Ministério da educaçÃo instituto federal de educaçÃO, ciência e tecnologia – if- al campus palmeira dos índios curso técnico de nível médio integrado em informática palmeira dos índios



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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA – IF- AL

CAMPUS PALMEIRA DOS ÍNDIOS

CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA

PALMEIRA DOS ÍNDIOS

2009

ADMINISTRAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALAGOAS – IFAL

Reitor

Roland dos Santos Gonçalves


Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação

Álvaro José de Oliveira


Pró-Reitor de Extensão

Dácio Camerindo Filho


Pró-Reitor de Administração e Planejamento

Jarbas Alves Cavalcanti


Pró-Reitor de Ensino

José Carlos Pessoa


Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional

Paulo Felisberto da Rocha


Diretor Geral do Campus Maceió

Sérgio Teixeira Costa


Diretora Geral do Campus Marechal Deodoro

Osineide Cavalcanti Farias


Diretor Geral do Campus Palmeira dos Índios

Carlos Guedes Lacerda



Diretor Geral do Campus Satuba

José Jonas de Melo Alves



ADMINISTRAÇÃO CAMPUS PALMEIRA DOS ÍNDIOS

DIREÇÃO GERAL

Carlos Guedes de Lacerda


DIRETORIA DE ENSINO

Israel Crescêncio da Costa


DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E MANUTENÇÃO

Fábio Ribeiro



SUMÁRIO

1. JUSTIFICATIVA

2. OBJETIVOS

3. REQUISITOS DE ACESSO

4. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
6. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO, CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIA ANTERIORES
7. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM APLICADOS AOS ALUNOS
8. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA

9. BIBLIOTECA: ACERVO, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

10. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO

11. CERTIFICADOS E DIPLOMAS

12. PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES

13. ANEXOS






1. JUSTIFICATIVA
Este Plano do Curso de Nível Médio Integrado em Informática na área de Informática é parte integrante das ofertas do IF/AL, no âmbito da educação básica. Está ancorado no marco normativo deste nível de ensino a partir da Lei nº 9.394/96, que é complementada em leis, decretos, pareceres e referenciais curriculares que constituem o arcabouço legal da Educação Profissional de Nível Médio. Nele se fazem presentes, também, elementos constitutivos do Projeto Político Pedagógico (PPP) desta Instituição, evidenciados a partir dos seguintes princípios norteadores: trabalho como princípio educativo, a educação como estratégia de inclusão social, a gestão democrática e participativa e a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

Em um contexto de grandes transformações, notadamente no âmbito tecnológico, a educação profissional não pode se restringir a uma compreensão linear que apenas treina o cidadão para a empregabilidade, e nem a uma visão reducionista, que objetiva simplesmente preparar o trabalhador para executar tarefas instrumentais (BRASIL; 2004). Essa constatação admitida pelo MEC/SETEC ainda enseja, em função das demandas da atual conjuntura social, política, econômica, cultural e tecnológica, “um novo princípio educativo que busque, progressivamente, afastar-se da separação entre as funções intelectuais e as técnicas, com vistas a estruturar uma formação que unifique ciência, tecnologia e trabalho, bem como atividades intelectuais e instrumentais ” (BRASIL; 2004; P.11).

Em função das mudanças na estrutura e na dinâmica do mercado de trabalho, a Lei nº 9394/96 assume uma concepção de Educação Profissional, estabelecendo mecanismos de controle e avaliação da qualidade dos serviços educacionais, orientando um reposicionamento do currículo.

As últimas décadas foram marcadas por um avanço tecnológico e científico jamais imaginado, repercutindo na qualificação profissional e, conseqüentemente, na educação, trazendo significativas alterações no sistema de produção e no processo de trabalho.



Mesmo tendo a clareza de que as circunstâncias atuais exigem um trabalhador preparado para atuar com competência, criatividade e ousadia, diante do atual cenário econômico, não devemos subordinar a educação apenas às exigências do mercado de trabalho.

Nesse sentido, é papel da Educação, fundamentada numa perspectiva humanista, formar cidadãos trabalhadores e conhecedores de seus direitos e obrigações que, a partir da apreensão do conhecimento, da instrumentalização e da compreensão crítica desta sociedade, sejam capazes de empreender uma inserção participativa, em condições de atuar qualitativamente no processo de desenvolvimento econômico e de transformação da realidade.



Dessa forma, o IF/AL, além de reafirmar a educação profissional e tecnológica como direito e bem público, essencial para a promoção do desenvolvimento humano, econômico e social, compromete-se com a redução das desigualdades sociais e regionais; vincula-se ao projeto de nação soberana e desenvolvimento sustentável, incorporando a educação básica como requisito mínimo e direito de todos os trabalhadores, mediados por uma escola pública com qualidade social e tecnológica. Ressalta-se que a intencionalidade aqui exposta, aponta para um modelo de nação cujas bases sejam a inclusão social, o desenvolvimento sustentável e a redução das vulnerabilidades sociais, econômicas, culturais, científicas e tecnológicas.

Assim, afirma-se a oferta de uma educação pública de qualidade, socialmente discutida e construída em processos participativos e democráticos, incorporando experiências que permitam acumular conhecimentos e técnicas, bem como dêem acesso às inovações tecnológicas e ao mundo do trabalho.

Como caminho metodológico para o cumprimento de tamanhos desafios, o papel da Educação deve ser o de apontar para a superação da dicotomia entre o academicismo superficial e a profissionalização estreita, que sempre pautaram a formulação de políticas educacionais para o nosso país.

O Estado de Alagoas possui uma atividade econômica voltada para a agroindústria, o turismo, a pesca, o extrativismo mineral, dentre outras, com potencialidades econômicas em expansão.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra por Domicílio (PNAD,2003), a força de trabalho alagoana compreende, aproximadamente, 1.227.524 habitantes, que representa 54,3% do total da população do Estado com 10 anos ou mais de idade. Portanto, a população economicamente ativa está distribuída em torno de 36,7% nas áreas rurais e 63,3% nas áreas urbanas.

Segundo o Plano Estadual de Educação – PEE/AL 1998/2007 – da Secretaria de Educação do Estado, cerca de 36% (1.025.995 habitantes) da população encontra-se na faixa etária escolar. Infelizmente, desse total, 47,8% encontra-se fora da sala de aula.



Nesse contexto, a ampliação da oferta de Educação Básica torna-se imperativo em razão da escolarização de se constituir em requisitos para potencialização do latente desenvolvimento local. Para tanto, a formação profissional integrada à Educação Básica no âmbito da área de informática, torna-se também uma exigência para responder à perspectiva de desenvolvimento insinuada, especificamente no que se refere a sua contribuição no incremento da dinâmica de outros setores a exemplo da indústria, comércio e serviços.

A informática está, hoje, presente em todas as áreas de atuação profissional, sendo meio produtivo de importância estratégica. É preciso adquirir uma visão sistêmica do processo e de como a informática colabora para alcançar as metas de produção.



No Brasil, conforme dados do centro de estudos sobre as tecnologias da informação e da comunicação – CETIC.BR (HTTP://www.cetic.br/) divulgados em 2006, há uma subutilização do uso de tecnologias de informação e comunicação – TIC. Esses dados indicam que na região nordeste, dos profissionais candidatos ou dos contratados das empresas, 58.80% apresentaram dificuldades relativas a habilidades relacionadas ao hardware do computador; 33.03% tinham dificuldades relativas a habilidades em atividades relacionadas a internet; 36.16% dificuldades relacionadas ao software do computador e 26.91% com outras dificuldades. Assim sendo, fica evidenciada a carência de pessoal com habilidades em TIC nas empresas brasileiras, notadamente no nordeste. Os serviços de comércio eletrônico, governo eletrônico, segurança de rede, dentre outros, nessa região, são atividades ainda incipientes. Dessa forma, há uma potencial demanda para formação de profissionais no âmbito das TIC´s.

Alagoas, como parte do cenário acima descrito, necessita superar esse estágio de debilidades no âmbito da oferta dos serviços de tecnologia da informação. O IF-AL, enquanto instituição de formação profissional, se propõe a ofertar o curso técnico de nível médio em informática, de forma a contribuir com a formação de profissionais em TIC tendo em vista o incremento dos mais variados setores da economia desse estado.

O IF-AL/ CAMPUS-PALMEIRA DOS INDIOS, consciente do seu papel social, entende que não pode prescindir de uma ação efetiva que possibilite responder às demandas do setor de Informática por profissionais que atendam à necessidade do mundo do trabalho emergente no Estado, contribuindo, substancialmente, para a qualidade dos serviços oferecidos nesta área em nossa região.
2. OBJETIVOS
2.1 - Objetivo Geral

Formar profissionais-cidadãos aptos a desenvolver funções no campo de trabalho em áreas de produtos e serviços de tecnologia da informação, com reconhecida competência técnica, política e ética, capazes de se tornarem disseminadores de uma cultura de utilização da tecnologia da informação, em todos os espaços possíveis do setor produtivo, primando por um elevado grau de responsabilidade social.
2.2 - Objetivos Específicos


  • Instalar e utilizar softwares;

  • Diagnosticar e corrigir falhas no funcionamento de computadores;

  • Desenvolver softwares utilizando as técnicas e metodologias adequadas;

  • Desenvolver web sites;

  • Realizar manutenção básica em sistemas de informática;

  • Distinguir e avaliar linguagens e ambientes de programação, aplicando-os no desenvolvimento de software;

  • Identificar meios físicos, dispositivos e padrões de comunicação, reconhecendo as implicações de sua aplicação no ambiente de rede;

  • Identificar a origem de falhas no funcionamento de computadores, periféricos e softwares, avaliando seus efeitos;

  • Utilizar os serviços de sistemas operacionais;

  • Identificar tipos, serviços e funções de servidores;

  • Avaliar e especificar necessidades de treinamento e de suporte técnico aos usuários.



3. REQUISITOS DE ACESSO
O acesso ao Curso Técnico de Nível Médio Integrado em INFORMÁTICA será realizado por meio de processo seletivo aberto ao público para a 1ª série do curso, a candidatos que tenham concluído a última etapa do Ensino Fundamental.

4. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO
A crescente cientificidade da vida social e produtiva exige do cidadão trabalhador, cada vez mais, uma maior apropriação do conhecimento científico, tecnológico e político. Assim sendo, é imperativo que a Escola tenha como missão a formação histórico-crítica do indivíduo, instrumentalizando-o para compreender as relações sociais em que vive e para participar delas enquanto sujeito, nas dimensões política e produtiva, tendo consciência da sua importância para transformar a sociedade, e o conhecimento científico para dominar a natureza.

Dessa forma, o perfil profissional de conclusão que se almeja deve contemplar uma formação integral, que se constitui em socialização competente para a participação social e em qualificação para o trabalho na perspectiva da produção das condições gerais de existência.

Concluídas as etapas acadêmicas da formação, o técnico de nível médio em Informática terá um perfil que lhe possibilite uma inserção social cidadã, a partir do exercício da criticidade, da criatividade, da capacidade de tomar decisões, da observância de princípios éticos, do conhecimento pleno de seus direitos e deveres profissionais e sociais, com capacidade de comunicação oral e escrita, numa perspectiva coletiva de atuação; revelando competência técnica necessária à compreensão do funcionamento do computador e suas possibilidades de configuração, quer isoladamente, quer em ambiente de rede; ao desenvolvimento de programas; à aplicação das técnicas de programação; ao conhecimento do processo de desenvolvimento de software; à aplicação de conceitos de projeto e implementação de banco de dados; à instalação e configuração de computadores isolados ou em redes, periféricos e softwares; à organização da documentação sobre o desenvolvimento de projetos; à execução de ações de treinamento e de suporte técnico.

5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O IF/AL, na perspectiva de cumprimento de sua missão definida como “a formação histórico-crítica do indivíduo, instrumentalizando-o para compreender as relações sociais em que vive, inserindo-se nelas, consciente de sua importância no processo de transformação”, afirmada no seu PPP, requer que a estrutura curricular dos seus cursos tome o trabalho como princípio geral da ação educativa, destacando para tanto adoção dos seguintes princípios para a condução do ensino:

- organização curricular pautada em área de conhecimento e/ou de atuação profissional;

- estabelecimento de eixos comuns a áreas e cursos, cujos componentes curriculares deverão ser privilegiados na proposta pedagógica;

- indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão por meio da indicação de espaços para atividades complementares, para aprofundamento de conhecimentos adquiridos, como forma de fomento do debate, da dúvida, da crítica e, portanto, de construção da vida acadêmica e ampliação dos horizontes culturais e profissionais dos alunos;

- adoção de conteúdo politécnico numa perspectiva histórica;

- opção pelo método teórico/prático, tomando o trabalho como forma de ação transformadora da natureza e de constituição da vida social.



Observando o marco regulatório da educação profissional técnica de nível médio, a organização curricular do Curso de Nível Médio Integrado em Informática é composta de um núcleo comum integrando os componentes curriculares das áreas de Linguagens e Códigos, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, Matemática, todas contemplando as suas Tecnologias; uma parte diversificada constituída por componentes curriculares que possibilitem a compreensão das relações que perpassam a vida social e produtiva e sua articulação com os conhecimentos acadêmicos; e a formação profissional composta por componentes curriculares específicos da área de Informática.

A estrutura curricular do curso Técnico de Nível Médio Integrado em INFORMÁTICA contempla 2133 h para o Núcleo Comum, 200 h para a Parte Diversificada e 1167 h para Formação Profissional e 400 para a Prática Profissional, ficando assim configurado:




CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO DE INFORMÁTICA - CEFET-AL COORDENADORIAS DE ENSINO MÉDIO E TÉCNICO

INDICAÇÃO

DISCIPLINAS

Código

1ª SÉRIE

2ª SÉRIE

3ª SÉRIE

4ª SÉRIE

Total Geral

 

Sem.

Anual

Sem.

Anual

Sem.

Anual

Sem.

Anual

H.A.

H. R.

LEI Nº9394/96, DECRETOS Nº5154/04, PARECERES CNE/CEB Nº39/04 E Nº35/03, RESOLUÇÕES CNE/CEB Nº 04/99, Nº 01/04 E Nº 01/05

NÚCLEO COMUM

Lingua Portuguesa

LINP

3

120

3

120

3

120

1

40

400

333,3

História

HIST

2

80

2

80

2

80

 

 

240

200,0

Geografia

GEOG

2

80

2

80

2

80

 

 

240

200,0

Química

QUIM

2

80

3

120

2

80

 

 

280

233,3

Física

FISC

3

120

3

120

2

80

 

 

320

266,7

Biologia

BIOL

2

80

2

80

2

80

 

 

240

200,0

Matemática

MATE

3

120

3

120

3

120

 

 

360

300,0

Lingua Estrangeira

LING

 

 

2

80

2

80

1

40

200

166,7

Estudo das Artes

ESAR

2

80

 

 

 

 

 

 

80

66,7

Sociologia

SOCI

 

 

 

 

 

 

1

40

40

33,3

Filosofia

FILO

1

40

 

 

 

 

 

 

40

33,3

Educação Física

EDFI

2

80

2

80

 

 

 

 

160

133,3

SUB-TOTAL

 

22

880

22

880

18

720

3

120

2600

2166,7

NÚCLEO INTEGRADOR

Gestão Org. e Seg. Do Trabalho

GOST

 

 

 

 

 

 

2

80

80

66,7

Informática

INFO

3

120

 

 

 

 

 

 

120

100,0

Língua Estrangeira (Espanhol)

LESP

 

 

 

 

 

 

2

80

80

66,7

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUB-TOTAL

 

3

120

 

 

 

 

4

160

280

233,33

NÚCLEO PROFISSIONAL

Introd. À Lógica

INLO

2

80

 

 

 

 

 

 

80

66,7

Algoritmos e Ling Programação

ALPP

3

120





 

 

 

 

120

100,0

Estruturas de dados

ESTD

 

 

2

80

 

 

 

 

80

66,7

Introd. à Banco de Dados

INBD

 

 

3

120

 

 

 

 

120

100,0

Sistemas de Computação

SICO

 

 

3

120

 

 

 

 

120

100,0

Programação Orientada a Objetos

PROO

 

 

 

 

4

160

 

 

160

133,3

Redes de computadores

RECO

 

 

 

 

3

120

 

 

120

100,0

Engenharia de Software

ENGS

 

 

 

 

3

120

 

 

120

100,0

Arquitetura/Gerência de Banco de Dados

AGBD

 

 

 

 

2

80

 

 

80

66,7

Programação WEB

PWEB

 

 

 

 

 

 

4

160

160

133,3

Administração de Redes

ADRD

 

 

 

 

 

 

3

120

120

100,0

Comércio Eletrônico

COEL

 

 

 

 

 

 

2

80

80

66,7

Tópicos Especiais em Informática

TEIN

 

 

 

 

 

 

2

80

80

66,7

SUB-TOTAL

 

5

200

8

320

12

480

11

440

1440

1200,0

 

Prática Profissional

 

 

 

 

 

 

 

12

480

480

400,0

TOTAL POR ANO LETIVO

 

30



30

 

30

 

30

 

4320

4000,0

Observações:



  1. A Educação Física, a partir do 3º Ano, será desenvolvida através de atividades esportivas.

  2. A Prática Profissional poderá ser desenvolvida a partir do 2º Ano por meio de projetos diversos conforme programa deste componente.

5.1 - Prática Profissional
A educação profissional é compreendida como entrelaçamento entre experiências vivenciais e conteúdos/saberes necessários para fazer frente às situações nos âmbitos das relações de trabalho, sociais, históricas e políticas, incidindo também esta compreensão na consolidação da aquisição de conhecimentos gerais e conhecimentos operacionais de forma interativa.

Conjugar a teoria com a prática é fundamento primordial a partir de proposta pedagógica que tenha como base, dentre outros construtos, a interdisciplinaridade, a contextualização e a flexibilidade, enquanto condição para a superação dos limites entre formação geral e profissional com vistas à consecução da profissionalização que se pretende competente.

Assim sendo, em consonância com o que propugna o Projeto Político Pedagógico do IFAL, o Curso Técnico de Nível Médio Integrado em Informática, para alcançar o perfil de formação delineado, o qual contempla uma formação integral que se constitui em socialização competente para a participação social e em qualificação para o trabalho na perspectiva da produção das condições gerais de existência, compreende-se que a prática profissional se configura no espaço, por excelência, de conjugação teoria/prática.

A prática profissional, por concepção, caracteriza-se como um procedimento didático-pedagógico que contextualiza, articula e inter-relaciona os saberes apreendidos, relacionando teoria e prática, a partir da atitude de desconstrução e (re) construção do conhecimento. É, na verdade, condição da superação da simples visão de disciplinas isoladas para a culminância de um processo de formação no qual estudantes e professores são engajados na composição/implementação de alternativas de trabalho pedagógico do qual derivam diversos projetos, decorrentes de descobertas e recriações, além de programas de intervenção/inserção na comunidade/sociedade.

A prática profissional tem por objetivos:

- consolidar os conteúdos estudados ao longo do curso possibilitando ao aluno a integração teoria/prática;

- proporcionar oportunidades para a aplicabilidade orientada dos estudos desenvolvidos durante o curso;

- desenvolver a capacitação de síntese aplicativa do aprendizado adquirido durante o curso;

- acompanhar a produção de relatórios técnicos;

- realizar a avaliação de relatório final.



6. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO, CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
Conhecimentos adquiridos em experiências profissionais podem ser aproveitados a partir de avaliação e certificação de bases científicas trabalhadas no curso. Podem ser aproveitados conhecimentos adquiridos em:


  • Qualificações profissionais ou componentes curriculares de nível técnico concluídos em outros cursos;

  • Cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores;

  • Atividades desenvolvidas no trabalho.


7. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM APLICADOS AOS ALUNOS
A avaliação necessária à prática escolar almejada pelo PPP no IF-AL concebe o processo educativo como um processo de crescimento da visão de mundo, da compreensão da realidade, de abertura intelectual, de desenvolvimento da capacidade de interpretação e de produção do novo, de avaliação das condições de uma determinada realidade. Há que se avaliar, verificando como o conhecimento está se incorporando nos sujeitos, como modifica a sua compreensão de mundo, bem como eleva a sua capacidade de participar da realidade onde está vivendo. Essa avaliação não pode acontecer de forma individualizada, tampouco segmentada. Deve ser empreendida como uma tarefa coletiva e não como uma obrigação formal, burocrática e isolada no processo pedagógico.

Nesse sentido, o desenvolvimento da avaliação da aprendizagem do IF-AL está fundamentado numa concepção emancipatória, da qual possa ser revelado nos sujeitos sociais como efeito da ação educativa, o desenvolvimento de competências e habilidades num plano multidimensional, envolvendo facetas que vão do individual ao sócio-cultural, situacional e processual, que não se confunde com mero ‘desempenho’.

A avaliação da aprendizagem será realizada considerando os aspectos cognitivos, afetivos e psicossociais do educando, apresentando-se em três momentos avaliativos: diagnóstico, formativo e somativo, além de momentos coletivos de auto e heteroavaliação entre os sujeitos do processo de ensino e aprendizagem.



Enfim, o processo de avaliação de aprendizagem do Curso de Nível Médio Integrado em Informática, estabelecerá estratégias pedagógicas que assegurem preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos contemplando os seguintes princípios:

- Contribuição para a melhoria da qualidade do processo educativo, possibilitando a tomada de decisões para o redimensionamento e o aperfeiçoamento do mesmo;

- Adoção de práticas avaliativas emancipatórias tendo como pressupostos o diálogo e a pesquisa, assegurando as formas de participação dos alunos como construtores de sua aprendizagem;

- Assegurar aproveitamento de conhecimentos e experiências mediante a avaliação;

- Garantia de estudos de recuperação paralela ao período letivo;

- Diagnóstico das causas determinantes das dificuldades de aprendizagem, para possível redimensionamento das práticas educativas;

- Diagnóstico das deficiências da organização do processo de ensino, possibilitando reformulação para corrigi-lo;

- Definição de um conjunto de procedimentos que permitam traduzir os resultados em termos quantitativos;

- Adoção de transparência no processo de avaliação, explicitando os critérios (o que, como e para que avaliar) numa perspectiva conjunta e interativa, para alunos e professores;

- Garantia da primazia da avaliação formativa, valorizando os aspectos (cognitivo, psicomotor, afetivo) e as funções (reflexiva e crítica), assegurando o caráter dialógico e emancipatório no processo formativo;

- Instituição do conselho de classe como fórum permanente de análise, discussão e decisão para o acompanhamento dos resultados do processo de ensino e aprendizagem;

- Desenvolvimento de um processo mútuo de avaliação docente/discente como mecanismo de viabilização da melhoria da qualidade do ensino e dos resultados de aprendizagem.­


Para o acompanhamento e controle do processo de aprendizagem desenvolvido no Curso de Nível Médio Integrado em Informática, serão realizadas, ao final de cada período, avaliações do desempenho escolar por cada componente curricular e/ou conjunto de componentes curriculares considerando, também, aspectos de assiduidade e aproveitamento. A assiduidade diz respeito à freqüência às aulas teóricas, aos trabalhos escolares, aos exercícios de aplicação e atividades práticas. O aproveitamento escolar será avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas atividades avaliativas.

Como forma sistemática do processo de avaliação, serão utilizados instrumentos e técnicas diversificados, tais como: prova escrita e oral; observação; auto-avaliação; trabalhos individuais e em grupo; portifólio; projetos temáticos; projetos técnicos e conselho de classe, sobrepondo-se este - o conselho de classe - como espaço privilegiado de avaliação coletiva, constituindo-se, portanto, em instância final de avaliação do processo de aprendizagem vivenciado pelo aluno.


PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO


DOCENTES

FORMAÇÃO

TITULAÇÃO

Abel Coelho da Silva Neto

Licenciatura em Química

Doutorando

Alan Pedro da Silva

Graduação em Ciência da Computação

Doutorando

Aldayr Dantas de Araújo Júnior

Engenharia Elétrica

Mestrando

Alexandre Cunha Machado

Engenheiro Civil

Mestre

Ana Quitéria Menezes de O. Silva

Licenciatura em Letras

Mestranda

André Leite Rocha

Graduação em Administração

Doutorando

André Luis Canuto Duarte Melo

Engenharia Elétrica

Especialista

Antônio Célio Lins do Nascimento

Licenciatura em Música

Especialista

Arnon Cassiano da Silva

Licenciatura em Educação Física

Especialista

Benícia Maria Barros B. Pereira

Licenciatura em Ciências Biológicas

Mestre

Carlos Antônio Alves de Oliveira

Engenharia Elétrica

Doutorando

Carlos Guedes de Lacerda

Engenharia Elétrica

Mestre

Cleusa Salvina Ramos M. Barbosa

Bacharelado em Letras

Doutoranda

Cristine Gonçalves de Castro

Arquiteta

Especialista

Daniel Garcia Teixeira

Engenharia da computação

-

Denise Magalhães Dutra

Licenciatura em Letras

-

Deyvson Rodrigues Cavalcanti

Licenciatura em Filosofia

Doutorando

Eberth Vieira Marques da Silva

Engenharia Elétrica

Especialista

Edja Laurindo da Silva

Engenharia Civil

Mestre

Ednaldo Cavalcante Pimentel

Licenciatura em Eletrônica

-

Elias Alves Feitosa Junior

Licenciatura em Educação Física

Especialista

Elvys Alves Soares

Ciência da Computação

Mestre

Emerson Ferreira de Araújo Lima

Ciência da Computação

Mestre

Eraldo Albuquerque de Oliveira

Engenharia Civil

Especialista

Érico Augusto Cavalcanti Guedes

Ciência da computação

Mestrando

Esmeraldo Lopes

Licenciatura em Sociologia

Doutor

Fábio Ribeiro

Engenharia Elétrica

Mestre

Fernando Jorge de Araújo Silva

Engenharia Civil

Especialista

Fernando Nascimento

Tecnólogo em Sistemas Elétricos

-

Gélio Teotônio Cavalcante

Licenciatura em Matemática

Especialista

Geraldo da Mota Dantas

Licenciatura em Física

-

Gregory Aguiar Caldas Barbosa

Engenharia Civil

Mestrando

Hélcio Beserra do Nascimento

Licenciatura em Matemática

Especialista

Hélio Martins do Nascimento

Ciência da Computação

Mestre

Hosana Cláudia Barbosa B. Brito

Licenciatura em Letras

Mestranda

Israel Crescêncio da Costa

Graduação em Química Industrial

Doutor

Itamar Rodrigues de Barros

Graduação em Ciências Físicas

Especialista

Ivancildo Ferreira dos Santos

Engenharia de Transportes

Mestre

Jean Luis Gomes de Medeiros

Engenharia Civil

Doutorando

Jean Marcelo Barbosa de Oliveira

Licenciatura em Letras

Mestrando

Jesimiel Pinheiro Cavalcante

Engenharia Civil

Especialista

João Carlos de Moura Leal

Engenharia Civil

Mestre

José Arnóbio de Araújo Júnior

Engenharia Elétrica

Especialista

José Assis Santos

Licenciatura em Letras

Mestre

José Cabral Filho

Licenciatura em Ciências

Especialista

José Ivan Oliveira de Freitas

Licenciatura em Ciências

Especialista

Josefa Betânia Silva Costa

Licenciatura em Ciências

Mestranda

Leonaldo José Lyra do Nascimento

Engenharia Elétrica

Doutorando

Lourival Lopes dos Santos Filho

Arquiteto

-

Luciano de Oliveira Nóbrega

Engenharia Civil

Doutor

Marcelo Ricardo B. de Miranda

Licenciatura em Estudos Sociais

Especialista

Marcos Henrique Abreu de Oliveira

Licenciatura em Ciências

Mestre

Marcos Henrique Lucena Serafim

Licenciatura em Letras

Doutor

Maria Edneide Torres Coelho

Licenciatura em Educação Artística

-

Pedro de Albuquerque Ferreira

Licenciatura em Educação Física

-

Quitéra Vieira Belo

Licenciatura em Ciências

Especialista

Roberto Calabria G. da Silva

Licenciatura em História

Mestrando

Roberto Fernandes da Conceição

Graduação em Desenho

Especialização

Roberto Idalino Barros

Licenciatura em História

Especialista

Rodrigo Mero Sarmento da Silva

Engenharia Civil

Mestre

Rodrigo Oliveira Ferreira da Silva

Licenciatura em Física

-

Ronaldo Dionísio da Silva

Licenciatura em Química

Mestrando

Vanusia Amorim Pereira dos Santos

Licenciatura em Letras

Mestranda

Wilson Mendes Cavalcante

Tecnólogo em Sistemas Elétricos

-



TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS

FORMAÇÃO

TITULAÇÃO

Adriana Soares Lira do Nascimento

Licenciatura em Letras

Especialista

Aparecida Maria da Silva

Graduação em Biblioteconomia

Mestranda

Bernardina Alves da Silva

Graduação em Administração

Graduado

Carlos Alberto Souto Silva

Licenciatura em Matemática

Graduado

Carlos Roberto de Melo Cavalcante

Licenciatura em História

Graduado

Celsa Maria Calheiros de Emeri Tenório

Técnica em Enfermagem

Graduanda em Enfermagem

Cícero Francisco de Brito

Graduação em Economia

-

Cristiane Wanderlei Peixoto

Graduação em Pedagogia/ Administração Escolar

Especialista

Daniel Inácio de Lima

Licenciatura em Ciências

Doutorando

Dayse Chaves Cardoso dos Santos

Odontologia

Graduado

Dênio Fernando Calixto Barros

Medicina

Especialista

Djenise Miramar Romão

Licenciatura em Letras

Mestranda

Edilene Torres da Silva

Graduação em Pedagogia/Administração Escolar

Especialista

Elizangela Correia Mariano

Licenciatura em Filosofia

Especialista

Fátima Simone Albuquerque

Licenciatura em Letras

Graduado

Francisco de Assis Lopes Costa

Odontologia

Graduado

Francisco Sobreira de Souza

Licenciatura em História

Graduado

Helder Lira do Nascimento

Graduação em Filosofia

Graduado

Jeane Cleide Bernardo Rocha

Licenciatura em Ciências

Especialista

José Adilson Correia

Licenciatura em Ciências

Graduado

José Antônio da Silva

Licenciatura em História

Graduado

José Gilmar dos Santos Silva

Licenciatura em Letras

Graduado

José Roberto Rodrigues Filho

Graduação em Pedagogia

Especialista

Larisa Andréa Lamenha Tenório

Serviço Social

-

Larisse Coimbra Albuquerque Cerqueira

Psicologia

-

Magaly Rodrigues Lúcio

Graduação em Administração

Graduado

Manoel Messias Ferreira de Lima

Licenciatura em Letras

Graduado

Marcos André Ferreira Granja

Graduação em Agronomia

Graduado

Maria Célia Soares da Silva

Licenciatura em História

Especialista

Maria de Fátima Borges dos Santos

Graduação em Pedagogia/Supervisão

Especialista

Maria Verônica Teixeira Gomes

Graduação em Pedagogia/Supervisão

Especialista

Paulo Roberto Lucio Henrique

Licenciatura em Matemática

Graduado

Virgínia Maria Palmeira Canuto

Medicina

Especialista



9. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA


Laboratório (nº. e/ou nome)

Área (m2)

m2 por estação

m2 por aluno

Laboratório de Informática nº 70

64,00

7,1

3,2

Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)

Windows 98, Officce XP, AVG, WinRar, Corel Draw. Auto CAD

Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)

Qtde.

Especificações

25

Computadores (Pentium IV, Processador de 1.8 GHz, 128 MB de memória e HD de 40 GB)














Laboratório (nº. e/ou nome)

Área (m2)

m2 por estação

m2 por aluno

Laboratório de Informática nº 71

64,00

7,1

3,2

Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)

Windows XP, Officce XP, AVG, WinRar, Corel Draw. Auto CAD

Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)

Qtde.

Especificações

25

Computadores (Pentium IV, Processador de 2.6 GHz, 128 MB de memória e HD de 80 GB)















Laboratório (nº. e/ou nome)

Área (m2)

m2 por estação

m2 por aluno

Biblioteca - LB










Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)

Windows XP, Officce XP, AVG, WinRar, RegCleaner

Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)

Qtde.

Especificações

05

Windows XP, Officce XP, AVG, WinRar,















Laboratório (nº e/ou nome)

Área (m2)

m2 por estação

m2 por aluno

Laboratório de Medidas Elétricas - LME










Descrição (Materiais de Consumo, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)

Diversos materiais de consumo e ferramentas para as aulas práticas.

Equipamentos(Materiais Permanentes)

Qtde.

Especificações

02

MTX 164 equipamento didático modular para treinamento em magnetismo, eltromagnetismo e eletricidade básica, composto de 6 painéis de trabalho, bastidor, cabos de ligação e manuais.

02

Fonte de tensão estabilizada Dialkit F.1000

02

Multímetro Analógico Modelo 462 Engro

06

Multímetro Digital Modelo ET 2050 Minipa

17

Milamperímetro Analógico, 7,5 A – 60 mA – Modelo 600

05

Milamperímetro Analógico, 15 A – 60 mA – Modelo 600

17

Amperímetro Analógico Modelo 600 Engro

05

Multímetro Analógico Modelo 484 Engro

01

Década Resistiva modelo MA 2115 NANSEN

10

Voltímetro de painel analógico, campo de medição 0-250 V

10

Amperímetro de painel analógico, campo de medição 0-12 A

01

Variolt monofásico cursor com escala graduada , ajuste contínuo

01

Fasímetro portátil, classe 0,5

01

Galvanômetro tipo zero central

02

Ponte Kelvin portátil

01

Medidor de resistência de terra 5 faixas

01

Megômetro eletrônico modelo MI 1050 P

01

Indicador de seqüência de fases portátil modelo ISF 600




Laboratório (nº e/ou nome)

Área (m2)

m2 por estação

m2 por aluno

Laboratório de Eletrônica - LEG










Descrição (Materiais de Consumo, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados)

Diversos materiais de consumo e ferramentas para as aulas práticas.

Equipamentos(Materiais Permanentes)

Qtde.

Especificações

18

Década Indutiva Modelo, MA – 2705, NANSEN

10

Milamperímetro Analógico, 15 A – 300 mA – Modelo 600

15

Multímetro Eletrônico Analógico – Modelo 584

10

Multímetro Analógico – Modelo 484

21

Década resistiva Modelo, MA – 2115, NANSEN

12

Década capacitiva Modelo, MA – 2115, NANSEN

01

Galvanômetro, tipo zero central, ENGRO

07

Osciloscópio Analógico, 15 MHz, MINIPA

04

Gerador de funções, indicador digital com 6 dígitos – MINIPA

03

Frequencímetro digital, alcance 1 Hz a 150 MHz – MINIPA

08

Módulos pra práticas de eletrônica digital


O IF-AL/CAMPUS-PI dispõe de uma Biblioteca, contendo espaços para estudo individual e em grupo. A Biblioteca possui um acervo que está dividido por áreas de conhecimento, facilitando, assim, a procura por títulos específicos.


10. CERTIFICADOS E DIPLOMAS EXPEDIDOS AOS CONCLUINTES
Integralizados os componentes curriculares que compõem o Curso Técnico de Nível Médio Integrado em Informática, bem como realizada a prática profissional correspondente, será conferido ao aluno o Diploma de Técnico de Nível Médio em Informática.


11. PROGRAMAS DOS COMPONENTES CURRICULARES DO CURSO



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