Lição 4 o cuidado e o conforto do Criador Pág



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Lição 4 O cuidado e o conforto do Criador Pág.



Capítulo 2

Dias de ministério
No lar do pescador, em Cafarnaum, a mãe da esposa de Pedro “estava enferma com muita febre; e rogaram-Lhe por ela”. Lucas 4:38. Jesus “tocou-lhe na mão, e a febre a deixou; e levantou-se e serviu-os” [ao Salvador e a Seus discípulos]. Mateus 8:15. {CBV 29.1}

A notícia se espalhou rapidamente. O milagre fora operado no sábado e, por medo dos rabis, o povo não ousava ir para ser curado antes do pôr-do-sol. Então, das casas, lojas e mercados, os habitantes da cidade dirigiram-se para a humilde habitação que abrigava Jesus. Os enfermos eram levados em padiolas, iam apoiados em bordões ou, amparados por amigos, cambaleavam debilmente até à presença do Salvador. {CBV 29.2}

Hora após hora, entravam e saíam; pois ninguém sabia se no dia seguinte ainda Se encontraria entre eles o Médico divino. Nunca antes testemunhara Cafarnaum um dia semelhante a esse. O ar estava cheio de vozes de triunfo e de exclamações de livramento. {CBV 29.3}

Enquanto o último sofredor não foi socorrido, Jesus não cessou Seu trabalho. Era tarde da noite quando a multidão partiu e se fez silêncio em casa de Simão. Findara o longo dia cheio de agitação, e Jesus buscou repouso. Mas, enquanto a cidade se achava imersa no sono, o Salvador “levantando-Se de manhã muito cedo, estando ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava”. Marcos 1:35. {CBV 29.4}

De manhã cedo, Pedro e seus companheiros foram ao encontro de Jesus, dizendo que o povo de Cafarnaum já O estava procurando. Com surpresa, ouviram as palavras de Cristo: “Também é necessário que Eu anuncie a outras cidades o evangelho do reino de Deus, porque para isso fui enviado.” Lucas 4:43. {CBV 30.1}

Na agitação de que Cafarnaum se achava então possuída, havia perigo que se perdesse de vista o objetivo de Sua missão. Jesus não Se satisfazia em atrair a atenção para Si mesmo unicamente como um operador de maravilhas, ou alguém que curasse as doenças do corpo. Queria atrair as pessoas a Si como seu Salvador. O povo estava ansioso de crer que Ele viera como rei para estabelecer um reino terrestre, mas Ele lhes desejava desviar a mente do terreno para o espiritual. Um êxito meramente mundano Lhe estorvaria a obra. {CBV 31.1}

E a admiração da descuidosa massa era chocante ao Seu espírito. Nenhum egoísmo tinha parte em Sua vida. A homenagem prestada pelo mundo à posição, à riqueza ou ao talento era coisa estranha ao Filho do homem. Jesus não Se servia de nenhum dos meios que os homens empregam para conseguir a lealdade ou atrair homenagem. Séculos antes de Seu nascimento, fora profetizado a Seu respeito: “Não clamará, não Se exaltará, nem fará ouvir a Sua voz na praça. A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; em verdade, produzirá o juízo.” Isaías 42:2-3. {CBV 31.2}

Os fariseus procuravam distinção por meio de seu escrupuloso cerimonialismo, e pela ostentação de seu culto e suas caridades. Provavam o zelo que tinham pela religião tornando-a objeto de discussões. As disputas entre as seitas oponentes eram ruidosas e longas, e não raro se ouvia nas ruas o som de irritadas questões entre doutores da lei. {CBV 32.1}

Em notável contraste com tudo isso estava a vida de Jesus. Nessa vida não se via nunca ruidosa disputa, nem ostentoso culto, nem actos que visassem a aplausos. Cristo estava escondido em Deus, e Deus era revelado no caráter de Seu Filho. Era a essa revelação que Jesus desejava dirigir a mente do povo. {CBV 32.2}

O Sol da Justiça não irrompia sobre o mundo em esplendor, para deslumbrar os sentidos com Sua glória. Está escrito de Cristo: “Como a alva, será a Sua saída.” Oseias 6:3. Calma e suavemente rompe a luz matinal sobre a terra, dissipando as trevas e despertando o mundo para a vida. Assim surgiu o Sol da Justiça, “trazendo salvação nas Suas asas”. Malaquias 4:2. {CBV 32.3}

Eis aqui o Meu Servo, a quem sustenho,

O Meu Eleito, em quem Se compraz a Minha alma.” {CBV 33.1}

Isaías 42:1.

Foste a fortaleza do pobre

E a fortaleza do necessitado na sua angústia;

Refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor.” {CBV 33.2}

Isaías 25:4.

Assim diz Deus, o Senhor,

Que criou os céus, e os estendeu,

E formou a Terra e a tudo quanto produz,

Que dá a respiração ao povo que nela está

E o espírito, aos que andam nela.

Eu, o Senhor, Te chamei em justiça,

E Te tomarei pela mão,

E Te guardarei, e Te darei por concerto do povo

E para luz dos gentios;

Para abrir os olhos dos cegos,

Para tirar da prisão os presos

E do cárcere, os que jazem em trevas.” {CBV 33.3}

Isaías 42:5-7.

E guiarei os cegos por um caminho que nunca conheceram,

Fá-los-ei caminhar por veredas que não conheceram;

Tornarei as trevas em luz perante eles

E as coisas tortas farei direitas.

Essas coisas lhes farei e nunca os desampararei.” {CBV 33.4}

Isaías 42:16.

Cantai ao Senhor um cântico novo

E o Seu louvor, desde o fim da Terra,

Vós que navegais pelo mar e tudo quanto há nele;

Vós, ilhas e seus habitantes.

Alcem a voz o deserto e as suas cidades,

Com as aldeias que Quedar habita;

Exultem os que habitam nas rochas

E clamem do cume dos montes.

Dêem glória ao Senhor

E anunciem o Seu louvor nas ilhas.” {CBV 33.5}

Isaías 42:10-12.

Cantai alegres, vós, ó céus, porque o Senhor fez isso;

Exultai vós, as partes mais baixas da Terra;

Vós, montes, retumbai com júbilo;

Também vós, bosques e todas as árvores em vós;

Porque o Senhor remiu a Jacó

E glorificou-Se em Israel.” {CBV 33.6}

Isaías 44:23.

Da prisão de Herodes, onde em decepção e perplexidade quanto à obra do Salvador, vigiava e esperava, João Batista enviou dois de seus discípulos a Jesus, com a mensagem: “És Tu aquele que havia de vir ou esperamos outro?” Mateus 11:3. {CBV 34.1}

O Salvador não respondeu imediatamente à pergunta dos discípulos. Enquanto ali ficavam, maravilhados de Seu silêncio, os doentes iam chegando aos Seus pés. A voz do poderoso operador de curas penetrava nos ouvidos surdos. Uma palavra, um toque de Sua mão, abria os olhos cegos para a contemplação da luz do dia, das cenas da natureza, do rosto dos amigos e de seu Libertador. Sua voz chegava aos ouvidos do moribundo, e eles se erguiam com saúde e vigor. Paralisados possessos Lhe obedeciam à palavra, abandonava-os a loucura e Lhe rendiam culto. Os pobres camponeses e os trabalhadores, evitados pelos rabis como imundos, reuniam-se ao seu redor, e Ele lhes falava as palavras da vida eterna. {CBV 34.2}

Assim se passou o dia, os discípulos de João vendo e ouvindo tudo. Afinal, Jesus os chamou a Si, e pediu-lhes que fossem e dissessem a João o que tinham visto e ouvido, acrescentando: “Bem-aventurado é aquele que se não escandalizar em Mim.” Mateus 11:6. Os discípulos levaram a mensagem, e foi suficiente. {CBV 35.1}

João relembrou a profecia relativa ao Messias: “O Senhor Me ungiu para pregar boas novas aos mansos; enviou-Me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor... a consolar todos os tristes.” Isaías 61:1-2. Jesus de Nazaré era o prometido. A prova de Sua divindade se revelava em Seu ministério às necessidades da sofredora humanidade. Sua glória se manifestava em Sua condescendência para com nosso estado decaído. {CBV 35.2}

As obras de Cristo não somente atestavam ser Ele o Messias, como indicavam a maneira por que se havia de estabelecer Seu reino. Foi revelada a João a mesma verdade que se demonstrou a Elias no deserto, quando houve “um grande e forte vento, que fendia os montes e quebrava as penhas diante da face do Senhor; porém o Senhor não estava no vento; e, depois do vento, um terremoto; também o Senhor não estava no terremoto; e, depois do terremoto, um fogo; porém também o Senhor não estava no fogo; e, depois do fogo”, Deus falou ao profeta numa “voz mansa e delicada”. 1 Reis 19:11-12. Assim Jesus devia fazer Sua obra, não por meio da queda de tronos e reinos, não com pompa e exibição exterior, mas falando ao coração dos homens mediante uma vida de misericórdia e abnegação. {CBV 36.1}

O reino de Deus não vem com aparência exterior. Vem mediante a suavidade da inspiração de Sua Palavra, pela operação interior de Seu Espírito, a comunhão da alma com Ele que é sua vida. A maior manifestação de Seu poder se observa na natureza humana levada à perfeição do caráter de Cristo. {CBV 36.2}

Os seguidores de Cristo devem ser a luz do mundo; mas Deus não lhes manda fazer um esforço para brilhar. Ele não aprova nenhum esforço de satisfação própria para exibir uma bondade superior. Deseja que sua alma esteja imbuída dos princípios do Céu; então, ao se porem em contato com o mundo, revelarão a luz que neles está. Sua firme fidelidade, em todos os actos da vida, será um meio de iluminação. {CBV 36.3}

Riqueza ou elevada posição, caros equipamentos, arquitetura ou mobiliários, não são essenciais ao progresso da causa de Deus; tampouco o são as realizações que atraem o aplauso das pessoas e fomentam a vaidade. As exibições mundanas, conquanto imponentes, são de nenhum valor aos olhos de Deus. Acima do que é visível e temporal, aprecia Ele o invisível e eterno. O primeiro só tem valor na medida em que exprime o segundo. As mais belas produções de arte não possuem beleza que se possa comparar à beleza de caráter, que é o fruto da operação do Espírito Santo na alma. {CBV 36.4}

Quando Deus deu Seu Filho ao nosso mundo, dotou os seres humanos com riquezas imperecíveis — riquezas diante das quais as entesouradas fortunas dos homens desde o princípio do mundo nada são. Cristo veio à Terra e esteve perante os filhos dos homens com o acumulado amor da eternidade, e esse é o tesouro que, mediante nossa ligação com Ele, devemos receber, revelar e comunicar. {CBV 37.1}

O esforço humano na obra de Deus terá eficiência proporcional à consagrada devoção do obreiro — revelando o poder da graça de Cristo para transformar a vida. Devemos distinguir-nos do mundo porque Deus pôs Seu selo em nós, porque em nós manifesta Seu caráter de amor. Nosso Redentor nos cobre com Sua justiça. {CBV 37.2}

Ao escolher homens e mulheres para Seu serviço, Deus não indaga se eles possuem riquezas mundanas, saber ou eloquência. Pergunta: “Andam eles em tanta humildade que lhes possa ensinar o Meu caminho? Posso pôr em seus lábios as Minhas palavras? Representar-Me-ão?” {CBV 37.3}

Deus pode usar cada pessoa exatamente na proporção em que pode introduzir-lhe Seu Espírito no templo da alma. O trabalho que Ele aceita é aquele que Lhe reflete a imagem. Seus seguidores devem levar, como credenciais perante o mundo, as indeléveis características de Seus princípios imortais. {CBV 37.4}


Atenção às Crianças
Enquanto Jesus ministrava nas ruas das cidades, as mães, levando nos braços os filhinhos, comprimiam-se através da multidão, tentando chegar onde Ele as pudesse ver. {CBV 38.1}

Imaginai essas mães, pálidas, cansadas, quase em desespero, mas decididas e perseverantes. Carregando seu fardo de sofrimentos, buscam o Salvador. Como são repelidas para trás pela multidão revolta, Cristo abre passo a passo caminho para elas, até que lhes fica ao lado. Brota-lhes no coração a esperança. Caem-lhes lágrimas de alegria ao Lhe atraírem a atenção, e fitarem os olhos que tanta piedade e amor exprimem. {CBV 38.2}

Destacando uma do grupo, o Salvador lhe estimula a confiança, dizendo: “Que posso fazer por ti?” Ela soluça sua grande necessidade: “Mestre, cura meu filho.” Cristo toma o pequenino nos braços, e a doença foge ao Seu contato. Desaparece a palidez da morte; a corrente comunicadora de vida flui através das veias; os músculos são revigorados. Jesus dirige à mãe palavras de conforto e paz; e logo se apresenta outro caso, de urgência igual. Novamente, Cristo exerce Seu poder vivificante, e todos dão louvor e honra Àquele que opera maravilhas. {CBV 38.3}

Detemo-nos muito na grandeza da vida de Cristo. Falamos das coisas maravilhosas por Ele realizadas, dos milagres que Ele operava. Mas Sua atenção às coisas consideradas pequeninas é uma prova ainda maior de Sua grandeza. {CBV 39.1}

Entre os judeus era costume levar as crianças a algum rabi para que lhes impusesse as mãos numa bênção; mas os discípulos julgavam o trabalho do Salvador muito importante para ser interrompido daquela maneira. Quando as mães chegaram, desejando que Ele lhes abençoasse os pequeninos, os discípulos as olharam com desagrado. Pensavam que essas crianças eram muito pequenas para receber benefício da visita a Jesus, e concluíram que Ele não apreciaria sua presença. Mas o Salvador compreendeu o cuidado e a preocupação das mães que estavam procurando educar seus filhos em harmonia com a Palavra de Deus. Ouvira-lhes as orações. Ele próprio as atraíra a Sua presença. {CBV 40.1}

Uma mãe deixara a casa com o filhinho para ir em busca de Jesus. No caminho, ela disse a uma vizinha o que ia fazer, e esta teve desejo de que Jesus abençoasse seus filhos também. Assim, várias mães ali chegaram juntas, levando seus pequenos. Alguns deles já haviam passado da primeira infância, à meninice e adolescência. Quando as mães explicaram seu desejo, Jesus ouviu com simpatia a tímida e lacrimosa petição. Mas esperou para ver como os discípulos as tratariam. Quando os ouviu reprovar as mães e mandá-las embora, julgando fazer-Lhe um favor, Ele lhes mostrou seu erro, dizendo: “Deixai vir os pequeninos a Mim e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus.” Marcos 10:14. Tomou nos braços as crianças. Pôs-lhes as mãos em cima, e deu-lhes as bênçãos que tinham ido buscar. {CBV 41.1}

As mães ficaram confortadas. Voltaram para casa fortalecidas e felizes pelas palavras de Cristo. Foram animadas a retomar suas cargas com redobrado ânimo, e a trabalhar esperançosas em favor de seus filhos. {CBV 41.2}

Se nos fosse revelada a vida posterior daquele pequenino grupo, veríamos as mães recordando aos filhos a cena daquele dia, e repetindo-lhes as amoráveis palavras do Salvador. Veríamos também quantas vezes, nos anos que se sucederam, a lembrança daquelas palavras guardou os filhos de se desviarem do caminho traçado para os remidos do Senhor. {CBV 41.3}

Cristo é hoje o mesmo compassivo Salvador que era quando andava entre os homens. É agora, tão certamente como quando tomava nos braços os pequeninos da Judeia, o ajudador das mães. Os filhos de nossa casa, da mesma maneira que as crianças dos tempos antigos, são o preço de Seu sangue. {CBV 41.4}

Jesus conhece o fardo do coração de cada mãe. Aquele que tinha uma mãe que lutava com a pobreza e a privação, simpatiza com cada mãe em seus labores. Aquele que fez uma longa jornada a fim de aliviar o ansioso coração da mulher cananeia fará o mesmo pelas mães de nossos dias. O que restituiu à viúva de Naim seu filho único, e em Sua agonia na cruz lembrou-Se de Sua própria mãe, é hoje tocado pelas dores maternas. Em todo desgosto, em toda necessidade, Ele confortará e socorrerá. {CBV 42.1}

Vão as mães ter com Jesus em suas perplexidades. Acharão graça suficiente para as ajudar no cuidado de seus filhos. As portas acham-se abertas para toda mãe que queira depor seus fardos aos pés do Salvador. Aquele que disse “Deixai vir os pequeninos a Mim e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus” (Marcos 10:14) convida ainda as mães a levar-Lhe os pequeninos para que os abençoe. {CBV 42.2}

Nas crianças que foram postas em contato com Ele, Jesus viu os homens e as mulheres que deviam ser herdeiros de Sua graça, e súditos de Seu reino, e alguns dos quais se tornariam mártires por amor dEle. Sabia que essas crianças haviam de Lhe dar ouvidos e aceitá-Lo como seu Redentor muito mais prontamente do que o fariam os adultos, alguns dos quais eram os sábios segundo o mundo e endurecidos de coração. Ensinando, Ele descia ao seu nível. Ele, a Majestade do Céu, respondia-lhes às perguntas, e simplificava Suas importantes lições para alcançar-lhes o infantil entendimento. Plantava-lhes no espírito a semente da verdade que, nos anos por vir, brotaria e daria frutos para a vida eterna. {CBV 42.3}

Quando Jesus disse aos discípulos que não impedissem as crianças de ir a Ele, estava falando a Seus seguidores de todos os séculos — aos oficiais da igreja, aos pastores, auxiliares, e a todos os cristãos. Jesus está atraindo as crianças, e nos manda: “Deixai-as vir”. É como se quisesse dizer: “Elas virão, caso as não impeçais.” {CBV 42.4}

Não deixeis que vosso caráter não cristão represente mal a Jesus. Não conserveis os pequeninos afastados dEle pela vossa frieza e aspereza. Nunca lhes deis motivo de pensar que o Céu não seria um lugar aprazível para eles, se lá estivessem. Não faleis de religião como de uma coisa que as crianças não possam compreender, nem procedais como se não se esperasse delas que aceitassem a Cristo em sua infância. Não lhes deis a falsa impressão de que a religião de Cristo seja uma religião sombria, e que, indo ao Salvador, elas devem renunciar a tudo quanto faz a vida agradável… {CBV 43.1}





A ciência do bom viver, pp. 29-43 “Dias de ministério” 22, Outubro, 2016




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