Nossos valores éticos



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I Aperto

  1. A alvenaria será interrompida abaixo das vigas/ lajes. Esse espaço será preenchido após 7 dias, de modo a garantir o perfeito travamento entre a alvenaria e a estrutura.

  2. O preenchimento do espaço poderá ser executado pelo seguinte processo construtivo: tijolos maciços dispostos obliquamente, com altura de 150 mm.

  3. O travamento será executado após terem sido levantadas as paredes do andar imediatamente superior.

  4. O assentamento será executado com argamassa pré fabricada.

8.1.1.3 Observações:


8.1.2 Tipo: Alvenaria 1 vez com Tijolo Cerâmico
8.1.2.1 Aplicação:

  1. Nas paredes externas e demais com indicação no projeto de arquitetura de 20cm ou mais de espessura final.

8.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Executar conforme NBR 8545.

  2. Deverão seguir as dimensões e alinhamentos constantes nos projetos de arquitetura.

  3. As espessuras indicadas no projeto de arquitetura referem-se a parede acabada, com seu revestimento. É admitida variação máxima de 2cm.

  4. As fiadas serão perfeitamente de nível, alinhadas e aprumadas.

  5. Para o assentamento dos tijolos maciços, deverá ser utilizada argamassa pré-fabricada apropriada.

  6. As juntas deverão ter, no máximo, 10mm de espessura.

  7. Executar pilaretes de concreto a cada 5 metros de comprimento por pano de alvenaria.

  8. Executar cintas de amarração a cada 3 metros de altura por pano de alvenaria.

  9. Prever execução de verga e contraverga de concreto, altura 10cm, para aberturas (portas, janelas, etc.) com armadura (3 barras de Ø 8mm) ultrapassando 60cm para cada lado. Vergas maiores que 240cm serão calculadas como vigas.

  10. Para situações específicas a CONTRATADA deverá dimensionar os pilaretes, vergas e contravergas.

  11. O travamento das paredes em vigas ou lajes de concreto será executado após sete dias da execução dos painéis. Este travamento deverá ser feito com tijolos maciços, dispostos obliquamente, com altura de 150mm. Outras formas de travamento poderão ser executadas, desde que aprovadas pela FISCALIZAÇÃO.

  12. Prever chapisco com argamassa traço 1:3 para aderência a superfícies de concreto.

  13. Na ligação com pilares, prever a utilização de barras de aço com diâmetro de 5 a 10mm, distanciadas cerca de 60cm e engastadas no pilar e na alvenaria.

  14. Prever execução de juntas de movimento (largura=10mm) nas paredes compridas longitudinalmente a uma distância equivalente a uma vez e meia a sua altura.

  15. As tubulações elétricas e hidráulicas devem estar embutidas nas paredes, deixando cobrimento mínimo de 1,5cm, não considerando o revestimento.

  16. Para fixação de rodapés, prateleiras, batentes e esquadrias, recortar os tijolos maciços onde se encaixarão os chumbadores. Para esta situação, deverão ser utilizados tijolos maciços maciços.

  17. Alvenarias sobre baldrames só poderão ser executadas 24 horas após sua impermeabilização. Deverão ser tomados todos os cuidados com tal impermeabilização de forma a evitar o surgimento de umidade ascendente.


I Aperto

  1. A alvenaria será interrompida abaixo das vigas/ lajes. Esse espaço será preenchido após 7 dias, de modo a garantir o perfeito travamento entre a alvenaria e a estrutura.

  2. O preenchimento do espaço poderá ser executado pelo seguinte processo construtivo: tijolos maciços dispostos obliquamente, com altura de 150 mm.

  3. O travamento será executado após terem sido levantadas as paredes do andar imediatamente superior.

  4. O assentamento será executado com argamassa pré fabricada.

9 Cobertura


9.1 Telhas
9.1.1 Tipo: Telha Existente Metálica
9.1.1.1 Aplicação:

  1. Deverá ser realizado revisão geral na cobertura existente (telha metálica).

10 Impermeabilização


10.1.1 Tipo: Argamassa polimérica bicomponente (Denvertec 100)
10.1.1.1 Aplicação:

  1. As argamassas poliméricas serão aplicadas na face inferior dos granitos.

10.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Marca de referência: Denvertec 100

  2. Argamassa polimérica bicomponente, à base de cimento, agregados minerais inertes, polímeros acrílicos e aditivos, formando um revestimento com propriedades impermeabilizantes.

  3. Deverá atender a NBR 11905–Sistema de impermeabilização composto por cimento impermeabilizante e polímeros.

  4. Deverá atender a NBR 12170 – Potabilidade de água aplicável em sistema de impermeabilização.


I Consumo

  1. Umidade se solo ou água de percolação – 2,00 a 3,00 kg/m

  2. Pressão hidrostática positiva – 3,00 a 4,00 kg/m²

  3. Pressão hidrostática negativa – 4,00 kg/m²


II Metodologia de aplicação
II.I Preparação da superfície

  1. A superfície deverá estar limpa, umedecida e isenta de partículas soltas ou desagregadas, nata de cimento, óleo, desmoldante, etc., devendo ser previamente lavada com escova de aço e água.

  2. Reparar ninhos e falhas de concretagem com argamassa de cimento e areia média lavada, traço 1:3, amassada com uma solução de água e graute a base de água.

  3. Existindo jorros de água ou merejamentos, como em subsolos com lençol freático, executar previamente o tamponamento utilizando cimento de pega ultrarrápido, após preparo do local.



II.II Preparação da mistura

  1. O produto é fornecido em dois componentes: componente A (resina) e componente B (pó). O componente B (pó) deve ser adicionado aos poucos ao componente A (resina) e misturado mecanicamente por 3 minutos ou manualmente por 5 minutos, tomando-se cuidado para dissolver possíveis grumos.

  2. Os componentes pó e resina estão dimensionados dentro da embalagem para "aplicação em forma de pintura". Se houver necessidade de aplicação em forma de revestimento (aplicação com desempenadeira), utilizar a metade do componente A, e adicionar a quantidade total do componente B. Para a obtenção da consistência desejada, ir adicionando aos poucos o componente A.


II.III Aplicação

  1. Umedecer a superfície a ser tratada e aplicar o a argamassa polimérica com o auxílio de uma trincha, vassoura de pêlo ou desempenadeira metálica, conforme a consistência escolhida (pintura ou revestimento). Aplicar 2 a 4 camadas, em sentido cruzado, sendo aproximadamente 1 kg/m² por camada, aguardando secagem entre camadas

  2. Em regiões críticas como ao redor de ralos, juntas de concretagem, etc., deve-se reforçar o revestimento com a incorporação de uma tela industrial de poliéster malha 2 x 2 mm, resinada, após a primeira camada.


II.IV Limpeza

  1. A limpeza de equipamentos e ferramentas poderá ser efetuada com água, enquanto o produto não estiver seco. Após a secagem, efetuar a limpeza com tíner.

10.1.1.3 Observações



  1. Durante a aplicação da argamassa homogeneizar a mistura manualmente, pelo menos a cada período de 10 a 20 minutos, dependendo das condições ambientais

  2. Não utilizar o produto após decorrido o tempo de uso da mistura (40 minutos).

  3. Após o período de no mínimo três dias da aplicação da última demão, fazer o teste de estanqueidade, permanecendo a estrutura com água durante 72horas no mínimo, para se poder detectar quaisquer falhas de aplicação da impermeabilização.

  4. Em áreas abertas ou sob incidência solar, promover a hidratação da argamassa por no mínimo 03 dias consecutivos. A argamassa não é recomendado para estruturas sujeitas à fissuração.

  5. Executar proteção mecânica somente em áreas em que o sistema impermeabilizante possa sofrer danos mecânicos.

  6. Para uma perfeita aderência das proteções mecânicas e revestimentos, executar previamente chapisco com cimento e areia no traço 1:2, amassada com a mistura de 2 partes de água para uma parte de adesivo Denverfix Chapisco.

  7. Antes de encher os reservatórios para consumo, efetuar lavagem com água em abundância e vassouras de pêlo macio. É recomendável também, o descarte da primeira água.

10.2 Preparo da superfície para impermeabilização



  1. Um dos principais elementos para o sucesso da impermeabilização é a qualidade da construção e a preparação da estrutura ou substrato para receber a impermeabilização.

  2. O sistema impermeável deve possuir características adequadas, de forma a suportar as solicitações impostas. No entanto, muitas vezes verificamos erros construtivos que danificam ou prejudicam seu bom desempenho, tais como:

  3. Inadequado recobrimento das armaduras.

  4. Ralos, tubulações, etc. indevidamente chumbados.

  5. Juntas de concretagem mal executadas.

  6. Concreto segregado com ninhos, bicheiras, etc.

  7. Regularização da laje executada com traço inadequado, sem cura, sob substrato sujo, destacado, com fissuras, etc.

  8. Utilização de materiais inadequados para construção de jardineiras, espelhos d’água, etc. (tijolos furados).

  9. Execução de enchimentos com entulho, antes da execução da impermeabilização.

  10. Não respeitar a natureza das dilatações térmicas distintas entre os diversos materiais de construção.

  11. Presença de elementos contaminantes como óleos, graxas, desmoldantes e agentes de cura inadequados ao sistema impermeabilizante.

10.2.1 Tipo: Superfícies de alvenaria e concreto a serem regularizadas


10.2.1.1 Aplicação:

  1. Lajes em geral, odapés, alvenarias, etc.

10.2.1.2 Características Técnicas / Especificação:


I Condições gerais para o início dos serviços

  1. Alvenarias concluídas.

  2. Tubulações de instalações rigidamente fixadas.

  3. Reparos estruturais executados conforme item 1.

  4. Esperas para postes, gradis, e demais elementos fixados na estrutura, executados.

  5. Chumbadores para antenas, para-raios, ganchos de espera para balancins de manutenção, etc., rigidamente fixados.

  6. Bases de alçapões, domus, etc. prontas.

  7. Área desimpedida, limpa e interditada para início dos trabalhos.


II Metodologia Executiva
II.I Execução de argamassa de regularização horizontal

  1. o Marcar as cotas de níveis de escoamento de água, locação de ralos, juntas estruturais e todos os pontos necessários para elaborar o diagrama de escoamento, observando os caimentos de no mínimo 1%, ou conforme especificado em projeto.

  2. Reservatórios não necessitam caimentos.


II.II Taliscamento

  1. o Após a elaboração do diagrama de escoamento de água, confeccionar taliscas de argamassa, com o objetivo de gabaritar a execução das mestras.


II.III Argamassa

  1. Executar mestras com espaçamento máximo de 2,0 m e regularização com argamassa de cimento e areia traço 1: 3 ou 1:4, com espessura mínima de 2,0 cm.

  2. Sarrafear e desempenar esta argamassa com auxílio de desempenadeira de madeira, promovendo um acabamento

  3. aveludado sem queimar.

  4. Arredondar cantos vivos e arestas todas as vezes que o sistema impermeabilizante exigir.


II.IV Execução de argamassa de regularização vertical

  1. Em alvenaria: Sarrafear e desempenar a argamassa de regularização, com espessura máxima de 1,5 cm, promovendo um acabamento desempenado.

  2. Em concreto: Executar apenas correções onde for necessário seguindo os procedimentos descritos no item.

10.3 Teste de Carga D´Água



  1. Antes da preparação da superfície, executar teste de carga d'água por no mínimo 72 horas, de modo a propiciar o aparecimento de eventuais vazamentos que venham a ocorrer na estrutura quando da carga total e possibilitar a preparação adequada para a superfície a ser impermeabilizada.

11 Revestimentos de Paredes


11.1 Argamassas
11.1.1 Tipo: Chapisco
11.1.1.1 Aplicação:

  1. Em todas as paredes de alvenaria.

11.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Deverá ser aplicado, caso não haja indicação contrária, em todas as superfícies das alvenarias de blocos cerâmicos.

  2. A alvenaria, antes de receber o revestimento, deve estar seca, as juntas completamente curadas, deixando transcorrer o tempo suficiente para sua acomodação (assentamento).

  3. Para aplicação as paredes devem ser preparadas: limpar a alvenaria com vassoura, cortar eventuais saliências da argamassa das juntas e umedecer adequadamente a superfície.

  4. Deverá ser executado com argamassa industrializada.

  5. Todas as argamassas deverão ser preparadas em equipamento de mistura – misturador por batelada ou contínuo.

  6. Poderá ainda ser aceito (com o aval da FISCALIZAÇÃO) chapisco com a seguinte composição: argamassa de cimento e areia média, traço 1:3, espessura 5mm.

11.1.1.3 Observações:


11.1.2 Tipo: Emboço


11.1.2.1 Aplicação:

  1. Deverá ser aplicado, caso não haja indicação contrária, em todas as superfícies que receberam chapisco, em blocos de concreto ou em outras indicadas em projeto.

11.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Os serviços só poderão ser iniciados após completa pega de argamassa das alvenarias e chapiscos e após todas as tubulações serem embutidas nos panos.

  2. Será constituído de argamassa 1:2:9 de cimento, cal hidratada e areia média úmida (3%), espessura máxima de 20mm.

  3. Todas as argamassas deverão ser preparadas em equipamento de mistura – misturador por bar telada ou contínuo.

  4. Utilizar guias de sarrafeamento espaçada com o mínimo de 2 metros.

  5. As arestas devem ser chanfradas ou protegidas por cantoneiras.

  6. A superfície deverá ser abundantemente molhada e não deverá ser desempenada para facilitar a aderência do reboco.

  7. Deverá ser previsto aditivo impermeabilizante para aplicação em áreas externas ou com contato com umidade.

  8. Para o caso de fachadas que receberão pintura, deverá ser executado frio no revestimento, na região de encunhamento da alvenaria. Para evitar a infiltração de água deverá ser aplicada uma membrana à base de cimento e aditivo que proporcionará flexibilidade e impermeabilização à junta.

  9. Para reforço da argamassa de revestimento, deve-se utilizar tela de aço galvanizado com malha de pelo menos 25mm.

11.1.2.3 Observações:



  1. -

11.2 Revestimentos Cerâmicos e Vítreos



  1. Deverão ser seguidas as normas técnicas referentes ao assunto, em especial:

  • NBR 13755 – Revestimento de paredes externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento;

  • NBR 13816 – Placas cerâmicas para revestimento – Terminologia;

  • NBR 13817 – Placas cerâmicas para revestimento – Classificação; e

  • NBR 13818 – Placas cerâmicas para revestimento – Especificação e métodos de ensaios

  1. Deverão ser seguidos modelos e marcas dos produtos discriminados no projeto de arquitetura. Caso tais produtos tenham saído de linha ou haja dificuldade para seu fornecimento a CONTRATADA deverá formalizar a necessidade de alteração da especificação perante a FISCALIZAÇÃO que, após análise da solicitação, irá providenciar nova especificação.

  2. Deverá ser efetuado o tamponamento dos orifícios existentes na superfície da alvenaria, especialmente os decorrentes da colocação de tijolos ou lajotas com os furos no sentido da espessura da parede, o que constitui erro de execução. Este tamponamento será executado com argamassa apropriada, empregando-se na sua composição areia média.

  3. Concluída a operação de tamponamento, o ladrilheiro procederá à verificação do desempeno das superfícies, deixando “guias” para que se obtenha, após a conclusão do revestimento de azulejos ou de ladrilhos, superfície perfeitamente desempenada.

  4. Em seguida, a superfície dos tijolos deverá ser molhada, o que será efetuado com jato de mangueira, sendo julgado insuficiente o umedecimento produzido por água contida em pequenos recipientes.


I Características das Peças Cerâmicas

  1. A caixa do produto deverá conter informações relativas ao tamanho, tonalidade e lote das peças.

  2. A expansão por umidade deverá estar entre 20 e 25%, comprovada através de laudo técnico, emitido por laboratório independente e idôneo, a ser apresentado à FISCALIZAÇÃO.

  3. O percentual de absorção de água deverá estar entre 6 e 10%.

  4. Peças consideradas antiderrapantes deverá possuir grau 0,75 de aderência.

  5. Antes da aplicação do produto, deverá ser feito teste de umidade para garantir que não haverá alteração do acabamento das peças em virtude do excesso de umidade.


II Colocação

  1. A superfície deverá estar limpa, regularizada e aprumada.

  2. Com a superfície ainda úmida, procede-se à execução do chapisco e, posteriormente, do emboço, conforme disposto em itens específicos.

  3. Depois de curado o emboço, cerca de dez dias, deverá ser iniciada a colocação dos azulejos ou dos ladrilhos.

  4. O assentamento será procedido a seco, com emprego de argamassa de alta adesividade.

  5. Para locais externos, que recebam insolação ou em grandes panos cerâmicos (superiores a 30m²) deverá ser utilizada argamassa industrial do tipo AC2 ou AC3.

  6. Para assentamentos com junta seca, utilizar argamassa industrial do tipo AC3.

  7. Deverá ser construído gabarito para a correta dosagem de argamassa e água.

  8. Deverá ser adicionada água à argamassa de alta adesividade até obter-se consistência pastosa, ou seja, uma parte de água para três a quatro partes de argamassa.

  9. Em seguida, deixar a argamassa preparada “descansar” por um período de 15 minutos, após o que deverá ser executado novo amassamento.

  10. O emprego da argamassa deverá ocorrer, no máximo, até duas horas após o seu preparo, sendo vedada nova adição de água ou de outros produtos.

  11. A argamassa será estendida com o lado liso de uma desempenadeira de aço, numa camada uniforme de 3 a 4 milímetros.

  12. Com o lado denteado da mesma desempenadeira de aço, formam-se cordões que possibilitarão o nivelamento dos azulejos ou ladrilhos.

  13. Com esses cordões ainda frescos, deverá ser executado o assentamento, batendo-se um a um como no processo tradicional. A espessura final da camada entre os azulejos ou ladrilhos e o emboço será de 1 a 2 milímetros.

  14. As peças deverão ser assentadas de baixo para cima, pressionando com a mão ou bateando levemente com martelo de borracha.

  15. Para peças com dimensão igual ou superior a 30cm deverá ser aplicada dupla colagem, com aplicação de argamassa também na peça cerâmica.

  16. Quando necessário o corte e o furo dos azulejos ou ladrilhos só poderão ser feitos com equipamento próprio para essa finalidade, não se admitindo o processo manual.

  17. Em áreas externas ou em locais com insolação considerável, após o assentamento deverá ser colocada sobre o painel cerâmico recém aplicado uma camada de papelão ao papel tipo Kraft umedecido visando retardar a secagem.

  18. Para conjunto de peças unidos por ponto cola, cada peça deverá batida (com martelo de borracha) individualmente, de forma que todas consigam esmagar os dentes da argamassa.


III Juntas

  1. Juntas de dilatação deverão ser previstas para cada 32 m² de painéis contínuos e no encontro de materiais não solidários tais como:

  • em volta de pilares;

  • entre pilares e paredes;

  • entre paredes e vigas.

  1. As juntas deverão possuir 5mm de espessura e, preferencialmente, deverão estar localizadas em pontos imperceptíveis, tais como sob rodapés e tabicas de forro.

  2. Antes do rejuntamento, verá ser retirado o excesso de argamassa colante e fazer uma verificação, por meio de instrumento não contundente, se não existem peças assentadas apresentando som cavo.

  3. Quando não especificado de forma diversa, as juntas serão corridas e rigorosamente de nível e prumo. A espessura das juntas será de:

  • Azulejos:

          • De 15 x 15 cm: 3,0 mm;

          • De 15 x 20 cm: 3,0 mm.

  • Ladrilhos

          • De 7,5 x 15 cm: 2,0 mm;

          • D+0 mm;

          • De 15 x 20 cm: 3,0 mm;

          • De 20 x 20 cm: 3,0 mm;

          • De 20 x 30 cm: 3 a 5 mm;

          • De 30 x 30 cm: 5 a 6 mm;

          • De 30 x 40 cm: 6 a 8 mm.

  1. Ainda quando não especificado de forma diversa, as arestas e os cantos não serão guarnecidos com peças de arremate.

  2. Decorridos sete dias do assentamento deverá ser executado o rejuntamento.

  3. De preferência o rejuntamento será executado com argamassa pré-fabricada.

  4. As juntas serão, inicialmente, escovadas e umedecidas, após o que receberão a argamassa de rejuntamento.

  5. Após a aplicação e secagem do rejuntamento deverá ser aplicado selador apropriado para rejuntes.

11.2.2 Tipo: Cerâmica 30x60cm, White Home , da Portobello


11.2.2.1 Aplicação:

  1. Nas paredes indicadas no projeto de arquitetura, como sanitários, copa e DLM.

11.2.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Especificação – cerâmica 30x60cm, White Home, da Portobello, cor Cetim Bianco, rejunte cinza claro.

11.2.2.3 Observações:



  1. Prever instalação de perfis de alumínio apropriados para quinas e cantos.

11.2.3 Tipo: Pastilha de Porcelana 2,5x2,5cm


11.2.3.1 Aplicação:

  1. Nas paredes indicadas no projeto de arquitetura

11.2.3.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Especificação – pastilha de Porcelana 2,5x2,5cm, Ref. JC1100, Linha Natural, cor Branco Aspen, da Jatobá. Com tratamento antipichação. Rejunte Banco.

11.2.3.3 Observações:



  1. Prever instalação de perfis de alumínio apropriados para quinas e cantos.

11.3 Revestimentos de Pedras Naturais



  1. Deverá ser aplicado, por pessoal especializado.

  2. Não será tolerado o assentamento de peças rachadas, emendadas, com retoques visíveis de massa, com veios capazes de comprometer seu aspecto, durabilidade e resistência ou com quaisquer outros defeitos.

  3. Na escolha e distribuição das peças pelas áreas a recobrir, haverá especial cuidado para que não resultem elementos isolados, cuja coloração e textura dê a impressão de manchas ou defeitos, isto é, a atual variação entre as pedras será judiciosamente aproveitada de forma a serem obtidas superfícies uniformemente mescladas em seu conjunto, sem concentrações desequilibradas ou anômalas de elementos discrepantes.

  4. Amostras, de cada tipo de pedra especificada, serão previamente submetidas à aprovação da FISCALIZAÇÃO.

  5. A forma e dimensões de cada peça deverão obedecer, rigorosamente, às indicações dos respectivos desenhos de detalhe de execução.

  6. As peças apresentarão forma regular nas partes aparentes, faces planas e arestas perfeitamente retas.

  7. A CONTRATADA executará nas peças todos os rebaixos, recortes ou furos que se façam necessários para assentamento dos ralos de águas pluviais, de guarda corpo de serralherias e de outros elementos previstos para cada local.

  8. As juntas deverão ser perfeitamente alinhadas e de espessuras uniformes.

  9. As superfícies ficarão perfeitamente desempenadas e sem saliências apreciáveis entre as peças.

  10. Nos piso de nível não serão toleradas diferenças de nível superiores a 5mm em 5mm ou seja 0,1%.

11.3.1 Tipo: Granito Cinza Andorinha


11.3.1.1 Aplicação:

  1. Moldura d aporta do elevador e nos demais locais indicados no projeto de arquitetura.

11.3.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Granito Cinza Andorinha, 2cm de espessura.

  2. Utilizar argamassa pré fabricada para o assentamento.

  3. A juntas serão limpas de argamassa de assentamento que por elas refluir.

  4. A espessura das juntas não poderão exceder 1,5 milímetros

11.3.1.3 Observações:



  1. -Prever instalação de perfis de alumínio apropriados para quinas e cantos

12 Portas, Esquadrias e Vidros


12.1 Portas e Esquadrias de Madeira

  1. Só serão admitidas na obra peças bem aparelhadas, rigorosamente planas e lixadas, com arestas vivas (caso não seja especificado diferente), apresentando superfícies completamente lisas.

  2. Serão recusadas todas as peças que apresentarem sinais de empenamento, descolamento e rachadura, lascas, desuniformidade da madeira quanto à qualidade e espessura, e outros defeitos.

  3. As folhas deverão movimentar-se perfeitamente, sem folgas demasiadas.

  4. As sambladuras (junções com entalhe) serão do tipo mechas e encaixe, com emprego de cunha de dilatação para garantia de maior rigidez da união.

12.1.1 Tipo: Portas de Madeira Semiocas Revestidas com Laminado de Madeira


12.1.1.1 Aplicação:

  1. Nas portas de madeira indicadas no projeto de arquitetura.

12.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:


I Núcleo

  1. O núcleo das portas deverá ser de lâminas, compensadas, de cedro aromático ou madeira equivalente, capeado com duas folhas, uma em cada face, da mesma madeira.

  2. Outra alternativa para o miolo é a utilização de estrado constituído por peças de madeira (verticais e horizontais) garantindo a estabilidade do conjunto pelo seccionamento destas peças e seus respectivos encaixes.


II Enquadramento

  1. O enquadramento do núcleo será constituído por peças – montante ou pinásio vertical e travessa ou pinásio horizontal – de cedro aromático.

  2. Os montantes ou pináculos verticais deverão ter largura suficiente para que a fechadura fique completamente embutida na peça, assim como os parafusos das dobradiças.


III Capeamento

  1. O adesivo deverá estar perfeitamente homogeneizado.

  2. Para preparo da superfície o adesivo deverá ser aplicado sobre o compensado, com igual parte de água, de forma a fechar todos os poros e melhorar a ancoragem da chapa.

  3. Após a aplicação da demão de preparo deverá ser aplicada a primeira demão para a colagem da chapa. A aplicação será feita com espátula dentada para se obter espalhamento uniforme.

  4. Após 4 horas deverá ser aplicada a segunda demão do adesivo sobre o compensado e uma única demão sobre o verso do laminado melamínico.

  5. Após 30 minutos de secagem (ou até que não ofereça aderência ao toque manual) deverá ser aplicado o laminado de uma extremidade a outra, no sentido longitudinal, aplicando-se pressão manual. Um martelo de borracha deverá ser utilizado partindo do centro para as bordas.

  6. O excesso de cola deverá ser removido com diluente.

  7. O laminado deverá ter a cor e padrão conforme indicação no projeto de arquitetura.

12.1.1.3 Observações:



  1. Deverão ser seguidas as dimensões previstas no projeto de arquitetura.

12.1.2 Tipo: Porta de Madeira Revestida em chapa de flandes estanhada


12.1.2.1 Aplicação:

  1. Para a casa de máquinas.

12.1.2.2 Características Técnicas / Especificação / Instalação:



  1. Deverá ser instalada borrachas em gaxeta de EPDM na cor preta em todo o contorno da porta para perfeita vedação.

  2. A fechadura será em acabamento cromado, conjunto 405 com maçaneta do tipo alavanca. Inclusive selecionador e fechos 400-20 cm cromados inferior e superior, La Fonte ou equivalente quando for portas com duas folhas.

  3. Serão do tipo abrir, 02 folhas.


I Núcleo

  1. Porta em núcleo de madeira tratada quimicamente e revestida em chapa de flandes estanhada com acabamento cromado.

12.1.2.3 Observações:



  1. Deverão ser seguidas as dimensões previstas no projeto de arquitetura.

12.2 Portas e Esquadrias Metálicas


12.2.1 Tipo: Portas e esquadrias de Alumínio
12.2.1.1 Aplicação:

  1. Para os locais indicados no projeto de arquitetura.

12.2.1.2 Características Técnicas / Especificação:


I Normas

  1. NB - 7202 - Desempenhos de janelas de alumínio em edificações de uso residencial e comercial.

  2. NB - 226 - Projeto e execução de envidraçamento na construção civil.

  3. NB - 6485 - Janelas, Fachadas - cortina e portas externas em edificações -penetração de ar.

  4. NB - 6486 - Penetração de água em janelas, fachadas cortina e portas externas em edificações.

  5. NB - 6487 - Janelas, fachada cortina e portas externas em edificações - resistência à carga de vento.

  6. NBR-12610 - Determinação da espessura da camada pelo método de corrente parasita (Eddy Current).

  7. NBR-5425 - Guia para inspeção por amostragem no controle e certificação de qualidade.

  8. NBR-14718 - Guarda-corpos para edificação.

  9. NBR-11706 - Vidros na construção civil.

  10. AAMA-92 - Escovas - American Architectural Manufacturers Association.


I Alumínio

  1. Todo alumínio será extrudado na liga 6063 e tempera T5. Não deverão apresentar variações dimensionais, empenamentos nem devendo apresentar ranhuras e rebarbas em conformidade com a norma da ABNT NBR 8116 e 9243. Durante o processo de fabricação e instalação os perfis deverão ser manipulados com cuidado evitando arranhar ou causar mossas.

  2. O armazenamento dos perfis deve ser realizado em local seco, coberto e ventilado, evitando e contato direto com o solo. As pilhas devem ser dispostas verticalmente. Em qualquer operação de transporte os perfis em hipótese alguma devem ser arrastados.

  3. Havendo necessidade de acabamento em chapa de alumínio deverá ser executado na liga 1200 H-14.

  4. Os contramarcos serão em perfis de alumínio sendo sua fixação com chumbadores de alumínio ou chapa de aço galvanizado com uma camada de zinco de no mínimo de 70 mícron ou 500 gr/m2. Atentar que as esquadrias com largura superior a 1.500 mm fazer chumbamento com pino 3x40 (finca pino vermelho extra forte calibre 22 - longo)

  5. Na instalação deverá ser seguidos rigorosamente o nível e prumo, e desta maneira a garantia do perfeito esquadro, para tanto utilizar gabaritos de tubo industrial de aço com pintura de acabamento em esmalte sintético, fornecido pela contratante. Caberá a empresa fornecedora a garantia dos seguintes aspectos:

  • Prumo desvio máximo de 2 mm.

  • Retidão desvio máximo de 1 mm.

  • Nível sem tolerância.

  • Torção máximo de 5º.

  • Arrancamento 40 kgf/chumbador.

  • Esquadro desvio máximo de 2 mm, medida na diagonal.

  • Alinhamento afastamento máximo de 2 mm.

  1. A posição de assentamento do contramarco na parede será de acordo com os projetos de esquadrias e de arquitetura. A argamassa para o chumbamento será com cimento e areia no traço 1:3, devendo ser preenchido todo o perímetro canal do contramarco.

  2. A distribuição dos chumbadores será em função das dimensões das peças sendo:

  • Até 600 mm utilizar 2 chumbadores.

  • Maior que 600 mm e menor que 1.200mm utilizar 3 chumbadores.

  • Maior que 1.200 mm e menor que 2.200mm utilizar 4 chumbadores.

  • Acima de 1.200 mm considerar 1 chumbador a cada 600 mm no máximo.

  1. É importante e necessário que todos cantos/encontros a 45º e 90º sejam vedados com selante de silicone.


II Acabamento

  1. O acabamento dos perfis de marcos e folhas será anodizado seguindo a mesma cor das esquadrias existente na fachada do edifício Sede. A camada anódica é da classe A13, que compreende o intervalo de 11 a 15 micra.

  2. Para maior certeza da camada de pintura, será exigido o certificado com a garantia, e a contratante poderá enviar amostras para testes da pintura em laboratórios independentes para posterior aceitação, sendo que os custos dos testes correrão por conta da contratada.

  3. Com o objetivo de evitar a corrosão eletrolítica, as superfícies de contato entre o alumínio e o aço galvanizado, caso aconteçam, deverão ser protegidas com fita/filme isolante scotch rap ou manta de borracha em EPDM em toda extensão onde existir o contato.

  4. Havendo necessidade de refilar perfis, este serviço deverá ser anterior ao serviço de acabamento.


III Componentes

  1. Algumas características básicas devem ser seguidas para que atenda aos resultados de melhor desempenho: serem práticos, não criar dificuldades ao usuário, serem estanques ao ar e água, não vibrarem e manter sua estabilidade estrutural.

  2. Um aspecto de fundamental importância é a segurança de funcionamento nas operações de manobras e de sustentação das esquadrias.

  3. Todos componentes aparentes serão na cor preta com acabamento brilhante.


IV Parafusos

  1. Os parafusos deverão ter bitolas adequadas a cada uso. Os parafusos deverão ser em material bem protegido contra agressão do meio ambiente e ter compatibilidade com o alumínio para evitar a corrosão eletrolítica.

  2. Utilizar Parafusos de aço inoxidável AISI-304 austenítico, não magnético. Todos os parafusos aparentes serão, na cor natural, com fenda philips.

  3. Todos os parafusos/chumbadores de ancoragens, porcas e arruelas deverão ser em aço inoxidável AISI-304 austenítico, não magnético. Antes da aplicação os parafusos deverão ser banhados em silicone de cura neutra antes de serem rosqueados.


V Guarnição de Borracha

  1. Serão fabricadas com base nos desenhos que garantam desempenho adequado a cada situação exigida para seu uso. As dimensões dos perfis de borracha deverão ser cuidadosamente definidas para garantir perfeita vedação às esquadrias.

  2. Todas as juntas com compressão e para colocação dos vidros serão vedadas com guarnição de borracha EPDM, Etileno, propileno e dieno, com teor máximo de cinzas de 7%. Recomenda-se que os perfis sejam vulcanizados por forno de micro-ondas que confere ao produto uma qualidade diferenciada quanto à estabilidade da forma.

  3. As guarnições deverão apresentar as seguintes características físicas:

  • Dureza (NBR 7.462): shore “A” entre 60 a 70.

  • Deformação permanente à compressão (resistência ao calor NBR 6.565 entre 22 a 70º C): 20 %.

  • Alongamento na ruptura (NBR 7.462): mínimo de 250 %.

  • Ruptura à tração: 60 Kgf / cm2.

  • Tolerância: seguem os padrões estabelecidos pela AFEAL, transcritos da norma DIN 7.715.

  • Resistência ao ozônio (NBR 8.360 com 70 h com 40º C) 50 PPCM. Não deve apresentar fendilhamento.

  • Resistência ao calor (70 h com 70º C)

  • Variação na dureza: máxima (+) 10 %;

  • Variação na tensão de ruptura: máximo (-) 35 %;

  • Variação do alongamento: máximo (-) 50 %;


VI Critérios na escolha das guarnições de borracha

  1. Adquira produtos que tenham o nome do fabricante gravado ao longo da guarnição.

  2. Tenha cuidado com o óleo. O excesso de oleosidade nas guarnições é sinal de muita carga, portanto de baixa qualidade.

  3. Confira o tamanho, quanto à seção, das guarnições, pois certos fabricantes diminuem a seção para reduzir o custo.

  4. Desconfie de preços baixos. As guarnições podem ser feitas com refugo das fábricas de pneus, portanto de baixa qualidade quanto e com isso trincarão facilmente.

  5. Atentar de que uma guarnição de má qualidade poderá encolher, deixando os cantos sem vedação e causando a trinca espontânea dos vidros.


VII Recomendações básicas para a instalação que devem ser seguidas

  1. A guarnição deve ser lubrificada com uma solução composta por 50 % de água e 50 % de álcool isopropílico. Ou ainda água com detergente neutro.

  2. As guarnições devem ser instaladas em toda a extensão do perfil sem ser esticada.

  3. É necessário deixar uma sobra no comprimento da guarnição em torno de 15 cm para cada lado quando instaladas em perfis colunas.

  4. Antes de cortar a guarnição deixe descansar sobre o perfil de alumínio. Caso esteja esticada, ela retornará a sua condição normal.

  5. As guarnições para ser instalada em vidros também devem ser cortadas pouco maior que o tamanho do vidro.

  6. Comece a instalação no centro, da largura superior, e posteriormente nos cantos da folhas.

  7. Quando a instalação da guarnição for de pressão devem ser cortadas pelo menos 2 % a maior que o perfil de alumínio e também não deve ser esticada.

  8. O corte da guarnição deve ser a 45 graus.

  9. Os cantos, encontros, devem ser vulcanizados.

  10. Nunca use silicone em guarnições de EPDM, pois são materiais incompatíveis, não aderentes entre si. Além disso, o silicone absorve o óleo que migra para a superfície da guarnição que fica com aspecto amarelado.

  11. Não utilizar cola instantâneo, que cristaliza, desprende torna o canto rígido e rasgadiço.


VIII Produtos não recomendados em contato com o EPDM.

  1. Vaselina, combustível em geral, solventes, óleo mineral, ácido diluído, lubrificantes sintéticos, benzeno, clorofórmio, ácido sulfúrico, tricloroetileno, tetrabromometano, monoclorobenzeno, etil pentaclorobenzeno, etil benzeno, fluorbenzeno, ácido hidrofloridrico, nafta, ácido nítrico, thinner, tolueno e gás natural.

  2. Para maior garantia da especificação, serão exigidos os certificados com a garantia e a contratante poderá enviar amostras para testes em laboratórios independentes para posterior aceitação, sendo que os custos destes testes correrão por conta da contratada.


IX Manutenção

  1. O sistema de encaixe frontal “à pressão” é o mais indicado, pois facilita a manutenção e substituição das guarnições.

  2. Os produtos adequados para a limpeza de guarnições são glicerinas pura ou diluída em água, solução de água com sabão neutro, álcool isopropílico com ou emulsão de silicone.

  3. A recomendação para estocagem das guarnições é em local limpo, arejado, protegido do sol, da chuva, da poeira e dos materiais como cimento, cal e gesso. Não devem ser empilhadas em número elevado, pois o peso danifica o formato da guarnição.


X Escovas

  1. Serão utilizadas, onde necessário, nas vedações das folhas móveis escovas de polipropileno com base e altura em função dos encaixes e distâncias dos perfis tipo poly bond com densidade 4P na cor preta. Serão dimensionadas para compressão mínima de 20 %.


XI Selantes

  1. No encontro entre o contramarco e o revestimento da fachada na largura inferior e nas alturas, com dez centímetros, será executado um sulco e posteriormente aplicado selante de silicone de cura neutra que tem a função de vedação e selagem entre os dois materiais. Verificar no projeto das esquadrias.

  2. Todos os encontros dos perfis de contramarcos, marcos e folhas e também nas fachadas, serão vedados com silicone de cura acética na cor preta.

  3. Na instalação do marco no contramarco será utilizado selante de silicone de cura acética ou mastique à base de resina acrílico sendo o cordão aplicado sobre o contramarco em todo o perímetro fazendo desta maneira um esmagamento do selante.

  4. A aplicação de selante de silicone em locais que exijam por necessidade ou limitações para controle de consumo deverá utilizar cordões de polietileno expandido. A utilização de isopor para ocupação de grandes vazios será permitida, desde que as vinculações / contatos entre silicone sejam utilizadas o polietileno.

  5. Na limpeza das superfícies de alumínio que receberão selante de silicone deverão ser removidas as sujeiras, incrustações e graxas utilizando-se panos de algodão ou gaze, nunca estopa, limpos embebidos de xilol ou toluol.

  6. Na limpeza das superfícies dos vidros que receberão selante de silicone deverão ser removidas as sujeiras, incrustações e graxas utilizando-se panos de algodão ou gaze, nunca estopa, limpos embebidos de álcool isopropílico.

  7. Todos os furos de parafusos ou rebites de alumínio, que estejam expostos, deverão ser vedados com silicone. Todo o excesso deverá ser retirado após a cura que permita o corte do material.

  8. Para o sistema de adesão dos vidros nos guarda-corpos com vidro colado, será empregado o silicone estrutural bicomponente de cura rápida ou monocomponente de cura lenta. Avaliar a escolha em função da necessidade do cronograma de obra, decisão a ser tomada em conjunto com a construtora.

  9. A aplicação do silicone estrutural deve ser feita, preferencialmente, com auxílio de ar comprimido de modo a permitir uma aplicação de forma continua com preenchimento de todo espaço sem que haja presença de bolhas.

  10. As dimensões dos cordões de silicone deverão sem dimensionados, pela empresa fornecedora do silicone, com base nos cálculos dos esforços a que estarão submetidos.

  11. A aplicação e o tipo do silicone devem ser levados em conta os substratos / materiais a ser empregado.

  • Alumínio e concreto: silicone de cura neutra.

  • Alumínio e vidro: silicone de cura neutra.

  • Alumínio e alumínio: silicone de cura acética.

  • Materiais porosos como concreto, alvenaria e granito não utilizar silicone de cura acética.

  • Vidros Laminados não utilizar silicone de cura acética.

  1. Os selantes que estejam armazenados por mais de cinco meses não deverão ser utilizados.


XII Braços de Máximo - ar

  1. A fixação dos braços será com rebites reforçados e com parafusos nos pontos críticos, todos em aço inoxidável AISI 304, não magnéticos. No caso da utilização de rebites POP para a fixação de braços de janelas maxim-ar estes deverão ser de liga especial.

  2. Para a definição do comprimento dos braços verificarem a tabela do fornecedor levando em conta a altura da báscula, a carga máxima admitida, a espessura do vidro e a carga de vento que exercerá sobre a báscula.

  3. Para a instalação seguir as instruções que atendam aos requisitos básicos de desempenho e observar também a NBR 10821:2000 prescrito 4.5.1.2. Quando da fabricação das esquadrias é importante observar a tolerância de corte, o esquadro do marco e da folha e quando da instalação do braço observar o posicionamento e o sistema de frenagem.


XIII Limpeza e conservação dos braços

  1. Observar no momento da sua instalação a existência de cavacos provenientes da furação, pois se ficarem limalhas, isto prejudicará o movimento da guia deslizante durante a abertura e fechamento da folha.

  2. Não utilizar produtos químicos para a limpeza, somente um pincel para retirar possíveis resíduos trazidos pela ação do vento.

  3. Nunca lubrificar, pois todas as peças móveis são revestidas com náilon, material este com propriedades autolubrificantes. A lubrificação é prejudicial ao sistema, pois com oleosidade irá acumular poeira, areia causando maior atrito.


XIV Fechos

  1. Para as janelas de correr serão utilizados fechos tipo concha com trava, não automática, com estrutura de alumínio sem chave. Fixar com altura de 1.400 mm em relação ao nível do piso acabado. Fabricação Udinese, Fermax, Fise.

  2. Para as portas de correr serão utilizados fechos tipo concha com trava, não automática, com estrutura de alumínio com chave. Fixar com altura de 1.000 mm em relação ao nível do piso acabado.

  3. Para as janelas maxim-ar usar fechos tipo punho. Para as folhas com largura maior e igual a 800 mm utilizar dois fechos sendo um à direita e outro à esquerda.


XV Fechaduras

  1. Portas de abrir serão com maçaneta em alumínio MAC 270.


XVI Outros

  1. Para os guarda-corpos colar com silicone estrutural os vidros nos montantes verticais. A fixação dos chumbadores nas cintas de concreto utilizar adesivo à base de resina de epóxi;

12.2.2 Tipo: Porta Veneziana para o Ambiente “Lixo”


12.2.2.1 Aplicação:

  1. Portas a ser instalada no acesso ao ambiente “lixo”.

12.2.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Porta em chapa de alumínio, com dimensões de 90x210cm, totalmente em veneziana ventilada.

  2. Deverão ser confeccionadas em perfis de alumínio ref. Alcoa, linha Gold, com os respectivos acessórios, ref. Udinese.

  3. Toda serralheria será inoxidável ou protegida contra oxidação.

12.2.3 Tipo: Porta Metálica em Grade para a Sala do Cofre


12.2.3.1 Aplicação:

  1. Portas a ser instalada no acesso ao ambiente cofre.

12.2.3.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Porta de ferro com grade com Ø 1/2 c/ proteção antiferruginosa na parte interna da Sala do Cofre.

  2. Toda serralheria será inoxidável ou protegida contra oxidação.

12.3 Portas e Esquadrias Especiais


12.3.1 Tipo: Portas de Madeira Semiocas Revestidas com Laminado de Madeira para Sanitários PNE
12.3.1.1 Aplicação:

  1. Portas de madeira dos sanitários de portadores de necessidades especiais, conforme indicado no projeto de arquitetura.

12.3.1.2 Características Técnicas / Especificação:


I Núcleo

  1. O núcleo das portas deverá ser de lâminas, compensadas, de cedro aromático ou madeira equivalente, capeado com duas folhas, uma em cada face, da mesma madeira.

  2. Outra alternativa para o miolo é a utilização de estrado constituído por peças de madeira (verticais e horizontais) garantindo a estabilidade do conjunto pelo seccionamento destas peças e seus respectivos encaixes.


II Enquadramento

  1. O enquadramento do núcleo será constituído por peças – montante ou pinásio vertical e travessa ou pinásio horizontal – de cedro aromático.

  2. Os montantes ou pináculos verticais deverão ter largura suficiente para que a fechadura fique completamente embutida na peça, assim como os parafusos das dobradiças.


III Capeamento

  1. O adesivo deverá estar perfeitamente homogeneizado.

  2. Para preparo da superfície o adesivo deverá ser aplicado sobre o compensado, com igual parte de água, de forma a fechar todos os poros e melhorar a ancoragem da chapa.

  3. Após a aplicação da demão de preparo deverá ser aplicada a primeira demão para a colagem da chapa. A aplicação será feita com espátula dentada para se obter espalhamento uniforme.

  4. Após 4 horas deverá ser aplicada a segunda demão do adesivo sobre o compensado e uma única demão sobre o verso do laminado melamínico.

  5. Após 30 minutos de secagem (ou até que não ofereça aderência ao toque manual) deverá ser aplicado o laminado de uma extremidade a outra, no sentido longitudinal, aplicando-se pressão manual. Um martelo de borracha deverá ser utilizado partindo do centro para as bordas.

  6. O excesso de cola deverá ser removido com diluente.

  7. O laminado deverá ter a cor e padrão conforme indicação no projeto de arquitetura.

12.3.1.3 Observações:



  1. Deverão ser seguidas as dimensões previstas no projeto de arquitetura.

  2. Está inclusa a instalação de chapa em aço inox, 1mm de espessura, na parte inferior (nas duas faces), com 40cm de altura, bem como puxador horizontal em aço inox, seguindo dimensões e padrões determinados pela NBR 9050.

12.3.2 Módulo Porta


12.3.2.1 Aplicação:

  1. Portas presentes no conjunto de carenagens, no Autoatendimento, para acesso ao corredor de Abastecimento.

12.3.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. O módulo porta é composto por duas folhas de porta com giro simples, fixadas em marcos laterais sem alisar (25mm x 120mm). É composta por:

  • Folha Interna – Porta de madeira com 2 (duas) fechaduras tipo tetra, instaladas a 800 mm e 1700 mm do piso, com altura de giro fixa até 2000 mm. Com marcos embutidos e acabamento em laminado melamínico em todas as faces, cód.: PP-1304 azul marinho (TX), ref.: PERTECH ou equivalente.

Dimensões: 900mm x 1990mm x 40mm

  • Folha Externa – Folha merchandising PFCAR (mm), com acesso através de fecho tipo “vai-e-vem” e ter altura correspondente à altura acabada do painel de fundo da carenagem (PFCAR).

Dimensões: 900mm x 1500mm (caso 01).

  1. O módulo porta pode ser instalado em 2 (dois) casos distintos:

  • Caso 01 – MPOR se encontra adjacente a MCAR

  • Caso 02 – MPOR se encontra adjacente a módulo Merchandising (MM) ou parede contínua (parede técnica).

  1. Marcos, batedores e encabeçamentos de madeira maciça (ipê tabaco), com acabamento em verniz acetinado à base de poliuretano.

  2. Assentamento dos marcos em alvenarias ou divisórias de madeira, perfeitamente aprumadas e desempenadas, sobre duas fitas de espuma autoadesiva de baixa densidade coladas à madeira, para vedação de frestas.

  3. Todos os marcos deverão ser fixados a 10mm acima do piso acabado e a 5mm abaixo da laje acabada ou do forro.

  4. Fixações em madeira com parafuso atarracadela, e em alvenarias com parafusos em buchas de nylon.

12.3.3 Tipo: Portas para Painéis Divisórios Bp Plus


12.3.3.1 Aplicação:

  1. Portas para painéis divisórios.

12.3.3.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Terão as mesmas características dos painéis onde estiverem inseridas, porém o requadro será de madeira maciça submetida a tratamento antifungos e térmitas na serraria. Em locais próximos a portas deverão ser instalados contraventamentos para maior rigidez do conjunto.

12.4 Vidraçaria


I Manipulação

  1. As chapas de vidro serão manipuladas de maneira que não entrem em contato com materiais duros, capazes de acarretar defeitos em suas superfícies e bordos.

  2. A movimentação horizontal e vertical do vidro na obra será estudada adequadamente, de comum acordo com o fornecedor e o construtor.


II Armazenamento

  1. As chapas de vidro serão armazenadas em pilhas, apoiadas em material que não lhes danifique os bordos, com uma inclinação em torno de 6% em relação a vertical.

  2. O Armazenamento será feito em local adequado, ao abrigo da umidade e de contatos que possam danificar ou deteriorar as superfícies de vidro.

  3. As condições do local serão tais que evitem infiltração de poeira entre as chapas

  4. Visando uma melhor preservação das chapas de vidro, o prazo máximo de armazenamento será estabelecido de comum acordo entre o fornecedor e o construtor.


III Remoção de Manchas
III.I Manchas de Irização:

  1. Apresentam-se como manchas colorodas como óleo sobre água e são decorrência de alterações da superfície do vidro pelo ataque químico da água.

  2. A profundidade do ataque é variável , dependendo do tempo de exposição, podendo a remoção das manchas ser efetuadas por polimento superficial.

  3. Quando a irização não for muito acentuada, a superfície do vidro poderá ser lavada com solução aquosa de 5% a 10% de fluoreto de amônia ( produto perigoso de ser manuseado)


III.II Manchas Cinza

  1. Apresentam-se de forma irregular, em pequenos pontos, e são decorrência de depósitos de ácido silícico ( sílica solubilizada)

  2. A remoção dessas manchas será efetuada com uma solução de ácido fluorídrico de 2%a 4% de concentração. Registre-se que esse tipo de limpeza pode atacar as peças metálicas da serralheria, o que exige procedimentos especiais de segurança.

12.4.2 Tipo: Vidro Temperado Incolor – espessura 10mm


12.4.2.1 Aplicação:

  1. No térreo, conforme os locais indicados no projeto de arquitetura.

12.4.2.2 Características Técnicas / Especificação:


I Normas

  1. NBR 7199 – “Projetos, Execução e Aplicações – Vidro na Construção Civil”

  2. NBR 7210 – “Vidros na construção civil”

  3. NBR 9492 – “Vidros de Segurança – Determinação da isibilidade após Ruptura e Segurança contra estilhaços”.

  4. NBR 9493 – “Vidros de segurança – Determinação da resistência ao impacto com Phanton”.


II Condições Gerais

  1. Vidros Planos, lisos, transparentes, incolores, superfícies perfeitamente polidas, apresentando alta resistência conferida por processo térmico de têmpera.

  2. Espessura: 10mm


III Corte e Perfurações

  1. Todos os cortes e perfurações de chapas de vidro temperado serão necessariamente realizados na fábrica antes da operação de têmpera.

  2. Em consequência do que precede, serão cuidadosamente estudadas as dimensões das chapas e suas eventuais perfurações, cujos detalhes serão, em tempo útil, remetidos ao fornecedor.

  3. Todas as arestas das bordas das chapas de vidro temperado serão afeiçoadas de acordo com a aplicação prevista.

  4. As perfurações terão diâmetro mínimo igual à espessura das chapas e máximo igual a 1/3 da largura.

  5. A distância entre a borda do furo e a borda do vidro ou de outro furo não poderá ser inferior ao triplo da espessura da chapa.

  6. A distância da borda do furo vizinho da aresta da chapa não poderá ser inferior a seis vezes a espessura da chapa, respeitando-se a primeira condição.


IV Assentamento

  1. Tendo em vista a impossibilidade de cortes ou perfurações das chapas no canteiro, deverão ser minuciosamente estudados e detalhados os dispositivos de assentamento de vidros temperados, cuidando-se, ainda, de verificar a indeformabilidade e resistência dos elementos de sustentação do conjunto.

  2. No assentamento com grampos ou prendedores, será vedado o contato direto entre elementos metálicos e o vidro, intercalando-se, onde necessário, cartão apropriado que possa ser apertado sem risco de escoamento.

  3. Quando assentes em caixilhos, para evitar quebras provocadas por diferenças muito grandes de temperaturas entre os centros e as bordas das chapas, adotar gaxetas ou baguetes de fixação com altura pequena.

  4. As chapas não ficarão em contato direto com nenhum elemento de sustentação, sendo, para tal fim, colocadas gaxetas de EPDM ou neopreno, na hipótese de assentamento em caixilhos.

  5. Toda a serralheira será inoxidável ou cuidadosamente protegida contra oxidação, a fim de evitar pontos de ferrugem que provocariam a quebra do vidro.

  6. As placas não repousarão sobre toda a extensão de sua borda, mas somente em dois calços cujo afastamento será proporcional ao comprimento da chapa, devendo tais calços ficar a cerca de 1/3 das extremidades.

  7. Assegurar folga da ordem de 3 a 5mm entre o vidro e a esquadria

12.4.2.3 Observações:



  1. Inclui painéis fixos, portas e suas ferragens.

  2. As molas de piso estão em item a parte.

12.4.3 Tipo: Película para Vidro


12.4.3.1 Aplicação:

  1. Para os vidros das esquadrias da passarela.

Características Técnicas / Especificação:



  1. Deverá ser aplicada película com as mesmas características e acabamento do material aplicado nas esquadrias existentes, no edifício sede.

12.4.3.2 Observações:

-

12.4.4 Tipo: Espelho cristal optimirror incolor espessura 5mm


12.4.4.1 Aplicação:

  1. Para todos os sanitários, conforme indicado no projeto de arquitetura.

12.4.4.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Tecnologia Copper-Free com resistência a umidade, oxidação, formação de manchas e corrosão das bordas.

  2. Camada protetora adicional – filme de resina curada por exposição a luz ultravioleta(proteção contra riscos durante o manuseio)

  3. Cor da tinta no verso do espelho: verde


I Método de instalação

  1. Materiais para aplicação:

  • fita dupla face,

  • silicone de cura neutra – base alcoxi

  • luvas de segurança

  • mangotes de segurança

  • óculos de segurança

  • trena

  • pano limpo e macio

  • tesoura

  • álcool isopropílico

  1. Vistoria na parede:

  • Verificar se há irregularidades ou passagem de tubulação de água(quente ou fria) na parede

  • Retirar elementos mecânicos como pregos ou parafusos

  • Para uma instalação de qualidade, não pode haver irregularidades ou qualquer tipo de infiltração ou umidade na parede.

  • Fazer a medição da parede para a marcação do local de instalação

  • Medir a peça

  • Verificar o estado de conservação como riscos, lascas, trincas e etc. Caso haja alguma irregularidade, não faça a instalação.

  • Após a verificação, limpe a parte posterior ( costado) do espelho com um pano limpo e macio embebido em álcool. Coloque sempre o álcool no pano e nunca diretamente sobre a superfície a ser limpa. Passe um pano seco após a limpeza.

  • Utilize equipamentos de segurança

  • Vire o espelho e faça outra vistoria. Verifique se não há nada na mesa que possa danificar a pintura.

  • Apoie novamente a peça e distribua pedaços de fita adesiva sobre o costado. Consulte o fabricante sobre as especificações de quantidade e área a ser coberta.

  • Aplique o silicone em filetes, no sentido das fitas. A altura desses filetes deve ser levemente superior à altura da fita adesiva.

  • Nunca aplique o silicone em formato de pingos, pois o acúmulo de material em uma mesma área dificulta a secagem do silicone e pode causar manchas no espelho.

  • A aplicação das fitas dupla face e do silicone deve sempre ser vertical para permitir a ventilação atrás do espelho e evitar possível condensação de umidade, o que pode causar manchas à peça.

  • Entre dois espelhos deve existir um espaço de, no mínimo, 1mm.

12.5 Ferragens



  1. Observação: as ferragens para as divisórias estão especificadas no item Divisórias.

12.5.1 Tipo: Conjunto de Ferragens para Porta de Madeira


12.5.1.1 Aplicação:

  1. Para instalação em todas as portas de madeira, conforme projeto de arquitetura. Inclui fornecimento e instalação de dobradiças/fechadura/maçaneta.

12.5.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Fechadura/maçaneta tipo alavanca, modelo La Fonte Alumínio, ref. 602-interna-Aee (056)

  2. Dobradiças ref. 485 (4x3 1/2”) da La Fonte.

12.5.1.3 Observações:




12.5.2 Tipo: Conjunto de Ferragens para Porta de Madeira Pivotante


12.5.2.1 Aplicação:

  1. Para instalação nas portas dos gabinetes, conforme projeto de arquitetura. Inclui fornecimento e instalação de dobradiças/fechadura/puxador.

12.5.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Fechadura, modelo La Fonte Alumínio, ref. 602-interna-Aee (056)

  2. Eixo pivotante da La Fonte.

  3. Puxador em aço inox, 1,5mm de espessura, 30mm de diâmetro, 80cm de altura, conforme projeto de arquitetura. As duas extremidades deverão ser fechadas.

12.5.2.3 Observações:




12.5.3 Tipo: Conjunto de Ferragens para Porta de Painel Divisório


12.5.3.1 Aplicação:

  1. Para instalação em todas as portas de divisória, conforme projeto de arquitetura. Inclui fornecimento e instalação de dobradiças/fechadura/maçaneta.

12.5.3.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. As ferragens serão cromadas, sendo colocadas 03 dobradiças tipo Lafonte Ref. 485 (4x3.1/2”) ou equivalente por porta.

  2. As fechaduras/maçanetas serão do tipo alavanca em alumínio Lafonte – Classic Alumínio, Ref. 602 - Externa - AEE (056) ou equivalente.

12.5.4 Tipo: Mola Hidráulica Aérea


12.5.4.1 Aplicação:

  1. Para instalação em todas as portas de madeira.

12.5.4.2 Normas Específicas:


12.5.4.3 Características Técnicas / Especificação:

  1. Mola hidráulica aérea com sistema de desaceleração progressiva da velocidade de abertura. Composta por duas molas, uma comandando a velocidade de fechamento da porta de 180º até 20º e outra comandando o fechamento final de 20º até 0º.

  2. Tamanho 2, modelo VT-200PR, da Dorma cor prata, equivalente ou similar.

  3. Sistema de pinhão e cremalheira.

  4. Braço de parada permitindo manter a porta aberta em qualquer ângulo entre 0ºe 180º.

12.5.4.4 Sistema de Medição:


12.5.5 Tipo: Mola Hidráulica de Piso
12.5.5.1 Aplicação:

  1. Para as portas de vidro temperado do térreo.

12.5.5.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Modelo de referência: BTS 75 V, da Dorma

  2. Deverá ser de uso universal (para portas de batente ou vai e vem), ter eixos intercambiáveis, duas válvulas de regulagem de velocidade e potência progressiva regulável.

  3. Deverá ter resistência a corrosão conforme Norma Europeia EN1154, em grau máximo.

  4. O espelho será ajustável.

  5. Para diminuir o riso de quebra da porta, terá válvula interna de segurança e Backcheck (amortecimento mecânico de abertura da porta).

  6. O fechamento será feito através da utilização de parafuso de ajuste.

13 Pisos
13.1 Preparação de Superfície


13.1.1 Tipo: Preparação do Solo
13.1.1.1 Aplicação:

  1. Para aplicação do piso, no nível térreo.

13.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Antes do início dos serviços, a CONTRATADA deverá submeter à FISCALIZAÇÃO, o plano de lançamento e método de compactação. Deverão ser informados o número de camadas, o material a ser utilizado, o tipo de controle, o tipo de equipamento, etc.

  2. O lançamento deverá ser executado em camadas com cerca de 30cm de espessura.

  3. Após sua compactação a camada deverá estar com, no máximo 20cm de altura.

  4. A umidade do solo deverá estar próxima do nível ótimo, por método manual, admitindo-se variação de, no máximo, 3%.

  5. As camadas serão homogêneas, no que se refere ao tipo de material e umidade.

  6. O material apresentará Índice de Suporte Califórnia (CBR) na ordem de 30%.

  7. Deverá atingir grau de compactação na ordem de 95%, no mínimo (NBR 7182).

  8. Deverão ser executados os seguintes ensaios:

  • Granulometria por peneiramento: NBR 7181;

  • Limite de liquidez: NBR 6459;

  • Limite de plasticidade: NBR 7180;

  • Compactação: NBR 7182;

  • Índice de Suporte Califórnia (CBR): método DNER-DPTM-49-64

  • Densidade “in situ”: método DNER-DPTM-92-64

  1. Ao final da terraplanagem, eventuais diferenças de nível devem ser preenchidas com concreto pobre ou com mistura adensada de cimento-areia no traço 1:20.

  2. O aterro em volta das fundações deverá ser feito com concreto magro ou com mistura de cimento-areia no traço 1:30.

  3. O transporte para preparo do terreno, escavação e aterro será de responsabilidade da CONTRATADA.

13.1.1.3 Observações:




13.1.2 Tipo: Enchimento com Concreto Celular


13.1.2.1 Aplicação:

  1. Para aplicação nos gabinetes, conforme projeto de arquitetura.

13.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Concreto obtido a partir da substituição parcial dos agregados (brita e areia) por células de ar de aproximadamente 0,5 mm de diâmetro distribuídas homogeneamente e quimicamente inertes.

  2. Deverá ser fabricado com peso específico controlado de 300 Kg/m3.

  3. Normas:

  • NBR 12.644/92 - Concreto Celular Espumoso - Determinação da Densidade da Massa Aparente no Estado Fresco - Método de Ensaio;

  • NBR 12.655/92 - Execução de Paredes de Concreto Celular Espumoso Moldadas no Local - Procedimento;

  • NBR 12.646/92 - Paredes de Concreto Celular Espumoso Moldadas no Local - Especificação.

13.1.2.3 Observações:



  1. -

13.2 Pisos em Concreto


13.2.1 Tipo: Cimentado desempenado
13.2.1.1 Aplicação:

  1. Deverá ser utilizado nos locais indicados em projeto de arquitetura.

13.2.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. O piso deve estar limpo (inclusive livre de vegetação) e plano. Os quadros não poderão ter dimensão maiores que 2,5m.

  2. Executar lastro plano de brita corrida ou pedra britada nº 02, com 5 cm de espessura, apiloado com soquete de concreto.

  3. Sobre a base molhada, espalhar a camada de concreto, com fck=13,5 Mpa slump5+_1 e britas nº 1 e nº 2. O espalhamento será uniforme e em quantidade tal que após adensamento por vibrador, reste pouca argamassa a ser removida. Facilitando os trabalhos de acabamento.

  4. Executar acabamento com sarrafeamento do concreto utilizando régua de alumínio apoiada em dias fôrmas paralelas, que serviram como guia, seguido de desempeno e moderado alisamento.

  5. Adicionar por polvilhamento, mistura seca descimento e areia peneirada, no traço 1:3 ( sem adicionar água, antes de terminada a pega do concreto, submetendo a superfície a novo alisamento com desempenadeira de madeira( para acabamento áspero) ou desempenadeira de aço ( para acabamento liso).

  6. Efetuar cura com a superfície continuada mente molhada e protegida por uma camada de 3 cm de areia ou manta geotêxtil durante 3 dias.

  7. O piso deve ter espessura de cerca de 20mm, não sendo permitida em nenhum ponto espessura inferior a 10mm.

13.2.2 Tipo: Cimentado desempenado de Alta Resistência


13.2.2.1 Aplicação:

  1. Deverá ser utilizado nos locais indicados em projeto de arquitetura.

13.2.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. O piso deve estar limpo (inclusive livre de vegetação) e plano. Os quadros não poderão ter dimensão maiores que 2,5m.

  2. Executar lastro plano de brita corrida ou pedra britada nº 02, com 5 cm de espessura, apiloado com soquete de concreto.

  3. Sobre a base molhada, espalhar a camada de concreto, com fck=13,5 Mpa slump5+_1 e britas nº 1 e nº 2. O espalhamento será uniforme e em quantidade tal que após adensamento por vibrador, reste pouca argamassa a ser removida. Facilitando os trabalhos de acabamento.

  4. Executar acabamento com sarrafeamento do concreto utilizando régua de alumínio apoiada em dias fôrmas paralelas, que serviram como guia, seguido de desempeno e moderado alisamento.

  5. Adicionar por polvilhamento, mistura seca descimento e areia peneirada, no traço 1:3 ( sem adicionar água, antes de terminada a pega do concreto, submetendo a superfície a novo alisamento com desempenadeira de madeira( para acabamento áspero) ou desempenadeira de aço ( para acabamento liso).

  6. Efetuar cura com a superfície continuada mente molhada e protegida por uma camada de 3 cm de areia ou manta geotêxtil durante 3 dias.

  7. O piso deve ter espessura de cerca de 20mm, não sendo permitida em nenhum ponto espessura inferior a 10mm.

13.3 Pisos Cerâmicos



  1. Deverão ser seguidas as normas técnicas referentes ao assunto, em especial:

  • NBR 13755 – Revestimento de paredes externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento;

  • NBR 13816 – Placas cerâmicas para revestimento – Terminologia;

  • NBR 13817 – Placas cerâmicas para revestimento – Classificação;

  • NBR 13818 – Placas cerâmicas para revestimento – Especificação e métodos de ensaios

  1. Deverão ser seguidos modelos e marcas dos produtos discriminados no projeto de arquitetura ou nestas especificações. Caso tais produtos tenham saído de linha ou haja dificuldade para seu fornecimento a CONTRATADA deverá formalizar a necessidade de alteração da especificação perante a FISCALIZAÇÃO que, após análise da solicitação, irá providenciar nova especificação.

I Características das Peças Cerâmicas



  1. A caixa do produto deverá conter informações relativas ao tamanho, tonalidade e lote das peças.

  2. Peças consideradas antiderrapantes deverá possuir grau 0,75 de aderência.

  3. Antes da aplicação do produto, deverá ser feito teste de umidade para garantir que não haverá alteração do acabamento das peças em virtude do excesso de umidade.

II Aplicação de Placas Cerâmicas em Lajes



  1. Eliminar todos os resíduos que possam prejudicar a aderência da argamassa de regularização tais como restos de madeira presos ao concreto, partículas soltas, etc.

  2. Caso a laje seja antiga ou muito lisa, deverá ser apicoada.

  3. Umedecer e aplicar camada de pasta de cimento imediatamente antes de aplicar a argamassa de regularização.

III Camada de Regularização



  1. Utilizar argamassa no traço 1:3.

  2. Redobrar atenção aos efeitos da retração, que poderão soltar a argamassa da laje.

  3. Não adicionar hidrófugo.

  4. Deverá ter espessura máxima de 25mm. Caso seja necessária maior espessura, aplicar em camadas sucessivas.

  5. A superfície final deverá ter acabamento áspero com aplicação de desempenadeira de madeira.

  6. Deverá ser dado caimento superficial para os ralos, entre 1,5 a 2,5%.

IV Argamassa de Assentamento



  1. Entre a primeira camada de regularização e a argamassa de assentamento poderá haver as camadas relativas à impermeabilização, tais como camada de proteção, manta de impermeabilização, camada de proteção térmica, etc. Porém, para estes itens, verificar texto específico para Impermeabilização.

  2. O assentamento será procedido a seco, com emprego de argamassa de alta adesividade.

  3. O acabamento será áspero. As emendas deverão ser executadas umedecendo a superfície e aplicando cimento Portland comum formando pasta.

  4. Deverá ser construído gabarito para a correta dosagem de argamassa e água.

  5. Na preparação deverá haver preocupação em se produzir a quantidade necessária de tal modo que o assentamento estará concluído antes do início de pega do cimento.

  6. Deverá ser adicionada água à argamassa de alta adesividade até obter-se consistência pastosa, ou seja, uma parte de água para três a quatro partes de argamassa.

  7. Em seguida, deixar a argamassa preparada “descansar” por um período de 15 minutos, após o que deverá ser executado novo amassamento.

  8. O emprego da argamassa deverá ocorrer, no máximo, até duas horas após o seu preparo, sendo vedada nova adição de água ou de outros produtos.

  9. Aplicar a argamassa em faixas de 60cm de largura com comprimento suficiente para que o assentamento esteja concluído antes do início da pega.

  10. Para locais externos, que recebam insolação ou em grandes panos cerâmicos (superiores a 30m²) deverá ser utilizada argamassa industrial do tipo AC2 ou AC3.

  11. Para assentamentos com junta seca, utilizar argamassa industrial do tipo AC3.

  12. A argamassa será estendida com o lado liso de uma desempenadeira de aço, numa camada uniforme de 3 a 4 milímetros.

  13. Com o lado denteado da mesma desempenadeira de aço, formam-se cordões que possibilitarão o nivelamento dos azulejos ou ladrilhos.

  14. Com esses cordões ainda frescos, deverá ser executado o assentamento, batendo-se um a um como no processo tradicional.

  15. Para peças com dimensão igual ou superior a 30cm deverá ser aplicada dupla colagem, com aplicação de argamassa também na peça cerâmica.

  16. Quando necessário o corte e o furo dos azulejos ou ladrilhos só poderão ser feitos com equipamento próprio para essa finalidade, não se admitindo o processo manual.

  17. Em áreas externas ou em locais com insolação considerável, após o assentamento deverá ser colocada sobre o painel cerâmico recém aplicado uma camada de papelão ao papel tipo Kraft umedecido visando retardar a secagem.

V Assentamento da Placa



  1. Dependendo da absorção das peças cerâmicas recomenda-se a aplicação ou imersão de toda peça em hidrofugante antes do assentamento.

  2. Para perfeito alinhamento, em qualquer sentido, utilizar linha ou cordel. Para nivelamento e controle de caimentos usar régua e nível.

  3. Restos de argamassa durante o assentamento ou rejuntamento deverão ser retirados antes que endureçam.

VI Juntas



  1. Devem ser projetadas antes do início do assentamento

  2. Juntas de dilatação deverão ser previstas para cada 32 m² de painéis contínuos e no encontro de materiais não solidários tais como:

  • em volta de pilares;

  • entre pilares e paredes;

  • entre paredes e vigas.

  1. As juntas deverão possuir 5mm de espessura e, preferencialmente, deverão estar localizadas em pontos imperceptíveis, tais como sob rodapés.

  2. Antes do rejuntamento, verá ser retirado o excesso de argamassa colante e fazer uma verificação, por meio de instrumento não contundente, se não existem peças assentadas apresentando som cavo.

  3. Quando não especificado de forma diversa, as juntas serão corridas e rigorosamente de nível e prumo. A espessura das juntas será de:

  • Azulejos:

          • De 15 x 15 cm: 3,0 mm;

          • De 15 x 20 cm: 3,0 mm.

  • Ladrilhos

          • De 7,5 x 15 cm: 2,0 mm;

          • De 15 x 15 cm: 3,0 mm;

          • De 15 x 20 cm: 3,0 mm;

          • De 20 x 20 cm: 3,0 mm;

          • De 20 x 30 cm: 3 a 5 mm;

          • De 30 x 30 cm: 5 a 6 mm;

          • De 30 x 40 cm: 6 a 8 mm.

  1. Decorridos sete dias do assentamento deverá ser executado o rejuntamento.

  2. De preferência o rejuntamento será executado com argamassa pré-fabricada.

  3. As juntas serão, inicialmente, escovadas e umedecidas, após o que receberão a argamassa de rejuntamento.

  4. Após a aplicação e secagem do rejuntamento deverá ser aplicado selador apropriado para rejuntes.

13.3.2 Tipo: Placa Cerâmica 45x45cm, da Eliane


13.3.2.1 Aplicação:

  1. Nas áreas molhadas e demais locais indicados no projeto de arquitetura.

13.3.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Especificação – cerâmica 45x45cm, Cargo Plus, cor gray, da Eliane, rejunte cinza claro.

13.3.2.3 Observações:



  1. Caso a peça existente não seja mais fabricada, a CONTRATADA deverá fornecer amostras de peças equivalentes para análise e aprovação da FISCALIZAÇÃO.

13.4 Pisos em Pedras Naturais


13.4.1 Tipo: Piso de granito Cinza Andorinha em placas Polido
13.4.1.1 Aplicação:

  1. Nos locais indicados no projeto de arquitetura, em placas e em tamanhos variados.

13.4.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Deverão ser seguidas as dimensões, formas e padrões definidos no projeto de arquitetura.

  2. O serviço deverá ser executado por mão de obra especializada.

  3. Peças rachadas, emendadas, com retoques visíveis de massa ou com veios que comprometam seu aspecto e estabilidade não poderão ser assentadas.

  4. Deverá ser feito estudo de distribuição das peças de forma a garantir uma superfície uniformemente mesclada, sem discrepâncias acentuadas.

  5. Deverá ser obtida uma superfície desempenada e bem nivelada.

  6. Deverão apresentar forma, cor e textura regular nas partes aparentes, faces planas e arestas perfeitamente retas, com juntas secas.

  7. Deverão ser serradas e acabadas sempre na mesma direção.

  8. A CONTRATADA executará todos os rebaixos, recortes, furos e demais intervenções necessárias nas peças para seu perfeito assentamento.

  9. A espessura das juntas não poderá ser superior a 1,5mm.

  10. Prever assentamento através de argamassa colante industrializada, tipo 2.

  11. Prever execução de argamassa de regularização, traço 1:4, com 3cm de espessura.

  12. Não poderá haver circulação na área pavimentada por 5 dias após seu assentamento.

  13. As áreas assentadas deverão permanecer devidamente protegidas durante o período da construção.

  14. Amostras deverão ser previamente submetidas à aprovação da FISCALIZAÇÃO.

  15. A CONTRATADA deverá fornecer à FISCALIZAÇÃO os dados da jazida das peças fornecidas.

13.5 Pisos Especiais


13.5.1 Tipo: Piso Podotátil de Borracha
13.5.1.1 Aplicação:

  1. Na trilha tátil, conforme projeto de arquitetura.

13.5.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  • Deverão ser seguidos modelos e marcas dos produtos discriminados no projeto de arquitetura ou nestas especificações. Caso tais produtos tenham saído de linha ou haja dificuldade para seu fornecimento a CONTRATADA deverá formalizar a necessidade de alteração da especificação perante a FISCALIZAÇÃO que, após análise da solicitação, irá providenciar nova especificação.

I Características técnicas



  1. Material: Borracha

  2. Padrão: alerta e direcional

  3. Dimensões: 250x250 mm

  4. Espessura: 5mm

  5. Cor: Azul Royal

  6. Referência 0240

  7. Fabricante: DAUD ou Borindus ou similar.

II Aplicação



  1. O piso deverá estar isento de manchas de óleo e ou poeira, podendo ser aplicado diretamente sobre mármore, granito e paviflex.

  2. Colado sobre piso existente com cola de contato Petrocola P4000, Una com catalizador ou equivalente.

14 Rodapés, Soleiras e Peitoris


14.1.1 Tipo: Rodapé de granito Cinza Andorinha
14.1.1.1 Aplicação:

  1. Nos locais indicados no projeto de arquitetura, inclusive sob o piso elevado.

14.1.1.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Deverão ser seguidas as dimensões, formas e padrões definidos no projeto de arquitetura.

  2. O serviço deverá ser executado por mão de obra especializada.

  3. Peças rachadas, emendadas, com retoques visíveis de massa ou com veios que comprometam seu aspecto e estabilidade não poderão ser assentadas.

  4. Deverá ser obtida uma superfície desempenada e bem nivelada.

  5. Deverão apresentar forma, cor e textura regular nas partes aparentes, faces planas e arestas perfeitamente retas, com juntas secas.

  6. Deverão ser serradas e acabadas sempre na mesma direção.

  7. A CONTRATADA executará todos os rebaixos, recortes, furos e demais intervenções necessárias nas peças para seu perfeito assentamento.

  8. A espessura das juntas não poderá ser inferior a 1,5mm.

  9. Prever assentamento através de argamassa colante industrializada, tipo 2.

  10. Amostras deverão ser previamente submetidas à aprovação da Fiscalização.

  11. A CONTRATADA deverá fornecer à Fiscalização os dados da jazida das peças fornecidas.

14.1.1.3 Observações:



  1. Prever instalação de perfil de alumínio na face superior do rodapé, conforme detalhe da arquitetura.

14.1.2 Tipo: Soleira de granito Cinza Andorinha


14.1.2.1 Aplicação:

  1. Nos locais indicados no projeto de arquitetura, inclusive sob o piso elevado.

14.1.2.2 Características Técnicas / Especificação:



  1. Deverão ser seguidas as dimensões, formas e padrões definidos no projeto de arquitetura.

  2. O serviço deverá ser executado por mão de obra especializada.

  3. Peças rachadas, emendadas, com retoques visíveis de massa ou com veios que comprometam seu aspecto e estabilidade não poderão ser assentadas.

  4. Deverá ser obtida uma superfície desempenada e bem nivelada.

  5. Deverão apresentar forma, cor e textura regular nas partes aparentes, faces planas e arestas perfeitamente retas, com juntas secas.

  6. Deverão ser serradas e acabadas sempre na mesma direção.

  7. A CONTRATADA executará todos os rebaixos, recortes, furos e demais intervenções necessárias nas peças para seu perfeito assentamento.

  8. A espessura das juntas não poderá ser inferior a 1,5mm.

  9. Prever assentamento através de argamassa colante industrializada, tipo 2.

  10. Amostras deverão ser previamente submetidas à aprovação da Fiscalização.

  11. A CONTRATADA deverá fornecer à Fiscalização os dados da jazida das peças fornecidas.

14.1.2.3 Observações:




14.1.3 Tipo: Peitoril e Portal de granito Cinza Andorinha


14.1.3.1 Aplicação:

  1. Nos locais indicados no projeto de arquitetura,

14.1.3.2 Características Técnicas / Especificação:


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