Janaína Alexandra Capistrano da Costa (uft – to)



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Figura 2. John Gilbert. Ilustração para 3 Henrique VI.1.4.

Figura 3. John Gilbert. Ilustração para 3 Henrique VI.2.2.



90 Como é possível governar um reino / quem não sabe tratar seus emissários, nem contentar-se com uma só esposa, / nem os irmãos tratar fraternalmente, / nem cuidar do sossego do seu povo, / nem guardar-se dos próprios inimigos?

91 Se ainda remanesce / qualquer centelha viva, para o inferno, / para o inferno vai logo, e comunica / que eu sou o que te enviei, / apunhala-o de novo / eu, que não tenho / piedade e desconheço o amor e o medo. Sim, é verdade tudo quanto Henrique / disse de mim, que muitas vezes, lembra-me, / me contou minha mãe que eu vim ao mundo / com as pernas para a frente. Não me assiste / razão – que pensais disso? – de mostrar-me / diligente em causar a ruína a quantos / procurem usurpar nosso direito? / A parteira espantou-se; prorromperam / as mulheres em grita: “Deus nos valha! / Nasceu com dentes!” E assim foi, de fato, / prova segura de que eu rosnaria, / morderia, e seria em tudo um cão. / Já que me fez o céu assim disforme, / torça-me o inferno o espírito também. / Não tenho irmãos; de irmão sou diferente. / Esta palavra “Amor”, que os barbas- brancas / chamam divina, pode ter guarida / nas pessoas que em tudo se assemelham, / mas não em mim, que eu sou sozinho: eu próprio. (Nunes, p. 270)

92 Honan, p. 185.

93 Jean Paris, em Shakespeare, resume de forma incisiva e direta a relativa paz que o regime Tudor desfrutou. Paz essa conquista e mantida abaixo de prisões e mortes. “A subida ao trono dos Tudor deu fim, em 1485, ao sangrento embate que punha em confronto, havia trinta anos, as casas de York e Lancaster. Essa paz, comemorada no final de Ricardo III, marca também o momento crucial em que a Inglaterra passa do feudalismo à monarquia. Sem dúvida, um Henrique VII permaneceria alvo constante de conspirações estrangeiras ou de impostores, como Perkin Warbeck ou os falsos condes de Waswick; um Henrique VIII teria de frustrar com violência as intrigas dos poderosos e dos papistas; uma Maria Tudor só afirmaria seu governo com prisões e fogueiras; e nenhum reinado tanto quanto o de Elisabeth se veria tão perturbado por lutas internas ou por iniciativas espanholas. Porém cada provação, reforçando a autoridade real, forja a alma de um povo que, pouco a pouco, descobre sua posição privilegiada. (...) A história ecoa tal profissão de fé. Por muito tempo dividida, a Inglaterra compreende finalmente que a sua unidade geográfica deve corresponder uma unidade política. Em face dos perigos que a ameaçam, ela aprende, com severidade, a resolver os conflitos internos, bem como a se armar contra toda e qualquer opressão. E assim, lentamente, através de guerras, trabalhos, viagens, descobertas, nasce e cresce essa ânsia por poder que irá culminar com a vitória sobre a Armada de Filipe II.” (p. 4).

94 Remetemos o leitor às pesquisas de Giorgi (2005) e Deusdará (2006).

95 CAMERON (1997:60) defende que mulheres e homens não simplesmente apreendem e reproduzem modos de fala apropriados a seu próprio sexo. Machos e fêmeas apreendem um conjunto complexo de sentidos marcados pelo gênero e ambos os sexos são completamente capazes de usarem estratégias associadas à respectiva masculinidade ou feminilidade.

96 É interessante notar, a esse respeito, que, quanto aos nomes de máquinas, constata-se a preeminência do gênero feminino. Porquanto auxiliar do homem, não podiam deixar de sê-lo. Tal estatuto pode estar ligado também ao da palavra “mão” em todas as línguas indo-européias. Já a identificação da terra a uma mulher remonta a todas as culturas e a todas as épocas (mãe-terra). (YAGUELLO, 1992, p.103;108).


97 Ao contrário de trabalhos anteriores em ciências sociais, van Dijk (2000) enfatiza que as ideologias têm uma importante dimensão cognitiva: elas podem ser estudadas como estruturas representadas na mente dos membros de um grupo, tais como o conhecimento (knowledge). Para ele, uma vez que as ideologias não são simplesmente adquiridas e representadas pelos indivíduos, mas, sobretudo socialmente apreendidas e coletivamente representadas por um grupo de pessoas, devem ser tomadas como sendo, a um só tempo, de natureza cognitiva e social.

98 Veja-se a esse propósito o fato de que, enquanto as espécies machos são tidas como valorativas (touro, garanhão), espécies fêmeas assumem conotações pejorativas, principalmente quando se reportam às mulheres: galinha, perua, vaca etc. Por outro lado, para o caso de o homem ser sábio, a mulher é pedante; quando ele é discreto, ela é hipócrita; ele ambicioso, ela gananciosa; ele contestador, ela histérica.

99 ver especialmente o estudo de LANDOWSKI (1997).

100 Descimentos: os nativos de nações diversas são tangidos para as margens dos rios a conformar um núcleo de pluralidade de cultura e línguas ajustados às orientações religiosas dos missionários; resgates: colonos e militares apropriavam-se pela força de índios escravizados por outras tribos; guerras justas: milícias portuguesas e índios ‘civilizados’ em guerra contra as nações subversivas ou em represálias de ataques.

101 1°. governo cabano: Félix Antônio Clemente Malcher (07/01-19/02/1835) – frustrações revolucionárias; o povo está no poder mas não no governo; 2o. governo: Francisco Pedro Vinagre (21/02-20/06/1835) – ápice de conscientização e mando revolucionários; os cabanos confiam na legalidade do Marechal Manoel Jorge Rodrigues e lhe entregam o governo; 3o. governo: Eduardo Nogueira Angelim (23/08/1835-13/05/1836) – momento de crise e colapso.

102 No início do século XIX, o clero constitui núcleo intelectual da Amazônia. A participação de prelados contribui para determinação, explosão, condução e extinção do governo cabano.

103 O movimento revolucionário da Cabanagem apresenta três fases: a) caracteriza-se pela luta política – exige reconhecimento da superioridade e da autonomia cabana, acentuando-se o aspecto autonomista e a tendência republicana; b) renúncia à idéia separatista e exigência do governo imperial que respeitasse a cidadania brasileira dos que haviam lutado pela independência do país; c) a derrota em Belém implica luta de resistência no interior da província contra o despotismo imperial.

104 O governo provincial cabano de Antônio Vinagre (segundo governador cabano a assumir a província, após a traição de Felix Antônio Malcher, o primeiro governante revolucionário – assassinado por se desligar e do grupo que o elegeu e rivalizar com este) entrega o poder da província ao Marechal Manoel Jorge Rodrigues depois de acordo diplomático. A primeira tomada de Belém expulsara o ditador Bernardo Lobo de Sousa; agora os rebelados se preparam para transmitir o governo a outro governante, português, emitido pelas cortes do Rio de Janeiro. Pesou uma pastoral do Primaz do Brasil, Dom Romualdo Antônio de Seixas, contra as lideranças que desejavam resistir com o braço armado. Posteriormente à confirmação de acordos diplomáticos (24/06/1835), sem que houvesse perseguição aos cabanos, em 26/06/1835 assume o governo Jorge Rodrigues. Logo ele rompe os acordos e começa o revanchismo português contra os cabanos, motivo este do reagrupamento revolucionário para a segunda tomada de Belém, formalizada a 23 de agosto de 1835, após pesada fuzilaria e bombardeio na capital.

105 RAIOL, Domingos Antônio. Motins políticos. Belém: UFPA, 1970. v. 3. p. 832-834.

106 Em tempos de guerra civil, os cabanos ficam conhecidos como malvados, anárquicos, agitadores, facínoras e cruéis.

107 DI PAOLO, Pasquale. Cabanagem – a revolução popular da Amazônia. Belém: Cejup, 1990. p. 108.

108 Imediatamente à implantação da independência brasileira na província paraense, houve eleição para constituir uma junta governativa, formada na maioria por conservadores. Houve rebeliões sufocadas com vigor. Em um dos acontecimentos, 256 rebelados foram aprisionados no brigue São José Diligente (“Palhaço”) – a água disponível aos presos fora previamente envenenada, provocando a morte de quase todos os prisioneiros; somente quatro escaparam.

109 COELHO, Geraldo Mártires. O Pará, a Independência e o Império. In: FONTES, Edilza. (Org.) Contando a história do Pará – da conquista à sociedade da borracha (séc. XVI-XIX). Belém: E. Motion, 2002. v. 1. p. 219.

110 Reis escreve a seguinte interpretação sobre a revolta amazônica: “A Amazônia no decorrer do qüinqüênio 1835/1840, ia experimentar ou padecer uma das mais sangrentas aventuras políticas [...]. A insatisfação das multidões nativas que se julgavam esbugalhadas nos seus direitos desde o momento da Independência, que não se sentiam felizes no atendimento da Independência, que não se sentiam felizes no atendimento de suas necessidades materiais mais imediatas, que continuavam naquela mesma condição de inferioridade social e econômica que vinha dos dias da colonização, que viam nos antigos dominadores os mesmo poderosos de sempre, mantidos nos postos, agraciados com as atenções e os favores do governo, a usufruírem todas as venturas decorrentes do poder econômico e do poder político, tinham chegado ao clímax de suas desesperanças. [...]. [...] todo o processo revolucionário não passara de um pronunciamento dos que tinham contra os que não tinham. REIS, Arthur Cézar Ferreira. Santarém: seu desenvolvimento histórico. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979. p. 111.

111 SANTOS, João. A cabanagem em Santarém. Santarém: Livraria Ática, 986. p. 15.

112 Ao tempo da organização das tropas para o segundo ataque a Belém, os cabanos tingem suas camisas e calças com a casca da árvore frutífera muricizeiro. Di Paolo, op. cit., p. 258. O tom avermelhado, produto da fervura do tecido com a casca dessa árvore, seria a cor padrão da indumentária dos caboclos – Veríssimo registra que a roupa de algodão de “muruxi”, isto é, tingida pela casca desta árvore, foi a roupa do pobre amazônico. VERÍSSIMO, José. Estudos brasileiros – segunda série (1889-1893). Rio de Janeiro/São Paulo, Laemmert & C., Editores, 1894. p. 224. Inglês de Sousa transpõe para a literatura esse costume, registrado no conto “O rebelde”, da seleta Contos amazônicos (1893): “Uma centena de pessoas, homens, mulheres e crianças, caboclos na maior parte, negros e mulatos muito poucos, desembarcavam desordenada e ruidosamente. Os homens vestiam calças e camisa de algodão tinto em murixi vermelho, cobriam-se com grande chapéu de palha [...]. //As mulheres trajavam saias e camisa da mesma fazenda de algodão, sendo somente as saias tintas em murixi, e sobre os amplos peitos morenos destacava-se a cruz de duas cores que distinguia os cabanos, inimigos dos maçons e dos portugueses.” SOUSA, Inglês de. Contos amazônicos. Belém: EDUFPA, 2005. p. 148-149.

113 SANTOS, João, op. cit., p. 17.

114 Outros expoentes da Cabanagem na vila foram: Braz Antônio Correa, Bonifácio Numes de Arruda, Hermenegildo Fernando Valente, Pedro Antônio Correa Viana, Raimundo Elias de carvalho, Bernardo Antônio de Aragão, João Paes Pedroso, Domingos da Conceição Ferreira, Julião Correa Jutaí, Lourenço Raimundo Martinho, Martinho Braz e João Ferreira Leal, pessoas destituídas de poder, portanto, também oprimidas. Ibid. p. 18.

115 Os revolucionários cabanos tomavam para si codinomes que os referenciassem e os definissem por analogia – O jovem presidente cabano da província toma para si a nomenclatura de Angelim; seu irmão, Geraldo, Gavião. Em Contos amazônicos, na narrativa “O rebelde”, é acrescido paxiúba (do tupi, a designar uma forte palmeira) ao nome do personagem Matias. Outros soberanos das águas, segundo este conto, também recebem epítetos peculiares: Pau Ferro e Jacó Patacho.

116 A Câmara de vereadores, em poder dos revolucionários, emite a seguinte declaração: “Honrados cidadãos Tapajoenses: Sucegai vossos Espíritos. A Reunião de Ecuipiranga não vos hade offender, antes pelo contrario hade fazer garantir os vossos Direitos que quasi se hião devorando, pelo Despota Juiz de Direito desta Comarca Joaquim Roiz de Sousa, o que já por intermedio desta Comarca se vai conciliar dando as mãos com aquella Reunião reconhecendo na pessoa do Exmo. Snr. Eduardo Francisco Nogueira Angelim, a Presidência desta Província para que de todo fique pacato obedecendo todas as suas deliberançoens na defesa dos direitos individuais dos cidadoens desta Comarca. Viva a Santa Religião Catholica e Apostólica Romana; viva o Jovem Brasileiro o Senhor Dom Pedro 2o. e a Regência em seu nome e Vivão os nossos Irmãos da Ecuipiranga na Defesa e Manutenção da Ordem Pública e vivão os honrados Tapajoenses.” (REIS, op. cit., p. 115). Este proferimento equivale – pelo conteúdo, pelo acontecimento histórico – ao Manifesto político de Vinagre ao preparar as tropas cabanas para retomar Belém, que havia sido entregue ao Marechal Rodrigues. Então, a 14 de agosto de 1835, no Acampamento do sítio Murucutu, ouve-se a proclamação de Antônio Vinagre: “Paraenses! Irmãos e companheiros d’armas! Valentes e denotados defensores das liberdades pátrias! Aproximam-se os momentos [...] que temos que medir as nossas forças com os vândalos, que se intitulam de legais, quando eles não são mais do que vis escravos do poder a que servem!//[...]// Sejamos dignos do nome brasileiro. [...]. Viva a Religião católica Apostólica Romana! Viva a Nação brasileira! Vivam os defensores da Pátria e da Liberdade! Guerra aos déspotas e tiranos! Viva o rico e majestoso Pará”. DI PAOLO, Pasquale, op. cit. p., 259.

117 SANTOS, João, op. cit., p. 22.

118 REIS, Arthur C. Ferreira, op. cit., p. 115.

119 DI PAOLO, Pasquale, op. cit., p. 297.

120 Diversas vilas e pequenas regiões oscilam ora em poder dos cabanos, ora em posse do poder imperial (Acará, Moju, Abaeté, Marajó, Amazonas, Macapá), a permanecer, por fim, sob controle dos “legais”.

121 SANTOS, João, op. cit., p. 24.

122 A Igreja é aliada indispensável em favor do Estado hegemônico ‘branco’. A tomada de Cametá pelas tropas legais é de autoria do padre Prudêncio José das Mercês Tavares, também Juiz de Paz. Manifesta ser um legalista radical. Este padre-coronel ordena que mate os cabanos sem piedade. Em Santarém, o padre Sanches de Brito foi o responsável pela queda da vila em poder cabano – organiza uma escuna de caça a cabanos. Deste modo, restabelece a legalidade em Juruti, Cururu, Faro, Alenquer, Silves, Atuma, Pacoval, Andirá, Luzéia, Arapixi, além de outras localidades.

123 DI PAOLO, Pasquale, op. cit., p. 353.

124 Artigo elaborado sob orientação da Profª Drª Teresinha de Moraes Brenner.

125 Programa de Pós-Graduação em Lingüística (PGL) - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

126 Foi mantida a transcrição de Mattoso Câmara (1970).

1 Em árabe Didjla. Com 1.950 km de extensão, o rio Tigre nasce na Turquia, nos montes Tauros, percorre alguns quilômetros pela Turquia, atravessa a Síria e entra em seguida no Iraque, onde tem a maior parte de seu curso, limitando a Mesopotâmia pelo Leste. Passa por Mossul, depois por Bagdá, antes de juntar-se ao Eufrates para formar o Chatt al-Arab, embocadura que desagua no golfo Pérsico.

2 Em árabe al-Furat, em turco Firat. O Eufrates, com 2.780 km de extensão, nasce no leste da Turquia, corre para o sul, atravessa o nordeste da Síria e chega no Iraque, encontrando aí o Tigre no Chatt al-Arab.

3 Nome dado a um grupo de povos do Oriente Próximo, que fala atualmente ou falava línguas semíticas na Antiguidade. Os mais importantes dos povos semíticos foram os acadianos (assírio-babilônicos), os amorreus, os arameus, os fenícios, os árabes, os judeus e os etíopes. Segundo textos bíblicos, os semitas descendem de Sem, patriarca bíblico, filho primogênito de Noé.

127 A Mesopotâmia compreende três grandes regiões: a Assíria, ao norte, cujas cidades principais são Assur, Nínive, Nimroud, Khorsabad, entre outras; a Acádia, terras situadas no centro, onde estão as cidades da Babilônia, Ctesifonte, Kish, além de Bagdá (mas ela não existia nessa época; foi fundada apenas no ano 700 da era cristã); e, por fim, a Suméria, ou Terra de Sumer, no sul, onde deságuam os dois rios. É aí que estão as cidades mesopotâmicas mais antigas, a saber: Uruk, Larsa, Eridu, Nippur, Lagash e Ur, talvez a mais célebre delas.

128 Fonte: Site da RBS, Rede Brasil Sul de Comunicação, Jornal Diário Gaúcho, disponível em http://www.rbs.com.br/rbscom/jsp/default.jsp?contexto=jornal&paginamenu=../library/menu_jornal_diariogaucho.lbi&paginaconteudo=../library/rbsjornal_dg.lbi , acesso em: 05 de jun. 2006.


129 O artigo é em português europeu. No Brasil se diz, mais comumente, chuviscar.

130 GUIMARÃES, E. Texto e argumentação: um estudo das conjunções do português. Campinas: Pontes, 2001. p14.

131 “A língua funciona no acontecimento, pelo acontecimento” (p. 22) .Um estudo sobre o acontecimento na linguagem pode ser encontrado em GUIMARÃES, E. Semântica do acontecimento em estudo enunciativo da designação. Campinas: Pontes, 2002.

132Apesar de possuírem pontos diversos (vide BIGAL, Solange. Afinal, o que é criação publicitária? Ou (O estético na publicidade). São Paulo: Razão Social, 1993. p. 21-23), tanto o termo publicidade quanto propaganda são utilizados para designar o anúncio comercial. Portanto, os dois aparecerão como sinônimos neste artigo.

133 SIEVERT, Marilene. Texto publicitário. Dicas não são receitas. Blumenau: Edifurb, 2001.

134 GUIMARÁES, E. Os limites do sentido: um estudo histórico e enunciativo da linguagem. Campinas: Pontes, 2002. P.67

135 SIEVERT, Marilene. Texto publicitário. Dicas não são receitas... p.24. Esse livro é resultado da pesquisa, nível de Doutorado, da autora.

136 A informação quanto a um anúncio ocupar uma página par ou ímpar num impresso é relevante porque, normalmente, existe diferença de preços entre as páginas, e as ímpares são mais caras e melhor exploradas pelas grandes agências. No caso da revista Veja, uma página de anúncio, determinada (em que a agência determina a página), tem um custo de R$ 243.200,00, enquanto a indeterminada é de R$ 187.000,00. (Fonte: http://veja.abril.com.br/idade/publiabril/midiakit/anunciar/precos2007.shtml). O fato do anúncio ter sido veiculado em página ímpar sugere que ele é determinado ou que a agência é extremamente conceituada (o que é ratificado pelo fato de prestar serviços ao governo federal).

137 OGILVY, David. Confissões de um publicitário. Trad. J.B.Oliveira. Rio de Janeiro: Difel, 1976. P. 101. Essa obra, da primeira metade do século XX, é considerada até hoje um dos grandes livros sobre o assunto. Ogilvy é citado por Washington Olivetto como o “Rolls Royce da Publicidade”(OLIVETTO, W . Os piores textos de Washington Olivetto. São Paulo: Planeta do Brasil, 2004).

138 BARRETO, Roberto Mena. Criatividade em Propaganda. São Paulo: Summus, 1982. p. 201.

139 GUIMARÃES, E. Semântica do acontecimento: um estudo enunciativo da designação. Campinas: Pontes, 2002. p.22

140 GUIMARÃES, E. Os Limites .... p. 50

141 SANDMANN, A. A linguagem da propaganda. São Paulo: Contexto, 1999.

142..Id. p.25-26.

143 GUIMARÃES, E. Texto e argumentação:... p. 153.

144 GUIMARÃES, E. A semântica do acontecimento: ....p. 25.

145 GUIMARÃES, E. A semântica do acontecimento: ... p.12.

146 GUIMARÃES, E. Os limites do sentido:... p. 49.

147 GUIMARAES, E. Texto e argumentação... p. 25.

148 GUIMARÃES, E. Os limites do sentido:... p. 67.

149 GUIMARAES, E. Texto e argumentação... p. 28.

150 GUIMARÃES, E. Os limites... p. 51.

151 PESSOA, 1980, p. 95-96.


152 PESSOA, 1980, p. 97


153 PESSOA, 1980, p. 98-100.


154 No fenômeno da androginia, ocorre uma “fusão em que a mente é integralmente fertilizada e usa todas as suas faculdades”. [...]. E Virginia Woolf reforça: “[...] Devemos retornar a Shakespeare, portanto, pois Shakespeare era andrógino; e também o eram Keats e Steme e Cowper e Lamb e Coleridge. “ (WOOLF, 1985,p. 135).

155 Bolsista do Programa de Apoio à Iniciação Científica da Fundação Araucária.

156 Por determinação da Secretaria de Estado da Educação do Paraná, o planejamento agora passa a se denominar plano de trabalho docente e pode ser organizado de forma anual, semestral, bimestral ou mensal, conforme a preferência de cada professor. No momento da nossa investigação, a mudança da organização do planejamento anual para plano de trabalho docente já estava sendo implantada nas escolas utilizadas para a pesquisa, no entanto os documentos coletados encontram-se ainda na forma de planejamento anual. Por esse motivo, o documento será referido como planejamento anual ao longo deste trabalho.


157 Para melhor explicitação , denominaremos as professoras entrevistadas como prof. A (escola W), prof. B (escola X), prof. C e prof. D (escola Z) e prof. E (escola Y).


158 A proposta inicial do projeto de Iniciação Científica, do qual este artigo faz parte, era de realizar a pesquisa em três escolas públicas de Guarapuava, para assim analisar três planejamentos diferentes e obter uma visão mais abrangente do processo, porém, duas das escolas escolhidas possuíam o mesmo planejamento, diferenciando-se apenas os nomes das professoras e das escolas. Por esse motivo, realizamos a pesquisa em uma quarta escola, obtendo assim três planejamentos distintos. Por razões de espaço, será analisado neste artigo apenas um planejamento: o da escola W e da escola X, que é o mesmo.

159 Especialista no ensino de língua portuguesa pela UECE (Universidade Estadual do Ceará) e aluna do mestrado em Lingüística Aplicada na mesma instituição. E-mail: pattivieira477@yahoo.com.br

160 Informação fornecida pelo site do INES (Instituto Nacional de Educação dos Surdos). Acessado em: 17/08/2002.

161 Oralismo – essa abordagem foi introduzida no Brasil em 1911, trazida pelo INES (Instituto Nacional de Educação dos Surdos) com o objetivo de integrar o surdo à comunidade ouvinte; ignora a língua de sinais e impõe a língua oral de seu país aos surdos. Comunicação Total – considera os aspectos cognitivos, emocionais e sociais dos surdos, mas ainda leva em conta a língua oral. Para essa abordagem, qualquer recurso estilístico visando facilitar a comunicação com as pessoas surdas é válido. O aprendizado de uma língua não é o foco dessa proposta.


162 SOUSA, Maurício de. Mônica. Quadrinhos e tirinhas. Disponível em . Acessado em 01/09/2007

163 Utilizei caixa-alta para as palavras que indicam um sinal na LIBRAS.

164 SOUSA, Maurício de. Mônica. Quadrinhos e tirinhas. Disponível em . Acessado em 01/09/2007


165 “Os ditongos podem ser analisados como núcleos de duas diferentes sílabas na estrutura fonológica, isto é, no nível subjacente todas as semivogais, sendo que as vogais altas i e u tornam-se glides durante o processo da silabificação. Mesmo não apresentando sílabas travadas na estrutura subjacente, há razões para supor que pelo menos os ditongos finais sejam derivados a partir da ramificação do núcleo silábico vindo a constituir sílaba pesada.” (FAGGION, 2006)


* Mestranda em Letras e Lingüística pela Universidade Federal de Goiás. rej_ferreira@yahoo.com.br

166 Trata-se de uma fundação de história visual que arquiva depoimentos de judeus sobreviventes da Segunda Guerra para fins educativos e didáticos. Foi criada pelo cineasta Steven Spieblberg em 1994, quando se iniciou a coleta de dados.

167 Significa em alemão o “condutor”, “guia” ou “líder”. O título foi adotado por Hitler para designar o chefe máximo do Reich e do partido nazista.

168 Best-seller alemão de literatura infanto-juvenil do final do século XIX. Escrevia histórias de aventuras e viagens que lidavam com desertos árabes ou índios americanos no Velho Oeste sem ao menos ter conhecido esses lugares. A verossimilhança de suas histórias se dava pela narrativa em primeira pessoa.

169 Certificado de trabalho que prova seu portador ser um operário essencial.

170 Termo utilizado por Eric Hobsbawm para referir-se a Primeira e a Segunda Guerra Mundiais (1914-1945).

171 Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Mann

172 Artigo escrito como trabalho final para a disciplina Literatura Greco-Latina do curso de Letras da UFSM, tendo por orientador o Prof. Ms. Enéias Tavares.

173 Neli Fabiane Mombelli é acadêmica do curso de História - Bacharelado/Licenciatura pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e acadêmica do Curso de Comunicação Social - Jornalismo pelo Centro Universitário Franciscano (UNIFRA). Sofia Uberti Yamin é acadêmica do curso de Letras Inglês - Licenciatura também pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

174 Cassandra, filha de Príamo e de Hécuba, recebeu de Apolo o dom de vaticinar o futuro: tendo, porém, faltado a uma promessa ao deus, este, para vingar-se, fê-la passar por doida, de modo que ninguém acreditava nas suas predições. (VICTORIA, 2000, p.27)

175 Clitemnestra defende-se dizendo que vingou a morte de sua filha Ifigênia, outrora sacrificada pelo pai. Ifigênia foi sacrificada por Agamemnon a pedido da deusa Ártemis. Em troca ele obteve a proteção dos deuses, uma vez que os ventos contrários retinham a armada helênica no porto de Áulis. Clitemnestra mata, também, a profetisa Cassandra, princesa de Tróia, que foi trazida por Agamemnon como escrava de guerra, e a quem Clitemnestra acusou de ser sua amante.

176 Ésquilo é o primeiro grande autor trágico. Em 458 a.C, ele escreve a trilogia Oresteia, composta pelas peças Agamemnon, As Coéforas e As Eumênides.

177 Ao coro competia criticar valores de ordem social e moral. Tinha ainda o papel de espectador ideal ou voz da opinião pública, reagindo aos acontecimentos e ao comportamento das personagens como o dramaturgo julgava que a audiência reagiria.

178 Romilly, p. 147-148.

179 Trabalho apresentado como avaliação final para a disciplina Núcleos de Estudos Clássicos do Curso de Letras da Universidade Federal de Santa Maria, sob orientação do Prof. Ms. Enéias Farias Tavares.

180 Acadêmico do 5° semestre do Curso de Letras Licenciatura – Habilitação Português e Literaturas de Língua Portuguesa da UFSM.

181 Para mais detalhes, ver o estudo de Nicole Loraux, Maneiras Trágicas de Matar uma Mulher – Imaginário da Grécia Antiga. A autora afirma que na Grécia contemporânea dos dramas trágicos clássicos, o costume exigia a honra dos homens de combater e se preciso, morrer pela pólis, ao passo que o que se esperava das esposas é que elas se suicidassem para expressar seu lamento diante da viúves que se apresentava. Assim, os homens morreriam por si próprios na idealização do estado, longe do lar. Às mulheres restava morrer por seus esposos, dentro da solidão do lar. Na tragédia, Clitemenestra e Medéia são as mulheres que quebram com essa expectativa, por isso o horror que representam dentro do imaginário grego. Quanto à morte feminina, essa deveria ocorrer por sufocamento. Jocasta se enforca ao passo que os homens suicidas morrem perfurados por lâminas, a exemplo temos Ájax. O horror nas tragédias de Ésquilo e Sófocles, As Coéforas e Electra, respectivamente, é que Clitemnestra morre perfurada pela lâmina do filho vingador, Orestes. Na tragédia analisada neste texto, Electra encontra-se entre duas posições antitéticas: a da jovem passiva que aceita as punições da mãe assassina e da responsável pela vingança, enquanto seu irmão Orestes é dado como morto.

182 ARISTÓTELES. 1997, p. 32

183 FREIRE. 1985, p. 180.

184 SAINT-VICTOR. 2003, p. 390.

185 Não faz parte desse trabalho discutir a questão da Escrita de Sinais que vem sendo pesquisada no Sul. Basta-nos, por hora, dizer que, por mais que haja todo um trabalho lingüístico sobre esta escrita ela ainda não é, ao nosso ver, uma manifestação escrita natural dos surdos – poucos surdos conhecem sua existência e menos ainda a dominam.

186 Aluno do curso de Comunicação Social da UFRJ, habilitação Jornalismo. Trabalha com a área esportiva e cultural. Email: michaellgrillo1@yahoo.com.br

187 Mestre em Estudos Clássicos, pela Universidade de Aveiro, Portugal.

188 PESSOA (1950, p. 14).

189 Epicuro apud GUYAU (1927, p. 122).

190 Explique-se que, segundo S. Jerónimo, a loucura de Lucrécio foi induzida por a ingestão de um filtro de amor: “Titus Lucretius poeta nascitur: qui postea amatoria poculo in furorem uersus, cum aliquot libros per interualla insaniae conscripsisset, quos postea Cicero emendauit, propria se manu interfecit anno aetatis XLIV.” apud CONTE ( 1999, p. 155). No entanto, estudiosos desacreditam esta informação jeronimiana que consideram se tratar de uma evasiva romanesca para uma doença mental. Há, todavia, quem defenda que Lucrécio se teria suicidado, num surto de loucura, ainda que os dados biográficos não certifiquem a insanidade do poeta.

191 CÍCERO (Ad Quintum Fratem, 2, 9, 3): “Lucreti poemata, ut scribis, ita sunt: multis luminibus ingenii, multae tamen artis; sed, cum ueneris, uirum te putabo, si Sallusti Empedoclea legeris, hominem non putabo.” Note-se, ainda, que não está, seguramente, comprovado que Cícero tenha assumido o cargo de corrector, ou de editor, da obra lucreciana.

192 Referencie-se que as antonomásias de Epicuro surgem no De Rerum Natura, respectivamente nos versos: 1, 67 e 3, 9.

193 LUCRECIO (1993, p. 320), (4, 8-9).

194 op. cit., (p. 86), (1, 136-139).

195 BOYANCÉ (1963, p. 58): “D’abord, d’une façon générale dans un sentiment de fraternité humaine, il voulait s’adresser à tous et même à l’homme sans culture. Il s’opposa à Aristote qui avait soutenu l’utilité des études libérales, de ce que les Grecs appelaient la paidéia”. 

196 DALZELL (1996, p. 36).

197 LUCRECIO (1993, p. 320), (4, 6-9): “primum quod magnis doceo de rebus et artis / religionum animum nodis exsoluere pergo, / deinde quod obscura de re tam lucida pango/ carmina, musaeo contingens cuncta lepore.”

198 SOUSA (2005, p. 36-37).

199 Refira-se que, contrariamente aos estudos já realizados e aceites pela comunidade científica da área das letras, Fernando Pessoa define Lucrécio como um filósofo, não como um poeta, posição esta que abordaremos supra.

200 CAEIRO (2001, p. 83).

201 Referencie-se que a tradução de “rerum inuentor” por “descobridor das coisas [Natureza]” é apresentada em AZEVEDO (2001, p. 95).

202 GARCEZ (1985, p. 43).

203 Recorde-se as palavras epifânias de Pessoa, quando descreve o aparecimento do Mestre nele: “lembrei-me um dia de fazer uma partida a Sá-Carneiro — de inventar um poeta bucólico, de espécie complicada, e apresentar-lhe, já não me lembro bem como, em qualquer espécie de realidade. […] Foi o dia triunfal da minha vida, e nunca poderei ter outro assim.” apud SENA (2000, p. 374).

204 apud PESSOA (1994, p. 29).

205 op. cit. (p. 231)

206 CAEIRO (2001, p. 47).

207 op.cit. (p. 201).

208 op.cit. (p. 63).

209 op.cit. (p. 24).

210 op.cit. (p. 66).

211 op.cit. (p. 82-83).

212 Referencie-se que a atribuição desta antonomásia surge em GARCEZ (1985, p. 33).

213 CAEIRO (2001, p. 61;85).

214 op. cit. (p. 60).

215 GARCEZ (1985, p. 42).

216 Em Cultura pós-moderna: Introdução às teorias do contemporâneo, Steven Connor analisa a condição pós-moderna em vários campos e gêneros. No campo da literatura, Connor debate algumas dessas condições, as questões de desestruturação e ironia, espacialismo, ontologia e meta-ficção.


217 Reunião de material publicado em jornais e revistas de Curitiba e do Brasil que tratam de cultura diversa e de literatura. Artigos como “Punk, Dark, Minimal, o Homem de Chernobyl”, “Arte = Reflexo”, “Culturitiba” e “Os perigos da literatura” falam da Curitiba que o autor presencia e da pós-modernidade cultural que se instala, o que ela é e para que veio.

218 Tratando das contradições da contemporaneidade e se o pós-moderno é o auge ou a recusa do moderno, Compagnon afirma que uma série de oposições modernas como o novo/antigo, presente/passado, esquerda/direita, progresso/reação, abstração/figuração, modernismo/realismo e vanguarda/kitch perdem seu caráter categórico.


219 MELLO, C. J. de A. A intertextualidade pós-moderna de Agora é que são elas. Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências e Letras de Assis, UNESP, 2001.

220 Em Valise de cronópio, parte da obra crítica do autor, extrai-se a visão cortazariana do conto. Em “Vida de Edgar Allan Poe” e “Alguns aspectos do conto”, o escritor argentino promove analogias quanto à forma, tensão e densidade desse gênero, fazendo comparações do conto com a fotografia, trazendo uma abertura, um recorte de uma realidade, mas que, no entanto, age como explosivo para novas realidades.


221 Em Poética do pós-modernismo: história, teoria, ficção, Linda Hutcheon teoriza e contextualiza o pós-moderno, enfocando os aspectos mais relevantes entre a teoria e a prática estética, processo a que chamaria de “poética” do pós-modernismo. A ênfase dos estudos de Hutcheon recai sobre o romance pós-modernista, que ela vai considerar não a única prática estética real, mas um fórum privilegiado para a discussão do pós-moderno.


* Versão desse trabalho foi apresentada no VIII Encontro de História de Mato Grosso do Sul História e Historiografia no século XXI: ações e representações. Dourados (ANPUH/MS), 2006, no XVIII Encontro Regional de História de São Paulo: O historiador e seu tempo, Assis (ANPUH/SP), 2006 e na VII Jornada do grupo de estudo e pesquisa história, sociedade e educação no Brasil (HISTEDBR) O trabalho didático na história da educação em 2007. Agradecemos a colaboração e paciência do professor Agenor Morelato aos alunos da Escola Cel. Felipe de Brum que gentilmente colaboraram nesse estudo.

222 A utilização dos aportes teóricos e pesquisas ancoradas na Nova História nas aulas desta disciplina foram estudadas a partir das seguintes tarefas: Entrevista com o professor da disciplina, questionário aplicado aos alunos do 7° ano do ensino fundamental, e observação e gravação em fita cassete das aulas, principalmente, as explanações do professor.

223 Referia-se o professor à obra do Historiador Ronaldo Vainfas A heresia dos índios. (VAINFAS, 1995) Trata-se de um trabalho na perspectiva das mentalidades.

224 MORELATO, Agenor. Entrevista no dia 06 de junho de 2007.

225 MORELATO, Agenor. Entrevista no dia 06 de junho de 2007

226 MORELATO, Agenor. Entrevista no dia 06 de junho de 2007

227 Concepções da Escola Estadual Coronel Felipe de Brum. In Projeto Político Pedagógico da Escola Estadual Coronel Felipe de Brum. 2004. p 11.

228 MORELATO, Agenor. Entrevista no dia 06 de junho de 2007.

229 MORELATO, Agenor. Entrevista no dia 06 de junho de 2007.

230 Aula de História do dia 19 de junho de 2007. Professor Agenor Morelato.

231 Aula de História do dia 19 de junho de 2007. Professor Agenor Morelato.

232 Aula de História do dia 20 de junho de 2007. Professor Agenor Morelato.

233 Aula de História do dia 20 de junho de 2007.

234MORELATO, Agenor. Entrevista do dia 20 de junho de 2007.

235 O texto redigido pelo professor foi retirado do livro de José Carlos Reis. As Identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. (REIS, 2006).

236 MORELATO, Agenor. Entrevista no dia 23 de junho de 2007.

237 MORELATO, Agenor. Entrevista no dia 23 de junho de 2007.

238 Graduanda do 7º período do Curso de Letras Habilitação Português pela Universidade Federal de Goiás – Campus Jataí.

239 Possui graduação em LETRAS pela Faculdade de Filosofia, Ciencias e Letras de Ijui (1980), graduação em CIENCIAS JURIDICAS E SOCIAIS pela Universidade Federal de Santa Maria (1970), mestrado em LINGUISTICA pela Universidade Estadual de Campinas (1978) e DOUTORADO EM LINGUISTICA pela Universidade Estadual de Campinas (1990). Atualmente é professor Colaborador Voluntário da Universidade Estadual de Campinas, Membro de corpo editorial dos Cadernos Camilliani e Membro de corpo editorial do Ideação (Cascavel). (Texto gerado automaticamente pelo currículo Lattes)

240 Para proteger a identidade das participantes desta pesquisa, neste artigo foram utilizados números. Assim, ‘AP9’ indica ‘Aluna-professora 9’, por exemplo.


241 Ausência de página por se tratar de artigo retirado de fonte eletrônica.

242 Ausência de página por se tratar de fonte eletrônica.

243 Ausência de ano e página por se tratar de fonte eletrônica.

244 Informação fornecida na entrevista realizada com o historiador José Carlos Sebe Bom Meihy na USP no dia (12.09.07).


245 Sua mãe foi incapaz de encontrar para ela mesma um espaço físico no Brasil, no entanto, ela encontrou um lugar espiritual para sua mente em seu diário.

246 Graduado em Letras – Português/Inglês (UNEB); Especialista em Ensino de Inglês (UFMG); Mestrando em Educação (UFS); professor de Estágio Supervisionado em Inglês da Faculdade José Augusto Vieira (FJAV); professor substituto de Língua Inglesa da Universidade Federal de Sergipe (UFS).


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