Lista de livros para resenha da Segunda Avaliação



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Encontro13.07.2018
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Lista de livros para resenha da Segunda Avaliação

Professora Ronize Aline

ABADE, Daniela. Crônicos. Rio de Janeiro: Agir, 2004. Romance.

Daniela constrói seu romance como se fosse um arquivo. A cada nome corresponde uma história que, pouco a pouco, via se ligando a outra, e outra, e outra.


CALLADO, Ana Arruda. Uma aula de matar. Rio de Janeiro: Rocco, 2003. Romance policial.

Trata-se de um crime ambientado na fogueira de vaidades do meio acadêmico. Às vésperas de um concurso para professor titular de um dos institutos da universidade, o concorrente mais forte à vaga aparece morto na piscina do condomínio onde mora. As suspeitas recaem sobre a única concorrente mulher, que tem um passado de prisão política. O síndico do prédio, um militar, é amigo do delegado, que por sua vez tem um irmão que foi torturador do Doi-Codi.


CUENCA, João Paulo. Corpo Presente. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2003. Romance.

É o mergulho radical de um homem em suas obsessões. Seu narrador atravessa ruas, noites e mulheres em busca de um amor perdido ou impossível, uma Carmem que não é de ópera ou ficção, mas da Copacabana suja e sedutora.


GAMBA JR., Nilton Gonçalves. O que a noite conta. Rio de Janeiro: 7Letras, 2002. Contos.

Esse livro é o resultado de uma experiência em que os contos aqui apresentados foram escritos e revisados online, permitindo que os leitores pudessem acompanhar o processo e intervir com críticas por e-mail. Os dez contos trazem em si diferentes estilos que vão da fragmentação caótica até a estrutura clássica da fábula, tentando dar conta da multiplicidade de aspectos que devem coexistir para criar uma crônica contemporânea.


GARAMBONE, Sidney. O caçador de barangas. Rio de Janeiro: 7Letras, 2000. Contos.

Por trás da aparente banalidade das vidas dos personagens de seus contos, Sidney


Garambone planta pequenas iluminações, frases curtas, pensamentos que dão uma estatura surpreendentemente filosófica a filas de banco, feiras livres e balas Juquinha. Quase nada de novo acontece na vida desse povo, composto de humanos e não de seres, uma distinção interessante que o leitor há de conhecer em breve. Garambone se aproxima desse universo com uma sem-cerimônia que posta seus contos na fronteira da crônica jornalística.
LEMINSKI, Paulo. Gozo Fabuloso. São Paulo: DBA Artes Gráficas, 2004. Contos.

Contos inéditos do poeta curitibano que morreu em 1989. Narrativas que fogem muitas vezes da linearidade.


LISBOA, Adriana. Um beijo de Colombina. Rio de Janeiro: Rocco, 2003. Romance.

Teresa foi engolida pelo mar de Mangaratiba. Teresa, escritora talentosa, deixou para trás um pequenino apartamento em Vila Isabel, um romance por terminar, alguns livros na estante e um vazio incômodo no peito do homem que a aguardava. E agora?


MOUTINHO, Marcelo. Memória dos Barcos. Rio de Janeiro: 7Letras, 2001. Contos.

Os contos desse jovem autor têm quase um tom de crônica, ou prosa-poética. Envolvem pela delicadeza e sensibilidade.



Paralelos – 17 contos da nova literatura brasileira. Rio de Janeiro: Agir, 2004. Contos.


Contos de 17 novos autores que fizeram sua estréia no site literário Paralelos (www.parelos.org)
Prosas Cariocas – uma nova cartografia do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2004. Contos.

Este livro reúne 17 contos de novos autores tendo como temática a cidade do Rio de Janeiro. Assim, cada conto tem como pano de fundo um bairro da cidade.


SANTOS, Joaquim Ferreira dos Santos. Benditas sejam as moças. As crônicas de Antônio Maria. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. Crônicas.

Crônicas de Antônio Maria que saíram pela primeira vez no jornal Ùltima Hora, do Rio, de 1959 a 1961. Antônio Maria tratava com maestria dos assuntos da cidade.


VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Clube dos Anjos. Coleção Plenos Pecados. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 1998. Romance/Suspense.

Nenhum deles pôde resistir à tentação. Sentar-se à mesa com os amigos, saborear o seu prato preferido e se entregar ao prazer de comer, louca e apaixonadamente. Depois a morte. Essa é uma aventura tão envolvente quanto a amizade daqueles dez homens – dez, nunca mais do que dez, até que a morte ou as mulheres os separassem. Eles tinham em comum uma afinidade animal e também o exercício de uma arte única: a gastronomia como prazer cultural e desafio filosófico. Até que um perverso e misterioso cozinheiro apareceu – ou teria sido Daniel, o narrador, o autor intelectual dos crimes aqui descritos?



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