O mistério da Nato de Um Dólar dos Estados



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O Mistério da Nota de Um Dólar dos Estados

Unidos da América do Norte.
No fim da tarde de 4 de julho de 1776, o Congresso Americano, resolveu, que o Dr. Franklin, Sr. J. Adams e Sr. Jefferson formassem um comitê para preparar a arte para um Selo dos Estados Unidos da América. Em 20 de agosto o comitê informou seu projeto ao Congresso, mas o relatório foi adiado e nenhuma ação foi tomada durante três anos e meio. Em 25 de março de 1780, o relatório do primeiro comitê foi referido a um novo comitê formado por Lovell, John Morin Scott, e William Churchill Houston. Este comitê recebeu auxílio artístico de Francis Hopkinson. Um novo projeto foi informado em 10 de maio de 1780, mas o debate foi reencaminhado ao comitê sem nenhum progresso e adiado por mais dois anos. Na primavera de 1782, um terceiro comitê, composto de Arthur Middleton, John Rutledge, e Elias Boudinot com o auxílio de William Barton, informaram um terceiro projeto para um selo ao Congresso que também não foi achado satisfatório. No dia 13 de junho de 1782, o Congresso referiu todos os relatórios de comitê a Charles Thomason, Secretário de Congresso. O.Thomason preparou um projeto destes relatórios e o submeteu a Barton que sugeriu algumas mudanças no dia 19 de junho de 1782.

O. Thomason imediatamente escreveu seu relatório ao Congresso e submeteu-o no dia 20 de junho de 1782; o relatório foi aceito no mesmo dia e assim o projeto do grande selo foi fixado.

Se você observar o Brasão Americano que está impresso na nota de dólar, vai verificar os seguintes detalhes: A águia é exibida em seu corpo todo, tendo na asa esquerda 33 penas, correspondendo aos 33 Graus do Rito Escocês. As penas da cauda, em número de 9, correspondem aos Graus do Conselho Capitular do Rito de York. A Glória, acima da águia, está dividida em 24 partes iguais, levando a recordar da Régua de 24 polegadas. Na constelação acima da ave, as cinco estrelas mais evidentes, recorda-nos a Estrela Flamígera e os cinco pontos do Grau de Companheiro. O conjunto de estrelas como um todo, formam triângulos equiláteros entrelaçados, representando a Estrela de Davi.

As cores dourada, prateada e azulada, representam o sol, a lua e o Venerável. O brasão no peito da águia, a cor vermelha representa a BRAVURA, a branca representa a PUREZA e o azul, a JUSTIÇA, que são as virtudes cardinais.



A voluta no bico da águia, com a frase: E PLURIBUS UNUM, que significa, UM POR TODOS, também é de inspiração maçônica. Do lado esquerdo, há uma pirâmide inacabada. A pedra que falta, em forma triangular, com um olho dentro, estampando o “OLHO QUE TUDO VÊ “, envolto por um esplendor dourado, de óbvia inspiração maçônica. Esta pirâmide inacabada, relembra aos maçons que o Templo não está acabado, em virtude da tragédia que se abateu sobre o Mestre Arquiteto ( Hiran Abif ) e que o maçom deve estar sempre empenhado na complementação de sua tarefa, que jamais acaba, nem mesmo com a sua morte física.

Provavelmente você já ouviu falar sobre o que significam aqueles símbolos escondidos nas notas de dólar dos E.U.A.? Bem, se não sabe, veja então os mais dignos de nota (desculpe o trocadilho).


Em primeiro lugar, veja com atenção no lado direito superior do dólar, ao lado do número 1 você pode ver uma pequena coruja.


A Coruja é o símbolo dos Illuminati, que era uma sociedade secreta fundada em 1º de maio de 1776 em Ingolstadt, Baviera. O objetivo deles (os Illuminati) era derrubar governos e reinos do mundo e terminar com todas as religiões e crenças e unificar a humanidade sob uma "Nova Ordem Mundial" baseado em uma moeda única e uma religião universal, onde, segundo suas crenças, cada pessoa poderia atingir a perfeição.



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