Luciano reis vasco santana



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LUCIANO REIS


VASCO SANTANA

Um Caso Raro de Popularidade

SeteCaminhos

INTRODUÇÃO

O primeiro lugar entre todas as Artes

pertence à Arte Dramática.

Kante

Vasco Santana foi um dos mais populares actores portugueses da sua época, desenvolvendo a sua actividade pelo teatro, rádio e cinema. Este grande actor foi também um conceituado co-autor de originais de produções teatrais e cinematográficas, bem como tradutor de muitas obras teatrais levadas à cena.

Faz parte dum pequeno grupo de actores “gordos” que imprimiram nos palcos uma forma genial de representação. O primeiro gordo foi o “nosso” Chaby Pinheiro, depois veio o Vasco Santana e, a seguir, João Villaret. Três actores dignos da nossa maior e cuidada atenção.

Era conhecido pelo “Vasquinho”. Em criança, em casa dos seus pais, em Benfica, passava horas a desenhar e a pintar. A família era abastada, com posses suficientes para viver em condições fora do vulgar, consequência da fortuna que o avô materno adquirira no Brasil.

Das paixões de Vasco Santana, para além da predisposição para as artes plásticas, tinha uma forte inclinação para os touros e pelo futebol. Aliás era sócio do Sporting e do Benfica, mantendo sempre os cartões dos dois clubes, chegando mesmo a acompanhar o Sporting ao Brasil. No campo do teatro, cedo se habituou a acompanhar o pai e o tio entre as revistas e as peças onde os dois se envolviam. Também, desde muito novo, manifestou o gosto pela literatura e pela música, bem como pela vida boémia, características da elite artística da época.

Foi também um grande apaixonado pelas mulheres. Delas referimos quatro: a actriz Arminda Martins, donde lhe nasceu Henrique Santana, o seu primeiro filho; a actriz Aldina de Sousa, mãe do seu segundo filho, José Manuel Santana; a actriz Mirita Casimiro, por quem se apaixonou em 1937, por altura dos ensaios no Teatro Maria Vitória da opereta, O Brasileiro Pancrácio, com a qual teve um relacionamento de seis anos; e a Ivone, mãe do seu terceiro filho, João Vasco e que foi a sua última companheira.

Os espectáculos com Vasco Santana eram noites cheias e com sucesso. O público sabia bem que um elenco em que aparecesse o seu nome era um espectáculo que chegava à plateia com uma empatia muito peculiar. Qual o segredo do célebre “Vasquinho” da Canção de Lisboa? - Uma naturalidade assombrosa, a mocidade e a alegria.

Foi considerado um mestre, quer no teatro ligeiro, quer no teatro dramático. Actuações que desenvolvia com simplicidade, forte emoção e sempre com um respeito enorme para com os seus colegas. A este respeito é importante deixarmos aqui uma pequena nota dum episódio passado entre ele e o actor Alves da Cunha, que foi considerado pelos colegas e pelos críticos como um expoente máximo do teatro português1. Numa altura em que Vasco Santana era empresário, deslocou-se ao Teatro Sá da Bandeira, do Porto, para representar a peça, Multa Provável, de autoria de Ramada Curto. Alves da Cunha fazia parte do elenco e estava em plena posse das suas qualidades histriónicas, representando com tal realismo que chegava a originar lágrimas nos olhos de Vasco Santana.

Decorridos quase cinquenta anos da sua morte a vida de Vasco Santana continua a interessar os nossos leitores e a servir de estudo a todos aqueles que se dedicam à Arte de Representar.

O desaparecimento de Vasco Santana não pode virar luto nacional, porque o país precisa da memória deste actor; deste grande actor, que foi um exemplo de profissionalismo e de carácter no universo artístico e uma peça fundamental no Teatro Português. Apenas com 60 anos de idade, ele deixou no panorama nacional de todos os tempos: no campo da farsa, da comédia e da revista, uma lacuna e um lugar vago numa obra que não poderá ser esquecida.

Vamos pois falar deste actor, embora resumidamente, para não desaparecer da história do nosso Teatro. Vasco escreveu cerca de cem peças e interpretou mais de duzentos trabalhos, ao lado dos maiores artistas da cena portuguesa. Vamos falar deste Vasco que teve um triunfo pessoal na rádio, onde foi o inesquecível “Zéquinha”, programa que foi considerado o maior êxito radiofónico em Portugal.

1. Filho de Artista, Artista é

Fazer arte é tornar o mundo mais belo, porque a obra de arte, uma vez feita, constitui beleza objectiva, beleza acrescentada à que há no mundo. Fazer arte é aumentar a vida, porque é aumentar a compreensão ou a consciência dela.


Fernando Pessoa

Vasco Santana, de seu nome completo, Vasco António Rodrigues Santana, nasceu em Lisboa a 28 de Janeiro de 1898, onde faleceu a 13 de Junho de 1958, por volta das nove horas da manhã. Era filho de Henrique Santana e de Filomena Santana; sobrinho de Luís Galhardo, primo de Luís e José Galhardo e pai do actor Henrique Santana.

O seu pai foi actor, encenador, aderecista, decorador teatral e autor teatral. Nasceu em Lisboa no dia 8 de Outubro de 1873 e faleceu a 13 de Setembro de 1935. Henrique Santana tinha o Curso de Ciências da Escola Politécnica de Lisboa e o 2º ano da Escola Médico Cirúrgica. Antes de ingressar no teatro foi professor, onde leccionou as disciplinas de Filosofia, Matemática e Desenho.

Estreou-se no teatro a 3 de Julho de 1914 no Teatro República, contratado pela empresa de Oliveira Soares e Lino Ferreira, para participar na peça Pão Nosso. O leque de espectáculos em que participou foi imenso e variado. Desse universo referimos, entre outras, a sua participação nas peças: Seca e Meca, Feira da Vida, Capote e Lenço, Às de Ouros, Semana de 9 Dias, Tiro ao Alvo, Amor, Beijo, Mulher Artificial, Aqui d’El Rei, Dominó, Papagaio Real, Revista de Praxedes, Burro em Pé, Cló Cló, Sinos de Corneville, Fungagá, Sonho Dourado, Bichinha Gata, Gato Preto, Gata Borralheira, Segredo da Morgada, Tenho Dito, Caldo Verde e Frei Tomás.

Um dos seus maiores êxitos como ensaiador foi na revista de André Brun, a Cidade Onde a Gente se Aborrece, obra musicada por Nicolino Milano e Alves Coelho, com a interpretação, entre outros, de Maria de Lurdes Cabral, Álvaro de Almeida, Teresa Gomes, Alice Ogando e Jorge Roldão, levada à cena no Éden -Teatro em 1925.


1.1. Luís Galhardo

O seu tio Luís Galhardo nasceu em Lisboa no ano de 1874, onde faleceu em 1929.

Seguiu a carreira militar, tendo sido promovido a tenente-coronel em 1910, da qual se demitiu.

Jornalista, autor e empresário teatral, foi uma das personalidades mais activas do teatro português nas duas primeiras décadas do século XX, explorando diversos teatros do país e organizando companhias que percorreram as províncias, as ilhas e o Brasil. No período de 1916 a 1918 e 1919 a 1921, foi administrador do Teatro Nacional.

Sob o pseudónimo de Luís de Aquino, escreveu uma grande quantidade de revistas, que alcançaram, a maioria delas, grande êxito, designadamente: Ó da Guarda, em colaboração com Barbosa Júnior. Música de Filipe Duarte, estreada no Teatro do Príncipe Real em 1907; O 31, em parceria com Alberto Barbosa e Pereira Coelho, estreada em 1913 no Teatro Avenida; e Água-Pé, escrita em colaboração com Alberto Barbosa, Lourenço Rodrigues, Xavier de Magalhães e Carvalho Mourão, levada à cena em 1927, também no Teatro Avenida.

Escreveu o drama em 4 actos, A Primeira Pedra, levado à cena no Teatro do Ginásio em 1899, e a comédia de costumes em 3 actos Os Pelintras. Traduziu Papá Lebonnard, de Jean Aicard, em colaboração com Manuel Penteado, 1898 e Um Inimigo do Povo, de Ibsen, em 1900.

Deve-se a Luís Galhardo a criação do Éden – Teatro, do Parque Mayer e dos teatros Maria Vitória e Variedades.

Foi chefe de redacção do jornal A Época, fundado em 1902.



1.2. Henrique Santana

O seu filho, Henrique Santana, nasceu em Lisboa em 1922, onde faleceu no ano de 1995.

A sua carreira teatral como autor, actor, encenador e empresário foi brilhante, durante mais de 30 anos. Começou como autor aos 18 anos. Depois desenvolveu também a sua actividade por numerosas traduções, adaptações e colaborador em revistas.

A sua produção como autor em peças originais é a seguinte: Um Fantasma Chamado Isabel, representada no Teatro Monumental em 1958; Três em Lua de Mel, escrita em parceria com Francisco Ribeiro e levada à cena no Teatro Variedades em 1961; Aqui Há Fantasmas, estreada também neste teatro um ano depois; A Barraca, em colaboração com Francisco Ribeiro, em 1963, no Teatro Monumental; O Gato, comédia num prólogo e 2 actos, levada à cena também no Teatro Monumental em 1963, com a interpretação de Henrique Santana, Irene Isidro, Costinha, Maria Helena Matos, António Silva, Alina Vaz, Fernanda Figueiredo, Henrique Viana, Palmira Ferreira, Luís Horta e Luísa Durão; Mora Agora e Paga Depois, no Teatro Capitólio, 1966; Amor 68, Teatro Variedades, 1968; e Os Elefantes Não Sentem as Pulgas, estreada no Teatro Monumental em 1969.

Como co-autor em revistas, aqui deixamos também a indicação de alguns títulos que tiveram a sua colaboração: Acerta o Passo, 1960; Ó Zé Aperta o Cinto, 1971; Cá Vamos Pagando e Rindo e Pronto a Despir, 1972; Ver, Ouvir e Calar, 1973; Até Parece Mentira, 1974; Força, Força, Camarada Zé, 1975; O Bombo da Festa, 1976; Alto e Para o Baile, Aldeia da Roupa Suja e E Tudo São Bento Levou, 1978; Rei, Capitão, Soldado, Ladrão e Mais Vale Sá que Mal Acompanhado, 1979; Não Deites Foguetes e Ó Patego Olha o Balão, 1980; e Não Há nada Para Ninguém, 1981.

Criou e dirigiu a célebre Companhia de Teatro Alegre que esteve 14 anos em actividade. Esta empresa apresentou peças por todo o país, e em Angola, Moçambique, Brasil e África do Sul, integrando nomes como Maria Matos, Vasco Santana, Laura Alves, António Silva, João Villaret, Rui de Carvalho, Paulo Renato e Eunice Muñoz, entre outros.

Como actor contracenou no Teatro Nacional D. Maria II, na peça A Avó Lisboa, ao lado de Palmira Bastos e de seu pai Vasco Santana, em 1956. Adaptou para o cinema as suas peças: Aqui Há Fantasmas e O Costa de África.

O género que ficou mais identificado com esta personalidade artística, principalmente na memória do grande público, foi a revista, em que se estreou a pedido de Vasco Morgado no Teatro Monumental, vindo depois, no Parque Mayer a ser um dos seus grandes dinamizadores.



2. Exímio na Representação

O artista é a forma mais alta do homem superior. O santo é do tipo dos anjos, cujo mister é crescer; o sábio é do tipo dos arcanjos, cujo mister é com prender; o artista, porém, é do tipo dos deuses, cujo mister é criar.


Fernando Pessoa

Vasco Santana fez os estudos preparatórios no Liceu Passos Manuel. No ano lectivo de 1916-1917, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes. Estudou pintura e frequentou a Escola de Arte de Representar do Conservatório Nacional de Lisboa. Jogou futebol no Clube Atlético de Lisboa, que ajudou a fundar. No Teatro, foi actor, autor, ensaiador, cenógrafo, tradutor e empresário.

O seu início na arte de representar, começou desde muito novo, frequentando com assiduidade os teatros de Lisboa e, algumas vezes, representando em grupos de teatro de amadores sem, no entanto, ter ambição de abraçar a carreira profissional. Essa situação aconteceu dum acaso fortuito: adoecera o actor que fazia o compère da revista O Beijo, em representação no Teatro Avenida. Um dia Vasco Santana que passara de trem, à porta daquele teatro, para assistir a uma tourada, foi solicitado pelos empresários Luís Galhardo e Armando de Vasconcelos para substituir o artista doente. E, assim, sem o desejar, sem prever que ia lançar-se, para sempre, na actividade teatral, iniciava a sua carreira em 21 de Outubro de 1917.

Vasco Santana era frequentador assíduo daquele teatro, pois era sobrinho do empresário Luís Galhardo e conhecia bem a peça e o papel. Nas palavras de Vasco Santana: “Quis resistir, mas não era possível teimar com o meu tio. Meteram-se numa grande mala, que assim entrava o compadre da revista, pediram-se ao público desculpa da substituição da última hora e atiraram-me para a cena, transido de medo”.

A sua estreia agradou excepcionalmente, pelo que os empresários não o largaram mais. Nascia assim em Portugal um grande actor, um excelente artista condenado ao triunfo. Meses depois trabalhava no Éden, contratado pelo seu tio, onde entrou depois na revista Às de Oiros. Teve autoria da parceria da letra de José Moreno e Alberto Barbosa e Tomás Del Negro, Venceslau Pinto e Luz Júnior, da parte da música. O elenco foi constituído por Vasco Santana, Nascimento Fernandes, Carlos Leal, Amélia Pereira, Flora Dyson, Ema de Oliveira, Amadeu Ferrari e Laura Costa.

Daí, em diante, viveu exclusivamente para o teatro, alcançando um triunfo rápido na simpatia do público, logo nos seus primeiros papéis. Dotado de um enorme poder de comunicabilidade, característica do seu temperamento, tornou-se popular quase de um dia para o outro. Provocava a hilariedade com processos sóbrios, que dir-se-ia serem eles o seu condão irresistível. Peças banais, mal construídas, mal escritas, chegavam, consequência do seu talento, a converter-se em êxitos perduráveis. O seu prestígio de actor cómico era tão grande no público, que, muitas vezes, só com o aparecer no palco, despertava o riso.

Interpretou primeiro muitas operetas nacionais e estrangeiras, entre elas: A Prima Inglesa, As Pupilas do Senhor Reitor, Última Valsa, Fasquita e Casta Susana. Foi depois nas chamadas revistas, cuja quantidade e qualidade aumentou ao longo de mais de vinte e cinco anos, o intérprete ideal de grande número de figuras populares, pitorescas, exóticas, algumas das quais ficaram: pelo cuidado da sua composição, pela caricatura, pela profunda observação psicológica, criações inolvidáveis.

Vasco Santana esteve junto com a actriz Aldina de Sousa2, vindo esta a falecer quando se estreou O Meu Menino. Do seu casamento, em 1945, com a actriz Mirita Casimiro3, resultou um trabalho em conjunto, que, durante algum tempo, nos deu operetas e revistas de muito sucesso. É deste período a revista Alto lá com o Charuto, que bateu o "record" de permanência em cena, naquela década.

A sua actividade na rádio ficou assinalada, principalmente, nos célebres diálogos da "Lélé e do Zequinha", realizados pela Emissora Nacional. O público auditor distinguiu-o como o cómico número um das emissões radiofónicas portuguesas.

Fez também programas de televisão, onde contracenou, entre outros actores, com o seu filho, Henrique Santana.

No decorrer da sua vida artística teve oportunidade de trabalhar, com actores da sua craveira, sendo de assinalar, Alves da Cunha, António Silva, Maria Matos, Teresa Gomes, Beatriz Costa, Laura Alves, para além de muitos e muitos outros.

Fez várias digressões artísticas ao Brasil e às ilhas e percorreu, várias vezes, Portugal de lés a lés.

O cinema nacional deve-lhe alguns dos seus triunfos. Tornou-se o intérprete de muitos filmes cómicos, entre eles a famosa Canção de Lisboa, realizado por Cottinelli Telmo, no papel de "Vasquinho", e uma série de outras participações se lhe fica devendo, como em Camões e em O Comissário de Polícia.

3. Percurso Artístico

Como Actor

Ser artista é ser alguém

Que bonito é ser artista

Ver as coisas mais além

Do que alcança a nossa vista!
António Aleixo

Segue-se um resumo da sua interpretação nos vários estilos artísticos. Mais à frente no ponto alusivo à parte de autor, apresentamos outras produções onde Vasco Santana acumulou a função de actor com a de autor ou tradutor.



3.1. Teatro Declamado

Vasco Santana nasceu para o triunfo e, felizmente, em todos os géneros artísticos. Ele foi um actor insubstituível e inesquecível nos mais variados tipos populares.

Em 1926 participa na opereta, Roma Galante, levada à cena no Teatro São Luís pela companhia de operetas de Armando Vasconcelos4. Nesta companhia manteve-se alguns anos. Foi um grande êxito do ponto de vista económico e artístico e teve um grande destaque a parceria cenográfica desta produção, composta por Renda, Serra e Amâncio.

Em 1932 participa no sucesso de Desculpa, ó Caetano, formando uma dupla com António Silva a que a comunicação social dá os mais calorosos elogios. Aliás ficaram célebres as cenas que Vasco Santana contracenou com António Silva, quer no teatro, quer no cinema, principalmente em A Canção de Lisboa.

Enquanto esteve casado com Mirita Casimiro, designadamente entre 1940 a 1946, representou quase sempre a seu lado. São desta época a interpretação nas operetas Ribatejo, Colete Encarnado e A Invasão, para além de várias revistas, nomeadamente em: A Grande Paródia, Aleluia, Cantiga da Rua, Baile de Máscaras e em Alto lá com o Charuto.

Sendo um dos maiores actores portugueses do seu tempo, soube também estar atento no campo empresarial. Criou uma companhia de comédias com o seu nome, responsável pela apresentação de estrondosas produções e que foram, a maioria delas, campeões de bilheteira e que fizeram de Vasco Santana um actor em constante êxito. Das peças produzidas pela sua companhia, referimos os títulos de: O Homem da Massa, O Costa de África, Uma Visita que não Bateu à Porta, O Domador de Sogras, O Amor Perfeito, Marido em Experiência, Desculpa, Ó Caetano, O Conde Barão, Andam Maridos no Ar e O Caso Barton.




Cronologia

Apresentamos um resumo das fichas técnicas e artísticas, de algumas destas peças.


O MILAGRE DA ALDEIA, opereta de autoria de Raul Leal, Alfredo Gameiro e Artur Horta. Música do maestro Fão. Interpretação de Ausenda Oliveira, Sales Ribeiro, Sofia Santos e Vasco Santana, estreada em 1923.
RATO DE HOTEL, opereta em 3 actos de autoria de Feliciano Santos, Luna de Oliveira e António Horta e Costa, musica de Filipe Duarte, estreada no Teatro de S. Luís em Abril de 1925, com a interpretação de Fernando Pereira, Vasco Santana, José Victor, Carlos Viana, Sebastião Ribeiro, Fernando Rodrigues, Contreiras, Ausenda de Oliveira, Aldina de Sousa, Sofia Santos, Dulce de Almeida e Judite Marques.
ROMA GALANTE, opereta, estreada no Teatro de São Luís por Armando de Vasconcelos. Interpretação de Vasco Santana e Sofia Santos, estreada em 1926.
PAGANINI, opereta, estreada no S. Luís em 1927. Interpretação de Vasco Santana, Ausenda de Oliveira, Sofia Santos, Aldina Sousa, Sílvio Vieira.
BAIRRO ALTO, opereta em 2 actos e 6 quadros de autoria de Avelino de Sousa, com música de Venceslau Pinto, Alves Coelho e Raul Portela, estreada em 22 de Abril de 1927 no Teatro S. Luís, pela companhia de Armando de Vasconcelos. Interpretação de Vasco Santana, Aldina de Sousa, Izilda de Vasconcelos, Sofia Santos, Maria Alvarez, Cecília Mendes, Louzalira Neves, Evangelina Correia, Salvador Braga, Aurélio Ribeiro, Fernando Pereira, Sebastião Ribeiro, Fernando Rodrigues, Carlos Viana, Júlio Burgos, António Paiva, Raul Pancada, António Matos, Luís Ferreira e Baptista Dinis.

Este espectáculo teve um grande agrado do público, vindo colocar em foco o excelente papel do autor Avelino de Sousa e da orientação de Armando de Vasconcelos e a feliz interpretação de Vasco Santana.



DESCULPA, Ó CAETANO!, farsa musical de 3 actos de Angel Custódio e Fernandez Rica, adaptada por Carlos do Vale, com música de Raul Portela. Ensaiada por Augusto Soares, teve a interpretação de Vasco Santana, José Gambôa, Reginaldo Duarte, Maria Emília Rodrigues, António Silva, Filomena Silva, Santos Carvalho, Josefina Silva, Evangelista Bastos, Olinda Lopes, Amélia Pereira e José dos Santos, estreada no Teatro Variedades no ano de 1932. Em 18 de Fevereiro de 1948, o empresário Piero, apresentou neste teatro esta farsa, encenada por Carlos Viana e com um elenco onde o Vasco Santana interpretava ao lado de Elvira Velez, Álvaro Leal, Barroso Lopes, Maria Luísa, Carminda Pereira, Graziela Mendes, Henrique Santana, Rosina Rego, Emílio Correia, Maria Alberta e Henrique Pereira. É também com este empresário que sobe à cena no dia 16 de Novembro deste ano a comédia em 1 prólogo, 2 actos e 3 quadros de Garcia Alvarez e Muñoz Seca, com arranjos de João do Monte, intitulada Do Céu Caiu Uma Velha, e que foi interpretada pelo Vasco Santana, Elvira Velez, Barroso Lopes, Carminda Pereira, Graziela Mendes, Maria Luísa, Henrique Santana, Humilta Macedo, Carlos Viana, Maria Alberta, Carlos Barros, Luísa Cólon, Alfredo Pereira, Emílio Correia, Rosina Rego, Ruy Ferrão, Lina Tavares, Henrique Pereira, Branca Velez e João Guerra.
O BRASILEIRO PANCRÁCIO, opereta estreada em 1933 no Teatro Maria Vitória e interpretada, entre outros, por Mirita Casimiro, Filomena Lima, Josefina Silva, Elvira Velez, Vasco Santana, António Silva, Alberto Glusa, Solares Correia, Barroso Lopes e Sales Ribeiro.
CORAÇÃO DE ALFAMA, opereta cuja interpretação esteve a cargo de: Vasco Santana, António Silva, Filomena Lima, Maria Albertina, Abílio Alves, Virgínia Soler, Alberto Ghira, Josefina Silva, Zulmira Miranda, Alberto Reis, Aida Ultz, Artur Rodrigues e Albertina Oliveira, entre outros, estreada em 1935.
O COLETE ENCARNADO, opereta de autoria de José Galhardo, com música de Raul Ferrão. Foi estreada no Teatro Apolo em 1940 e teve com protagonistas Vasco Santana e Mirita Casimiro.
A MULHER DO PADEIRO, opereta com original de Arnaldo Leite e Heitor de Campos Monteiro. Interpretação: Mirita Casimiro, Vasco Santana, Costinha, Luísa Durão, Alberto Ghira, Domingos Marques, Zita Trindade, Beatriz de Almeida, Carlos Viana, João Pio e Peggy & Humberto, levada à cena no Teatro Maria Vitória em 1944.
CHUVA DE FILHOS, de Margaret Mayo. Adaptação de João Soler. Música de Fernando Carvalho. Encenação de Vasco Santana. Cenografia e figurinos de Pinto de Campos e Hernâni. Interpretação de Mirita Casimiro, Vasco Santana, Álvaro Benamor, Eunice Muñoz, Maria Fernanda, Carminda Pereira, Isabel de Carvalho, Hortense Rizzo e João Pio, estreada no Teatro Variedades a 24 de Julho de 1945.
AQUELA SANTTA SENHORA, comédia estreada no Teatro Apolo em 1947, com a presença de Vasco Santana, Irene Isidro e António Silva.
A SENHORA DA ATALAIA, opereta, original de “Uns e Outros”. Música: Venceslau Pinto, Raul Portela e Raul Ferrão. Interpretação: Mirita Casimiro, Filomena Casado, Elvira Velez, Josefina Silva, Maria Cristina, Zulmira Miranda, Evangelina Bastos, Cesária Henriques, Zita Trindade, Elvira de Figueiredo, Lina Tavares, Amélia Vaz, Arlete de Almeida, Natália Costa, Vasco Santana, António Silva, Alberto Reis, Alves Costa, Barroso Lopes, Artur Rodrigues, Reginaldo Duarte, Mário Fernandes e Domingos Costa, estreada em 1947 no Teatro Maria Vitória.
INVASÃO, comédia com a participação, entre outros, de Vasco Santana, Ribeirinho, Maria Matos e Irene Isidro, levada à cena no Teatro Variedades em 1949.
QUEM MANDA SÃO ELAS, comédia em 1 prólogo e 3 actos de autoria de Carlos Llopis, com tradução de João Bastos. Interpretação de Vasco Santana, Maria Matos, Maria Helena, Graziela Mendes, Maria Alberta, António Silva, Ribeirinho, Mário Santos, Henrique Santana e Holbeche Bastos, estreada no Teatro Variedades em 1949.
NINPTCHKA, de Melchior Lengyel. Tradução de Luís Galhardo (Filho). Encenação de Vasco Santana. Cenografia de Henrique Santana. Interpretada por Maria Matos, Vasco Santana, Eunice Muñoz, Igrejas Caeiro, Alberto Ghira, Mário Santos, Emílio Correia, Holbeche Bastos e Maria Helena Matos, estreada no Teatro Maria Vitória em 28 de Outubro de 1950. Neste mesmo ano, Vasco Santana participa ainda neste teatro, nas seguintes produções: a comédia, SUA EXCELÊNCIA O BEBÉ, ao lado de Maria Helena Matos, Elvira Velez, Alberto Ghira, Henrique Santana e Maria Alberta; a comédia O PADRE PIEDADE, de Carlos Arniches. Adaptação de Alberto Barbosa e José Galhardo. Cenografia de Vasco Santana. Interpretação de: Vasco Santana, Eunice Muñoz, Hortense Luz, Maria Helena Matos, Igrejas Caeiro, Constança Navarro, Mário Santos, Dinah Stichini, Emílio Correia, Cremilda de Sousa, João Guerra, Mimi Muñoz, António Sarmento, Rosa Silvestre, Holbeche Bastos, Maria Alberta e Alberto Ghira, estreada no dia 28 de Novembro. No Teatro Variedades, em 1950, entrou também nas produções: a comédia, QUEM MANDA SÃO ELAS!, ao lado de Maria Matos com quem empresariou esta peça, interpretando também os artistas António Silva, Ribeirinho, Henrique Santana, Maria Schulze, Emílio Correia, Luz Veloso, Holbeche Bastos, Rosa Silvestre e Maria Helena Matos; a farsa O MEU MENINO, junto de Irene Isidro e António Silva; a comédia O DOMADOR DE SOGRAS, arranjo de João Bastos, Félix Bermudes e Hermano Neves, com a participação de Maria Matos, Irene Isidro, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Maria Schulze, Luz Veloso, Holbeche Bastos, Emílio Correia e António Silva; A LEITEIRA DE ENTRE-ARROIOS, opereta em 3 actos, original de Penha Coutinho, extraída dum conto de Júlio Dinis. Com música de Filipe Duarte. Interpretação de Vasco Santana, que fez a personagem do Abade Domingos, ao lado de António Silva, Elvira Velez, Maria Paula, Carlos Alves, Alberto Reis, Maria Guinaut, Orlando Settimelli, Alberto Ribeiro, Graziela Mendes, Maria Alberta, Maria Luizette, Mário Santos, Rosa Silvestre e Holbeche Bastos, estreada a 28 de Janeiro de 1950 no Teatro Variedades.

MULTA PROVÁVEL, peça de Ramada Curto, levada à cena no Teatro Maria Vitória em 1951, com a participação de Maria Matos, Alves da Cunha e Vasco Santana.

SUA EXCELÊNCIA O BEBÉ, comédia apresentada em 1952 no Teatro Maria Vitória, com um elenco constituído pelos actores Vasco Santana, Maria Helena Matos, Elvira Velez, Alberto Ghira, Henrique Santana, Rosa Silvestre e Maria Alberta.
MARIDO EM EXPERIÊNCIA, comédia de Carlos Llopis, adaptada por Luís Galhardo. Encenação: António Sacramento. Interpretação de Vasco Santana, Emílio Correia, Maria Schultz, Maria Helena, Henrique Santana, Emílio Correia, Maria Schultz e Holbeche Bastos, estreada no Teatro Variedades no ano de 1952. Neste ano e neste teatro, também entrou na comédia de Joaquim Calvo Sotelo, versão portuguesa de Fernando Santos e Almeida Amaral, intitulada UMA VISITA QUE NÃO BATEU À PORTA, junto de António Silva e Maria Helena Matos; em O HOMEM DA MASSA, comédia interpretada pelo Vasco Santana, Maria Lalande, Ribeirinho, Hortense Luz e Maria Helena Matos. A comédia Uma Visita que não Bateu à Porta, obteve o Prémio Nacional de Teatro Jacinto Benavente. A encenação esteve a cargo de António Sacramento. A sua companhia de comédias levou à cena neste ano e neste teatro também a comédia em 3 actos de Jean Guitton, O AMOR PERFEITO, traduzida por Alberto Barbosa. A obra foi encanada por António Sacramento e teve a interpretação de Maria Lalande, Vasco Santana, Ribeirinho, Maria Helena Matos, Santos Carvalho e Henrique Santana.
O PATO, farsa de George Feydeau, adaptada por José Freitas. Encenação de Vasco Santana. Interpretação de Vasco Santana, Ribeirinho, Costinha, Hortense Luz, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Luísa Durão, Artur Semedo, Maria Schultz, Branca Saldanha, Maria Alberta, Mário Pedro, Holbeche Bastos e Baltazar de Azevedo, estreada no Teatro Variedades em 1953. É também neste ano que a sua companhia de comédias estreia neste teatro a farsa em 3 actos O COSTA D’ÁFRICA, original de Dicente (pai) e Dicente (filho), adaptada por Santos Ribeiro. A direcção do espectáculo e montagem foi de Henrique Santana e a interpretação esteve a cargo do Vasco Santana, António Silva, Ribeirinho, Costinha, Henrique Santana, Luís de Campos, Emílio Correia, Holbeche Bastos, Hortense Luz, Maria Helena Matos, Maria Schulze, Pepita de Abreu, Rosa Silvestre e Maria Alberta; ANDAM MARIDOS NO AR, comédia em 3 actos, original de Armont e Nancey, adaptada por Ricardo Lima. A direcção artística foi de Vasco Santana e a interpretação foi constituída por Vasco Santana, Ribeirinho, Costinha, Hortense Luz, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Luísa Durão, Luís de Campos, Maria Schultz, Branca Saldanha, Maria Alberta e Holbeche Bastos; O CONDE BARÃO, comédia em 3 actos, original de Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos. A encenação foi de Vasco Santana e a representação de Vasco Santana, Ribeirinho, Costinha, Hortense Luz, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Luísa Durão, Artur Semedo, Pepita D’Abreu, Maria Schulze, Branca Saldanha, Maria Alberta, Mário Pedro, Holbeche Bastos, Baltazar de Azevedo e Carlos Wallenstein.
OS IRMÃOS MEIRELLES, comédia em 3 actos de G. Deval e Henequin, com arranjos de Santos Ribeiro. Encenação de Vasco Santana. Interpretação de Vasco Santana, Ribeirinho, Costinha, Hortense Luz, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Luísa Durão, Maria Schulze, Branca Saldanha e Maria Alberta, estreada no Teatro Variedades no ano de 1954. Neste ano participa também neste teatro na peça em 3 actos e 4 quadros, O CASO BARTON, de Georges Berr e Louis Verneuil, junto com seu filho Henrique Santana, Brunilde Júdice, Maria Lalande, Hortense Luz, Costinha, Holbeche Bastos, Alves da Costa, Mário Pedro, Maria Helena Matos e Ribeirinho; CASEI COM UM ANJO, farsa em 3 actos, de autoria de Wascary Janos, traduzida por Estêvão Torok e Domingos de Freitas. Cenários de Pinto de Campos e interpretação de Hortense Luz, Laura Alves, Rui de Carvalho, Aida Baptista, Carlos Duarte, Henrique Santana, Carmen Mendes, Holbeche Bastos, Maria Helena Matos, Armando Cortez, José Maria Rodrigues, Maria Luizette, Helena Marques, Vasco Santana, Fernanda Borsatti e Carlos Wallenstein; PERDEU-SE UM MARIDO, original de Manuel Frederico Pressler, encenada por Armando Cortez e interpretada pela Laura Alves, Vasco Santana, Assis Pacheco, Costinha, Carlos Alves, Hortense Luz, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Aida Baptista, Carlos Wallenstein, Fernanda Borsatti, Holbeche Bastos e José Maria Rodrigues, levada à cena no Teatro Monumental.

AVÓ LISBOA, de autoria de Leitão de Barros. A encenação e cenografia foi do próprio Leitão de Barros e Vasco Santana, representou ao lado de Palmira Bastos, Erico Braga, Pedro Lemos, Luz Veloso e Hortense Luz. A peça foi apresentada em 1956 no Teatro Nacional de D. Maria II, pela Companhia Amélia Rey Colaço-Robles. Neste ano participa também no elenco que leva à cena a farsa policial em 3 actos, DAQUI FALA O MORTO!, original de Carlos Llopis, com adaptação de Carlos Lopes. A interpretação esteve a cargo de Laura Alves, Vasco Santana, Henrique Santos, Maria Helena Matos, Henrique Santana, João Villaret, Paulo Renato, Alma Flora, Fernando Muralha, Maria Schultz e Ricardo Nunes; CONSPIRADORA, peça em 4 actos, de autoria de Vasco de Mendonça Alves, encenada por Pedro Lemos, cenários de Pinto de Campos, com a interpretação dos artistas: Palmira Bastos, Laura Alves, Alma Flora, Hortense Luz, Samwel Diniz, Vasco Santana, Costinha, Rogério Paulo, Luís Filipe, Paulo Renato, Canto e Castro, Maria Helena Matos, Adelina Campos, Lily Neves, Fernanda Borsatti, Paiva Raposo, Henrique Santos, Raul Solnado, Holbeche Bastos e Fernando Muralha, estreada no Teatro Monumental; TESTEMUNHA DE ACUSAÇÃO, melodrama de crime e mistério original de Agatha Christie, versão portuguesa de Francisco Marques dos Santos. A direcção foi de Henrique Santana e foi representada por Maria Schulze, Holbeche Bastos, Henrique Santos, Henrique Santana, Vasco Santana, Fernando Gusmão, Irene Isidro, Rui de Carvalho, Virgílio Macieira, Paulo Renato, Carlos Alves, Hortense Luz, Carlos Duarte e Susana Prado.

O MILAGRE DA PRAÇA DA ALEGRIA, comédia em 3 actos de autoria de Joaquim Calvo Sotelo, com versão portuguesa de Carlos Lopes. Encenação de Henrique Santana. Interpretação de Vasco Santana, Irene Isidro, Costinha, Hortense Luz, Carlos Alves, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Luísa Durão, Henrique Santos, Maria Schultze, Rui de Carvalho, Fernando Gusmão e Maria Manuela; ELA NÃO GOSTAVA DO CRIADO, farsa em 3 actos de António e Henrique Paso, adaptada por Carlos do Vale. Encenação de Vasco Santana e direcção de Henrique Santana. Interpretação de Vasco Santana, Irene Isidro, Costinha, Hortense Luz, Manuel Santos Carvalho, Carlos Alves, Henrique Santana, Luísa Durão, Maria Schultze, Fernando Gusmão, Augusto Costa e Maria Manuela, ambas as produções estreadas no Teatro Variedades de 1957.
TRÊS RAPAZES E UMA RAPARIGA, peça em três actos de Roger Ferdinand, traduzida por António Lopes Ribeiro, estreada em 15 de Novembro de 1957, com a interpretação de Vasco Santana, Maria Helena Matos, Henrique Santana, João Perry, Raul Solnado e Maria Manuela; OS BÉBES, farsa americana de Margaret Mayo, encenada por Maria Helena Matos e interpretada por Laura Alves, Vasco Santana, Costinha, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Luísa Durão, Joaquim Miranda, Maria Alberta, Maria Manuela e Maria Natália, estreada no Teatro Monumental.

No início do ano da sua morte ainda participa no elenco de UMA NORA IDEAL, comédia em 3 actos, original do autor português Manuel Frederico Pressler. Com a encenação de Maria Helena Matos e cenografia de Reinaldo Martins, foi estreada em 14 de Janeiro de 1958, com a participação de Laura Alves, Vasco Santana, Assis Pacheco, Costinha, Maria Helena Matos, Henrique Santana, Camilo de Oliveira, Luísa Durão, Mário Pereira, Maria Manuela e Maria Natália. Participou igualmente em UM FANTASMA CHAMADO ISABEL, farsa em 3 actos de autoria de Henrique Santana, apresentada pelos Comediantes Populares de Lisboa, com a colaboração de Laura Alves, Vasco Santana, Maria Helena Matos, Carmen Mendes, Maria Alberta, Maria Manuela, Assis Pacheco, Henrique Santana, Costinha e Alberto Ghira, cuja encenação coube a Henrique Santana, representada no Teatro Monumental.




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