Informática para portadores de necessidades educativas especiais – Áreas mental e motora christina Maria Brazil de Paiva



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INFORMÁTICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS – ÁREAS MENTAL E MOTORA

Christina Maria Brazil de Paiva.

DHP/CE/UFPB. Fone (083) 2264511- E-mail : chrisbrazil@uol.com.br


Maria de Fátima Ferreira de F. Finizola


. Pedagogia/ CE/UFPB. Fone (083) 2264334 - E-mail : casa_22@terra.com.br

João Bezerra


Psicologia/ CCHLA/UFPB. Fone 083)2231269 – E-mail :

Pretende-se nesta Comunicação, relatar e fazer uma reflexão sobre a metodologia adotada no Projeto de Extensão Informática para Portadores de Necessidades Especiais, em andamento e já em sua terceira etapa, sendo executado na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE- de João Pessoa. Os objetivos gerais desse trabalho são: a) habilitar o aluno PNEs no uso do computador para que o mesmo tenha acesso às informações e tecnologias do mundo globalizado; b) habilitar o aluno da UFPB a trabalhar com o PNEs, através de programas educativos, no computador. Numa metodologia participativa utiliza-se a informática na pesquisa–ação, no ensino–aprendizagem, no planejamento participativo e por objetivos, procurado-se adaptar e/ou criar programas, métodos e técnicas conforme a capacidade cognitiva de cada um dos 130 alunos – faixa etária de 06 a 65 anos de IC.


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INFORMATICA COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO E CIDADANIA

‘’Inicialmente é preciso dizer que acredito inteira e piamente na importância e na necessidade da inclusão de todos os cidadãos na sociedade humana e não apenas na brasileira’’.( MAZZOTTA, 1998, internet).

No inicio dos anos setenta, governantes e comunidade cientifica, promoveram vários eventos na área da educação e da informatica, e a partir dos resultados destes trabalhos foram feitas as primeiras reflexões sobre o uso do computador na educação.

Em1979, foram criadas a Secretaria Especial de Informatica (SEI) e em 1983 a Comissão Especial de Informatica na Educação, e o seu primeiro projeto oficial foram aprovado em julho de 1983.

Em parceria com o Programa Nacional de Informatica na Educação(Proinfo), a SEESP desenvolve o Curso de Capacitação de Multiplicadores em Informatica na Educação, orientada para a Educação Especial.

Outra iniciativa nessa área e o Projeto de Informatica na Educação Especial PROINESP. Criado para promover o acesso a informatica, enquanto recurso pedagógico, o projeto contempla escolas especializadas que atende alunos com necessidades especiais em todo Pais. Alem do financiamento de equipamentos de informatica para a implantação, de um laboratório em cada escola, o Projeto prevê a formação de professor em informatica aplicada à Educação Especial``.(Ministério da Educação - Secretaria da Educação Especial).

Nos nossos dias, o computador deixou de ser um luxo e passou a ser uma ferramenta de trabalho - onde quer que se vá ele está presente.

Na educação, o computador é um facilitador do processo de ensino e aprendizagem auxiliando na produção de textos e resolução de problemas onde o professor aplica as atividades de acordo com o nível de cada aluna, ou seja, o computador melhora a qualidade de ensino.``O computador deixa de funcionar como um instrumento que ensina o aluno para funcionar como uma ferramenta que ele utiliza para desenvolver alguma tarefa``. (http//www.eps.ufsc.br.)

Devido às limitações da pessoa portadora de deficiência, o aprendizado com maior freqüência se torna uma barreira, que pode ser minimizada com o uso de equipamentos que neutralizem tais barreiras.Entretanto uma das maiores dificuldades enfrentada pela pessoa portadora de deficiência e o preconceito. ``Desenvolver recursos de acessibilidade também pode significar combater esses preconceitos, pois, no momento em que são dadas condições para interagir e aprender, explicitando o seu pensamento, o individua com deficiência mais facilmente será tratado como um diferente-igual``.(Damasceno e Galvão Filho- http://infoesp.vila.bol.com.br).

Com o preconceito, vem vinculado a esse individuo a baixa auto-estima, pois este ``sofre desde muito cedo uma grande carga de repreensões e criticas negativas. Sem compreender o porque disso, ele tende com o passar dos tempo a ver-se de maneira depreciativa e passa a ter como referencia pessoas externas e não ele próprio.``(SILVA, 2003, p.31).

Trabalhando em dupla ou individualmente o aluno sente que com o computador ele pode construir o conhecimento uma vez que é ele quem está no comando e tem autonomia dos seus movimentos.

Segundo Kamidi, autonomia significa ser governado por si mesmo. E o oposto de heteronomia, que quer dizer ser governada por outra pessoa``.( Kamidi, 1991, p. 68)



Metodologia


Durante os meses de julho a dezembro de 2002 e maio a agosto de 2003 (ainda em aplicação) o Projeto de Informatica para Portadores de Necessidades Especiais, passou por diversas modificações e adaptações, do ponto de vista metodológico, de acordo com as situações vividas faz-se às mudanças para melhor atender a clientela a que este projeto estar direcionado.

Ao darmos inicio ao projeto tínhamos a consciência de que o programa previamente elaborado e o método que esse seria desenvolvido certamente teriam que ser ajustando as necessidades que o processo de ensino e aprendizagem exigissem.

Foi realizada uma reunião entre a professora coordenadora, alunos bolsistas e a professora de Educação Infantil da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) para discutir a melhor maneira de darmos continuidade a este trabalho. Sendo assim, ficou acertado que o melhor método seria o Construtivismo.`` A afetividade e o motor da inteligência``, esses são os fundamentos teóricos de Jean Piaget a Emilia Ferreiro.


Pontos a serem direcionados:
* Ao iniciar no Laboratório de Informatica, todos os alunos são submetidos ao exercício de coordenação motora fina no paint exercitando através de linhas e formas;

Outros com maior comprometimentos mentais, com traços de autismo passam por um período de adaptação. Utilizamos o descanso de tela como atrativo visual para após começarmos exercícios segurando a sua mão;

* Quando a estimulação é precoce os resultados são mais visíveis. Na Educação Infantil os alunos demonstram um melhor aproveitamento nos exercícios de coordenação motora fina que os alunos de Educação Profissional. E por estarem em fase pré-operatório (Piaget), - predomina o pensamento intuitivo sem a necessidade raciocinio ou elaboração de pensamento mais complexos - estes são estimulados através de jogos educativos como: Hercules e Jiló mas apenas a primeira etapa que e bem simples com a apresentação dos personagens.
* Todos os alunos nos primeiros dias em que entram em contato com a computação necessitam de ajuda para manusear o mouse e sentir o movimento de que se precisa para executar as atividades, este procedimento e realizado não segurando a mão do aluno, mas, colocando a mão deste em cima da mão do monitor para que ele sinta os movimentos.(lentos e curtos) até que os alunos consigam controlar os seus movimentos;
* Com os alunos do Ensino Fundamental onde de acordo com os Estágios do desenvolvimento do Pensamento (Piaget), estes deveriam estar no Período Operatório, -desenvolvimento lógico. Já conseguem pensar abstratamente mas ainda estão presos ao concreto.- entretanto a maioria está no Período Pré-Operatório. Para trabalharmos estas dificuldades realizamos atividades com um programa do PROINESP (micro-mundo) As atividades constam em substituir as tartarugas por desenhos do programa onde os alunos montam cenários do cotidiano, levando em consideração a lógica. Quando isso não acontece cabe ao orientador chamar a sua atenção afim de traze-lo a realidade do que ocorre em sua volta. Como por exemplo: as arvores não voam, elas possuem raízes que são fixas na terra e o que voa são os pássaros, pois estes possuem asas;
* Na Educação de Jovens e Adultos, mais uma vez o Estagio de Desenvolvimento do Pensamento (Piaget) está alem das possibilidades dos alunos, onde de acordo com a faixa etária estes não possuem tal desenvolvimento. Tratar-se do Período Operatório, - o pensamento formal. Já conseguem deduzir, inferir e caminhar para o pensamento cientifico, podendo fazer abstrações. Pensamento lógico e formal.- com estes alunos (alguns) trabalhamos elaboração e digitação de textos no Microsoft Word, onde estão aprendendo a utilizar as ferramentas tornando-se independente na construção de seu conhecimento.

* Todas as atividades a serem realizadas no Laboratório de Informatica, devem necessariamente ser iniciadas na sala de aula regular para depois ser reforçada na sala de informatica;


* Todo conteúdo ministrado, deve ser contextualizado. O aluno e o sujeito do processo de ensino participando ativamente e socializando as suas experiências;
* Todas as atividades têm que ser diversificadas respeitando o nível de cada aluno. Para os alunos PCs – Paralisia Cerebral- as atividades são diversificadas. Variando entre relatar uma noticia assistida na televisão, copiar uma musica, criar um anuncio vendendo alguma coisa. Utilizando os recursos do Microsoft Word;
* Como estimulo e permitido que após o termino das atividades pedagógicas os alunos joguem Pimbol. Não por estimular o premio e o castigo, sim por ter a convicção que aprender pode ser uma atividade lúdica. O Pimbol é um jogo que estimula a agilidade de raciocínio, a coordenação motora e a atenção.

Obs: as turmas são divididas pela faixa etária não por nível cognitivo. De maneira que existem alunos na APAE que se enquadram e superam os Estágios de Desenvolvimento do Pensamento Piagetiano.


* À proporção que o aluno exercita a coordenação, com o mouse mais controle dos seus movimentos ele vai adquirindo, não apenas no computador, mas também para realizar outras atividades em que si faz necessário o uso da coordenação motora fina.
* Motivados pelos trabalhos no computador, em que a produção em grupo favorecia para o contato com o outro, pôde-se constatar os benefícios que o contato com o outro numa relação de trocas e complementos de idéias ajudou a crescerem juntos em todos os aspectos da familiar, comunidade e escolar.
* O uso do computador pressupõe uma seqüência de movimentos que o aluno deverão seguir a fim de obter o resultado desejado. Não si trata apenas de movimentos involuntários e intuitivos, mas o conhecimento prévio que cada movimento terá um resultado e o aluno será responsável pelo resultado de cada movimento;

* O aluno sente-se capaz e estimulado, pois ele faz parte integrante pela qual passa o mundo ( GALVAO FILHO, 2001 ) – mesmo não tendo a completa consciência do que isso significa para o mundo

No projeto de informática, envolvem alunos de várias necessidades, onde cada uma delas é trabalhadas de acordo com a sua especificidade e níveis de possibilidades. De maneira que nenhum aluno fica de fora.
* A metodologia utilizada para a execução do projeto, Informática para portadores de Necessidades Especiais, está centrada no computador, como uma ferramenta usada para diagnosticar o nível cognitivo de cada aluno e assim reforçar os conteúdos ministrados pela professora em sala de aula. Tal diagnóstico é utilizado para conhecermos as possibilidades de cada aluno e com isso aproveitarmos adequadamente os benefícios advindo dos computadores.
* No Power Point, trabalhamos e observamos a coordenação motora fina, além do raciocínio lógico, contextualização com o meio em que vive e concentração para a finalizar as atividades propostas.
* No Microsoft Word, trabalhamos a leitura, a escrita, a produção de textos. Mas apesar de a princípio o computador ter uma característica individual e solitária estimulamos a elaboração de textos coletivos, como forma de socialização entre os alunos, onde as idéias são compartilhas e respeitadas por todos. E incentivamos os alunos a fazerem a correção do próprio texto, utilizando as ferramentas do disponíveis no computador
* No HagáQuê, são estimulados o raciocínio lógico e a criatividade.

Neste programa, o aluno através de desenhos em quadrinhos, cria suas estórias, de acordo com o tema proposto ou de sua escolha. Podendo também ser um tema trabalhado em sala de aula.


* Micro-Mundo, neste programa é estimulado a criatividade numa seqüência lógica na criação de cenas. Observamos se os alunos demonstram consciência do que é possível de existir quando montam um cenário com as opções oferecidas pelo programa. Após esta primeira etapa, a estória representada nesta cena é contada oralmente pelo aluno autor.
* Com os alunos com Síndrome de Down, utilizamos o computador para desenvolver e estimular a criatividade lógica racional. Incentivando o seu convívio escolar e familiar. Obtivemos como resultado deste trabalho, um aluno com a autoconfiança elevada, que se sente como parte do mundo em que vive, mostrando-se capaz de vencer desafios.
* Com os alunos com Doença Mental Moderado, utilizamos o computador para desenvolver o raciocínio lógico, estimular a capacidade de concluir as atividades iniciadas. Utilizamos também, como meio de integração social, onde este se percebe parte do convívio social, visto que, além de reforçar os conteúdos ministrados pela professora da escola regular de ensino, estão aprendendo uma linguagem nova de um mundo informatizado, antes desconhecido e incessível. Hoje ele pode digitar o nome dos membros de sua família juntamente ao seu e dizer: ¨esta é a minha família¨. E sentir-se seguro e feliz em fazer parte dela.
* Entre os alunos com Doença Mental, utilizamos o computador para estimular o convívio social, incluindo-o nas atividades diárias do Laboratório de Informática, mostrando para ele a produção por ele realizada, colocando-a no mural junto às outras. Com isto elevando a auto-estima .
* Os alunos com Paralisia Cerebral, apesar dos déficits na psicomotricidade – alguns com o nível mais elevado -, tornando mais difícil o manuseio do mouse e do teclado, uma vez que este não foi adaptado para ele. O aluno se sente desafiado a vencer esta barreira, e cumprir as atividades com o seu próprio esforço, e com isto cresce a sua autoconfiança.
Nossa metodologia está dividida em cinco etapas

1ª etapa: segurar a mão do aluno sobre o mouse, fazendo os movimentos e estimulando para que o aluno continue a fazer o movimento só. Todavia e um processo lento, e requer paciência e dedicação.

2ª etapa: após esse primeiro momento, é hora de começar com os riscos no

Power Point, onde o aluno exercita fazendo riscos com o objetivo de controlar a coordenação motora fina. Ainda no Power Point o aluno começa a trabalhar cores e formas, com a finalidade de exercitar a coordenação motora fina.


3ª etapa: ao chegar nessa fase de desenvolvimento cognitivo e motor, o aluno passa para um programa chamado Micro- Mundo, onde ele cria cenários com os objetos que compõem o programa Este programa consiste em substituir (vestir) cada tartaruga por alguma outra forma que esteja presente nas opções oferecidas pelo programa. Deste modo continuamos trabalhando e exercitando a coordenação motora fina e estimulando a criação de texto direcionando a realidade do dia a dia numa linguagem oral.
4ª etapa: a partir daí o aluno trabalha no HagáQuê. O HagáQuê é um programa específico para os alunos PNEs, onde ele cria estórias em quadrinhos, e escreve os diálogos entre as personagens.
5ª etapa: quando chegou nesta fase o aluno já ultrapassou as anteriores e conhece bem os programas e as ferramentas do computador e possui uma coordenação motora fina adequada - dentro de suas possibilidades de locomoção -. Nesta etapa o aluno começa a trabalhar no Microssoft Word, e além de digitação dirigidas ele produz os próprios textos, cartas, mensagens parabenizando alguém por alguma data especial como: uma carta para Nérida no dia das Secretárias, uma carta para o professor Sérgio no dia dos professores e assim por diante.

É importante citar que tais escritos foram elaborados em dupla com uma outra aluna portadora da mesma deficiência – PC -. Ambos discutiam a respeito do texto e assim produziam , digitavam e corrigiam juntos. O computador já não é uma atividade solitária, mas uma ação social. (SANTAROSA, L.M.C,1998).

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Por isso, jamais devemos castrar os seus sonhos e sim cultivar as sua eficiências, e, sobretudo não torna-los infor-excluídos.

OBJETIVOS:


  • Introduzir os alunos da APAE-JP ao mundo informatizado;

  • Exercitar a coordenação motora fina, através de atividades de linhas e formas no Paint Brush;

  • Promover a socialização entre os alunos utilizando a produção de textos coletivos;

  • Desenvolver o hábito da leitura e da escrita através da produção de textos no Microsoft Word;

  • Capacitar os PCs (Paralisia Cerebral) os deficientes mentais leves a trabalharem no Microsoft Word;

  • Estimular a seqüência lógica das idéias e organização espacial. Para o êxito deste objetivo utilizamos as atividades com Paint Brush, o Micro-mundo e o HagáQuê.

Resultados
100% dos alunos da APAE foram introduzidos no mundo informatizado;

100% exercitaram a coordenação motora fina, dos quais cerca de 95% obtiveram um resultado positivo;

A socialização na produção dos textos coletivos entre os PCs foi de 100%;

Ao digitarem textos no Microsoft Word, os alunos descobriram o prazer do mundo da leitura e a partir desta descoberta, 90% desenvolveram o habito da leitura;

A auto-estima dos alunos atingiu o significante patamar de 100%.
Considerações Finais

Apesar das descriminações, em relação aos portadores de Necessidades Especiais, que historicamente faz parte do comportamento de uma sociedade sem formação esses vem demonstrando que quando oportunizados, são capazes de superar desafios, construir conhecimento, lidar e manusear sofisticados instrumentos tecnológico como o computador.

Deste modo, as relações interpessoas são ampliadas uma vez que o aluno faz parte das transformações tecnológicas pela qual passa o mundo globalizado. Entretanto a questão mais relevante e crescimento da auto-estima, apresentando resultado positivo do ponto de vista psicopedagógico e social.


Bibliografia

CRUICKANK e JONHNSON. A Educação da Criança e do Jovem Excepcional. 1 volume, Editora Globo.


DAMASCENO, Luciana Lopes e GALVAO FILHO, Teófilo Alves. As Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) como Tecnologia Assistiva. www.infoesp.vila.bol.com.br

FELIPE, M.L; PONTE, M. C. Processamento de texto: como pessoas nas palavras . actas do Seminário: o computador no ensino e aprendizagem da língua. G. E. P/ ME: livro marco, 1990.


MAZZOTTA, Marcos José Silveira. Educação Especial no Brasil: História e Política, São Paulo: Editora Cortez, 1996.
OLIVEIRA, Maria Helena C. Didática da Linguagem. São Paulo: Editora Saraiva, 1982.

_______________________Metodologia da Linguagem.São Paulo: Ed. Saraiva, 1980.


_____________________________Deficiência, Educação Escolar e Necessidades Especiais: Reflexões sobre a Inclusão Socioeducacional. Educação on- line, www.educacaoonline.pro.br. 1998 – 2002
SANTAROSA, L. M. C, Estudo do processo da leitura e escrita das crianças Portadoras de Necessidades Especiais em ambientes computacionais que favorecem a comunicação , criação de idéias e produção textuais. São Paulo, Revista psicopedagógica, 14 ( 35): 16-22, fev / 96.
SILVA, Ana Beatriz B. Mentes Inquietas: entendendo melhor o mundo das pessoas distraídas e impulsivas. Ed: Napades. 2ª edição . Rio de Janeiro 2003.

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