Narrador 1: Era uma vez, em um



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Encontro10.07.2018
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CONTOS DE CONTOS

De

Hebinho Cavalcanti

Narrador 1: Era uma vez, em um...

Narrador 2: Parai, perai parou, por favor.

Narrador1: O que foi?

Narrador2: Era uma vez?

Narrador1: Sim, Qual o problema?

Narrador2: Era uma vez é muito antigo meu amigo. Toda historia infantil começa com isso. Nós não combinamos de fazer uma historia inovadora? Vamos mudar esse inicil.

Narrador1: Agente não pode mudar, começar historia infantis com era uma vez, é um clássico.

Narrador2: Mais eu não gostei, e eu também sou narrador. Deixe que eu comece a historia.

Narrador1: Desculpe-me, mais eu me recuso a mudar o inicil. É um clássico, não pode ser mudada. A historia vai começar com era uma vez e pronto.

Narrador2: Pois faça sozinho, eu não vou fazer.

Narrador1: Deixa de besteira, oxe. Vai, começa logo essa historia antes que as crianças e seus pais desistam de assistir.

Narrador2: Certo dia...

Narrador1: Meu Deus do céu abençoa, ele vai começar um infantil com certo dia.

Narrador2: Eu vou começar com era uma vez pra você parar de me perturbar. Era uma vez em uma cidade muito distante, uma menina chamada de bonezinho vermelha.

Narrador1: O correto é chapeuzinho vermelho. Ignorante.

Narrador2: Isso mesmo chapeuzinho vermelho. Ela morava com sua mãe em uma bela casa na floresta.

Narrador1: Uma floresta encantada, com fadas, bruxas e alguns seres encantados.

Narrador2: Chapeuzinho era uma menina muito linda, estudiosa e bem obediente aos mais velhos, certo dia sua vovozinha adoeceu e a mãe de chapeuzinho preocupada pediu para sua filha ir levar um gostoso pudim de leite para sua avó do outro lado da floresta. E disse mais.

Narrador1: Que pudim que nada, isso é muito antigo, ela pediu pra chapeuzinho vermelho levar um delicioso bolo de chocolate.

Narrador2: Tudo bem, um delicioso bolo de chocolate e disse mais.

Mãe de Chapéu: Chapeuzinho tome muito cuidado com o caminho da floresta, para a casa da sua vovó, pegue a trilha da direita, pois dizem que no caminho da esquerda há um feioso e feroz lobo mal que come as pessoas e principalmente crianças.

Chapeuzinho: Ta certo mamãezinha não se preocupe, não vou desobedecê-la. Tchau.

Narrador1: E assim foi chapeuzinho andando e cantando pela floresta.

Chapeuzinho: Pela estrada á fora eu vou bem sozinha...

Narrador1: Quando chapeuzinho vermelho chegou a certo ponto da floresta viu belas flores e decidiu pegar algumas para levar pra sua vovó.

Narrador2: Chapeuzinho ficou tão empolgada pegando as flores que nem percebeu que estava indo pelo caminho da esquerda, o caminho onde vive o lobo mal.

Narrador1: O lobo logo sentiu o doce cheiro do pudim.

Narrador2: Do delicioso bolo de chocolate.

Narrador1: Isso, isso mesmo, do delicioso bolo de chocolate, e logo se escondeu por trás de uma arvore pra ver quem vinha com o saboroso pudim.

Narrador2: Bolo.

Narrador1: Que saco, haha. Um saboroso, delicioso bolo de chocolate. Ele viu a indefesa chapeuzinho e pensou...

Lobo: É hoje que tiro a barriga da miséria. Como um saboroso bolo e ainda de quebra engulo aquela menina.

Narrador2: O lobo metido a inteligente saio correndo pra ir arrumar uma roupa, se disfarçar pra enganar a menina e logo depois devorá-la. Enquanto isso chapeuzinho continuou andando e cantando pela floresta a caminho da casa da vovó, quando derrepente ela esbarra com duas crianças desesperadas.



Narrador1: Você já vai começar a mudar a historia de novo é?

Narrador2: Calma pra que esse estresse? Extress da rugas em?! Deixe comigo, e olha a educação.

Narrador1: Eu não to sendo mal educado.

Narrador2: Eu não falei que você estava sendo mal educado, eu só falei olha a educação.

Narrador1: Ah, vamos parar de falar besteiras e continuar a historia.

Chapeuzinho: Quem são vocês?

João: Eu sou o João.

Maria: E eu sou Maria.

Chapeuzinho: O que vocês estão fazendo aqui na floresta?

Maria: (chorando) Nosso pai junto com a madrasta nos abandonou na floresta e nós nos perdemos.

João: Para de chorar Maria. Nós vamos dar um jeito nisso. Mais e você quem é?

Chapeuzinho: Eu me chamo Chapeuzinho vermelho e estou indo levar esse pudim pra minha vovozinha que esta muito doente. Pudim ou bolo?

Narrador 1 e 2: Bolo.

Chapeuzinho: Isto mesmo, bolo.

João: To com uma fome.

Chapeuzinho: Vamos comigo, lá na casa da vovó tem uns biscoitinhos deliciosos, ai vocês comem e talvez ela possa ate os ajuda-lo.

Maria: Boa idéia. Vamos João, vamos.

Narrador2: Os meninos vão andando e dão de cara com o lobo mal disfarçado.

Lobo: Ora, ora. O que essas criançinhas estão fazendo andando pela floresta?

Chapéu e Maria: Vamos à casa da vovó.

Lobo: E o que tem nessa cestinha?

Chapeuzinho: Um pudim, quer dizer um bolo delicioso que vamos levar pra minha vovozinha que esta muito doente.

Narrador1: Não fala com ele chapéu, meu pai disse que não devemos falar com estranhos.

Lobo: Ora, ora rapazinho, mais eu não sou estranho, podem me chamar de... De... De Pisicó.

Maria: Que nome estranho.

Lobo: E qual é o nome de vocês? (Falam o nome)

Chapeuzinho: Seu Pisocó me desculpe, mais nós temos que ir.

Lobo: Onde mora mesmo a vovozinha?

Chapeuzinho: No final da floresta.

Lobo: Pois tenham cuidado, dizem que tem um lobo a solta e ele come crianças.

Maria: Ta bom seu Pisicó, obrigado, tchau.

João: Ele é estranho. E faz tantas perguntas.

Maria: É nada João, você que é medroso.

Chapéu: Ele era até simpático.

João: Então ta. (saem)

Lobo: A casa da vovozinha em. Vou correndo pra chegar primeiro, papa a vovozinha e... Não, eu vou fazer melhor, vou correndo a casa da bruxa, avisar a ela que tem três molequeis andando pela floresta e vou pedir pra ela os atrasar mais um pouco, de recompensa eu dou os dois pirralhos pra ela fazer uma sopa. (entra a bruxa e o lobo)

Bruxa: Então quer dizer que tem crianças andando pela minha floresta? Interessante, fico muito feliz em saber disso, você está me servindo de grande ajuda seu lobo mal, talvez eu lhe dê uma recompensa por isso.

Lobo: Fique rilex bruxete, a única parada que eu quero é que tu atrase os muleque enquanto eu chego à casa da velha e acabada vovó, ta ligado?

Bruxa: Interessante e o que ganharei com isso?

Lobo: Como tu é minha amiga e parcera, eu vô te da o muleque e a muleca, ta ligado?

Bruxa: Interresante vou aceitar o acordo, mais não pense em me deixar pra traz, ou lhe transformarei em uma lagartixa sem rabo. Agora vá, eu preciso me ajeitar. (sai lobo) Não sei o que fazer a casa de doces não dará mais certo, a maçã envenenada também não, a poção do sono é muito demorada de fazer, não sei o que fazer essas crianças de hoje em dia já conhecem todos os meus truques, já sei, que interessante, ninguém desconfiará desse disfarce, vou me preparar e fazer surpresa. (sai)

Maria: Ai, eu to cansada.

Chapeuzinho: Eu também estou, vamos parar.

Maria: A casa da vovó ainda é muito longe?

Chapeuzinho: Eu não sei, mais acho que nós já deveríamos ter chegado.

Maria: (querendo chorar) Será que estamos perdidos?

Chapeuzinho: Não, mamãe disse que era só eu seguir o caminho da direita e... Será que eu peguei o caminho errado? Não podemos parar, vamos logo.

João: Por que esse desespero Chapeuzinho?

Chapeuzinho: Por que desse lado da floresta tem um lobo que come criançinhas a solta. Vamos logo andem.

Maria: Por favor, chapeuzinho. Vamos parar um pouco, eu estou cansada e com muita fome.

Chapeuzinho: Então ta, vamos descansar mais só um pouquinho. (entra a bruxa disfarçada de uma velha doceira).

Bruxa: Ola, criançinhas. Posso sentar com vocês?

Chapeuzinho: Sim, senhora, deixe que eu a ajude.

Bruxa: Muito obrigado crianças, já não estou tão nova quanto nas outras historias... Quero dizer quanto vocês.

Maria: Isso com a senhora é doce e bombom?

João: Que coisa feia Maria. A senhora me desculpe os mal modos da minha irmã é que nós...

Bruxa: Esta tudo bem, aliás, peguem quanto vocês quiserem vocês estão tão magrinhos.

Chapeuzinho: Mais nós não temos nenhum dinheiro.

Bruxa: Esta tudo bem, crianças gentis como vocês não precisam me pagar.

João: Nós não nos conhecemos de algum lugar?

Bruxa: Talvez, eu sou uma grande vendedora de doces da região. Comam crianças, podem comer.

Todos: Ai, obrigado, brigado.

Bruxa: (para si) Espero que esse lobo não demore muito, já estou ficando impaciente com essas criançinhas.

João: Coma devagar Maria, muito doce da dor de barriga.

Chapeuzinho: E você? Não vai comer João?

João: Não obrigado, eu não confio nessa velha e acho que vocês não deveriam comer esses doces.

Chapeuzinho: Ah, deixa de besteira João.

Maria: Lá vem João com seu medo de novo.

Narrador2: Enquanto a bruxa disfarçada de vendedora de doces intertia as crianças, o lobo colocou um pano vermelho na cabeça e já estava batendo na porta da casa da vovó.

Narrador1: Coitado do lobo, mal o sabe que a vovó não é a mesma de sempre.

Vovó: Quem é?

Lobo: Sou eu vovó, o lobo, ou quero dizer chapeuzinho vermelho sua netinha.

Vovó: Quem?

Lobo: Chapeuzinho.

Vovó: Quem?

Lobo:To entrando vovó parece que a velha alem de acabada ta surda.(entra)



Vovó: Quem é você?

Lobo: Sou chapeuzinho, a senhora não ta me reconhecendo?

Vovó: Você está tão diferente.

Lobo: Mais sou eu vovó, a senhora não me reconhece mais?

Vovó: Reconheço sim minha netinha, venha mais perto, você está tão peluda, já esta na hora de começar a se depilar em, e que mau hálito é esse meu amor, você precisa escovar mais os dentes, meu amor, e esses olhos esbugalhados e imensos, vá ao oculista chapeuzinho, e sua mão, minha netinha ela ta tão caspenta, use um creme que deixa a pele macia.

Lobo: Vovó, ta bom de colocar defeito em mim.

Vovó: Minha netinha que olhos grandes você tem, eu nunca tinha reparado nisso.

Lobo: É pra te ver melhor vovó.

Vovó: E que orelhas longas e compridas que você tem chapeuzinho.

Lobo: É pra ouvir sua linda voz vovó.

Vovó: Chapeuzinho e que nariz é esse? Ta parecendo um fusinho de cachorro.

Lobo: É pra sentir bem o cheiro dos seus biscoitos vovó.

Vovó: Essa é à hora.

Lobo: Vai chegar à parte que eu mais gosto.

Vovó: E que... Você é mesmo a chapeuzinho?

Lobo: Sou sim, sua velha, quero dizer vovozinha.

Vovó: E por que você está com essa boca tão grande?

Lobo: É pra te engolir.

Vovó: Ray á, nem tente me pegar seu lobo mal de uma figa, eu aprendi a lutar caratê.

Lobo: A velha ta muito doida.

Vovó: Saia da minha casa ou terei que usar a força dos meus punhos e pés.

Lobo: Que medo, o que uma velha acabada e surda pode fazer contra mim? Me colocar pra dormir com um chazinho?

Vovó: Sozinha talvez eu não faça muito estrago, mais com a ajuda da minha grande amiga fada Pluminho...

Narrador1: Hei, espera ai, a fada Pluminho? Que fada é essa?

Narrador2: Eu sabia que você não ia saber quem é ela. Vou explicar, fada pluminho é uma fada de historia infantil que abriga em sua casa uma menina que é expulsa de casa por sua madrasta, ai a menina encontra a casa da fada pluminho e fica morando com ela, certo dia a menina foi bater os travesseiros na janela e começou a nevar, fada pluminho viu que a menina era boa e decidiu dar uma recompensa a ela certo dia a menina crio coragem pra voltar pra casa da madrasta e foi, quando chegou na metade do caminho, seu vestido de trapo se transformou em ouro, a historia é mais ou menos assim entendeu? Ou seja, a fada Pluminho é uma fada que ajuda as pessoas boas, e como a vovó é uma pessoa boa, elas são grandes amigas.

Narrador1: Ah ta, acho que entendi. Fada plumindo, depois vou pesquisar na internet.

Narrador2: Onde paramos? Ah, lembrei a vovó junto com sua amiga Pluminho diz que vai acabar com o lobo.

Lobo: Ou que medo, acho que vou urinar nas calcas. O que duas velhotas vão fazer comigo, me colocar pra dormir contando historinhas infantis?

Pluminho: Se eu fosse você, não nos subestimava.

Vovó: É isso ai fada Pluminho, acaba com ele.

Lobo: E o que você vai fazer? Me transformar em um sapo com essa sua varinha?



Pluminho: Isso mesmo. (o lobo da um salto e pega a varinha de Pluminho)

Narrador2: Como a vovó e sua amiga fada Pluminho estavam sem a varinha mágica. Elas decidiram não usar da força, pois como todos sabem a violência não é a opção correta. O lobo viu que a vovó não ia atacá-lo e...

Lobo: Agora que você não esta mais com sua varinhazinha mágica eu vou engoli-las.

Pluminho: Você nunca vai conseguir nos pegar. Vamos correr vovó.

Narrador2: A fada Pluminho e a Vovó começaram a correr ao redor da mesa e o lobo tentando pega-la, enquanto isso, do outro lado da floresta...

Bruxa: Crianças foi muito bom ficar aqui com vocês, mais agora eu tenho que ir.

Maria: Mais já? Eu ainda nem experimentei esse pirulito.

João: Maria, se você continuar comendo esses tanto pirulitos terá carie.

Bruxa: Pode pegar mais menina. Agora eu preciso ir. Adeus. (sai)

Todos: Até mais.

Maria: Ela é simpática ne?

João: Ela é muito estranha.

Maria: Deixa de ser chato João, também você implica com todo mundo.

João: Implico nada.

Maria: Implica sim, chato.

Chapeuzinho: Deixem de brigar, irmãos não podem brigar.

João: É ela, essa criança.

Maria: Criança é você.

Chapéu: Parem os dois, vamos continuar que já esta entardecendo. (saem)

Bruxa: Eu espero que aquele maldito lobo já tenha chegado à casa da vovó, vou olhar na água do meu caldeirão pra ver se vejo alguma coisa. Mais como? Então quer dizer que a Fada Pluminho também mora com a Vovó, que interessante. Aquele lobo inútil não consegue nem prender uma Fada velhota e uma vovozinha que é mais velha que Noé, eu sempre tenho que fazer tudo nessa floresta, pois eu vou lá agora mesmo, abracadabra, sim salabim na casa da vovó vou aparecer agora sim. (desaparece) (entra o lobo e a vovó)

Lobo: Suas velhas malucas deixem de correr eu só quero engoli-las.

Vovó: Você nunca vai nos engolir seu lobo fedorento, feioso e... (batidas na porta)

Ambos: Tem alguém batendo na porta.

Lobo: Vá atender sua velha maluca.

Vovó: Não me chame de maluca, aprenda a respeitar os mais velhos. (bate na porta).

Lobo: vai atender a porta ou noiada.

Pluminha: Vá você seu lobo mal educado, saiba que quando eu pegar minha varinha de volta vou te dar umas belas palmadas no bumbum pra aprender a respeitar os mais velhos.

Lobo: Continua sonhado em velha coroca. (batidas na porta e entra)

Vovó: Quem é?

Chapeuzinho: Sou eu vovó, chapeuzinho.

Vovó: É você mesmo chapeuzinho?

Chapéu: Sim vovó sou eu, sua netinha.

Vovó: Tem certeza?

Chapéu: (entrando) Vovó que barulheira é essa, a senhora ta bem?

Todos: O lobo mal. Ahhhhhh.

Vovó: Corram crianças, corram para o banheiro.

Chapeuzinho: Vovó, a senhora não esta doente?

Vovó: A minha amiga fada Pluminho me curou com sua boa magia.

João e Maria: Que fada?

Pluminho: Eu sou a fada Pluminho, prazer em conhecer vocês crianças.

João: A senhora não é muito velha pra ser fada?

Maria: Que coisa feia João, isso é falta de educação.

Pluminho: (rindo) Não, tudo bem, não é a 1° vez que escuto isso, existem fadas de todas as idades e de varias formas. Eu preferi a forma de humano.

Maria: Então já que a senhora é fada, por que não transforma esse lobo em um ratinho branco bem fofinho?

Pluminho: O lobo pegou minha varinha mágica.

Vovó: Eu acho que agora não é hora conversar sobre isso crianças.

Lobo: Abram essa porta.

Chapeuzinho: Não, só abriremos essa porta quando você for embora.

Lobo: Abram à porta por que se não eu vou soprar e soprar e...

João: Essa não é a historia dos três porquinhos seu lobo feioso.

Narrador2: O lobo fica soprando sem parar a porta do banheiro, mais não tem nenhum resultado e decidiu sentar pra descansar um pouco,

Vovó, Fada Pluminho, Chapeuzinho, João e Maria, já não estavam mais agüentando ficar trancados no banheiro, pois estava fazendo muito calor, João com sua coragem, logo perguntou.



João: Desistiu foi seu lobo fedorento? (entra a bruxa)

Bruxa: O que esta acontecendo Lobo mal? Eu achava que você era mais competente, mais vejo que você não passa de um patético lobo que não consegue nem prender três criancinhas e duas velhas acabada.

Vovó: Quem está na minha casa?

Lobo: A minha velha amiga, a bruxa.

Todos no banheiro: A bruxa?

Bruxa: Sim, A bruxa, suas velhas acabadas e suas crianças gulosas.

Crianças: Crianças gulosas?

Bruxa: Vocês não me reconhecem seus pirralhos? Não gostaram dos meus docinhos? Quando chegarem ao meu castelo eu irei encher vocês de papa de farinha com água e fermento para engordarem bem muito e depois, vou fazer uma sopa de criançinhas.

Crianças: Então era você? Eca.

Vovó e Pluminho: Deixe as crianças em paz sua bruxa feiosa.

Bruxa: cale-se suas velhas acabadas.

Vovó e Pluminho: Velhas acabadas?

Bruxa: Sim, velhas acabadas.

Vovó: (saindo do banheiro) Como ousa nos chamar de velhas acabada em minha própria casa?

Bruxa: Então quer dizer que a minha velha inimiga Fada Pluminho está mesmo por aqui!?

Pluminho: Estou sim, e vou por fim as suas maldades.

Bruxa: (rindo) Você? Uma patética fada a beira da morte.

Chapeuzinho: Agora meninos. (derruba o lobo com uma corda e pega a varinha de Pluminho)

Vovó: Chapeuzinho pegue minha espingarda na cozinha. (sai e volta)

Chapeuzinho: Pronto Vovó. (entrega a arma)

Vovó: hahai, agora eu quero ver quem é que vai rir.

Bruxa: Lobo levante seu traseiro gordo e inútil daí e pegue as crianças, eu pego a vovó e a fada.

Lobo: Eu, eu vou é da no pé, antes que essas velhas acabem comigo. Bruxa: Volte aqui seu lobo medroso, não me deixe sozinha. Dessa vez eu pouparei vocês, mais saibam que eu voltarei pra me vingar. (sai)

Narrador1: O lobo e aquela bruxa se deram mal.

Crianças: Vovó a senhora nós salvou daquele lobo horroroso e daquela bruxa feiosa. Obrigado.

Vovó: Eu não fiz nada minha netinha, quem fez tudo foi minha amiga Pluminho. Agradeça a ela.

Todos: Obrigado Fada Pluminho.

Vovó: E agora eu posso saber o que vocês estavam fazendo andando sozinhos pela floresta?

Chapeuzinho: Mamãe disse que a senhora esta doente e pediu pra eu vim lhe trazer esse pudim, mais pelo que vejo a senhora esta bem melhor.

Pluminho: E vocês dois crianças?

Maria: (chorando) Nosso pai e nossa madrasta nos deixaram na floresta e não foram mais nos buscar, ai saímos andando e nos perdemos.

João: Para de chorar Maria, isso é feio.

Pluminho: Esta tudo bem João, e vocês querem voltar pra casa?

João e Maria: (chorando) Sim, mais nós achamos que nosso pai não nos quer mais.

Pluminho: O seu pai os ama e quer vocês de volta.

João: Mais e nossa madrasta.

Pluminho: Não se preocupe, ela terá o que merece.

Vovó: Você pode levá-los pra casa fada Pluminho?

Pluminho: Como num passe de mágica.

João e Maria: Que bom que bom obrigado chapeuzinho, obrigado Vovó. E a você Fada Pluminho, muito obrigado.

Vovó: Tudo bem, agora chega de choro, vamos comer uns biscoitinhos pra comemorar.

Narrador 1 e 2: Logo após eles lancharem, a Fada Pluminho levou João e Maria para casa, a mãe de chapeuzinho foi pra casa da Vovó e todos viveram felizes para sempre.

FIM



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