Memórias da embap



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Encontro07.11.2018
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Memórias da EMBAP

A Escola de Música e Belas Artes do Paraná – EMBAP, considerada uma das principais instituições de ensino da arte no Estado, terá sua história lembrada na mostra “Memórias da EMBAP” que abre nesta sexta-feira, dia 5, às 18h30, no Hall da Secretaria de Estado da Cultura (R. Ébano Pereira, 240 - Centro). A exposição, que tem entrada franca, vai apresentar 12 obras, entre pinturas, desenhos e esculturas de nomes expressivos das artes plásticas paranaenses como Theodoro De Bona, Osvaldo Lopes, José Peon, Guido Viaro, Lange de Morretes, João Turin e, ainda, será exposta ao público uma partitura original do maestro Bento Mossurunga (autor do Hino do Paraná). A mostra fica aberta até o dia 6 de novembro.

Para a coordenadora da Cosem, Eliana de Moro Réboli, essa será uma oportunidade do público conhecer as obras de arte, fotos e documentos que contam sobre a trajetória artística da EMBAP. “Uma escola que ao longo dos seus quase 60 anos de existência tornou-se uma referência no ensino das artes visuais e musicais do Paraná”. De fato, além dos nomes que estarão presentes na exposição, já passaram por lá outros artistas de renome – que estiveram na escola na função de mestres ou alunos - como Artur Nísio, Erbo Stenzel, Fernando Velozzo, Anah Maria Comodo e tantos outros que fizeram a história da Escola.

História


O movimento em prol da criação da EMBAP surgiu em 1947 na Sociedade de Cultura Artística Brasílio Itiberê, tendo logo recebido o apoio da Academia Paranaense de Letras e de vários órgãos da classe artística paranaense, que elaborou um documento entregue ao governador do Estado Moisés Wille Lupion de Tróia, que destacava a importância da iniciativa. Com o parecer favorável do governador, foi encaminhada mensagem à Assembléia Legislativa do Paraná, resultando no Decreto Estadual 259, de 3 de outubro de 1949, que oficializou a Escola de Música e Belas Artes do Paraná.

Os trabalhos de organização da escola foram confiados ao professor Fernando Corrêa de Azevedo que viajou a diversos lugares para estudar a estrutura de entidades congêneres visando adotar modelos já existentes. Visitou a Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, Escola de Desenho da Associação de Artistas Brasileiros, Escola de Belas Artes de Belo Horizonte, Conservatório Dramático Musical de São Paulo, Escola de Belas Artes de Niterói e o Instituto de Belas Artes do Rio Grande do Sul.

Voltando de viagem, o professor Fernando Corrêa de Azevedo reuniu um grande corpo de professores formado por Altamiro Bevilacqua, Artur Nísio, Benedito Nicolau dos Santos, Bento Mossurunga, Bianca Bianchi, Charlotte Frank, Edgar Chalbaud Sampaio, Estanislau Traple, Francisco Stobbia, Frederico Lange de Morretes, Guilherme Carlos Tiepelmann, Inez Colle Munhoz, Iolanda Fruet Correia, João Ramalho, João Woiski, Jorge Frank, Jorge Kaszás, José Coutinho de Almeida, José Peón, Licio de Lima, Ludwig Seyer, Ludwig Seyer Jr., Luiz Eulógio Zilli, Margarida Solheid Marques, Margarida Zugueib, Natália Lisboa, Oswaldo Lopes, Oswaldo Pilotto, Prudência Ribas, Raul Menssing, Remo de Persis, Renée Devrainne Frank, Severino d'Atri e Waldemar Curt Freyesleben.

As atividades da Escola se iniciaram em 17 de abril de 1948, tendo se instalado em sua atual sede em 1951, no prédio de número 179 da Rua Emiliano Perneta, em Curitiba, após permanecer por 3 anos em uma sede provisória, no número 50 da mesma rua.


Serviço:

Mostra “Memórias da EMBAP”

Abertura: Sexta-feira, dia 05, às 18h30

Local: Hall da Secretaria de Estado da Cultura (Rua Ébano Pereira, 240 - Centro)

Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30.

A mostra permanece aberta até dia 6 de novembro.

Informações (41) 3321- 4701.


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