refere são aqueles que, espontaneamente, se transformam em cópias apagadas de seus professores.



Questão 03

No texto, a palavra em negrito “esses” NÃO se refere a:

A) médicos.



B) jovens maravilhosos.

C) intelectuais.

D) patriotas.

E) pesquisadores.


Questão 04

Leia as seguintes afirmações sobre o uso de aspas em “benfeitores da humanidade” e depois assinale a alternativa correta:

I) O seu uso se justifica pela intenção do autor de intensificar o caráter positivo da expressão.

II) O uso das aspas está correto por se tratar de uma expressão típica da linguagem oral.

III) O autor utilizou as aspas com o intuito de inverter o sentido original de palavra.

A) Somente I está correta.

B) Somente II está correta.

C) Somente III está correta.

D) Somente I e II estão corretas.

E) Somente II e III estão corretas.

Questão 05

Assinale a alternativa correta segundo o texto.

A) Às minorias democráticas industriais é dispensado o mesmo tratamento médico que era experimentado em Auschwitz.

B) Alguns pretensos patriotas começarão uma guerra que tornará o Holocausto insignificante.

C) A tortura sistemática de animais faz parte do dia a dia de todos os pesquisadores que recebem prêmios.

D) O aumento constante do número de armas mortais torna o mundo tão violento quanto o Holocausto de Auschwitz

E) Os nossos intelectuais acreditam saber precisamente o que a humanidade necessita e se esforçam por recriar as pessoas à sua semelhança.

O texto a seguir servirá de base para as questões 06, 07 e 08.
A cada dia são realizados 3.835 abortos no Brasil e 137.000 no mundo. Isso mesmo: calcula-se que ocorram 1,4 milhão de abortos no Brasil e 50 milhões no mundo, anualmente. O que muda é o final da história, dependendo da protagonista. Se ela vive em um país onde o aborto não é considerado crime ou se ela pode pagar pela assistência de um médico, à revelia da lei, a praticante costuma sair ilesa. Se realiza o aborto precariamente e sem amparo legal, sai morta ou muito machucada.

Muda também a moral da história, dependendo do espectador. O embate entre a tese pró-escolha, que defende a soberania da mulher sobre seu corpo, e a tese pró-vida, que defende o direito do feto de nascer, está longe de arrefecer. No Brasil, ao contrário, o debate esquentou em dezembro do ano passado (2000), na 11ª Conferência Nacional de Saúde, que aprovou a descriminalização do aborto, após 14 anos de negativas. Isso não significa que o aborto foi liberado. Crime é figura do Código Penal, assunto para deputados e senadores. A Conferência é uma reunião entre gestores públicos de saúde, representantes de pacientes e trabalhadores da área. Suas decisões são diretrizes para as políticas públicas de saúde. A votação de dezembro significa que a saúde pública brasileira pela primeira vez na história apóia a liberação do aborto.

(Revista Superinteressante, abril de 2001)

questão 06

Assinale a alternativa cujas idéias não correspondem ao texto.

A) Mesmo nos países em que é considerado crime, o aborto é praticado.



B) A legalização do aborto não diminuiria o número de mulheres mortas ou feridas nesse procedimento.

C) O aborto continua sendo crime no Brasil, mesmo após a 11ª Conferência Nacional de Saúde.

D) Sob o julgamento da tese pró-escolha, o aborto não pode ser considerado crime.

E) As condições financeiras da mulher que aborta são decisivas para sua recuperação.



Questão 07

Considere as afirmações:

I) Crime é assunto para o Judiciário e o Legislativo, que não devem interferir na legalização do aborto.

II) A Conferência Nacional de Saúde, através de seus representantes, tem o poder para decidir sobre a legalização do aborto no Brasil.

III) A discussão sobre o aborto apresenta duas teses: a tese pró-vida e a tese pró-escolha, de opiniões contrárias.

IV) O Brasil, ao contrário do resto do mundo, não discute o aborto, já que ele é proibido.

Assinale a alternativa correta.

A) Somente I está correta.

B) Somente I e II estão corretas.

C) Somente III está correta.

D) Somente III e IV estão corretas.

E) Somente I e III estão corretas.

Questão 08

Assinale a alternativa em que as duas afirmações apresentam o mesmo significado.

A) – A mulher paga pelo aborto, à revelia da lei, e sai ilesa.

– Com o apoio da lei, a mulher que paga pelo aborto sai sem se ferir.

B) – O embate entre pró-vida e pró- escolha está longe de arrefecer.

– A concordância de idéias entre pró-vida e pró-escolha está longe de terminar.

C) – Na 11ª Conferência Nacional de Saúde, aprovou-se a descriminalização do aborto, após 14 anos de negativas.

– Após 14 anos de resistência, a Conferência Nacional de Saúde decidiu não descriminar a mulher que aborta.

D) – As decisões da Conferência Nacional de Saúde são diretrizes para as políticas públicas de saúde.

– As linhas de ação e os procedimentos da saúde pública são norteadas pelas resoluções da Conferência Nacional de Saúde.

E) – Dependendo da protagonista da história, o aborto pode ter um final trágico.

– A história do aborto pode acabar mal; tudo depende da justiça.

Questão 09

“O romance social e narrativo do decênio de 30 segue a tradição naturalista de concorrência ao conhecimento científico; só que, neste caso, conhecimento mais sociológico e político.” (Antônio Cândido – crítico literário)

Confronte essa afirmação com os fragmentos a seguir:

I) “No dia em que alguns deixaram de ir ao serviço, ele (o doutor) foi em pessoa falar com os praieiros na caiçara grande. O velho José Divina, deitado de papo para o ar, recebeu a visita. Levantou-se devagarinho. O doutor falou áspero. Por que haviam abandonado o serviço? Estavam precisando de homens, aquilo era um absurdo.

O velho enxugou os olhos e foi dizendo:

– Doutor, nós somos de outro ofício. A gente não pode com o repuxo lá da sonda.” (José Lins do Rego)

II) O Sr. pensa que eu tenho alguma fábrica de dinheiro? (O diretor diz essas coisas a ele, mas olha para todos, como que a dar uma explicação a todos. Todas as caras sorriem.) Quando o seu filho esteve doente, eu o ajudei como pude. Não me peça mais nada. Não me encarregue de pagar as suas contas: já tenho as minhas, e é o que me basta... (Risos.)” (Dyonélio Machado)

III) “Lúcio exortava João Troçulho ao trabalho:

Por que não planta um quinguingu?

Não se tem fuga, patrãozinho: é no eito todo o dia que Deus dá. Se fosse coisa que se tivesse tempo, mas é no rojão de inverno a verão. E a gente não tem ganância. O que adianta a gente se matar?” (José Américo de Almeida)

Com base no confronto feito, assinale a alternativa correta.

A) Somente I e III ilustram a afirmação do crítico.

B) Apenas a I se aplica o raciocínio do crítico.

C) III discorda da tese enunciada pelo crítico.

D) Somente II e III confirmam o pensamento do crítico.


  1. I, II e III servem de apoio à análise do crítico.

Questão 10

Esta é a advertência posta por Aluísio Azevedo no começo de seu romance O Homem, 1887: “Quem não amar a verdade na arte e não tiver a respeito do Naturalismo idéias bem claras e seguras fará, deixando de ler este livro, um grade obséquio a quem o escreveu”. Analise os trechos a seguir, extraídos do romance em questão, e depois assinale a alternativa correta:

I) “A oração constava do seguinte: ‘Jesus, filho de Maria, príncipe dos céus e rei na Terra, senhor dos homens, amado meu, esposo de minha alma, vale-me tu, que és a minha salvação e o meu amor (...) Amado do meu coração, espero-te esta noite no meu sonho, deitada de ventre para cima, com os peitos bem abertos, para que tu me penetres até ao fundo das minhas entranhas e me ilumines toda por dentro com a luz do teu divino espírito!”

II) “As árvores, com as folhas arrepiadas, estorciam-se, atirando-se umas às outras e rangendo os galhos; as flores palpitavam sob o doudejar das borboletas; os répteis corriam de rojo por toda a parte, rondando, seguros e assanhados; vermes esfervilhavam, brotando aos cardumes do solo úmido; insetos zumbiam voando agarrados no ar, aos pares.”

III) “Agora, no seu todo de senhora refeita, com as suas intransigências de dona de casa, com as suas preocupações de economia doméstica, ela estava a pedir um marido prático, um homem de boa posição, que lhe trouxesse tanto ou mais prestígio que o pai; mesmo porque este, ultimamente, e só por causa dela, havia-se alargado um pouco demais com aquelas festas e começava a sentir necessidade de apertar os cordéis da bolsa.”

NÃO expressa “idéias bem claras e seguras a respeito do Naturalismo”:

A) somente III.

B) somente II e III.

C) somente I.

D) somente I e III.

E) somente II.
Questão 11

Os trechos a seguir foram extraídos de peças de Nelson Rodrigues. Assinale aquele que não caracteriza a temática da sua literatura dramática.

A) “OLEGÁRIO - Quero dizer o seguinte: seus atos podem ser puríssimos. Mas seu pensamento nem sempre – seu pensamento, seu sonho. Quem é que vai moralizar o pensamento? O sonho? Você, talvez!” (Uma mulher sem pecado, Ato I, fala de Olegário a Lídia, sua mulher)

B) “ALAÍDE (irônica) – Ah! Não! (exaltada) Você faz mal em dizer que não mataria nunca a sua mulher!... Um marido que dá garantias de vida está liquidado.” (Vestido de Noiva, Ato I, fala de Alaíde a Pedro, seu marido)

C) HERCULANO - “Não posso olhar meu filho enquanto não matar, matar. (muda de tom) Mas chego aqui e sei que o ladrão boliviano foi solto. (berrando) Soltaram o ladrão boliviano! Soltaram! A polícia está louca?”

“DELEGADO – Polícia coisa nenhuma! O senhor não conhece nossa justiça! A polícia prende e a justiça solta! Apareceu aqui o advogado, um desses advogados – com hábeas corpus. (arquejante) A lei é cheia de frescuras! (Toda nudez será castigada, Ato III)

D) “DIABO DA FONSECA – Ivonete de Albuquerque Guimarães, é por sua livre e espontânea vontade que deseja trair o seu marido, o crítico teatral Dorothy Dalton?

IVONETE – Mas claro!

DIABO DA FONSECA – Pardal não sei de quê, é por sua livre e espontânea vontade que deseja prevaricar com Ivonete de Albuquerque Guimarães?

PARDAL – Exatamente.” (Viúva, porém honesta, Ato III)

E) “GILBERTO – Recuso! Eu não acredito em provas, eu não acredito em fatos e só acredito na criatura nua e só.

TIO RAUL – Mas é uma adúltera.

GILBERTO – A adúltera é mais pura porque está salva do desejo que apodrecia nela.” (Perdoa-me por me traíres, Ato II, diálogo entre Raul e Gilberto, seu irmão)




Questão 12

CURITIBA



o interventor do estado

era um pinheiro inabalável
inabaláveis pinheiros igualmente

o secretário da segurança pública

o presidente da academia de letras

o dono do jornal

o bispo e o arcebispo o magnífico reitor
ah se naqueles tempos

a gente tivesse

(armando glauco dalton)

um bom machado!”

(José Paulo Paes)

Sobre o poema acima NÃO se pode afirmar que:

A) economiza a pontuação, ampliando os significados.

B) menciona um dos símbolos do estado do Paraná.

C) evoca os tempos vividos pelo autor em Curitiba.

D) cita um vulto literário do século XIX.

E) critica figuras da história de Curitiba.
Questão 13

“Um deles perguntou-lhes familiarmente se iam consultar a adivinha.

– Perdem o seu tempo, concluiu furioso, e hão de ouvir muito disparate...

– É mentira dele, emendou o outro rindo; a cabocla sabe muito bem onde tem o nariz.”

Esse diálogo do cap. I de Esaú e Jacó põe-nos em duas direções diferentes. O capítulo fechar-se-á sem optar por nenhuma delas. Tal procedimento aparece em vários outros momentos do romance, exceto quando:

A) fala dos motivos que embasam a relação de Santos e Natividade com João de Melo e Barros.

B) apresenta as razões pelas quais Natividade teria resistido ao casamento de Aires com Perpétua.

C) discute a autoria deste trecho de um discurso: “A abolição é a aurora da liberdade; esperemos o sol; emancipado o preto, resta emancipar o branco”.

D) lista os fatos que culminaram com a exoneração de Batista da presidência de uma das províncias do Império.

E) mostra as intenções que estão na base do comportamento do dono da loja onde Pedro e Paulo compram retratos de vultos da história universal.
Questão 14

Pode-se afirmar de Contos Novos de Mário de Andrade que:

A) Vestida de preto apresenta dificuldade para se saber se pertence ao gênero conto ou não, conforme seu início: “não sei bem se o que vou contar é conto ou não, sei que é verdade.”

B) Nelson inicia-se assim: “Você conhece?”, referindo-se ao indivíduo “esquisito”. Apesar da indagação, sua verdadeira história não é esclarecida ao longo da narrativa.

C) O ladrão enfoca a questão da violência urbana, consoante uma das tendências da prosa da 2ª fase do Modernismo.

D) Tempo de camisolinha se estrutura a partir de diálogos através dos quais a narrativa toma feição de uma conversa, remontando-se assim à tradição oral.

E) O peru de Natal e Frederico Paciência apresentam, para um mesmo fato, duas versões, dando mostras dos vários processos narrativos dominados pelo autor.

Questão 15

Sobre as narrativas de Sagarana, pode-se afirmar que:

A) em Minha gente, o conflito central desenvolve-se a partir da mistura do real com o místico, do natural com o sobrenatural.

B) em A volta do marido pródigo, as disputas pelo poder político local impulsionam a narrativa.

C) Duelo, A hora e a vez de Augusto Matraga e O burrinho pedrês têm como foco principal o desejo da vingança.



D) Sarapalha e São Marcos aproximam a problemática vivida pelos personagens à paisagem local.

E) Conversa de bois e Corpo fechado estruturam-se de modo a preservar a linearidade da narrativa.




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