Nosso editorial



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Encontro11.09.2017
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ENTREVISTAS

Vocês se lembram das entrevistas que eu fazia aqui no JORNALECO? Ando sem tempo para prepará-las e mandar aos colegas, eles e elas. Mas, não custa um colega preparar uma especial, mandar para um colega e com a aquiescência do entrevistado, eu publicarei. É apenas uma volta a mais, mas abrevia o meu tempo.



FOTOGRAFIAS DO BAÚ

Por diversas vezes, publiquei fotos dos nossos tempos de EPF. Mas, de Tenentes, também. A mais recente foi com o Benoni quando andou pela selvagem Região Amazônica. Não quero e nem peço que arranquem as fotos dos álbuns de você. Em absoluto. O que eu peço é apenas a colaboração: como ela pode ser prestada, fica com vocês. Mandem as fotos que eu resolvo.



FOTOGRAFIAS EM FAMÍLIA - Uma das mais recentes, após uma entrevista, foi do 8 – Cavalcanti com a Ida e filhos. Todas as vezes que há um aniversário, casamento, batizado de netos, garanto que uma maquininha estoura uma foto moderninha. E então, meninos e meninas? Existe um cordel de transmitir dados da máquina digital para o cérebro do PC. Depois, é só mandar por e-mail. É como transfusão de sangue...

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VIDA SOCIAL INTENSA
O José Diógenes Pinheiro é aquele rapaz filho do casal Carlos Xavier Pinheiro e de dona Raimunda Pinheiro, nascido em 20-IV-1938 em Jaguaribe – CE. Cresceu, estudou veio para a Capital e fez exame de admissão para a ESCOLA PREPARATÓRIA DE FORTALEZA. Passou em 85º lugar e quando se matriculou, tomou o nº 18 e adotou o nome de guerra Diógenes. Estabeleceu-se no Terceiro Alojamento da 2ª Companhia, a Impoluta. Muito bom na bola militar, foi um atleta de larga visão no campo e no atletismo. Só sei que ele era mais estudioso que atleta. Foi para a cabeça da Turma: tinha mania de marchar ao lado do Maurão, bem na Testa. Pode? No segundo ano passou a integrar a 3ª Companhia, a Soberana. Na AMAN, tomou o numero 422 e foi para a 1ª Cia do Básico: logo com quem? Porquete? O Diógenes estava melhorando de suas voadas quando teve uma recaída. Mas, só ficou bom de novo quando foi para a Engenharia com o Locarno, seu grande compadre. Fez o melhor itinerário de sua vida: foi servir no 4º BECnst e lá casou que uma moça primorosa, a Auxiliadora, a Maria Auxiliadora Cardoso Linhares que adotou o sobrenome real de Pinheiro. Tiveram quatro filhos: Luis Carlos, Alda, Renato e Ângela, cujas letras iniciais formam a palavra LARA. O casal é romântico até nisto. PARABÉNS AO BARATINHA!

Auxiliadora, Diógenes, Ana Maria e Adyr, Cel Pinheiro e esposa.



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REUNIÃO FESTIVA NA CASA DE DONA NEUSA, VIUVA DO GEN GÓES

No dia 17 de abril de 2008, na residência da Dª. Neusa Guedes Barros, esposa do nosso saudoso professor General Góes, o “Mijadinha” e mãe do nosso querido companheiro de turma 29 – Helinho, foi comemorado o 88º aniversário do querido Mestre Helio Guedes, piloto maior da tradicional Mansão dos Inocentes, falecido há 02 anos e irmão da anfitriã.

O evento ocorreu na Praça Mestre Helio Guedes (localizada na residência de dona Neusa) e que foi inaugurada em 09 de outubro de 2006, exatamente no dia em que o casal Dª. Neusa e General Góes completavam 70 anos de um felicíssimo matrimônio.

Eu e a Ana Maria ficamos muito felizes por estar presentes. A seguir algumas fotos da reunião.






Sentados: Ana Maria, Dª. Neusa e Adyr. Em pé: o neto do General Góes, José Góes de Campos Barros Neto, para nós Epefianos o “Mijadinha Neto” e o filho José Guedes.



Um aspecto da comemoração, pois, ninguém é de ferro com destaque para Dª. Neusa, quando o Adyr cantava “Perfídia”, relembrando os tempos de preparatória.



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