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IV Instalação



  1. Modelo de referência: sistema Placo

  2. Marcar o nível do forro nas paredes de contorno do ambiente a ser forrado.

  3. No encontro do forro com a parede seguir o projeto de detalhamento (tabica de 3x3cm em gesso).

  4. Marcar o espaçamento dos tirantes qualquer que seja o suporte, de modo a ter num sentido, no máximo, 0,60m (espaço entre Perfis F 530) e no outro sentido, no máximo 1,20m (espaço entre pontos de fixação no mesmo perfil).

  5. Aplicar os Perfis Metálicos F 530 através da união da Presilha F 530 com regulador. A continuidade entre perfis deverá assegurada pela União F 530.

  6. As placas deverão ser colocadas perpendicularmente aos perfis, com juntas de topo desencontradas.

  7. Começar o parafusamento pelo canto da placa que se encontra encostada na alvenaria ou nas placas já instaladas, para se evitar comprimir as placas no momento da parafusagem final.

  8. Parafusar de 0,30 em 0,30m no máximo e a 1cm da borda das placas.

15.1.2.3 Observações:



  1. As chapas deverão ser aparafusadas na canaleta 70/20 a cada 60cm.

  2. Deverá ser aplicada nas juntas entre as chapas fita kraft e gesso, formando uma superfície uniforme.

  3. A fixação dos dutos de ar condicionado e de rede hidráulica e elétrica será sempre independente da fixação do forro.

  4. Deverão ser previstas juntas de dilatação periféricas (tabicas) e no contorno de pilares e paredes conforme detalhes do projeto de arquitetura.

15.2 Divisórias


15.2.1 Tipo: DIVISÓRIA SANITÁRIA DE LAMINADO ESTRUTURAL DE ALTA PRESSÃO
15.2.1.1 Aplicação:

  1. Painéis divisórios nos sanitários.

15.2.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Cor: Branco acetinado

  2. Altura: h=1,80 m conforme recomendaçõs do fabricante.

  3. Espessura: 10mm.

  4. Assentamento: conforme recomendações do fabricante.

  5. Ferragens: sistema self closing conforme recomendações do fabricante.

  6. Referência: linha BasePlac

  7. Fabricante: Pertech ou equivalente técnico.

15.2.1.3 Observações:



  1. Prever todas as furações e recostes necessários para a instalação das portas.

15.2.2 Divisória Removível BP Plus – cor cinza cristal


15.2.2.1 Aplicação:

  1. Nos locais indicados no projeto de arquitetura.

  2. As divisórias deverão possuir altura, conforme indicado em projeto.

15.2.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. A execução deverá seguir as normas MB-2179/85 e MB-345/81 da ABNT.

  2. O sistema deverá permitir diversas configurações dos painéis.

  3. Quando necessário, os painéis deverão ser removidos frontalmente, sem haver interferência nos painéis adjacentes.

  4. Possíveis desníveis do piso deverão ser corrigidos através de suportes reguláveis.

  5. A fixação da divisória no piso, forro, laje ou parede deverá ocorrer com a utilização de parafusos comuns. Para o caso de superfícies em gesso (paredes ou forro) deverão ser utilizados parafusos apropriados (em aço galvanizado ou alumínio).

15.2.2.3 Divisória tipo painel



  1. Divisória de altura do piso ao teto, espessura 35mm, painéis dupla face, modulação eixo a eixo de 1220mm, requadro em chapa isolante de fibra de madeira.

  2. Revestimentos em chapa de madeira prensada com 3mm de espessura com acabamento em laminado melamínico de baixa pressão prensado a quente na chapa, cor tipo BP-Plus Cristal.

  3. A estrutura será em perfil metálico cinza, com montantes/travessas e rodapés duplos.

  4. As portas deverão possuir as mesmas características dos painéis, exceto no requadro que é constituído por quadro de madeira maciça submetido a tratamento antifungos e termitas na serraria.

  5. Espessura final: 35mm.

  6. Deverão ser utilizados amortecedores plásticos para todos os batentes.

15.2.2.4 Observações:



  1. Estão inclusos vidros, fechaduras, dobradiças e todos os demais elementos necessários para a perfeita e completa instalação.



  2. Para as divisórias tipo painel/vidro/painel utilizar vidro liso transparente, 6mm.

15.2.3 Parede de gesso acartonado, e=10cm


15.2.3.1 Aplicação:

  1. Para os locais conforme indicado no projeto de arquitetura.

15.2.3.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Para execução do revestimento deverão ser fixadas guias no piso a cada 60cm, com parafuso e bucha.

  2. Os montantes deverão ter aproximadamente a altura do pé direito, com 5mm a menos. Os montantes de partida devem ser fixados nas paredes laterais e nas guias, os demais são colocados verticalmente no interior das guias.

  3. Quando os montantes forem duplos, deverão ser solidarizados entre si com parafusos espaçados de no máximo 40cm.

  4. As peças suspensas podem ser fixadas diretamente nas chapas de gesso, desde de que sejam respeitados os limites de cargas recomendados pelo fabricante.

  5. Deverão ser respeitados os seguintes limites : desvio de prumo inferior a h/600 (h é a altura da parede); irregularidades superficiais inferiores a 3mm em relação a uma régua de 2m de comprimento e irregularidades abruptas inferiores a 1mm em relação a uma réguas de 20cm.

  6. As chapas deverão ser aparafusadas nos montantes com espaçamento máximo de 30cm entre os parafusos, com no mínimo 1cm da borda.

  7. O parafuso de fixação não poderá perfurar totalmente o cartão da placa.

  8. As chapas já devem possuir suas devidas furações (caixas elétrica ou outra instalações) antes de sua montagem.

  9. O cartão que reveste e protege as placas não poderá ser danificado. Caso ocorra o painel deverá ser substituído.

  10. Não poderá haver contato das placas com nenhuma superfície metálica, sem que haja a devida proteção.

  11. Caso haja previsão de cargas pesadas apoiadas na parede, deverão ser instalados reforços conforme a necessidade.

  12. Para locais onde há risco de unidade deverá ser utilizada chapa hidrófuga (verde).

  13. Fiações elétricas não poderão passar pelo interior da parede sem que sejam devidamente protegidas.

  14. Tubulações em cobre deverão ser isoladas quando passagem pelos furos da estrutura.

15.2.4 Parede Técnica PTEC - Carenagens


15.2.4.1 Aplicação:

  1. Para os locais conforme indicado no projeto de arquitetura.

15.2.4.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. A parede técnica é definida pelos módulos de carenagem e determina o limite entre as áreas de acesso público e o corredor de manutenção e abastecimento, que deve ter largura mínima de 1900mm (útil) para permitir área suficiente de manobra dos equipamentos (atm), quando necessário.

B. O módulo é estruturado em parede de drywall com espessura de 120mm composto pelo conjunto das seguintes peças principais:

- guias superior e inferior com seção tipo "u" simples, 90mmx31mm.

- perfil para montante em sistema drywall com seção tipo "u rígido”, 90mmx35mm.

- perfis de travamento horizontal para sistema drywall, 90mmx35mm,tipo "u rígido", com topos dobrados em "l" para suprir a forma de cantoneira onde serão parafusados ou rebitados nos montantes.

- arremate metálico superior e inferior em perfil "l" metálico de aço galvanizado, #16, 120mmx75mm, dobrado, com acabamento em pintura pó epoxi, fosco, liso, cor de referência.: cor: azul marinho, pp-1304, pertech ou equivalente.

C. Os fechamentos interno e externo da parede técnica seguem a seguinte especificação:

- fechamento interno: placas de gesso acartonado, esp.:12,5mm com acabamento em pintura cor: branco.

voltado para a área técnica.

- fechamento externo: placas de mdp, esp.:15mm revestidas em 01 das faces, com laminado bp cor de referência: azul marinho, pp-1304, ref.
15.2.5 Divisória Técnica

A. Aplicação:

B. Para os locais conforme indicado no projeto de arquitetura.

C. Características Técnicas / Especificação:

D. A divisória técnica (dt) tem como fechamento interno ao corredor de abastecimento uma em chapa metálica dobrada perfurada de aço galvanizado #13, 1500 x 100 mm com furo oblongo 2 x 10 E.C. 4 x 12 mm. Referência Permetal com fixação através de parafusos nas paredes divisórias
16 Pisos Elevados
16.1 Tipo: Piso elevado em placas de aço com enchimento em concreto, para receber revestimento, padrão Tate
16.1.1 Aplicação:


  1. Nos locais indicados no projeto de arquitetura.

16.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. O procedimento para a instalação do piso elevado deverá seguir a seguinte sequência:

  • As áreas que receberão piso elevado deverão ter um projeto de paginação, onde será indicado o ponto de partida da montagem do piso elevado.

  • A equipe de montagem, que se apresentará sempre uniformizada, deverá se dirigir ao local da obra para fazer um levantamento planialtimétrico a laser, onde deverá ser verificada a possível existência de desníveis na laje, para correção antecipada de diferenças nas alturas dos pedestais.

  1. Os produtos que compõem o conjunto do piso elevado deverão ser entregues da seguinte forma:

  • As placas deverão ser empilhadas em palets com base em madeira, com 30 peças cada sendo todo o conjunto amarrado com fita de arquear com 16mm de largura. Caso haja qualquer inconveniente referente a esta quantidade de placas devido ao peso do conjunto em função de limitação de capacidade das gruas ou elevadores disponíveis, a empresa fabricante deverá fornecer o produto embalado em palets menores.

  1. Placas revestidas com granito ou porcelanato serão empilhadas em palets com base de madeira, com 16 peças cada, separadas uma a uma por folhas de isopor e cantoneiras de papelão nas quinas para proteção do revestimento, sendo o conjunto amarrado com fita de arquear.

  2. Os pedestais e parafusos deverão ser embalados em caixas de papelão reforçadas lacradas e devidamente identificadas.

  3. As longarinas, quando utilizadas, deverão ser fornecidas embaladas em caixas de papelão reforçadas, lacradas e devidamente identificadas.

  4. Quando houver placa de piso elevado revestida com laminado a mesma deverá ser fornecida com proteção individual de filme plástico, sendo também empilhada em palets com base de madeira conforme item anterior.

  5. A marcação da partida do piso elevado deverá ser feita por eixos e respeitar o projeto.

  6. No procedimento de montagem na etapa de locação dos pedestais os mesmos deverão ser distribuídos a cada 2,5m a 3,0m (dependendo do comprimento da barra de nivelamento) em ambas as direções e deverá ser utilizado nivelador a laser para ajuste dos mesmos. A barra de nivelamento, deverá conter marcas a cada 60cm utilizadas para a locação dos pedestais.

  7. Deverá ser utilizada linha esticada de forma a garantir o alinhamento e esquadro da montagem.

  8. A colagem dos pedestais deve ocorrer por etapas de tal forma a garantir o ajuste das placas quando o adesivo utilizado não estiver com o processo de cura concluído.

  9. As placas deverão ser encaixadas e travadas nas cruzetas dos pedestais seguindo uma sequência linear de tal forma a garantir perfeita amarração do sistema de piso elevado.

  10. Quando houver necessidade de recortes nas placas para fechamento do piso, as faces recortadas deverão receber proteção com verniz de tal forma a evitar a exposição do aço à ação da corrosão.

  11. A placa de piso elevado deverá ter medida de até 600mm x 600mm sendo composta por um sanduíche formado por duas chapas de aço carbono, sendo a superior de alta dureza com 0,7mm de espessura e a inferior tipo UsiF com 0,9mm de espessura, unidas por processo de solda multiponto de 600 KVA; tratamento antioxidante (fosfatização à base de ácido fosfórico) por imersão e pintura à base Epóxi à pó (espessura mínima da camada de pintura: 50 micras). Enchimento com uma mistura de cimento leve tipo CP II E 32, com baixo teor de escória , plastificante e espuma expandida , resultando em argamassa compacta, leve e flexível.

  12. A face inferior da placa deverá possuir 60 repuxos desalinhados com altura variável de 22,10 mm a 22,35 mm, conformados à frio que combinem resistência estrutural e dissipação acústica eficaz.

  13. Os quatros cantos inferiores da placa deverão possuir repuxos conformados a frio para apoio e encaixe positivo nos pedestais sem obrigatoriedade de uso de parafusos de fixação e travamento. Nestes repuxos deverão estar localizados furos conformados a frio para encaixe de parafusos autotravantes, quando necessário, sem atravessar a alma da placa evitando contato com o enchimento.

  14. As placas deverão ser totalmente intercambiáveis.

  15. A CONTRATADA deverá comprovar (através de laudos autenticados de testes realizados por laboratórios idôneos) que atende as Normas da ABNT e às recomendações mínimas da CISCA - Ceilings & Interior Systems Construction Association (Associação de construtores de sistemas de forros e interiores), organização reconhecida internacionalmente e/ou nacionalmente.

I Tolerâncias técnicas da placa (comprovadas em laboratório idôneo):



  1. Dimensões de caráter quadrado (diferença entre as medidas das diagonais de um vértice ao outro) - Tolerância máxima de 0,38mm

  2. Planicidade - Tolerância máxima de 0,7mm

  3. Espessura da chapa de aço - Tolerância máxima 0,09 mm (chapa superior)

  4. Espessura da chapa de aço – Tolerância máxima 0,09mm (chapa inferior)

  5. Espessura da placa – 30 mm

  6. Deflexão máxima da placa (carga distribuída) – 1,5 mm

  7. Deflexão máxima da placa (carga concentrada)- 3,6 mm

  8. Deformação máxima da placa (carga distribuída) – 0,25 mm

  9. Deformação máxima da placa (carga concentrada) - 1 mm

  10. Resistência à carga máxima distribuída –1220 kg/m2

  11. Resistência à carga máxima de segurança - 1498 kg

  12. Resistência à carga máxima concentrada no centro da placa – 454 kg

  13. Resistência à carga rolante (10 passes) – 363 kg

  14. Resistência à carga rolante (10000 passes) – 272 kg

II Pedestais



  1. Base: Deverá ser composta de chapa com dimensão aproximada de 102mm x 102mm x 2mm em aço carbono laminado à frio, com nervuras para maior resistência à torções, espora de aterramento e quatro furos nos cantos para fixação com cola ou parafusos no piso, soldadas à um tubo quadrado em aço carbono com dimensões de 7/8“ x 7/8“ (22,10mm x 22,10mm) e espessura de 1,5 mm soldado à chapa de apoio por solda de projeção (100 KVA).

  2. Cruzeta: Deverá ser confeccionada em chapa de aço carbono laminado à frio com espessura de 2 mm e dimensão de 95 mm x 95 mm com reforço na parte inferior em aço carbono laminado com espessura de 2mm, soldada por solda de projeção (100 KVA). Este reforço deverá ter um furo para passagem do fuso de tal forma a manter a perpendicularidade do mesmo. A parte superior da cruzeta deverá ser conformada em abas com forma de ganchos para encaixe e travamento das placas sem uso de parafusos. Deverá possibilitar a regulagem de altura milimétrica (vertical) , através de um fuso em vergalhão de aço carbono maciço com rosca laminada de ¾”, com prensagem autotravante, e uma porca em aço carbono sextavada maciça de 27mm de rosca interna ¾”, com abas autotravantes no sentido axial.

  3. Resistência à carga axial no pedestal com altura de até 30cm: 45.000 N

  4. Cruzeta para rampa: Deverá ser confeccionada em chapa de aço carbono laminado à frio com espessura de 3/16” e dimensão de 75,30mm x 76,30mm soldada por solda de projeção de 100KVA a um suporte de aço com dimensões de 28,00mm x 25,00mm e espessura de 1/8”. A chapa superior da cruzeta deverá conter quatro furos de ¼” rosqueados para fixação dos parafusos que fixarão as placas de piso elevado, e quatro furos rosqueados de 3/16” para fixação de longarinas. O suporte deverá ter um pino central também em aço com diâmetro igual a 8,0mm e comprimento de 28,0mm, que deverá atravessar um fuso em vergalhão de aço carbono maciço, permitindo a regulagem da angulação da chapa superior. Este parafuso deverá conter, uma prensagem autotravante na extremidade, uma rosca laminada de ¾” que deverá possibilitar a regulagem de altura milimétrica (vertical) por meio de uma porca em aço carbono sextavada maciça de 27mm, de rosca interna ¾”, com abas autotravante no sentido axial.

  5. Cruzeta de reforço/apoio: Deverá ser utilizada como reforço, apoio da placa em cantos ou reforço em placas recortadas, onde a esfera da cruzeta deverá se encaixar no dômus da placa. Deve ser composta por ½ esfera em ferro fundido com diâmetro de 58cm e altura de 29cm. A base da esfera deverá receber rosca embutida onde deverá ser rosqueado um fuso em vergalhão de aço carbono maciço com rosca laminada de ¾”. O fuso deverá receber, uma porca em aço carbono sextavada maciça de 27mm, de rosca interna ¾”, com abas autotravantes no sentido axial de tal forma a permitir regulagem de altura milimétrica (vertical) e, prensagem autotravante na extremidade.

  6. Os pedestais deverão receber proteção de zincagem eletrolítica (zinco eletrolítico branco) com espessura mínima de 5 micras.

  7. Amortecedor de Cruzeta: O produto deverá ser projetado para ser encaixado sobre a cruzeta do pedestal com função de eliminar, após a montagem do piso elevado, qualquer visualização da cruzeta (zincada) pela micro fresta do encontro entre as quatro placas de piso elevado e também de eliminar totalmente o contato da superfície da mesma com as abas do perímetro da placa. Deverá ser produzido através de EVA natural na cor preta injetado à quente, com desenho em forma de cruz com cantos internos arredondados e comprimento nominal de 88 mm x 88 mm, largura nominal de 14 mm e espessura de 1mm. H. Sua face superior deverá ser lisa sendo a face inferior com quatro pontos sobressalentes para encaixe e fixação na cruzeta.

  8. O produto deverá apresentar as seguintes características:

Tensão à ruptura – 10 Mpa

  1. Alongamento na ruptura – 830%

  2. Dureza – 25 +/- Share D

III Longarina



  1. Deverá ser utilizada para travamento do conjunto de piso elevado apenas em pisos com altura acabada a partir de 40cm ou na montagem de rampas.

  2. Deverão ser confeccionadas em tubo de aço carbono laminado a frio de 31,75mm x 15,88mm x 1,19mm com zincagem eletrolítica, com comprimento nominal de 600mm ou 1200mm.

  3. A face superior deverá ser revestida por tinta tipo batida de pedra de tal forma à evitar atrito direto da borda metálica da placa com a face da longarina.

  4. O sistema de fixação deverá ser por meio de parafusos específicos autorretratantes com cabeça philips, à cruzeta do pedestal por meio de 2 furos, um em cada extremidade da longarina (longarina de 600 mm) ou por meio de 4 furos, um em cada extremidade e dois no meio da longarina (longarina de 1200 mm).

IV Diversos



  1. O fabricante deverá garantir uma revisão da instalação do piso elevado 30 dias após a entrega da obra.

  2. O piso deverá ter garantia de 10 anos para defeitos de fabricação e desnivelamentos e rangidos.

16.1.3 Observações:



  1. Neste item estão inclusos todos os furos, recortes, fechamentos verticais, rampas, degraus e demais acessórios necessários para a perfeita montagem do piso.

17 Carpintaria e Marcenaria



  1. Peças com sinais de empenamento, descolamento, rachaduras, lascas, desigualdade de madeira e outros defeitos serão recusadas.

  2. A espessura e dimensão das peças deverão seguir o especificado no projeto de arquitetura.

17.1 Armários


17.1.1 Tipo: Armário de MDF
17.1.1.1 Aplicação:

  1. Nas copas e demais locais indicados no projeto de arquitetura.

17.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Armários com chapa de fibra de madeira tipo MDF (Medium Density Fiberboard - Fibra de Média Densidade) e=18mm

  2. Revestimento em laminado melamínico cor branco Ref. L190 da Fórmica

  3. Fechadura tipo “tok”

  4. Dobradiças em chapa cromada.

  5. Peças com sinais de empenamento, descolamento, rachaduras, lascas, desigualdade de madeira e outros defeitos serão recusadas.

  6. A espessura e dimensão das peças deverão seguir o especificado no projeto de arquitetura.




Propriedades

Unidades

Valores obtidos com o MDF

Espessuras

(tolerâncias)



mm

3 – 6

+/- 0.2


9 -18

+/- 0.2


20 – 25

+/- 0.2


30 – 35

+/- 0.2


Tolerância dimensional

Mm/m

+/- 2mm/m máximo em comprimento e largura

Esquadro

Mm/m

+/- 1.5mm/m

Densidade

Kg/m³

800

750

670

650

Inchamento(24h)

%

30

15

10

8

Flexão estática

Kgf/cm²

234

220

190

180

Tração Perpendicular

Kgf/cm²

6,6

5,8

5,6

5,1

Tração superficial

Kgf/cm²

12,2










Arranque de parafuso

- face


- topo

Kg

Kg


NE

NE


100


80

100


75

100


70

Módulo de elasticidade

Kgf/cm²

27600

23500

21500

20000

Dimensões

m

2,75x 1,83

Retilineidade

Mm/m

Máximo 1,5

18 Serralheria



  1. Os Trabalho de serralheria deverão utilizar mão de obra especializada, seguindo os projetos de arquitetura.

  2. A CONTRATA, caso julgue necessário, deverá elaborar desenhos detalhados para a execução das peças metálicas, que deverão ser aprovados pela FISCALIZAÇÃO.

  3. O material a ser empregado deverá ser novo, limpo e perfeitamente desempenado, sem nenhum defeito de fabricação.

  4. Amostras dos perfis deverão ser apresentados e aprovados pela FISCALIZAÇÃO.

  5. Os quadros serão perfeitamente esquadriados, terão todos os ângulos ou linhas de emenda soldados bem esmerilhados ou limados, de modo a desaparecerem as rebarbas e saliências de solda.

  6. Todos os furos dos rebites ou dos parafusos serão escariados, e as asperezas, limadas. Os furos serão executados com broca ou máquina de furar.

  7. Os perfis e as chapas empregadas na confecção dos perfilados serão submetidos a tratamento preliminar antioxidante, o qual será função do sistema de pintura e obedecerá, no que se refere ao preparo da superfície, ao disposto na norma Sueca SIS 5900.

19 Esquadrias Metálicas


19.1 Janelas, portas e grades
19.1.1 Tipo: Janelas em Alumínio
19.1.1.1 Aplicação:

  1. Para instalação nos locais indicados no projeto de arquitetura.

19.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. As esquadrias das janelas serão executadas em perfis em alumínio anodizado natural, devendo as janelas (que possuem abertura) receber grades em ferro e tela artística, conforme projeto.

  2. Deverão ser confeccionadas em perfis de alumínio ref. Alcoa, linha Gold, com os respectivos acessórios, ref. Udinese.

  3. As esquadrias de fechamento do Autoatendimento e esquadrias do salão da agência deverão ser executadas com perfis em alumínio anodizado natural e vidro liso temperado 10mm, com duas folhas de correr e duas fixas, obrigatoriamente com sistema de travamento com cadeado.

  4. Cada folha ou módulo deve ser operado com um único movimento, quando disponíveis para operação pelo empregado, utilizando apenas uma das mãos, com deslocamento horizontal máximo de 0,50m.

  5. Toda serralheria será inoxidável ou protegida contra oxidação.

  6. Incluir vidro temperado 10mm de espessura.

19.1.2 Tipo: Esquadrias de Vidros Temperados do Autoatendimento


19.1.2.1 Aplicação:

  1. Para instalação nos vidros temperados do autoatendimento

19.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. As esquadrias de fechamento do Autoatendimento da agência deverão ser executadas com perfis em alumínio anodizado natural e vidro liso temperado 10mm.

20 Pintura


20.1.1 Tipo: Pintura PVA sobre Superfície Interna de Argamassa
20.1.1.1 Aplicação:

  1. Para forro de gesso acartonado.

20.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. A superfície da argamassa deve estar firme (coesa), limpa, seca, sem poeira, gordura, sabão ou mofo.

  2. Partes soltas ou mal aderidas serão eliminadas, raspando-se ou escovando-se a superfície.

  3. Profundas imperfeições da superfície serão corrigidas com a própria argamassa empregada no reboco.

  4. Imperfeições rasas da superfície serão corrigidas com massa de PVA, modelo de referência “Suvinil Massa Corrida”, ref.: 6350, da “Glasurit”.

  5. Com “lixa para massa”, ref.: 230 U, grão 100, da 3M do Brasil Ltda., eliminar qualquer espécie de brilho.

I Tratamento da Superfície



  1. Logo após o preparo da superfície, aplicar uma demão de selador, modelo de referência “Suvinil Selador Acrílico”, ref.: 5700, da “Glasurit”, com as seguintes características:

  • Cor: branca;

  • Diluição: até 10% (dez por cento), em volume;

  • Diluente: água;

  • Aplicação: trincha – ref.: 186 ou 529 – de Pincéis Tigre S.A., rolo – ref.: 1320 ou 1328 – idem, idem ou pistola convencional.

  1. Quatro horas após, aplicar uma demão de “Suvinil Massa Corrida”, ref.: 6350, da “Glasurit”, com as seguintes características:

  • Cor: branca;

  • Diluição: se necessário, adicionar um pouco de água;

  • Diluente: água;

  • Aplicação: desempenadeira de aço ou espátula, em camadas finas;

  • Rendimento: 8 a 12 m²/galão, por demão.

  1. Três horas após, efetuar lixamento com “lixa para massa” modelo de referência 230 U, grão 100, da 3M do Brasil Ltda., e remover o pó.

  2. Aplicar de uma segunda demão de “Suvinil Massa Corrida” e, três horas após, novo lixamento, agora com “lixa para massa” modelo de referência 230 U, grão 150, da 3M do Brasil Ltda., e remover novamente o pó.

II Acabamento



  1. Para acabamento deverá ser aplicada uma demão de látex, modelo de referência “Suvinil Látex”, ref.: 2250, da “Glasurit”, com as seguintes características:

  • Cor: a critério do projeto de arquitetura;

  • Diluição: até 20% (vinte por cento), em volume;

  • Diluente: água;

  • Aplicação: trincha modelo de referência 186 ou 529 – de Pincéis Tigre S.A., rolo – ref.: 1320 ou 1328 – idem, idem ou pistola convencional;

  • Rendimento: 45 a 55 m²/galão, por demão.

  • Aspecto: acetinado caso não haja indicação contrária no projeto de arquitetura.

  1. Quadro horas após, aplicar uma segunda demão, idêntica a primeira.

III Aplicação



  1. A CONTRATADA aplicará a pintura, rigorosamente de acordo com o acima especificado, em todas as superfícies indicadas, no Projeto de Arquitetura, para receber emulsão de acetato de polivinílico.

  2. Antes do início de qualquer trabalho de pintura a CONTRATADA deverá preparar amostra de cores e acabamentos com as dimensões mínimas de 0,50x1,00m para aprovação da FISCALIZAÇÃO.

20.1.2 Tipo: Pintura Acrílica sobre Superfícies Internas e Externas de Argamassa


20.1.2.1 Aplicação:

  1. Para o teto do térreo e todas as paredes indicadas no projeto de arquitetura.

  2. Para as fachadas, nos locais onde houver indicação de pintura de parede, deverá ser utilizada tinta antipichação.

20.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:


I Preparo da Superfície

  1. A superfície da argamassa deve estar firme (coesa), limpa, seca, sem poeira, gordura, sabão ou mofo.

  2. Partes soltas ou mal aderidas serão eliminadas, raspando-se ou escovando-se a superfície.

  3. Profundas imperfeições da superfície serão corrigidas com a própria argamassa empregada no reboco.

  4. Imperfeições rasas da superfície serão corrigidas com massa acrílica modelo de referência “Massa Acrílica Metalatex”, da “Sherwin-Williams”.

  5. Com “lixa para massa”, modelo de referência 230 U, grão 100, da 3M do Brasil Ltda., eliminar qualquer espécie de brilho.

II Tratamento da Superfície



  1. Logo após o preparo da superfície, aplicar uma demão de selador modelo de referência “Selador Acrílico Pigmentado Metalatex”, da “Sherwin-Williams”, com as seguintes características:

  • Cor: branca;

  • Diluição: até 10% (dez por cento) de água – para trincha ou rolo – e até 25% (vinte e cinco por cento) de água para pistola convencional;

  • Diluente: água;

  • Aplicação: trincha – ref.: 186 ou 529 – de Pincéis Tigre S.A., rolo – ref.: 1320 ou 1328 – idem, idem ou pistola convencional;

  • Rendimento: 25 a 35 m²/galão, por demão.

  1. Quatro horas após, aplicar uma demão de massa modelo de referência “Massa Acrílica Metalatex”, da “Sherwin-Williams”, com as seguintes características:

  • Cor: branca;

  • Diluição: se necessário, adicionar um pouco de água;

  • Diluente: água;

  • Aplicação: desempenadeira de aço ou espátula, em camadas finas;

  • Rendimento: 8 a 12 m²/galão, por demão.

  1. Seis horas após, lixamento com “lixa para massa”, ref.: 230 U, grão 100, da 3M do Brasil Ltda., e remoção do pó.

  2. Aplicação de uma segunda demão de “Massa Acrílica Metalatex” e, seis horas após, novo lixamento.

III Acabamento



  1. Aplicação de uma demão de tinta de emulsão acrílica “Metalatex Spazio Acabamento Acetinado”, com as seguintes características:

  • Cor: conforme projeto de arquitetura;

  • Diluição: até 10% (vinte por cento), em volume;

  • Diluente: água;

  • Aplicação: trincha modelo de referência 186 ou 529 – de Pincéis Tigre S.A., rolo – ref.: 1320 ou 1328 – idem, idem ou pistola convencional;

  • Aspecto: acetinado caso não haja indicação contrária no projeto de arquitetura.

  1. Duas horas após, aplicar uma segunda demão, idêntica a primeira.

IV Aplicação



  1. A CONTRATADA aplicará a pintura, rigorosamente de acordo com o acima especificado, em todas as superfícies de argamassa – externas ou internas - indicadas, no Projeto de Arquitetura, para receber emulsão acrílica.

  2. Antes do início de qualquer trabalho de pintura a CONTRATADA deverá preparar amostra de cores e acabamentos com as dimensões mínimas de 0,50x1,00m para aprovação da FISCALIZAÇÃO.

20.1.2.3 Pintura Acrilica para Piso Nova Cor


20.1.2.4 Aplicação:

  1. Para demarcação de vagas e sinalização horizontal do estacionamento.

20.1.2.5 Características Técnicas / Especificação:



  1. Acabamento Ready Mix: Conforme cartela de cores no acabamento liso.

  2. Secagem Ao toque: 2 horas.Entre demãos: 4 horas.Final: 12 horas.

  3. Embalagem Lata (18L)

  4. Aplicação / Diluição Demãos:2 a 3 demãos.

  5. Rolo de lã ou pincel:1ª e 2ª demãos: 30% a 40% de água limpa.

  6. Demais demãos:10% a 20% de água limpa.

20.1.2.6 Pintura Amarela a Base de Borracha Clorada para Demarcação de Piso


20.1.2.7 Aplicação:

  1. Para demarcação de vagas e sinalização horizontal do estacionamento.

20.1.2.8 Características Técnicas / Especificação:



  1. Preparo do substrato

  2. A superfície deve ser áspera e estar perfeitamente seca, limpa e isenta de pó. Pinturas anteriores devem ser removidas.

  3. Aplicação

  4. Aplicar de 2 a 3 demãos, com trincha de pêlo curto, obedecendo a um intervalo mínimo de 24 horas entre elas.

  5. Pode-se diluir a primeira demão com até 10% de SOLVENTE COBERIT.

  6. Consumo aproximado

  7. 200 mL/m²/demão

21 Equipamentos Sanitários e de Cozinha


21.1 Louças e Metais
21.1.1 Tipo: Louças
21.1.1.1 Aplicação:

  1. Para todas as louças previstas no projeto de arquitetura.

21.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Nivelamento e fixação com parafusos de metal não ferrosos, com buchas plásticas expansíveis, em furos previamente abertos na parede ou piso acabados;

  2. Ligação de água ( rabicho) em tubos flexíveis com Ø 1/2”, de latão corrugado ou plástico, por meio de conexões apropriadas;

  3. As canoplas nunca poderão ser cortadas.

  4. A bacia sanitária será fixada no piso acabado por meio de dois parafusos com buchas plásticas expansíveis, em furos previamente abertos, e ligada ao esgoto por anel de vedação de Ø 4”

  5. A saída de esgoto do lavatório e do tanque poderá ser por sifão ajustável ou ligado diretamente a um ralo sifonado.

  6. Na colocação das cubas de embutir, colar a cuba na bancada com reforço de grampos de aço, aplicando massa plástica com auxílio de uma espátula. Não transporta o conjunto antes da secagem completa.

  7. Na colocação de cubas de sobrepor verificar se a bancada está preparada com o recorte adequado, centralizado com o ponto de esgoto. Encaixar a peça na bancada e aplicar massa de vedação sob as bordas. Efetuar as ligações de água e esgoto. Preencher as juntas com argamassa de rejunte ou cimento branco.

  8. Na colocação do lavatório ou tanque verificar altura indicada no projeto de arquitetura, nivelando-a com o nível de bolha.

  9. Na colocação da bacia sanitária, instalar a bolsa cônica plástica ou anel de vedação na saída de esgoto e colocar a bacia em sua posição final. Marcar os pontos de fixação, retirar a louça , perfurar o piso com furadeira, colocar as buchas e os parafusos . Assentar a louça ajustando aos mesmo tempo na parede o tubo de ligação de água. Montar as arruelas e porcas, apertando a perfeita fixação e conferindo o nivelamento com nível de bolha. Preencher as juntas com argamassa de rejunte o cimento branco.

21.1.1.3 Observações:



  1. Seguir as especificações dos produtos previstos no projeto de arquitetura.

      1. Acessórios

  1. Seguir as especificações dos produtos previstos no projeto de arquitetura.

21.1.2 Tipo: Metais


21.1.2.1 Aplicação:

  1. Para todas os metais sanitários e de copa previstos no projeto de arquitetura.

21.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Os registros de pressão deverão possuir os elementos abaixo

  • corpo (fundido de liga de latão com chumbo)

  • Cabeça ou castelo, haste, premer -gaxeta e porca canopla

  • Canopla

  • Volante

  1. Os registros de gaveta deverão possuir os elementos abaixo

  • Corpo( de latão bronze ou aço)

  • Cabeça ou castelo, cunha, porca de canopla

  • haste e premer gaxeta

  • canopla

  • volante

  1. As torneiras deverão ter todos os elementos abaixo:

  1. Os chuveiros deverão possuir os elementos abaixo e atender os seguintes requisitos mínimos para seu adequado funcionamento

  • braço de ferro.

  • crivo.

  • ser equipado com chave elétrica devidamente protegida contra curto-circuito, isolada de qualquer contato com a água.

  • Pressão adequada de serviço.

  • preservação dos padrões de segurança.

  • adequado funcionamento hidráulico.

  1. A válvula de escoamento deverá ser em latão fundido e atender aos requisitos mínimos:

  • proteção interna contra substâncias que causem entupimento na tubulação

  • funcionamento hidráulico conveniente.

  • Preservação dos padrões de higiene

  1. O sifões que são visíveis deverão ser dotados de peça roscada, removível, denominada copo. Deverão ser em latão fundido ou chapa de latão e atender aos requisitos mínimos.

  • Adequado funcionamento hidráulico.

  • Preservação dos padrões de higiene.

  1. Os sifões que não são visíveis (escondidos) poderão ser em PVC (da Tigre).

  2. A fixação dos metais sanitários dar-se -a colocando as válvulas de escoamento de cima para baixo nos furos da peça sanitária, para garantir o exato posicionamento delas. Instalar tubos de ligação entre às válvulas , fixando-os com porcas; em seguida, remover o conjunto montado.

21.1.2.3 Observações:

Seguir as especificações dos produtos previstos no projeto de arquitetura.
21.2 Acessórios


  1. Seguir as especificações dos produtos previstos no projeto de arquitetura.

22 Comunicação Visual



  1. Deverá o CONTRATADO fornecer e instalar os elementos de Sinalização Interna e Externa indicados em planta, de acordo com Projetos Básicos e especificações técnicas da CAIXA.

  2. A confecção e instalação dos elementos deverão obedecer rigorosamente aos esquemas e especificações Técnicas do projeto básico padrão CAIXA, seguindo criteriosamente as especificações mencionadas.

  3. Serão fornecidos e instalados pelo CONTRATADO os elementos quantificados na planilha orçamentária e projeto de Sinalização.

  4. Deverão os componentes estar com acabamento perfeito e completamente limpos, sendo que somente serão recebidos após parecer final da Fiscalização.

  5. O CONTRATADO deverá apresentar termo de garantia de 01(um) ano para os elementos fornecidos e instalados.

22.1 Sinalização


22.1.1 Tipo: Sinalização Interna

  1. Toda a Sinalização Interna deverá ser executada de acordo com o Manual de Sinalização Interna para agências da Caixa Econômica Federal e Manual de Acessibilidade.

22.1.2 Tipo: Sinalização Externa



  1. Toda a Sinalização Externa deverá ser executada de acordo com o Manual de Sinalização Externa para agências da Caixa Econômica Federal e Manual de Acessibilidade.

23 Diversos


23.1.1 Tipo: Bancadas de Granito
23.1.1.1 Aplicação:

  1. Todas as bancadas de granito previstas em projeto.

23.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Bancadas em granito com espessura mínima de 20mm.

  2. As bancadas de granito deverão ser embutidas 2cm nas paredes para fixação.

  3. Prever reforço na fixação com a instalação de de mão-francesa, para apoio, fixada por meio de parafusos e buchas ou grapas.

  4. As mãos francesas deverão ser instaladas entre as extremidades da banca e a cuba, uma de cada lado.

  5. Nas bancadas com mais de 2m de comprimento, recomenda-se fixar pelo menos três mãos francesas.

23.1.1.3 Observações:





23.1.2 Tipo: Equipamentos de Autoatendimento
23.1.2.1 Aplicação:

  1. Para instalação na sala de autoatendimento

23.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:




  1. Todos os equipamentos da sala de autoatendimento (cash, DFC, ATM, outros) deverão ser nivelados, de forma que fiquem perfeitamente encaixados nos funis das carenagens de fechamento das máquinas. Os niveladores deverão ser metálicos, com reguladores de altura rosqueáveis, próprios para cada tipo de equipamento.

  2. Após nivelados, todos equipamentos do autoatendimento deverão ser fixados no piso por meio de chumbadores. Esses chumbadores deverão ser do tipo recuperável, CB Chumbador com Parafuso da Mecânica Walsywa Ltda ou equivalente.

  3. Estes chumbadores deverão ter altura suficiente para atingir a superfície interna da máquina.

  4. Deverá ser verificado com o fabricante o tipo de chumbamento necessário para fixação dos equipamentos.

23.1.3 Tipo: Pórtico de Acesso Caixa


23.1.3.1 Aplicação:

  1. Para instalação no acesso da agência.

23.1.3.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. A entrada principal da unidade, formada por pórtico e subpórtico em chapa de aço galvanizada com acabamento em pintura automotiva, conforme padrão Caixa.

  2. Subpórtico metálico padrão CAIXA em forma de “U” invertido, nas dimensões de 3.112 mm x 2.56 mm, executado em chapa #13 e aplicação de produto anticorrosivo.

Os subpórticos serão instalados após a soleira de granito, devendo, após isto, ficar devidamente preparado para instalação das portas de vidro temperado e demais elementos de fechamento. Prever puxadores padrão CAIXA.
24 Limpeza

  1. Diariamente a obra deverá ser limpa de forma a garantir condições de trabalho nas áreas adjacentes à obra.

  2. Durante a execução dos serviços, todos os equipamentos e mobiliário deverão estar devidamente protegidos contra sujeiras provenientes da obra.

  3. Durante a fase de demolição, a limpeza terá periodicidade diária. Após esta fase, a periodicidade será semanal.

  4. Qualquer dano causado ao mobiliário e equipamentos durante o período da obra serão de inteira responsabilidade da Contrata

24.1 Limpeza Geral e Final


24.1.1 Tipo: Remoção de entulho
24.1.1.1 Aplicação:

  1. Durante todo o período da obra.

24.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Será removido todo entulho, conforme as normas do Órgão Público responsável.

  2. Não poderá haver acúmulo de entulho na obra, sendo que sua retirada ocorrerá periodicamente.

  3. Não poderá haver acúmulo de entulho e/ou material nas áreas externas.

  4. Será removido todo entulho, conforme o Plano de Gestão dos Resíduos da Construção Civil e as normas do Órgão Público responsável.

  5. As empresas responsáveis pela coleta contratadas pela CONTRATADA deverão ser cadastradas no município e emitirem documento que comprovem a destinação adequada do resíduo transportado (CTR).

  6. O formulário de controle de transporte de resíduos (CTR) deve atender às Normas NBR 15112:2004 e NBR 15114:2004 e deverá ser emitido em 04 (quatro) vias, duas vias para o gerador (uma para o construtor, e uma para a CAIXA), uma via para o transportador e uma via para o destinatário.

  7. Não havendo a obrigatoriedade do controle de transporte de resíduos pelo município, a CONTRATANTE deverá utilizar o modelo de formulário CTR anexo a Cartilha de Gestão de Resíduos em Obras da Caixa.

  8. Todo entulho deve ser retirado em horário estabelecido pela FISCALIZAÇÃO.

24.1.1.3 Observações:




24.1.2 Tipo: Limpeza Final


24.1.2.1 Aplicação:

  1. Limpeza para entrega da obra.

24.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Todas as alvenarias, revestimentos, pavimentações, vidros, etc. ,serão limpos abundante e cuidadosamente lavados, de modo a não serem danificadas outras partes da obra por estes serviços de limpeza.

  2. A lavagem de mármores e granitos será precedida com sabão neutro, perfeitamente isento de álcalis cáusticos.

  3. As pavimentações e revestimentos destinados a polimento e lustração serão polidos em definitivo e lustrados.

  4. As superfícies de madeira serão lustradas, envernizadas ou enceradas em definitivo, se for o caso.

  5. Deverão ser removidos salpicos de argamassa, manchas e salpicos de tinta em todos os revestimentos, inclusive vidros.

  6. Todos os produtos de limpeza que serão aplicados nos revestimentos deverão ser testados na superfície antes de sua utilização, verificando se não haverá alterações e danos aos seus acabamentos.

25 Relação de plantas


A ARQUITETURA:

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0112-00-LOCACAO

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0212-00-LEIAUTE

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0312-00-DEMOLIR

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0412-00-ARQUITETURA

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0512-00-CORTES

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0612-00-CORTES_FACHADAS

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0712-00-PISO

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0812-00-FORRO

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-0912-00-CARENAGENS_PORTAS

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-1012-00-VIDRACARIA_DET_GERAIS

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-1112-00-AREAS_MOLHADAS_DML_COPA

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS-PE-ARQ-1212-00-AREAS_MOLHADAS_WCS_PPNE
B SINALIZAÇÃO:

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS_PE_SIN_0102-00_SIN-EXTERNA

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS_PE_SIN_0102-00_SIN-INTERNA

0639-13-AG_AV_RECANTO_DAS_EMAS_PE_SIN_0202-00_SIN-TATIL



Memorial de Especificações

Especialidade: Instalações hidrossanitárias

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